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A polícia alemã deteve um menino de 12 anos por suspeita de envolvimento no assassinato de um adolescente de 14 na cidade de Dormagen, na Alemanha. O corpo da vítima, identificada como Yosef, um jovem eritreu, foi encontrado em um lago da região. As investigações estão em andamento.
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Segundo o site alemão Bild, os investigadores acreditam que o crime foi planejado e executado por uma única pessoa. O corpo do adolescente de 14 anos foi encontrado na semana passada, e apresentava cortes e marcas de ferimentos possivelmente causados por faca.
Yosef foi visto com vida pela última vez por volta do meio-dia de 28 de janeiro. Às 17h, o corpo foi encontrado por uma pessoa que passava pela localidade. Relatos de repórteres que conversaram com a mãe do adolescente apontam que ele teria saído apenas rapidamente para ir ao clube local de tiro esportivo.
No trabalho investigativo, peritos buscaram e preservaram cuidadosamente vestígios no local onde o corpo foi encontrado, tanto durante a noite quanto no dia seguinte. Até aquele momento, não havia indícios de motivação racista ou de extrema direita, conforme afirmou a promotora responsável.
Anteriormente, os investigadores já tratavam o caso como possível homicídio e haviam solicitado ajuda da população.
O Ministério Público de Düsseldorf e a cidade de Dormagen ofereceram recompensas de 5 mil euros cada por informações decisivas sobre o caso.
Yosef era originário da Eritreia e vivia desde 2018 em Dormagen, em uma acomodação municipal. Ele frequentava uma escola local, estava plenamente integrado à sociedade da cidade e participava de um clube de futebol.
“Yosef era um menino extremamente querido, muito valorizado não apenas no clube, mas em toda a comunidade. Seu sorriso radiante e seu espírito de equipe excepcional fizeram dele um membro valioso do nosso clube”, publicaram.
A repercussão do caso mobilizou a cidade. Cerca de 2 mil pessoas participaram, no fim de semana anterior, de uma marcha fúnebre em homenagem ao adolescente assassinado.
As operações militares dos Estados Unidos no Caribe e no Pacífico Leste, conduzidas sob o argumento de uma guerra contra o narcotráfico, já resultaram na morte de ao menos 128 pessoas desde setembro de 2025. O número foi atualizado após um novo ataque a uma embarcação no Pacífico Leste, no qual dois suspeitos de tráfico de drogas foram mortos, segundo as Forças Armadas norte-americanas.
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De acordo com comunicado do Comando Sul dos EUA, “informações de inteligência confirmaram que a embarcação estava navegando por rotas conhecidas de tráfico de drogas no Pacífico Leste e estava envolvida em operações de narcotráfico”. O órgão acrescentou que nenhum militar americano ficou ferido na ação.
Expansão das operações e questionamentos
Desde o início da campanha, as Forças Armadas dos EUA realizaram dezenas de ataques contra embarcações que, segundo Washington, seriam usadas para o contrabando de drogas com destino aos Estados Unidos. Autoridades norte-americanas afirmam estar em guerra contra supostos “narcoterroristas” que operariam a partir da Venezuela, mas não apresentaram provas definitivas que vinculem as embarcações atingidas ao tráfico.
A falta de evidências públicas alimentou um debate sobre a legalidade das operações, que inicialmente se concentravam no Caribe e, mais recentemente, se estenderam ao Pacífico. No fim de janeiro, outro ataque no Pacífico Oriental já havia resultado na morte de dois suspeitos, também classificados como traficantes.
Na semana passada, familiares de dois cidadãos de Trinidad e Tobago mortos no ano passado em uma dessas ações ingressaram com um processo por homicídio culposo contra o governo dos Estados Unidos. Trata-se da primeira ação judicial do tipo movida contra o governo Trump em razão dos ataques com mísseis realizados no Caribe e no Pacífico.
EUA e Irã iniciaram negociações diplomáticas indiretas em Mascate, capital de Omã, nesta sexta-feira, no primeiro contato de alto nível desde que Washington bombardeou o território iraniano em junho. O objetivo do novo processo de diálogo é discutir o programa nuclear e as capacidades militares do Irã, em uma tentativa de impedir um novo conflito diante de ameaças proferidas pelo presidente americano, Donald Trump.
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O processo começou com reuniões separadas lideradas pelo ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr bin Hamad al-Busaidi, respectivamente, com a delegação americana — chefiada pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e o genro do presidente Donald Trump, Jared Kushner — e a parte iraniana — que é liderada pelo chanceler Abbas Araghchi. Em um comunicado, a diplomacia do mediador árabe afirmou que os encontros se concentraram “na preparação das condições adequadas para a retomada das negociações diplomáticas e técnicas”.
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Há mais de um mês, Trump ameaça atacar o Irã. A escalada começou quando o presidente americano alertou que atacaria a nação persa se regime matasse manifestantes pacíficos, enquanto protestos de massa antigovernamentais varriam o país. A repressão matou milhares de pessoas, segundo ONGs de direitos humanos, mas o republicano não voltou a falar sobre os protestos nas últimas semanas.
Enviando para a região o que descreveu como uma “Armada” — uma frota naval liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln —, Trump afirmou que atacaria o Irã “com rapidez e violência” se o país não aceitar três exigências: encerrar seu programa nuclear e descartar seu estoque de urânio, reduzir seu arsenal de mísseis balísticos e acabar com seu apoio a grupos militantes em toda a região. O Irã ameaçou uma retaliação feroz contra alvos militares dos EUA em toda a região e contra Israel, e diversas milícias apoiadas por Teerã prometeram se juntar ao combate.
Temendo que conversas sobre os mísseis e os aliados regionais do Irã causem retaliação imediata, outros países da região pressionaram para que a reunião se concentre no programa nuclear iraniano, disseram dois diplomatas do Oriente Médio. Alguns vizinhos do Irã propuseram limitar o país a capacidades mínimas de enriquecimento, provavelmente 3% ou menos.
Jared Kushner (genro de Trump) e Steve Witkoff (enviado especial dos EUA) em foto com o chanceler de Omã, Badr bin Hamad al-Busaidi
Ministério das Relações Exteriores de Omã/AFP
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Isso seria suficiente para o Irã “salvar as aparências” diante da exigência de Trump de enriquecimento zero, disseram eles, mas na prática resultaria no mesmo efeito — mantendo distante do percentual de 90% necessário para a maioria das armas nucleares.
Três autoridades iranianas disseram que Teerã também estaria disposta a oferecer uma suspensão de longo prazo de seu programa nuclear. Em troca, esperariam que Washington suspendesse as sanções de longa data que contribuíram para a queda da economia iraniana.
Na quinta-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, antecipou que Washington pretende alcançar uma “capacidade nuclear zero” para o Irã, advertindo que Trump tem “muitas opções à sua disposição além da diplomacia”.
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Em uma declaração antes do início das negociações, Araghchi afirmou que o Irã está pronto para defender sua “soberania e segurança diante de qualquer aventureirismo ou exigências excessivas”. Também apontou que a diplomacia iraniana entra no processo “de olhos bem abertos”, com a memória dos ataques do ano passado em mente. Apesar disso, pontuou que o país participa das negociações “de boa-fé”.
“Os compromissos devem ser honrados. Igualdade, respeito mútuo e interesse recíproco não são apenas retórica; são essenciais e constituem os pilares de um acordo duradouro”, disse em uma declaração publicada no X.
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Alerta regional
Em janeiro, líderes regionais convenceram Trump a adiar planos de atacar o Irã. Enquanto ele ordenava um envio militar no final do mês, eles iniciaram uma nova rodada de diplomacia intensiva para realizar conversas que pudessem encerrar o impasse.
Os esforços para fazer os dois lados concordarem sobre o local do encontro — quanto mais sobre o que negociarão — têm sido tensos. Inicialmente, as conversas de sexta-feira seriam realizadas em Istambul e contariam com a presença de altos funcionários da Turquia, Egito, Catar e Arábia Saudita.
Autoridades iranianas desistiram desse plano, citando preocupações de que estivessem sendo encurraladas em uma negociação com toda a região. Em vez disso, foram planejadas as conversas menores em Omã.
Contudo, três autoridades regionais disseram que estão lutando para ver um caminho a seguir nas exigências dos EUA além da questão nuclear. O Irã é irredutível quanto a não fazer concessões em seus mísseis balísticos, vendo-os como fundamentais para sua defesa contra Israel no caso de ataques futuros, disseram as autoridades.
Duas dessas autoridades afirmaram que seria extremamente difícil concordar com um mecanismo para monitorar de forma eficaz se o Irã continua enviando dinheiro ou armas para milícias aliadas na região.
A guerra de 12 dias que Israel lançou contra o Irã em junho passado, que contou brevemente com a participação de aviões de guerra dos EUA, castigou as instalações nucleares e militares do Irã. Mas as autoridades israelenses ainda estão preocupadas com os mísseis de longo alcance de Teerã e têm pressionado repetidamente Washington por restrições.
Na quarta-feira, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que as conversas precisam incluir mísseis balísticos, as milícias aliadas do Irã e o tratamento do país com seu próprio povo “para que as negociações realmente levem a algo significativo”. (Com NYT e AFP)
Fevereiro marca um momento de despedida para os observadores do céu. Saturno, o icônico planeta dos anéis, deixa de ser visível no céu vespertino e desaparece gradualmente no clarão do Sol ao longo do mês. O fenômeno ocorre porque Saturno se aproxima visualmente do Sol no céu, entrando em conjunção e tornando-se impossível de ser observado a olho nu ou com telescópios.
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À medida que o planeta se põe cada vez mais cedo, sua luz acaba ofuscada pelo brilho solar no horizonte oeste. A conjunção marca um período de “invisibilidade” temporária: Saturno só voltará a aparecer semanas depois, desta vez no céu da manhã, pouco antes do nascer do Sol.
Para compensar a ausência do senhor dos anéis, Júpiter continua como o grande destaque astronômico do mês. O maior planeta do Sistema Solar permanece visível durante praticamente toda a noite, oferecendo excelentes condições para observação, especialmente com telescópios, que permitem ver suas principais luas e faixas atmosféricas.
Além da despedida de Saturno, fevereiro traz outros eventos astronômicos relevantes:
11 de fevereiro – Encontro em Escorpião
Durante a madrugada, a Lua minguante aparece na constelação do Escorpião, muito próxima de Antares, a gigante vermelha mais brilhante da constelação. O fenômeno pode ser observado a partir da 1h.
17 de fevereiro – Eclipse anular do Sol
Um eclipse solar anular ocorre quando a Lua não cobre totalmente o disco solar, formando o chamado “anel de fogo”. Desta vez, o espetáculo será visível apenas da Antártida.
19 de fevereiro – A hora de Mercúrio
Considerado o planeta mais difícil de observar a olho nu, Mercúrio atinge uma de suas melhores posições no céu ao se afastar do Sol. A recomendação é olhar para o horizonte oeste pouco antes do entardecer.
23 de fevereiro – A Lua visita as Plêiades
A Lua crescente se posiciona ao lado das Plêiades, um dos aglomerados estelares mais bonitos e facilmente visíveis sem instrumentos.
Uma mulher de Las Vegas acusa policiais de serem responsáveis pela morte de seu filho de três anos durante uma ação policial desencadeada por uma ocorrência de violência doméstica que evoluiu para uma situação de reféns. Raneka Pate, de 28 anos, afirma que tanto o menino, Kentre Baker, quanto o pai da criança, Quinton Baker, morreram após disparos feitos por agentes da polícia metropolitana da cidade.
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Segundo Pate, ela ligou para a emergência na madrugada desta terça-feira (3) após uma discussão doméstica. “Eu só chamo a polícia quando sinto que minha vida está em perigo, e eu senti que minha vida estava em perigo. Não só a minha vida, como a do meu filho também”, disse ela à emissora 8 News Now. A mãe relatou ainda ter pedido aos policiais que evitassem o uso de força letal, descrevendo Baker como “muito agitado”, conforme informou o canal Local 12.
Abordagem policial e versões conflitantes
De acordo com comunicado do Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas (LVMPD), por volta de 1h da manhã Baker efetuou disparos no estacionamento do condomínio Parkside Villa Apartment Homes e, em seguida, entrou no prédio. A polícia afirmou que ele saiu do imóvel carregando o filho nos braços e apontando uma arma para a cabeça da criança, tendo ignorado ordens para se render pacificamente. Diante da aproximação, os agentes abriram fogo; pai e filho morreram.
A versão é contestada por Pate, que afirmou ao Las Vegas Review-Journal ter presenciado os últimos momentos dos dois. “Eu testemunhei os últimos momentos deles. E toda a minha família me foi tirada num instante”, declarou. Segundo ela, Baker teria deixado a arma dentro do apartamento e ambos foram atingidos por tiros disparados pelos policiais. A mãe também disse acreditar que o filho morreu ainda no estacionamento, antes da chegada dos paramédicos, e relatou que permaneceu detida dentro de uma viatura durante todo o episódio.
Baker morreu no local. Kentre foi levado ao Centro Médico da Universidade, onde teve a morte confirmada. A polícia sustenta que foi o pai quem atirou na criança, versão que Pate rejeita. “Eles estão tentando minimizar os danos, mas eles pagarão pela morte do meu filho”, afirmou ao Review-Journal. Ela também solicitou acesso às imagens das câmeras corporais dos agentes, segundo a emissora KSNV. “Eu sei o que vi”, disse.
Os policiais envolvidos no tiroteio foram identificados como Jonathon Lo, de 39 anos, integrante da corporação desde 2019, e Damon O’Donnell, de 26 anos, que ingressou em 2024. Ambos foram colocados em licença administrativa remunerada enquanto o LVMPD conduz a investigação interna sobre o caso.
Um respeitado cirurgião do estado do Texas, nos Estados Unidos, é acusado de manipular prontuários médicos de alguns de seus pacientes para torná-los inelegíveis a doações de órgãos, anunciaram promotores federais nesta quinta-feira. As investigações tiveram início há quase dois anos.
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A denúncia, apresentada no mês passado, acusa o cirurgião John Stevenson Bynon Jr., de 66 anos, de fazer declarações falsas nos prontuários médicos de cinco pacientes entre fevereiro de 2023 e março de 2024. Segundo o Escritório do Procurador dos Estados Unidos para o Distrito Sul do Texas, as informações teriam impedido que os pacientes recebessem doações de fígado por meses, sem que soubessem.
À época, Bynon era diretor de transplante de órgãos abdominais e diretor cirúrgico de transplante de fígado no Memorial Hermann-Texas Medical Center, em Houston, conforme o documento.
Dos cinco pacientes listados na denúncia, três morreram. Os outros dois receberam transplantes de fígado em hospitais diferentes.
Bynon compareceu na quinta-feira a um tribunal federal no centro de Houston, onde se declarou inocente de cinco acusações de fazer declarações falsas em assuntos de saúde, disse Samy Khalil, advogado do médico.
‘Pacientes vulneráveis’
Em comunicado, Khalil descreveu Bynon como um “bom, honesto e extraordinariamente talentoso cirurgião de transplantes de órgãos” que salvou milhares de vidas ao longo de sua carreira.
— Não se trata de um questionário verdadeiro ou falso; trata-se de filtrar ofertas de órgãos até que o paciente esteja medicamente apto a se submeter a uma cirurgia de transplante de órgão longa, complexa e arriscada — justifica o advogado: — Nenhum médico responsável permitiria que um paciente se submetesse a tal cirurgia antes do momento adequado e sem que ela fosse medicamente apropriada.
Agente especial interino responsável pelo escritório do FBI em Houston, Jason Hudson afirmou em comunicado que as supostas ações de Bynon manipularam “a chance de sobrevivência dos pacientes”.
— No fim, no centro deste caso estão pacientes vulneráveis que depositaram sua esperança de sobrevivência em um cirurgião de renome nacional que agora enfrenta acusações federais por manipular seus prontuários médicos — explica Hudson.
Segundo a denúncia, um dos pacientes, identificado apenas pelas iniciais C.C., foi incluído em uma lista de espera para transplante de fígado em março de 2023, enquanto estava sob os cuidados de Bynon. Promotores afirmam que o cirurgião alterou os prontuários médicos de C.C., tornando-o inelegível para receber uma oferta de órgão doado por aproximadamente 149 dias, mesmo enquanto continuava recebendo outros benefícios e serviços de saúde como se fosse elegível. C.C. morreu em fevereiro de 2024, ainda sob os cuidados de Bynon, diz o documento.
Outro paciente, identificado como R.O., foi incluído na lista de espera em fevereiro de 2023, mas permaneceu inelegível para receber uma oferta de órgão por 69 dias, segundo a denúncia. Promotores alegam que Bynon corrigiu suas declarações falsas nos prontuários médicos de R.O. em 22 de dezembro de 2023, restaurando sua elegibilidade. R.O. morreu horas após uma cirurgia malsucedida de transplante de fígado, quatro dias depois, afirma a acusação.
O Memorial Hermann-Texas Medical Center suspendeu seus programas de transplante de fígado e rim em abril de 2024, após surgirem as alegações contra o cirurgião. Posteriormente, a agência de notícias Associated Press informou que o hospital havia reativado o programa de transplantes um ano depois.
Em nota, promotores federais disseram que pacientes, familiares e outros integrantes das equipes médicas desconheciam que Bynon estaria alterando registros para torná-los inelegíveis a receber órgãos doados.
O julgamento está marcado para 6 de abril, segundo a defesa.
Se condenado, Bynon poderá enfrentar até cinco anos de prisão federal e multa máxima de US$ 250 mil por acusação, informaram os promotores.
Pelo menos 15 pessoas morreram e mais de 80 ficaram feridas após uma explosão em uma mesquita xiita em Islamabade, capital do Paquistão, nesta sexta-feira. O ataque ocorreu durante as orações semanais, segundo autoridades locais.
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De acordo com a polícia, a explosão atingiu a mesquita Khadija Tul Kubra Mosque, localizada na área de Tarlai Kalan, no sudeste da capital. Um alto funcionário da segurança afirmou à agência Agence France-Presse (AFP) que a detonação ocorreu logo após o término das orações de sexta-feira.
Veja como ficou o local:
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Segunod o periódico Al Jazeera, equipes de resgate e serviços de emergência foram acionados imediatamente e trabalharam no local para socorrer as vítimas e retirar feridos dos escombros. Imagens divulgadas por veículos locais mostram ambulâncias, policiais e bombeiros cercando a mesquita enquanto os primeiros atendimentos eram realizados.
Até o momento, as autoridades não informaram quem seria o responsável pelo ataque nem se houve prisões. A área foi isolada para perícia, e uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias da explosão.
Uma creche de Los Angeles enfrenta críticas e é alvo de investigação após uma funcionária ser flagrada por câmeras de segurança atirando um sapato contra uma aluna de cinco anos com necessidades especiais. O caso ocorreu em 16 de janeiro no Destiny Development Center e foi confirmado por imagens de vigilância obtidas pela família da criança.
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O vídeo mostra a professora, identificada apenas como Sra. Emily, retirando o próprio sapato e arremessando-o do outro lado da sala, atingindo a menina, chamada Beautyful, na orelha. A criança começa a chorar, enquanto a funcionária se aproxima e aparenta pedir desculpas. Duas outras professoras presenciam a cena; nenhuma delas relatou o ocorrido às autoridades ou à família.
Veja o momento:
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Família denuncia falha na proteção
A mãe da criança, Michelae Jones, disse à emissora KTLA que confiava na instituição, onde mantinha as filhas matriculadas havia três anos. Segundo ela, só teve acesso às imagens duas semanas depois de levar o caso à direção da creche, o que confirmou o relato feito pela filha. A tia de Beautyful, Kira Townsend, também questionou à KTLA por que a família precisou denunciar o episódio por conta própria.
Jones afirmou ter solicitado a prisão da funcionária por agressão e abuso infantil. Em uma publicação no Instagram — posteriormente apagada —, ela levantou dúvidas sobre se o episódio teria sido isolado, relatando outras ocasiões em que a criança teria voltado para casa dizendo ter sido agredida pela mesma professora.
Imagens do ataque circulam nas redes sociais
Reprodução/Redes sociais/X
Em nota publicada no Facebook, a diretora da creche, Danielle Williams, pediu desculpas e afirmou que nunca havia presenciado algo semelhante. Disse ainda que os funcionários passam por um processo rigoroso de seleção, com verificação de antecedentes e treinamento, e que a Sra. Emily não apresentava histórico de comportamento violento. Williams alegou que o sapato teria atingido a criança de forma acidental, enquanto a funcionária “jogava objetos fora do lugar”.
Apesar disso, a direção informou que não tolera abuso ou negligência contra crianças e que todos os funcionários envolvidos foram demitidos. O Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles confirmou à Fox 11 que abriu uma investigação sobre o caso, mas informou que, até o momento, nenhuma prisão foi efetuada.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta quinta-feira um vídeo conspiratório sobre as eleições que mostra o ex-presidente Barack Obama e sua mulher, Michelle Obama, como macacos, provocando a condenação de destacados políticos do Partido Democrata.
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Ao final de um vídeo de pouco mais de um minuto divulgado na plataforma Truth Social, os Obama aparecem por cerca de um segundo com seus rostos sobrepostos a corpos de macacos, com palmeiras ao fundo.
A canção “The Lion Sleeps Tonight” toca ao fundo quando os Obama aparecem.
O vídeo repete afirmações falsas sobre a empresa de contagem de votos Dominion Voting Systems, que, segundo essa versão, teria ajudado a roubar de Trump as eleições de 2020.
Até as primeiras horas da manhã de sexta-feira, a publicação havia recebido milhares de “curtidas” na rede social do presidente.
O gabinete do governador da Califórnia, Gavin Newsom — apontado como possível candidato democrata à Presidência em 2028 e um dos críticos mais proeminentes de Trump — atacou a postagem.
“Comportamento asqueroso por parte do Presidente. Cada republicano deve denunciá-lo. Agora”, publicou a conta do gabinete de imprensa de Newsom no X.
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Ben Rhodes, ex-alto assessor de segurança nacional e confidente próximo de Barack Obama, também condenou as imagens.
“Deixem que Trump e seus seguidores racistas se obsessem com a ideia de que os americanos do futuro considerarão os Obama como figuras queridas, enquanto a ele verão como uma mancha em nossa história”, escreveu também no X.
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Obama é o único presidente negro na história dos Estados Unidos e apoiou a rival de Trump, Kamala Harris, durante a campanha presidencial de 2024.
Imagens de IA
No primeiro ano de seu segundo mandato na Casa Branca, Trump intensificou o uso de imagens geradas por inteligência artificial no Truth Social e em outras plataformas, muitas vezes para se autopromover e ridicularizar críticos.
O presidente tem recorrido a publicações provocativas para mobilizar sua base conservadora.
No ano passado, divulgou um vídeo produzido com IA que mostrava Barack Obama sendo preso no Salão Oval e aparecendo atrás das grades com um macacão laranja.
Mais tarde, no mesmo ano, publicou um clipe criado com IA do líder da minoria na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries — que é negro —, com um bigode falso e um chapéu de charro.
Jeffries classificou a imagem como racista.
Desde o retorno à Casa Branca, Trump vem sendo criticado por adversários por liderar uma ofensiva contra programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI).
Uma das primeiras decisões do governo foi encerrar todos os programas federais de DEI, incluindo políticas de diversidade nas Forças Armadas, que o presidente classificou como “woke”.
A medida também levou à retirada, das bibliotecas de academias militares, de dezenas de livros que tratam da história da discriminação nos Estados Unidos.
Os programas federais de combate à discriminação surgiram a partir da luta pelos direitos civis na década de 1960, liderada principalmente por afro-americanos, em defesa da igualdade e da justiça após séculos de escravidão. A abolição formal, em 1865, foi seguida por outras formas institucionais de racismo.
Conhecida como a Cidade do Amor e um dos destinos turísticos mais visitados do mundo, Paris também é o local onde viajantes relatam maior risco de furtos e golpes. Um estudo publicado em dezembro de 2025 aponta que a capital francesa responde por 16,5% de todas as menções a roubos registradas em avaliações de turistas ao longo do último ano, liderando um ranking global de cidades associadas a batedores de carteira.
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A pesquisa, conduzida pela empresa de armazenamento de bagagens Radical Storage, analisou mais de 13 mil avaliações públicas no Google. O método consistiu em identificar, nos comentários, palavras-chave como “batedor de carteiras”, “roubo”, “assaltado”, “fraude” e termos semelhantes. A partir dessa triagem, os pesquisadores calcularam a proporção de menções negativas relacionadas a crimes em destinos turísticos populares, criando um comparativo entre cidades ao redor do mundo.
Pontos turísticos e golpes recorrentes
De acordo com o levantamento, áreas muito frequentadas por visitantes, como a Torre Eiffel e o bairro de Montmartre, concentram grande parte dos furtos oportunistas em Paris. O furto de carteiras aparece como o delito mais citado, representando 29,8% das menções relacionadas a crimes na capital francesa.
Entre os golpes mais comuns estão o da chamada “pulseira da amizade”, em que uma pulseira é amarrada no pulso do turista sem consentimento e, em seguida, é exigido pagamento, além de falsos pedidos de doação feitos por supostos representantes de instituições de caridade ou abaixo-assinados inexistentes. Técnicas de distração, como o truque do “anel caído”, também aparecem com frequência nos relatos.
A percepção de insegurança é compartilhada por turistas. A viajante solo Sarah Lim afirmou recentemente que Paris está entre as cinco cidades onde se sentiu mais vulnerável, citando a incidência constante de pequenos delitos, como furtos de bolsas e carteiras.
O estudo mostra ainda que Paris ocupa o primeiro lugar nas menções às palavras “golpe”, “fraude”, “roubo”, “assaltado” e “roubado” entre todas as cidades analisadas.
Roma aparece em segundo lugar no ranking, com 10,7% das avaliações relacionadas a roubos. A posição reflete, segundo o estudo, um aumento de 68% nos crimes de furto de carteiras na capital italiana entre 2019 e 2024. Barcelona surge em terceiro, com 5,3%, seguida por Bangkok. Orlando e Istambul dividem a quinta colocação, enquanto Nova Iorque aparece em sétimo lugar.
Apesar de frequentemente associada a notícias sobre furtos, o Rio de Janeiro e outras cidades brasileiras não entraram no top 10.
Ranking das 10 principais cidades com mais relatos de furtos contra turistas:
Paris, França – 16,5%
Roma, Itália – 10,7%
Barcelona, Espanha – 5,3%
Bangkok, Tailândia – 4,4%
Orlando, Estados Unidos – 4,3%
Istambul, Turquia – 4,3%
Nova Iorque, Estados Unidos – 3,5%
Milão, Itália – 3,0%
Las Vegas, Estados Unidos – 2,2%
Délhi, Índia – 1,9%

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