O ex-diretor do FBI, James Comey, se entregou nesta quarta-feira às autoridades americanas em um tribunal federal na Virgínia, onde foi formalmente colocado sob custódia para sua primeira audiência, que durou menos de dez minutos, de acordo com a rede CNN. Comey é acusado de fazer uma ameaça contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de transmitir essa ameaça por meio do comércio interestadual, segundo documentos judiciais.
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As acusações foram apresentadas no Distrito Leste da Carolina do Norte, mas a primeira aparição ocorreu em Alexandria. O juiz William E. Fitzpatrick autorizou que o ex-diretor deixasse o tribunal sem condições para sua liberação.
— Não vejo por que seriam necessárias desta vez — afirmou o magistrado durante a audiência.
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Vestindo terno escuro, Comey entrou e saiu do tribunal por uma entrada lateral destinada a réus e não fez declarações públicas. Na véspera, porém, afirmou em um vídeo publicado na plataforma Substack que é “inocente”.
A acusação tem como base uma publicação feita por Comey em maio do ano passado, na qual ele compartilhou uma imagem de conchas formando os números “86 47” em uma praia. Na legenda, escreveu: “Formação legal de conchas na minha caminhada na praia”.
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Após a postagem, aliados de Trump e membros do governo passaram a acusá-lo de fazer uma ameaça velada ao presidente. Na gíria em inglês, o número 86 pode significar “eliminar” ou “se livrar de” algo, enquanto Trump é o 47º presidente dos EUA.
A defesa de Comey afirmou que pretende apresentar moções acusando o Departamento de Justiça de conduzir uma perseguição seletiva e politicamente motivada contra o ex-diretor.
Ainda não há data definida para a leitura formal das acusações na Carolina do Norte.
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Especialistas ouvidos pela imprensa americana questionam a consistência do caso.
— Isso não vai a lugar nenhum. Claramente não se trata de uma ameaça punível — afirmou Eugene Volokh, pesquisador da Hoover Institution.
Esta é a segunda vez que o Departamento de Justiça, sob a gestão de Trump, apresenta acusações contra Comey. Em setembro do ano passado, ele foi acusado de mentir ao Congresso sobre vazamentos à imprensa, mas o caso acabou arquivado por um juiz federal, que apontou irregularidades na nomeação do procurador responsável pela ação.
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