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Às vezes, um simples bicho de pelúcia vira celebridade mundial. Foi o que aconteceu com um orangotango de pano vendido pela rede sueca de móveis e decoração IKEA, que ganhou fama depois de ser adotado por um filhote de macaco japonês em um zoológico no Japão.
Vídeo: Filhote de macaco que comoveu internet agarrado a pelúcia é finalmente aceito por grupo em zoológico japonês
Entenda: Abandonado pela mãe e apegado a bichinho de pelúcia, macaco enfrenta dificuldades em se integrar a bando em zoológico
Tudo começou quando Punch, um macaco-japonês de sete meses, foi abandonado pela mãe logo após nascer no zoológico da cidade de Ichikawa. Quando um visitante percebeu a situação e alertou os tratadores, a equipe precisou agir rapidamente para reduzir o estresse do animal. Na natureza, os filhotes costumam se agarrar às mães para desenvolver força muscular e sensação de segurança.
Confira:
Apegado a bichinho de pelúcia, macaco enfrenta dificuldades em se integrar a bando em zoo
Após testar alternativas como toalhas enroladas e outros brinquedos, os cuidadores encontraram um substituto improvável: um orangotango de pelúcia laranja, vendido pela IKEA. O brinquedo passou a acompanhar Punch para todos os lados e ganhou até apelido — “Ora-mama”.
Vídeos virais e corrida às lojas
As imagens do filhote agarrado ao brinquedo rapidamente se espalharam pelas redes sociais e acabaram impulsionando visitas ao zoológico. A repercussão também teve impacto nas lojas da marca sueca, conhecida mundialmente por móveis de montagem simples e itens domésticos acessíveis.
Segundo relatos da mídia local citados pela Reuters, o modelo de pelúcia começou a desaparecer das prateleiras em diversos países. Em Singapura, por exemplo, funcionários informaram que o produto já estava completamente esgotado desde segunda-feira.
O brinquedo, chamado DJUNGLESKOG e vendido por cerca de US$ 16, também registrou alta demanda em mercados como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul. Na Austrália, um porta-voz da empresa afirmou ao site news.com.au que as vendas cresceram mais de 200% na última semana, com quase mil unidades comercializadas — mais que o dobro da média habitual.
Com a procura, os preços de revenda dispararam em plataformas online. Alguns anúncios chegaram a cerca de US$ 126, cerca de R$ 650, muito acima do valor original.
O brinquedo de pelúcia de orangotango que Punch carregava está sendo vendido por US$ 126 no eBay
Captura de tela/eBay
Zoológico impõe regras após fama repentina
A popularidade repentina também mudou a rotina do zoológico de Ichikawa. Vídeos recentes mostram Punch tentando interagir com outros macacos do grupo — às vezes levando pequenas broncas, algo considerado normal pelos tratadores no processo de socialização.
Apesar disso, os responsáveis dizem que o filhote está saudável, cheio de energia e se integrando gradualmente à tropa.
Punch, um macaco-japonês, se agarra a um brinquedo de pelúcia durante seu processo de adaptação
Reprodução / X / @heavensbvnny
Com o aumento do público interessado em ver o animal, o zoológico anunciou novas regras para evitar estresse nos bichos, incluindo áreas restritas para visitantes e orientações para manter silêncio e não usar equipamentos grandes de fotografia.
Em meio à repercussão global, a própria IKEA decidiu enviar vários brinquedos ao zoológico. Em uma imagem divulgada pela administração local, representantes da empresa aparecem ao lado de autoridades da cidade diante de uma pilha de orangotangos de pelúcia.
Quase 200 tigres siberianos do Parque dos Tigres da Sibéria, na província de Heilongjiang, no nordeste da China, passaram a seguir um programa rotativo de “jejum intermitente”. A iniciativa, confirmada pelo próprio parque ao jornal chinês Global Times nesta segunda-feira (23), foi adotada para preservar a saúde dos animais após o aumento no número de visitantes durante o feriado do Festival da Primavera, no Ano Novo Chinês, que ocorreu neste mês de fevereiro.
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De acordo com um aviso público divulgado no local e citado pelo Global Times, o esquema começou em 1º de fevereiro e deve seguir até 31 de março. O plano envolve 11 áreas onde os tigres vivem soltos dentro do parque. A cada dia, um dos recintos entra na lista de jejum, o que impede que os visitantes alimentem os animais naquele espaço específico.
Ajuste na rotina alimentar
Um funcionário do parque afirmou ao Global Times que a medida faz parte da gestão científica da espécie. Segundo ele, o objetivo é ajustar e otimizar a dieta dos tigres diante do aumento nas atividades de alimentação promovidas por turistas, mantendo ao mesmo tempo a experiência oferecida aos visitantes.
O comunicado também estabelece que, nos recintos designados para o jejum diário, está proibido oferecer tiras de carne aos animais. A administração orienta o público a seguir as regras estabelecidas para evitar prejuízos à saúde dos tigres. O parque informou ainda que o cronograma pode ser alterado de acordo com necessidades operacionais ou de manejo.
O fluxo de visitantes cresceu significativamente durante o feriado do Festival da Primavera. Segundo um veículo local de Harbin citado pelo Global Times, o parque recebeu 7.708 visitantes em 17 de fevereiro. No dia seguinte, o número ultrapassou 10 mil pessoas, marcando o pico de público no período.
Com cerca de 800 mil metros quadrados, o Parque dos Tigres da Sibéria é classificado na China como atração turística nacional de nível AAAA. O espaço reúne atividades de reprodução, conservação e pesquisa científica da espécie, além de programas de educação ambiental e visitas turísticas.
Chefes de inteligência europeus alertaram que a Rússia estaria expandindo uma rede discreta de imóveis estratégicos em diversos países do continente, em uma estratégia descrita como parte de uma “guerra híbrida” conduzida pelo Kremlin.
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Segundo autoridades ouvidas pelo jornal britânico The Telegraph, agentes ligados ao presidente russo Vladimir Putin estariam adquirindo propriedades próximas a instalações militares e infraestruturas civis sensíveis em pelo menos uma dúzia de países. As casas poderiam servir como centros de vigilância, bases para drones ou pontos de apoio logístico para ações de sabotagem.
Fontes de inteligência afirmam que alguns imóveis já poderiam estar preparados com equipamentos, explosivos ou agentes “adormecidos”, prontos para agir sob ordens.
Incêndios e suspeitas
Desde a invasão da Ucrânia, casos atribuídos ou associados a Moscou teriam se intensificado, incluindo incêndios criminosos em Londres, Vilnius e Varsóvia, envio de pacotes explosivos pelo correio e tentativas de sabotagem ferroviária.
Também foram levantadas suspeitas sobre aquisições imobiliárias próximas à base nuclear de Faslane, no Reino Unido, à base da RAF em Akrotiri, no Chipre, à sede do MI6 em Vauxhall e à embaixada dos Estados Unidos em Londres.
Autoridades investigam ainda relatos de que navios ligados à chamada “frota paralela” russa estariam posicionando sensores e possíveis dispositivos perto de cabos submarinos estratégicos.
Diante do cenário, países europeus discutem medidas mais restritivas para aquisição de imóveis por cidadãos russos e bielorrussos. A Finlândia já implementou uma proibição quase total desse tipo de compra.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia já conduz uma guerra contra o Ocidente em múltiplas frentes, buscando pressionar redes de transporte, energia e comunicação sem recorrer a um confronto militar direto.
A morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do Cartel de Jalisco Nueva Generación (CJNG), foi resultado de uma operação militar de grande escala, articulada a partir da informação decisiva de uma companheira sentimental do chefe do cartel, que permitiu as forças armadas mexicanas chegarem até ele.
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Procurado havia anos pelo México e pelos Estados Unidos, com mandados de prisão por crime organizado e tráfico de drogas, Oseguera Cervantes teve o paradeiro revelado após a investigação militar localizar um homem de confiança ligado a uma de suas companheiras. Na sexta-feira, esse homem levou a mulher a Tapalpa, em Jalisco, onde ela se encontrou com o líder do cartel.
A pista que levou ao esconderijo
A localização exata foi confirmada com apoio da inteligência norte-americana, por meio da análise de “informações adicionais muito importantes dos Estados Unidos”. Depois que a mulher passou a noite com “El Mencho” e deixou o local, as forças especiais confirmaram que ele permanecia ali, cercado por seu grupo de segurança.
Com a confirmação, foi montado um cerco por terra e ar. Forças especiais do Exército e da Guarda Nacional se posicionaram em solo, enquanto uma força aeromóvel com seis helicópteros permaneceu de prontidão em estados vizinhos. A Força Aérea Mexicana atuou com aviões de reconhecimento e interceptação. Na madrugada de domingo, confirmou-se a presença de El Mencho, dando início à ação. A presidente Claudia Sheinbaum acompanhava a operação à distância.
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Cerco militar, fuga pela mata e confrontos
O confronto inicial foi descrito como intenso. Em meio à troca de tiros, “El Mencho” fugiu com dois seguranças, deixando para trás um grupo fortemente armado para conter o avanço militar. Oito criminosos morreram nesse primeiro embate. Entre as armas apreendidas estavam dois lança-foguetes, semelhantes aos utilizados pelo CJNG em 2015 para derrubar um helicóptero militar.
Na tentativa de escapar, Oseguera Cervantes buscou abrigo em uma área florestal com cabanas nos arredores de Tapalpa. Embora estivessem armados com lança-foguetes, eles não foram usados, segundo o relato oficial. As forças especiais conseguiram localizá-lo e o localizaram escondido entre a vegetação, iniciando novo confronto. Nesse momento, “El Mencho” e seus dois seguranças ficaram feridos. Um helicóptero militar foi atingido por disparos e precisou fazer pouso de emergência. Dois indivíduos foram detidos e três militares ficaram feridos.
Após o controle da área, o líder do cartel e seus seguranças foram colocados em um helicóptero para serem levados a um hospital. No trajeto, morreram em decorrência da gravidade dos ferimentos. Segundo o secretário da Defesa, “estavam em estado muito grave”. Por receio de represálias, o plano de voo foi alterado, e a aeronave seguiu para a Cidade do México, e não para a capital de Jalisco.
Retaliação coordenada em sete estados e queda de ‘El Tuli’
A morte do chefe do CJNG desencadeou uma onda de violência coordenada por um operador identificado como “El Tuli”, descrito como responsável logístico e financeiro e homem de confiança do líder. Ele passou a oferecer 20 mil pesos por cada militar morto. A retaliação incluiu bloqueios de estradas, incêndios de veículos e ataques a instalações militares, à Guarda Nacional e a comércios em sete estados.
Os episódios mais graves ocorreram em Jalisco, onde 25 membros da Guarda Nacional foram mortos, além de um funcionário do sistema prisional, um integrante do Ministério Público estadual, uma mulher e 30 supostos criminosos. No estado vizinho de Michoacán, quatro homens armados foram abatidos e 15 integrantes das forças de segurança ficaram feridos.
A escalada violenta terminou com a localização de “El Tuli” por uma brigada de fuzileiros paraquedistas. Ele morreu em confronto.
Com o operador, foram encontrados armamentos e grandes quantias em dinheiro, incluindo quase um milhão de dólares em moeda americana e o equivalente a 400 mil dólares em pesos mexicanos.
O general Ricardo Trevilla Trejo, secretário da Defesa Nacional do México, informou nesta segunda-feira que, após a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, também foi morto Hugo H., apelidado de “El Tuli”. Segundo o militar, ele atuava como operador logístico e financeiro e era o principal homem de confiança do líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG).
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De acordo com Trevilla, “El Tuli” coordenava bloqueios em vias de comunicação, incêndios de veículos e ataques às Forças Armadas, à Guarda Nacional, a instalações governamentais e a estabelecimentos comerciais. Ele também oferecia até 20 mil pesos por cada militar assassinado por integrantes do grupo criminoso.
Em coletiva no Palácio Nacional, o secretário apresentou uma cronologia da operação e afirmou que, com base em informações de inteligência militar, foi identificado que Hugo H. estava em El Grullo.
— Com inteligência militar central também foi obtida informação de que Hugo ‘H’, vulgo ‘El Tuli’, que era o operador logístico, financeiro e principal pessoa de confiança de ‘El Mencho’, encontrava-se em El Grullo, Jalisco — afirmou Trevilla.
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Segundo o general, após a localização do suspeito, foi mobilizada uma unidade aeromóvel de forças especiais da Brigada de Fuzileiros Paraquedistas. Ao ser encontrado, “El Tuli” tentou fugir de carro e abriu fogo contra os militares, que reagiram.
— De lá, ele coordenava bloqueios nas vias de comunicação, incêndios de veículos, ataques a instalações militares, à Guarda Nacional, a estabelecimentos comerciais, a instalações do governo e ainda oferecia 20 mil pesos por cada militar que fosse assassinado por todo o pessoal desse grupo criminoso.
Ainda de acordo com o secretário, no confronto, “El Tuli” morreu. Ao ser encontrado, tentou fugir em um veículo e começou a atacar os militares, que reagiram à agressão.
— E ali faleceu este suposto delinquente — declarou.
Com ele, foram apreendidas duas armas — uma curta e uma longa —, 7 milhões e 200 mil pesos, 965 mil dólares em dinheiro vivo, além de cartuchos, carregadores e o veículo utilizado na tentativa de fuga.
Trevilla informou que todo o material foi encaminhado à Promotoria Especializada em Crimes de Delinquência Organizada da Procuradoria-Geral da República (FGR) para as providências legais.
Dezesseis anos após o episódio que chocou o público e o setor de entretenimento marinho, a morte da treinadora Dawn Brancheau continua sendo lembrada como um dos casos mais marcantes envolvendo animais em cativeiro. O ataque ocorreu em 24 de fevereiro de 2010, durante uma apresentação no parque aquático SeaWorld, em Orlando, nos Estados Unidos.
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Brancheau tinha 40 anos e era uma das profissionais mais experientes do parque, com cerca de 16 anos de atuação no treinamento de cetáceos. Reconhecida por colegas e visitantes, ela se tornou uma das figuras mais conhecidas da empresa, participando de shows e atividades educativas com orcas.
O dia do acidente
Naquele dia, a treinadora interagia com a orca macho Tilikum em uma área rasa da piscina quando teve o cabelo preso na boca do animal. O incidente foi percebido por outro treinador, que acionou imediatamente o alarme para mobilizar as equipes de emergência.
Segundo relatos reunidos por autoridades locais, Brancheau chegou a emergir brevemente após o primeiro contato, mas acabou sendo puxada novamente pelo animal. Funcionários tentaram intervir com redes e alimento para distrair a orca, estratégia que não surtiu efeito imediato. Após uma operação que durou cerca de meia hora, equipes conseguiram recuperar o corpo da treinadora.
Exames do médico legista indicaram que a morte ocorreu por afogamento associado a múltiplos traumatismos.
Impacto e investigações
O caso teve grande repercussão internacional e desencadeou investigações sobre as condições de trabalho no parque. Documentos reunidos pelo Gabinete do Xerife do Condado de Orange incluíram depoimentos de funcionários que descreviam Tilikum como um animal de comportamento possessivo.
A orca já havia sido ligada a outro episódio fatal anos antes, em 1991, no Canadá. Após a morte de Brancheau, a Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos (OSHA) concluiu que o SeaWorld havia cometido violações graves de normas de segurança e aplicou multa de US$ 75 mil.
Em comunicado à época, o parque contestou as acusações e afirmou que pretendia recorrer das conclusões da agência federal.
Legado
A tragédia também motivou homenagens à treinadora. Familiares e apoiadores criaram a Fundação Dawn Brancheau, voltada à preservação da vida marinha e ao cuidado com animais — uma causa com a qual ela já se envolvia antes do acidente. Fora do trabalho, Brancheau também atuava como voluntária em abrigos e frequentemente acolhia animais resgatados em casa.
O caso voltou ao centro do debate internacional alguns anos depois, com o lançamento do documentário Blackfish, que examinou a história de Tilikum e as práticas de treinamento de orcas em parques marinhos.
Passados 16 anos, o episódio permanece como um divisor de águas na discussão sobre segurança em parques marinhos e sobre a relação entre treinadores e grandes mamíferos em cativeiro.
Uma jovem de 18 anos foi presa após consumir álcool em gel, agredir um policial e danificar uma cela durante a detenção em Canton, no estado de Ohio, nos Estados Unidos. O episódio ocorreu na segunda-feira (19) e foi registrado por câmeras corporais dos agentes.
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Segundo autoridades locais, policiais foram chamados a uma residência após relatos de uma briga doméstica. Ao chegarem ao local, encontraram Jade Cain e o namorado dela, Alan King. Nas imagens divulgadas pela emissora local 19 News, um dos agentes questiona a jovem sobre o que estava acontecendo, e ela responde apenas com o próprio nome. Ao fundo, uma pessoa afirma que a jovem estava bêbada e que não sabia o que ela havia ingerido.
Posteriormente, os policiais descobriram que Cain havia consumido álcool em gel. Diante da situação, decidiram levá-la para a viatura. Durante a abordagem, a jovem resistiu, chegando a se jogar no chão antes de ser colocada no carro da polícia.
Confusão continuou na delegacia
Já dentro do veículo, Cain reclamou que havia perdido um sapato. Momentos depois, segundo o registro policial, ela deu um soco no rosto de um dos agentes. Após a agressão, os policiais decidiram encaminhá-la para a Cadeia do Condado de Stark.
Na unidade prisional, a jovem conseguiu se soltar das algemas e quebrou uma das janelas da cela com um soco, de acordo com as autoridades. O dano levou à inclusão de uma acusação de vandalismo, além da agressão contra o policial.
Ainda conforme a emissora 19 News, a fiança foi fixada em US$ 50 mil. Policiais envolvidos na ocorrência afirmaram que já haviam atendido chamados anteriores envolvendo Cain e o namorado.
Risco ao ingerir álcool em gel
De acordo com o The Independet, especialistas dos Centros de Controle de Intoxicações dos Estados Unidos alertam que ingerir álcool em gel pode ser extremamente perigoso. Produtos desse tipo podem conter até 95% de álcool, enquanto a maioria apresenta ao menos 60% de álcool etílico — concentração muito superior à encontrada em bebidas alcoólicas comuns, que geralmente varia entre 10% e 15%.
A ingestão da substância pode provocar confusão mental, vômitos e sonolência. Em casos mais graves, há risco de parada respiratória, coma e morte. O Centro Nacional de Controle de Intoxicações recomenda que qualquer pessoa que consuma esse tipo de produto procure atendimento médico imediato.
Uma menina de 11 anos morreu após ser atingida por uma avalanche enquanto esquiava com a família em uma área remota próxima a uma estação de esqui no estado de Utah, nos Estados Unidos. O acidente ocorreu na quinta-feira (19) e mobilizou equipes de resgate e moradores da região.
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Madelyn Eitas, aluna da sexta série e moradora de Rochester, em Massachusetts, estava com familiares pouco depois do meio-dia em uma área conhecida como “Rock Garden”, fora dos limites e sem patrulhamento da estação de esqui de Brighton, nas proximidades de Salt Lake City, quando a neve cedeu e a atingiu.
Segundo autoridades locais ouvidas pelo Salt Lake Tribune, cerca de 20 pessoas que estavam no local, incluindo o irmão da menina, Cameron Eitas, iniciaram as buscas imediatamente. Equipes de patrulha das estações de Brighton e Solitude e socorristas do Wasatch Backcountry foram acionados minutos após a chamada de emergência, registrada às 12h29.
De acordo com a polícia, Madelyn foi localizada sob a neve pelo próprio irmão, que utilizou um aplicativo para identificar sua posição. Ela foi retirada em estado crítico enquanto os socorristas tentavam estabilizá-la na encosta da montanha.
Um helicóptero médico chegou a ser mobilizado, mas não conseguiu pousar por causa das condições perigosas do terreno íngreme e isolado. A menina recebeu atendimento no local e foi levada de ambulância ao hospital. Em comunicado, a polícia informou que, “apesar dos enormes e exaustivos esforços da família, dos socorristas e da equipe médica”, ela não resistiu.
Comunidade mobilizada
Após a morte, familiares, amigos e organizações locais passaram a prestar homenagens à estudante. A mãe, Becky Eitas, descreveu a filha como “doce, atrevida e inteligente”, lembrando que ela estava sempre “dançando, sorrindo e fazendo palhaçadas”.
Clubes de futebol juvenil dos quais Madelyn participava também se manifestaram. A equipe Mariner Youth Soccer afirmou, em publicação nas redes sociais, que a menina era “uma garota brilhante e maravilhosa” e informou que oferecerá apoio psicológico a jogadores e familiares. Já o Old Rochester Youth Soccer anunciou que dedicará a próxima temporada de primavera à memória da atleta, com colegas usando patches com seu nome e número.
Autoridades locais também pediram apoio à família. O chefe de polícia de Rochester, Michael Assad Jr., afirmou em mensagem pública que a comunidade deve se unir neste momento. “Rochester sempre foi uma cidade que se faz presente. E agora, a família Eitas precisa de nós”, escreveu.
Na Rochester Memorial School, onde Madelyn estudava, o distrito escolar informou que preparou serviços de aconselhamento para alunos e funcionários. O superintendente Michael S. Nelson classificou a notícia como devastadora e pediu respeito à privacidade da família.
A escola também abriu as portas durante o fim de semana para receber estudantes e parentes que buscassem apoio.
Nos dias que antecederam o acidente, o Centro de Avalanches de Utah registrou mais de 40 ocorrências em áreas remotas fora do Vale do Lago Salgado. Meteorologistas alertaram que o risco continuava elevado. Na mesma semana, outra avalanche fatal foi registrada nas montanhas Wasatch.
Um dos episódios mais graves recentes envolvendo esse tipo de desastre ocorreu em 17 de fevereiro, perto de Castle Peak, na região do Lago Tahoe, na Califórnia, quando um grupo que praticava esqui fora de pista foi atingido por um grande deslizamento de neve. Nove pessoas morreram e duas ficaram feridas.
As autoridades de Chiang Mai, no norte da Tailândia, investigam a morte de 72 tigres em menos de duas semanas em uma popular atração turística da região. Os animais viviam em duas instalações do Tiger Kingdom Chiang Mai, parque conhecido por permitir que visitantes toquem e interajam com os felinos, afirmou a rede britânica BBC.
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Segundo o departamento provincial de pecuária, amostras coletadas das carcaças testaram positivo para o vírus da cinomose canina, uma doença altamente contagiosa que atinge os sistemas respiratório, gastrointestinal e nervoso. A infecção, comum em cães, também pode afetar grandes felinos e costuma ser fatal.
De acordo com a imprensa local, os tigres mortos faziam parte de um grupo de mais de 240 animais mantidos nas duas unidades do parque. As autoridades informaram na segunda-feira que os restos mortais foram cremados e enterrados.
— Quando percebemos que estavam doentes, já era tarde demais — afirmou Somchuan Ratanamungklanon, diretor do departamento nacional de pecuária, à mídia local. Segundo ele, a detecção precoce de doenças em tigres é mais complexa do que em animais domésticos, como cães e gatos.
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O escritório provincial de pecuária informou que, além da cinomose, exames identificaram a presença de uma bactéria associada a doenças respiratórias. Testes preliminares haviam indicado também possível infecção por parvovírus felino.
Autoridades locais investigam a origem do surto. Entre as hipóteses levantadas está o fornecimento de carne de frango crua contaminada aos animais, segundo o jornal Bangkok Post. Suspeita semelhante foi apontada em 2004, quando quase 150 tigres morreram ou foram sacrificados após um surto de gripe aviária em um zoológico na província de Chonburi.
O departamento de controle de doenças informou que nenhum veterinário ou funcionário do parque apresentou sintomas da cinomose. Ainda assim, todos foram colocados sob observação por 21 dias, segundo a emissora pública Thai PBS.
Grupos de defesa dos direitos dos animais afirmaram que o episódio evidencia a vulnerabilidade de animais selvagens mantidos em cativeiro para entretenimento.
A organização Wildlife Friends Foundation Thailand declarou que a morte dos tigres expõe a “extrema vulnerabilidade dos cativeiros de animais selvagens a doenças infecciosas”. Já a Peta Ásia afirmou à AFP que tragédias como essa seriam menos prováveis se turistas evitassem esse tipo de atração.
O Tiger Kingdom Chiang Mai foi fechado temporariamente por duas semanas para desinfecção das instalações enquanto as investigações continuam.
Um motim registrado no presídio de Ixtapa, em Puerto Vallarta, no estado de Jalisco, deixou um agente penitenciário morto e resultou na fuga de 23 detentos neste domingo, após o anúncio da morte do narcotraficante Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG). A informação foi confirmada nesta segunda-feira pelo governo estadual.
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Entenda: Cartéis incendiam carros e fecham rodovias em represália por morte de líder; operação contou com apoio de inteligência dos EUA
De acordo com o secretário de Segurança Pública de Jalisco, Juan Pablo Hernández, grupos armados atacaram as instalações pelo lado de fora e derrubaram um dos portões com o uso de um veículo, facilitando a evasão de presos.
Após a investida externa, detentos iniciaram um motim no interior da unidade, com registros de confrontos entre internos. Segundo as autoridades, a situação foi controlada e, na sequência, foi realizada a chamada nominal, quando se constatou a ausência dos 23 foragidos. Até o momento, o governo não divulgou a identidade dos detentos nem informou se eles são considerados de alta periculosidade.
Fuga ocorreu durante onda de violência
No domingo, após a divulgação da morte de “El Mencho”, foram registrados diversos episódios de violência em diferentes regiões do país, sobretudo em Jalisco.
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Nas redes sociais, circularam imagens que mostrariam a área externa do presídio de Ixtapa, onde era possível ver uma densa coluna de fumaça. Segundo relatos, o incêndio teria ocorrido após confronto entre forças de segurança e um grupo armado, além da queima de veículos nas proximidades da unidade prisional.
As autoridades ainda investigam se o ataque foi previamente planejado ou se está relacionado ao aumento recente da violência no estado.

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