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Como um sentinela silencioso pairando sobre o gelo eterno, um balão científico da NASA concluiu uma missão inédita ao sobrevoar a Antártida em busca de sinais vindos das regiões mais violentas do universo. Após 23 dias de operação contínua, o equipamento pousou com sucesso e trouxe de volta um volume sem precedentes de dados que agora promete ocupar os cientistas por pelo menos um ano.
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O dispositivo, batizado de PUEO (Ultra-High Energy Observations Payload), voou a cerca de 36.500 metros de altitude desde 20 de dezembro, circulando o continente antártico antes de descer aproximadamente 320 quilômetros do Polo Sul. No local, uma equipe aguardava para recuperar a chamada “caixa-preta”, que armazena entre 50 e 60 terabytes de informações ainda não analisadas, segundo a Universidade de Chicago, instituição que lidera a missão em parceria com a NASA e centros de pesquisa dos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Um detector do tamanho de um continente
O objetivo do PUEO é ambicioso: identificar neutrinos de ultra-alta energia, partículas quase indetectáveis que atravessam a matéria sem praticamente interagir com ela. Teorizados há décadas, esses neutrinos extremos podem carregar pistas sobre fenômenos como a atividade em torno de buracos negros ou colisões de estrelas de nêutrons. “Poderíamos descobrir as partículas de mais alta energia do universo, mas mesmo que não encontremos nenhuma, ainda aprenderemos muito sobre como funcionam os ambientes mais energéticos do cosmos”, afirmou Abigail Vieregg, professora da Universidade de Chicago e diretora da missão, em comunicado à imprensa da instituição.
Para isso, os cientistas literalmente transformaram a Antártida em um detector gigante. O PUEO conta com 96 antenas de rádio ultrassensíveis dispostas em círculos concêntricos, capazes de captar ondas de rádio geradas quando neutrinos colidem com o gelo. A mais de 36 mil metros de altura, o instrumento “enxergava” quase 1 milhão de quilômetros quadrados de gelo a cada observação, explorando uma propriedade única do continente, explicou Cosmin Deaconu, responsável pelo software de voo, também à Universidade de Chicago.
O experimento representa um avanço em relação a projetos anteriores, como o ANITA, ao combinar melhorias eletrônicas com um sistema que soma sinais de múltiplas antenas em tempo real, aumentando a sensibilidade e reduzindo interferências. Todo o conjunto opera de forma autônoma, alimentado por painéis solares.
Antes do lançamento, o equipamento passou por testes rigorosos em instalações da NASA no Texas, onde condições simulam a falta de circulação de ar. Depois, foi desmontado e transportado por terra, navio e avião até a Antártida, onde precisou ser remontado rapidamente, aproveitando uma rara janela meteorológica. O lançamento ocorreu na manhã de 20 de dezembro, após uma operação delicada que envolveu um conjunto de 213 metros entre balão e carga útil, segundo a NASA.
Durante as três semanas de voo, a equipe manteve vigilância constante para evitar falhas e problemas de superaquecimento causados pela exposição prolongada ao sol. Em 12 de janeiro, com a previsão de queda dos ventos, a NASA autorizou a separação controlada do balão e a descida por paraquedas. O pouso ocorreu em uma área acessível, o que permitiu a rápida recuperação dos dados.
Agora, a logística segue o caminho inverso: o material será levado à base de McMurdo, depois à Nova Zelândia e, por fim, a Chicago, onde começará a longa fase de processamento e calibração. “Provavelmente levaremos um mês apenas para rodar os dados no computador”, estimou Keith McBride, pesquisador de pós-doutorado envolvido no projeto, em declarações à Universidade de Chicago. A análise completa deve levar cerca de um ano.
Selecionada como a primeira missão do programa Pioneer Astrophysics da NASA, a expedição do PUEO pode ter impactos que vão além da possível detecção de novas partículas. Os registros permitirão estudar, com mais detalhe, os mecanismos por trás de alguns dos fenômenos mais extremos do universo. Para a equipe, após semanas de monitoramento ininterrupto, o sentimento agora é de alívio. “Agora que o balão pousou, finalmente podemos dormir um pouco”, resumiu Deaconu.
Desde o século XIX, os iguanodontes ajudaram a moldar a imagem clássica dos grandes dinossauros herbívoros. Agora, um fóssil encontrado na China obriga a ciência a repensar esse retrato ao revelar uma adaptação jamais documentada: espinhos cutâneos distribuídos pela pele, com possível função defensiva, sensorial e térmica.
A descoberta foi feita por uma equipe internacional liderada por pesquisadores do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (CNRS), a partir de restos excepcionalmente preservados de um iguanodonte juvenil que viveu há cerca de 125 milhões de anos, no Cretáceo Inferior. O estudo foi publicado, na sexta-feria (6), na revista Nature Ecology & Evolution e descreve uma nova espécie, batizada de Haolong dongi, em homenagem ao paleontólogo chinês Dong Zhiming.
Pele fossilizada muda o que se sabia sobre os iguanodontes
O material analisado inclui um esqueleto quase completo e articulado, acompanhado por extensas áreas de pele fossilizada, um achado raro, já que tecidos moles costumam se decompor rapidamente após a morte. Segundo o CNRS, essa preservação extraordinária permitiu observar a microestrutura da pele e até células cutâneas preservadas em nível microscópico.
De acordo com os pesquisadores, o tegumento apresenta grandes escamas sobrepostas ao longo da cauda e escamas menores no pescoço e no tórax, diferentes das descritas em outros iguanodontes. Entre essas escamas, foram identificados espinhos cutâneos ocos, preservados até o nível celular. “Até agora, não havia evidências que comprovassem a existência de tais espinhos em dinossauros”, afirmou o CNRS em comunicado.
As análises, feitas com tomografias de raios X de alta resolução e cortes histológicos, mostraram que os espinhos eram formados por uma estrutura cilíndrica oca, composta por uma camada externa queratinizada envolvendo uma epiderme multicamadas e uma polpa dérmica central porosa. Segundo os autores, essas estruturas diferem tanto das protopenas conhecidas em dinossauros não-avianos quanto dos espinhos de répteis modernos, sugerindo uma origem evolutiva distinta.
Especialistas interpretam que a morfologia e a distribuição desses espinhos indicam um papel central na dissuasão de predadores, especialmente considerando que o espécime era juvenil e ainda não havia atingido o grande porte típico dos iguanodontes adultos, que podiam chegar a dez metros de comprimento. Os pesquisadores também levantam hipóteses secundárias, como funções na termorregulação ou na percepção sensorial.
O estudo amplia significativamente o entendimento sobre a diversidade de estratégias defensivas entre dinossauros herbívoros, tradicionalmente associadas a grande tamanho corporal, caudas musculosas ou ornamentos ósseos. Ao mesmo tempo, levanta novas questões: como o exemplar analisado era jovem, ainda não se sabe se esses espinhos persistiam na fase adulta. “Resta determinar se essas estruturas também estavam presentes em adultos”, observou o CNRS.
Além de redefinir o que se sabia sobre os iguanodontes, a descoberta reforça a importância do nordeste da China para a paleontologia moderna. A região tem revelado fósseis com níveis de preservação excepcionais, oferecendo novas pistas sobre a ecologia, a evolução e as estratégias de sobrevivência dos dinossauros no Cretáceo Inferior.
Diante do risco de uma crise energética cada vez mais grave, os moradores de Havana estão tentando se proteger: reservas de carvão para alguns, motocicletas elétricas para outros, ou painéis solares para aqueles que podem pagar por eles.
Às margens de uma rodovia no sudeste da capital, alguns vendedores oferecem carvão diretamente no asfalto e fogareiros improvisados, alguns feitos com tambores de máquinas de lavar roupa antigas e outros mais sofisticados.
Falta de ônibus, fechamento de hotéis e volta de protocolo da Covid-19: como crise de combustível afeta população de Cuba
Presidente de Cuba diz que Havana está disposta a dialogar com EUA sem pressões: ‘Respeito à nossa soberania’
– Todo mundo sabe o que vem a seguir. Não temos combustível no país; precisamos encontrar alternativas – disse Niurbis Lamothe, uma funcionária pública de 53 anos, à AFP após comprar um fogão a carvão improvisado.
– A situação ficou ainda mais apertada – comentou uma compradora que preferiu não se identificar, olhando para um saco de carvão por 2.600 pesos (US$ 5,25), o que representa cerca de 50% do salário médio cubano. Mãe de uma menina, ela explicou que seu salário não é suficiente para comprar um gerador ou uma pequena bateria de lítio para lidar com as 10 ou 12 horas de apagões que enfrenta diariamente.
Venda de carvão, antes um comércio quase exclusivo com restaurantes, agora é feita até em estradas, para toda a população
Adalberto Roque/AFP
– Esta é a maneira mais acessível de poder cozinhar – explica ela, enquanto carrega um saco de carvão em sua motocicleta elétrica.
Yurisnel Agosto, um comerciante de 36 anos, confirmou que “nunca vendeu tanto”. Antes, seus principais clientes eram pizzarias ou restaurantes com churrasqueiras, mas agora cada vez mais pessoas compram carvão para suas casas.
– As pessoas vêm e compram três sacos para se prepararem para quando faltar luz – diz o jovem, com as mãos enegrecidas de tanto encher, empilhar e organizar os sacos à beira da estrada.
Queda de Nicolás Maduro, capturado em 3 de janeiro em Caracas em uma invasão militar norte-americana, acendeu o alerta em Cuba
Adalberto Roque/AFP
A situação econômica em Cuba se deteriorou gravemente nos últimos anos, com todos os tipos de escassez e apagões e falta de combustível cada vez mais frequentes.
Agora, o estrangulamento energético imposto pelos Estados Unidos, que mantêm um embargo à ilha comunista há mais de 60 anos, aumenta os temores do pior. Soma-se a isso o fato de a economia cubana não estar se recuperando e ter se contraído cerca de 5%, em 2025, segundo um relatório recente do Centro de Estudos da Economia Cubana.
‘Desesperados’
Os cubanos estão tentando se adaptar. Alguns se lembram de já terem vivido o “Período Especial”, a grave crise econômica que se seguiu à queda da União Soviética, em 1991, então principal aliada e pilar econômico de Cuba.
A partir de 2000, com Hugo Chávez na presidência, a Venezuela assumiu o papel de fornecedora de petróleo para Cuba. Mas a queda de Nicolás Maduro, capturado em 3 de janeiro, em Caracas, durante uma invasão militar dos EUA, soou o alarme em Cuba, que já lutava para suprir metade de suas necessidades de eletricidade.
Os cubanos agora veem os painéis solares como sua salvação. As empresas de instalação se multiplicaram desde 2024, graças à flexibilização das restrições de importação impostas pelo governo.
– As pessoas estão desesperadas por uma solução – disse à AFP Reinier Hernández, de 42 anos, dono de uma empresa privada de instalação de energia solar que enfrenta uma demanda exponencial.
Desde meados de janeiro, ele mal dorme, entre telefonemas, elaboração de orçamentos e organização do trabalho de seus cerca de 20 funcionários, que trabalham em turnos intermináveis.
No bairro de Guanabacoa, na zona leste de Havana, operários instalam 12 painéis solares no telhado de um asilo administrado pela Igreja Católica. Com esses novos equipamentos, as freiras poderão preparar refeições para cerca de 80 pessoas.
– Sem eletricidade, não tínhamos outra opção – explicou à AFP a Irmã Gertrudis Abreu, freira dominicana que administra o refeitório comunitário. Ela precisou pedir doações para arrecadar os US$ 7 mil necessários para a instalação.
As autoridades dos Estados Unidos detiveram uma pessoa para interrogatório, em relação ao sequestro da mãe da apresentadora da NBC News Savannah Guthrie, informaram diversos veículos de imprensa americanos nesta terça-feira.
Acredita-se que Nancy Guthrie, mãe da jornalista, tenha sido sequestrada de sua casa em Tucson, Arizona, na noite de 31 de janeiro ou na madrugada de 1º de fevereiro. Com base em fontes policiais não identificadas, a CNN, a ABC e a Fox News informaram que uma pessoa foi detida para interrogatório em conexão com o sequestro. O indivíduo preso não foi acusado formalmente, segundo informou a CNN.
Apresentadora de TV dos EUA, Savannah Guthrie suplica pela vida da mãe a sequestradores; vídeo
Polícia diz acreditar que mãe desaparecida de apresentadora americana ainda está viva
O FBI divulgou imagens, na manhã de terça-feira, de um indivíduo mascarado e “armado” que parece estar mexendo na câmera da porta da frente da casa da mãe da jornalista.
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O diretor do FBI, Kash Patel, publicou seis fotos e três vídeos em preto e branco em sua conta no Twitter mostrando um indivíduo mascarado na varanda da casa da mulher de 84 anos.
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– Desde esta manhã, as autoridades descobriram essas imagens, recentemente indisponíveis, mostrando um indivíduo armado que parece ter mexido na câmera da porta da frente de Nancy Guthrie nas primeiras horas de seu desaparecimento – afirmou Patel.
O caso gerou ampla cobertura da mídia. Dezenas de jornalistas e equipes de televisão se reuniram na tranquila área residencial onde a vítima mora.
Savannah Guthrie e sua mãe Nancy
Reprodução/X
A filha de Nancy, Savannah, é uma das apresentadoras do popular programa “Today” da NBC News, lançado em 1952, um dos programas americanos de maior duração ainda no ar.
Bilhete de resgate
O FBI também indicou que a família de Nancy Guthrie recebeu um bilhete de resgate exigindo pagamento.
As imagens divulgadas na terça-feira pelo FBI mostram um indivíduo usando uma máscara de esqui, uma jaqueta com zíper, luvas e uma mochila, aproximando-se da porta da frente da casa de Nancy Guthrie.
Ele parece manipular a câmera por alguns segundos antes de se afastar para arrancar plantas, que ele então usa para cobrir a câmera.
As autoridades locais relataram na semana passada que a câmera da campainha da casa de Nancy Guthrie foi desconectada à 1h47 da manhã de domingo, 1º de fevereiro.
O software detectou a presença de uma pessoa menos de meia hora depois, às 2h12 da manhã, mas nenhum vídeo estava disponível, especificaram.
Savannah Guthrie explicou no Instagram, na segunda-feira, que acreditava que sua mãe “ainda estivesse viva”, mas que sua família havia chegado “a um ponto de desespero”.
A família teme por sua vida caso ela não siga o tratamento prescrito para seu problema cardíaco.
A morte do paraense Adriano Silva, atingido por fogo de artilharia durante operações militares na Ucrânia, reacendeu o alerta do governo brasileiro sobre os riscos do alistamento voluntário de cidadãos em forças armadas estrangeiras. Em julho de 2025, o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) publicou nota oficial desaconselhando a ida de brasileiros a zonas de conflito.
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Segundo informações preliminares, Adriano atuava como voluntário integrado às forças ucranianas e morreu em ataque indireto — modalidade que tem se mostrado uma das mais letais da guerra moderna, marcada por bombardeios e artilharia de longo alcance.
No aviso divulgado no ano passado, o Itamaraty destacou que tem sido registrado crescimento no número de brasileiros mortos em conflitos internacionais e alertou também para situações em que voluntários, após se alistarem, enfrentam dificuldades para interromper a participação nos exércitos combatentes. A assistência consular, nesses casos, pode ser severamente limitada pelos contratos firmados com forças estrangeiras.
“Nesse sentido, recomenda-se fortemente que convites ou ofertas de trabalho ou de participação em exércitos estrangeiros sejam recusadas”, recomendou o Ministério.
O ministério foi explícito ao afirmar que não há obrigatoriedade do poder público em custear passagens ou o retorno de cidadãos do exterior. Diante disso, recomendou “fortemente” que convites ou ofertas de trabalho e de participação em exércitos estrangeiros sejam recusados.
Segundo dados atualizados obtidos pelo GLOBO junto ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), 22 brasileiros morreram e 44 estão desaparecidos desde o início da guerra — números superiores aos divulgados oficialmente em dezembro do ano passado (a morte de Adriano é recente, portanto, ainda não foi contabilizada oficialmente pelo órgão).
Outro ponto central do alerta diz respeito às consequências legais. Brasileiros alistados em forças estrangeiras podem estar sujeitos à persecução penal, não apenas em cortes internacionais, mas também no Brasil. O Itamaraty citou o artigo 7º do Código Penal, que prevê a aplicação da lei brasileira a ilícitos cometidos por cidadãos nacionais no exterior quando houver obrigação internacional do país em prevenir ou impedir tais condutas.
Para brasileiros que estejam em zonas de conflito armado e necessitem de assistência, o ministério orienta o contato com as embaixadas do Brasil nos países onde se encontram ou com o plantão da Divisão de Comunidades Brasileiras e Assistência Consular, em Brasília.
Veja a nota na íntegra:
“Ministério das Relações Exteriores alerta para os riscos, inclusive de posterior persecução legal, do alistamento voluntário de cidadãos brasileiros em forças armadas estrangeiras no contexto de conflitos internacionais.
Tem sido registrado aumento no número de casos de nacionais brasileiros que perdem suas vidas em tais conflitos. Registram-se igualmente casos de brasileiros que atravessam dificuldades ao, uma vez alistados, tentar interromper sua participação nos exércitos combatentes. A assistência consular, nesses casos, pode ser severamente limitada pelos termos dos contratos assinados entre os alistados e as forças armadas de terceiros países. Não há obrigatoriedade por parte do poder público para o pagamento de passagens ou o custeio de retorno de cidadãos do exterior.
Nesse sentido, recomenda-se fortemente que convites ou ofertas de trabalho ou de participação em exércitos estrangeiros sejam recusadas.
Os brasileiros alistados em forças estrangeiras poderão ainda estar sujeitos a persecução penal, não apenas em cortes internacionais, mas também no Brasil, com base no art. 7º do Código Penal, que prevê estarem sujeitos à lei brasileira os ilícitos cometidos por cidadão brasileiro – ainda que em território estrangeiro – que, por tratado ou convenção internacional, o Brasil se obrigou a prevenir ou impedir.
Brasileiras e brasileiros em zonas de conflito armado que precisem de assistência consular podem entrar em contato com as Embaixadas do Brasil nos países em que se encontrem, ou com o plantão da Divisão de Comunidades Brasileiras e Assistência Consular do Itamaraty (+55-61-98260-0610), em Brasília”.
Em 2022, os democratas no Congresso corriam para aprovar a maior lei climática da história do país, enquanto o presidente Joe Biden declarava que o aquecimento global representava um “perigo claro e presente” para os Estados Unidos. Mas, nos bastidores, quatro veteranos do governo Trump articulavam planos para desmontar os esforços federais contra as mudanças climáticas assim que os republicanos retomassem o controle de Washington, segundo documentos analisados pelo The New York Times e entrevistas com mais de uma dúzia de pessoas familiarizadas com o assunto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Svitlana Zinovieva limpou a condensação gelada da janela da sala e apontou para uma chaminé que se ergue a partir da caldeira central responsável por aquecer o prédio onde mora. Foi ali, à distância, que ela viu um míssil russo cruzar o céu e explodir alguns dias antes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
No Reino Unido, o rei Charles III se ofereceu para colaborar com a polícia, e o premier Keir Starmer balança no cargo após a abertura de investigações contra um ex-embaixador britânico em Washington e contra o ex-príncipe Andrew. Na Noruega, a família real se viu dragada para o meio de uma crise institucional, enquanto um ex-premier e uma ex-diplomata entraram na mira das autoridades. Em países como França e Polônia, pedidos de investigação contra figuras públicas também ganharam força. Nos Estados Unidos, no entanto, a investigação caminha a passos lentos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Nove pessoas foram mortas nessa terça-feira, em uma área remota do oeste do Canadá, incluindo sete que foram baleadas em uma escola de ensino médio, e outras duas encontradas mortas em uma residência, informou a polícia federal.
A Polícia Montada Real Canadense disse que o incidente envolveu um “atirador ativo na Escola de Ensino Médio Tumbler Ridge”, na Colúmbia Britânica, e que “um indivíduo que se acredita ser o atirador também foi encontrado morto, com o que parece ser um ferimento autoinfligido”.
* Em atualização
A retirada da bandeira arco-íris do monumento mais importante nos Estados Unidos para a comunidade LGBTQIA+, devido a normas do governo de Donald Trump, causou indignação e gerou um protesto nesta terça-feira (10).
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A bandeira associada a essa comunidade foi retirada do Monumento Nacional de Stonewall, na cidade de Nova York, devido a um memorando de 21 de janeiro do Serviço Nacional de Parques, órgão federal responsável pelo monumento.
O documento proíbe no local emblemas que não sejam a bandeira americana ou referentes ao Departamento do Interior, com poucas exceções.
‘Declararam guerra contra nós’, dizia um dos cartazes erguido por manifestante, no ato contra decisão do governo Trump de retirar bandeira do movimento LGBTQ+ em Nova York
SPENCER PLATT / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Uma centena de manifestantes se reuniu em um parque localizado em frente ao monumento, no centro de Manhattan, e denunciaram a medida como “um tapa na cara” da comunidade.
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O democrata Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, disse que ficou indignado com a decisão. “Nova York é o berço do movimento moderno pelos direitos LGBTQ+, e nenhum ato de apagamento poderá mudar ou silenciar essa história”, publicou no X.
O monumento lembra os distúrbios que ocorreram em 1969, após uma operação policial no Stonewall Inn, um bar que reunia público gay, localizado no bairro de Greenwich Village. Os confrontos, que duraram seis dias, deram origem ao movimento moderno pelos direitos dos homossexuais nos Estados Unidos, que se estendeu mais tarde às pessoas transgênero e não-binárias.
Trump costuma criticar as pessoas trans e o que chamou de “extremismo ideológico de gênero” durante sua campanha eleitoral.
Dias após retornar ao cargo, ele assinou um decreto que declarava apenas dois gêneros oficiais nos Estados Unidos: masculino e feminino.
Um mês depois, o Serviço Nacional de Parques apagou as referências às pessoas trans e queer do site do monumento. Mas o entorno do local ainda estava enfeitado com bandeiras LGBTQIA+.

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