Em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã, forças de Israel interceptaram, em águas internacionais, uma flotilha de ajuda humanitária que seguia para a Faixa de Gaza, segundo a rede CNN. A Global Sumud Flotilla afirmou, em publicações na rede X, que embarcações militares israelenses se aproximaram do comboio e cercaram os navios. De acordo com o grupo, agentes apontaram armas de assalto para os tripulantes e ordenaram que se deslocassem para a parte dianteira das embarcações.
Entenda: Reconstrução do sistema de saúde de Gaza vai custar 10 bilhões de dólares pelos próximos 5 anos, indica OMS
‘Preciso vigiar constantemente meus filhos’: ratos, pulgas e parasitas proliferam em campos de deslocados em Gaza
“Barcos militares israelenses cercaram ilegalmente a flotilha em águas internacionais e ameaçaram sequestro e violência”, disse a organização.
Initial plugin text
Na publicação, a Global Sumud Flotilla afirmou ainda que perdeu contato com 11 embarcações e que, segundo a imprensa israelense, ao menos sete teriam sido interceptadas. O grupo pediu que governos “ajam para proteger a flotilha” e responsabilizou Israel por violações do direito internacional.
Initial plugin text
O porta-voz da flotilha, Gur Tsabar, afirmou à CNN que, até o momento, não há confirmação de detenções. Ele informou que o primeiro contato com as forças israelenses ocorreu às 20h47 no horário da Grécia (14h47 no horário de Brasília), quando a flotilha estava a cerca de 671 milhas (aproximadamente 1.080 km) de Israel.
Já o Ministério das Relações Exteriores israelense afirmou que abordou o que chamou de uma “flotilha de propaganda” e alegou ter encontrado “preservativos e drogas” a bordo. A declaração foi contestada pelo porta-voz do grupo, que classificou a informação como “desinformação” e disse que o material divulgado não corresponde às embarcações da flotilha.
Baixa participação: palestinos vão às urnas pela primeira vez desde o início da guerra em Gaza
Vídeos compartilhados pelos organizadores mostram o momento em que uma mensagem de rádio, atribuída à Marinha israelense, ordena que os navios mudem de rota e retornem ao porto de origem.
A Greenpeace informou que o navio Arctic Sunrise, da organização, recebeu o aviso e que o contato com parte das embarcações foi perdido após interferência nos sistemas de comunicação.
Relatório: Guerra em Gaza matou média de 47 mulheres e meninas por dia, aponta ONU
A flotilha partiu de Barcelona em 12 de abril e, segundo os organizadores, tinha como objetivo realizar uma “intervenção civil cuidadosamente planejada” diante da escalada da crise humanitária na região.
Não é a primeira vez que a iniciativa tenta levar ajuda ao território palestino. Em outubro do ano passado, embarcações do grupo também foram interceptadas por forças israelenses. Na ocasião, a marinha abordou os navios e deteve centenas de pessoas, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg.
Entenda: Reconstrução do sistema de saúde de Gaza vai custar 10 bilhões de dólares pelos próximos 5 anos, indica OMS
‘Preciso vigiar constantemente meus filhos’: ratos, pulgas e parasitas proliferam em campos de deslocados em Gaza
“Barcos militares israelenses cercaram ilegalmente a flotilha em águas internacionais e ameaçaram sequestro e violência”, disse a organização.
Initial plugin text
Na publicação, a Global Sumud Flotilla afirmou ainda que perdeu contato com 11 embarcações e que, segundo a imprensa israelense, ao menos sete teriam sido interceptadas. O grupo pediu que governos “ajam para proteger a flotilha” e responsabilizou Israel por violações do direito internacional.
Initial plugin text
O porta-voz da flotilha, Gur Tsabar, afirmou à CNN que, até o momento, não há confirmação de detenções. Ele informou que o primeiro contato com as forças israelenses ocorreu às 20h47 no horário da Grécia (14h47 no horário de Brasília), quando a flotilha estava a cerca de 671 milhas (aproximadamente 1.080 km) de Israel.
Já o Ministério das Relações Exteriores israelense afirmou que abordou o que chamou de uma “flotilha de propaganda” e alegou ter encontrado “preservativos e drogas” a bordo. A declaração foi contestada pelo porta-voz do grupo, que classificou a informação como “desinformação” e disse que o material divulgado não corresponde às embarcações da flotilha.
Baixa participação: palestinos vão às urnas pela primeira vez desde o início da guerra em Gaza
Vídeos compartilhados pelos organizadores mostram o momento em que uma mensagem de rádio, atribuída à Marinha israelense, ordena que os navios mudem de rota e retornem ao porto de origem.
A Greenpeace informou que o navio Arctic Sunrise, da organização, recebeu o aviso e que o contato com parte das embarcações foi perdido após interferência nos sistemas de comunicação.
Relatório: Guerra em Gaza matou média de 47 mulheres e meninas por dia, aponta ONU
A flotilha partiu de Barcelona em 12 de abril e, segundo os organizadores, tinha como objetivo realizar uma “intervenção civil cuidadosamente planejada” diante da escalada da crise humanitária na região.
Não é a primeira vez que a iniciativa tenta levar ajuda ao território palestino. Em outubro do ano passado, embarcações do grupo também foram interceptadas por forças israelenses. Na ocasião, a marinha abordou os navios e deteve centenas de pessoas, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg.









