Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
O mundo está ficando mais silencioso — e isso pode ser um mau presságio. A redução acelerada de insetos em diferentes regiões do planeta tem acendido um alerta entre cientistas e profissionais da saúde, que enxergam no fenômeno um sinal precoce de instabilidade ecológica capaz de afetar diretamente a alimentação e o bem-estar humanos.
O alerta mais recente foi feito pelo médico intensivista Joseph Varon, radicado em Houston, no Texas, que comparou o desaparecimento de insetos a um momento crítico da medicina, quando o silêncio repentino de um paciente indica falha sistêmica, não melhora. Em artigo publicado no site The Defender, Varon afirmou que besouros, borboletas, mariposas, moscas, mosquitos e abelhas estão sumindo em ritmo alarmante, o que classificou como um “aviso crítico”.
Segundo o médico, a perda desses animais ameaça a base da alimentação humana. Frutas, verduras, nozes e leguminosas dependem diretamente da polinização, e o declínio dos insetos pode reduzir não apenas a quantidade, mas também a qualidade nutricional dos alimentos. Vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais à imunidade e à prevenção de doenças crônicas tendem a se tornar mais escassos, com impactos que a ciência ainda começa a dimensionar.
Um colapso silencioso já em curso
Evidências científicas reforçam o alerta. Um estudo conduzido na Alemanha, que monitorou a biomassa de insetos voadores em áreas naturais protegidas por quase três décadas, identificou uma queda superior a 75% até 2016, mesmo em regiões afastadas da atividade industrial. Avaliações globais apontam que mais de 40% das espécies de insetos estão atualmente em declínio, e projeções indicam que até um quarto delas pode estar extinta ou sob alto risco até 2030.
Para Varon, o fenômeno tem valor clínico. Os insetos funcionariam como “sentinelas biológicas”, por terem ciclo de vida curto e alta sensibilidade a alterações ambientais. “Quando um sistema sensível falha primeiro, ele sinaliza perigo iminente”, escreveu. A exposição a pesticidas, alterações químicas e outros estressores ambientais afeta esses organismos muito antes de os efeitos se tornarem evidentes em humanos.
O médico cita, por exemplo, os neonicotinoides, pesticidas que atuam no sistema nervoso dos insetos, mas que têm vias biológicas semelhantes em mamíferos. Exposições crônicas de baixo nível, ainda que não provoquem sintomas imediatos, podem estar associadas à disfunção imunológica, metabólica e ao aumento de doenças crônicas na população.
Na prática clínica, esses impactos já começariam a aparecer, segundo Varon, no aumento de reações alérgicas, resistência a antibióticos e deficiências nutricionais. Casos de infecções recorrentes ou de feridas de cicatrização lenta, por exemplo, podem refletir a redução de micronutrientes como vitamina C e zinco, associada à perda de polinizadores.
Para o médico, integrar a saúde ambiental à prática médica é uma medida urgente. Agir agora, afirma, pode ajudar a evitar uma crise ecológica de grandes proporções. “As civilizações não caem apenas por guerras ou crises econômicas”, escreveu no The Defender. “Elas entram em colapso quando os sistemas vivos que as sustentam são silenciosamente desmontados.”
À primeira vista, a cena parece improvável: iguanas-verdes espalhadas por quintais, calçadas e ruas após uma noite de frio intenso no sul da Flórida. O fenômeno, registrado durante a recente onda de baixas temperaturas, não está ligado a chuvas, ventos extremos ou acidentes isolados, mas a uma reação fisiológica dos próprios animais ao frio.
Entenda: Autoridades da Flórida lançam campanha para recolher iguanas que ‘caem do céu’ após onda de frio
Vídeo: Frio histórico nos EUA faz iguanas ‘caírem do céu’ na Flórida durante o Ano Novo
As iguanas são répteis de sangue frio e dependem da temperatura ambiente para regular suas funções vitais. Quando os termômetros se aproximam do ponto de congelamento, esses animais entram em estado de torpor, uma espécie de paralisia temporária que reduz drasticamente seus movimentos. Imóveis, elas perdem a capacidade de se manter presas aos galhos e acabam caindo das árvores.
Especialistas ouvidos pela imprensa local explicam que áreas próximas à água tendem a agravar o problema. Segundo Jessica Kilgore, da Iguana Solutions, o ar frio associado à umidade e aos ventos intensifica a perda de calor corporal, tornando os animais ainda mais vulneráveis. Em episódios anteriores de geada, ela relatou ao canal Local 10 News ter encontrado iguanas congeladas especialmente em regiões litorâneas.
Apesar da aparência, muitas iguanas encontradas no chão não estão mortas. Com o aumento gradual da temperatura ao longo do dia, parte delas pode recuperar os movimentos. Ainda assim, o período de imobilidade as deixa expostas a atropelamentos, ataques de predadores e ferimentos, o que explica a mobilização das autoridades ambientais.
Diante da situação, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC) lançou uma campanha emergencial para o recolhimento dos animais afetados. A iniciativa inclui uma autorização temporária para que moradores, mesmo sem licença, possam capturar e transportar iguanas-verdes até pontos designados, sempre sob supervisão técnica, segundo informações do Naples Daily News.
A campanha também está inserida em um contexto mais amplo de controle ambiental. A iguana-verde é considerada uma espécie invasora na Flórida. Dados da FWC indicam que mais de 600 espécies não nativas já foram registradas no estado, a maioria introduzida por meio do comércio legal de animais vivos. Pelo menos 139 delas se reproduzem livremente no ambiente natural.
O frio extremo afeta ainda outras espécies exóticas. De acordo com Ian Bartoszek, da Conservancy of Southwest Florida, temperaturas baixas podem ser letais para a píton-birmanesa. Relatórios do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), citados pelo The News-Press, alertam, porém, que alguns indivíduos já apresentam adaptações genéticas que ampliam sua tolerância ao frio.
Embora eventos como esse provoquem redução temporária na população de répteis invasores, especialistas destacam que o fenômeno não elimina o problema. A recorrência das quedas de iguanas durante frentes frias reforça a necessidade de políticas permanentes de monitoramento e controle, especialmente em um cenário de extremos climáticos cada vez mais frequentes.
Um ambicioso projeto imobiliário pretende quebrar os recordes de altura vigentes em toda a região da América Latina. A construção da Torre Rise avança em um ponto estratégico, sob padrões internacionais de engenharia. O empreendimento de uso misto modifica o perfil urbano por meio de um investimento voltado à infraestrutura corporativa e residencial de grande escala.
Vídeo: Mulher atacada por leopardo-da-neve na China ignorou aviso das autoridades locais
Caso Epstein: Novos documentos revelam ligações da família real da Noruega com criminoso
A construção da Torre Rise está localizada no bairro Obispado, na cidade de Monterrey, no México. O arranha-céu se ergue em uma área de grande relevância histórica e geográfica, próxima ao cerro e ao museu de mesmo nome.
Sua localização estratégica, em frente ao rio Santa Catarina e sobre a avenida Constitución, garante conexão com um dos principais corredores viários da capital do estado de Nuevo León. Com altura total projetada de 484 metros, a estrutura se posiciona como o edifício mais alto da América Latina e o segundo mais alto de todo o continente americano.
Maior edifício da América Latina ficará no México
Divulgação
O empreendimento supera em 170 metros a Torre Obispado, que atualmente detém o título de referência no México. Em escala global, a obra ocupa a 13ª posição entre as torres mais altas do mundo. A estrutura é composta por uma seção habitável de 408 metros e é coroada por uma agulha decorativa de 76 metros de comprimento. As fases preliminares da obra começaram em 2023 e seguem em ritmo constante para cumprir o cronograma oficial.
Quais são as características técnicas da Torre Rise
A Torre Rise contará com um total de 96 andares, projetados para abrigar múltiplas atividades. A distribuição interna prevê 35 níveis destinados a escritórios corporativos, 22 pavimentos residenciais, dez andares para um hotel de luxo e quatro níveis de uso comercial. A marca que irá operar a área hoteleira ainda não foi oficialmente confirmada pelos desenvolvedores.
No topo do arranha-céu, o projeto inclui um espaço de observação chamado SkyDeck 360°. O mirante panorâmico ocupa os três últimos andares e oferece vistas amplas do ambiente natural e urbano de Monterrey. Relatórios técnicos divulgados em setembro passado indicaram que o andar mais alto contará com uma tirolesa instalada na borda da estrutura para atividades recreativas.
A fachada do edifício apresenta design envidraçado com controle térmico e cantos curvos. Essas terminações arredondadas têm como objetivo técnico reduzir a resistência ao vento em grandes alturas. O complexo integra ainda 4.300 metros quadrados de áreas verdes, que reforçam a habitabilidade do entorno.
Segundo informações do jornal El Universal, a obra recebeu diversas certificações internacionais de sustentabilidade e eficiência, entre elas LEED Silver, Green Globes, Building EQ e Well, concedida pelo International Well Building Institute.
— A inauguração está prevista para 2026, antes do início da Copa do Mundo da FIFA — afirmou o governador de Nuevo León, Samuel García Sepúlveda. O chefe do Executivo estadual relacionou o avanço da obra à projeção global que a cidade busca alcançar naquele ano.
Um novo aplicativo baseado em inteligência artificial está ajudando cientistas a decifrar um dos maiores enigmas da paleontologia: quais animais deixaram as pegadas fossilizadas preservadas por milhões de anos. Batizada de DinoTracker, a ferramenta analisa imagens de rastros fósseis e indica, com precisão comparável à de especialistas humanos, qual tipo de dinossauro provavelmente produziu aquelas marcas. No processo, a tecnologia pode ter revelado algo ainda mais surpreendente: indícios de aves surgindo mais de 200 milhões de anos atrás.
Exploração espacial: Nasa realiza testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis II
‘Anel de Fogo’ no céu: Entenda o eclipse solar que acontece em fevereiro de 2026
Desenvolvido por uma equipe liderada pelo centro de pesquisas Helmholtz-Zentrum, em Berlim, em parceria com a Universidade de Edimburgo, o aplicativo permite que pesquisadores e curiosos enviem fotos ou desenhos de pegadas por meio do celular e recebam uma análise quase instantânea. O sistema avalia forma, proporções e distribuição do peso no rastro para estimar o animal responsável.
Galerias Relacionadas
As pegadas de dinossauros são fontes valiosas para compreender como esses animais se moviam e se comportavam, mas sua interpretação sempre foi complexa. Com o passar do tempo, fatores como erosão, compressão do solo e deformações podem alterar o formato original dos rastros, dificultando a identificação. Métodos tradicionais dependiam de bancos de dados construídos manualmente, o que podia introduzir vieses, especialmente quando havia discordâncias sobre a origem de determinadas marcas.
Para contornar essas limitações, os pesquisadores treinaram a IA com cerca de 2 mil pegadas fósseis reais, além de milhões de exemplos simulados que reproduzem variações realistas na preservação dos rastros. O modelo aprendeu a reconhecer oito características principais, como a abertura dos dedos, a posição do calcanhar, a área de contato com o solo e a forma como o peso era distribuído pelo pé.
‘Terra gelada’: como é o planeta descoberto que tem chance de ser habitável
Ao comparar novas imagens com esse conjunto de dados, o algoritmo alcançou cerca de 90% de concordância com classificações feitas por especialistas humanos, inclusive em casos considerados controversos ou difíceis de identificar.
Um dos achados mais inesperados surgiu a partir de pegadas com mais de 200 milhões de anos. A IA identificou semelhanças marcantes entre alguns rastros de dinossauros e os pés de aves — tanto extintas quanto modernas. Isso pode indicar que as aves surgiram dezenas de milhões de anos antes do que se pensava. Outra hipótese é que alguns dinossauros primitivos tinham pés muito parecidos com os das aves, por coincidência evolutiva.
O sistema também trouxe novas pistas sobre pegadas enigmáticas encontradas na Ilha de Skye, na Escócia, formadas há cerca de 170 milhões de anos nas margens lamacentas de uma lagoa. A análise sugere que esses rastros podem ter sido deixados por alguns dos parentes mais antigos conhecidos dos dinossauros de bico de pato, o que os tornaria os registros mais antigos desse grupo já identificados no mundo.
Fósseis de 1 milhão de anos revelam que extinções moldaram a fauna da Nova Zelândia antes dos humanos
Além do impacto científico, os pesquisadores destacam o potencial da ferramenta para democratizar a paleontologia, permitindo que o público participe da análise de fósseis e contribuía para novas descobertas.
O estudo foi publicado na revista PNAS e contou com financiamento de projetos do Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF), do programa Data-X, dos projetos Helmholtz ROCK-IT e Helmholtz-AI NorMImag, além da National Geographic Society e do Leverhulme Trust.
Segundo o pesquisador Gregor Hartmann, do Helmholtz-Zentrum, “nosso método fornece uma forma imparcial de reconhecer variações em pegadas e testar hipóteses sobre quem as produziu. É uma excelente ferramenta para pesquisa, educação e até trabalho de campo”.
Para o professor Steve Brusatte, titular da cadeira de Paleontologia e Evolução da Escola de Geociências, “este estudo é uma contribuição empolgante para a paleontologia e uma maneira objetiva, baseada em dados, de classificar pegadas de dinossauros — algo que deixou especialistas perplexos por mais de um século”. Ele acrescenta: “abre novas possibilidades para entender como esses animais incríveis viviam e se moviam, e quando grandes grupos, como as aves, surgiram pela primeira vez. Essa rede computacional pode ter identificado as aves mais antigas do mundo, o que considero um uso fantástico e promissor da IA”.
A Rússia retomou os ataques a Kiev, na madrugada desta terça-feira, em meio ao frio extremo, informaram as autoridades, após uma pausa de vários dias nos bombardeios à capital ucraniana, negociada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Trump havia dito, na quinta-feira, que seu homólogo russo, Vladimir Putin, concordara em suspender os ataques a Kiev e “várias outras cidades” durante a tempestade de inverno.
O Kremlin afirmou que a trégua duraria até 1º de fevereiro, mas não a relacionou às baixas temperaturas.
Com rede de energia atingida pelos ataques russos, população é orientada a buscar pontos de aquecimento
Serhii Okunev / AFP
“A Rússia bombardeou Kiev em meio ao frio congelante com outro ataque massivo durante a noite”, informou Timur Tkachenko, chefe da administração militar da cidade, no Telegram.
Ele pediu aos moradores da capital que permanecessem em abrigos e, em uma publicação posterior, afirmou que duas pessoas ficaram feridas.
Na cidade de Kharkiv, no leste do país, mais duas pessoas ficaram feridas por bombardeios russos, segundo o chefe militar regional, Oleg Sinegubov.
O ataque, que durou várias horas, teve como alvo a infraestrutura de energia e pretendia “causar a máxima destruição (…) e deixar a cidade sem aquecimento durante a forte geada”, escreveu Sinegubov no Telegram.
As autoridades tiveram que cortar o aquecimento de mais de 800 casas para evitar o congelamento da rede principal, disse ele, e pediu às pessoas que se dirigissem aos “pontos de aquecimento” abertos 24 horas por dia em toda a cidade.
As temperaturas noturnas despencaram para -17ºC em Kiev e chegaram a -23ºC em Kharkiv. A invasão da Ucrânia pela Rússia completará quatro anos em 24 de fevereiro.
Uma segunda rodada de negociações entre autoridades russas, ucranianas e americanas está prevista para começar nesta quarta-feira, em Abu Dhabi.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que sua administração buscará US$ 1 bilhão em indenização da Universidade de Harvard, depois que o jornal The New York Times informou que a instituição havia obtido concessões nas negociações que mantém com o governo.
“Agora estamos buscando US$ 1 bilhão em indenização e, no futuro, não queremos ter mais nada a ver com a Universidade de Harvard”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
Com prisões de jornalistas, Trump abre novo capítulo da guerra da Casa Branca contra a imprensa
Autoridades do governo Trump acusaram Harvard e outras universidades de promover a chamada ideologia “woke” (progressista) e de não proteger adequadamente estudantes judeus durante os protestos pró-palestinos, apresentando ações judiciais e exigindo pagamentos considerados exorbitantes.
Críticos classificaram a iniciativa como uma campanha de pressão do governo contra universidades liberais.
O Times informou anteriormente, na segunda-feira, que Trump havia retirado a exigência de um pagamento de US$ 200 milhões por parte de Harvard, após negociações prolongadas.
Contexto: Juíza dos EUA derruba corte de R$ 14 bilhões imposto pelo governo Trump a Harvard por ‘violar’ a Constituição
Trump disse a jornalistas em setembro passado que as negociações estavam perto de chegar a um acordo de US$ 500 milhões com Harvard, que incluiria, como parte do acordo, a abertura de escolas profissionalizantes.
“Eles queriam criar um conceito complicado de formação profissional, mas isso foi rejeitado porque era totalmente insuficiente e, na nossa opinião, não teria sucesso”, disse Trump em sua publicação na noite de segunda-feira.
Nevascas incomuns no Japão causaram 30 mortes nas últimas duas semanas, informaram as autoridades nesta terça-feira. Uma das vítimas era uma mulher de 91 anos encontrada soterrada sob três metros de neve, em frente à sua casa.
Initial plugin text
Initial plugin text
Helicóptero turístico desaparece perto do Monte Aso, no Japão
O governo central mobilizou tropas para auxiliar os moradores de Aomori, a região mais atingida, onde ainda há até 4,5 metros de neve nas áreas mais remotas.
Moradora espera em frente a um ponto de ônibus coberto de neve na cidade de Aomori
Philip FONG / AFP
A primeira-ministra, Sanae Takaichi, realizou uma reunião especial na manhã desta terça-feira para instruir os ministros a fazerem todo o possível para evitar mortes e acidentes.
Veterinário e cachorro são encontrados mortos em van nos EUA; polícia investiga intoxicação por monóxido de carbono
Uma forte massa de ar frio trouxe nevascas violentas para a costa do Mar do Japão nas últimas semanas, com algumas áreas registrando mais que o dobro da quantidade usual de precipitação.
Funcionários limpam os trilhos cobertos de neve na estação Shin Aomori
Philip FONG / AFP
De 20 de janeiro até esta terça-feira, 30 pessoas morreram em decorrência das fortes tempestades, segundo a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres.
Initial plugin text
Entre as vítimas está Kina Jin, de 91 anos, cujo corpo foi encontrado soterrado na neve em Ajigasawa, na província de Aomori, informou um policial local.
A polícia acredita que a mulher foi esmagada pela neve que caiu do telhado de sua casa. A causa da morte foi asfixia, segundo o policial. Uma pá de alumínio foi encontrada perto do corpo.
O governador de Aomori, Soichiro Miyashita, afirmou na segunda-feira que solicitou auxílio das Forças Armadas japonesas em caso de desastre.
Colombianos acompanham com apreensão a visita do presidente Gustavo Petro à Casa Branca, marcada para esta terça-feira, diante do temor de que o líder de esquerda volte a antagonizar publicamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desta vez frente a frente, e não apenas nas redes sociais. O encontro é visto como uma tentativa decisiva de redefinir uma relação que já foi estratégica, mas que se deteriorou de forma significativa ao longo do último ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Enquanto os Estados Unidos deslocam diversos recursos militares para o Oriente Médio, liderados pelo porta-aviões americano USS Abraham Lincoln, para intensificar a pressão contra o regime iraniano, aliados dos americanos na região têm levantado preocupações com uma possível retaliação do Irã aos vizinhos e a bases militares americanas espalhadas pelo Oriente Médio em caso de um ataque dos EUA. Diante disso, apesar de o presidente Donald Trump ainda não ter deixado clara sua decisão sobre se usará ou não — e de que maneira — o poderio militar contra Teerã, autoridades americanas revelaram ao Wall Street Journal que ataques aéreos contra o país persa não são uma ameaça iminente porque o Departamento de Defesa dos EUA tem reforçado as defesas aéreas de Israel, aliados árabes e forças americanas na região. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Eleita presidente da Costa Rica neste domingo, a direitista Laura Fernández assume o cargo com a promessa de usar mão de ferro contra o narcotráfico. O país da América Central, conhecido há décadas como polo turístico, vê seu principal projeto de integração ao comércio global, um novo porto inaugurado em 2019, transformar-se também em porta de entrada para o crime organizado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress