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Lucy e Rhys Thomas empreenderam a renovação de uma antiga igreja medieval, a Igreja de São Pedro, fundada em 1142 em Peterstone Wentlooge, País de Gales. Por um leilão realizado em 2021, o casal adquiriu a propriedade por £ 405.000 (cerca de US$ 550.000), com o desafio de reconstruir seu interior, preservando a essência deste lugar lendário.
Desde o início, o casal comprou a propriedade sem nunca ter visto o interior. Depois de a adquirirem em leilão, entraram, ficaram maravilhados com a riqueza dos detalhes arquitetônicos e começaram a remodelação. Durante esse período, chegou a hora de escavar o piso, e os operários da construção fizeram uma descoberta arrepiante: 83 corpos enterrados a 40 centímetros de profundidade.
Imersa num contexto que a deixou completamente desorientada, Lucy tomou a decisão de ” respeitar os mortos ” e ordenou que um novo piso fosse colocado sobre os restos mortais.
“Os primeiros dias foram desconfortáveis, mas aos poucos nos acostumamos ao processo. Os restos mortais foram enterrados juntos: maridos e esposas, pais com filhos, então decidimos deixá-los em seus locais de descanso final e continuar a construção ao redor deles”, disse a mulher, mãe de cinco filhos, ao Ladbible.
De uma igreja a uma casa com comodidades
Após removerem o piso de sua casa, que tinha cerca de 100 anos, o casal decidiu preservar as peças e as colocou em um quintal. A partir daí, contrataram uma equipe especializada de pedreiros, operários e arquitetos que tiveram uma visão mais ampla da propriedade abandonada para aproveitar ao máximo seu amplo espaço.
Com a intenção de preservar alguns espaços “originais” da igreja, a família decidiu construir um mezanino para dividir os cômodos e, assim, ter uma vista privilegiada do teto e das antigas lanternas.
Em um projeto que levou um ano para ser concluído, a família também incluiu luxos como uma jacuzzi; uma área de entretenimento com mesa de bilhar; e uma área de lazer com piano e até mesmo um minibar. A propriedade possui seis quartos e seis banheiros.
“Fafiante. Fomos aprendendo conforme avançávamos”, disse o casal sobre a transformação radical que esta antiga igreja sofreu para se tornar uma casa alugada pelo aplicativo Airbnb.
“Estamos muito orgulhosos disto, e todos ajudaram: nossos filhos, os arquitetos e construtores e, claro, meu marido, Rhys, que cuidou de todas as finanças e da papelada. Dedicamos todo o nosso coração e alma a isto, e faríamos tudo de novo sem hesitar”, disse Lucy, que tomou a iniciativa de preservar os elementos originais e embarcar num projeto inédito que se tornou viral nas redes sociais.
Mais de 20 túmulos judaicos em um cemitério de Barcelona foram vandalizados no sábado, informou a comunidade judaica espanhola neste domingo (25). O incidente foi confirmado pela polícia e condenado pelas autoridades.
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“Estamos cientes desses acontecimentos e abrimos uma investigação”, disse uma porta-voz da polícia catalã à AFP, sem especificar o número exato de túmulos danificados na seção judaica do cemitério de Les Corts.
A Federação das Comunidades Judaicas da Espanha (FCJE) condenou, em comunicado, “o ato antissemita desprezível que consistiu na profanação e no vandalismo de vários túmulos no cemitério judaico de Les Corts, no sábado, 24 de janeiro”.
“Exigimos que as autoridades atuem com a máxima firmeza contra o antissemitismo”, acrescentou o comunicado.
Uma porta-voz da FCJE confirmou que mais de 20 túmulos foram profanados, em declaração enviada à AFP.
A federação associou os episódios a um mapa que destacava locais e empresas em Barcelona ligados à comunidade judaica e israelense, criado por ativistas pró-palestinos e posteriormente removido da internet.
“Com esses acontecimentos, o nível de antissemitismo deu um salto alarmante, passando das palavras para as ações, da incitação ao ataque direto”, acrescentou a FCJE.
Mais de 100 presos políticos foram libertados no domingo na Venezuela, em um processo que, segundo a oposição e ONGs de direitos humanos, avança a passos lentos. O governo interino de Delcy Rodríguez, que assumiu o poder após a captura do líder chavista Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, prometeu um “número significativo” de libertações. O número foi contabilizado pela ONG Foro Penal.
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“Verificamos 104 libertações de presos políticos na Venezuela no dia de hoje. Seguimos verificando outras libertações”, informou o diretor do Foro Penal, Alfredo Romero, no X, na noite de domingo.
O governo venezuelano contabiliza 626 libertações desde dezembro, número que a presidente Rodríguez disse que pedirá para ser verificado pelo alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk.
— Já basta de mentira — exclamou a presidente, na última sexta-feira.
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O total oficial, no entanto, contrasta com os dados das ONGs. O Foro Penal, por exemplo, registra 375 libertações desde o mesmo período. Essa ONG e outras organizações de direitos humanos estimam que centenas de opositores ainda permanecem presos na Venezuela.
Além do compromisso de libertar presos políticos, Rodríguez deu uma guinada na relação com Washington ao firmar acordos petrolíferos, enquanto reorganiza o gabinete ministerial e os altos comandos militares.
A nova rodada de libertações ocorre após a presidente dizer, no último sábado, que pretende “alcançar acordos” com a oposição para garantir a “paz”.
— Não pode haver diferenças nem políticas nem partidárias quando se trata da paz da Venezuela — disse Rodríguez. — A partir das diferenças, precisamos nos encontrar e chegar a acordos.
Presos durante a reeleição de Maduro
A Venezuela vive há anos sob rígido controle estatal. Protestos espontâneos contra a contestada reeleição de Maduro em 2024 terminaram em repressão e na prisão de mais de 2 mil pessoas em apenas 48 horas. Agora, com a queda de Maduro, familiares aguardam do lado de fora de presídios e passam a noite ao relento na esperança de ver seus entes queridos saírem das celas.
Familiares aguardam do lado de fora de presídios e passam a noite ao relento na esperança de ver seus entes queridos
STRINGER / AFP
Além disso, está em vigor um estado de comoção interna que prevê prisão para quem apoiar o ataque americano do início do ano, que depôs Maduro.
Na última quinta-feira, as autoridades venezuelanas libertaram o genro de Edmundo González Urrutia, rival de Maduro nas contestadas eleições de 2024. Rafael Tudares passou mais de um ano preso sob acusações de terrorismo — decisão que González Urrutia classificou como “retaliação”.
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O ex-candidato presidencial Enrique Márquez também deixou a prisão, assim como a especialista em temas militares e ativista de direitos humanos Rocío San Miguel e o ativista Roland Carreño, jornalista de profissão.
‘Família’
Entre os opositores que ainda seguem detidos está Juan Pablo Guanipa, aliado da líder opositora María Corina Machado, vencedora do Nobel da Paz, e ligado a uma suposta conspiração contra as eleições de governadores e deputados no ano passado.
Também permanecem presos o ativista Javier Tarazona, encarcerado desde 2021 por “terrorismo”, “traição” e “incitação ao ódio”, além de Freddy Superlano, detido em julho de 2024, durante os protestos contra a reeleição de Maduro.
— Agora todos somos família — afirma Aurora Silva, esposa de Superlano, do lado de fora da prisão de El Rodeo I, onde ele está detido.
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Com sentimento de otimismo, familiares e amigos se instalaram em pequenas barracas e colchões na frente do presídio, a cerca de 50 quilômetros de Caracas. Eles compartilham comida, eletricidade e água.
Lorealbert Gutiérrez aguarda a libertação do companheiro, Emmanuel De La Rosa, um ajudante de carpinteiro de 20 anos, e do irmão, Alberto Gutiérrez, mototaxista da mesma idade, acusados de envolvimento em um suposto atentado a bomba em Caracas.
— Enquanto eu não os vir do lado de fora, não vou embora — prometeu a vendedora ambulante de 19 anos.
Partes do corpo de uma mulher foram encontradas em diferentes lixeiras no bairro de Şişli, área central e de alto padrão de Istambul, na Turquia, em um crime que gerou comoção e protestos. A descoberta ocorreu, no sábado (25), após um catador de recicláveis localizar o primeiro dos recipientes, segundo a imprensa local. A vítima foi identificada pela polícia como uma cidadã uzbeque de 37 anos.
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De acordo com as autoridades, inicialmente foi localizado apenas o tronco da vítima. A análise de imagens de câmeras de segurança levou os investigadores a identificarem dois homens descartando uma mala em outra lixeira, onde posteriormente foram encontrados outros restos mortais. Um terceiro suspeito foi preso na sequência. A polícia informou que um dos detidos confessou o crime e afirmou ter mantido um relacionamento com a vítima.
Şişli é frequentemente descrita como o centro financeiro e comercial de Istambul, reunindo sedes de empresas, centros comerciais, restaurantes e edifícios históricos. O local da descoberta, em plena área urbana, reforçou a repercussão do caso.
A divulgação do crime motivou manifestações organizadas por grupos de defesa dos direitos das mulheres. Em Istambul, mais de mil pessoas se reuniram na estação de metrô Osmanbey e marcharam até a região onde o corpo foi encontrado, segundo imagens divulgadas por ONGs. Cartazes com frases como “Parem a violência masculina” e “Exigimos justiça para as mulheres assassinadas” foram exibidos durante o ato. Em Ancara, centenas participaram de protesto convocado pela plataforma Stop Femicicides.
Em nota, Isil Kurt, representante da Stop Femicicides, afirmou que “os autores do crime estavam tão confiantes de que nada lhes aconteceria que deixaram o corpo da mulher à vista de todos”, acrescentando que, apesar das mudanças ao longo dos anos, “a violência contra as mulheres permanece a mesma”. O prefeito preso de Şişli, Resul Emrah Sahan, classificou os feminicídios como um “grande problema social” e escreveu na rede X que a impunidade e o silêncio contribuem para a escalada dos crimes.
A Turquia não divulga estatísticas oficiais sobre feminicídios. Organizações de mulheres compilam dados a partir de reportagens da imprensa. Segundo a Stop Femicicides, em 2025, 294 mulheres foram mortas por homens no país, e outras 297 morreram em circunstâncias consideradas suspeitas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou dizer se o agente federal que matou o enfermeiro Alex Pretti, de 37 anos, em Minneapolis no fim de semana agiu de forma apropriada, e afirmou que o governo está revisando o caso. Em entrevista telefônica de cinco minutos concedida ao Wall Street Journal no domingo, Trump também sinalizou que agentes federais de imigração poderão deixar a região “em algum momento”, sem indicar prazo.
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O episódio ocorreu na manhã de sábado, quando Pretti foi morto por um agente federal da Patrulha de Fronteiras em uma rua de Minneapolis. O americano, que era enfermeiro de terapia intensiva, filmava a atuação de agentes federais quando foi baleado e morto no local. Desde então, autoridades do governo têm defendido publicamente o agente. Trump foi questionado duas vezes se o oficial havia agido corretamente, mas não respondeu diretamente:
— Estamos olhando, estamos revisando tudo e vamos chegar a uma conclusão — disse o republicano, embora tenha criticado Pretti por portar uma arma durante o protesto. — Eu não gosto de nenhum tiroteio. Eu não gosto disso. Mas também não gosto quando alguém vai a um protesto carregando uma arma muito poderosa, totalmente carregada, com dois carregadores cheios de munição. Isso também não fica bem.
Segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS), Pretti carregava uma pistola semiautomática calibre 9 milímetros. O órgão afirmou que o incidente começou depois que o homem abordou os agentes com a arma de fogo, e que eles tentaram desarmá-lo. No entanto, imagens analisadas pelo New York Times mostram que o homem segurava um telefone na mão enquanto se aproximava dos agentes. Ele também não parece ter tentado sacar a arma.
Políticas agressivas
Durante a entrevista, Trump também indicou que os agentes federais enviados a Minneapolis poderão deixar a cidade, embora tenha evitado estabelecer um prazo. Questionado sobre quando isso ocorreria, o presidente elogiou as ações já realizadas em Minnesota e disse que outro grupo permaneceria no estado para lidar com investigações de “fraude financeira”. Trump tem citado fraudes em programas de assistência social como justificativa para a fiscalização migratória.
— Em algum momento nós vamos sair. Fizemos, eles fizeram um trabalho fenomenal — afirmou, mencionando o escândalo das fraudes. — É a maior fraude que alguém já viu.
Nos últimos meses, o Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) intensificou deportações em grandes cidades americanas. A decisão de enviar agentes federais a Minnesota ocorreu apesar da oposição de autoridades estaduais e locais. No início deste mês, outro episódio envolvendo o ICE ocorreu em Minneapolis, quando um agente matou a americana Renee Good a tiros. Na ocasião, Trump defendeu a agência e classificou o caso como uma tragédia.
De acordo com assessores presidenciais, as políticas agressivas de deportação vêm sendo discutidas internamente há semanas, e a morte de sábado deu novo impulso a essas conversas. Parte da equipe do presidente passou a enxergar a situação em Minneapolis como um risco político, mesmo com a Casa Branca mantendo publicamente apoio às operações na cidade.
Preocupação com reação pública
Autoridades do governo afirmaram ao Wall Street Journal que a chefe de Gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, recebeu diversas ligações de representantes de Minnesota nos últimos dias. Segundo essas fontes, há preocupação dentro do governo com pesquisas de opinião e com a reação pública às ações de imigração em áreas urbanas, o que levou a discussões sobre como continuar as deportações sem confrontos com manifestantes.
Apesar disso, o assessor presidencial Stephen Miller segue defendendo uma postura rígida, argumentando que o governo não deveria recuar no estado. No sábado, segundo assessores, Trump atendeu dezenas de ligações sobre o caso, conversando com senadores e autoridades do governo federal. O deputado republicano James Comer, aliado de Trump e presidente da Comissão de Fiscalização da Câmara, sugeriu que o governo avalie retirar agentes da cidade.
— Se eu fosse o presidente Trump, eu quase pensaria o seguinte: ok, se o prefeito e o governador vão colocar nossos agentes do ICE em risco, e há a chance de perder mais vidas inocentes, então talvez seja melhor ir para outra cidade e deixar que o povo de Minneapolis decida — disse ele em entrevista à Fox News.
Autoridades do governo disseram que, nas próximas semanas, a Casa Branca pretende intensificar esforços para melhorar a imagem do ICE, destacando operações realizadas em outras cidades além de Minneapolis. Embora autoridades tenham discutido internamente pesquisas que mostram a opinião pública se voltando contra as operações, muitos no governo acreditam que reduzir as ações em Minneapolis equivaleria a uma concessão à esquerda.
— Ninguém, incluindo o presidente Trump, quer ver pessoas sendo baleadas ou feridas — disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, ao pedir que autoridades estaduais e locais trabalhem mais de perto com o governo para retirar de Minnesota pessoas que vivem no país de forma ilegal. (Com New York Times)
Em meio a uma forte tempestade de gelo e neve que já deixou mais de um milhão de residências sem eletricidade e provocou mortes por hipotermia, o governo dos Estados Unidos determinou que a FEMA evite o uso da palavra “ice” (gelo) em avisos rodoviários. A orientação partiu do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.
Adolescente irlandês se entrega após acidente de esqui que matou homem na Áustria; entenda
A medida chama atenção porque, em condições normais, alertas sobre a presença de gelo nas estradas são considerados essenciais para a segurança pública. No entanto, autoridades avaliam que o termo poderia ser interpretado de forma ambígua ou virar alvo de memes nas redes sociais, em razão da atuação recente do ICE — sigla que coincide com a palavra inglesa para gelo.
Segundo fontes ouvidas pela CNN, expressões como “cuidado com o gelo” poderiam gerar confusão ou ironias online, especialmente em cidades onde operações do ICE têm sido alvo de protestos, como Minneapolis. Por isso, funcionários da FEMA foram orientados a adotar termos alternativos, como “chuva gelada” ou “condições escorregadias”, inclusive em publicações nas redes sociais.
A decisão ocorre em um momento de forte tensão em torno das ações da polícia de imigração. Nas últimas três semanas, dois cidadãos norte-americanos morreram durante abordagens do ICE, e há relatos de menores detidos por agentes federais.
No caso mais recente, Alex Jeffrey Pretti, enfermeiro de 37 anos nascido no Illinois e residente em Minnesota, foi morto a tiros durante uma operação. Sem antecedentes criminais, ele trabalhava como profissional de cuidados intensivos da Administração de Veteranos. O episódio ocorreu poucas semanas após a morte de Renee Good, também de 37 anos, baleada enquanto dirigia. O governo do então presidente Donald Trump classificou o caso como “terrorismo interno”, acusação negada pela família.
Um adolescente irlandês de 14 anos se entregou à polícia após se envolver em um acidente de esqui que resultou na morte de um homem de 49 anos, em uma estação alpina da Áustria. A colisão ocorreu no sábado (24), por volta das 15h (horário local), na pista de Hirschkogel, em Schmittenhöhe, uma das encostas mais frequentadas da região.
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Segundo as autoridades e a imprensa local, o adolescente e a vítima teriam colidido em alta velocidade. Equipes de resgate foram acionadas imediatamente, mas, apesar dos esforços dos paramédicos, o homem morreu no local. Testemunhas relataram que o jovem deixou a área logo após o impacto, supostamente incentivado por uma mulher loira que estaria com ele e que seria sua mãe. Ainda de acordo com esses relatos, o adolescente falava inglês e apresentava uma lesão na parte interna da coxa.
Busca mobilizou força-tarefa alpina
De acordo com o The Sun, após o acidente, a polícia iniciou uma operação de grande escala para localizar o adolescente e a mulher que o acompanhava. Drones foram usados na varredura da encosta, enquanto agentes recolheram provas no local, incluindo bastões de esqui. As autoridades identificaram que o equipamento havia sido alugado nas proximidades, o que ajudou na identificação do jovem, descrito por testemunhas como usando esquis brancos.
Neste domingo (25), o adolescente se apresentou voluntariamente às autoridades. Foi solicitada uma autópsia para esclarecer a causa da morte do esquiador de 49 anos, e a investigação segue em andamento para apurar as circunstâncias exatas da colisão.
O caso ocorre em meio a uma sequência de tragédias recentes em estações de esqui na Europa. No início do mês, um britânico de 49 anos morreu após sofrer um ataque cardíaco enquanto esquiava em Claviere, no norte da Itália. Em dezembro, outro turista britânico, de 24 anos, morreu ao cair de uma encosta íngreme fora das pistas, após escorregar no gelo durante um passeio com amigos.
Milhares de passageiros foram evacuados do Aeroporto Internacional de Miami (MIA), neste domingo (25), após a detecção de um objeto suspeito na área de embarque do terminal sul. A ocorrência levou à mobilização de um amplo esquema de segurança, em um momento já crítico para o transporte aéreo nos Estados Unidos devido aos impactos de uma intensa tempestade de inverno.
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De acordo com a AFP, a investigação se concentrou na área próxima ao Portão 21, onde foi identificada a presença de bagagens desacompanhadas. Por medida preventiva, o Departamento do Xerife de Miami-Dade determinou a evacuação imediata do local e acionou o esquadrão antibombas para avaliar o material. As autoridades informaram que não houve feridos durante a operação.
Confira:
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Fechamento de terminais e atrasos
Em comunicado oficial, a administração do aeroporto informou que os postos de controle da Administração de Segurança de Transporte (TSA) nos terminais G, H e J foram temporariamente fechados, assim como a via de acesso para veículos naquela área. “Os terminais H e J estão passando por um processo temporário de inspeção de segurança. Os viajantes podem enfrentar breves atrasos”, afirmou a gestão do MIA.
Segundo a AFP, a evacuação provocou cenas de confusão entre os passageiros. Testemunhas relataram que milhares de pessoas foram orientadas a deixar os terminais sem informações imediatas sobre a natureza do incidente. “Disseram-nos para sair imediatamente, sem qualquer explicação”, disse um passageiro que aguardava embarque em um voo internacional. Outros viajantes mencionaram ter ouvido um barulho alto na área de segurança, o que gerou pânico momentâneo, embora as autoridades não tenham confirmado qualquer ato violento.
Alguns voos que já estavam em processo de embarque ou mesmo na pista foram afetados, levando companhias aéreas a suspender temporariamente as operações no terminal sul. A administração do aeroporto recomendou que os passageiros verificassem o status de seus voos e chegassem com antecedência, diante da possibilidade de novos atrasos enquanto as atividades são gradualmente normalizadas.
A descoberta desencadeou uma operação de segurança que incluiu o fechamento de terminais, a intervenção do esquadrão antibombas e grandes atrasos em um dia já afetado por cancelamentos massivos de voos
Captura de tela/Redes sociais
Tempestade de inverno amplia impacto
O episódio ocorreu em meio a um dos períodos mais desafiadores para a aviação americana desde a pandemia. Uma forte tempestade de inverno, que se estendeu do Texas à Nova Inglaterra, provocou alertas para evitar deslocamentos, cancelamentos em massa de voos e cortes generalizados de energia, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia.
No domingo, mais de 11 mil operações aéreas foram canceladas em todo o país, somando-se aos milhares de cancelamentos registrados no dia anterior. No Sul dos Estados Unidos, mais de um milhão de clientes ficaram sem eletricidade, incluindo cerca de 300 mil no Tennessee e mais de 100 mil em estados como Louisiana, Mississippi e Geórgia. As autoridades alertaram que a massa de ar ártico associada ao fenômeno manteria temperaturas perigosamente baixas por vários dias, dificultando a retomada dos serviços essenciais.
As autoridades de segurança indicaram que a investigação no aeroporto de Miami seguirá até que qualquer ameaça seja completamente descartada. Somente após a conclusão das inspeções e a garantia de segurança plena, o aeroporto retomará integralmente as operações normais.
Pelo menos três mulheres morreram após um incêndio de grandes proporções atingir uma fábrica de biscoitos no centro da Grécia, na madrugada desta segunda-feira (26). O fogo teve início depois de uma explosão em uma unidade industrial próxima à cidade de Trikala, segundo autoridades locais. Outras duas funcionárias permanecem desaparecidas.
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De acordo com o Corpo de Bombeiros, havia 13 pessoas no interior da fábrica quando o incêndio começou, por volta das 4h. Oito trabalhadores conseguiram deixar o local a tempo. Três corpos já foram encontrados entre os escombros.
Imagens divulgadas por agências internacionais mostram uma densa coluna de fumaça preta e chamas consumindo o complexo industrial, com focos de fogo ainda visíveis no telhado horas depois do início do incidente. Testemunhas relataram ter ouvido uma forte explosão, que teria sido percebida em diferentes pontos da cidade, fazendo janelas tremerem.
A causa do incêndio ainda não foi determinada. Funcionários informaram às autoridades que não havia galões de combustível na área onde a explosão teria ocorrido. Ao todo, cerca de 40 bombeiros, com o apoio de 15 veículos, atuam no combate às chamas e nas buscas.
Em nota, a empresa Violanta afirmou que um “incidente grave” ocorreu durante o turno da noite, por motivo ainda desconhecido. A companhia disse que as equipes de emergência seguem no local e que “todos os esforços estão sendo feitos para localizar os funcionários desaparecidos”. Um bombeiro foi hospitalizado durante a operação.
Um navio de cruzeiro com aproximadamente 200 passageiros a bordo ficou preso em uma espessa camada de gelo marinho na Antártida, neste fim de semana, e precisou ser resgatado pela Guarda Costeira dos Estados Unidos. O Scenic Eclipse II, de propriedade australiana, navegava pelo Mar de Ross quando ficou imobilizado na sexta-feira (23), por volta das 23h (horário local), segundo autoridades americanas.
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A operação de resgate foi conduzida pelo quebra-gelo Polar Star, o mais poderoso da frota da Guarda Costeira dos EUA. No sábado (24), a embarcação realizou duas passagens próximas ao cruzeiro para romper o gelo ao redor do casco e permitir que o Scenic Eclipse II fosse libertado e escoltado até águas abertas, a cerca de oito milhas náuticas do Estreito de McMurdo, de acordo com comunicado oficial.
Confira o resgate:
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Resgate em uma das regiões mais remotas do planeta
Imagens divulgadas mostram passageiros observando a operação a partir do convés do navio de cruzeiro. Um deles, Steven Falk, relatou nas redes sociais que o gelo marinho ao redor da embarcação chegou a atingir cerca de um metro e meio de espessura. Segundo ele, a proximidade do quebra-gelo foi decisiva. “Sem o Polar Star, isso poderia ter sido um desastre épico”, escreveu.
Falk afirmou que o cruzeiro seguia um itinerário que incluía visitas ao Mar de Ross, à Plataforma de Gelo de Ross e às históricas cabanas de Shackleton e Scott, próximas à Estação McMurdo. Poucas horas antes do incidente, segundo o passageiro, o Scenic Eclipse II estava entre os navios que navegaram mais ao sul do planeta.
Com capacidade para até 228 passageiros e 176 tripulantes, o navio não registrou feridos, segundo a Guarda Costeira. A empresa Scenic Luxury Cruises and Tours não informou danos estruturais à embarcação.
O navio de cruzeiro Scenic Eclipse II, de propriedade australiana, ficou preso em uma densa camada de gelo enquanto navegava pelo Mar de Ross
Reprodução/USCGC Polar Star
Polar Star e a Operação Deep Freeze
O Polar Star estava em sua 29ª missão rumo à Antártida, após partir de Seattle, em novembro, para apoiar a Operação Deep Freeze, iniciativa que fornece suporte logístico ao Programa Antártico dos Estados Unidos. Comissionado em janeiro de 1976, o navio é descrito pela Guarda Costeira como o único quebra-gelo pesado do país e o mais poderoso de sua frota.
Em comunicado, o capitão Jeff Rasnake, comandante do Polar Star, destacou o desempenho da tripulação apesar dos desafios de manter o navio em operação após quase cinco décadas de serviço. Já o oficial executivo, comandante Samuel Blase, afirmou que a embarcação continua sendo o quebra-gelo não nuclear mais capaz do mundo.
Segundo a Guarda Costeira, além das missões na Antártida, o Polar Star atua em operações no Ártico, com tarefas que incluem a garantia de rotas marítimas estratégicas e a presença dos EUA em regiões polares. O 50º aniversário do navio, celebrado neste ano, foi descrito pela corporação como uma homenagem ao passado e um lembrete da importância contínua de suas missões em áreas extremas.

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