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O Zoológico de Newquay Zoo, na Cornualha, anunciou, no sábado (21), a morte de dois de seus animais mais conhecidos: Johnson, uma capivara de nove anos, e Al, uma anta brasileira de 20. Companheiros inseparáveis há quase uma década, eles foram sacrificados no mesmo dia após avaliação veterinária que apontou piora na saúde de ambos.
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Segundo o zoológico, a decisão foi tomada após consultas entre veterinários e equipes de cuidados com os animais. Os tratadores afirmaram que o objetivo foi evitar sofrimento e impedir que um dos dois enfrentasse o isolamento após a morte do companheiro.
Confira:
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Vínculo entre espécies
Al, uma anta brasileira — espécie nativa da América do Sul e considerada o maior mamífero terrestre do Brasil — nasceu em 2005 e chegou ao zoológico britânico em 2014, vindo do Zoológico de Gdansk, na Polônia. Três anos depois, Johnson passou a dividir o recinto com ele. A capivara nasceu no Chester Zoo e foi transferida para Newquay em 2016, e apesar de não ter nascido no Brasil, essa espécie também é nativa da América do Sul e é símbolo da fauna brasileira.
De acordo com a instituição, a convivência diária fortaleceu um vínculo incomum entre os animais. Funcionários atribuem a proximidade ao temperamento das duas espécies, conhecidas por serem calmas e sociáveis.
Nos últimos meses, porém, ambos passaram a apresentar problemas de saúde associados ao envelhecimento, o que afetou sua qualidade de vida. “Foi uma perda incrivelmente difícil para quem cuidava deles todos os dias”, afirmou um porta-voz do zoológico ao MailOnline. “Despedir-se dos dois ao mesmo tempo foi duro, mas entendemos que era a atitude mais gentil.”
Reação do público
A notícia foi divulgada nas redes sociais do zoológico e gerou uma série de homenagens de visitantes e admiradores. Muitos relataram que a amizade entre os dois animais era evidente para quem passava pelo recinto.
Um dos comentários dizia que o casal de amigos era “verdadeiro embaixador de suas espécies”. Outro visitante contou ter conhecido a dupla meses antes e afirmou que a relação entre eles era “claramente especial”.
O Zoológico de Newquay, inaugurado em 1969, abriga cerca de mil animais em uma área de aproximadamente 13 acres. A instituição foi adquirida recentemente pela empresa holandesa Libéma. A direção afirma que a ausência da capivara e da anta brasileira será sentida tanto pela equipe quanto pelo público que acompanhava a história da dupla.
As autoridades colombianas investigam a origem de um possível impacto de bala encontrado na asa de um avião da American Airlines que realizou um voo de ida e volta entre Miami e Medellín. A informação foi divulgada na terça-feira pela imprensa dos Estados Unidos.
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A American Airlines informou que suas equipes “identificaram uma perfuração” na parte externa da aeronave durante uma inspeção de rotina, realizada após os trajetos entre Miami, na Flórida, e a cidade colombiana. A declaração foi reproduzida por diversos veículos americanos.
Segundo a emissora CBS News, as autoridades colombianas abriram investigação sobre o buraco “localizado na asa direita de um avião 737 MAX 8”.
“O avião foi imediatamente retirado de serviço para inspeção e reparo. Trabalharemos em estreita colaboração com todas as autoridades competentes para investigar este incidente”, disse a companhia aérea à CBS.
A American Airlines acrescentou que não houve registro de feridos e que a aeronave não apresentou qualquer problema operacional durante os voos.
Ainda não está claro em que momento o dano ocorreu nem se havia pessoas a bordo quando a perfuração foi causada.
De acordo com dados do site de monitoramento Flightradar24, o Boeing 737 MAX 8 fez o trajeto de Miami para Medellín no domingo e retornou à cidade americana na manhã de segunda-feira.
Procurada, a Aeronáutica Civil da Colômbia informou, em nota divulgada na terça-feira, que não havia recebido qualquer solicitação das autoridades norte-americanas relacionada ao caso.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, enfrenta uma crise política após a revelação, nesta quarta-feira, de que enviou catálogos de presentes a parlamentares de seu partido, o Partido Liberal Democrático (PLD), na esteira da vitória expressiva da legenda nas eleições legislativas realizadas no início do mês.
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Mais de 300 congressistas receberam a possibilidade de escolher um item do catálogo “como uma expressão de apreço por seu sucesso na eleição tão difícil”, escreveu Takaichi em mensagem publicada na rede social X. A premiê ressaltou que não houve uso de recursos públicos na iniciativa.
O episódio remete a um escândalo de financiamento ilícito que atingiu o PLD em 2023. À época, a crise resultou na saída do então primeiro-ministro Fumio Kishida do cargo e contribuiu para que seu sucessor, Shigeru Ishiba, perdesse a maioria parlamentar em 2025.
A repercussão do caso foi imediata. A notícia sobre os catálogos “poderia facilmente levar as pessoas a dizer ‘primeira-ministra Takaichi, você também?'”, afirmou na terça-feira Junya Ogawa, líder da legenda de oposição Aliança Reforma Centrista.
Em publicação no X, o opositor declarou que “este é um novo fato pelo qual ela deverá prestar contas”.
Nesta quarta-feira, durante sessão no Parlamento, Takaichi informou que cada presente, incluindo custos de envio e impostos, teve valor aproximado de 30 mil ienes (cerca de R$ 978). Segundo ela, os recursos partiram de um departamento do PLD na província de Nara, que é liderado pela própria primeira-ministra.
A legislação japonesa sobre financiamento político proíbe que pessoas físicas façam doações diretamente a candidatos a cargos públicos, mas permite contribuições a partidos políticos.
Quem é Sanae Takaichi?
Ex-baterista de uma banda universitária de “heavy metal”, Takaichi demonstrou recentemente suas habilidades musicais ao interpretar duas canções de K-pop ao lado do presidente sul-coreano Lee Jae Myung.
As imagens da premiê sorridente, tocando bateria com energia, repercutiram nas redes sociais e geraram elogios. Alguns internautas chegaram a questionar se o vídeo havia sido produzido por inteligência artificial.
Assim como seu mentor, o ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, assassinado em 2022, ela buscou aproximação com Donald Trump, a quem dirigiu elogios e presenteou com itens que iam de uma bolsa e um taco de golfe a carne bovina dos Estados Unidos.
Embora se declare admiradora da premiê britânica Margaret Thatcher, a “Dama de Ferro”, Takaichi ainda não demonstrou empenho em mobilizar apoio com base em questões de gênero.
Suas posições a situam na ala direita de um partido já conservador. Ela se opõe, por exemplo, à mudança de uma lei do século XIX que exige que casais casados adotem o mesmo sobrenome — regra que, na maioria dos casos, leva mulheres a assumirem o nome do marido.
Takaichi se casou duas vezes com o mesmo homem, um ex-parlamentar do PLD. No primeiro casamento, adotou o sobrenome dele; no segundo, ele passou a usar o dela.
Apesar de prometer elevar o equilíbrio de gênero no governo a níveis “nórdicos”, nomeou apenas duas mulheres entre os 19 integrantes do gabinete ao assumir o cargo.
Na economia, defende afrouxamento monetário agressivo e expansão fiscal, em linha com as políticas de Shinzo Abe para conter a inflação persistente.
Ao assumir a liderança do partido, fez uma promessa: “trabalharei, trabalharei, trabalharei, trabalharei e trabalharei”.
Ela cumpriu. Em novembro, afirmou dormir apenas entre duas e quatro horas por noite, após repercussão causada pela convocação de uma reunião de equipe às três da madrugada.
Uma revisão da rede CNN identificou lacunas significativas no conjunto de mais de 3 milhões de páginas relacionadas com o caso Jeffrey Epstein, divulgadas no mês passado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ). Entre os documentos aparentemente ausentes estão dezenas de entrevistas de testemunhas conduzidas pelo FBI — incluindo três relacionadas com uma mulher que acusou Donald Trump de agressão sexual há várias décadas.
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Segundo a análise, um registro de provas entregue à defesa de Ghislaine Maxwell — associada de Epstein condenada por tráfico sexual — lista cerca de 325 memorandos de entrevistas do FBI, conhecidos como “302”. No entanto, mais de 90 desses registros não estariam disponíveis no site do DOJ, o que representa mais de um quarto do total.
Entre os arquivos em falta estão três entrevistas relacionadas a uma mulher que afirmou aos agentes ter sido abusada por Epstein desde os 13 anos e que também acusou Trump de agressão sexual.
O deputado democrata Robert Garcia, membro do Comitê de Supervisão da Câmara, afirmou que a ausência dos documentos levanta dúvidas sobre o cumprimento da lei que determina a divulgação integral dos arquivos ligados a Epstein.
— Temos uma sobrevivente que fez alegações sérias contra o presidente. Mas existe uma série de documentos, que aparentemente seriam entrevistas conduzidas pelo FBI com a sobrevivente, que estão realmente em falta e às quais não temos acesso — disse Garcia à CNN.
Trump nega qualquer irregularidade em relação a Epstein. Em nota, a Casa Branca classificou as alegações como “falsas e sensacionalistas” e citou posicionamento anterior do DOJ segundo o qual alguns documentos continham acusações “falsas e sensacionalistas” contra o presidente.
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Posição do Departamento de Justiça
De acordo com a CNN, o DOJ negou que qualquer registro tenha sido apagado e afirmou estar a cumprir a legislação.
— Não apagamos nada, e como sempre dissemos, todos os documentos relevantes foram produzidos — declarou um porta-voz.
Segundo o departamento, documentos ausentes podem ser duplicados, material protegido por privilégio legal ou parte de investigações federais ainda em curso. Também foi informado que alguns arquivos foram temporariamente removidos para “censura de vítimas” e posteriormente recolocados.
Especialistas sublinham que os relatórios “302” são centrais para compreender a investigação do FBI sobre Epstein e Maxwell. Esses documentos resumem depoimentos prestados a agentes federais, embora não incluam análises ou conclusões formais.
— É o tijolo mais básico e importante da investigação — afirmou Andrew McCabe, ex-vice-diretor do FBI.
Detalhes sobre a maioria dos 302 aparentemente em falta permanecem amplamente censurados nos registros públicos.
A mulher que acusou Trump terá contatado inicialmente uma linha direta do FBI poucos dias após a prisão de Epstein, em julho de 2019. Em entrevista posterior, realizada no escritório do seu advogado, relatou que foi abusada repetidamente por Epstein na Carolina do Sul após responder a um anúncio de babysitting.
Num momento da entrevista, ao mostrar aos agentes uma fotografia conhecida de Trump com Epstein, o seu advogado teria indicado que a cliente estava receosa de implicar “indivíduos adicionais” por medo de retaliação.
Documentos judiciais de um processo contra a herança de Epstein mencionam uma vítima identificada como “Jane Doe 4”, cujas alegações coincidem com os relatos apresentados ao FBI. A ação descreve abuso ocorrido na Carolina do Sul e encontros com “homens proeminentes e ricos”, sem identificar nomes.
Não está claro qual foi o desfecho da investigação federal sobre essas acusações. Um e-mail interno do FBI incluído nos arquivos refere que “uma vítima identificada alegou abuso por Trump, mas acabou por se recusar a cooperar”, sem confirmar se se trata da mesma mulher.
Algumas sobreviventes de Epstein também criticaram o processo de divulgação dos documentos. Haley Robson enviou carta a um juiz federal questionando a ausência de relatórios de entrevistas com vítimas, mesmo com nomes censurados.
— Como sobreviventes, esta falha não é meramente processual — é profundamente pessoal. O incumprimento contínuo perpetua o mesmo segredo que permitiu que estes crimes continuassem impunes durante anos — escreveu.
Um estudante de doutorado com dupla cidadania canadense e paquistanesa foi detido, neste domingo (22), no Paquistão após publicações nas redes sociais que, segundo autoridades locais, criticavam instituições do país. Hamza Ahmed Khan, da Universidade de Toronto, estava no país para entrevistar expatriados sobre democracia.
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Ele desapareceu na quinta-feira (19) enquanto usava o serviço de transporte por aplicativo Yango rumo a Karachi, onde passaria o Ramadã com a família. A corrida foi cancelada no meio do trajeto e, por dias, familiares não souberam de seu paradeiro. Neste domingo (22), foi revelado que ele estava sob custódia da Agência Nacional de Investigação de Crimes Cibernéticos.
Acusações e contestação da família
Segundo relatório oficial, publicações nas contas de Khan no X e no Instagram continham desinformação e conteúdo considerado inflamatório contra a liderança política do país. As autoridades afirmam que as mensagens poderiam incitar agitação pública e minar a confiança no Estado, o que levou à abertura de processo com base na Lei de Prevenção de Crimes Eletrônicos.
A família contesta a versão. O advogado Asad Jamal afirma que o estudante não foi informado sobre os motivos da detenção, enquanto o irmão, Awes Ahmed Khan, diz que ele apenas participava de debates políticos nas redes sociais. O caso ocorre em meio a críticas de especialistas sobre o uso de leis cibernéticas para conter dissidência no país.
Khan está preso na cadeia distrital de Lahore e deve passar por audiência de fiança nesta quarta-feira. O governo canadense e a Universidade de Toronto afirmaram acompanhar a situação.
Um ataque com faca deixou quatro pessoas mortas na manhã de terça-feira (24) em um bairro residencial de Gig Harbor, no estado de Washington, nos Estados Unidos. O agressor, um homem de 32 anos, foi morto por um policial após esfaquear vítimas na rua em frente a uma casa avaliada em cerca de US$ 800 mil, cerca de R$ 4,1 milhões.
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De acordo com a emissora local KING 5, agentes do xerife do condado de Pierce foram acionados pouco antes das 9h para atender a uma ocorrência de possível violação de uma ordem de proteção em uma residência na 87th Avenue Court NW. Enquanto seguiam para o local, novas ligações para o serviço de emergência 911 relataram que um homem estava atacando pessoas com uma faca do lado de fora da casa, em uma rua sem saída considerada tranquila.
Três adultos morreram ainda no local. Uma quarta vítima foi socorrida por paramédicos e levada em estado crítico a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos. Testemunhas afirmaram que pelo menos uma das vítimas foi esfaqueada no meio da rua, diante de pessoas que observavam a cena.
Investigação e intervenção policial
Segundo as autoridades, a primeira chamada ao 911 ocorreu por volta das 8h45, informando que o suspeito estaria descumprindo uma ordem de restrição. Posteriormente, a polícia confirmou que a medida ainda não era válida, pois não havia sido oficialmente entregue ao homem.
Os agentes haviam recebido uma cópia da intimação para notificar o suspeito. Quando chegaram, no entanto, ele já havia iniciado o ataque. Um policial que atuava sozinho atirou contra o agressor por volta das 9h33, matando-o no local.
A investigação foi assumida pela Equipe de Investigação da Polícia do Condado de Pierce, que descreveu a cena como “muito movimentada”.
Gig Harbor é uma pequena cidade costeira situada às margens de Puget Sound, a cerca de 24 quilômetros a noroeste de Tacoma. Conhecida pelo perfil tranquilo, a localidade tem aproximadamente 12 mil habitantes, segundo dados do censo de 2020.
A apresentadora de televisão dos Estados Unidos Savannah Guthrie reconheceu que sua mãe pode já estar morta, um desfecho trágico para um caso que comoveu os EUA e intrigou as autoridades. Nancy Guthrie, de 84 anos, desapareceu de sua casa em Tucson, Arizona, em 1º de fevereiro.
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Apesar de buscas intensivas, a polícia ainda não identificou nenhum suspeito no caso.
Com a voz embargada, Guthrie disse em uma publicação no Instagram que ela e seus irmãos aceitam a possibilidade de sua mãe estar morta.
— Sabemos que ela pode estar perdida — disse Guthrie. — Ela pode já ter ido embora.
A família está oferecendo até US$ 1 milhão por informações que levem ao resgate de Nancy. Mas a família precisa de respostas, acrescentou a jornalista.
— Precisamos que ela volte para casa. É por isso que estamos oferecendo uma recompensa de até um milhão de dólares para qualquer informação que leve ao seu paradeiro — disse a apresentadora. — Alguém por aí sabe algo que pode trazê-la de volta para casa — acrescentou ela.
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Investigadores federais estão oferecendo US$ 100 mil por informações que levem ao paradeiro da mulher ou à prisão de seus sequestradores.
O FBI divulgou fotos e um vídeo de uma pessoa mascarada se aproximando da casa de Guthrie na noite do sequestro, mas não identificou nenhum suspeito.
O xerife do Condado de Pima, Chris Nanos, disse na semana passada que os investigadores descartaram qualquer envolvimento de familiares de Nancy Guthrie em seu desaparecimento.
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Bilhete de resgate
No início deste mês, o FBI indicou que a família de Nancy Guthrie recebeu um bilhete de resgate exigindo pagamento. As imagens divulgadas no último dia 10 pela corporação mostram um indivíduo usando uma máscara de esqui, uma jaqueta com zíper, luvas e uma mochila, aproximando-se da porta da frente da casa da idosa.
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Ele parece manipular a câmera por alguns segundos antes de se afastar para arrancar plantas, que ele então usa para cobrir a câmera. As autoridades locais relataram, dias após o desaparecimento, que câmera da campainha da casa de Nancy foi desconectada à 1h47 da manhã de domingo, 1º de fevereiro.
Imagens divulgadas pelo FBI, da câmera de segurança da casa da mãe de Savannah Guthrie, mostram suspeito mascarado
Reprodução / Redes Sociais
O software detectou a presença de uma pessoa menos de 30 minutos depois, às 2h12 da manhã, mas nenhum vídeo estava disponível, especificaram.
No início das investigações, a família já tinha divulgado que temia pela vida da idosa caso ela não seguisse o tratamento prescrito para seu problema cardíaco.
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O Japão planeja implantar mísseis terra-ar de médio alcance na ilha de Yonaguni, a apenas 110 quilômetros de Taiwan, até março de 2031. O cronograma foi confirmado pelo ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, em meio à escalada de tensões entre Tóquio e Pequim.
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É a primeira vez que o governo japonês detalha um prazo para o destacamento do sistema na ilha mais ocidental do país, cujo reforço militar foi anunciado em 2022. A movimentação ocorre em um cenário de crescente pressão da China sobre Taiwan, território autogovernado que Pequim considera parte de sua soberania.
Localizada no arquipélago de Okinawa, Yonaguni tornou-se, ao longo da última década, um posto avançado estratégico. Atualmente, cerca de 160 integrantes das Forças de Autodefesa do Japão atuam na ilha, que realiza operações de vigilância costeira.
Segundo Koizumi, a unidade será equipada com mísseis capazes de interceptar aeronaves e projéteis inimigos. O sistema, de fabricação japonesa, tem alcance aproximado de 50 quilômetros, rotação de 360 graus e capacidade para rastrear até 100 alvos simultaneamente, podendo engajar até 12 de uma só vez.
O ministro afirmou que o plano prevê a conclusão da implantação no ano fiscal de 2030, encerrado em março de 2031, embora o calendário possa sofrer ajustes conforme o avanço das obras de infraestrutura na ilha.
Antes disso, no ano fiscal de 2026, está prevista a instalação de uma unidade de guerra eletrônica com capacidade para interferir em comunicações e radares inimigos — ampliando o caráter dissuasório da presença japonesa na região.
A China ainda não comentou oficialmente o novo cronograma. Em novembro, quando Koizumi visitou Yonaguni, Pequim acusou o Japão de “criar tensão regional e provocar confronto militar”. Dias depois, drones chineses sobrevoaram a ilha, levando Tóquio a enviar caças para monitoramento.
As relações bilaterais se deterioraram após declarações da primeira-ministra Sanae Takaichi, que indicou no Parlamento que o Japão poderia acionar suas forças de autodefesa em caso de ataque a Taiwan. A fala foi interpretada por Pequim como alinhamento direto à estratégia dos Estados Unidos na região.
Desde então, a China intensificou medidas de pressão, incluindo restrições à exportação de terras raras, limitações ao turismo chinês no Japão e sanções a 20 empresas e entidades japonesas sob alegação de segurança nacional.
O presidente do complexo monumental de Versalhes assumirá a direção do Museu do Louvre, em Paris, após a renúncia de Laurence des Cars. A informação foi confirmada nesta quarta-feira à AFP por uma fonte do governo francês, corroborando notícia publicada pelo jornal Le Parisien.
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A nomeação de Christophe Leribault, de 62 anos, deve ser oficializada em reunião do Conselho de Ministros ainda nesta quarta-feira. Segundo a mesma fonte, ele terá como missão “garantir a segurança, modernizar e levar a bom termo” o ambicioso plano de renovação do museu “Louvre–Nova Renascença” (Louvre–Nouvelle Renaissance).
Na terça-feira, Des Cars apresentou sua renúncia ao presidente francês, Emmanuel Macron, que a aceitou. A saída ocorre após uma série de escândalos que se arrastam há meses e colocaram a instituição sob forte pressão pública.
Ex-presidente do Museu do Louvre, Laurence des Cars
GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP
A pinacoteca — a mais visitada do mundo — está no centro da controvérsia desde o roubo, em outubro, de diversas joias da Coroa avaliadas em mais de US$ 100 milhões. Os criminosos invadiram o museu em plena luz do dia com o auxílio de um elevador de carga e fugiram em menos de oito minutos. O paradeiro das peças ainda é desconhecido. Vários suspeitos foram detidos.
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Em novembro, o Louvre precisou fechar uma galeria devido à deterioração estrutural do edifício. A instituição também enfrentou um vazamento de água que danificou centenas de obras da biblioteca de antiguidades egípcias.
Historiador da arte e conservador-geral do patrimônio, Leribault presidia o Palácio de Versalhes desde fevereiro de 2024. Antes disso, dirigiu os museus parisienses de Orsay e da Orangerie.
Há cerca de 1.200 anos, a civilização maia, que floresceu na península de Yucatán, na América Central, enfrentou um colapso abrupto. Em aproximadamente um século, cidades foram abandonadas e populações inteiras deixaram vastas áreas sob seu domínio. Embora o povo maia não tenha desaparecido, a drástica redução de sua influência regional tornou-se um dos grandes enigmas da arqueologia e da climatologia histórica.
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Ao longo das últimas décadas, pesquisadores formularam diferentes hipóteses para explicar o declínio, que vão de conflitos internos a crises ambientais severas. Um estudo recente conduzido pelo professor Paul Mayewski, da Universidade do Maine, acrescenta um novo elemento a esse debate ao analisar núcleos de gelo com cerca de 1.200 anos.
O pesquisador examinou amostras para reconstituir as condições climáticas do período. “A primeira coisa que analisamos foi nosso registro de amônia”, explicou, ao detalhar como a concentração desse composto químico pode indicar a presença de vegetação. Níveis elevados de amônia sugerem clima quente e úmido, com abundância de plantas. Já concentrações reduzidas apontam para períodos de seca prolongada, marcados por escassez de cobertura vegetal e solos ressecados.
O clima no centro do debate
Ao avaliar as camadas correspondentes ao período do colapso maia, Mayewski identificou uma queda expressiva nos níveis de amônia. O dado indica a ocorrência de uma seca intensa e prolongada na região — fenômeno que pode ter provocado quebras sucessivas de safra. A escassez de alimentos teria comprometido a sustentação das grandes populações urbanas, impulsionando migrações e o abandono de centros considerados até hoje obras-primas da engenharia e da arquitetura pré-colombiana.
O estudo também sugere um fator agravante: o desmatamento. Pesquisas indicam que a derrubada de florestas para expansão agrícola reduz a capacidade do solo de absorver radiação solar e compromete o ciclo hidrológico. Com menor evaporação, há redução na formação de nuvens e, consequentemente, na precipitação.
Nesse cenário, teria se instaurado um ciclo adverso: menos chuvas levariam a secas mais severas, ao fracasso de culturas agrícolas essenciais e a uma crescente insegurança alimentar — processo que poderia ter sido intensificado pela própria expansão das áreas cultivadas.
A hipótese climática se soma a outras explicações para o enfraquecimento da civilização maia, que resultou em seu “desaparecimento” de amplas áreas antes ocupadas, deixando cidades monumentais vazias. Especialistas também consideram fatores como disputas políticas, instabilidade interna e pressão demográfica.
Séculos mais tarde, a chegada dos espanhóis à América Central introduziu doenças que tiveram impacto devastador sobre populações nativas, incluindo os maias.
Apesar das sucessivas adversidades, o povo maia sobreviveu. Atualmente, comunidades descendentes mantêm vivas tradições culturais em diferentes regiões da América Central, evidenciando a resiliência de uma das mais sofisticadas civilizações da história pré-colombiana. O estudo de Mayewski contribui para elucidar parte desse passado complexo, ainda marcado por múltiplas causas e interpretações.

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