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O ex-diretor do FBI, James Comey, se entregou nesta quarta-feira às autoridades americanas em um tribunal federal na Virgínia, onde foi formalmente colocado sob custódia para sua primeira audiência, que durou menos de dez minutos, de acordo com a rede CNN. Comey é acusado de fazer uma ameaça contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de transmitir essa ameaça por meio do comércio interestadual, segundo documentos judiciais.
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As acusações foram apresentadas no Distrito Leste da Carolina do Norte, mas a primeira aparição ocorreu em Alexandria. O juiz William E. Fitzpatrick autorizou que o ex-diretor deixasse o tribunal sem condições para sua liberação.
— Não vejo por que seriam necessárias desta vez — afirmou o magistrado durante a audiência.
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Vestindo terno escuro, Comey entrou e saiu do tribunal por uma entrada lateral destinada a réus e não fez declarações públicas. Na véspera, porém, afirmou em um vídeo publicado na plataforma Substack que é “inocente”.
A acusação tem como base uma publicação feita por Comey em maio do ano passado, na qual ele compartilhou uma imagem de conchas formando os números “86 47” em uma praia. Na legenda, escreveu: “Formação legal de conchas na minha caminhada na praia”.
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Após a postagem, aliados de Trump e membros do governo passaram a acusá-lo de fazer uma ameaça velada ao presidente. Na gíria em inglês, o número 86 pode significar “eliminar” ou “se livrar de” algo, enquanto Trump é o 47º presidente dos EUA.
A defesa de Comey afirmou que pretende apresentar moções acusando o Departamento de Justiça de conduzir uma perseguição seletiva e politicamente motivada contra o ex-diretor.
Ainda não há data definida para a leitura formal das acusações na Carolina do Norte.
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Especialistas ouvidos pela imprensa americana questionam a consistência do caso.
— Isso não vai a lugar nenhum. Claramente não se trata de uma ameaça punível — afirmou Eugene Volokh, pesquisador da Hoover Institution.
Esta é a segunda vez que o Departamento de Justiça, sob a gestão de Trump, apresenta acusações contra Comey. Em setembro do ano passado, ele foi acusado de mentir ao Congresso sobre vazamentos à imprensa, mas o caso acabou arquivado por um juiz federal, que apontou irregularidades na nomeação do procurador responsável pela ação.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considera manter o bloqueio naval contra o Irã por “meses”, se necessário, como parte da estratégia para pressionar o regime iraniano em meio ao impasse sobre seu programa nuclear e à escalada do conflito no Oriente Médio.
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Segundo a AFP, a avaliação foi feita durante uma reunião na Casa Branca com executivos do setor de petróleo. De acordo com um funcionário do governo ouvido sob condição de anonimato, foram discutidas “as medidas tomadas pelo presidente para aliviar a situação nos mercados globais de petróleo e aquelas que poderiam ser tomadas para manter o bloqueio atual por meses, se necessário, e minimizar o impacto sobre os consumidores americanos”.
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Já o The Wall Street Journal informou que Trump orientou seus assessores a se prepararem para um bloqueio prolongado, com o objetivo de atingir diretamente as receitas do Irã, especialmente por meio da restrição ao transporte marítimo de petróleo. A medida é vista como uma tentativa de forçar Teerã a ceder nas negociações sobre seu programa nuclear.
De acordo com autoridades americanas citadas pelo jornal, o presidente optou por intensificar a pressão econômica após avaliar que alternativas como retomar bombardeios ou encerrar o conflito apresentariam riscos maiores. A estratégia, no entanto, prolonga um cenário de incerteza, com impacto direto nos preços globais de energia e reflexos políticos internos nos Estados Unidos.
Pressão sem solução rápida
Desde o cessar-fogo de 7 de abril, que interrompeu a principal campanha de bombardeios, Trump tem evitado uma nova escalada militar direta, ao mesmo tempo em que mantém a pressão sobre o regime iraniano. Ainda segundo o Wall Street Journal, ele busca forçar o desmantelamento completo do programa nuclear do país.
Em publicação na rede Truth Social, o presidente afirmou que o bloqueio estaria levando o Irã a um “estado de colapso”. Um alto funcionário americano disse ao jornal que a medida já afeta a economia iraniana, dificultando, por exemplo, o armazenamento de petróleo não vendido e estimulando novas tentativas de negociação por parte de Teerã.
Lancha se aproxima de navio no Estreito de Ormuz
Giuseppe CACACE / AFP
A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, declarou que os EUA alcançaram seus objetivos militares iniciais e que, “graças ao bloqueio bem-sucedido dos portos iranianos, os Estados Unidos têm máxima influência sobre o regime” nas negociações. “O presidente só aceitará um acordo que proteja a segurança nacional do nosso país”, afirmou.
Negociações travadas e riscos de escalada
Apesar da pressão, os esforços diplomáticos seguem sem avanço. Segundo o Wall Street Journal, negociações previstas foram suspensas, e o Irã indicou que precisa de mais tempo para formular uma nova proposta após consultar sua liderança.
Autoridades iranianas, por sua vez, acusam Washington de impor exigências consideradas excessivas, enquanto mantêm sua própria postura no Estreito de Ormuz — região estratégica para o fluxo global de petróleo, que já registra queda no tráfego marítimo desde o início da crise.
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AFP
Especialistas apontam que ambos os lados apostam no fator tempo. “O Irã está calculando que sua capacidade de resistir e contornar o bloqueio supera o interesse dos EUA em evitar uma crise energética mais ampla”, afirmou Suzanne Maloney, da Brookings Institution, ao Wall Street Journal.
Internamente, Trump também enfrenta pressões divergentes. Aliados políticos defendem a manutenção da linha dura, enquanto líderes empresariais demonstram preocupação com os efeitos econômicos de um conflito prolongado, especialmente às vésperas das eleições de meio de mandato.
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, elogiou soldados norte-coreanos que se mataram ao se explodirem para evitar a captura por forças ucranianas durante combates na guerra travada ao lado da Rússia contra a Ucrânia. A declaração, feita durante uma cerimônia oficial, confirma relatos de inteligência sobre ordens para que militares recorram a medidas extremas no campo de batalha.
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Kim mencionou pela primeira vez esse tipo de prática ao discursar durante a cerimônia de inauguração de um memorial em homenagem aos soldados mortos no conflito. De acordo com a transcrição divulgada pela agência estatal KCNA, ele exaltou os militares como heróis: “Não são apenas os heróis que, sem hesitar, escolheram o caminho da autodestruição e do suicídio para defender uma grande honra, mas também aqueles que tombaram na linha de frente das batalhas de assalto”.
O líder também afirmou que os sobreviventes que não conseguiram cumprir as ordens devem ser considerados patriotas. “Aqueles que se contorceram de frustração por não conseguirem cumprir seu dever como soldados, em vez de sofrerem a agonia de seus corpos sendo dilacerados por balas e estilhaços… esses também podem ser chamados de guerreiros leais e patriotas do partido”, declarou.
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De acordo com autoridades sul-coreanas e ucranianas citadas pelo Guardian, cerca de 14 mil soldados norte-coreanos foram enviados em 2024 para apoiar a Rússia, especialmente na região de Sudzha, na fronteira com a Ucrânia. Mais de 6 mil teriam morrido nos combates. Dois militares foram capturados e estão detidos em Kiev; ambos tentaram se explodir, mas não conseguiram devido aos ferimentos. Um deles teria relatado culpa por não cumprir a ordem.
Kim elogiou ‘os heróis que escolheram sem hesitar o caminho da autodestruição’
AFP
A BBC News também destacou que Kim confirmou uma política que já era suspeita. Em discurso recente, ele disse que aqueles que “optaram sem hesitar por ataques suicidas contra si mesmos, a fim de defender a grande honra” eram “heróis”. Em outro trecho, afirmou: “O sacrifício deles sem esperar nada em troca, e a devoção sem esperar recompensa… Esta é a definição do ápice da lealdade do nosso exército”.
A emissora sul-coreana MBC exibiu imagens de dois prisioneiros de guerra norte-coreanos na Ucrânia. Um deles afirmou: “Todos os outros se explodiram. Eu falhei”.
Segundo a BBC, agências de inteligência e desertores indicam que soldados norte-coreanos recebem ordens explícitas para tirar a própria vida caso corram risco de captura, prática associada à doutrina do regime, que considera a rendição um ato de traição.
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Além do envio de tropas, Pyongyang também tem fornecido armamentos à Rússia, incluindo milhões de projéteis de artilharia e mísseis de curto alcance, recebendo em troca apoio econômico e tecnológico, conforme avaliações da inteligência sul-coreana.
O envolvimento norte-coreano ocorre no contexto da guerra entre Rússia e Ucrânia, que se intensificou na região de Kursk após uma incursão ucraniana em 2024. Na primavera de 2025, forças russas retomaram áreas ao redor de Sudzha, após o avanço inicial das tropas ucranianas — considerado o primeiro desse tipo em território russo desde a Segunda Guerra Mundial.
O aprofundamento da aliança entre Moscou e Pyongyang foi formalizado em 2024, quando os dois países assinaram um acordo de defesa mútua em caso de “agressão”. Além das tropas, a Coreia do Norte também prometeu enviar trabalhadores para auxiliar na reconstrução da região afetada pelos combates.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, presta depoimento nesta quarta-feira ao Congresso pela primeira vez desde o início da guerra com o Irã, em uma audiência marcada por pressões de parlamentares sobre os custos do conflito, a estratégia militar e mudanças no comando das Forças Armadas.
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Convocado para discutir a proposta de orçamento de defesa de 2027, que prevê gastos recordes de US$ 1,5 trilhão, Hegseth deve, ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, defender a ampliação de investimentos em drones, sistemas de defesa antimísseis e navios de guerra.
O depoimento, porém, ocorre sob o impacto da guerra iniciada em 28 de fevereiro por Estados Unidos e Israel sem aprovação do Congresso. Parlamentares democratas devem concentrar questionamentos no aumento dos custos, na redução de estoques estratégicos de munição e em episódios como o bombardeio de uma escola que matou crianças. Também há expectativa de cobranças sobre a capacidade de defesa contra drones iranianos, alguns dos quais atingiram alvos e causaram mortes e feridos entre militares americanos.
Embora um cessar-fogo frágil esteja em vigor, tentativas no Congresso de limitar os poderes de guerra do presidente Donald Trump fracassaram, mantendo o conflito sem autorização formal do Legislativo. Republicanos, por sua vez, dizem confiar na condução de Trump, mas demonstram preocupação com a duração da guerra e seus efeitos políticos.
O cenário externo também pressiona o governo. O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã — rota estratégica para o transporte global de petróleo — fez disparar os preços da energia e agravou o custo político do conflito às vésperas das eleições de meio de mandato. Os Estados Unidos responderam com bloqueio naval e reforço militar na região, incluindo o envio de três porta-aviões ao Oriente Médio.
As negociações para encerrar a guerra seguem travadas. O governo Trump avalia com ceticismo uma proposta iraniana que prevê a reabertura do estreito em troca do fim das hostilidades, da suspensão do bloqueio americano e do adiamento das discussões sobre o programa nuclear de Teerã.
Além da condução da guerra, Hegseth deve enfrentar questionamentos sobre a recente demissão de altos oficiais militares. Entre eles está o principal oficial do Exército, general Randy George, além de outros generais e almirantes, após a saída do secretário da Marinha, John Phelan.
As decisões provocaram reação no Congresso. O senador Thom Tillis afirmou que passou a reconsiderar seu apoio ao secretário, enquanto o deputado Austin Scott classificou a demissão de George como “um desserviço extremo” ao Exército e “conduta imprudente”.
A audiência marca a primeira vez que Hegseth enfrenta questionamentos diretos de parlamentares sobre a guerra, após evitar escrutínio público mais amplo nas últimas semanas. As discussões devem se estender também ao Senado, onde ele e Caine participam de nova audiência na quinta-feira.
Em atualização.
Um grupo de cinco estudantes evitou um possível acidente envolvendo um ônibus escolar após a motorista sofrer um mal súbito enquanto dirigia, no condado de Hancock, no estado do Mississippi, nos Estados Unidos. O caso ocorreu logo após o veículo deixar a Hancock Middle School, quando a condutora, Leah Taylor, de 46 anos, teve uma crise de asma e perdeu a consciência ao volante.
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Com cerca de 40 alunos a bordo, o ônibus seguia por uma rodovia de quatro faixas quando começou a sair da trajetória. Foi nesse momento que o estudante Jackson Casnave, de 12 anos, que estava sentado logo atrás da motorista, percebeu a situação e correu para assumir o volante. Ele pediu ajuda aos colegas, iniciando uma ação coordenada para evitar a colisão.
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Darrius Clark, também de 12 anos, conseguiu acionar os freios enquanto o colega mantinha o controle da direção. Juntos, eles reduziram a velocidade do veículo até conseguir estacioná-lo no acostamento, interrompendo o deslocamento de forma segura.
Ação rápida e trabalho em equipe
Enquanto os dois estudantes controlavam o ônibus, outros colegas passaram a ajudar no atendimento à motorista. Um terceiro aluno tentou localizar a medicação de Taylor, enquanto Kayleigh Clark, de 13 anos, irmã de Darrius, saiu da parte traseira do veículo e ligou para o serviço de emergência. Ela relatou dificuldade para ouvir o atendente devido ao desespero e aos gritos dentro do ônibus.
— Eu estava com medo, mas precisava ajudar — disse Kayleigh, em relato à imprensa local.
Toda a sequência foi registrada pelas câmeras de segurança do próprio ônibus e mostra a rapidez com que os estudantes reagiram à situação, que se desenrolou em poucos segundos.
Após o episódio, a motorista agradeceu aos alunos e afirmou que eles foram decisivos para evitar consequências mais graves.
— Sou grata aos meus estudantes. Eles salvaram a minha vida e a de todos que estavam no ônibus — declarou.
Taylor contou ainda que tentou alcançar sua medicação no momento da crise, mas perdeu a consciência antes de conseguir utilizá-la.
Os próprios alunos afirmaram que agiram por instinto diante da emergência.
— Não tive tempo de processar o que estava acontecendo. Só queria garantir que ninguém se machucasse — disse Jackson Casnave.
O diretor da escola também destacou a atitude dos estudantes, ressaltando a iniciativa do grupo em um momento crítico.
— Eles não esperaram alguém agir. Tomaram a frente, e isso diz muito sobre o caráter deles — afirmou a diretora Melissa Saucier.
Após o ocorrido, os cinco estudantes foram homenageados pela escola durante um evento interno e receberam como reconhecimento um almoço especial fora do campus.
Um Pikachu desgastado, ursos de pelúcia “cansados” ou bichinhos de tecido cheios de manchas são os clientes VIP de um meticuloso serviço de lavanderia japonês que viralizou nas redes sociais por deixar esses brinquedos como novos. Os vídeos dos cuidados exigentes que as pelúcias recebem na empresa Cleaning Yonmarusan têm encantado fãs na internet e atraído clientes do mundo todo para esse serviço especializado em tecidos de alta qualidade.
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Masakazu Shimura, profissional da limpeza com três décadas de experiência, deu a um boneco de Pokémon — que já estava em bom estado — um bom banho de vapor, escovando-o com cuidado após uma leve esfregada com espuma, quase como se cuidasse de um bebê recém-nascido.
Masakazu Shimura coloca um brinquedo de pelúcia em uma máquina de lavar
PHILIP FONG / AFP
Baseando-se em sua perícia e experiência limpando todo tipo de itens, desde camisas sociais até barracas de camping, Shimura lava e restaura as delicadas fibras dos peluches.
— Enquanto lavo à mão, toco com cuidado para entender que tipo de material é e avalio seu estado, entre outras coisas, massageando suavemente com as mãos — explicou à AFP.
Um Pikachu de pelúcia desgastado, um ursinho de pelúcia cansado ou um bichinho de pelúcia manchado podem ganhar uma nova vida
PHILIP FONG / AFP
Shimura é um dos 12 profissionais de limpeza certificados da Yonmarusan, uma rede regional de Yamanashi, a oeste de Tóquio.
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Embora a empresa limpe pelúcias há décadas, o negócio experimentou um crescimento graças a publicações virais nas redes sociais nos últimos anos, impulsionadas pela adoração da Geração Z pelos bichinhos e pelo amor do Japão por tudo que seja “fofo e delicado”.
‘Veem como membros da família’
Hoje em dia, o serviço limpa mais de 10.000 pelúcias por ano, há uma década não passava dos 1.200. Algumas pessoas até “vão ao Japão especificamente com o propósito de mandar limpar suas pelúcias”, disse Hisako Mori, gerente de relações públicas da empresa.
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— Enquanto a limpeza é realizada, aproveitam para viajar pelo Japão. Ao final da viagem, recolhem as pelúcias antes de voltar para casa.
Shimura disse que alguns clientes desejam preservar arranhões ou rabiscos específicos em seus peluches, já que essas marcas às vezes carregam lembranças preciosas.
— Esses itens guardam memórias especiais. Isso também é verdade para roupas, mas ainda mais para pelúcias, que sabemos que nossos clientes veem como membros da família.
Uma equipe da Universidade de Glasgow anunciou a recuperação de 42 páginas até então consideradas perdidas de um dos mais relevantes manuscritos antigos do Novo Testamento. O material integra o Codex H, uma cópia em grego datada do século VI das cartas atribuídas a São Paulo. A descoberta foi divulgada pela própria instituição em seu site oficial.
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De acordo com os pesquisadores, o Codex H originalmente era um volume completo, mas foi desmontado no século XIII no Mosteiro Great Lavra, localizado no Monte Athos. Naquele período, o alto custo e a escassez do pergaminho levaram monges a reutilizar suas folhas na produção e reparo de outros livros. Com isso, partes do manuscrito passaram a servir como capas, reforços de encadernação e folhas de apoio em diferentes volumes.
Segundo a universidade, fragmentos físicos já conhecidos do Codex H estão atualmente distribuídos em bibliotecas de países como Itália, Grécia, Rússia, Ucrânia e França. A partir da análise desses materiais, os pesquisadores conseguiram identificar e reconstruir as páginas desaparecidas.
Para recuperar o conteúdo, a equipe liderada pelo professor Garrick Allen utilizou tecnologia de imagem multiespectral, capaz de detectar vestígios de tinta invisíveis a olho nu. O método permite reconstruir digitalmente textos apagados ou encobertos ao longo dos séculos.
Allen explica que intervenções posteriores nos manuscritos deixaram “impressões fantasma” do texto original em páginas vizinhas. A partir do processamento dessas marcas, foi possível recuperar trechos que já não existiam fisicamente. Especialistas em Paris também contribuíram com análises de datação por carbono para validar os resultados.
Embora os trechos recuperados correspondam a partes já conhecidas das cartas paulinas, a descoberta amplia o entendimento sobre como os textos cristãos eram organizados, copiados e utilizados nos primeiros séculos. Entre os achados estão alguns dos exemplos mais antigos conhecidos de listas de capítulos dessas cartas, além de correções feitas por escribas, anotações marginais e sinais de uso em práticas religiosas cotidianas.
O início do processo de regularização na Espanha provocou cenas de tumulto em Madri nesta semana, onde dezenas de pessoas tentaram invadir a embaixada da Gâmbia em busca de documentação. Imagens que circulam nas redes sociais mostram migrantes escalando o muro do prédio diplomático, em meio à tentativa de acelerar o acesso a papéis necessários para garantir permanência legal no país.
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Segundo relatos da imprensa internacional, o episódio ocorreu em um contexto de filas extensas e dificuldades para obtenção de atendimento em centros oficiais. A nova legislação espanhola prevê a concessão de status legal a cerca de 500 mil estrangeiros, desde que comprovem ausência de antecedentes criminais e residência no país por pelo menos cinco meses antes do início de 2026.
A iniciativa entrou em vigor na última semana e já mobiliza multidões em diferentes regiões da Espanha. Mais de 400 centros de atendimento registraram formação de longas filas, com pessoas aguardando por horas — e, em alguns casos, passando a noite — para conseguir atendimento e regularizar a situação migratória.
Em Madri, a frustração com a falta de vagas disponíveis levou ao aumento da tensão. Parte dos migrantes que aguardavam atendimento foi informada de que todos os horários já estavam preenchidos, o que desencadeou a tentativa de invasão da embaixada. A situação gerou momentos de pânico e exigiu a intervenção da Guarda Civil, que conseguiu conter o tumulto. Não houve registro de prisões, mas a área segue sob monitoramento.
O impacto do aumento repentino na demanda por serviços públicos também tem gerado preocupação entre autoridades e trabalhadores. Em Sevilha, sindicatos alertaram para uma “pressão extraordinária” sobre o sistema, com reflexos na qualidade do atendimento e no ambiente de trabalho. Entre as reivindicações estão reforço de equipes, melhorias na segurança e compensações para os funcionários.
Na capital, o volume de solicitações diárias em centros de assistência social saltou de 1.500 para 5.500, segundo autoridades locais. A expansão acelerada da demanda alimenta críticas de setores que consideram a medida precipitada.
O plano do governo, liderado pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez, também enfrenta resistência política. Representantes da oposição classificam a iniciativa como excessiva e apontam riscos de sobrecarga institucional. Por outro lado, o governo defende que a regularização é necessária para suprir a falta de mão de obra e estimular a economia.
Durante um evento em Barcelona, Sánchez afirmou que a imigração faz parte da identidade do país e rejeitou discursos contrários à política.
— A Espanha é filha da migração e não se tornará mãe da xenofobia — disse.
Com cerca de 50 milhões de habitantes, o país abriga aproximadamente 10 milhões de pessoas nascidas no exterior. Estima-se que 840 mil migrantes estejam em situação irregular, a maioria oriunda da América Latina.
Enquanto o rei britânico Charles III e a rainha Camilla se preparam para dar continuidade à agenda real nos EUA com compromissos em Nova York nesta quarta-feira, as interações do monarca na véspera com o presidente americano, Donald Trump, ainda repercutem na mídia americana como um exemplo raro de sucesso diplomático diante do comportamento errático do republicano. Com um misto de bom humor e gestos simbólicos, Charles alcançou o melhor desempenho de uma liderança estrangeira no Trump II no jantar da noite de ontem no no Salão Leste da Casa Branca, na avaliação de parte da imprensa americana — não sem um breve momento de constrangimento.
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No discurso de Charles III, houve o tradicional humor britânico seco. Piadas adaptadas às preferências de Trump, incluindo um brinde com Coca-Cola. Um pouco de deferência equilibrada com leves provocações sobre a Otan — além de um presente reluzente. Entre os temas que arrancaram risadas de uma lista de convidados que mesclou a cúpula do governo americano, empresários simpáticos ao presidente e juízes conservadores da Suprema Corte, referências culturais e históricas foram preferência.
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Charles III citou Oscar Wilde, brincando que os britânicos têm tudo em comum com os americanos “exceto, é claro, a língua”. O humor foi usado para enfrentar temas sensíveis. Durante o brinde, o rei aludiu a comentários de Trump contra seus aliados europeus, a quem acusou de se aproveitarem do sistema de defesa dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial. Durante a cúpula de Davos, em janeiro, Trump disse que, sem apoio americano, as pessoas na Europa “falariam alemão e um pouco de japonês”.
— O senhor comentou recentemente, senhor presidente, que se não fossem os Estados Unidos, os países europeus falariam alemão. Ouso dizer que, se não fosse por nós, vocês falariam francês — ironizou, referindo-se aos conflitos entre as então potências coloniais, França e Grã-Bretanha, pelo controle da América do Norte antes da independência dos Estados Unidos.
Trump, Charles III e Melania brindam em jantar na Casa Branca
Brendan Smialowski / AFP
A história compartilhada entre os dois países também foi exaltada, e mesmo episódios violentos viraram motivo de comentários bem humorados. Charles III disse que o jantar foi “uma melhora considerável em relação à Festa do Chá de Boston”, quando colonos jogaram no mar carregamentos de chá britânico tributados em 1773. Também caçoou ligeiramente de Trump, ao dizer que não podia deixar de notar as “reformas” na Ala Leste da Casa Branca — que o ex-magnata do ramo imobiliário ordenou a demolição para construir um gigantesco salão de baile que custará US$ 400 milhões.
— Lamento dizer que nós, britânicos, é claro, fizemos nossa própria tentativa de remodelação imobiliária da Casa Branca em 1814 — disse o rei, referindo-se à época em que soldados britânicos incendiaram o prédio.
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Presente e saia-justa
Apesar das piadas às custas de Trump, que outros líderes não ousaram fazer, Charles III reservou um gesto ao gosto do presidente americano. Em determinado momento da noite, o rei se dirigiu a Trump diretamente, oferecendo como “presente pessoal” o sino da torre de comando do submarino britânico HMS Trump, que combateu na Segunda Guerra Mundial — que Charles propositalmente disse ser “seu valente homônimo”.
Gravadas com clareza na superfície do sino estavam as palavras TRUMP 1944. O presidente levantou-se de sua cadeira e olhou com admiração para o sino, lançando um olhar para a esposa Melania.
— Caso algum dia precise falar conosco… bem, é só nos dar um toque! — disse Charles, para ouvir a sala irromper em aplausos, enquanto Trump visivelmente radiante, fez um sinal de positivo para o rei.
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O monarca britânico, porém, não escapou de uma breve saia-justa durante o discurso de Trump. O presidente se referia aos lugares ao redor do mundo onde americanos e britânicos lutaram juntos — das praias da Normandia às colinas congeladas da Coreia, até as areias escaldantes do Norte da África e do Oriente Médio. Erguendo os olhos do roteiro, afirmou:
— E estamos fazendo um pouco de trabalho no Oriente Médio agora também, como vocês devem saber, e estamos indo muito bem — disse Trump. — Nós derrotamos militarmente esse adversário específico e nunca vamos permitir que esse adversário jamais… Charles concorda comigo… Nunca vamos deixar esse adversário ter uma arma nuclear.
A guerra no Irã é o ponto mais delicado na atual relação entre EUA e Reino Unido, com a discordância entre Trump e o premier britânico, Keir Starmer, sobre a falta de apoio de Londres à ofensiva se tornando pública. A Coroa britânica evita entrar publicamente em disputas políticas e temas de governo, mas mesmo de forma lateral, Charles III tocou no tema do Oriente Médio.
O rei lembrou que sua mãe visitou os EUA em 1957 para ajudar a recolocar o “especial” na “relação especial” após a crise envolvendo o Canal de Suéz. E então veio a ironia:
— Quase setenta anos depois, é difícil imaginar algo assim acontecendo hoje — disse Charles, enquanto alguns convidados riam, fazendo Trump virar-se e sorrir. — Mas não é difícil perceber o quão importante a relação continua sendo, tanto em aspectos visíveis quanto invisíveis.
Causos da realeza nos EUA
Ainda durante o jantar, Charles III contou que tinha 10 anos quando conheceu pela primeira vez um presidente americano: Dwight D. Eisenhower, durante uma visita ao Palácio de Balmoral, na Escócia. Recordou também do “primeiro primeiro-ministro” de sua mãe, Winston Churchill — um dos ídolos de Trump — e a ocasião em que Churchill, hospedado na Casa Branca e se envolveu em um incidente vergonhoso com o presidente Franklin Delano Roosevelt.
— [Churchill] saiu nu da banheira e descobriu a porta se abrindo quando o presidente Roosevelt entrou para conversar — disse o monarca. — Com um humor afiado, o presidente afastou qualquer constrangimento ao declarar: “O primeiro-ministro não tem nada a esconder do presidente dos Estados Unidos!”.
Quando o monarca britânico concluiu o discurso, Trump deu-lhe um tapinha nas costas e disse: “bom trabalho”. (Com AFP e NYT)
Um avião de pequeno porte caiu sobre um hangar no Aeroporto de Parafield, em Adelaide, no sul da Austrália, na tarde desta quarta-feira (29), deixando duas pessoas mortas e ao menos 11 feridos. O piloto e um passageiro morreram no local após a aeronave, identificada como um bimotor Diamond DA42, sair da rota durante uma tentativa de pouso e colidir contra o edifício, provocando um incêndio de grandes proporções.
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Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que o avião aparenta perder estabilidade no ar antes de despencar em direção ao solo. Em seguida, a aeronave desaparece atrás de uma construção do aeroporto e uma grande explosão é vista, com chamas consumindo o hangar e uma espessa coluna de fumaça preta se espalhando pela região.
Confira:
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Joshua Lee Swannell, que presenciou o acidente, relatou o desespero dos segundos que antecederam a queda. Segundo ele, era possível ouvir um ruído agudo vindo da aeronave antes do impacto.
— Tudo o que eu conseguia ouvir era um som agudo, como o de um avião. Só ouvi o estrondo, tudo aconteceu muito rápido — afirmou à imprensa local.
Equipes de solo ficaram feridas
De acordo com a emissora australiana 7NEWS, 11 funcionários que trabalhavam dentro do hangar no momento da colisão sofreram queimaduras e precisaram ser levados a hospitais da região. Quatro vítimas foram encaminhadas ao Royal Adelaide Hospital, enquanto outras sete receberam atendimento no Lyell McEwin Hospital. Entre os feridos, havia também vários alunos-pilotos que estavam no local.
A Polícia da Austrália do Sul informou que ainda não havia confirmação sobre o número total de pessoas a bordo da aeronave ou dentro do hangar no momento do acidente. O policial sênior Matt Brown afirmou que havia diversos relatos de feridos, mas que os números ainda estavam sendo apurados.
Imagens circulam nas redes sociais
Reprodução/7NEWS
Após a colisão, o Aeroporto de Parafield foi fechado para todo o tráfego aéreo. A administração informou que apenas aeronaves que já retornavam ao terminal foram autorizadas a pousar. A área próxima à Kings Road foi evacuada para permitir a atuação das equipes de emergência.
Em nota, um porta-voz do aeroporto afirmou que os serviços de resgate foram acionados imediatamente após a confirmação de que “um pequeno avião havia colidido com um hangar durante uma tentativa de pouso”.
Moradores relataram ter visto a fumaça a quilômetros de distância. O Corpo de Bombeiros Metropolitano orientou a população das áreas próximas a permanecer em casa por causa da densa fumaça e alertou que pessoas com dificuldade para respirar deveriam procurar atendimento médico. Em casos de agravamento dos sintomas, a recomendação foi acionar o serviço de emergência pelo número 000.
O Departamento Australiano de Segurança nos Transportes (ATSB) abriu uma investigação para apurar as causas do acidente. Segundo o órgão, investigadores especializados em operações, manutenção, engenharia de aeronaves, fatores humanos e sobrevivência foram enviados de Canberra e Brisbane para analisar os destroços e coletar evidências no local.
A equipe também deverá recuperar componentes da aeronave considerados relevantes para uma análise técnica mais aprofundada nas instalações do ATSB, em Canberra. Até o momento, não há informações oficiais sobre o que provocou a perda de controle do avião durante a aproximação para pouso.

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