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Agentes federais mataram a tiros Alex Jeffrey Pretti, um morador de Minneapolis de 37 anos, por volta das 09h da manhã de sábado (12h em Brasília). O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que o episódio começou depois que o homem se aproximou de agentes da Patrulha da Fronteira com uma arma de fogo e que um agente disparou “em legítima defesa”. Porém, imagens gravadas no local do incidente contradizem a versão do DHS sobre o ocorrido, que, segundo a agência, começou depois que a vítima se aproximou dos agentes federais com uma arma de fogo empunhada e a intenção de “massacrá-los”. Assista ao vídeo abaixo: Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, deu uma declaração contundente de confronto ao governo Trump, neste domingo: “Já basta das ordens de Washington”. A fala surge após três semanas do bombardeio norte-americano contra Caracas, que resultou na deposição do então presidente Nicolás Maduro, levado pelos militares para os EUA, onde enfrenta um julgamento sob alegação de tráfico de drogas.
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“Já basta das ordens de Washington sobre políticos na Venezuela. Que seja a política venezuelana a resolver nossas divergências e nossos conflitos internos. Já basta de potências estrangeiras”, disse Rodríguez em uma mensagem a trabalhadores petrolíferos no estado de Anzoátegui (leste).
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Os Estados Unidos disseram estar no comando da Venezuela após a incursão militar de 3 de janeiro, na qual Maduro e sua esposa foram capturados. Donald Trump chegou a postar imagem em sua rede social como presidente interino da Venezuela. Mas no início de janeiro Rodríguez já declarava que nenhum “agente externo” governava o país após a captura de Maduro e a esposa dele, Cilia Flores. Desde que tomou posse como interina, entretanto, a presidente vem tentando se equilibrar na diplomacia com os EUA, baseando-se numa relação pragmática com Trump.
Uma balsa que transportava 342 passageiros afundou na manhã desta segunda-feira no sul das Filipinas, noite de domingo no Brasil, deixando pelo menos oito mortos, informou uma prefeita local.
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Houve “oito vítimas fatais confirmadas” até o momento após o naufrágio da M/V Trisha Kerstin 3, que seguia para a ilha de Sulu, afirmou Arsina Laja Kahing-Nanoh, prefeita de um município da província de Basilan, em uma publicação no Facebook. Um socorrista disse à AFP que, até agora, pelo menos 138 pessoas foram resgatadas.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra pessoas usando coletes salva-vidas, flutuando na água, se segurando em botes e boias. Veja:
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Acidentes marítimos são comuns no arquipélago filipino devido a tempestades frequentes, embarcações mal conservadas, superlotação e fiscalização irregular das normas de segurança, especialmente em províncias remotas.
Em dezembro de 1987, na pior tragédia marítima já registrada em tempos de paz, a balsa Dona Paz afundou após colidir com o navio-tanque Vector no mar de Sibuyan, matando 4.375 pessoas na balsa e 11 dos 13 tripulantes do Vector.
Manifestantes se reuniram neste domingo em frente ao Target Center, ginásio da equipe de basquete Minnesota Timberwolves, poucas horas antes de uma partida oficial da NBA para protestar contra a morte do enfermeiro Alex Pretti, de 37 anos, alvejado por tiros disparados por agentes federais durante um ato contra a política anti-imigração do presidente Donald Trump. O ato é apenas um dos programados para o dia, enquanto cidadãos americanos se dividem entre demonstrar insatisfação com a truculência policial ou se proteger das temperaturas negativas.
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Em Minneapolis, muitos dos manifestantes carregavam bandeiras e cartazes com os dizeres “Fora ICE” — em referência ao Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, envolvido nas recentes operações no estado — e “Justiça para Alex”. O Serviço Nacional de Meteorologia (NWS, na sigla em inglês) estimava que a temperatura na cidade girava em torno de -16ºC. Multidões também se reuniram no centro de Chicago, enfrentando a neve e temperaturas congelantes de -11ºC, agasalhados com gorros e cachecóis, segurando cartazes e entoando palavras de ordem, de acordo com publicações em redes sociais e vídeos de veículos de imprensa locais.
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Atos e greves contra o ICE também estavam planejados para cidades como Los Angeles, Omaha, Madison e Portland. Alguns fazem parte de manifestações regulares e contínuas contra a agência anti-imigração, mas a maioria dos organizadores mencionou o assassinato de Pretti como motivo neste domingo, quando a Tempestade Fern se deslocou do sul e do centro-oeste em direção ao nordeste dos EUA, após de atingir vários estados com temperaturas congelantes que paralisaram o transporte e esvaziaram as prateleiras dos mercados.
Considerada pelos meteorologistas como um dos piores episódios de inverno das últimas décadas nos EUA, a tempestade causou intensa queda de neve e acúmulo de gelo com consequências potencialmente “catastróficas”, de acordo com o NWS. Um total de 20 estados, além da capital dos EUA, Washington, declararam estado de emergência.
No momento do protesto em Minneapolis, autoridade climática estimou que temperatura fosse de -16ºC
Scott Olson/Getty Images/AFP
“Os impactos da neve/granizo persistirão até a próxima semana, com períodos de congelamento que manterão as superfícies geladas e perigosas para dirigir e caminhar”, informou o NWS.
O site de monitoramento PowerOutage.us mostrava mais de 900 mil clientes sem energia elétrica na manhã de domingo, principalmente no sul, onde a tempestade começou no sábado. Outros 250 mil clientes residenciais e comerciais ficaram sem energia no Tennessee, enquanto Texas, Mississippi e Louisiana, onde esse tipo de tempestade é raro, registraram cerca de 100 mil cortes de energia cada. Dezenas de milhares de casas também foram afetadas no Kentucky (centro-leste) e na Geórgia (sudeste).
Autoridades do Texas à Carolina do Norte e Nova York pediram aos moradores que permanecessem em casa devido às condições perigosas.
viatura policial parada em um semáforo durante a tempestade de inverno Fern, em 25 de janeiro de 2026, em Greenville, Carolina do Sul
Sean Rayford/Getty Images/AFP
Voos cancelados e supermercados vazios
Os moradores de Washington acordaram com uma camada de vários centímetros de neve nas calçadas e ruas, com previsão de granizo durante o dia. Os escritórios federais permanecerão fechados por precaução na segunda-feira.
Os aeroportos em Washington, Filadélfia e Nova York tiveram quase todos os seus voos cancelados para o dia. Mais de 15 mil voos de e para os EUA foram cancelados durante o fim de semana, e milhares de outros sofreram atrasos, de acordo com o site FlightAware.
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O NWS alertou que o gelo poderia causar “quedas de energia prolongadas, danos a árvores e condições de viagem extremamente perigosas ou intransitáveis”. Muitos supermercados estavam com as prateleiras vazias em antecipação à previsão do tempo.
A tempestade, descrita como “excepcionalmente grande e duradoura” pelo NWS, é causada pela chegada de uma massa de ar ártico vinda do Canadá.
Trump, um cético em relação às mudanças climáticas, aproveitou a tempestade para comentar o assunto: “Por favor: O QUE ACONTECEU COM O AQUECIMENTO GLOBAL?”, escreveu em sua rede social Truth Social.
Cientistas observam que as perturbações no vórtice polar, que enviam essas massas de ar ártico em direção ao resto da América do Norte, tornaram-se mais frequentes nos últimos 20 anos. Isso pode ser devido ao aquecimento relativamente rápido do Ártico, que enfraquece a faixa de ventos que normalmente isola a atmosfera sobre essa zona polar.
As temperaturas congelantes esperadas após a tempestade podem durar até uma semana, com sensação térmica prevista para cair abaixo de -45°C em algumas áreas. (Com NYT e AFP)
Uma intensa tempestade de inverno atinge grande parte dos Estados Unidos neste fim de semana, colocando cerca de 185 milhões de pessoas sob alertas meteorológicos e levando 23 estados, do Sul ao Nordeste, a decretarem estado de emergência. O frio extremo já provocou ao menos duas mortes e causou impactos severos no transporte aéreo e no fornecimento de energia.
De acordo com o Departamento de Saúde da Louisiana, dois homens do condado de Caddo morreram de hipotermia, mortes atribuídas diretamente às condições climáticas extremas provocadas pela tempestade. Uma pessoa foi encontrada morta na manhã desta terça-feira em Austin, no Texas, segundo o Serviço de Emergências Médicas do condado de Austin-Travis, e, ainda com a causa da morte não divulgada, há suspeita de que tenha sido causada pelo frio extremo.
A tempestade também deixou mais de 1 milhão de consumidores sem energia elétrica em todo o país, aumentando a preocupação com o risco de novos casos de hipotermia, especialmente entre populações vulneráveis. Até a manhã deste domingo, o site de monitoramento PowerOutage.us mostrava mais de 900 mil clientes sem energia elétrica, principalmente no sul, onde a tempestade começou no sábado.
Outros 250 mil clientes residenciais e comerciais ficaram sem energia no Tennessee, enquanto Texas, Mississippi e Louisiana, onde esse tipo de tempestade é raro, registraram cerca de 100 mil cortes de energia cada. Dezenas de milhares de casas também foram afetadas no Kentucky (centro-leste) e na Geórgia (sudeste).
Os impactos se estendem ao setor aéreo. Mais de 10 mil voos programados para este sábado foram cancelados, além de outros 2 mil previstos para domingo, segundo dados do setor, afetando milhões de passageiros.
Grande parte das regiões central e leste do país enfrenta sensações térmicas entre –20 °C e –30 °C e temperaturas de 10 a 40 graus abaixo da média histórica. Meteorologistas alertam que o vento intenso agrava ainda mais o risco à saúde.
Considerada pelos meteorologistas como um dos piores episódios de inverno das últimas décadas nos Estados Unidos, a tempestade causou intensa queda de neve e acúmulo de gelo com consequências potencialmente “catastróficas”, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS, na sigla em inglês).
– Os impactos da neve/granizo persistirão até a próxima semana, com períodos de congelamento que manterão as superfícies geladas e perigosas para dirigir e caminhar – informou o NWS.
Eventos cancelados
A partida desta terça-feira entre o Dallas Mavericks e o Milwaukee Bucks foi adiada, anunciou a National Basketball Association (NBA) nesta tarde. Segundo a liga, a equipe dos Mavericks “não conseguiu deixar Dallas devido à tempestade de inverno”. O jogo estava programado para começar nesta noite no Fiserv Forum, em Milwaukee.
Autoridades do Texas à Carolina do Norte e Nova York pediram aos moradores que permanecessem em casa devido às condições perigosas. “Evitem as estradas, a menos que seja absolutamente necessário”, publicou a Divisão de Gerenciamento de Emergências do Texas na rede X.
Nevou em toda a região central dos Estados Unidos, incluindo Kansas, Oklahoma e Missouri, onde algumas áreas já registravam 20 centímetros de neve acumulada na noite de sábado, segundo o NWS.
Voos cancelados e supermercados vazios
Os moradores de Washington acordaram com uma camada de vários centímetros de neve nas calçadas e ruas, com previsão de granizo durante o dia. O presidente Donald Trump disse no sábado em sua plataforma Truth Social: “Continuaremos monitorando e em contato com todos os estados na trajetória desta tempestade. Mantenham-se seguros e abrigados!”. Os escritórios federais permanecerão fechados por precaução na segunda-feira.
Os aeroportos em Washington, Filadélfia e Nova York tiveram quase todos os seus voos cancelados para o dia. Mais de 15.000 voos de e para os Estados Unidos foram cancelados durante o fim de semana, e milhares de outros sofreram atrasos, de acordo com o site FlightAware.
O NWS alertou que o gelo poderia causar “quedas de energia prolongadas, danos a árvores e condições de viagem extremamente perigosas ou intransitáveis”. Muitos supermercados estavam com as prateleiras vazias em antecipação à previsão do tempo.
A tempestade, descrita como “excepcionalmente grande e duradoura” pelo NWS, é causada pela chegada de uma massa de ar ártico vinda do Canadá. Cientistas observam que as perturbações no vórtice polar, que enviam essas massas de ar ártico em direção ao resto da América do Norte, tornaram-se mais frequentes nos últimos 20 anos. Isso pode ser devido ao aquecimento relativamente rápido do Ártico, que enfraquece a faixa de ventos que normalmente isola a atmosfera sobre essa zona polar.
As temperaturas congelantes esperadas após a tempestade podem durar até uma semana, com sensação térmica prevista para cair abaixo de -45°C em algumas áreas.
(Com informações de NBC News)
Barack e Michelle Obama divulgaram neste domingo um pronunciamento condenando o assassinato de um segundo cidadão americano em Minneapolis por agentes federais, afirmando que o caso exemplifica o “ataque” do presidente Donald Trump aos valores americanos.
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— O assassinato de Alex Pretti é uma tragédia de partir o coração. Também deveria ser um sinal de alerta para todo americano, independentemente do partido, de que muitos de nossos valores fundamentais como nação estão cada vez mais sob ataque — disseram o ex-presidente e a ex-primeira-dama em uma declaração conjunta publicada em redes sociais.
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No texto, o casal classificou a ação de agentes federais e do ICE como “espetáculo de recrutas mascarados atuando com impunidade e recorrendo a táticas que parecem planejadas para intimidar, assediar, provocar e colocar em risco os moradores de uma grande cidade americana”. Segundo os Obama, o presidente Trump “parece ansioso” para “escalar a situação” e as justificativas do governo para as mortes “não se baseiam em nenhuma investigação séria” e “parecem ser contrariadas por evidências em vídeo”.
A declaração finaliza afirmando que as ações dos agentes “precisam parar”, e convoca os cidadãos americanos para “apoiar e se inspirar na onda de protestos pacíficos”.
Agentes federais mataram a tiros Alex Jeffrey Pretti, um morador de Minneapolis de 37 anos, por volta das 9h da manhã de sábado, horário local. Um vídeo compartilhado com o New York Times por uma testemunha ocular e seu advogado, assim como outras gravações publicadas nas redes sociais, documentam a cena violenta, na qual os agentes parecem disparar pelo menos 10 tiros contra Pretti em apenas cinco segundos.
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O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que o episódio começou depois que um homem se aproximou de agentes da Patrulha da Fronteira com uma arma de fogo e que um agente disparou “tiros em legítima defesa”. Outro incidente em Minneapolis neste mês, no qual um venezuelano foi baleado na perna por um agente federal, também foi caracterizado como “defensivo” pelo departamento.
As imagens contradizem a versão do DHS sobre o ocorrido, que, segundo a agência, começou depois que a vítima se aproximou dos agentes federais com uma arma de fogo empunhada e a intenção de “massacrá-los”. Nos vídeos verificadas pelo Times e pela CNN e analisadas pelo GLOBO é possível identificar momentos cruciais da abordagem realizada pelos agentes federais da Patrulha de Fronteira americana que resultou na morte do enfermeiro Alex Pretti a tiros. As gravações corroboram os relatos de duas testemunhas — que prestaram depoimentos sob juramento e não foram identificadas — de que Pretti não empunhava uma arma no momento da abordagem, não iniciou o conflito e não teria recebido socorro imediato após os disparos.
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Um vídeo obtido pela CNN mostra dois manifestantes no meio de uma rua ao redor de um agente federal que sai de um carro. No fundo, é possível ouvir sons de apitos. Uma das pessoas está com a mão direita na boca, aparentemente segurando e assoprando um apito. Pretti aparece na imagem atravessando a rua, se aproximando da cena. Com a mão esquerda, ele sinaliza para um carro que vem em sua direção; com a direita, segura um celular, filmando a abordagem.
Na sequência, um vídeo compartilhado nas redes sociais, gravado de dentro de um veículo que seguia pela rua segundos depois, mostra que Pretti foi abordado pelos agentes federais, contrariando a versão do DHS. Nas imagens, é possível ver que um dos agentes se aproxima do enfermeiro e o força a recuar até a calçada de onde havia saído.
Alex Pretti aparece segurando o celular quando é abordado por agentes da Patrulha de Fronteira
Reprodução/Redes sociais
Em outra gravação divulgada nas internet, gravada logo após a anterior, um dos agentes aparece empurrando duas pessoas. Pretti, um pouco mais atrás, filma a situação. Quando a segunda manifestante é empurrada e cai no chão, o enfermeiro se posiciona entre eles. Neste momento, o oficial usa spray de pimenta contra os três, enquanto outros agentes se aproximam. Pretti continua segurando o celular na mão esquerda e levanta a outra na altura do rosto para se proteger dos jatos.
Agente da Patrulha de Fronteira empurra Alex Pretti e outros dois manifestantes em Minneapolis
Reprodução/Redes sociais
Neste momento, Pretti tenta ajudar a pessoa que está caída, e está de costas para os agentes. Em outra gravação, filmada de dentro de um carro bem à frente da cena, é possível confirmar a posição e a ação do enfermeiro, que é puxado pelo casaco, por trás, por um dos oficiais, ao mesmo tempo em que pelo menos cinco outros se aproximam e cercam a vítima, tentando imobilizá-lo.
Alex Pretti tenta ajudar manifestante empurrada a se levantar e é puxado por agente da Patrulha de Fronteira
Reprodução/Redes sociais
Derrubado ao chão, de joelhos e com a cabeça inclinada ao chão, Pretti é golpeado na cabeça repetidamente por um dos agentes com uma lata de spray de pimenta. Enquanto isso, outro agente, que veste um casaco cinza, se aproxima com tranquilidade da cena violenta.
Agente da Patrulha de Fronteira golpeia Alex Pretti na cabeça com lata de spray de pimenta em Minneapolis
Reprodução/Redes sociais
Num vídeo gravado de outro ângulo, já na mesma calçada onde ocorre a ação, a uma curta distância da cena, é possível ver quando o agente de casaco cinza se posiciona e pega a arma que estava sob posse de Pretti. Na contramão do que alegou o DHS — que o enfermeiro empunhava uma arma contra os agentes —, o revólver da vítima estava posicionado em suas costas, na altura do quadril. Imobilizado e cercado por sete agentes, Pretti não parece estar tentando pegar sua arma. Segundo o chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, Pretti era um cidadão americano sem antecedentes criminais e possuía porte de arma válido. De acordo com a lei de Minnesota, cidadãos podem portar legalmente uma arma de fogo em público, sem porte velado, desde que tenham porte autorizado.
Agente da Patrulha de Fronteira toma arma de Alex Pretti que estava guardada em suas costas, na altura de seu quadril, e se afasta da cena
Reprodução/Redes sociais
Na sequência, o agente de casaco cinza retira a arma do local, que corresponde ao perfil de uma pistola que, segundo o DHS, pertencia a Pretti. Neste momento, é possível ouvir o primeiro disparo. No entanto, por meio de nenhum dos vídeos analisados é possível identificar de onde ele partiu. Em seguida, enquanto a vítima está de joelhos e imobilizado, o agente em pé diretamente acima dele parece disparar um tiro contra Pretti à queima-roupa. Imediatamente, ele dispara mais três tiros. No total, é possível ouvir 10 tiros no vídeo gravado pela mulher que está próxima à cena.
Agente da Patrulha de Fronteira atira à queima-roupa contra Alex Pretti, já desarmado
Reprodução/Redes sociais
Os agentes se afastaram de Pretti, que desmaiou. Outro agente — o mesmo que empurrou os civis para a rua e usou spray de pimenta contra Pretti — sacou uma arma e atirou nele. O primeiro agente também disparou outros tiros. Juntos, eles dispararam mais seis tiros contra o enfermeiro enquanto ele permanecia imóvel no chão. Nos vídeos analisados, é possível ouvir as testemunhas gritando e questionando por que o homem havia sido assassinado.
Agente da Patrulha de Fronteira atira em Alex Pretti aparentemente inconsciente no chão
Reprodução/Redes sociais
Segundo o relato de uma das testemunhas, que consta em declarações sob juramento apresentadas em um tribunal federal de Minnesota, após os disparos, ela se dirigiu ao local para tentar prestar socorro a Pretti, já que é médica, mas teve sua passagem impedida pelos agentes. De acordo com ela, em vez de os agentes estarem verificando seu pulso ou realizando RCP (manobras de reanimação cardiopulmonar), “pareciam contar seus ferimentos à bala”.
Agentes da Patrulha de Fronteira mexem no corpo de Alex Pretti após disparos
Reprodução/Redes sociais
Alex Pretti é a segunda pessoa a ser baleada e morta por um agente federal em Minnesota nas últimas semanas. Imagens de sua morte em Minneapolis foram publicadas nas redes sociais quase imediatamente após o incidente.
O governador de Minnesota, Tim Walz, contestou as alegações de autoridades federais de que o Pretti representava uma ameaça. Ele acusou “as pessoas mais poderosas do governo federal” de “manipularem histórias e divulgarem fotos”.
Grandes multidões de manifestantes continuaram a se reunir ao longo do dia no local onde Pretti foi baleado. Mais tarde, Walz autorizou o envio da Guarda Nacional de Minnesota, cujos membros usarão coletes refletivos fluorescentes para se diferenciarem dos agentes federais.
Um menino foi salvo por pessoas da comunidade após o táxi em que estava ter se desviado da via e caído em um canal de águas correntes e congelantes na noite deste sábado em Macachecala, capital da República do Daguestão. Três homens improvisaram uma operação de resgate, retirando a criança do veículo semi-submerso antes que ele afundasse completamente, enquanto outros ajudaram a trazê-la à margem em segurança.
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O incidente ocorreu no canal da Revolução de Outubro, quando o táxi perdeu o controle e entrou na correnteza. Imagens que circulam em redes sociais mostram um homem pendurado em uma estrutura sobre o canal e outro quase sem roupas, estendendo as mãos para retirar o menino do carro ainda flutuante. Ele foi passado por uma cadeia humana até um quarto homem na margem, que o recebeu em terra firme.
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A mãe da criança, também dentro do táxi, foi resgatada em seguida pelos mesmos populares. O motorista conseguiu sair sem ferimentos graves.
Um dos homens que participou do resgate foi identificado como Assadulla Magomedov, aprendiz na escola de artes marciais Abdulmanap Nurmagomedov. Imagens do ato valeram elogios nas redes sociais e pedidos de reconhecimento oficial pelos seus esforços.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram momento em que menino é resgatado de canal congelante no Daguestão
Reprodução | X
O canal da Revolução de Outubro já foi palco de outros acidentes com veículos ao longo dos anos, em grande parte devido à ausência de barreiras de proteção ao longo de trechos perigosos da margem, segundo relatos de moradores nas redes sociais. Autoridades locais afirmaram que uma investigação sobre as circunstâncias do acidente está em andamento.
Os enviados americanos Jared Kushner e Steve Witkoff instaram o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a reabrir a passagem fronteiriça de Rafah, entre a Faixa de Gaza e o Egito, durante conversas em Jerusalém, informaram meios de comunicação israelenses neste domingo (25).
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Ali Shaath, recém-nomeado administrador de Gaza no âmbito do plano do presidente americano Donald Trump para pôr fim à guerra definitivamente, declarou na quinta-feira que Rafah seria reaberta “em ambas as direções” na próxima semana.
A reabertura de Rafah, um ponto de entrada crucial para a ajuda humanitária a Gaza, na Palestina, está prevista no âmbito do acordo de cessar-fogo vigente desde 10 de outubro. No entanto, permanece fechada.
O site de notícias israelense Ynet, citando um funcionário israelense sob anonimato, informou que Witkoff pressionou Netanyahu durante a reunião de sábado para reabrir Rafah sem esperar que o Hamas devolvesse o corpo de Ran Gvili, o último refém israelense mantido em Gaza.
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Segundo o funcionário, Witkoff também levantou a possibilidade de a Turquia desempenhar um papel no futuro de Gaza.
— Witkoff tem pressionado para que nosso maior rival, a Turquia, chegue à nossa fronteira (…), o que constituiria uma verdadeira ameaça à nossa segurança — declarou o funcionário, segundo o Ynet.
Esse funcionário também acusou Witkoff de ter “se tornado um lobista dos interesses do Catar”, segundo a mesma fonte.
Questionada sobre essas informações, a porta-voz de Netanyahu, Shosh Bedrosian, disse que as verificaria.
Netanyahu tem rejeitado reiteradamente qualquer envolvimento turco na situação do pós-guerra em Gaza, apesar do convite de Donald Trump ao presidente Recep Tayyip Erdogan para se unir ao seu “Conselho de Paz”.
O descarrilamento do trem Iryo 6189, que matou 45 pessoas na Espanha no último domingo aconteceu em um trecho da ferrovia fabricado em 1989 e que não passou por reformas desde então, segundo o jornal espanhol El Mundo.
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O acidente aconteceu em um ponto da ferrovia onde ocorre a transição nos trilhos entre uma parte mais moderna e outra mais antiga. Segudo o jornal, a hipótese mais provável é que tenha ocorrida uma quebra do trilho no ponto de junção entre seções de aço fabricadas com décadas de diferença. A Adif, empresa pública que gere a ferrovia, a estrutura passou por todos os controles de qualidade.
Ainda de acordo com o jornal, o trecho não teria sido contemplado por reformas recentes da rede ferroviaria.
Após o descarrilamento, o veículo colidiu com outro trem, que vinha na direção oposta. Ambos os trens, que transportavam um total de 480 pessoas, trafegavam a uma velocidade superior a 200 km/h, dentro do permitido para esse trecho, e foi descartado erro humano por parte dos maquinistas.
Nesta sexta-feira, um relatório revelou que a comissão de investigação acredita que existe a possibilidade de que um trilho apresentasse uma fratura na altura de uma solda. A hipótese decorre do fato de que as rodas de vários trens de alta velocidade que passaram pela estação de Adamuz pouco antes do descarrilamento inicial que desencadeou a tragédia apresentavam “entalhes”.
“Esses entalhes nas rodas e a deformação observada no trilho são compatíveis com o fato de que o trilho estivesse fraturado”, afirmou a Ciaf (Comissão de Investigação de Acidentes Ferroviários), vinculada ao Ministério dos Transportes.
“De acordo com as informações disponíveis neste momento, pode-se levantar a hipótese de que a fratura do trilho ocorreu antes da passagem do trem da Iryo envolvido no acidente e, portanto, antes do descarrilamento”, acrescentou a Ciaf.

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