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O foguete H3, carro-chefe do programa espacial japonês, decolou com sucesso nesta sexta-feira com seis pequenos satélites a bordo, mostrou uma transmissão ao vivo. O lançamento ocorre depois de o H3 não ter conseguido colocar em órbita, em dezembro, outro satélite de geolocalização devido a uma falha no motor.
Yoon Suk-yeol: ex-presidente sul-coreano é condenado a 30 anos de prisão por enviar drones à Coreia do Norte
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“A combustão do segundo estágio, o controle da ação e a trajetória estão normais”, afirmou a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (Jaxa) em sua transmissão pelo YouTube, cerca de seis minutos após a decolagem.
Entre os satélites transportados pelo foguete está o “Umitsubame”, da Universidade de Ciências de Tóquio, que observa a Terra e outros alvos com uma câmera de alto desempenho.
Além disso, está a bordo o “Shiraito”, da Universidade de Shizuoka, que está testando tecnologia de captura de detritos espaciais, segundo a Jaxa.
O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol foi condenado na sexta-feira a mais 30 anos de prisão por enviar drones para a Coreia do Norte, uma ação que, segundo a promotoria, tinha como objetivo criar um pretexto para sua tentativa fracassada de declarar lei marcial em 2024. Promotores especiais afirmaram em abril que o esforço do ex-presidente para “fabricar condições de guerra” com esses veículos aéreos não tripulados prejudicou a segurança nacional.
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Esta nova sentença ocorre depois que Yoon foi condenado à prisão perpétua em fevereiro por liderar uma insurreição para “paralisar” a Assembleia Nacional da Coreia do Sul com sua declaração de lei marcial.
O ex-presidente recorreu dessa sentença, insistindo que sua decisão foi tomada “exclusivamente para o bem da nação”. Na sexta-feira, Yoon teve sua pena aumentada em 30 anos de prisão por acusações relacionadas aos drones, informou um porta-voz do Tribunal Distrital Central de Seul à AFP, sem fornecer mais detalhes.
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Os promotores também argumentaram que a operação aumentou as tensões com a Coreia do Norte e levou ao vazamento de informações confidenciais após vários drones caírem em território norte-coreano, informou a agência de notícias Yonhap. A equipe jurídica de Yoon nega sua responsabilidade pelos incidentes com drones. Eles sustentam que o então presidente não deu “nenhuma ordem prévia ou aprovação posterior” para a operação citada pela acusação.
Seus advogados afirmaram que a operação foi uma resposta ao envio de balões carregados de lixo por Pyongyang através da fronteira naquele ano e que foi “um ato de autodefesa” sem relação com a declaração da lei marcial. A defesa rejeitou as alegações da acusação como “ficção especulativa e falsa”.
Os voos de drones continuam sendo um ponto de discórdia nas tensões entre as duas Coreias, que tecnicamente ainda estão em guerra. O atual presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, expressou arrependimento no início deste ano após uma investigação revelar que funcionários do governo enviaram drones em janeiro para o país vizinho, isolado e com armas nucleares.
O ciclo de violência e agitação da extrema direita no Reino Unido tornou-se assustador e frequente demais. Tudo pode começar com um esfaqueamento, de natureza horrível, que causa medo e raiva. A condenação por parte de líderes políticos e autoridades policiais surge rapidamente. Mas quando o agressor é um imigrante ou uma pessoa negra, uma narrativa maligna e distorcida explode na internet. Políticos e comentaristas de direita aproveitam-se disso para fomentar a indignação em apoio à sua agenda anti-imigração, auxiliados por algoritmos de redes sociais que se alimentam de conflitos e divisões. Em poucas horas, a raiva que fomentam online salta para o mundo real, desencadeando protestos que se transformam em tumultos violentos. Há apelos à calma e promessas de ação por parte do governo e das autoridades policiais. Mas, pouco depois, o ciclo recomeça. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Ameaçada diversas vezes pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a iraniana Ilha de Kharg, é um alvo atrativo para as tropas americanas, mas que também oferece grandes riscos operacionais e de alto custo político para o líder republicano. No local, estão localizadas instalações que até antes da guerra eram responsáveis por aproximadamente 90% das exportações de petróleo bruto do país persa. Aumentando o escopo de pontos negativos que uma tomada deste território tem a oferecer há também neste cálculo a preparação iraniana, já em curso há meses, para caso o Pentágono autorize uma operação do tipo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Marcos Paulo Almeida vive há três anos em Las Vegas e costuma acompanhar futebol sempre que pode. Mas, na Copa do Mundo de 2026, sediada por Estados Unidos, Canadá e México, o brasileiro acredita que muitos imigrantes latinos em situação irregular, como ele, vão evitar estádios e eventos ligados á maior competição de futebol do planeta pelo receio com o endurecimento da política migratória do presidente Donald Trump e a atuação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O Equador está reduzindo os preços da cerveja em mais de 20% por meio de um corte temporário de impostos para angariar “apoio extra” para a seleção nacional de futebol durante a Copa do Mundo, disse o presidente Daniel Noboa.
O governo eliminará um imposto especial sobre cerveja e outras bebidas com teor alcoólico moderado até 19 de julho, disse Noboa em declarações divulgadas pelo jornal El Universo.
A Copa do Mundo da FIFA de 2026 começou na quinta-feira, com um jogo entre México e África do Sul. A seleção do Equador estreia no dia 14 de junho contra a Costa do Marfim, na Filadélfia. Noboa deve viajar para os Estados Unidos hoje e permanecer lá até a próxima segunda-feira, de acordo com um decreto executivo que não detalhou sua agenda.
Com quase três décadas de atuação, o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) foi o vencedor da categoria Mundo do Prêmio Faz Diferença 2025, cuja festa de premiação foi realizada na noite desta quinta-feira na Casa Firjan, no Rio de Janeiro. Os colunistas do GLOBO Ancelmo Gois e Míriam Leitão apresentaram a festa.
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A premiação consolida a trajetória do Cebri na promoção do debate sobre temas centrais da agenda internacional e a contribuição para aproximar o Brasil de discussões globais. A diretora-presidente do Cebri, Julia Dias Leire, e o presidente do Conselho Curador da instituição, José Pio Borges, receberam o prêmio da editora de Mundo, Leda Balbino, e do colunista Lauro Jardim.
— O Cebri foi criado há 28 anos sob a inspiração do nosso saudoso chanceler Luiz Fernando Lampreia, que percebeu a crescente inserção do Brasil no mundo e o papel de um think tank independente e apolítico para oferecer uma perspectiva brasileira sobre o Brasil no cenário internacional. — afirmou José Pio Borges. — Foram vários os percalços que enfrentamos, vários os lugares que ocupamos, mas essa premiação nesta noite também celebra nossa nova sede.
O Faz Diferença é uma realização do jornal O GLOBO, com patrocínio da Firjan SESI e apoio da Petrobras, Light e Naturgy.
A Casa Branca organizou, nesta quinta-feira (11), uma visita para a imprensa ao enorme ringue de luta conhecido como “The Claw”, que receberá uma luta do Ultimate Fighting Championship (UFC) no 80º aniversário do presidente Donald Trump.
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Os jornalistas, inclusive um repórter da AFP, tiveram acesso pela primeira vez à estrutura de 28 metros de altura (mais alta do que a própria Casa Branca), que os trabalhadores vêm construindo há várias semanas no histórico Jardim Sul.
No centro está o chamado “Octógono”, a arena octogonal onde 14 lutadores do UFC vão se enfrentar diante de Trump em um evento sem precedentes na noite do próximo domingo (14).
Empresas como a marca de cerveja Bud Light e o mercado de previsão Polymarket têm seus nomes estampados na estrutura acolchoada do ringue do torneio de 60 milhões de dólares (R$ 308,8 milhões na cotação atual).
Ao redor do octógono haverá assentos acolchoados pretos para 4.500 convidados, cada um com um aviso na parte de trás que diz: “Aviso: não suba na cadeira”, caso os espectadores se empolguem demais.
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Um enorme letreiro vermelho, branco e azul que diz “UFC Freedom 250” recebe os visitantes. Um logotipo similar aparece nas telas de vídeo fixadas na lateral da arena.
Trata-se de um lembrete de que o evento tem como objetivo dar início às celebrações do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, assim como o fato de que o UFC está financiando o custo do espetáculo.
Da parte de trás da estrutura, os jornalistas podiam ver barracas de cerveja que se estendiam até a fonte do Jardim Sul e banheiro químicos.
Atrás dela, há uma enorme estrutura instalada na Elipse, a área verde nos arredores do recinto, onde, segundo a Casa Branca, até 125 mil pessoas poderão assistir ao evento gratuitamente em telões gigantes.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou nesta quinta-feira o promotor federal de Nova York, Jay Clayton, como novo chefe da Inteligência Nacional, após receber críticas de integrantes de seu próprio partido por tentar colocar no cargo um aliado sem experiência na área. O líder americano havia designado interinamente para comandar os serviços de inteligência William “Bill” Pulte, um homem de sua confiança, mas sem experiência prévia em segurança nacional ou inteligência.
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Criado após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, o cargo de diretor de Inteligência Nacional está entre os mais poderosos do governo americano. O posto é responsável por coordenar o trabalho da Agência Central de Inteligência (CIA) e de diversas outras agências de inteligência dos EUA.
Pulte, que ocupava o cargo de diretor da Agência Federal de Financiamento da Habitação (FHFA, na sigla em inglês), havia sido nomeado para substituir Tulsi Gabbard, que renunciou ao cargo no fim de maio.
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“Tenho o prazer de anunciar a nomeação do altamente respeitado Jay Clayton (…) para ser o próximo diretor de Inteligência Nacional”, escreveu Trump nas redes sociais, ao mesmo tempo em que pediu ao Senado que confirme a indicação “o mais rápido possível”.
Ao anunciar a indicação, Trump afirmou que “poucas pessoas em toda a comunidade jurídica são tão respeitadas quanto Jay”.
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Antes de ser nomeado promotor federal do estado de Nova York, Clayton presidiu a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA durante o primeiro mandato de Trump.
A polêmica em torno de Pulte culminou nesta quinta-feira, quando a Câmara dos Representantes rejeitou uma prorrogação de três semanas de um importante programa de vigilância sem mandado judicial, em um gesto de protesto. A legislação expira à meia-noite de sexta-feira e, com o Congresso fora de sessão, será difícil aprovar uma nova extensão antes do prazo.
A votação fracassou em meio ao descontentamento com Pulte, acusado pelos democratas de utilizar bancos de dados governamentais para buscar informações prejudiciais sobre adversários políticos de Trump.
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Os democratas afirmaram que não apoiariam sequer uma renovação temporária do programa sem reformas que protegessem a privacidade dos americanos e sem que a promoção de Pulte fosse revertida.
Recentemente, Trump determinou que Pulte promovesse cortes de pessoal na comunidade de inteligência, argumentando que, por ocupar o cargo de forma interina e não depender da aprovação do Senado, ele estaria “menos limitado”.
A ex-diretora de Inteligência Nacional Tulsi Gabbard anunciou em maio que deixaria o cargo para cuidar do marido, que enfrenta um câncer. Inicialmente, sua saída estava prevista para 30 de junho, mas Trump antecipou a data para 19 de junho.
(Com AFP e New York Times)
Dezenas de manifestantes e policiais entraram em confronto nesta quinta-feira do lado de fora do Estádio Azteca, na Cidade do México, enquanto era disputada a primeira metade da partida de abertura da Copa do Mundo de 2026 no local, constataram jornalistas da AFP.
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Grupos de professores, familiares de desaparecidos e estudantes se concentraram desde cedo nos arredores do estádio, mas encontraram um forte esquema de segurança policial. No entanto, um grupo que exige justiça para pessoas desaparecidas removeu algumas barreiras que protegiam o perímetro do estádio e trocou agressões com os agentes que faziam a segurança do local durante o jogo entre México e África do Sul.
Armados com paus e bastões, alguns jovens quebraram os vidros de veículos da polícia, enquanto ao fundo era possível ver o Azteca, onde minutos antes o México havia marcado o primeiro gol da Copa do Mundo.
Em alguns momentos, os policiais lançaram gás para tentar dispersar os manifestantes, que corriam pelos arredores do estádio. Policiais montados também tentaram conter os protestos.
As manifestações lideradas desde a semana passada por uma ala dissidente do sindicato dos trabalhadores da educação chegaram a colocar em dúvida a abertura da Fan Fest da Fifa, instalada na emblemática Praça do Zócalo, onde também fica o Palácio Presidencial.
Apesar disso, milhares de torcedores conseguiram entrar na praça, em meio a empurrões e desorganização.

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