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As luzes da aurora boreal foram registradas a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) pelo cosmonauta russo Sergey Kud-Sverchkov, da agência espacial Roscosmos, durante a intensa tempestade solar que atingiu a Terra nesta semana. As imagens mostram o fenômeno iluminando a atmosfera com tons vibrantes, especialmente o vermelho — cor menos comum nesse tipo de evento.
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— Durante a tempestade mais forte de ontem em duas décadas, havia muito brilho vermelho. Parecia que estávamos literalmente navegando dentro daquela luz — escreveu Kud-Sverchkov em seu canal no Telegram, em publicação feita no dia 20 de janeiro.
Veja o momento:
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A aurora boreal ocorre quando partículas carregadas emitidas pelo Sol, em alta velocidade, atingem o campo magnético da Terra e colidem com gases da atmosfera, como oxigênio e nitrogênio. Esse choque libera energia em forma de luz, criando os conhecidos véus coloridos no céu, geralmente visíveis em regiões de altas latitudes.
O evento desta semana chamou atenção de cientistas e agências espaciais pela sua intensidade. Conforme já havia sido alertado ontem por centros de monitoramento espacial, a tempestade solar foi classificada como a mais forte registrada em cerca de 20 anos, resultado de uma série de erupções solares e ejeções de massa coronal ocorridas nos últimos dias.
Embora o verde seja a cor mais comum das auroras — resultado da interação com o oxigênio em altitudes mais elevadas —, tempestades mais potentes ampliam o espectro de cores visíveis. Tons de vermelho e rosa, como os registrados por Kud-Sverchkov, surgem quando partículas atingem camadas mais altas da atmosfera ou quando o fenômeno se intensifica.
As autoridades venezuelanas libertaram Rafael Tudares, genro de Edmundo González Urrutia — candidato que afirma ter derrotado o presidente Nicolás Maduro nas contestadas eleições presidenciais de 2024. A informação foi confirmada pela família na madrugada desta quinta-feira.
“Rafael voltou para casa”, escreveu a mulher, Mariana González, na rede social X. Segundo ela, a libertação encerra um período de mais de um ano de prisão.
Tudares havia sido condenado à pena máxima de 30 anos de prisão, sob acusações de terrorismo.
Julgamento ‘clandestino’
Em dezembro de 2025, a família de Bracho havia denunciado um julgamento “clandestino” na Venezuela, quase um ano após o homem ter sido detido. A prisão que ocorreu pouco antes da posse de Nicolás Maduro, em janeiro. Os familiares de Rafael Tudares Bracho permaneceu sem qualquer contato com ele.
Em janeiro de 2025, Tudares foi levado por homens encapuzados enquanto acompanhava os dois filhos à escola, segundo relatou à época o próprio González Urrutia, que afirma ter vencido as eleições presidenciais de julho de 2024 e vive atualmente no exílio. 
Em junho, o governo venezuelano informou que Tudares Bracho responderia por crimes de terrorismo, conspiração, associação para delinquir e legitimação de capitais. 
A eleição que garantiu a Maduro um terceiro mandato foi proclamada sem a divulgação dos resultados detalhados, uma vez que o governo venezuelano alegou ter sofrido um ataque hacker. A oposição, por sua vez, denunciou fraude e publicou atas de votação em um site.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, afirmou nesta quinta-feira que o país está disposto a manter “um diálogo construtivo com seus aliados” sobre a Groenlândia e a segurança no Ártico, desde que seja respeitada a “integridade territorial” dinamarquesa. A declaração ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um “marco” para um acordo com a OTAN sobre o papel de Washington na vasta ilha ártica, rica em minerais.
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O apelo da líder dinamarquesa veio um dia depois de Trump afirmar, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, ter avançado em entendimentos com o secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, a respeito da Groenlândia, território autônomo sob soberania do Reino da Dinamarca.
“Podemos negociar todos os aspectos políticos: segurança, investimentos, economia. Mas não podemos negociar nossa soberania. Fui informada de que não foi esse o caso”, afirmou Frederiksen em comunicado oficial.
A premiê ressaltou que, ao longo de todo o processo, manteve coordenação constante com o governo da Groenlândia, que já rejeitou de forma contundente qualquer possibilidade de domínio norte-americano sobre a ilha.
Segundo Frederiksen, o diálogo com a OTAN também tem sido contínuo. “Temos mantido um contato estreito com a Aliança, e eu mesma falei regularmente com o secretário-geral da OTAN, especialmente antes e depois de sua reunião com o presidente Trump em Davos”, disse.
Ela reiterou que o Reino da Dinamarca está aberto a discutir medidas para reforçar a segurança no Ártico — incluindo o projeto norte-americano conhecido como Cúpula Dourada, um escudo antimísseis de grandes proporções —, desde que não haja questionamentos à soberania dinamarquesa.
Trump tem insistido que a Groenlândia é “vital” para a segurança dos Estados Unidos e da OTAN frente à China e à Rússia, em um contexto de maior competição geopolítica no Ártico, impulsionada pelo derretimento das calotas polares e pela abertura de novas rotas estratégicas.
Na quarta-feira, ao anunciar um “marco para um futuro acordo” sobre a ilha — sem divulgar detalhes —, o presidente americano também recuou de ameaças militares e tarifárias contra países europeus que vinham se opondo a seu plano.
Como um voo prestes a pousar pode terminar em um processo judicial milionário? Essa é a pergunta no centro da ação movida por Laura Lanigan, comissária de bordo da British Airways há quase 30 anos, que afirma ter sofrido ferimentos graves após uma turbulência intensa durante a aproximação de um voo internacional para Mumbai, na Índia, em junho de 2019. O caso é analisado pela Justiça britânica e o julgamento segue em andamento neste início de 2026.
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Segundo o relato apresentado ao Tribunal do Condado de Londres Central, Lanigan, hoje com 56 anos, foi arremessada ao ar dentro da aeronave — um Boeing 777 que havia partido de Londres Heathrow — após uma “queda violenta” pouco antes do pouso. Na queda, ela fraturou o joelho esquerdo, deslocou o ombro e ainda foi atingida por uma lata de bebida que não estava devidamente presa. A comissária deixou o avião em uma cadeira de rodas e agora pede uma indenização de 72.500 libras, o equivalente a cerca de R$ 519 mil.
Divergência sobre a causa da turbulência
Os advogados da funcionária sustentam que o piloto conduziu a aeronave para muito perto de uma nuvem do tipo cumulonimbus, conhecida por provocar condições meteorológicas severas. De acordo com a acusação, a tripulação deveria ter mantido uma distância mínima de 32 quilômetros da formação ou, alternativamente, orientado todos os comissários a se sentarem e afivelarem os cintos de segurança.
Lanigan relatou ao juiz que, apesar de os avisos de cinto de segurança estarem acionados para os passageiros, ela seguiu trabalhando em pé, confiando no “bom senso” e na experiência acumulada ao longo da carreira. “Lembro-me de tentar me mexer. Pareceu uma eternidade”, afirmou, descrevendo o que classificou como a pior turbulência que já havia enfrentado em três décadas de voo.
A British Airways contesta a versão. Segundo o advogado da companhia, Peter Savory, não havia qualquer evidência visual de nuvens de tempestade na rota nem indicação no radar meteorológico da presença de cumulonimbus. Um oficial de operações no cockpit descreveu o céu apenas como composto por “nuvens brancas e fofas”, e a empresa afirma que o episódio foi resultado de uma turbulência isolada e imprevisível.
O que são nuvens cumulonimbus
De acordo com o Met Office, serviço meteorológico do Reino Unido, as nuvens cumulonimbus — conhecidas como o “rei das nuvens” — são grandes nuvens de tempestade, com topos em forma de bigorna e potencial para produzir granizo, raios, trovões e chuvas intensas. Elas também estão associadas a turbulências severas e, em casos extremos, tornados, razão pela qual costumam ser evitadas por aeronaves comerciais.
A defesa da British Airways argumenta ainda que a tripulação foi alertada sobre a possibilidade de turbulência antes da decolagem e novamente cerca de duas horas antes do pouso. O sinal de apertar os cintos, segundo a empresa, foi acionado aproximadamente uma hora antes do incidente. Para Savory, esses fatores demonstram que os pilotos adotaram os cuidados adequados e que não houve indicação, naquele momento, de que seria necessário interromper o serviço de bordo.
A ideia de que a Terra poderia ficar sem gravidade por alguns segundos tem circulado nas redes sociais, mas, segundo pesquisadores, esbarra em um obstáculo intransponível: as leis básicas da física. Diante do boato, a Nasa foi direta ao classificar a hipótese como uma “besteira absoluta”, deixando claro que não existe mecanismo conhecido capaz de provocar um evento desse tipo.
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A narrativa que ganhou força na internet afirmava que, em 12 de agosto, o planeta sofreria uma perda momentânea de gravidade, gerando caos global. As publicações descreviam um cenário extremo, com milhões de mortes e até supostos investimentos bilionários da agência espacial para lidar com o fenômeno.
Para cientistas, o problema da teoria começa no conceito mais elementar da gravidade. Essa força não é algo que possa ser “ligado” ou “desligado” de forma repentina: ela existe porque a Terra tem massa. É justamente essa massa que mantém pessoas, oceanos, edifícios e a própria atmosfera presos ao planeta. Sem ela, não haveria apenas alguns segundos de desordem, mas um colapso completo da estrutura terrestre.
Em declaração ao site de checagem Snopes, um porta-voz da Nasa foi categórico ao afirmar que isso não vai acontecer. Do ponto de vista científico, para que a gravidade da Terra desaparecesse, seria necessário que o planeta perdesse uma quantidade gigantesca de matéria — algo que envolveria o núcleo, o manto, a crosta, os oceanos ou a atmosfera. Trata-se de uma hipótese considerada impossível dentro de tudo o que se conhece sobre física e astronomia.
O que vai acontecer em 12 de agosto?
A confusão em torno da data tem origem em um evento real, mas mal interpretado. No dia 12 de agosto, está previsto um eclipse solar total, fenômeno astronômico raro e amplamente estudado. Apesar do alinhamento entre Sol, Lua e Terra, não ocorre qualquer alteração incomum na gravidade do planeta. As interações gravitacionais entre esses corpos celestes são responsáveis pelas marés e seguem padrões previsíveis há bilhões de anos.
Ao comentar a origem do boato, a agência não poupou críticas e afirmou que a ideia “pode ser atribuída a uma teoria conspiratória estúpida e barata, impulsionada na internet por pessoas que não sabem como a gravidade funciona”.
Com a aproximação do eclipse, a Nasa aproveitou para reforçar orientações de segurança. A observação do Sol deve ser feita apenas com óculos de eclipse certificados, já que olhar diretamente para o astro pode causar danos permanentes à visão. A exceção é o breve período de totalidade, quando a Lua cobre completamente o Sol; fora desse momento, a proteção ocular continua sendo indispensável.
O que pode estar escondido à vista de todos por décadas sem revelar seu verdadeiro valor? No interior do Nebraska, nos Estados Unidos, uma idosa de 91 anos descobriu que um objeto esquecido na varanda de casa era, na verdade, uma raridade histórica disputada por colecionadores. O pote de cerâmica Red Wing, que quase foi vendido por apenas US$ 20 em uma venda de garagem, acabou arrecadando US$ 32 mil em leilão realizado neste mês, cerca de R$ 170 mil.
A peça de 30 galões permaneceu por mais de 40 anos na varanda da casa de Lois Jurgens, no centro do estado. Em 2025, ao decidir se desfazer do objeto, ela cogitou vendê-lo durante julho passado por um valor simbólico. Meses depois, resolveu consultar a Casa de Leilões Bramer para saber quanto poderia receber, segundo relato do Cowboy State Daily.
Leilão coincidiu com aniversário da dona
O pote foi leiloado no dia 10 de janeiro, diante de cerca de 300 pessoas, no Condado de Phelps — a mesma data do aniversário de Jurgens. Ela não acompanhou o início do evento por ter ido a um funeral naquela manhã, mas chegou ao local no fim da tarde. Ao vê-la na plateia, o leiloeiro Ken Bramer a chamou à frente e perguntou quanto ela achava que a peça havia alcançado. “Espero que você tenha conseguido US$ 100”, respondeu. “Fomos um pouco melhor: US$ 32 mil”, anunciou ele.
A idosa precisou ser amparada pela esposa e pelo filho de Bramer após quase desmaiar com a notícia. O interesse pelo pote já havia se intensificado antes do leilão, depois que imagens da peça circularam nas redes sociais. Um comprador chegou a oferecer US$ 10 mil em dinheiro para retirá-lo imediatamente, de acordo com o leiloeiro.
Especialistas da Red Wing apontam que o tamanho torna a peça especialmente rara. Com capacidade para 30 galões e inscrição lateral — um detalhe incomum —, estima-se que existam apenas quatro ou cinco exemplares semelhantes no mundo. Moldado com argila extraída em Red Wing, Minnesota, no fim do século XIX, o pote era usado para armazenar carne, vegetais, laticínios e, em alguns casos, até gás.
Peças parecidas já haviam alcançado valores expressivos em leilões anteriores. Um exemplar semelhante foi vendido por US$ 12.750 em 2012, enquanto outro chegou a cerca de US$ 25 mil, segundo Bramer. O caso de Jurgens, no entanto, chama atenção pela improvável trajetória de um objeto comum que, décadas depois, revelou-se um tesouro histórico.
Funcionários do Vaticano, proibidos de formar sindicatos, expressaram insatisfação com seus superiores em uma pesquisa publicada nesta semana por uma associação do menor Estado do mundo. A pesquisa foi conduzida pela Associação dos Funcionários Leigos do Vaticano, que representa cerca de 300 pessoas.
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Cerca de 4.000 leigos trabalham no Vaticano em diversas funções, como cozinheiros, jardineiros e faxineiros. A maioria deles vive fora dos muros do Vaticano. Segundo a associação, 250 pessoas responderam à pesquisa, realizada entre 15 de dezembro e 7 de janeiro, e 73,9% delas relataram “desconexão” com a administração. Uma porcentagem ainda maior, 75,9%, relatou sentir-se desvalorizada e desmotivada.
Contactado pela AFP, um representante da associação afirmou que esta é a primeira pesquisa sobre as condições de trabalho dos funcionários do Vaticano. A associação afirmou estar “particularmente preocupada” com o fato de 56% dos entrevistados relatarem ter “sofrido injustiça e assédio por parte de um superior”.
O falecido papa Francisco tinha uma relação por vezes tensa com os funcionários do Vaticano. Alguns esperam que a situação mude durante o pontificado de Leão XIV. Uma das primeiras decisões do papa americano foi, segundo relatos, restabelecer um bônus de 500 euros (cerca de R$ 2.258) para os funcionários após a eleição de um novo pontífice.
A associação solicitou aos trabalhadores “possíveis sugestões” para apresentar ao papa, caso tenha a oportunidade. Segundo a entidade, a maioria pediu “dignidade, voz e proteção real para os funcionários por meio de representação, transparência, diálogo e respeito”. O Vaticano, sede da Igreja Católica, tem seu próprio jornal, seu próprio hino nacional em latim e seu próprio chefe supremo, o papa.
Cerca de 900 pessoas vivem na área delimitada por muros: o papa, cardeais, freiras, padres, diplomatas e leigos. Os funcionários recebem salários isentos de impostos e têm acesso à assistência médica gratuita, mas não podem formar ou filiar-se a sindicatos.
Aberta em 1908, a Prisão de Nara, no Japão, foi transformada em um hotel de luxo e passa a receber hóspedes a partir deste ano. O edifício, declarado Patrimônio Cultural do país em 2017, foi erguido durante a Era Meiji e agora abriga o HOSHINOYA Nara Prison, que utilizou os espaços das antigas celas e áreas administrativas para a construção de 48 suítes. A inauguração está prevista para junho.
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Originalmente, a cadeia faz parte de um grupo de cinco prisões projetadas pelo governo Meiji para modernizar o sistema penal japonês. Além de Nara, as outras unidades estavam localizadas em Nagasaki, Kanazawa, Chiba e Kagoshima. Segundo informações da CNN Brasil, a prisão passou por reformulações durante a reforma, mas a arquitetura original foi preservada.
‘A arquitetura clássica de prisões encontra a elegância moderna’, diz a HOSHINOYA Nara Prison sobre uma antiga prisão transformada em hotel de luxo
Reprodução / HOSHINOYA Nara Prison
O novo projeto, do escritório Azuma Architect & Associates, manteve as paredes de tijolos vermelhos e os blocos de celas em formato radial, e trouxe uma perspectiva contemporânea, com inspiração ocidental que inclui pilares de ferro e painéis de madeira. “A arquitetura clássica de prisões encontra a elegância moderna”, definiu o site do hotel composto apenas por suítes.
Antigas celas foram transformadas em suítes de luxo no HOSHINOYA Nara Prison
Reprodução / HOSHINOYA Nara Prison
O destaque vai para a “The 10-Cell”, acomodação que reúne 10 celas solitárias individuais. Antes as menores unidades da prisão, elas foram integradas para criar um espaço amplo com quarto, sala de estar e área de jantar. O HOSHINOYA Nara Prison também contará com um restaurante, com café da manhã servido entre 7h e 9h30 e jantar entre 17h15 e 19h30.
Conforme o site do hotel, essa será a nona propriedade da HOSHINOYA, marca com edifícios em diversas cidades japonesas — entre elas, Tóquio, Quioto e Okinawa —, além de Bali, na Indonésia. O selo faz parte da Hoshino Resorts, empresa japonesa de gestão hoteleira fundada no início do século XX, em 1914.
Antigas celas foram transformadas em suítes de luxo no HOSHINOYA Nara Prison
Reprodução / HOSHINOYA Nara Prison
Anexo ao hotel, a antiga prisão ainda terá um museu dedicado à preservação do valor histórico do local. De acordo com a CNN Brasil, o museu será dividido em duas áreas principais. Uma delas inclui um dormitório original e a guarita. A outra traz uma área de exposição, com espaço para mostras, um café e uma lojinha.
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