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No primeiro evento em São Paulo neste ano, o presidente Lula (PT) anunciou um pacote de investimentos de R$ 1,4 bilhão no Instituto Butantan e o início da vacinação dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) contra a dengue em todo o país, a partir desta terça-feira (10), com a vacina Butantan-DV, o primeiro imunizante de prevenção à doença em dose única.
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Em um breve discurso, Lula fez críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou que o mundo vive “um momento negacionista” e exaltou a importância do multilateralismo nas negociações com outros países.
— O dólar fica oscilando por causa do humor do Trump, não depende de nós, da nossa economia. Onde é que está a razão para alguém desacreditar desse país, para alguém não acreditar nesse país, celebrar a primeira vacina contra dengue do mundo, uma coisa nossa, criada por nós, pesquisada por nós e quem sabe a gente possa produzir em quantidade para atender os países mais pobres do que nós, especialmente da América Latina — falou.
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Lula exaltou os institutos públicos de pesquisa e desenvolvimento científico, como o Butantan e a Fiocruz, e disse que agora a vacina da dengue desenvolvida nacionalmente será mais uma coisa que ele irá mostrar em encontros internacionais.
— Eu sou muito teimoso, se o Trump conhecesse o que é a sanguinidade de Lampião num presidente, ele não ficaria provocando a gente. Não adianta ficar falando na televisão “eu tenho o maior navio de guerra, o maior submarino do mundo”, eu não quero briga com ele, eu não sou doido. Vai que eu brigo e eu ganho, o que eu vou fazer? A briga do Brasil é a briga pela construção da narrativa, nós queremos mostrar que o mundo não pode prescindir do multilateralismo, nós precisamos provar, no debate político, que foi o multilateralismo que permitiu que a gente vivesse em paz — disse.
O presidente lembrou da parceria que foi feita com uma farmacêutica chinesa para acelerar a produção da vacina Butantan-DV, e que continuará fazendo parcerias do tipo de for benéfico para o país.
— Eu não quero ter supremacia sobre o Uruguai, sobre a Bolívia, mas também não quero ser menor que a China e que os Estados Unidos. Eu estou escolhendo o que é melhor para o Brasil. Por que não fazer um convênio com a China e produzir mais vacina? Fortalecer o Butantan não é ajudar esse ou aquele estado, fortalecer o Butantan é ajudar a 215 milhões de almas nesse Brasil, não importa quem é o governador, prefeito — acrescentou.
O pacote de investimentos faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde, e o total de R$ 1,4 bilhão vai permitir ampliar a produção de vacinas e soros, incluindo a construção de uma fábrica de vacinas contra o HPV e a uma nova planta para produção de vacinas com a tecnologia de RNA mensageiro. Também será construída uma nova fábrica para produzir mais vacinas contra difteria, tétano e coqueluche (DTPa). A nova planta para a produção de IFA da vacina tetravalente contra o Papilomavírus Humano (HPV), permitirá a produção de 20 milhões de doses ao ano.
A líder da oposição venezuelana e ganhadora do Nobel da Paz, María Corina Machado, afirmou nesta segunda-feira que está preparada para retornar ao seu país, apesar da prisão de um de seus principais aliados horas após ser liberado de uma prisão em Caracas — em um caso que a própria María Corina descreveu como um sequestro.
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— Isso não afeta em nada o meu retorno. Muito pelo contrário — disse María Corina a jornalistas em Washington. — O que está acontecendo na Venezuela neste momento demonstra que estamos enfrentando não apenas um regime criminoso, mas um regime que tem medo da verdade, que tem medo de seus cidadãos.
*Matéria em atualização
Um italiano de 80 anos, suspeito de ter pago a militares bósnios para atirar contra civis durante o cerco de Sarajevo (1992-1996), foi interrogado nesta segunda-feira em Milão, informou a imprensa. O ex-motorista de caminhão da região do Friuli-Veneza Júlia, no nordeste da Itália, foi acusado pelo Ministério Público de Milão de “homicídio voluntário continuado e agravado por motivos abjetos”, segundo a agência de notícias italiana Ansa.
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“Meu cliente respondeu a todas as perguntas e reafirmou sua inocência”, declarou à saída do interrogatório seu advogado, Giovanni Menegon.
O Ministério Público abriu, em outubro, uma investigação sobre as supostas viagens desses “turistas de guerra”, também conhecidos como “atiradores de fim de semana”, entre eles vários italianos.
Na maioria, eram simpatizantes de extrema-direita aficionados por armas e com alto poder aquisitivo, que teriam viajado durante a guerra da Bósnia às colinas que cercavam Sarajevo, pagando ao exército sérvio da Bósnia, que sitiava a cidade, para poder atirar contra civis.
Segundo a imprensa italiana, o homem interrogado em Milão era aficionado por caça, possuía várias armas de fogo e era um nostálgico do fascismo. Também teria se vangloriado publicamente de ter viajado à Bósnia para “caçar pessoas”.
“Segundo os depoimentos colhidos, ele contava aos amigos no bar do bairro o que havia feito durante a guerra nos Bálcãs”, explicou à AFP a jornalista independente Marianna Maiorino, que investigou o caso e também foi interrogada no âmbito da investigação italiana.
“Não estou preocupado, é apenas um dos muitos assuntos, grandes ou pequenos, que marcaram minha vida, vivi muitos”, declarou o suspeito no domingo ao jornal Messaggero Veneto.
A investigação preliminar começou no final do ano passado, após uma denúncia do jornalista e escritor italiano Ezio Gavanezzi, baseada em dois testemunhos incluídos em um documentário.
Durante o cerco de Sarajevo (1992-1996), o mais longo da história da guerra moderna, mais de 11.500 pessoas morreram na cidade, incluindo várias centenas de crianças, segundo números oficiais da Bósnia.
As forças americanas interceptaram no oceano Índico um petroleiro que conseguiu se esquivar do bloqueio imposto pelo presidente Donald Trump aos navios sancionados no Caribe, informou o Pentágono nesta segunda-feira.
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“As forças americanas interceptaram” o navio, disse o Pentágono em resposta a uma pergunta da AFP, após anunciar no X que forças americanas haviam abordado “sem incidentes” o Aquila II, sancionado pelo governo de Washington.
A interceptação se insere em uma escalada da ofensiva dos Estados Unidos contra o transporte de petróleo venezuelano desde que Trump impôs, em dezembro, um bloqueio naval a embarcações ligadas ao setor. A medida tem como objetivo impedir a exportação da commodity fora dos canais considerados legais por Washington e ampliar o controle americano sobre a produção do país sul-americano.
Desde o início do bloqueio, ao menos sete navios petroleiros foram apreendidos por forças americanas em diferentes regiões marítimas. No mês passado, os EUA anunciaram a captura do Motor Vessel Sagitta no mar do Caribe, sob a acusação de operar em desafio direto à quarentena imposta a embarcações sancionadas.
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Entre os navios interceptados também está um petroleiro de bandeira russa, apreendido no Atlântico Norte no início do ano, após ser perseguido por forças americanas desde a costa venezuelana. Os episódios mostram o alcance global da operação, que passou a atingir rotas fora do Caribe, tradicional corredor do petróleo venezuelano.
O bloqueio marítimo foi acompanhado do envio de uma flotilha naval americana à região e de uma ampla operação militar que culminou na deposição forçada do então presidente Nicolás Maduro, em 3 de janeiro. Desde então, Trump afirma que os Estados Unidos passaram a exercer controle sobre o petróleo venezuelano e chegou a declarar que parte da produção já foi confiscada e vendida.
Autoridades interinas da Venezuela, no entanto, contestam essa versão e sustentam que seguem no comando da indústria petrolífera. Segundo elas, a estatal PDVSA mantém negociações com o governo americano para a venda de petróleo.
(Com AFP)
Horas depois de renunciar ao cargo, a diplomata Mona Juul, agora ex-embaixadora da Noruega na Jordânia e no Iraque, tornou-se alvo de uma investigação por “corrupção agravada” devido a seus vínculos com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein. O Ministério das Relações Exteriores norueguês confirmou a saída de Juul no domingo, e, nesta segunda-feira, a polícia anunciou formalmente a abertura do inquérito, que incluiu operações de busca e apreensão em duas residências em Oslo.
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A renúncia ocorreu após uma sequência de relatos de que Epstein deixou US$ 10 milhões (mais de R$ 50 milhões, na cotação atual) para os filhos de Juul e de seu marido, Terje Rød-Larsen, em um testamento elaborado pouco antes de sua morte em uma prisão de Nova York, em 2019.
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O ministro das Relações Exteriores, Espen Barth Eide, afirmou que a decisão de Juul foi “correta e necessária”. Para ele, o contato da diplomata com Epstein demonstrou uma “grave falha de julgamento”.
— O caso dificulta a restauração da confiança que o cargo exige — afirmou Eide.
Juul e Rød-Larsen desempenharam papéis fundamentais nas negociações secretas entre israelenses e palestinos que levaram aos históricos Acordos de Oslo, que visavam resolver o conflito israelo-palestino no início da década de 1990.
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Em declaração à agência de notícias norueguesa NTB na semana passada, Juul afirmou que o contato teve origem na relação de seu marido com Epstein e que ela não tinha nenhum relacionamento social ou profissional independente com ele. Ela escreveu que seu contato com o financista havia sido esporádico e privado, não fazendo parte de suas funções oficiais, mas reconheceu que deveria ter sido muito mais cuidadosa.
O último lote de documentos relacionados a Epstein lançou luz sobre diversas figuras proeminentes da Noruega. A princesa herdeira Mette-Marit pediu desculpas na última sexta-feira “a todos vocês que desapontei”, após os documentos revelarem mais detalhes sobre seu relacionamento com Epstein.
No universo do Faça os EUA Grandes Novamente (Maga, na sigla em inglês), a reação desdenhosa do presidente Donald Trump à celebração da cultura latina e da unidade continental na apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl na noite de domingo (8/2) foi impecável. A militância também celebrou as mais de 6 milhões de pessoas que mudaram de tela para ver, na mesma hora, um espetáculo alternativo, comandado pelo veterano, e branco, Kid Rock, nascido Robert Richie, filho de um milionário do Michigan. O número de fato impressiona, embora seja um cisco frente à audiência do porto-riquenho. Batizado de “100% americano”, o show alternativo ofereceu o oposto do que o título prometia, com variações modorrentas do country consumidas por um nicho dos eleitores que irão às urnas este ano para decidir o controle do Congresso, além de um punhado de governos e legislativos estaduais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou nesta segunda-feira que os eleitores respaldaram uma “mudança importante de política” ao concederem uma vitória expressiva à sua coalizão nas eleições legislativas, realizadas antecipadamente no domingo. Com o resultado, a líder ultraconservadora consolida poder na Câmara Baixa e ganha fôlego para avançar em sua agenda, que inclui aumento dos gastos com defesa, revisão de diretrizes de segurança e endurecimento das regras migratórias.
— A população demonstrou compreensão e simpatia pelos nossos apelos sobre a urgência de uma mudança importante de política — declarou Takaichi em entrevista coletiva em Tóquio. — Estou ciente da grande responsabilidade de tornar o Japão mais forte e mais próspero.
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O Partido Liberal Democrata de Takaichi (PLD), garantiu sozinho 316 cadeiras, superando com folga a maioria absoluta de 261 assentos na Câmara Baixa, composta por 465 membros e a mais poderosa das duas casas do Parlamento japonês. É um recorde desde a fundação do partido, em 1955, e o melhor resultado da legenda desde 2017. Com as 36 cadeiras conquistadas por seu novo aliado, o Partido da Inovação do Japão, a coalizão governista alcançou 352 assentos.
A eleição foi convocada por Takaichi apenas três meses após assumir a posição, em outubro, sucedendo o ex-primeiro-ministro Shigeru Ishiba, que renunciou ao cargo por estar pressionado pelos fracassos eleitorais de seu partido nas eleições legislativas durante seu mandato. Ao dissolver a Câmara em 19 de janeiro, ela apostou em uma campanha relâmpago de 16 dias para capitalizar sua popularidade inicial e conter o desgaste do PLD, atingido nos últimos anos por escândalos de financiamento e controvérsias envolvendo questões religiosas.
Primeira mulher a liderar o governo do Japão, Takaichi prometeu “trabalhar, trabalhar, trabalhar” — e seu estilo tem conquistado eleitores jovens que não se interessavam por política. Ao mesmo tempo, a oposição parece fragmentada: composta pelo antigo parceiro do PLD, o pacifista Komeito, apoiado por budistas, e pelo Partido Democrático Constitucional do Japão, liberal, a aliança caiu para menos de um terço de sua participação pré-eleitoral de 167 cadeiras.
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O resultado abre caminho para mudanças nas áreas de segurança e defesa. Takaichi prometeu revisar até dezembro as políticas do setor para fortalecer as capacidades militares ofensivas do Japão, incluindo a flexibilização da proibição de exportação de armas. A proposta representa um novo afastamento dos princípios pacifistas adotados pelo país após a Segunda Guerra Mundial. Ela também defende o aumento dos gastos militares, em meio às tensões regionais e à pressão dos Estados Unidos para que Tóquio amplie sua contribuição na área.
“Parabéns à primeira-ministra Takaichi por uma VITÓRIA ESMAGADORA na importantíssima votação de hoje. Ela é uma líder altamente respeitada e muito popular”, escreveu o presidente dos EUA, Donald Trump, na rede Truth Social. Em outra mensagem, afirmou: “Foi uma honra apoiá-la e sua coalizão. Desejo grande sucesso na implementação de seu programa conservador, centrado na paz por meio da força.” Takaichi agradeceu as “palavras calorosas” e disse que pretende reforçar a “unidade inabalável” entre os dois países.
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A primeira grande tarefa de Takaichi quando a Câmara Baixa se reunir novamente neste mês, porém, será trabalhar em um projeto de orçamento, atrasado por causa da eleição, para financiar medidas econômicas que enfrentem o aumento do custo de vida e os salários estagnados. A premier anunciou um pacote de estímulo de US$ 135 bilhões para mitigar os efeitos da inflação e prometeu suspender o imposto sobre o consumo de alimentos. A dívida pública japonesa é equivalente ao dobro do tamanho da economia.
Embora Takaichi tenha afirmado que busca conquistar apoio para políticas consideradas divisivas no Japão, ela evitou em grande parte discutir como financiar o aumento vertiginoso dos gastos militares, como reduzir as tensões diplomáticas com a China e outras questões. A premier tem defendido políticas mais rígidas em relação à imigração, a imposição de requisitos mais severos para proprietários estrangeiros e um limite para residentes de fora do país — iniciativas que ressoam junto à extrema direita, mas que, segundo especialistas, podem minar direitos civis.
— Com o aumento dos preços, o que mais me importa é quais políticas serão adotadas para enfrentar a inflação — declarou à AFP Chika Sakamoto, uma eleitora de 50 anos.
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Enquanto isso, os países asiáticos acompanharão de perto se Takaichi vai elevar ou moderar o tom, depois de ter gerado ruídos com a China em novembro com seus comentários sobre Taiwan. Com apenas 15 dias no cargo, ela sugeriu que o Japão poderia intervir militarmente caso Pequim tentasse tomar a ilha — de regime democrático e que Pequim considera parte do seu território — à força. Nesta segunda, o governo chinês prometeu uma “resposta contundente” caso as “forças de extrema direita no Japão façam uma leitura equivocada da situação e atuem de forma imprudente”. Takaichi, no entanto, disse que está aberta ao diálogo:
— Já temos trocas de pontos de vista. Continuaremos com as conversas. Mas vamos tratá-los de maneira serena e adequada — afirmou.
(Com AFP)
O calendário das fases da Lua de fevereiro 2026 começou com a Lua Cheia no dia 1, às 19h10. Ao todo, o mês conta com quatro mudanças de fase principais, terminando o ciclo no dia 24 de fevereiro. Se você busca saber que dia muda a lua, confira a tabela completa com as datas e horários de Brasília para as fases Nova, Crescente, Cheia e Minguante.
Fases da Lua em 2026: Calendário completo com datas e horários
Veja o calendário do ciclo lunar de fevereiro de 2026:
01/02 às 19h10: Lua Cheia
09/02 às 09h44: Lua Quarto Minguante
17/02 às 09h03: Lua Nova
24/02 às 09h28: Lua Quarto Crescente
Como funciona o ciclo lunar?
O ciclo lunar é o período de passagem da Lua por suas quatro fases, iniciando na Lua Nova, passando pela Crescente, alcançando seu auge na Cheia e, por fim, a Minguante, até voltar ao seu estágio inicial. Conhecido como mês lunar ou mês sinódico, esse ciclo tem uma duração média de aproximadamente 29,5 dias.
Como é cada fase da lua?
Lua Nova
Nesta fase, a Lua está praticamente imperceptível. Localizada entre a Terra e o Sol, sua parte iluminada fica voltada para o astro, tornando-a praticamente invisível a partir da visão terrestre. Apesar da falta de sua presença no céu noturno, é possível observar a sua presença durante o dia.
Nesta fase, como a Lua está alinhada com o Sol e a Terra, é criada uma força gravitacional combinada mais intensa, conhecidas como marés de sizígia. Esse cenário resulta em marés altas durante o período de Lua Nova. A relação entre o ciclo lunar e o movimento das marés se baseia na influência gravitacional que o satélite exerce sobre a Terra. Ou seja, a atração gravitacional da Lua provoca a formação de marés nos oceanos.
Lua Crescente
À medida que a Lua se afasta do Sol, uma fina fatia iluminada começa a aparecer. Esse pedaço, que antes era singelo, ao longo dos dias começa a tomar forma, crescendo. É por isso que essa fase se chama quadra da Lua Crescente, já que ela está aumentando gradualmente, encaminhando-se para a chegada da Lua Cheia.
Na fase de Quarto Crescente, a Lua e o Sol estão em ângulos retos em relação à Terra, o que reduz a força gravitacional combinada sobre os oceanos. Isso resulta em marés mais baixas, conhecidas como marés de quadratura.
Lua Cheia
Nesta fase, a Lua está diretamente oposta ao Sol em relação à Terra, e a sua face iluminada está totalmente visível. A fase Cheia é a mais brilhante e mais destacada, já que se torna possível observar o corpo celeste em sua totalidade, iluminando o céu noturno.
Nesta época, como a Lua está novamente entre a Terra e o Sol, as marés estão altas novamente.
Lua Minguante
Após alcançar seu auge, a Lua começa a diminuir de tamanho, passando por um processo contrário ao da fase Crescente. A Minguante, ao passar dos dias, vai afinando e sumindo do céu, à medida que o corpo celeste vai se colocando, novamente, entre a Terra e o Sol, retornando ao estágio inicial da Lua Nova e recomeçando o ciclo lunar.
Assim como na Lua Crescente, no período do Quarto Minguante, o ângulo do Sol e da Lua em relação à Terra provoca marés baixas.
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Quer saber quando muda a lua? O calendário das fases da Lua em 2026 já está disponível com datas e horários exatos para todo o ano. Seja para planejar atividades, observar o céu ou conferir o ciclo lunar atual, acompanhar as mudanças entre Lua Cheia, Nova, Crescente e Minguante é essencial. Confira abaixo o cronograma completo baseado nos dados oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
Calendário lunar: veja as fases da Lua para 2026
Fases da Lua de janeiro
03/01 às 7h04: Lua Cheia
10/01 às 12h49: Lua Minguante
18/01 às 16h53: Lua Nova
26/01 às 1h48: Lua Crescente
Fases da Lua de fevereiro
01/02 às 19h10: Lua Cheia
09/02 às 09h44: Lua Quarto Minguante
17/02 às 09h03: Lua Nova
24/02 às 09h28: Lua Quarto Crescente
Fases da Lua de março
03/03 às 08h39: Lua Cheia
11/03 às 06h41: Lua Quarto Minguante
18/03 às 22h26: Lua Nova
25/03 às 16h19: Lua Quarto Crescente
Fases da Lua de abril
01/04 às 23h13: Lua Cheia
10/04 às 01h55: Lua Quarto Minguante
17/04 às 08h54: Lua Nova
23/04 às 23h33: Lua Quarto Crescente
Fases da Lua de maio
01/05 às 14h24: Lua Cheia
09/05 às 18h13: Lua Quarto Minguante
16/05 às 17h03: Lua Nova
23/05 às 08h12: Lua Quarto Crescente
31/05 às 05h46: Lua Cheia
Fases da Lua de junho
08/06 às 07h03: Lua Quarto Minguante
14/06 às 23h56: Lua Nova
21/06 às 18h55: Lua Quarto Crescente
29/06 às 20h58: Lua Cheia
Fases da Lua de julho
07/07 às 16h30: Lua Quarto Minguante
14/07 às 06h45: Lua Nova
21/07 às 08h05: Lua Quarto Crescente
29/07 às 11h37: Lua Cheia
Fases da Lua de agosto
05/08 às 23h22: Lua Quarto Minguante
12/08 às 14h37: Lua Nova
19/08 às 23h46: Lua Quarto Crescente
28/08 às 01h19: Lua Cheia
Fases da Lua de setembro
04/09 às 04h52: Lua Quarto Minguante
11/09 às 00h27: Lua Nova
18/09 às 17h44: Lua Quarto Crescente
26/09 às 13h50: Lua Cheia
Fases da Lua de outubro
03/10 às 10h26: Lua Quarto Minguante
10/10 às 12h50: Lua Nova
18/10 às 13h13: Lua Quarto Crescente
26/10 às 01h13: Lua Cheia
Fases da Lua de novembro
01/11 às 17h30: Lua Quarto Minguante
09/11 às 04h02: Lua Nova
17/11 às 08h48: Lua Quarto Crescente
24/11 às 11h55: Lua Cheia
Fases da Lua de dezembro
01/12 às 03h10: Lua Quarto Minguante
08/12 às 21h52: Lua Nova
17/12 às 02h43: Lua Quarto Crescente
23/12 às 22h29: Lua Cheia
30/12 às 16h00: Lua Quarto Minguante
Como é cada fase da lua?
Lua Nova
Nessa fase, a Lua está praticamente imperceptível. Localizada entre a Terra e o Sol, sua parte iluminada fica voltada para o astro, tornando-a praticamente invisível a partir da visão terrestre. Apesar da falta de sua presença no céu noturno, é possível observar a sua presença durante o dia.
Nesta fase, como a Lua está alinhada com o Sol e a Terra, é criada uma força gravitacional combinada mais intensa, conhecidas como marés de sizígia. Esse cenário resulta em marés altas durante o período de Lua Nova. A relação entre o ciclo lunar e o movimento das marés se baseia na influência gravitacional que o satélite exerce sobre a Terra. Ou seja, a atração gravitacional da Lua provoca a formação de marés nos oceanos.
Lua Crescente
À medida que a Lua se afasta do Sol, uma fina fatia iluminada começa a aparecer. Esse pedaço, que antes era singelo, ao longo dos dias, começa a tomar forma, crescendo. É por isso que esta fase se chama quadra da Lua Crescente, já que ela está aumentando gradualmente, se encaminhando para a chegada da Lua Cheia.
Na fase de Quarto Crescente, a Lua e o Sol estão em ângulos retos em relação à Terra, o que reduz a força gravitacional combinada sobre os oceanos. Isso resulta em marés mais baixas, conhecidas como marés de quadratura.
Lua Cheia
Nesta fase, a Lua está diretamente oposta ao Sol em relação à Terra, e a sua face iluminada está totalmente visível. A fase Cheia é a mais brilhante e mais destacada, já que se torna possível observar o corpo celeste em sua totalidade, iluminando o céu noturno.
Nesta época, como a Lua está novamente entre a Terra e o Sol, as marés estão altas novamente.
Lua Minguante
Após alcançar seu auge, a Lua começa a diminuir de tamanho, passando por um processo contrário ao da fase Crescente. A Minguante, ao passar dos dias, vai afinando e sumindo do céu, à medida que o corpo celeste vai se colocando, novamente, entre a Terra e o Sol, retornando ao estágio inicial da Lua Nova e recomeçando o ciclo lunar.
Assim como na Lua Crescente, no período do Quarto Minguante, o ângulo do Sol e da Lua em relação à Terra provocam marés baixas.
O premier britânico, Keir Starmer, está “focado em seu trabalho” e não pretende renunciar ao cargo, em meio ao escândalo envolvendo o ex-embaixador em Washington Peter Mandelson e o criminoso sexual Jeffrey Epstein, segundo um porta-voz. Em menos de 24 horas, o chefe de gabinete e o direto de comunicação de Starmer pediram demissão.
Caso Epstein: Cúmplice do financista depõe a portas fechadas ao Congresso dos EUA, mas deve invocar direito ao silêncio
Entenda: E-mails indicam que príncipe Andrew pode ter compartilhado informações sensíveis com Jeffrey Epstein
“Decidi me retirar para permitir a formação de uma nova equipe em Downing Street”, declarou o diretor de comunicação, Tim Allan, em comunicado, menos de 24 horas depois da renúncia do chefe de gabinete de Starmer, Morgan McSweeney. “Desejo ao primeiro-ministro e à sua equipe o maior dos sucessos”, acrescentou Allan, que ocupava o cargo havia cinco meses.
O governo de Starmer enfrenta uma crise sem precedentes após as revelações sobre as relações entre Mandelson e Epstein.
No domingo, McSweeney anunciou sua renúncia por ter “aconselhado” o primeiro-ministro a nomear Mandelson como embaixador em Washington, apesar de suas ligações com o criminoso sexual.
“Após uma reflexão madura, decidi renunciar ao governo. A nomeação de Peter Mandelson foi um erro (…) Aconselhei ao primeiro-ministro essa nomeação e assumo a responsabilidade”, declarou McSweeney.
Na quinta-feira, Starmer descartou renunciar, apesar das pressões, e defendeu a nomeação feita em 2024.
“Tenho a intenção de continuar realizando esse trabalho vital para nosso país, porque acredito que é o enfoque absoluto e a prioridade máxima deste governo”, afirmou o premiê.
Mandelson, de 72 anos, está entre as figuras envolvidas nas recentes revelações sobre vínculos com o falecido financista norte-americano, que se suicidou na prisão em 2019, enquanto enfrentava acusações de tráfico sexual de menores.
Trocas de e-mails entre Epstein e Mandelson mostram amizade, transações financeiras, fotos privadas e evidências de que o diplomata britânico compartilhou informações confidenciais com o financista há quase duas décadas.
“Sinto ter acreditado nas mentiras de (Peter) Mandelson e tê-lo nomeado”, disse Starmer na quinta-feira.

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