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A morte de Yuris Cristel Camila García Manrique, de 28 anos, após um acidente em uma atração aquática em um parque turístico no nordeste da Colômbia provocou comoção e levantou questionamentos sobre as condições de segurança desse tipo de estrutura. O caso ocorreu na quinta-feira (5) no parque Entre Flores, na vila de Iscala Sur, zona rural de Chinácota, no departamento de Norte de Santander.
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Nas últimas horas, imagens que circulam nas redes sociais mostram os momentos que antecederam o acidente. No vídeo, a jovem aparece se preparando para descer o chamado “tobogã radical”, acompanhada por familiares e orientada por funcionários do local.
Visivelmente apreensiva, García Manrique pergunta se haveria alguém para recebê-la ao final da descida. Uma pessoa responde que sim, na piscina. Em seguida, um funcionário responsável pela atração orienta: “Sempre de costas, pernas cruzadas e segure firme, ok? Não tenha medo”, antes de iniciar a descida.
Durante o percurso, o vídeo registra um estrondo. Em meio à gravação, uma pessoa reage dizendo que algo havia se desprendido, enquanto outra voz afirma que alguém estaria morto. As imagens terminam logo após o impacto, em meio à reação de choque de quem estava no local.
Acidente e socorro
Segundo testemunhas, García Manrique perdeu o controle ao sair do tobogã a uma altura estimada de cerca de cinco metros e colidiu com parte da estrutura da atração. Pessoas que presenciaram o acidente prestaram os primeiros socorros e a levaram em um veículo particular para a cidade de Cúcuta, em busca de atendimento médico. Ela, no entanto, morreu durante o trajeto, devido à gravidade dos ferimentos.
Natural do município de Tibú, a jovem visitava o parque acompanhada de familiares e amigos. A divulgação do vídeo nas redes sociais ampliou a repercussão do caso e gerou milhares de comentários sobre as circunstâncias do acidente.
Após o episódio, a empresa responsável pelo parque, Entre Flores SAS, divulgou um comunicado oficial por meio de sua equipe jurídica, representada pelo advogado Óscar Horacio Giraldo Reyes e pelo escritório Jaimes Chía y Abogados Asociados. No texto, a companhia afirma lamentar profundamente o ocorrido e expressa solidariedade à família da vítima.
A administração também informou que acionou os protocolos de emergência previstos e declarou estar colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação. Segundo o comunicado, o parque fornecerá todas as informações necessárias para o esclarecimento do caso e não fará novas declarações sobre as possíveis causas do acidente até que um relatório oficial seja divulgado.
A morte de García Manrique, registrada em vídeo e amplamente compartilhada nas redes sociais, reacendeu o debate sobre a segurança de atrações turísticas radicais, enquanto as autoridades seguem investigando as circunstâncias do acidente.
A morte de Yuris Cristel Camila García Manrique, de 28 anos, após um acidente em uma atração aquática em um parque turístico no nordeste da Colômbia provocou comoção e levantou questionamentos sobre as condições de segurança desse tipo de estrutura. O caso ocorreu na quinta-feira (5) no parque Entre Flores, na vila de Iscala Sur, zona rural de Chinácota, no departamento de Norte de Santander.
Nas últimas horas, imagens que circulam nas redes sociais mostram os momentos que antecederam o acidente. No vídeo, a jovem aparece se preparando para descer o chamado “tobogã radical”, acompanhada por familiares e orientada por funcionários do local.
Visivelmente apreensiva, García Manrique pergunta se haveria alguém para recebê-la ao final da descida. Uma pessoa responde que sim, na piscina. Em seguida, um funcionário responsável pela atração orienta: “Sempre de costas, pernas cruzadas e segure firme, ok? Não tenha medo”, antes de iniciar a descida.
Durante o percurso, o vídeo registra um estrondo. Em meio à gravação, uma pessoa reage dizendo que algo havia se desprendido, enquanto outra voz afirma que alguém estaria morto. As imagens terminam logo após o impacto, em meio à reação de choque de quem estava no local.
Acidente e socorro
Segundo testemunhas, García Manrique perdeu o controle ao sair do tobogã a uma altura estimada de cerca de cinco metros e colidiu com parte da estrutura da atração. Pessoas que presenciaram o acidente prestaram os primeiros socorros e a levaram em um veículo particular para a cidade de Cúcuta, em busca de atendimento médico. Ela, no entanto, morreu durante o trajeto, devido à gravidade dos ferimentos.
Natural do município de Tibú, a jovem visitava o parque acompanhada de familiares e amigos. A divulgação do vídeo nas redes sociais ampliou a repercussão do caso e gerou milhares de comentários sobre as circunstâncias do acidente.
Após o episódio, a empresa responsável pelo parque, Entre Flores SAS, divulgou um comunicado oficial por meio de sua equipe jurídica, representada pelo advogado Óscar Horacio Giraldo Reyes e pelo escritório Jaimes Chía y Abogados Asociados. No texto, a companhia afirma lamentar profundamente o ocorrido e expressa solidariedade à família da vítima.
A administração também informou que acionou os protocolos de emergência previstos e declarou estar colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação. Segundo o comunicado, o parque fornecerá todas as informações necessárias para o esclarecimento do caso e não fará novas declarações sobre as possíveis causas do acidente até que um relatório oficial seja divulgado.
A morte de García Manrique, registrada em vídeo e amplamente compartilhada nas redes sociais, reacendeu o debate sobre a segurança de atrações turísticas radicais, enquanto as autoridades seguem investigando as circunstâncias do acidente.
As autoridades do Catar prenderam mais de 300 pessoas de diferentes nacionalidades acusadas de compartilhar vídeos e divulgar informações consideradas enganosas sobre os ataques do Irã contra o território do país. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério do Interior catariano.
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Segundo comunicado oficial, os detidos “gravaram e difundiram vídeos e publicaram informações enganosas e rumores que podem agitar a opinião pública”. As prisões foram conduzidas pela Direção-Geral de Investigação Criminal, por meio do Departamento de Prevenção a Crimes Econômicos e Cibernéticos, que investiga o uso indevido das redes sociais.
De acordo com as autoridades, 313 pessoas foram detidas durante a operação. O governo afirmou que tomou as medidas legais e administrativas necessárias contra os suspeitos e reforçou que continuará monitorando a circulação de conteúdos nas plataformas digitais.
O Ministério do Interior também alertou a população para evitar gravar ou publicar vídeos relacionados aos acontecimentos recentes, além de pedir que as pessoas busquem informações apenas em fontes oficiais.
— As autoridades competentes não hesitarão em tomar as medidas legais necessárias contra qualquer pessoa que cometa essas violações — afirmou o ministério.
O Catar, que abriga uma importante base militar dos Estados Unidos, passou a ser alvo de ataques do Irã após a escalada do conflito no Oriente Médio. A ofensiva iraniana ocorre no contexto da guerra iniciada em 28 de fevereiro, quando forças de Israel e dos Estados Unidos lançaram ataques contra a República Islâmica.
A investigação sobre o incêndio no bar Le Constellation, que deixou 41 mortos em Crans-Montana, na Suíça, foi ampliada para incluir cinco atuais e ex-responsáveis da administração municipal. Entre os indiciados está o próprio prefeito da cidade, Nicolas Féraud, segundo informou nesta segunda-feira o Ministério Público do cantão de Valais.
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De acordo com os investigadores, o incêndio teria começado após faíscas de velas do tipo “fonte” — usadas em festas — atingirem uma espuma acústica instalada no teto do porão do estabelecimento, onde funcionava o bar. O material inflamável pegou fogo rapidamente, espalhando as chamas pelo local.
A promotoria busca esclarecer as circunstâncias exatas do incêndio, incluindo o cumprimento das normas de segurança por parte dos proprietários e eventuais falhas de fiscalização das autoridades locais. Segundo a investigação, a prefeitura de Crans-Montana não realizou inspeções obrigatórias de segurança e incêndio no bar desde 2019, embora esses controles devam ocorrer anualmente.
O caso é investigado pelos crimes de homicídio culposo, lesão corporal por negligência e incêndio causado por negligência. Até então, a investigação tinha como alvo os proprietários franceses do bar, Jacques e Jessica Moretti, além do atual chefe do serviço de segurança da cidade e seu antecessor, que deixou o cargo em 2024.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o governo americano pretende levar o Irã à rendição no conflito em curso, independentemente de Teerã admitir publicamente a derrota. A declaração foi dada em entrevista ao programa 60 Minutes, da emissora CBS, na qual ele indicou que os ataques americanos devem se intensificar nas próximas fases da guerra.
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Segundo Hegseth, as forças dos Estados Unidos já atingiram cerca de 3 mil alvos dentro do território iraniano, em operações militares realizadas desde o início da escalada do conflito. Para o chefe do Pentágono, a estratégia é enfraquecer gradualmente a capacidade militar iraniana até que o país não consiga mais sustentar a guerra.
— Isto é guerra. Isto é conflito. É levar o inimigo aos joelhos — disse o secretário. — Se haverá uma cerimônia na praça de Teerã anunciando a rendição, isso depende deles.
A declaração ocorre após o presidente americano Donald Trump exigir a “rendição incondicional” do Irã. Hegseth afirmou que esse desfecho acontecerá “quer o Irã queira admitir ou não, quer o orgulho deles permita ou não dizer isso em voz alta”.
Do lado iraniano, a resposta foi imediata. O presidente do país, Masoud Pezeshkian, classificou a exigência americana como irrealista.
— É um sonho que eles deveriam levar para o túmulo — disse o líder iraniano.
Apesar da retórica dura, autoridades americanas indicam que as operações militares devem continuar a se expandir. Hegseth afirmou que o público ainda verá uma escalada significativa nas ações.
— O que quero que as pessoas entendam é que isto é apenas o começo — declarou.
Um incêndio de grandes proporções mobilizou dezenas de bombeiros e provocou o fechamento da principal estação ferroviária de Glasgow, na Escócia, após atingir prédios históricos no centro da cidade. O fogo começou na tarde de domingo em uma loja de cigarros eletrônicos (vape shop) e rapidamente se espalhou para edificações vizinhas próximas à Glasgow Central Station, um dos pontos de transporte mais movimentados do Reino Unido.
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Cerca de 60 bombeiros foram mobilizados para combater as chamas, que consumiram parte de um quarteirão comercial e provocaram o colapso parcial do edifício Forsyth, uma construção histórica de quatro andares classificada como patrimônio do tipo “B-listed”, categoria que reconhece estruturas de valor arquitetônico e histórico.
Veja o local:
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As chamas destruíram completamente ao menos um estabelecimento comercial, o café Sexy Coffee, enquanto hotéis e outras empresas nas proximidades foram evacuados por precaução. Entre os locais esvaziados está o hotel Voco Grand Central, situado nas imediações da estação.
Devido ao risco de propagação do incêndio, as autoridades suspenderam dezenas de serviços ferroviários e mantiveram a Glasgow Central Station fechada por tempo indeterminado. Apesar da proximidade do fogo, a estrutura principal da estação não foi atingida, e paredes externas do complexo ferroviário ajudaram a impedir que as chamas avançassem para o interior.
Imagens aéreas registradas na manhã desta segunda-feira mostram que o incêndio ainda continuava ativo, com equipes de emergência trabalhando para conter focos persistentes. Testemunhas relataram ter ouvido uma forte explosão pouco antes do início das chamas.
— Houve um estrondo muito alto e, logo depois, uma grande quantidade de fumaça começou a sair da loja — contou um morador à imprensa local. — Parecia que os bombeiros tinham controlado o fogo no início da tarde, mas ele voltou a se intensificar.
Até o momento, as autoridades não confirmaram vítimas nem informaram a causa oficial do incêndio. A área segue isolada enquanto equipes de emergência trabalham para extinguir completamente as chamas e avaliar os danos estruturais nos prédios atingidos.
A China declarou nesta segunda-feira, 9, que se opõe a qualquer ataque contra o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, após ameaças feitas pelos militares israelenses contra um sucessor de seu falecido pai, Ali Khamenei.
“A China se opõe à interferência nos assuntos internos de outros países sob qualquer pretexto, e a soberania, a segurança e a integridade territorial do Irã devem ser respeitadas”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma coletiva de imprensa.
A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou neste domingo Mojtaba Khamenei, filho do falecido aiatolá Ali Khamenei, como o novo líder supremo do país. Sua ascensão sinaliza o desejo do governo iraniano de manter a continuidade no poder, enquanto o Irã enfrenta ataques crescentes dos Estados Unidos e de Israel, nove dias após o início da guerra.
O anúncio ocorre em meio às ameaças das Forças Armadas de Israel sobre matar quem quer que sucedesse o aiatolá morto, e do presidente americano, Donald Trump — que anteriormente disse que o filho de Khamenei era uma escolha “inaceitável” —, que alertou em uma entrevista à ABC News mais cedo neste domingo, antes da nomeação, que o próximo líder supremo não “duraria muito” sem a aprovação dos Estados Unidos.
Um ataque do Irã contra as instalações petrolíferas de Al Ma’ameer, a principal refinaria do Bahrein, causou um incêndio com extensos danos materiais, informou a mídia estatal nesta segunda-feira, 9.
“Incêndio deflagrado devido à agressão iraniana contra uma instalação em Al Ma’ameer. Danos materiais foram relatados, mas não há vítimas. As autoridades competentes já iniciaram os procedimentos de combate ao incêndio”, informou a Agência de Notícias do Bahrein em uma publicação no X.
Horas antes, o Ministério da Saúde do Bahrein informou horas antes que 32 civis ficaram feridos num ataque lançado pelo Irã na noite de domingo.
Esse é o mais recente ataque contra instalações energéticas do Golfo. Ainda no sábado, Israel atacou pela primeira vez a infraestrutura petrolífera da República Islâmica, atingindo ao menos dois depósitos de petróleo.
No mesmo dia, a companhia petrolífera nacional do Kuwait anunciou uma redução “preventiva” da sua produção de petróleo devido aos ataques e ameaças iranianas ao Estreito de Ormuz, uma passagem crucial para os hidrocarbonetos do Golfo. Os Emirados Árabes Unidos também seguiram o mesmo caminho e, na semana anterior, o Iraque já havia anunciado a paralisação de toda a sua produção.
Após a ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, na qual o Líder Supremo Ali Khamenei foi morto, Teerã respondeu atacando os países do Golfo, visando particularmente bases militares e interesses dos EUA em países da região.
Desde o início da guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 dólares por barril, um valor que não se via desde julho de 2022. O Brent disparou até 20%, atingindo US$ 111,04 por barril, o maior valor desde julho de 2022, enquanto o West Texas Intermediate teve um salto de 22%.
O ex-presidente colombiano Andrés Pastrana negou neste domingo ter qualquer vínculo com os crimes sexuais de Jeffrey Epstein, após ser citado em documentos desclassificados dos Estados Unidos que o mencionam em viagens com o financista nova-iorquino.
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Nos arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça sobre os crimes de Epstein, o ex-mandatário colombiano aparece citado em diversas ocasiões. Pastrana manteve estreita relação com Washington durante seu governo, entre 1998 e 2002. Seu nome figura como passageiro em voos privados de Epstein e em e-mails que sugerem uma relação de confiança com ele e com sua cúmplice, Ghislaine Maxwell.
Pastrana, de 71 anos, afirmou neste domingo que “não há absolutamente nada” ilegal em seus encontros, que, segundo os documentos, teriam ocorrido em Cuba, nos Estados Unidos e na Irlanda.
— Quem não deve, não teme — disse à emissora Caracol Radio.
Os arquivos não mencionam explicitamente se Pastrana visitou propriedades privadas de Epstein, como sua famosa ilha particular no Caribe, onde o financista supostamente traficava mulheres e menores de idade para colocá-las à disposição de empresários poderosos e figuras políticas.
— Nunca fui à ilha — acrescentou o ex-governante colombiano.
Pastrana afirma que seus encontros com Epstein sempre tiveram caráter formal e que as acusações contra ele são motivadas por interesses políticos.
O líder de direita reconheceu que intermediou um encontro em 2003 entre Epstein e Fidel Castro, em Havana (Cuba), reunião da qual há registro fotográfico. Pastrana foi o principal articulador do Plano Colômbia, um acordo bilionário firmado com o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton (1993–2001) para combater o narcotráfico.
Clinton também enfrenta questionamentos por supostos vínculos com o caso. Na última segunda-feira, ele afirmou a congressistas dos Estados Unidos que não tinha conhecimento das atividades de Epstein. Meios de comunicação colombianos publicaram recentemente fotografias em que Maxwell aparece vestindo um uniforme da Força Aérea Colombiana em 2002.
Segundo a imprensa, ela chegou a pilotar um helicóptero Black Hawk e há e-mails desclassificados nos quais afirma ter disparado do ar contra um “grupo guerrilheiro” na Amazônia. Pastrana reconheceu que Maxwell realizou um breve voo, mas negou que ela tenha feito ataques a partir da aeronave.
Epstein mantinha relações antigas com elites políticas e empresariais ao redor do mundo. Em 2008, declarou-se culpado por solicitar serviços de prostituição de uma menor de idade e morreu na prisão em 2019, enquanto aguardava julgamento.
Moradores de Teerã foram orientados a permanecer em casa após ataques israelenses a grandes instalações de armazenamento de combustível na capital iraniana, segundo informações do jornal britânico Financial Times. Os bombardeios realizados na noite de sábado levantaram o risco de chuva ácida e espalharam intensa poluição pela cidade. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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