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A intensa tempestade de inverno que começou a atingir a Costa Leste dos Estados Unidos no domingo cobriu o Nordeste do país nesta segunda-feira com acumulados que chegaram a 60 centímetros de neve, paralisando cidades como Nova York e Boston e afetando uma região com mais de 40 milhões de habitantes. Autoridades emitiram alertas de nevasca, fecharam escolas, suspenderam serviços de transporte e voos e decretaram proibição de circulação para veículos não essenciais. Pelo menos sete estados (Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia, Delaware, Connecticut, Rhode Island e Massachusetts) declararam estado de emergência.
Contexto: Tempestade de neve leva autoridades a decretar emergência e proibir circulação em NY e no Nordeste dos EUA
Em janeiro: Megatempestade de neve e gelo nos EUA leva regiões a declararem estado de emergência
Na manhã desta segunda, ventos intensos continuavam a soprar, e a neve ainda caía com força em muitos locais, criando condições de visibilidade quase nula. A tempestade, descrita como um nor’easter (como é chamada a tempestade do Nordeste) comparável em intensidade a um furacão de categoria 2, apresentou rajadas de vento que superaram 110 km/h em partes da Nova Inglaterra, com picos de até 158 km/h em Massachusetts. É esperado que o fenômeno perca força ao longo do dia.
— Essas são condições de nevasca. Nova York não enfrentou uma tempestade dessa escala na última década — disse o prefeito de Nova York, o democrata Zohran Mamdani, em entrevista coletiva no domingo, citando o que chamou de “neve à moda antiga”. — Pedimos aos nova-iorquinos que evitem todas as viagens não essenciais. Por favor, para sua segurança, fiquem em casa, permaneçam dentro de casa e longe das estradas. E para as crianças de Nova York, vocês têm uma missão muito séria, se decidirem aceitá-la: fiquem bem aconchegantes.
Árvore caída impede passagem de limpa-neves no Brooklyn, em 23 de fevereiro de 2026, enquanto tempestade paralisa cidades da Costa Leste
Graham Dickie/The New York Times
Em Nova York, o Central Park registrou mais de 50 centímetros de neve entre domingo e esta segunda, o nono maior volume diário já medido no local. Em algumas áreas, os acumulados totais podem chegar a 56 centímetros. Algumas calçadas estavam bloqueadas por montes de neve de quase um metro de altura, e os serviços de ônibus e metrô foram limitados, com linhas para Nova Jersey e outros subúrbios paralisadas. Na tarde desta segunda, Mamdani suspendeu a proibição de circulação, mas alertou que as vias permaneciam escorregadias e pediu cautela:
“Esta nevasca é séria. Fique em casa”, escreveu o democrata nas redes sociais, observando que 2,6 mil trabalhadores da limpeza urbana, 2,3 arados e 700 caminhões de sal haviam sido mobilizados para ajudar a cidade a retomar as atividades o mais rápido possível.
Mais afetados pelo frio
O impacto no transporte, porém, foi generalizado. Até a manhã desta segunda, 10.739 voos nos EUA programados para ocorrer entre domingo e terça-feira haviam sido cancelados, de acordo com o serviço de monitoramento FlightAware. Aeroportos como John F. Kennedy, LaGuardia, Newark Liberty, Boston Logan e Philadelphia International ficaram praticamente fechados. A Amtrak suspendeu o serviço entre Nova York e Boston, e o Serviço Nacional de Meteorologia afirmou que as condições de nevasca tornam as viagens “potencialmente fatais”.
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Ao mesmo tempo, centenas de milhares de residências e empresas ficaram sem energia em vários estados. Cerca de 650 mil pessoas estavam sem energia em todo o país no início desta segunda-feira, incluindo quase 400 mil apenas em Massachusetts e Nova Jersey. Árvores e linhas de transmissão cederam sob o peso da neve úmida e dos ventos intensos e, em alguns locais, autoridades alertaram que os reparos só seriam iniciados quando as rajadas diminuíssem. Moradores foram informados de que poderiam enfrentar vários dias sem eletricidade.
A previsão era que a tempestade deixasse a Nova Inglaterra apenas na noite desta segunda. Cerca de 35 milhões de pessoas, de Maryland ao Maine, permaneciam sob alerta. Em Rhode Island, a nevasca era tão intensa que a maior parte dos limpa-neves foi temporariamente retirada de serviço. Em Nova York, o Departamento de Parques recebeu mais de 340 relatos de árvores caídas, disse um porta-voz da agência, observando que alguns relatos podem se referir aos mesmos incidentes.
— Estamos limpando as ruas e fazendo todo o possível para manter nossas vias livres para que os veículos de emergência possam passar — disse Mamdani, acrescentando que, até o momento, não há registros de mortes relacionadas à tempestade nem remoções involuntárias de pessoas em situação de rua.
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A tempestade ocorre semanas depois de a região se recuperar de outro sistema climático de inverno devastador, associado a mais de 100 mortes. Em nova pesquisa da AP-NORC, a maior parte dos adultos nos EUA (6 em cada 10) disseram ter sido pessoalmente afetados por frio severo ou tempestades de inverno nos últimos cinco anos. O número aumentou em relação ao ano passado, quando era de cerca de metade. Invernos anormalmente frios têm ocorrido com menos frequência na América do Norte, mas especialistas afirmam que os americanos estão enfrentando episódios de frio extremo de forma mais intensa quando eles acontecem.
(Com AFP, Bloomberg e New York Times)
A polícia britânica prendeu nesta segunda-feira Peter Mandelson por envolvimento no caso Epstein. Um vídeo mostra o momento em que ele é detido pela polícia britânica sob suspeita de má conduta em cargos públicos. De acordo com o comunicado da Met Police, a detenção está relacionada com o mesmo crime do qual é acusado o ex-príncipe Andrew.
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O político, que renunciou à cadeira no parlamento britânico no início de fevereiro e já havia sido retirado do cargo de embaixador nos EUA em setembro do ano passado, teria mantido relação próxima com o financista mesmo depois de sua condenação por crimes sexuais. A proximidade desencadeou um escândalo político e moral com repercussão em Londres.
“Ele foi preso em um endereço em Camden na segunda-feira, 23 de fevereiro, e levado para uma delegacia de polícia em Londres para interrogatório. Isso ocorreu após mandados de busca e apreensão em dois endereços nas áreas de Wiltshire e Camden”, disse um agente da Polícia Metropolitana.
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O premier britânico enfrentou pedidos de integrantes de seu próprio Partido Trabalhista para que deixasse o cargo, após correspondências documentarem uma relação muito mais próxima entre Epstein e Peter Mandelson, nomeado pelo primeiro-ministro Keir Starmerpor Starmer como embaixador britânico nos Estados Unidos.
Entenda
Os documentos citados organizam as suspeitas em três eixos. O primeiro envolve o suposto compartilhamento de informações governamentais sensíveis com Epstein. Entre os conteúdos mencionados estariam dados sobre a crise financeira de 2008, um relatório confidencial destinado ao então primeiro-ministro Gordon Brown e a antecipação de um resgate europeu de 500 bilhões de euros antes do anúncio oficial — elementos que sugerem possível violação de confidencialidade estatal.
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O segundo núcleo diz respeito a relações financeiras. Registros teriam identificado pagamentos de 75 mil dólares feitos por Epstein a contas vinculadas a Mandelson ou ao seu parceiro, o brasileiro Reinaldo Avila da Silva, reforçando suspeitas de vínculo material entre ambos.
O terceiro ponto reúne evidências visuais e sinais de proximidade pessoal que ampliaram o desgaste público. A imprensa divulgou uma fotografia de Mandelson vestido com roupa íntima, uma cueca, no apartamento de Epstein, em Paris, além de registros de mensagens nas quais o político se referia ao financista como “melhor amigo”.
Renúncia
Mandelson deixou o Partido Trabalhista e renunciou à Câmara dos Lordes. O governo de Keir Starmer planeja retirar seu título vitalício e já o havia destituído do cargo de embaixador em Washington em setembro. Paralelamente, o Serviço Civil britânico revisa seus contatos governamentais, enquanto a polícia metropolitana abriu investigação por possível quebra de confidencialidade.
O episódio se soma a controvérsias anteriores na carreira do político. Mandelson já havia renunciado em 1998 após a revelação de um empréstimo secreto para a compra de uma casa e, em 2001, por suspeita de interferência no passaporte de um bilionário. Apesar disso, teve papel decisivo nas vitórias eleitorais de Tony Blair e na consolidação do Novo Trabalhismo.
Agora, o caso Epstein é descrito internamente como o golpe definitivo em seu legado. Avaliações no governo indicam que Mandelson não deve permanecer na vida pública, e sua renúncia é interpretada como tentativa de evitar punições legais mais severas e “mais constrangimentos”.
Os Estados Unidos ordenaram a retirada de pessoal não essencial de sua embaixada em Beirute, no Líbano, em meio às ameaças do presidente Donald Trump de atacar o Irã, país que mantém laços estreitos com a milícia xiita libanesa Hezbollah.
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— Esta é uma medida temporária destinada a garantir a segurança de nosso pessoal, mantendo nossa capacidade de operar e auxiliar cidadãos americanos — disse um alto funcionário do Departamento de Estado sob condição de anonimato.
Segundo informou uma fonte de segurança libanesa à AFP, cerca de 40 funcionários da embaixada partiram pelo aeroporto internacional de Beirute nesta segunda-feira.
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A ordem implica a saída de pessoal que não desempenha funções essenciais e de seus familiares, mas a embaixada permanecerá em funcionamento.
— Avaliamos continuamente o ambiente de segurança e, com base em nossa última revisão, consideramos prudente restringir nossa presença ao pessoal essencial — explicou o funcionário americano.
A evacuação ocorre depois que, no sábado, o Hezbollah convocou a “resistência” após a morte, em um ataque israelense, de oito de seus membros que participavam de uma reunião no leste do Líbano.
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Trump ordenou um importante desdobramento de forças americanas no Oriente Médio enquanto ameaça atacar o Irã, a menos que chegue a um acordo sobre seu programa nuclear.
A insuficiência renal que enfrentava desde 2019 levou Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, a uma decisão extrema: com medo de ser preso ao buscar atendimento médico e de se afastar de seu esquema de segurança, o líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG) mandou construir um hospital para uso exclusivo. Apontado como um dos narcotraficantes mais poderosos do México, ele foi morto no último domingo em uma operação do Exército mexicano.
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De acordo com informações de inteligência divulgadas pelo jornal mexicano El Universal, a unidade foi erguida no vilarejo de El Alcíhuatl, localizado na cidade de Villa Purificación, município a 250 quilômetros de Guadalajara, em uma área de selva. Ainda segundo o jornal, a doença já tinha causado danos à saúde de “El Mencho”, o que dificultava grandes locomoções no estado de Jalisco.
Do cartel e da comunidade
Para além de auxiliar no tratamento de sua doença renal, o local serviria também para ofertar serviços médicos para membros da família do narcotraficante, seus seguranças de confiança e até mesmo alguns moradores do vilarejo onde estava localizado o centro médico.
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Local estratégico
A cidade de Villa Purificación é considerada um dos bastiões do cartel. Em 2015, neste mesmo local, os comandados de “El Mencho” derrubaram um helicóptero do Exército mexicano com um lança-foguetes do tipo RPG. A queda culminou na morte de seis militares e mais 12 feridos, além de oito suspeitos mortos em confronto. A operação visava capturar a liderança do CJNG.
Soldados da 88ª brigada de infantaria patrulham área onde helicóptero militar foi derrubado na sexta (1º), em Villa Purificacion, no estado de Jalisco, no México
Foto: AFP Photo/Yuri Cortez
Com a morte, o governo mexicano pôs fim a uma caçada de décadas — o narcotraficante era considerado inimigo público número 1 das autoridades mexicanas. Sob seu comando, o cartel Jalisco Nova Geração se tornou um dos principais e mais poderosos grupos de tráfico de drogas do México. O governo mexicano afirmou nesta segunda-feira que 27 agentes das forças de segurança morreram, enquanto 30 supostos integrantes de organizações criminosas teriam sido neutralizados em meio a confrontos que se seguiram à operação contra o mandatário do CJNG. Estradas foram bloqueadas, veículos, prédios públicos e estabelecimentos comerciais foram incendiados e uma série de eventos pré-agendados, como partidas de futebol e apresentações culturais foram suspensas, enquanto atos de violência foram registrados em pelo menos 20 estados.
A polícia britânica prendeu nesta segunda-feira Peter Mandelson, figura central do Partido Trabalhista britânico e um dos principais articuladores dos governos do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, por implicações nos arquivos Epstein. De acordo com o comunicado da Met Police, a detenção está relacionada com o mesmo crime do qual é acusado o ex-príncipe Andrew, má conduta em cargos públicos.
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“Ele foi preso em um endereço em Camden na segunda-feira, 23 de fevereiro, e levado para uma delegacia de polícia em Londres para interrogatório. Isso ocorreu após mandados de busca e apreensão em dois endereços nas áreas de Wiltshire e Camden”, disse um agente da Polícia Metropolitana.
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Entenda
Os documentos citados organizam as suspeitas em três eixos. O primeiro envolve o suposto compartilhamento de informações governamentais sensíveis com Epstein. Entre os conteúdos mencionados estariam dados sobre a crise financeira de 2008, um relatório confidencial destinado ao então primeiro-ministro Gordon Brown e a antecipação de um resgate europeu de 500 bilhões de euros antes do anúncio oficial — elementos que sugerem possível violação de confidencialidade estatal.
O segundo núcleo diz respeito a relações financeiras. Registros teriam identificado pagamentos de 75 mil dólares feitos por Epstein a contas vinculadas a Mandelson ou ao seu parceiro, o brasileiro Reinaldo Avila da Silva, reforçando suspeitas de vínculo material entre ambos.
O terceiro ponto reúne evidências visuais e sinais de proximidade pessoal que ampliaram o desgaste público. A imprensa divulgou uma fotografia de Mandelson vestido com roupa íntima, uma cueca, no apartamento de Epstein, em Paris, além de registros de mensagens nas quais o político se referia ao financista como “melhor amigo”.
Renúncia
Mandelson deixou o Partido Trabalhista e renunciou à Câmara dos Lordes. O governo de Keir Starmer planeja retirar seu título vitalício e já o havia destituído do cargo de embaixador em Washington em setembro. Paralelamente, o Serviço Civil britânico revisa seus contatos governamentais, enquanto a polícia metropolitana abriu investigação por possível quebra de confidencialidade.
O episódio se soma a controvérsias anteriores na carreira do político. Mandelson já havia renunciado em 1998 após a revelação de um empréstimo secreto para a compra de uma casa e, em 2001, por suspeita de interferência no passaporte de um bilionário. Apesar disso, teve papel decisivo nas vitórias eleitorais de Tony Blair e na consolidação do Novo Trabalhismo.
Agora, o caso Epstein é descrito internamente como o golpe definitivo em seu legado. Avaliações no governo indicam que Mandelson não deve permanecer na vida pública, e sua renúncia é interpretada como tentativa de evitar punições legais mais severas e “mais constrangimentos”.
Um menino de 7 anos caiu do sétimo andar de um prédio em São Petersburgo, na Rússia, após subir no parapeito de uma das janelas. A criança mora no imóvel. Por sorte, entre os vizinhos que acompanhavam a cena aflitos estava um zelador que, ao ver que o menino não voltava para o apartamento, ficou, em solo, na direção da janela, e segurou o menino quando ele caiu.
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Um vídeo do momento circula nas redes sociais e mostra a criança em queda livre. O menino, identificado somo Sasha, cai na direção de Khairullo Ibadullayev, de 37 anos. Ele trabalha no local limpando vidros e, migrante do Uzbequistão, está na Rússia há cerca de quatro meses ao se mudar em busca de melhores condições de vida para ajudar a família que ficou em seu país, destacou a mídia local.
Nas imagens é possível ver que, com a queda, a criança é amparada Khairullo, atingindo-o no peito, e ambos caem na neve, que auxiliou a amortecer o impacto. Segundo informações de jornais internacionais, como o russo Peterburgskaya Gazeta e o vietnamita Nguoi Duatin, ambos tiveram diversos ferimentos. Sasha sofreu fraturas e lesões internas e, de acordo com a publicação da Rússia, está em estado grave. Khairullo teve fraturas nas pulsos e nas costelas, no entanto, e já recebeu alta médica.
As autoridades policiais estão investigando as circunstâncias do incidente. A mãe do menino foi identificada como Nadezhda Amrani, de 47 anos, que é influenciadora. Segundo ela relatou, o filho ficou sozinho enquanto foi até a cozinha. Na volta para a sala, a mulher viu a janela aberta e não encontrou o menino.
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Segundo relato de Khairullo, ele e outros vizinhos gritavam para que Sasha voltasse para o apartamento, descendo do parapeito da janela.
— Eu estava chorando e gritando, mas ninguém tirava a criança da janela — disse o zelador em entrevista, de acordo com o The Sun. — Ele estava brincando no parapeito da janela. Gritei para ele entrar, mas ele não me ouviu. Então ele caiu. Eu o segurei, as pernas dele bateram aqui, e eu caí também — contou, apontando para o peito.
Khairullo ainda relatou que Sasha não estava respirando logo após a queda. Antes que o atendimento de emergência chegasse, ele massageou o peito do menino, fazendo-o ofegar.
— Se a criança estiver bem, eu também ficarei bem — disse Khairullo ao falar dos ferimentos que sofreu.
O zelador vai receber o Prêmio Tigran Keosayan. Margarita Simonyan, com 1 milhão de rublos, que equivale a cerca de R$ 67 mil na cotação atual, noticiou o Peterburgskaya Gazeta.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tem se mostrado “curioso” em relação à resistência do Irã em não ceder mesmo em meio ao aumento da presença militar de Washington no Oriente Médio e às ameaças de um possível ataque caso não se chegue a um acordo sobre o programa nuclear de Teerã, disse o enviado especial do presidente americano, Steve Witkoff, à imprensa americana no sábado. Segundo assessores do presidente americano, o mandatário considera um ataque em maior escala para derrubar a liderança iraniana caso a diplomacia ou um possível ataque inicial não vinguem. Sob pressão americana, Teerã vê as concessões exigidas por Washington — que, em sua visão, poderiam comprometer sua ideologia central e soberania — como uma ameaça maior à sua sobrevivência do que o risco de uma guerra, e alertou que qualquer ataque será recebido “ferozmente”.
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— Não quero usar a palavra “frustrado”, porque ele [Trump] entende que tem muitas alternativas, mas está curioso para saber por que eles não… Não quero usar a palavra “capitular”, mas sim por que eles não capitularam. Por que, sob esse tipo de pressão, com a quantidade de poder naval e marítimo que temos lá, por que eles não vieram até nós e disseram: “Declaramos que não queremos armas, então aqui está o que estamos dispostos a fazer?” No entanto, é difícil levá-los a esse ponto — disse Witkof à Fox News.
Diante das ameaças do presidente americano, que disse na quinta-feira que o Irã tinha no máximo 10 dias para fechar um acordo ou “coisas ruins” poderiam acontecer, o Ministério das Relações Exteriores de Teerã reiterou nesta segunda-feira que qualquer ataque, mesmo que limitado, “seria considerado um ato de agressão”.
— Qualquer Estado reagiria ferozmente a um ato de agressão, como parte de seu direito inerente de autodefesa, e é isso que faríamos — disse o porta-voz do ministério, Esmaeil Baqaei, em uma coletiva de imprensa em Teerã, acrescentando que os iranianos nunca se renderam em nenhum momento de sua História.
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Negociadores dos Estados Unidos e do Irã têm um encontro marcado para esta quinta-feira em Genebra, no que parece ser uma última tentativa de evitar um conflito militar. No entanto, Trump tem avaliado opções para ações dos EUA caso as negociações fracassem. Embora nenhuma decisão final tenha sido tomada, disseram assessores, Trump tem se inclinado a realizar um ataque inicial limitado nos próximos dias, e considera um ataque em maior escala para derrubar a liderança iraniana nos próximos meses, se necessário.
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Arte/O GLOBO
O governo Trump afirma querer que o Irã concorde com o enriquecimento nuclear zero para garantir que o país não possa construir uma arma nuclear. Autoridades americanas também têm insistido, por vezes, em limitar o alcance dos mísseis balísticos iranianos e em acabar com o apoio do país a milícias aliadas na região.
Por sua vez, para o Irã, que afirma que seu programa nuclear tem fins exclusivamente pacíficos, o enriquecimento de urânio é um direito defendido pelo líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e que seus oficiais não podem abandonar. Além disso, o Irã considera a posse de mísseis capazes de atingir até Israel como crucial para sua autodefesa.
Essa discrepância de percepções é o motivo pelo qual os esforços para negociar um acordo sobre as capacidades nucleares e militares do Irã parecem cada vez mais frágeis, dizem especialistas, e um novo conflito regional parece quase inevitável.
— Evitar a guerra é, de fato, uma alta prioridade, mas não a qualquer custo — disse ao New York Times Sasan Karimi, cientista político da Universidade de Teerã que atuou como vice-presidente adjunto de estratégia no governo anterior do Irã. — Às vezes, um Estado político, especialmente um ideológico, pode dar tanta importância ao seu lugar na História quanto, ou até mais do que, à sua sobrevivência imediata.
O vice-presidente, JD Vance, disse à Fox News na semana passada que, apesar da ameaça de guerra, os iranianos “ainda não estão dispostos a reconhecer e resolver” as exigências do presidente. No entanto, é justamente essa percepção de fraqueza do Irã que, segundo especialistas, motiva Teerã a resistir.
— Para o Irã, submeter-se aos termos dos EUA é mais perigoso do que sofrer outro ataque americano — disse Ali Vaez, diretor do International Crisis Group para o Irã. — Eles não acreditam que, uma vez que cedam, os EUA aliviarão a pressão. Acreditam que isso apenas encorajaria os EUA a atacar o ponto fraco.
A resposta de Teerã
Segundo Farzin Nadimi, analista de defesa especializado no Irã do Instituto de Washington para Política do Oriente Médio, um centro de estudos, Teerã provavelmente buscará absorver ataques limitados e restringir sua retaliação a ataques contra bases americanas no Oriente Médio.
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Caso Trump opte por ir mais longe, as forças americanas, provavelmente com a ajuda de Israel, como em junho passado, teriam que agir rapidamente nos primeiros dias para neutralizar o máximo possível das capacidades militares do Irã, a fim de impedir uma tentativa de retaliação muito mais feroz e abrangente. Isso exigiria “um esforço extenso tanto dos EUA quanto de Israel — não apenas do poder aéreo, mas também de forças terrestres — para garantir que sua ameaça de mísseis seja neutralizada”, disse Nadimi.
Em junho passado, os ataques combinados dos EUA e Israel atingiriam instalações nucleares militares importantes, e uma série de altos funcionários militares iranianos foram mortos em questão de horas. Mas Teerã aprendeu lições com a “guerra dos 12 dias”, dizem autoridades iranianas e regionais, e preparou várias camadas de liderança para substituir qualquer pessoa morta. Isso visa garantir que o sistema sobreviva ao conflito, mesmo que o aiatolá Khamenei e outros líderes não sobrevivam.
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O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, discursa em encontro com apoiadores em Teerã, em 17 de janeiro de 2026
KHAMENEI.IR / AFP
Novos protestos
Enquanto o Irã lida com a pressão dos EUA, apoiada por um aumento da força militar no Oriente Médio, estudantes universitários começaram um novo semestre com protestos antigovernamentais, revivendo slogans de protestos nacionais que atingiram o ápice em janeiro e foram recebidos com uma repressão mortal.
Nesta segunda-feira, vídeos geolocalizados pela AFP e divulgados nas redes sociais mostraram estudantes de uma universidade em Teerã queimando a bandeira iraniana adotada pela República Islâmica após a revolução de 1979 que derrubou a monarquia.
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A multidão, composta principalmente por mulheres, no vídeo gritava “abaixo a República Islâmica”, ecoando os cânticos contra o líder supremo e as autoridades clericais durante os protestos que começaram em dezembro devido à prolongada crise econômica no país, atingido por sanções.
Os protestos, que atingiram o auge nos dias 8 e 9 de janeiro, foram reprimidos pelas forças de segurança com violência, deixando milhares de mortos. A agência de notícias Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos EUA, registrou mais de 7 mil mortes, a grande maioria de manifestantes, embora grupos de direitos humanos afirmem que o número real de vítimas seja provavelmente muito maior.
As autoridades reconhecem mais de 3 mil mortes, incluindo membros das forças de segurança e civis, mas afirmam que a violência foi causada por “atos terroristas” instigados pelos inimigos do Irã, os Estados Unidos e Israel, que, segundo elas, sequestraram protestos econômicos legítimos.
Com New York Times e AFP.
Mais de 40 dias após a intensa repressão às manifestações que tomaram as ruas do Irã em janeiro, estudantes voltaram a protestar em universidades pelo país. Agências estatais iranianas noticiaram que, desde sábado, atos ocorrem em ao menos cinco universidades da capital, Teerã, e uma na cidade sagrada de Mashhad, que abrigou um dos principais focos dos protestos anteriores.
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Imagens verificadas por veículos internacionais mostram estudantes marchando pelos campi, entoando palavras de ordem contra o regime e homenageando os mortos na repressão. Segundo a organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos Estados Unidos, ao menos 7 mil pessoas tiveram as mortes confirmadas nos protestos de janeiro, e outras 11,7 mil estão sob investigação.
Mia Sato, relatora especial da ONU para os direitos humanos no Irã, afirmou que mais de 20 mil civis podem ter sido mortos, enquanto o presidente americano, Donald Trump, estimou no sábado que o número de óbitos chega a 32 mil pessoas. No mesmo período, a HRANA registrou mais de 53 mil prisões, incluindo centenas de estudantes.
— Nossas salas de aula estão vazias porque os cemitérios estão cheios — disse ao jornal britânico The Guardian Hossein (nome fictício), de 21 anos, estudante da Universidade de Teerã. — É por eles, nossos amigos, colegas de classe e compatriotas, que foram mortos a tiros diante dos nossos olhos, que decidimos boicotar as aulas.
Em alguns locais, manifestantes ergueram a bandeira iraniana anterior à Revolução Islâmica de 1979 — com o símbolo do leão e do sol — para demonstrar apoio a Reza Pahlavi, filho do xá deposto e apoiado por Washington. A agência de notícias Fars, ligada ao regime iraniano, afirmou que a ação visava “enviar imagens para meios de comunicação anti-Irã”. Ao mesmo tempo, grupos pró-governo queimaram bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, além de uma imagem de Trump.
— Eles chamaram o sangue derramado de interferência estrangeira — acrescentou Hossein, referindo-se à prática do regime de rotular dissidentes como agentes de potências externas. — Mas sabemos que o regime não pode mais matar estudantes dentro do campus e nos chamar de terroristas. Não temos medo de perder a vida. Estamos todos dispostos a arriscar nossas vidas para que, ao menos, as próximas gerações deste país vivam em liberdade e paz.
Sociedade de luto
Vídeos dos protestos mostraram integrantes da Basij — forças paramilitares voluntárias apoiadas pelo Estado — atacando estudantes na Universidade de Teerã, fazendo ameaças e insultos e quebrando janelas. Na Universidade Sharif, Leyla (nome fictício) relatou que as tensões rapidamente escalaram para confrontos físicos entre alunos alinhados à Basij e manifestantes, com os embates também no domingo.
— Muitos de nossos estudantes ficaram feridos e sangrando, e muitos [alinhados à] Basij também — disse Leyla ao veículo britânico, acrescentando que garrafas e pedras foram lançadas por ambos os lados. — Não coordenamos os protestos com antecedência. A ideia era apenas um ato silencioso. Mas, assim que os estudantes começaram a falar, todos se levantaram e continuaram. Mesmo que não resulte em nada concreto, é simbólico: mostra que eles não conseguiram silenciar o povo.
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As ruas ao redor das instituições tiveram forte presença de forças de segurança fortemente armadas. Em vídeos, alguns agentes foram chamados de “desonrados” após empurrarem violentamente estudantes na entrada principal da Universidade de Teerã.
Na Universidade Sharif de Tecnologia, também na capital, estudantes foram filmados chamando o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, de “assassino”, entoando palavras de ordem pró-monarquia. Em outro campus, manifestantes gritaram “Mulher, vida, liberdade” e “O sangue derramado não pode ser apagado”, enquanto grupos pró-regime respondiam com slogans como “Khamenei ou morte”.
— Quando a sociedade está de luto, a dor e a raiva também são sentidas nas universidades. Como estamos de luto por nossos colegas e entes queridos, não queremos assistir às aulas — disse Reza (nome fictício) ao Guardian. — Estamos todos de luto e vamos enfrentar qualquer tentativa de fazer a situação parecer normal. Nada está normal. Nada voltará a ser como antes de 8 de janeiro. Vimos coisas que nunca deveríamos ter visto.
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Os atos coincidiram com cerimônias de 40 dias em memória dos mortos nos protestos anteriores, que, embora tenham sido iniciados no fim de dezembro, foram intensificados em 8 e 9 de janeiro, quando o país enfrentou um apagão nas comunicações. Autoridades iranianas afirmam que os protestos de janeiro foram instigados por “terroristas” apoiados pelos EUA e por Israel e rejeitam acusações de organizações internacionais que responsabilizam as forças de segurança pelas mortes.
Da mesma forma, a mídia estatal afirmou que, nas manifestações mais recentes, iniciadas no fim de semana, os estudantes pró-regime “homenagearam as vítimas dos recentes tumultos apoiados por potências estrangeiras”, alegando que membros da Basij foram atacados por “falsos estudantes” que gritavam slogans que “rompiam normas”.
Tensão com os EUA
A retomada dos protestos sugere que os líderes iranianos continuarão enfrentando agitação popular apesar da repressão do mês passado. Embora a ofensiva tenha inicialmente esfriado as manifestações, também deu aos iranianos mais um motivo para se opor a seus governantes teocráticos. Agora, no entanto, a instabilidade ocorre enquanto a República Islâmica enfrenta a possibilidade de um ataque dos EUA, em meio a esforços malsucedidos para negociar o programa nuclear iraniano. Negociações devem continuar na quinta-feira.
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O USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões dos Estados Unidos, está a caminho da região, onde os EUA vêm reunindo sistemas de defesa aérea, navios de guerra e submarinos. Autoridades americanas sinalizaram, em reunião na semana passada, que todas as forças militares dos EUA necessárias para uma possível ofensiva estariam posicionadas até meados de março, disse à NBC News um alto funcionário do governo, embora Trump tenha ameaçado agir antes disso.
“O Irã está comprometido com a paz e a estabilidade na região”, escreveu o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, no X. Ele advertiu, porém, que Teerã continua a “monitorar de perto as ações dos EUA e fez todos os preparativos para qualquer cenário potencial”. Ao abordar as chances de ação militar americana, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a República Islâmica “nunca será influenciada por ameaças” e que insistirá “nos interesses nacionais do Irã”.
A menos de quatro meses do início da Copa do Mundo, a cidade de Guadalajara, que sediará quatro partidas do torneio, enfrenta uma onda de violência atribuída ao Cartel de Jalisco Nueva Generación, após forças policiais matarem seu líder, Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, um dos narcotraficantes mais procurados do mundo.
Após a morte do criminoso, na tarde deste domingo, criminosos armados atacaram diversos pontos da cidade, incluindo o Aeroporto Internacional Don Miguel Hidalgo y Costilla. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram passageiros correndo e em pânico no terminal. Também foram registrados bloqueios de rodovias com veículos incendiados, confrontos armados e assassinatos de militares. As aulas em todo o estado de Jalisco foram suspensas, e a população recebeu recomendação para permanecer em casa.
Os quatro jogos da Copa disputados em Guadalajara:
Grupo A – Coreia do Sul x Playoff D da UEFA – 11/06 – 23h (de Brasília)
Grupo A – México x Coreia do Sul – 18/06 – 22h (de Brasília)
Grupo K – Colômbia x vencedor do playoff continental 1 – 23/06 – 23h (de Brasília)
Grupo H – Uruguai x Espanha – 26/06 – 21h (de Brasília)
De acordo com reportagem do jornal El País, ao longo de 2025 foram encontrados mais de 500 sacos com restos mortais nas proximidades do estádio.
Apesar da crise de violência em uma das sedes do torneio, a Fifa ainda não se pronunciou oficialmente. O México contará ainda com outros dois estádios na competição: o Estádio Azteca, na capital, casa do Club América, e o Estádio BBVA, do Club Monterrey, em Nuevo León.
Após várias horas de buscas, a Força Aérea do Peru (FAP) localizou os destroços do helicóptero Mi-17 que havia desaparecido durante o trajeto entre Pisco, na região de Ica, e Chala, em Arequipa. A corporação confirmou a morte dos quatro tripulantes e dos 11 passageiros que estavam a bordo.
Em comunicado oficial, a FAP informou que a aeronave era pilotada pelo major FAP Sergio Paucar Centurión e pelo alferes FAP Luis Huertas Cárcamo. Também integravam a tripulação a suboficial de primeira classe Kamila Anchapuri Jove e o suboficial de segunda classe Leiner Aguirre Huamán. O voo fazia parte de uma missão previamente programada.
Segundo a instituição, o helicóptero transportava ainda 11 passageiros. Após a perda de contato com a aeronave, foi acionado o Sistema de Busca e Resgate.
A Direção de Informação e Interesses Aeroespaciais da FAP informou que o helicóptero decolou por volta das 16h30 de domingo, no cumprimento da missão programada.
A Força Aérea afirmou ainda que estabeleceu contato direto com os familiares das vítimas “para lhes prestar o suporte necessário e mantê-los informados de maneira prioritária”.

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