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A lista de países que aceitaram o convite de Donald Trump para compor o Conselho da Paz é considerada, no mínimo, curiosa por Victor Prado, professor de diplomacia econômica da Sciences Po, em Paris, e conselheiro do Cebri. Prado, que atuou como diplomata na Organização Mundial do Comércio (OMC), chama atenção para o elevado número de autocracias no grupo, que classifica como uma espécie de “clube do Bolinha” de Trump, no qual, para ingressar, seria necessário fazer um aporte de US$ 1 bilhão ao longo de três anos, que serão geridos pelo presidente americano. Integram esse grupo Israel e Turquia – que vivem as turras -, Hungria, Paquistão, Catar, Emirados Árabes Unidos, Paraguai e Argentina. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O comandante da Guarda Revolucionária do Irã alertou nesta quinta-feira Israel e os Estados Unidos contra “erros de cálculo” em meio aos protestos em massa, afirmando que a força estava “com o dedo no gatilho”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou repetidamente em aberto a possibilidade de uma nova ação militar contra a república islâmica, depois de Washington ter apoiado e participado da guerra de 12 dias de Israel em junho.
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Duas semanas de protestos, iniciadas no final de dezembro, abalaram a liderança clerical sob o comando do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, mas o movimento perdeu força diante da repressão que, segundo ativistas, deixou milhares de mortos.
O comandante da Guarda Revolucionária, General Mohammad Pakpour, alertou Israel e os Estados Unidos para que “evitem quaisquer erros de cálculo, aprendendo com as experiências históricas e com o que aprenderam na guerra imposta de 12 dias, para que não enfrentem um destino mais doloroso e lamentável”.
“A Guarda Revolucionária Islâmica e o querido Irã estão com o dedo no gatilho, mais preparados do que nunca, prontos para cumprir as ordens e medidas do comandante supremo em chefe – um líder mais querido do que suas próprias vidas”, disse ele, referindo-se a Khamenei.
Seus comentários constavam em uma declaração escrita citada pela televisão estatal, em comemoração ao dia nacional iraniano dedicado à Guarda Revolucionária, uma força cuja missão é proteger a revolução islâmica de 1979 de ameaças internas e externas.
Ativistas acusam a Guarda Revolucionária de desempenhar um papel fundamental na repressão violenta aos protestos organizados no país. O grupo é considerado uma entidade terrorista por países como Austrália, Canadá e Estados Unidos, e ativistas há muito tempo pressionam a União Europeia e o Reino Unido a adotarem medidas semelhantes.
Pakpour assumiu o comando da Guarda Revolucionária no ano passado, depois que seu antecessor, Hossein Salami, foi uma das várias figuras militares importantes mortas em um ataque israelense durante a guerra de 12 dias, perdas que revelaram a profunda infiltração da inteligência israelense na república islâmica.
Ao divulgarem seu primeiro balanço oficial dos protestos, as autoridades iranianas informaram na quarta-feira que 3.117 pessoas foram mortas. A declaração da fundação da república islâmica para mártires e veteranos procurou estabelecer uma distinção entre “mártires”, que, segundo ela, eram membros das forças de segurança e civis inocentes, e o que descreveu como “manifestantes violentos” apoiados pelos EUA.
Das 3.117 vítimas, 2.427 foram consideradas mártires. No entanto, grupos de direitos humanos afirmam que o elevado número de vítimas foi causado por disparos diretos das forças de segurança contra os manifestantes e que o número real de mortos pode ser muito maior, chegando a mais de 20 mil.
Em discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, o presidente israelense Isaac Herzog afirmou que “o futuro do povo iraniano só pode estar em uma mudança de regime”, acrescentando que “o regime do aiatolá encontra-se em uma situação bastante frágil”.
O Governo da Groenlândia publicou nesta quarta-feira (21) um guia de preparação para situações de crise destinado às famílias da ilha ártica, num contexto de renovadas tensões diplomáticas após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o interesse em assumir o controlo do território autônomo dinamarquês. O documento foi apresentado pelo Ministério da Natureza e Ambiente e prevê medidas para enfrentar emergências com duração de até cinco dias.
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Segundo o Executivo groenlandês, o guia responde a eventos que tornam a população “particularmente vulnerável”, como apagões e falhas prolongadas de abastecimento. Peter Borg, responsável pela área de autossuficiência no governo local, afirmou que a preparação faz parte da cultura do território, marcado por clima instável e pelos efeitos das alterações climáticas. O material, acrescentou, complementa os mecanismos já existentes e busca reforçar a resiliência individual e comunitária.
Preparação para o frio extremo e falhas de energia
Elaborado após um ano de trabalho motivado por sucessivos cortes de energia, o guia recomenda que cada pessoa disponha de três litros de água por dia, alimentos não perecíveis e de fácil preparo, medicamentos e um kit de primeiros socorros, além de artigos básicos de higiene. Diante de temperaturas que podem chegar a -20 °C, o governo orienta a manutenção de cobertores, roupas térmicas e fontes alternativas de aquecimento, como fogões, aquecedores a querosene, velas e até geradores com combustível.
O documento também sugere a inclusão de sinalizadores, baterias e carregadores portáteis, diferentes meios de pagamento — em dinheiro ou cartão — e um rádio que funcione a pilhas, energia solar ou manivela, para garantir o acesso à informação. As autoridades recomendam ainda manter contatos de familiares, vizinhos e serviços públicos facilmente acessíveis e avaliar o uso de equipamentos de comunicação por satélite.
Intitulado “Preparado para a Crise”, o guia foi divulgado no mesmo dia em que Trump, após semanas de debate internacional, voltou a defender no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, a abertura imediata de negociações para a aquisição da Gronelândia, alegando razões de segurança nacional. Embora tenha afirmado que não pretende recorrer à força militar, a posição voltou a gerar apreensão entre líderes locais.
A presidente da Câmara de Nuuk, Avaaraq S. Olsen, afirmou à agência Ritzau que as declarações do presidente norte-americano aliviam parcialmente o receio de uma ameaça militar, mas não eliminam a preocupação. Segundo ela, o município de Sermersooq — que inclui a capital e reúne quase metade dos cerca de 57 mil habitantes da ilha — continuará atento à defesa da autonomia. Olsen criticou ainda a caracterização da Groenlândia como “apenas um pedaço de gelo”, dizendo que a afirmação revela desconhecimento sobre o país e falta de respeito pela opinião dos groenlandeses.
Um trem de passageiros colidiu com um guindaste de construção nesta quinta-feira no sul da Espanha, deixando ao menos uma pessoa gravemente ferida. O acidente ocorreu por volta do meio-dia, nas proximidades de Alumbres, na região de Cartagena.
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Segundo a emissora estatal TVE, equipes de emergência foram acionadas imediatamente após a colisão. Apesar do impacto, o trem não descarrilou e permaneceu sobre os trilhos enquanto bombeiros e serviços médicos realizavam o resgate dos passageiros.
Vídeo:
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As causas do acidente ainda estão sendo investigadas. Informações preliminares indicam que o trem, operado pela FEVE, atingiu um guindaste que se encontrava na área durante o trajeto. A Adif informou, em comunicado publicado na rede social X, que a circulação ferroviária no trecho foi interrompida devido à “intrusão na bitola da infraestrutura por um guindaste que não pertence à operação ferroviária”.
Autoridades locais ainda não confirmaram oficialmente o número total de feridos. O presidente regional do partido Vox em Múrcia afirmou que três pessoas ficaram feridas, mas o dado segue sem validação oficial.
Sequência de acidentes reacende alerta
O episódio ocorre em meio a uma sequência recente de acidentes ferroviários no país. No domingo, uma colisão envolvendo um trem de alta velocidade na Andaluzia deixou pelo menos 43 mortos. Já na terça-feira, outro acidente no nordeste da Catalunha resultou na morte do maquinista.
A passagem de Rafah, entre o Egito e a Faixa de Gaza, será reaberta “em ambos os sentidos” na próxima semana, anunciou nesta quinta-feira o recém-nomeado administrador do território palestino, Ali Shaath, durante o lançamento do Conselho de Paz do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
— Tenho o prazer de anunciar que a passagem de Rafah será aberta na próxima semana em ambos os sentidos — disse Shaath, ex-vice-ministro da Autoridade Palestina, no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. — Para os palestinos em Gaza, Rafah é mais do que uma porta de entrada, é uma tábua de salvação e um símbolo de oportunidade. A abertura de Rafah indica que Gaza não está mais fechada para o futuro e para o mundo.
O próprio Trump havia anunciado a reabertura da passagem em outubro, mas ela permaneceu fechada até agora.
Como parte do plano de cessar-fogo, Shaath foi nomeado para chefiar um comitê de 15 tecnocratas palestinos que supervisionará a administração de Gaza.
Quase 200 pessoas foram detidas em dezembro durante uma operação transfronteiriça contra a extração ilegal de ouro entre Brasil, Guiana Francesa, Guiana e Suriname, informou nesta quinta-feira a Interpol, organização internacional de cooperação policial.
Batizada de “Guyana Shield”, a operação — descrita como a “primeira ação transnacional” desse tipo — resultou em mais de 24.500 abordagens a veículos e pessoas e em cerca de 200 prisões, segundo comunicado da entidade, com sede em Lyon, no leste da França.
Na Guiana, três homens foram presos após serem encontrados com ouro bruto e US$ 590 mil em dinheiro, sob suspeita de contrabando, lavagem de dinheiro e ligação com uma “grande empresa de exportação de ouro” do país.
— O aumento dos preços internacionais do ouro nos últimos anos provocou um crescimento da extração ilegal desse mineral — afirmou o secretário-geral da Interpol, o brasileiro Valdecy Urquiza.
Segundo ele, essa atividade se tornou “a fonte de renda que mais cresce para grupos de crime organizado”, inclusive na América Latina.
A operação incluiu fiscalizações e buscas realizadas de forma conjunta por agentes do Brasil, da Guiana Francesa e do Suriname, especialmente nas margens dos rios Oiapoque e Maroni, que fazem fronteira entre os territórios.
Os agentes concentraram as ações em estabelecimentos que vendem equipamentos usados no garimpo, frequentemente associados — em alguns casos — ao contrabando de ouro e ao fornecimento ilegal de mercúrio, substância utilizada para separar o ouro de outros metais.
Entre os materiais apreendidos estavam cilindros de mercúrio escondidos em painéis solares, avaliados em mais de US$ 60 mil na Guiana e no Suriname, além de bombas, peneiras usadas na filtragem do ouro e armas de fogo.
A operação também permitiu a interceptação de um ônibus que transportava migrantes sem documentação, entre eles vários menores, que estariam sendo explorados para trabalho infantil ou abuso sexual.
A ação Guyana Shield foi conduzida em coordenação com a Interpol e com a equipe especializada em crimes ambientais de alto impacto da polícia da Holanda.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que o país dispõe de uma arma sônica secreta, após relatos de que forças americanas teriam utilizado o dispositivo durante a operação que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, em Caracas. Trump, no entanto, evitou fornecer detalhes técnicos sobre o suposto armamento.
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Em entrevista à emissora NewsNation, Trump disse que se trata de um tipo de arma que apenas os Estados Unidos possuem. Questionado pela apresentadora Katie Pavlich se os cidadãos deveriam ter receio desse tipo de tecnologia, o presidente respondeu afirmativamente.
— Bem, sim — disse Trump, acrescentando que os EUA detêm armas “que ninguém mais conhece”.
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As declarações ocorrem após rumores de que forças especiais americanas teriam empregado um dispositivo de natureza sônica na operação que levou à prisão de Maduro. Segundo versões divulgadas por integrantes do governo americano, o uso da arma teria provocado sintomas físicos graves em soldados venezuelanos, como sangramentos nasais e vômitos.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou anteriormente que o dispositivo teria causado efeitos severos em tropas que protegiam o líder venezuelano. Trump, porém, demonstrou cautela ao comentar o assunto e afirmou que prefere não discutir publicamente detalhes sobre armamentos classificados.
— É algo sobre o qual eu não quero falar. Ninguém mais tem isso — declarou.
Relatos divulgados pela Fox News citam testemunhas que afirmam ter presenciado a operação em Caracas. Uma delas, que se identificou como integrante da equipe de segurança de Maduro, descreveu a sensação como uma “onda sonora intensa” e afirmou ter sentido dores extremas na cabeça, além de incapacidade de se manter em pé após o suposto ataque.
De acordo com essas versões, várias pessoas teriam apresentado sangramento pelo nariz e outros sintomas físicos após o uso do equipamento. As alegações, no entanto, não foram confirmadas de forma independente, e autoridades americanas não divulgaram informações técnicas ou comprovações oficiais sobre o funcionamento da suposta arma sônica.
A decisão do Brasil em relação ao Conselho da Paz anunciado agora por Donald Trump é usar a mesma estratégia que usou na crise das tarifas americanas. Vai jogar com o tempo. O que o governo brasileiro acha é que nas próximas semanas pode fciar claro o que é o Conselho, e como os outros convidados vão se comportar. Dizer simplesmente “não” poderia fazer o país perder o que conseguiu na difícil relação com o presidente Donald Trump. O tempo será o melhor conselheiro, neste caso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Um ex-policial acusado de omissão por não ter agido para impedir um massacre em uma escola do Texas foi absolvido na quarta-feira, para grande frustração das famílias das crianças mortas no ataque. Após várias horas de deliberação, um júri em Corpus Christi, no sul do Texas, considerou o policial Adrian Gonzales, de 52 anos, inocente, de acordo com o veredicto lido em tribunal.
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Gonzales enfrentava 29 acusações relacionadas a abandono ou negligência de crianças durante o ataque de 2022 na Escola Primária Robb, em Uvalde, no estado americano do Texas, onde 19 crianças entre 9 e 11 anos e dois professores foram mortos. O atirador de 18 anos foi morto pela polícia. Alguns familiares presentes na audiência expressaram sua frustração com a decisão.
“Eles falharam com as crianças novamente”, disse Javier Cazares, pai de Jackie Cazares, a menina que morreu no ataque. “Sinto raiva, mas preciso manter a calma, pela minha filha. Estou emocionalmente devastado desde o primeiro dia, mas, novamente, tínhamos que nos preparar para o pior. Tínhamos uma pequena esperança, mas não foi suficiente”, acrescentou ele em um comunicado à imprensa.
O caso contra Gonzales foi uma rara tentativa de responsabilizar um policial por suas ações durante um tiroteio em massa. 376 policiais — incluindo agentes da patrulha da fronteira, policiais estaduais e municipais, departamentos de xerife locais e forças de elite — responderam ao incidente. Mas foram necessários 77 minutos e a chegada de uma unidade especializada para neutralizar o atirador.
De acordo com seus acusadores, Gonzales ignorou seu treinamento e não tentou impedir o agressor antes que ele entrasse na escola. Eles pediram ao júri que o considerasse culpado como forma de enviar uma mensagem às forças da lei para que cumpram seu dever. Os advogados de Gonzales insistiram que ele arriscou a própria vida.
“Quero agradecer a Deus por isso, à minha família, à minha esposa e aos advogados… Agradeço ao júri por considerar todas as provas”, disse Gonzales após o veredicto. Nico LaHood, um dos advogados de Gonzales, disse que entendia a angústia da família. “É uma dor genuína para eles; este resultado foi agridoce. Não há vencedores nesta situação porque eles ainda estão de luto, e eu entendo isso”, disse ele.
Outro policial, Pete Arredondo, ex-chefe de polícia do distrito escolar de Uvalde, enfrenta dez acusações e está sendo julgado separadamente.
“Honestamente, a mesma coisa vai acontecer com ele”, lamentou Cazares.
Um relatório do Departamento de Justiça de janeiro de 2024 afirmou que houve uma “cascata de falhas na cadeia de comando” durante o tiroteio.
Imagens infravermelhas registradas nas proximidades da Área 51, nos Estados Unidos, reacenderam especulações sobre testes militares sigilosos na região. O registro foi feito por Anders Otteson, que acampava próximo ao Lago Groom, área tradicionalmente associada a operações aéreas confidenciais.
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Segundo Otteson, o avistamento ocorreu nas primeiras horas da manhã do dia 14 de janeiro, enquanto ele monitorava a atividade aérea noturna. Utilizando uma câmera termográfica, ele captou uma aeronave de formato triangular, popularmente apelidada de “Dorito” por entusiastas da aviação, em referência ao desenho geométrico do objeto.
Veja as imagens:
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As imagens rapidamente se espalharam pelas redes sociais, mas até o momento não houve confirmação oficial sobre a origem da aeronave. O site especializado The Aviationist analisou o material e sugeriu que o objeto pode se tratar de um avião militar americano em fase de testes.
De acordo com a publicação, a aeronave registrada apresenta semelhanças com outro objeto triangular avistado em Wichita, em 2014, o que indicaria que esse tipo de voo não é inédito. Para os editores do site, a recorrência dos relatos reforça a hipótese de testes experimentais conduzidos pelas Forças Armadas dos Estados Unidos.
Em relato divulgado posteriormente, Otteson descreveu que inicialmente observou múltiplas aeronaves voando no vale, sem luzes visíveis. Após identificar um bombardeiro furtivo conhecido, ele notou um segundo rastro de condensação próximo à crista montanhosa ao redor do Lago Groom, mas fora do alcance para uma imagem clara.
Determinando a obter um registro mais preciso, o observador se deslocou para um ponto mais próximo da base militar. Foi então que conseguiu captar a imagem da aeronave triangular.
— A borda de fuga parecia imediatamente diferente da que eu conhecia. Não tinha o mesmo padrão serrilhado — afirmou.

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