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Uma tragédia registrada na ilha de Simeulue, na província de Aceh, ganhou repercussão internacional após vídeos do ataque circularem nas redes sociais. Um crocodilo de cerca de quatro metros foi flagrado emergindo do rio Luan Boya com o corpo de uma mulher nas mandíbulas, diante de dezenas de moradores.
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A vítima, Jusmitawati, de 35 anos, moradora da aldeia de Bulu Hadek, foi atacada na manhã deste domingo (15), por volta das 11h (horário local), enquanto coletava mariscos, atividade comum na região e importante para a subsistência familiar. Segundo o chefe de polícia de Teluk Dalam, Ipda Zainur Fauzi, em declarações ao site local SerambiNews, a mulher entrou na água acompanhada de uma amiga, que permaneceu na margem.
Confira:
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De acordo com relatos repassados à imprensa, entre eles ao tabloide britânico Daily Mail, Jusmitawati desapareceu em segundos, provavelmente surpreendida pelo animal. A amiga acionou imediatamente vizinhos e familiares, que iniciaram buscas com apoio de policiais e militares.
Resgate sob tensão e imagens que circularam
Os vídeos gravados por moradores mostram uma multidão às margens do rio, tentando localizar a vítima enquanto o crocodilo surgia repetidas vezes com o corpo preso às mandíbulas. Testemunhas relataram ao SerambiNews que homens tentaram forçar o animal a soltar a mulher usando paus, varas de bambu e cordas, sem sucesso inicial.
Após manobras arriscadas, os moradores conseguiram recuperar o corpo, já sem vida. A vítima foi entregue à família para sepultamento, conforme os costumes locais. Em meio à comoção, parte da população retirou o animal da água e o agrediu, até que autoridades assumissem o controle da situação em coordenação com a Agência de Conservação de Recursos Naturais de Aceh (BKSDA).
Imagens do ataque circulam nas redes sociais
Reprodução/X
O chefe de polícia afirmou que as forças de segurança seguem monitorando a área para evitar novos ataques e orientou a população a evitar rios considerados perigosos, especialmente durante atividades como pesca, banho e coleta de mariscos. Ele também pediu que qualquer avistamento de animais selvagens seja comunicado imediatamente às autoridades.
O subchefe distrital, Andrik Dasandra SSTP, reforçou o alerta às lideranças locais e destacou que a convivência com crocodilos é um desafio recorrente nas comunidades que dependem dos recursos fluviais. O rio de Simeulue já foi palco de outros incidentes semelhantes, segundo o SerambiNews, o que tem levado moradores a rever rotinas e trajetos de trabalho.
A sede em Paris do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI, na sigla em francês) foi esvaziada nesta quarta-feira após uma ameaça de bomba, anunciou a sigla, em um momento de temor de uma escalada da violência política no país com a aproximação das eleições municipais. O caso acontece dias após a morte de um ativista de extrema direita, que o governo francês relacionou ao “clima de violência” criado pela esquerda antes da disputa eleitoral.
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“A sede nacional da LFI acaba de ser esvaziada após uma ameaça de bomba. A polícia está no local. Todos os funcionários e ativistas estão em segurança”, declarou o coordenador do partido, Manuel Bompard, em publicação nas redes sociais, acrescentando que as forças de segurança foram acionadas imediatamente após o alerta.
A preocupação com a violência política provocou alerta em todo o país desde o fim da semana passada, quando foi anunciada a morte do ativista Quentin Deranque, de 23 anos. Ele havia sido agredido na quinta-feira durante um protesto da extrema direita contra um evento de uma eurodeputada de esquerda em uma universidade de Lyon. O jovem foi atacado em um confronto entre grupos militantes e sofreu um “traumatismo cranioencefálico grave”.
A Justiça abriu uma investigação por “homicídio doloso”. No início da semana, a porta-voz do governo francês de centro-direita, Maud Bregeon, apontou a “responsabilidade moral” do LFI pelo ocorrido, acusando a sigla de ter “incentivando um clima de violência durante anos”. A extrema direita, por sua vez, atribuiu o ataque a ativistas do movimento antifascista Jovem Guarda, cofundado por um deputado do LFI e que foi dissolvido em junho passado. O grupo negou qualquer envolvimento.
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Nove suspeitos foram presos na terça-feira por possível conexão com o assassinato, incluindo o assessor parlamentar de Raphaël Arnault, deputado do LFI. O parlamentar afirmou que iniciou um processo para encerrar o contrato de seu colaborador. Diante das críticas, o partido do ex-candidato presidencial Jean-Luc Mélenchon manifestou indignação pelo que considera o uso “político” do caso.
“Um limite foi ultrapassado. Aqueles que usam o drama e a morte de um jovem para atacar a La France insoumise devem cessar suas manobras abjetas”, escreveu a vice-presidente da Assembleia Nacional, Clémence Guetté (LFI), após a ameaça de bomba.
Um dia antes, a porta-voz do governo francês, Maud Bregeon, disse à imprensa local que o LFI deve “fazer uma limpa em suas fileiras”, e que a presidente do partido na Assembleia, Mathilde Panot, deve “excluir Raphaël Arnault de seu grupo”, ainda que temporariamente, para “dizer não à violência”. Considerando que todos têm “responsabilidade” quando votam no LFI, ela pediu que nunca mais haja um deputado da sigla na Assembleia.
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Jordan Bardella, o jovem líder da extrema direita que preside o partido de Marine Le Pen, o Reagrupamento Nacional (RN), afirmou que Arnault “não tem lugar na Assembleia Nacional” e deveria renunciar. Por sua vez, a presidente da Assembleia, Yaël Braun-Pivet, pediu que “cada partido se pergunte” se “tal deputado ou tal eleito é suscetível” de representar a sigla e a nação. Ela lamentou que Mélenchon, o ex-candidato presidencial do LFI, não tenha “pronunciado palavras de apaziguamento” na noite de terça-feira.
— Os responsáveis políticos [devem] apelar à calma e ao debate de ideias. Aqui falamos da ultraesquerda, mas também há grupos de extrema direita nas ruas, que igualmente buscam confronto, cometem atos puníveis, são indiciados e às vezes encarcerados — disse Braun-Pivet, ressaltando, porém, que é contrária a uma proibição geral de reuniões políticas nas universidades. — Cada um tem o direito de poder se expressar nas universidades. Não deve haver proibição geral, porque nossos jovens precisam formar seu espírito.
Entenda o caso
Deranque morreu no sábado em decorrência dos ferimentos, dois dias depois de ter sido espancado por pelo menos seis indivíduos mascarados e encapuzados. O estudante era, segundo o coletivo de extrema direita Némésis, responsável por garantir a segurança de vários de seus militantes que haviam ido protestar contra uma conferência da eurodeputada da LFI Rima Hassan.
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ALAIN JOCARD / AFP
Quando foi atendido pelos serviços de emergência, o jovem “apresentava essencialmente lesões na cabeça”, entre elas “um traumatismo cranioencefálico grave”, disse o promotor de Lyon, Thierry Dran, durante entrevista coletiva. Um suposto vídeo do ataque divulgado pelo canal TF1 mostra cerca de dez pessoas agredindo três jovens no chão. Dois deles conseguem escapar. Uma testemunha disse à AFP que “eles se agrediram com barras de metal”.
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O caso acendeu o debate para as eleições municipais do próximo mês. O pleito é considerado um teste para a presidencial de 2027, que elegerá o sucessor de Emmanuel Macron, impedido de se candidatar após dois mandatos consecutivos. As pesquisas de opinião apontam como favorita a legenda de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN), que, com Marine Le Pen como candidata, passou ao segundo turno nas duas eleições presidenciais vencidas por Macron.
No entanto, a líder de extrema direita está atualmente inelegível por uma condenação por desvio de recursos públicos e, após recorrer, aguarda agora a sentença em segunda instância, prevista para julho. Caso a inelegibilidade seja mantida, Bardella poderá ser o candidato do RN. Segundo uma pesquisa divulgada no domingo, o jovem de 30 anos seria o candidato preferido pelos franceses, à frente de Le Pen e do ex-primeiro-ministro de centro-direita Édouard Philippe.
(Com AFP)
Um vídeo que circula nas redes sociais desde o fim de semana mostra o momento em que uma tartaruga de estimação consegue escapar de um galpão em chamas no quintal de casa, em Fullerton, na Califórnia. As imagens, captadas por uma câmera instalada para monitorar o animal, registram a fuga em tempo real e já acumulam milhões de visualizações.
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Leo, uma tartaruga-sulcata de três anos, estava no abrigo enquanto seus donos participavam de uma festa para assistir ao Super Bowl LX, no domingo (8). Segundo o tutor, Hyeri Tom, uma lâmpada de aquecimento instalada no recinto tombou e entrou em contato com a palha que forrava o espaço, dando início ao incêndio.
Confira:
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As gravações mostram o momento em que as chamas começam a se espalhar enquanto o animal ainda repousa. Pouco depois, Leo desperta e passa a se mover com rapidez incomum para fora do galpão, enquanto o fogo avança atrás dela. A cena chamou a atenção de internautas pelo contraste entre a lentidão típica da espécie e a urgência da situação.
Incêndio contido por vizinho
De acordo com Tom, um vizinho percebeu a fumaça e conseguiu controlar o incêndio antes que o fogo se alastrasse para outras áreas da residência. O galpão foi destruído, mas Leo foi encontrada escondida sob um arbusto no quintal.
Após o episódio, a tartaruga apresentou letargia e perda de apetite. Na quinta-feira (12), foi levada a uma clínica veterinária de emergência, onde recebeu tratamento para inflamação nos bronquíolos. O protocolo incluiu inalações diárias de solução salina em uma estrutura improvisada descrita pelo tutor como uma “câmara quente”. Segundo ele, o animal se recuperou completamente.
Imagens da tartaruga circulam nas redes sociais
Reprodução/X
Tom decidiu publicar o vídeo como forma de alerta. “A lâmpada de aquecimento caiu e incendiou o substrato”, relatou. Ele afirmou que ficou abalado ao assistir às imagens e ressaltou que o desfecho poderia ter sido mais grave. “Estou compartilhando para que outros donos fixem bem as lâmpadas. Não quero que outro animal passe por isso”, disse.
O tutor informou que está construindo um novo abrigo, com reforço na instalação elétrica e nos dispositivos de aquecimento. Também agradeceu aos vizinhos que ajudaram a conter o fogo.
O nome de Andrew Mountbatten-Windsor voltou a ganhar destaque após a divulgação de uma nova leva de cerca de três milhões de documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. O material está a ser analisado por diversas forças policiais no Reino Unido.
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Apesar de já ter sido afastado da vida pública e ter perdido seus títulos militares e patronatos por decisão do seu irmão, o rei Charles III, Andrew continua formalmente na linha de sucessão ao trono britânico, ocupando atualmente a oitava posição.
Entre os dados analisados pelas autoridades estariam registros de voos do jato privado associado a Epstein — conhecido como “Lolita Express” — incluindo dezenas de aterrissagens no terminal privado de Stansted.
Declarações públicas recentes apontam que os arquivos mencionariam ligações entre Andrew e pessoas transportadas nesses voos. O ex-príncipe sempre negou qualquer irregularidade ou envolvimento ilícito.
A deputada trabalhista Rachael Maskell defendeu que Andrew seja removido da linha de sucessão e pediu maior transparência sobre o período em que ele atuou como enviado comercial do Reino Unido. O tema reacende o debate sobre os limites institucionais da monarquia diante de escândalos envolvendo membros da família real.
Até o momento, não houve anúncio oficial de mudança no status sucessório do príncipe.
Os nascimentos na Espanha aumentaram em 2025 pela primeira vez em mais de uma década, embora o saldo em relação às mortes tenha permanecido negativo, informou nesta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE), em meio ao debate político sobre imigração e envelhecimento da população.
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“Durante 2025, estima-se provisoriamente que houve um total de 321.164 nascimentos na Espanha, o que representou um aumento de 1,0% em relação ao ano anterior (3.159 a mais)”, indicou o instituto público em um comunicado.
Esse “leve aumento”, que ainda depende de confirmação com dados definitivos, romperia “a tendência da última década”, segundo o INE.
No ano passado, 446.982 pessoas morreram na Espanha, alta de 2,5% em relação a 2024. O resultado mantém negativo o saldo vegetativo — diferença entre nascimentos e mortes —, situação registrada de forma contínua desde 2017.
Em 1º de janeiro de 2026, a população espanhola era de 49,5 milhões de habitantes, dos quais 7,2 milhões eram estrangeiros, o equivalente a 14,6% do total, informou o INE na semana passada.
Pela “primeira vez”, a Espanha superou “os 10 milhões de habitantes nascidos no exterior”, de acordo com o instituto.
O governo do socialista Pedro Sánchez defende uma política de abertura migratória, sobretudo para fluxos provenientes da América Latina, posicionamento que contrasta com o adotado pela maioria dos países europeus.
No fim de janeiro, o Executivo apresentou um plano para regularizar meio milhão de pessoas sem documentos, em sua maioria latino-americanas. Antes disso, em novembro de 2024, havia aprovado uma reforma que permite a regularização de 300 mil pessoas por ano ao longo de três anos.
Partidos de direita e de extrema direita criticam a política migratória do governo, classificando-a como “disparatada”.
Sánchez afirma agir de forma “pragmática” para mitigar o envelhecimento da população espanhola e preservar o dinamismo econômico do país.
Segundo o INE, o Produto Interno Bruto (PIB) espanhol cresceu 2,8% em 2025, quase o dobro da expansão registrada na zona do euro. No início de janeiro, o premiê declarou que a migração respondeu por “80% do crescimento” econômico da Espanha nos últimos seis anos.
Um filhote de leão-marinho foi resgatado no sábado (14) após ser encontrado sozinho e aparentemente desorientado na areia de Cannon Beach, no estado do Oregon. O animal foi visto debatendo-se na faixa de areia molhada, tentando retornar ao mar, segundo informou o Haystack Rock Awareness Program.
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De acordo com a organização, responsável pela proteção ambiental da área, o filhote havia se perdido e aparentava dificuldade para reencontrar o caminho de volta à água. A equipe do programa atuou no local com o apoio do Seaside Aquarium e do Cannon Beach Police Department, conseguindo conduzir o animal de forma segura até o oceano.
Imagens do filhote circulam nas redes sociais
Captura de tela/Facebook/Haystack Rock Awareness Program
Em publicação nas redes sociais, o programa reforçou a importância de não interferir na vida selvagem. “Este é um bom lembrete para não interferir com animais silvestres e, caso se depare com uma situação como esta, ligar para o número de emergência não urgente da delegacia de polícia ou da agência ambiental mais próxima”, informou a entidade, que também orientou visitantes a manter distância e afastar cães da área.
A postagem gerou ampla repercussão, com dezenas de comentários de pessoas preocupadas com o estado do filhote. Alguns questionaram se a mãe teria sido localizada, enquanto outros relataram ter acompanhado o resgate à distância e elogiaram a atuação das equipes envolvidas.
Área protegida e habitat natural
A região de Haystack Rock, formação rochosa que se tornou ponto turístico após aparecer no filme The Goonies, é considerada habitat marinho protegido. A escalada na rocha é proibida, e focas e leões-marinhos são comuns nas áreas rochosas próximas, onde costumam descansar.
Especialistas explicam que filhotes podem ser deixados temporariamente na praia enquanto as mães saem para caçar, o que pode dar a impressão de abandono. Ainda assim, a orientação é clara: não tocar, mover ou tentar resgatar os animais por conta própria.
A Oregon Marine Mammal Stranding Network recomenda que qualquer ocorrência envolvendo mamíferos marinhos seja comunicada às autoridades locais, mantendo sempre distância segura e evitando a aproximação de animais domésticos.
Os moradores atingidos pelos incêndios florestais de Eaton, que devastaram o sul da Califórnia no início de 2025, enfrentam um novo impasse na tentativa de reconstruir suas vidas. Além das perdas humanas e materiais, 19 mortos e milhares de casas destruídas em Altadena, Pasadena e Sierra Madre, parte dos sobreviventes agora precisa arcar com valores que podem chegar a US$ 40 mil, cerca de R$ 208,6 mil, para religar suas residências à rede elétrica.
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Em abril do ano passado, a concessionária Southern California Edison anunciou que substituiria as linhas aéreas por um sistema subterrâneo nas áreas afetadas. A medida foi apresentada como estratégia de mitigação de novos incêndios. No entanto, uma política estadual anterior à tragédia determina que os proprietários devem custear a ligação entre suas casas e a nova infraestrutura.
Moradores de Altadena relataram ao jornal Los Angeles Times que receberam orçamentos entre US$ 20 mil e US$ 40 mil. De acordo com a imprensa local, Connor Cipolla, membro do conselho municipal local, afirmou à publicação que a comunidade ficou “furiosa” e “completamente pega de surpresa”. Segundo ele, chegou a ser orientado pela empresa a escavar a entrada recém-pavimentada de sua garagem para viabilizar a conexão, alternativa posteriormente revista.
Carolyn Hove, outra moradora, questionou ao LA Times até quando a população suportaria novos ônus. Ela afirmou que a comunidade ainda está traumatizada e atribuiu o incêndio à concessionária, embora a causa oficial siga sob investigação.
Disputa judicial e programa de indenização
Dois processos movidos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos alegam que linhas de transmissão operadas pela Edison podem ter provocado o incêndio. Paralelamente, moradores ingressaram com ações contra a companhia e o Condado de Los Angeles. A concessionária, por sua vez, processou o condado, seis agências de água e a Agência de Gás do Sul da Califórnia, alegando que suas ações contribuíram para a dimensão da tragédia. A empresa não admitiu culpa.
No outono passado, a Edison lançou um programa de compensação financeira para moradores que concordassem em não processá-la. O prazo terminou em novembro. Na sexta-feira, a empresa informou ter enviado mais de 500 ofertas de indenização, somando US$ 165 milhões. Os valores podem ser utilizados na reconstrução das casas.
A Rede de Sobreviventes do Incêndio de Eaton classificou a iniciativa como insuficiente, chamando-a de “gota no oceano”, segundo o site Pasadena Now. O grupo defende que as famílias desalojadas recebam US$ 200 mil cada, sem a exigência de renúncia a ações judiciais.
Em entrevista à emissora KTLA, a Edison afirmou que a segurança é sua prioridade e justificou a rede subterrânea como medida preventiva. Em comunicado, a empresa declarou que, conforme tarifas aprovadas pela comissão estadual de serviços públicos, cabe aos proprietários custear a conexão entre o limite de seus imóveis e a nova rede.
O plano de reconstrução foi detalhado em carta do CEO Pedro Pizarro ao governador Gavin Newsom. À época, a estimativa era de que a infraestrutura custaria entre US$ 8 mil e US$ 10 mil por residência. Moradores afirmam que o valor final é significativamente superior.
Brandon Tolentino, vice-presidente de Resiliência Empresarial e de Incêndios Florestais da concessionária, disse ao LA Times que a empresa busca diferentes fontes de financiamento, incluindo subsídios públicos e recursos filantrópicos, para reduzir os custos aos proprietários. Já Mark Ellis, ex-economista-chefe de empresas de energia da região, avaliou ao jornal que a cobrança pode gerar lucro à concessionária.
Um dos principais hospitais de Manhattan, o NYU Langone Health, anunciou o encerramento de seu programa médico voltado ao atendimento de jovens transgênero. A decisão ocorre em meio à ameaça de perda de financiamento federal após medidas adotadas pelo governo do presidente Donald Trump.
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Em dezembro, a administração republicana propôs regras que podem retirar recursos federais de hospitais que ofereçam tratamentos de transição de gênero para adolescentes, como bloqueadores de puberdade, terapia hormonal ou cirurgias.
Em nota, o hospital afirmou que a decisão foi tomada diante do “ambiente regulatório atual” e após a saída do diretor médico do programa.
— Diante do cenário regulatório e da recente saída da direção médica, tomamos a difícil decisão de descontinuar o Programa de Saúde para Jovens Transgênero — informou o porta-voz Steve Ritea.
Segundo autoridades locais, o hospital deixará de oferecer tratamentos hormonais e outros cuidados médicos relacionados à transição para menores.
O presidente do distrito de Manhattan, Brad Hoylman-Sigal, afirmou estar preocupado com o destino dos pacientes.
— Estou horrorizado com as possíveis consequências para esses jovens. É crucial que encontrem atendimento alternativo o quanto antes — declarou.
O hospital afirmou que continuará oferecendo programas de saúde mental pediátrica e que está comprometido em ajudar os pacientes a lidar com a mudança.
A decisão não surpreendeu muitas famílias. Desde o ano passado, após ordem executiva do presidente Trump direcionada ao tratamento de menores trans, o NYU Langone já havia interrompido a admissão de novos pacientes e cancelado consultas iniciais para implantes de bloqueadores hormonais. Pacientes que já estavam em tratamento puderam continuar.
Nos últimos meses, o Departamento de Justiça enviou mais de 20 intimações a médicos e clínicas que realizam procedimentos relacionados à transição de gênero em menores. O FBI chegou a pedir informações públicas sobre médicos que realizariam esses procedimentos.
Outros hospitais e clínicas nos Estados Unidos também reduziram ou suspenderam serviços semelhantes.
Além do NYU Langone, o Mount Sinai Health System também mantém programas voltados à medicina de gênero para jovens em Manhattan, mas não comentou oficialmente o status atual de seus serviços.
A China lançou mais submarinos do que os Estados Unidos nos últimos cinco anos, segundo relatório do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS). Entre 2021 e 2025, Pequim colocou na água 10 submarinos, somando 79 mil toneladas, contra sete unidades americanas, que totalizaram 55,5 mil toneladas.
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A mudança representa, de acordo com a CNN Portugal, uma virada em relação ao período entre 2016 e 2020, quando os EUA haviam superado a China tanto em número quanto em tonelagem.
O relatório, baseado em análise de imagens de satélite, aponta que a Marinha do Exército de Libertação Popular ampliou significativamente sua produção de submarinos nucleares, incluindo:
• Submarinos de mísseis balísticos (SSBN);
• Submarinos de ataque e mísseis guiados (SSGN).
No início de 2025, a China contava com 12 submarinos nucleares ativos (seis SSBN e seis de ataque ou guiados). Já os EUA mantêm ampla vantagem, com 65 submarinos no total, sendo 14 de mísseis balísticos.
Pequim também opera 46 submarinos de propulsão convencional, enquanto Washington mantém exclusivamente frota nuclear.
A expansão ocorre principalmente no estaleiro de Huludao, operado pela Bohai Shipbuilding Heavy Industry Co., no norte da China. O relatório destaca dois submarinos Tipo 094, capazes de lançar mísseis balísticos com ogivas nucleares, reforçando a tríade nuclear chinesa.
O próximo passo é o desenvolvimento do Tipo 096, que deve entrar em serviço no fim da década.
Enquanto isso, a Marinha dos EUA tem dificuldades para cumprir suas metas de produção. Segundo relatório do Congressional Research Service (CRS), os estaleiros americanos entregam atualmente cerca de 1,1 a 1,2 submarino de ataque da classe Virginia por ano, abaixo da meta de dois por ano.
O novo submarino estratégico da classe Columbia, o USS District of Columbia, também enfrenta atraso de pelo menos um ano e só deve ser entregue após 2028.
Além disso, o número de submarinos de ataque americanos pode cair para 47 unidades até 2030, no chamado “vale da força submarina”, antes de eventual recuperação em 2032 — caso as metas sejam atingidas.
Equipes de resgate trabalham para encontrar nove esquiadores desaparecidos após uma avalanche no norte da Califórnia, atingido por uma forte tempestade, informaram nesta terça-feira as autoridades locais.
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O deslizamento ocorreu às 11h30 no horário local (19h30 GMT) no pico Castle, um dos mais populares do Bosque Nacional de Tahoe, nos Estados Unidos, e atingiu 15 pessoas: 12 esquiadores e quatro guias, informou o Departamento do Xerife do condado de Nevada, onde a montanha está localizada.
“Pelo menos seis dos esquiadores sobreviveram à avalanche e permaneceram no local aguardando resgate”, detalhou o comunicado.
As autoridades haviam dito anteriormente que havia 16 pessoas no grupo, antes de revisar o número para 15. Com isso, o total de desaparecidos foi reduzido para 9.
“Devido às condições climáticas extremas, o pessoal de resgate levou várias horas para alcançar os esquiadores e transportá-los para um local seguro, onde foram submetidos a uma avaliação médica”, indicou o Departamento do Xerife em um comunicado posterior.
“A busca continua, dependendo das condições climáticas”, acrescentou, assinalando que há 46 socorristas na operação.
Uma potente tempestade de inverno avança sobre a Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, desde o início da semana, atingindo o estado com fortes precipitações, rajadas intensas de vento e nevascas.
As autoridades haviam emitido um alerta de avalanches desde a madrugada desta terça-feira até a madrugada de quarta-feira para a cordilheira da Sierra Nevada, na qual se encontra o pico Castle.
“Espera-se a ocorrência de avalanches de grande porte na terça-feira, na noite de terça-feira e pelo menos até a madrugada de quarta-feira em áreas montanhosas não controladas”, anunciou mais cedo o Centro de Avalanches da Sierra.
O pico Castle, com 2.777 metros, é um destino popular para a prática de esqui. Fica próximo à comunidade de Soda Springs, onde caíram pelo menos 76 centímetros de neve nas últimas 24 horas, de acordo com meteorologistas, obrigando à suspensão temporária das operações.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos informou que algumas regiões da Sierra Nevada podem receber até 2,4 metros de neve até o fim de quarta-feira, quando se espera que a tempestade se dissipe.

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