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Uma casa em estilo “hobbit”, com linhas curvas, telhado verde e vista privilegiada para o litoral do País de Gales, foi colocada à venda por £4,5 milhões, cerca de R$ 32,47 milhões. Localizada em uma posição elevada acima da praia de Pen-y-Cwm, dentro do Parque Nacional da Costa de Pembrokeshire, a propriedade ocupa uma área de cerca de 7,3 hectares e já foi eleita propriedade do ano, segundo anúncios imobiliários.
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Projetada pelo arquiteto britânico Tom Kinver, a residência de quatro quartos é comercializada pela Fine & Country, que descreve o imóvel como “uma oportunidade verdadeiramente rara de possuir um pedaço do paraíso galês”. A casa foi concebida para se integrar à paisagem, com entrada privativa sinuosa, interiores amplos e luminosos e vistas abertas para falésias, campos e o azul da Baía de St Brides.
Arquitetura integrada à paisagem natural
O projeto aposta em materiais naturais e em um desenho orgânico que reforça a sensação de refúgio. Por dentro, o hall de entrada com piso de porcelanato leva a uma cozinha e sala de jantar amplas, descritas como o coração da casa, além de uma sala de estar voltada para o mar, com lareira de destaque, estantes embutidas e iluminação pensada para obras de arte. O quarto principal, localizado em uma ala privativa, conta com banheiro exclusivo e vista para prados floridos e o oceano ao fundo.
Além do interior sofisticado, a área externa inclui jardins planejados para favorecer a vida selvagem, lagos, fontes, uma horta já estabelecida e espaços de lazer privativos, como um deck equipado com forno de pizza. De acordo com a Fine & Country, a proposta é oferecer “luxo tranquilo”, em harmonia com o entorno natural.
Apesar da aparência isolada, a propriedade — conhecida como Cwm Mawr — está longe de ser remota. As vilas costeiras de Newgale e Solva ficam nas proximidades, e a cidade mercantil de Haverfordwest, a cerca de oito quilômetros, concentra comércio, restaurantes e serviços. “É uma propriedade icônica e espetacular, com vistas insuperáveis. Não existe outra igual”, afirmou Nigel Salmon, da Fine & Country, em material de divulgação.
Inserida em um trecho tranquilo do litoral, a casa combina privacidade com acessibilidade e tem, à porta, algumas das mais belas rotas de caminhada do País de Gales, além de enseadas escondidas e promontórios naturais. Segundo o anúncio, o imóvel pode ser usado como residência permanente, refúgio de férias de alto padrão ou casa de temporada com potencial de geração de renda.
O vice-chanceler de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, afirmou que o país caribenho está pronto para dialogar com os EUA, mas que não irá discutir com Washington qualquer mudança no regime do país — em uma aparente delimitação da “linha vermelha” para Havana, em meio às pressões americanas. A declaração do diplomata cubano foi feita em entrevista à rede americana CNN, na qual reiterou acenos ao processo diplomático, que disse não ter sido iniciado, apesar de algumas “trocas de mensagem”.
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— Não estamos prontos para discutir nosso sistema constitucional, assim como supomos que os EUA não estejam prontos para discutir o seu, seu sistema político e sua realidade econômica — declarou o vice-chanceler durante a entrevista.
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O governo americano vem fechando o cerco ao regime comunista de Havana desde o começo do ano. Após a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, Trump cortou o fornecimento de petróleo da ilha, proveniente do país sul-americano, e prometeu impor sobretaxas econômicas a quem furasse o bloqueio, afirmando que Havana, localizada a poucos Km da Flórida, é uma ameaça à segurança nacional dos EUA.
Cuba, cuja rede de energia elétrica sofre cortes de fornecimento frequentes devido à infraestrutura antiga ou à escassez de combustível, é extremamente dependente do abastecimento externo para manter suas termelétricas ativas. Um corte de energia atingiu a cidade turística de Santiago, segunda maior do país. A pressão sobre o sistema elétrico é ainda mais relevante em meio a um inverno rigoroso, que fez Havana registrar uma temperatura negativa recorde de 0ºC.
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AFP
O bloqueio de combustíveis a Cuba é motivo de preocupação internacional. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou que o país corre o risco de sofrer um “colapso humanitário” se não importar petróleo para suprir suas necessidades.
Em meio às pressões, o governo de Havana tenta negociar. Ainda na segunda-feira, Cossío disse em entrevista à agência francesa AFP que há “comunicação” com Washington e os países já “trocaram mensagens”. Ele negou, porém, que haja um “um diálogo” estabelecido, contrariando afirmações de Trump no domingo e na segunda.
— Não existe um diálogo especificamente neste momento, mas sim houve troca de mensagens — disse o vice-chanceler na segunda. — Sim, é verdade que houve comunicação entre os dois governos.
Ainda de acordo com o diplomata, a ilha comunista busca um “diálogo que seja sério, responsável, baseado no direito internacional, no respeito à igualdade soberana de nossos Estados e que conduza a uma relação respeitosa entre os dois países”. (Com AFP)
Os pais de uma criança de dois anos que morreu após ser deixada sozinha dentro de um carro em Martha’s Vineyard, Massachusetts, nos Estados Unidos, entraram com uma ação civil contra a babá responsável pelo menino. Julie e Matthew Rodenbaugh, moradores de West Tisbury, acusam Aimee Cotton, de 41 anos, de negligência grave no episódio ocorrido em 13 de março de 2025, que resultou na morte de seu filho, Frank.
Segundo o processo apresentado em 28 de janeiro, Cotton teria deixado o menino por horas dentro do veículo, sem roupas adequadas, comida ou água. A criança desenvolveu hipotermia, foi levada às pressas ao hospital e morreu seis dias depois, após sofrer uma parada cardíaca. A ação também sustenta que a babá teria mentido aos socorristas sobre as circunstâncias do ocorrido, o que teria atrasado o atendimento médico.
Imagens contradizem versão apresentada à polícia
De acordo com um boletim de ocorrência obtido pelo The Boston Globe, Cotton afirmou inicialmente à polícia que deixou Frank e outra criança de 1 ano sob seus cuidados no carro por cerca de 15 minutos. No entanto, imagens de câmeras de segurança da residência da babá indicam que ela retornou para casa com as crianças às 9h22 daquele dia e, nas três horas seguintes, não foi vista se aproximando do veículo, nem houve qualquer movimentação de saída das crianças.
Ainda segundo a polícia, por volta das 12h15, as imagens mostram Cotton levando a criança de 1 ano para dentro da casa por cerca de dez minutos, antes de devolvê-la ao carro. Na sequência, ela teria passado cerca de uma hora transportando objetos da residência para o veículo. Os promotores afirmam que a ligação para o serviço de emergência foi feita às 13h16, quando Cotton relatou que Frank não estava respirando e apresentava coloração arroxeada.
Os socorristas encontraram a babá realizando manobras de reanimação cardiopulmonar, que depois foram assumidas pela polícia e pelo serviço médico de emergência de Oak Bluffs. Conforme o relatório policial, Cotton admitiu que deixou as crianças sem supervisão durante todo o período, enquanto realizava tarefas domésticas, como cozinhar, cuidar da higiene pessoal e organizar pertences do filho.
O documento aponta ainda que, durante o interrogatório, a babá demonstrou remorso em alguns momentos, mas também tentou justificar suas ações. No processo civil, os pais de Frank pedem indenizações compensatórias e punitivas, em valores não especificados, além de julgamento por júri.
No âmbito criminal, Cotton se declarou inocente, em outubro, das acusações de homicídio culposo e de colocar uma criança em perigo. Ela foi libertada sob fiança um dia após o ocorrido e tem nova audiência marcada para 18 de fevereiro.
Em meio a uma onda de expurgos de funcionários e generais acusados ​​de corrupção, as autoridades chinesas detiveram dois jornalistas investigativos — por escreverem sobre corrupção. O líder chinês, Xi Jinping, alertou, após assumir o poder em 2012, que a corrupção significaria “o fim do partido e o fim do Estado” se não fosse controlada. Desde então, ele tem liderado uma campanha de longa duração para erradicar o que considera funcionários e militares corruptos.
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Mas os alvos desse esforço, que se intensificou drasticamente no mês passado com a demissão de um general que só perdia para o Xi no comando militar, foram todos escolhidos pelo Partido Comunista Chinês, que deixa pouco espaço para investigações independentes por jornalistas ou outros.
Em um sinal de que o partido está determinado a manter seu monopólio sobre o policiamento de funcionários corruptos, um proeminente jornalista investigativo, Liu Hu , e um colega, Wu Yingjiao, foram detidos esta semana após publicarem um relato de corrupção oficial na província de Sichuan, no sudoeste do país.
A polícia de Chengdu, capital de Sichuan, afirmou em comunicado que um homem de 50 anos, de sobrenome Liu, e um homem de 34 anos, de sobrenome Wu, foram detidos sob suspeita de “fazer falsas acusações” e conduzir “operações comerciais ilegais”.
O advogado de Liu, Zhou Ze, confirmou as identidades dos dois homens detidos no aplicativo de mensagens WeChat. Ele escreveu que p visitou na quarta-feira em um centro de detenção em Chengdu, acrescentando que o processo contra seu cliente parecia basear-se unicamente no artigo que ele coescreveu com o Wu.
O artigo, publicado online dias antes da detenção dos homens, descrevia o que eles alegavam serem práticas abusivas e juridicamente questionáveis ​​de um funcionário local no condado de Pujiang, em Sichuan. Segundo eles, o funcionário tinha um longo histórico de confisco forçado de propriedades de empresários. O artigo foi posteriormente retirado do ar pela censura chinesa.
A detenção dos jornalistas ocorreu após um aviso por escrito enviado a Liu pela filial de Chengdu da Comissão de Inspeção Disciplinar, um órgão do partido responsável por investigar a corrupção, de que “denúncias contra funcionários públicos devem ser feitas por meio de canais legais e de maneira legal”.
Ele respondeu que “o artigo que publicamos abertamente não é uma reportagem nem uma denúncia, portanto não há necessidade de lembrá-lo”. O New York Times teve acesso a uma captura de tela das mensagens.
Os jornalistas investigativos da China já foram vozes raras de responsabilização e crítica em uma sociedade rigidamente controlada pelo partido, expondo escândalos como bebês que adoeciam por causa de fórmulas infantis contaminadas, prédios precários que desabavam após terremotos e esquemas de venda de sangue apoiados pelo governo.
Mas, sob o governo de Xi Jinping, essa cobertura independente praticamente desapareceu, restando apenas um punhado de jornalistas que lutam para ultrapassar os limites. As autoridades assediaram e prenderam dezenas de repórteres, e os veículos de comunicação reduziram drasticamente as reportagens aprofundadas. Os censores rotineiramente expurgam da internet notícias pessimistas sobre a situação da economia chinesa, enquanto os veículos de comunicação controlados pelo partido estão repletos de relatos otimistas sobre a vida sob o governo de Xi Jinping — e de reportagens depreciativas sobre a miséria da vida no Ocidente.
Liu trabalhou anteriormente para meios de comunicação apoiados pelo governo na província de Guangdong, no sul do país, como repórter investigativo, mas tornou-se freelancer após ser detido em Pequim em 2013. Naquela época, ele ficou preso por quase um ano, acusado de “provocar brigas e tumultos” e de “fabricar e espalhar boatos”.
Após sua libertação, seu trabalho como freelancer incluiu uma investigação sobre o caso de corrupção de Zhang Jiahui, vice-presidente do Tribunal Superior de Hainan, que mais tarde foi condenado a 18 anos de prisão. Ele também trabalhou em uma série de reportagens sobre empresários que foram presos injustamente como líderes de quadrilhas do crime organizado e cujos bens foram confiscados por governos locais ávidos por dinheiro. Em um desses casos, uma grave acusação contra um incorporador imobiliário de Sichuan, sobre a qual Liu havia escrito, foi retirada.
A organização Repórteres Sem Fronteiras, que luta pela liberdade de imprensa, denunciou a detenção de Liu e de seu colega, afirmando em um comunicado que isso “evidencia o quão restritiva e hostil a China se tornou em relação ao jornalismo independente”.
O texto acrescenta: “Sob a liderança de Xi Jinping, o controle sobre a cobertura jornalística se intensificou a níveis quase totalitários, com jornalistas independentes sendo tratados como uma ameaça ao Estado.”
Até mesmo um veículo de comunicação ligado ao governo da província chinesa de Shandong questionou as detenções, instando as autoridades a lidarem com o caso de forma justa. Em um editorial publicado na terça-feira, o veículo escreveu que “o silêncio não contribui para a solução de problemas”.
Questionado sobre as detenções em uma coletiva de imprensa em Pequim, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China disse: “A China é um país governado pela lei, e os órgãos judiciais chineses lidam com os casos de acordo com a lei. Todos são iguais perante a lei.”
Em entrevista ao The Times alguns anos após sua prisão anterior, Liu lamentou o espaço cada vez menor para jornalistas independentes. “Estamos quase extintos”, disse ele, “Não sobrou ninguém para revelar a verdade.”
Um grupo de turistas britânicos viveu momentos de pânico durante um safári na Tanzânia após um elefante avançar contra o caminhão em que eles estavam. As imagens, que circulam nas redes sociais, mostram o animal investindo repentinamente contra o veículo, quebrando uma das janelas e sacudindo a estrutura, enquanto gritos substituem as risadas que marcavam o início do passeio.
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No vídeo, que viralizou desde o dia 26 de janeiro, os visitantes observavam o elefante à distância quando o animal parte em direção ao caminhão. A câmera perde o foco no auge da confusão, e um dos turistas afirma estar sangrando em razão dos estilhaços de vidro espalhados pelos bancos e pelo chão. Em meio ao caos, uma mulher reage com calma inesperada ao dizer que não havia percebido o ataque, enquanto outros pedem ao motorista que acelere para deixar o local.
Veja o momento:
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Risco da interação inadequada com a vida selvagem
O veículo conseguiu se afastar em alta velocidade e não há registro de feridos graves. Especialistas em turismo de natureza ressaltam que elefantes podem reagir de forma agressiva quando se sentem ameaçados ou estressados, sobretudo diante de aproximações indevidas, ruídos ou movimentos bruscos, reforçando a importância de seguir protocolos rígidos em áreas de conservação.
O episódio ocorre poucas semanas depois de um caso semelhante no Sri Lanka. Em janeiro, um elefante selvagem atacou o carro de uma família de turistas russos após um dos ocupantes tentar oferecer comida ao animal. O elefante, com cerca de três toneladas, sacudiu violentamente o veículo, quase o capotou e chegou a arrancar uma das portas com a tromba, em busca de mais alimentos.
Imagens do ataque circulam nas redes sociais
Reprodução/Redes sociais/Facebook
Segundo relatos, dois membros da família fugiram pelo lado oposto do carro, incluindo um menino de 11 anos que escapou descalço. O ataque só cessou quando outro veículo turístico se aproximou, acionou a buzina e um disparo de advertência foi ouvido. Abalada, a turista Liliya Mikhailovskaya, de Kazan, afirmou que o grupo “quase perdeu a vida” e que a experiência jamais será esquecida.
Autoridades e operadores de safári reforçam que alimentar animais selvagens é proibido e perigoso, além de alterar o comportamento natural da fauna. Casos como os da Tanzânia e do Sri Lanka evidenciam os riscos de ignorar essas regras e a necessidade de educação ambiental para turistas em destinos de vida selvagem.
A rainha Máxima, dos Países Baixos, alistou-se no Exército holandês como reservista em um momento em que países de toda a Europa procuram fortalecer suas Forças Armadas e diminuir a dependência militar do continente em relação aos Estados Unidos. A mulher de 54 anos decidiu se alistar porque “a segurança não pode mais ser dada como garantida”, informou a Casa Real dos Países Baixos em comunicado divulgado nesta quarta-feira.
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Na Europa, governos aceleram iniciativas para reforçar suas capacidades de defesa. Os Estados Unidos têm pressionado aliados a assumir parcela maior do custo de sua própria proteção, e diversos países prometeram ampliar significativamente os gastos militares. Parte das lideranças europeias também passou a defender forças armadas maiores e mais integradas no âmbito da União Europeia.
O movimento da família real holandesa para enfatizar o serviço militar — e a necessidade de prontidão em um cenário geopolítico considerado tenso — não é isolado.
Entre casas reais europeias, o treinamento militar é comum, embora normalmente ocorra mais cedo na vida. A princesa Ingrid Alexandra, da Noruega, concluiu recentemente 15 meses de serviço. A princesa Elisabeth, da Bélgica, terminou em 2021 um ano de formação em Ciências Sociais e Militares na Academia Real Militar belga. Integrantes da família real britânica também já serviram às Forças Armadas.
Na Espanha, a princesa Leonor ingressou na Academia Geral do Ar e do Espaço e, no ano passado, realizou seu primeiro voo militar solo.
Máxima não é a única integrante da realeza holandesa a aderir recentemente ao Exército. No mês passado, sua filha, a princesa Catharina-Amalia, foi promovida a cabo após concluir o treinamento militar.
Tiro, escalada e marcha
A rainha recebeu a patente de soldado e iniciou o treinamento na quarta-feira. Imagens divulgadas pela Casa Real mostram-na praticando tiro com pistola, escalando corda e marchando em formação.
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Após concluir o treinamento, Máxima deverá ser promovida a tenente-coronel. Reservistas atuam nas Forças Armadas em regime de meio período, geralmente conciliando a função com atividades civis ou estudos, e podem ser mobilizados quando necessário, em qualquer ramo militar.
Assim como outros países europeus, os Países Baixos buscam expandir suas capacidades militares diante da ameaça percebida da Rússia e do objetivo de maior autonomia em defesa.
Os três partidos que devem liderar o país após as eleições recentes concordam com essa diretriz. “Não aceitamos permanecer dependentes de outros para nossa proteção”, afirmaram no acordo de coalizão.
O plano de governo prevê elevar os gastos militares para 3,5% do Produto Interno Bruto até 2035, acima dos 1,9% registrados em 2024. A proposta também inclui ampliar o efetivo das Forças Armadas para pelo menos 122 mil pessoas, ante menos de 80 mil atualmente.
Para estimular o interesse de jovens holandeses pela carreira militar, o futuro governo pretende exigir que todos os cidadãos de 17 anos respondam a um questionário sobre a possibilidade de trabalhar nas Forças Armadas.
“Se isso não produzir resultados suficientes, consideraremos outras medidas, como a reintrodução do serviço militar seletivo”, diz o acordo.
Um idoso de 71 anos que confessou falsamente ter assassinado o ativista conservador Charlie Kirk, morto a tiros em setembro em Utah, foi condenado nos Estados Unidos por obstrução da Justiça e por crimes de exploração sexual de menor, segundo autoridades locais. A Justiça estadual fixou penas que podem chegar a 15 anos de prisão para George Zinn, enquanto o verdadeiro suspeito responde por homicídio qualificado.
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Nos momentos frenéticos após o ativista conservador Charlie Kirk ter sido baleado fatalmente em setembro, em Utah, o homem se aproximou de um detetive e começou a gritar, segundo as autoridades: “Fui eu que atirei nele, agora atire em mim”.
Ele foi brevemente detido para interrogatório, mas a polícia posteriormente determinou que ele não havia participado da morte de Kirk. Em vez disso, ele disse às autoridades que havia confessado falsamente para ajudar o verdadeiro assassino a escapar.
Zinn se declarou inocente da acusação de obstrução da Justiça e pode pegar até cinco anos de prisão por essa acusação, um crime de terceiro grau, além de até 15 anos por acusações de exploração sexual de menor que surgiram da investigação sobre sua falsa confissão. As autoridades afirmaram que ele tentou prejudicar a investigação e atrasou a busca pelo verdadeiro assassino de Kirk.
A defesa do acusado não comentou a decisão.
Abuso sexual infantil
Zinn foi preso poucos minutos após o tiroteio e repetidamente disse às autoridades que havia matado Kirk, de acordo com documentos judiciais. Ele não estava com uma arma no momento da prisão e, quando os agentes perguntaram sobre a localização da arma usada no tiroteio, Zinn respondeu: “Não vou dizer onde ela está”.
Depois de ser levado sob custódia, Zinn reclamou de dor no peito e foi encaminhado a um hospital, onde um agente da Universidade Utah Valley, em Orem, o monitorou por várias horas.
Zinn disse ao agente que estava feliz por ter assumido a responsabilidade pelo tiroteio contra Kirk “para que o verdadeiro suspeito pudesse escapar”, segundo documentos judiciais. Ele também afirmou que queria ser um mártir por Kirk.
Durante a investigação, as autoridades perguntaram a Zinn se encontrariam algo ilegal caso revistassem seu celular. Ele respondeu que havia usado o aparelho para visualizar material de abuso sexual infantil.
A polícia obteve um mandado para revistar o dispositivo e descobriu que Zinn havia enviado imagens de abuso sexual infantil. Ele então se declarou culpado de duas acusações de exploração sexual de menor, ambas crimes de segundo grau.
O juiz Thomas Low, do Tribunal do 4º Distrito em Provo, Utah, condenou Zinn na semana passada a até 15 anos de prisão por cada acusação de exploração sexual e a até cinco anos de prisão pela acusação de obstrução. Zinn cumprirá as penas de forma simultânea.
Juízes em Utah sugerem uma faixa de tempo de prisão para os condenados, em vez de uma sentença fixa. O Conselho de Liberdade Condicional de Utah determinará a sentença final de Zinn nas próximas semanas.
Assassinato de Charlie Kirk
Kirk, que liderava o grupo de direita Turning Point USA e era um aliado próximo do presidente Donald Trump, foi baleado fatalmente no pescoço em 10 de setembro, durante um evento de discurso na Universidade Utah Valley.
Charlie Kirk
Reprodução
Vídeos publicados nas redes sociais após o assassinato de Kirk mostraram policiais escoltando Zinn para fora do local enquanto alguns dos 3 mil participantes do evento gritavam contra ele. Várias pessoas na multidão xingaram e fizeram ameaças verbais a Zinn, segundo documentos judiciais.
Zinn, um agitador político, tem um longo histórico criminal em Utah que remonta a três décadas e inclui acusações de contravenção, como conduta desordeira, urinar em público e invasão criminosa em uma instituição de ensino superior.
As autoridades prenderam Tyler Robinson, 22 anos, em 11 de setembro, em conexão com a morte de Kirk, após ele se entregar em um escritório do xerife em St. George, Utah.
Desde então, Robinson foi acusado de sete crimes estaduais, incluindo homicídio qualificado. Promotores disseram que buscarão a pena de morte em seu caso.
Um antigo laboratório do Ministério da Defesa do Reino Unido, onde foram conduzidas as primeiras pesquisas que levaram à bomba atômica britânica, começou a ser demolido para dar lugar a um grande empreendimento habitacional. Localizado em Fort Halstead, no condado de Kent, o complexo passa por um processo de limpeza e reurbanização que deve se estender por mais de seis anos e abrir caminho para a construção de 635 novas casas.
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Segundo o site Kent Online, as escavadeiras já entraram em ação após anos de planejamento para a revitalização da área, que abrigou instalações do Ministério da Defesa e da empresa de tecnologia QinetiQ. Apesar do início das obras, a demolição do vasto conjunto de prédios ainda não foi concluída.
De fortificação militar a centro científico estratégico
Criado no fim do século XIX, o Fort Halstead ganhou relevância nacional no início do século XX, quando passou a sediar laboratórios dedicados à análise de munições e ao desenvolvimento de armamentos cada vez mais sofisticados. Na década de 1930, esteve envolvido em pesquisas sobre foguetes e mísseis antiaéreos e, no pós-guerra, contribuiu para os primeiros estudos britânicos sobre armas nucleares, no final dos anos 1940.
Nas décadas mais recentes, o local funcionou como um centro de ciência e tecnologia de defesa altamente protegido, conhecido por sua atuação em explosivos forenses. Especialistas do Fort Halstead analisaram evidências de grandes atentados, como o ataque ao voo 103 da Pan Am, em Lockerbie, em 1988, e os ataques ao metrô de Londres, em 2005.
Em seu auge, o complexo chegou a empregar mais de 1.300 pessoas. Agora, após anos de pesquisa mantida sob sigilo, inicia uma transição gradual para um novo uso civil.
William Walsh, diretor-geral da construtora Barratt David Wilson Kent, afirmou que não há motivo para preocupação por parte dos futuros moradores. Segundo ele, a empresa trabalha em conjunto com autoridades e prestadores de serviços para garantir que a área tenha infraestrutura adequada. Walsh disse ainda que o projeto buscará preservar a memória do local. “Estamos tentando incorporar a história daquilo que estamos herdando”, afirmou, citando a criação de roteiros históricos, a preservação de alguns edifícios e a instalação de um centro histórico.
A transformação de Fort Halstead ocorre em paralelo a outras reconversões de áreas militares no Reino Unido. A antiga base aérea da RAF Scampton, ligada aos Dambusters, também passa por demolições e deve receber habitações e usos comerciais. Em Bordon Garrison, grande parte da antiga cidade militar já foi substituída por milhares de novas casas, enquanto Catterick Garrison avança em planos de regeneração de longo prazo, com a remoção de terrenos e edifícios excedentes.
Jasmin, 36 anos, e Elizabeth Ramos, 38, foram encontradas vivas e bem em agosto de 2024 no Condado de Ventura, Califórnia, vivendo sob nomes diferentes. As irmãs haviam sido acolhidas por pais adotivos que não tinham conhecimento do desaparecimento, após serem abandonadas em um parque em Oxnard dois dias depois da morte da mãe, Marina Ramos.
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Marina Ramos foi assassinada em 12 de dezembro de 1989, esfaqueada e deixada nua no deserto do Condado de Mohave, cerca de 80 quilômetros ao sul de Las Vegas. Na época, os esforços para identificar a vítima ou localizar suspeitos foram infrutíferos. Em fevereiro de 2022, a Unidade de Investigações Especiais (SIU) recuperou impressões digitais da vítima e as enviou ao NamUs e ao FBI, que confirmaram a correspondência com Maria Ortiz, um pseudônimo usado por Marina.
Após identificar a mãe, os detetives iniciaram a busca pelas filhas, que estavam sob sua guarda no momento do crime. Durante dois anos, a SIU divulgou comunicados de imprensa, postagens em redes sociais e entrevistas em televisão pedindo informações sobre as meninas desaparecidas. Familiares forneceram amostras de DNA que foram inseridas no CODIS e analisadas por genealogistas forenses.
Abandono e adoção das meninas
Investigadores descobriram que Jasmin e Elizabeth foram deixadas em um banheiro feminino de um parque em Oxnard em 14 de dezembro de 1989. Uma testemunha ouviu crianças chorando e alertou outra mulher, que encontrou as meninas deitadas no chão molhado, sem nenhum adulto por perto. As crianças foram levadas à delegacia e colocadas sob a custódia do Serviço de Proteção à Criança, antes de serem adotadas por um casal no Condado de Ventura.
Em 27 de agosto de 2025, a análise de DNA confirmou que as mulheres localizadas eram, de fato, Jasmin e Elizabeth. Durante conversas com os investigadores, as irmãs detalharam que foram abandonadas no parque e compartilharam artigos de jornal e fotos do incidente, corroborando a história.
Embora as filhas tenham sido localizadas, a investigação sobre os suspeitos do homicídio de Marina continua. Testemunhas relataram ter visto uma mulher e dois homens com as crianças no parque, dirigindo uma mini caminhonete preta. O Gabinete do Xerife do Condado de Mohave reforça que qualquer informação relevante deve ser comunicada.
O governo dos Estados Unidos divulgou nesta quarta-feira fotografias inéditas que mostram o corpo de Jeffrey Epstein sem camisa, vestido apenas com calças laranja de presidiário, com a mandíbula amarrada após a morte e sinais visíveis de ferimentos no pescoço.
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Os documentos divulgados pelo Departamento de Justiça contêm mais de 20 fotos do corpo do financista acusado de tráfico sexual e pedofilia, encontrado em sua cela em uma prisão de Nova York. O tribunal considerou a morte um suicídio, mas, mesmo assim, proliferaram teorias da conspiração em torno dela.
As imagens são chocantes e mostram Epstein deitado em uma maca enquanto outra pessoa usando luvas cirúrgicas pressiona seu peito numa aparente tentativa de reanimá-lo.
Essas imagens estão entre os milhões de documentos divulgados na última sexta-feira pelo Departamento de Justiça dos EUA, na mais recente liberação dos arquivos de Epstein.
Entre os arquivos está o documento contendo o último testamento do ex-financista, assinado dois dias antes de sua morte. Epstein queria que toda a sua fortuna, aproximadamente US$ 100 milhões, fosse para sua então namorada, Karyna Shuliak, a quem ele também planejava dar um diamante de 33 quilates.
O arquivo, chamado “1953 Trust”, em referência ao seu ano de nascimento, menciona outras 40 pessoas como possíveis beneficiárias de sua fortuna.
Tentativa de ressuscitar Epstein
Reprodução/BBC
O milionário condenado por crimes sexuais foi encontrado morto em sua cela em 10 de agosto de 2019. Ele estava detido no Centro Correcional Metropolitano de Nova York, acusado de tráfico sexual e conspiração para julgamento.
O relatório recém-divulgado pelo FBI, intitulado “Investigação sobre a Morte de Jeffrey Epstein “, parece ser uma investigação conduzida pelo escritório da agência em Nova York. O relatório de 23 páginas está marcado como “não classificado” em todas as páginas.
Os documentos sem censura, analisados ​​pela BBC Verify, que optou por não exibir as fotos em detalhes, mostram closes do pescoço de Epstein e sinais visíveis de ferimentos. Eles também contêm dados da autópsia e um relatório psicológico sobre sua saúde mental nos dias que antecederam seu suicídio.
Diversas fotos mostram Epstein deitado em uma maca enquanto paramédicos tentam reanimá-lo. Elas são datadas de 10 de agosto de 2019 e correspondem às 6h49 da manhã, horário local, cerca de 16 minutos depois de ele ter sido encontrado inconsciente em sua cela. O local onde as fotos foram tiradas é desconhecido, mas Epstein foi levado a um hospital próximo às 6h39 da manhã, onde foi declarado morto, o que sugere que as fotos foram tiradas lá.
Outras três fotos contêm anotações indicando que foram tiradas em um hospital. Elas mostram um close de seu rosto e uma lesão visível em seu pescoço. O nome de Epstein aparece em todas as fotos, mas seu primeiro nome está grafado incorretamente como “Jeffery” em vez de “Jeffrey” em algumas imagens.
A BBC Verify realizou buscas reversas de imagens das fotos recentemente divulgadas do corpo de Epstein e não encontrou nenhuma versão anterior publicada online antes de 30 de janeiro. Material adicional corroborando o caso também foi encontrado nos arquivos, incluindo um relatório de autópsia de 89 páginas sobre Epstein, arquivado pelo Departamento de Justiça e pelo Gabinete do Médico Legista Chefe (OCME) em Nova York, e e-mails do escritório do FBI em Nova York contendo as mesmas imagens editadas.
Como morreu o financista
Partes do relatório da autópsia de Epstein, elaborado pelo OCME (Escritório do Médico Legista Chefe), também constam no relatório, incluindo exames de imagem que mostram duas fraturas na cartilagem tireoide do pescoço de Epstein.
O relatório do FBI inclui um cronograma de seis páginas sobre a detenção de Epstein no Centro Correcional Metropolitano de Nova York, desde sua prisão por acusações federais de tráfico sexual em 6 de julho de 2019 até sua morte.
O documento revela que Epstein foi colocado sob vigilância para prevenção de suicídio após uma tentativa de suicídio em 23 de julho de 2019. Epstein acusou seu companheiro de cela, Nicholas Tartaglione, um ex-policial acusado de assassinato, de tentar matá-lo naquela ocasião.
Em uma consulta com um psicólogo no dia seguinte, Epstein afirmou que não tinha interesse em cometer suicídio e que seria uma loucura tirar a própria vida, segundo o documento. Em 25 de julho, ele declarou que estava “muito empenhado em lutar pelo meu caso; tenho uma vida e quero vivê-la novamente”, de acordo com o relatório do psicólogo.
Outros documentos divulgados pelo Departamento de Justiça mostram que o diretor da prisão havia desaconselhado manter Epstein sozinho e enfatizado a necessidade de “verificações a cada 30 minutos” em sua cela e “rondas sem aviso prévio”.
O companheiro de cela de Epstein foi liberto um dia antes de sua morte. Na noite de 9 de agosto, os guardas prisionais também não realizaram as rondas programadas para as 3h e 5h da manhã, de acordo com os registros da prisão, e o sistema de câmeras da unidade também estava fora de serviço. Seu corpo foi descoberto durante uma ronda matinal realizada por funcionários.
Uma segunda versão, editada do mesmo relatório do FBI, com apenas 17 páginas, também foi divulgada como parte dos arquivos de Epstein. Ela não inclui o relatório do psicólogo nem a cronologia da prisão, e as imagens no arquivo foram censuradas. Não está claro por que ambas as versões, editada e não editada, do relatório foram incluídas nos arquivos.

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