O Departamento de Estado dos Estados Unidos orientou cidadãos americanos a deixarem imediatamente mais de uma dúzia de países do Oriente Médio diante da deterioração da segurança regional. O aviso foi emitido após o início dos ataques conjuntos de EUA e Israel contra o Irã.
Leia também: Agência confirma danos em usina de enriquecimento de urânio do Irã
Israel inicia incursões por terra na fronteira com o Líbano, diz autoridade; ministro anuncia ‘tomada de controle’ em novas posições
De acordo com a secretária-adjunta para assuntos consulares, Mora Namdar, em declaração citada pela Reuters, os americanos devem tentar sair por meios comerciais enquanto ainda for possível. A recomendação abrange Bahrein, Egito, Irã, Iraque, Israel, Cisjordânia e Faixa de Gaza, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iêmen.
Paralelamente, o governo americano ordenou a saída obrigatória de funcionários que não desempenham funções essenciais e de seus familiares de seis representações diplomáticas na região: Jordânia, Bahrein, Iraque, Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. A medida reflete o aumento das ameaças a instalações americanas e o risco de novos ataques ligados ao confronto com o Irã.
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Espaço aéreo fechado e viajantes retidos
A saída, no entanto, enfrenta dificuldades logísticas. Centenas de milhares de viajantes estão retidos em países do Golfo depois que o espaço aéreo de alguns dos aeroportos mais movimentados do mundo foi fechado no fim de semana. Entre eles estão os terminais internacionais de Dubai e Abu Dhabi, importantes centros de conexão aérea global.
As restrições ampliam a incerteza para estrangeiros que tentam deixar a região, enquanto companhias aéreas cancelam ou suspendem rotas por motivos de segurança.
Escalada militar amplia tensão
A recomendação do governo americano ocorre em meio ao agravamento do conflito no Oriente Médio. Nos últimos dias, Israel intensificou operações militares e iniciou incursões ao longo da fronteira com o Líbano, segundo autoridades locais ouvidas pela Reuters. Testemunhas relataram que o Exército libanês abandonou posições na região.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que as forças do país devem assumir novas posições consideradas estratégicas para impedir ataques do grupo Hezbollah contra comunidades israelenses próximas da fronteira. O Exército israelense informou ainda que tropas foram posicionadas em diferentes pontos do sul do Líbano como medida de segurança.
A ofensiva ocorre após a campanha militar iniciada por Estados Unidos e Israel contra o Irã. Em resposta, Teerã lançou ataques contra alvos no Golfo e contra Israel, ampliando o risco de um confronto regional de maiores proporções.
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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que as forças do país devem assumir novas posições consideradas estratégicas para impedir ataques do grupo Hezbollah contra comunidades israelenses próximas da fronteira. O Exército israelense informou ainda que tropas foram posicionadas em diferentes pontos do sul do Líbano como medida de segurança.
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