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Um corpo foi encontrado em um rio no leste da Inglaterra durante as buscas por uma mulher que está desaparecida há mais de três semanas. A informação foi confirmada pela polícia de Cambridgeshire neste domingo (8).
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Carol Hillier, de 64 anos, moradora de Sandy, em Bedfordshire, não é vista desde a manhã de 15 de fevereiro. Segundo as autoridades, ela foi vista pela última vez por volta das 11h nas proximidades do pub The Old Anchor, na Bury Lane, em Sutton, perto de Ely.
O corpo foi recuperado no rio em Sutton Gault, área localizada a poucos quilômetros do ponto onde a mulher teria sido vista pela última vez. De acordo com a polícia, familiares já foram informados sobre a descoberta, mas a identificação formal ainda não foi realizada.
Buscas na região
Desde o desaparecimento, equipes policiais realizavam buscas intensivas na região, incluindo áreas alagadas e zonas verdes próximas ao local onde o carro da mulher — um Mercedes Classe E prateado — foi encontrado estacionado.
Em comunicado, um porta-voz da polícia de Cambridgeshire afirmou que o corpo foi localizado durante as operações de busca. “A polícia que procurava por Carol Hillier, uma mulher desaparecida de Sandy, em Bedfordshire, recuperou um corpo do rio em Sutton Gault ontem (domingo)”, disse.
As autoridades acrescentaram que os procedimentos de identificação seguem em andamento e que novas informações deverão ser divulgadas após a conclusão das análises oficiais.
Uma australiana de 28 anos luta pela vida após sofrer um grave acidente de scooter em Bali, na Indonésia. Alivia Jane Campbell foi atropelada por um caminhão na sexta-feira (6) enquanto circulava pelas ruas da ilha e permanece internada em estado crítico em um hospital local.
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Segundo familiares, a jovem, mãe de duas meninas, sofreu traumatismo craniano grave e fratura na pélvis. A família iniciou uma campanha de arrecadação de fundos na plataforma GoFundMe para ajudar a pagar os custos médicos e viabilizar um eventual transporte aéreo de emergência para levá-la de volta à Costa Central de Nova Gales do Sul, na Austrália, onde poderia continuar o tratamento.
Em mensagem publicada na página da campanha, a amiga Reese Campbell afirmou que Alivia “está lutando bravamente, mas ainda tem um longo caminho pela frente”. Ela destacou que a jovem é uma mãe dedicada e que familiares e amigos buscam reunir recursos para garantir assistência médica e o retorno seguro ao país de origem. “Os cuidados médicos e as contas hospitalares são extremamente caros e os custos estão aumentando rapidamente. Cada doação pode fazer diferença neste momento difícil”, escreveu.
Além disso, a família também destacou a relação da jovem com as filhas: “Alivia não é apenas uma amiga para muitos de nós — ela também é uma mãe dedicada a duas filhas pequenas que precisam da mãe em casa. Neste momento, sua família e amigos estão fazendo tudo o que podem para apoiar sua recuperação e trazê-la de volta à Austrália em segurança assim que ela estiver estável o suficiente para viajar.”
Outro acidente grave na ilha
O caso ocorre meses após outro acidente fatal envolvendo turistas australianos em Bali. No início do ano, Bryce Alexander Black, de 33 anos, morreu após a scooter que pilotava colidir frontalmente com um carro na região de Kuta Norte.
O homem foi declarado morto no local. A namorada dele, Samantha Baillie, também de 33 anos, que estava na garupa, foi levada em estado crítico para um hospital. O acidente ocorreu por volta das 4h30 da manhã na rua Petitenget.
Uma campanha de arrecadação online também foi criada por amigos para ajudar nos custos médicos de Samantha. De acordo com Savannah-Leigh Homer, responsável pela iniciativa, a australiana sofreu múltiplos ferimentos graves, incluindo fratura no crânio com hemorragia cerebral, lesões na pélvis e fraturas nas mãos e nos pés.
Savannah-Leigh relatou que a viagem à Indonésia era a primeira experiência internacional de Samantha, que havia iniciado recentemente “um novo capítulo em sua vida”. “Era para ser um momento feliz”, escreveu. “Agora estamos enfrentando o momento mais devastador de nossas vidas.”
Uma mulher do estado do Texas, nos Estados Unidos, foi condenada à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional pelo assassinato da própria filha, de 17 meses, em outubro de 2024. A sentença contra Channel Yonko, de 31 anos, foi anunciada na semana passada após julgamento no Condado de Galveston, referente a um crime ocorrido em outubro de 2024.
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De acordo com o Ministério Público local, Yonko esfaqueou a menina, identificada como Hannah, dentro de um quarto no Hotel Beachfront Palms, antes de jogá-la da sacada do quarto andar do prédio. Socorristas foram acionados e encontraram a criança na calçada em frente ao hotel ainda com sinais vitais, mas ela não resistiu aos ferimentos.
Durante o julgamento, um psiquiatra relatou que Yonko confessou ter desferido três facadas nas costas da filha. Segundo o tribunal, uma das perfurações provocou fratura em uma costela da criança. Conforme relatado pelo portal i45now, a acusada também afirmou a uma psicóloga que acreditava que a filha estaria “possuída por demônios” e que precisava “enviá-la para o céu e libertá-la de seu tormento”.
Imagens e fuga após o crime
Os jurados tiveram acesso a provas reunidas pela acusação, incluindo registros de câmeras de segurança e imagens da cena dentro do quarto do hotel, descrita como ensanguentada. Os vídeos mostram o momento em que a criança, retirada de um carrinho e enrolada em dois cobertores, é lançada da sacada.
Outro ângulo exibido no tribunal registrou a queda da menina. Logo após o crime, Yonko foi vista deixando o local rapidamente. Segundo o Ministério Público, ela ainda tentou ocultar evidências e solicitou um carro por aplicativo para deixar a região — tudo em menos de quatro minutos após a morte da filha.
A defesa admitiu que a mulher havia jogado a criança da sacada, mas argumentou que ela não estava em pleno estado mental no momento do crime, tentando sustentar a tese de insanidade legal. A promotoria rejeitou a alegação e apresentou mensagens de texto e depoimentos de testemunhas para demonstrar que a acusada tinha consciência de suas ações.
O júri levou menos de uma hora para chegar ao veredicto de homicídio qualificado, crime que, no estado do Texas, prevê prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
Segundo um mandado de prisão citado pela plataforma Law & Crime, um policial encontrou Yonko cerca de 800 metros do hotel, chorando. Após ser levada a uma delegacia para interrogatório, ela afirmou temer que a filha estivesse “doente”.
As investigações indicaram ainda que Yonko estava inicialmente hospedada em um condomínio junto com a irmã, o noivo dela e a criança. Após um desentendimento com o homem, as duas irmãs se mudaram para o hotel onde o crime ocorreu.
Dias depois da morte da menina, moradores de Galveston realizaram uma vigília em homenagem à criança.
O serviço de trens de passageiros entre a China e a Coreia do Norte será retomado na quinta-feira, seis anos após a suspensão em 2020 devido à pandemia de Covid-19, informaram operadores de viagens à AFP.
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O serviço estará disponível para chineses que trabalham ou estudam na Coreia do Norte, assim como para norte-coreanos que trabalham, estudam ou visitam parentes no exterior, segundo agentes dos serviços oficiais de venda de passagens em Pequim e na cidade chinesa fronteiriça de Dandong.
Inicialmente, o serviço não estará disponível para turistas.
— É ótimo ver a retomada do serviço internacional de trens — declarou à AFP nesta terça-feira Rowan Beard, gerente de viagens da Young Pioneer Tours.
Ele confirmou que sua empresa, uma de várias agências especializadas em viagens à Coreia do Norte, também poderá vender passagens a partir de quinta-feira.
— Embora inicialmente não tenha sido pensado para turistas, será uma opção adicional de viagem quando o turismo para a Coreia do Norte for retomado, será uma alternativa aos aviões — disse.
As viagens de trem entre os dois países foram suspensas quando Pequim e Pyongyang adotaram medidas rígidas contra a propagação da Covid-19.
Morreu aos 99 anos Alexander Butterfield, ex-assessor do presidente Richard Nixon que desempenhou um papel decisivo no desfecho do escândalo Watergate ao revelar, durante depoimento ao Senado em 1973, a existência de um sistema secreto de gravações na Casa Branca — descoberta que acabaria contribuindo para a renúncia do presidente no ano seguinte.
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A morte foi confirmada à agência Associated Press por sua esposa, Kim, e pelo ex-conselheiro da Casa Branca John Dean, que também teve papel central nas investigações do caso, nesta segunda-feira. Butterfield ficou conhecido por um depoimento histórico prestado ao Senado em julho de 1973, quando confirmou a existência de um sistema de gravação instalado no gabinete presidencial. A revelação abriu uma nova frente na investigação do Watergate e levou à exigência de entrega das gravações da Casa Branca.
Butterfield havia supervisionado a instalação do sistema de gravações em 1971, em coordenação com o Serviço Secreto dos Estados Unidos. Microfones foram colocados no Salão Oval e em outros ambientes usados por Nixon para reuniões.
O próprio presidente autorizou o sistema para registrar conversas e poder contestar eventuais vazamentos ou divergências sobre o conteúdo de reuniões, evitando depender apenas de anotações de assessores. Durante meses, Butterfield foi uma das poucas pessoas em Washington que sabiam da existência dessas gravações.
A situação mudou quando o Senado passou a suspeitar da existência dos áudios após o depoimento de John Dean. Questionado diretamente por investigadores em julho de 1973, Butterfield confirmou o sistema.
— Senti que não tinha escolha a não ser responder de forma direta — disse ele anos depois em entrevista ao Washington Post.
Disputa pelas gravações levou à renúncia de Nixon
A revelação desencadeou uma intensa disputa judicial pelas gravações presidenciais. O procurador especial Archibald Cox e o Senado emitiram intimações exigindo acesso ao material, afirmou a CNN Portugal.
A resistência de Nixon em entregar as fitas provocou uma crise política que ficou conhecida como Massacre de Sábado à Noite, quando dois altos funcionários do Departamento de Justiça renunciaram após se recusarem a demitir o procurador responsável pela investigação.
Quando as gravações foram finalmente divulgadas, uma delas — conhecida como “smoking gun” — mostrou que Nixon participou do encobrimento do arrombamento na sede do Partido Democrata. Diante das evidências, o presidente acabou renunciando ao cargo em agosto de 1974, tornando-se o único líder americano a deixar a presidência dessa forma.
Carreira militar e atuação no governo
Butterfield ingressou na Força Aérea dos Estados Unidos em 1948 e chegou ao posto de coronel, tendo servido também na Guerra do Vietnã e recebido a Distinguished Flying Cross, uma das mais altas condecorações militares do país.
Ele chegou à Casa Branca com o apoio de H. R. Haldeman, chefe de gabinete de Nixon e amigo de longa data. Inicialmente, atuou como assistente-adjunto do presidente e acabou se tornando um dos assessores mais próximos do líder americano.
Em 1972, Nixon o nomeou administrador da Federal Aviation Administration (FAA). No entanto, após o escândalo Watergate e a renúncia presidencial, sua carreira no governo foi afetada. Butterfield deixou o cargo em 1975 durante o governo de Gerald Ford.
Depois de sair da administração pública, Butterfield passou a trabalhar no setor privado na área de transporte aéreo e se estabeleceu em La Jolla, na Califórnia.
Ele foi personagem central do livro The Last of the President’s Men, publicado em 2016 pelo jornalista Bob Woodward, um dos repórteres que revelaram o caso Watergate.
No último fim de semana, moradores de Koblenz, na Alemanha, talvez tenham se feito uma pergunta incomum: minha casa é segura contra danos causados por meteoritos?
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Por volta das 18h55 de domingo, uma bola de fogo extremamente brilhante atravessou o céu ao entardecer no noroeste da Europa. Milhares de pessoas na Bélgica, França, Luxemburgo, Países Baixos e Alemanha conseguiram observar o objeto incandescente se movendo rapidamente em direção ao nordeste.
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O fenômeno foi registrado em vários locais pela rede AllSky7, um sistema de câmeras de observação do céu criado em 2018, operado por cidadãos e voltado para detectar meteoros em queda. Isso permitiu que astrônomos calculassem rapidamente a trajetória do objeto e estimassem onde seus fragmentos poderiam ter caído.
A tarefa ficou ainda mais fácil quando veículos de imprensa informaram que vários prédios no estado alemão da Renânia-Palatinado haviam sido danificados por destroços misteriosos vindos do céu. O telhado de uma casa em Koblenz foi perfurado por pelo menos um meteorito maior, que caiu em um quarto — felizmente vazio.
Nenhuma morte ou ferimento foi registrado. Tirando alguns reparos inesperados na casa, o evento foi “realmente fantástico”, disse Juan Luis Cano, engenheiro aeroespacial da European Space Agency.
Normalmente, encontrar meteoritos — que contêm pistas sobre o passado caótico do sistema solar — leva dias ou semanas, com pesquisadores vasculhando lentamente grandes áreas de campos, florestas ou desertos.
— Como alguns deles caíram no telhado de uma casa, foram muito mais fáceis de localizar — disse Cano.
Fragmentação no céu
A bola de fogo foi detectada pela primeira vez a cerca de 85 quilômetros de altitude. Enquanto atravessava o céu, foram vistos vários flashes rápidos, semelhantes a estroboscópios. Cada flash correspondeu a uma fragmentação do meteoroide.
— Em cada uma dessas explosões há facilmente de 10 a 100 meteoritos — explicou Mike Hankey, astrônomo amador da American Meteor Society e criador da rede AllSky7.
O fenômeno durou cerca de seis segundos.
Como ocorreu em meio a um período de tensões e conflitos no Oriente Médio, algumas pessoas nas redes sociais chegaram a especular que o objeto poderia ser um míssil iraniano. Especialistas rapidamente descartaram a hipótese, já que foguetes iranianos não têm alcance para atingir a Alemanha.
Um visitante relativamente comum
Astrônomos ainda analisam os dados, mas, com base no brilho e na duração da bola de fogo, estimam que o objeto tivesse entre 1 e 3 metros de comprimento.
Rochas espaciais desse tamanho atingem a Terra a cada poucas semanas, segundo Cano.
A maioria delas cai nos oceanos ou em regiões pouco povoadas do planeta. Mas às vezes produzem espetáculos visíveis para milhões de pessoas — como um fragmento de cometa que explodiu sobre Espanha e Portugal em maio de 2024.
Curiosamente, outra bola de fogo também foi observada no domingo nos céus do nordeste dos Estados Unidos e do Canadá.
Meteoritos que atingem casas
Meteoritos normalmente são difíceis de encontrar, mas cálculos de trajetória feitos com redes de câmeras como a AllSky7 ajudam muito. Foi assim também em janeiro de 2024, quando um asteroide raro espalhou meteoritos perto de Berlim.
Asteroides entram na atmosfera com velocidades de cerca de 61 mil km/h. Quando fragmentos menores se desprendem, desaceleram rapidamente e acabam atingindo o solo a cerca de 720 km/h — ainda rápido o suficiente para causar danos.
Casos semelhantes já ocorreram.
Em 2019, um meteorito atravessou o telhado de metal de uma casinha de cachorro (o pastor alemão Roky saiu ileso). Em 2021, outro deixou uma cratera em uma garagem na Inglaterra. Em junho do ano passado, uma rocha espacial do tamanho de um tomate-cereja atravessou o telhado de uma casa em Atlanta.
A casa perfurada em Koblenz é o exemplo mais recente desses “vândalos rochosos vindos do espaço”.
Embora alguns fragmentos já tenham sido encontrados, a busca continua: caçadores de meteoritos do mundo inteiro estão correndo para a região.
Segundo Hankey, muitos já comentam nas redes sociais mostrando passagens compradas para a Alemanha, na esperança de encontrar um desses raros pedaços do espaço.
Uma startup pretende iluminar a noite com 50 mil grandes espelhos em órbita da Terra, refletindo luz solar para o lado noturno do planeta. A ideia é alimentar fazendas solares após o pôr do sol, fornecer iluminação para equipes de resgate e iluminar ruas de cidades, entre outros usos. Cientistas, no entanto, têm muitas dúvidas sobre o projeto.
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A proposta parece saída de um filme de ficção científica, mas a empresa Reflect Orbital, de Hawthorne, na Califórnia, pode em breve receber autorização para lançar seu primeiro satélite protótipo, equipado com um espelho de cerca de 18 metros de largura. A companhia solicitou licença à Federal Communications Commission (FCC), responsável por autorizar a operação de satélites.
Se a FCC aprovar o pedido, o satélite de teste poderá entrar em órbita já neste verão. O período de consulta pública sobre a solicitação termina na segunda-feira.
“Estamos tentando construir algo que possa substituir combustíveis fósseis e realmente abastecer tudo”, afirmou o CEO da empresa, Ben Nowack. A startup já arrecadou mais de US$ 28 milhões de investidores.
Uma ideia antiga e controversa
Essa não é a primeira vez que alguém propõe algo parecido.
Em 1977, o engenheiro de foguetes Krafft A. Ehricke sugeriu o uso de espelhos espaciais para evitar geadas em plantações e iluminar áreas atingidas por desastres. Em 1993, um satélite russo com um espelho de cerca de 24 metros refletiu brevemente um feixe de luz solar sobre a Terra em um experimento para prolongar o dia na Sibéria ártica.
Céu com estrelas
Emily Elconin/The New York Times
Mesmo assim, a proposta continua sendo controversa.
“Não temos ainda um processo regulatório específico para esse tipo de atividade espacial inédita”, afirmou Roohi Dalal, astrônoma e diretora de políticas públicas da American Astronomical Society.
Preocupações ambientais e científicas
Críticos alertam que os espelhos poderiam distrair pilotos de avião, prejudicar observações astronômicas e interferir nos ritmos circadianos — os ciclos naturais de luz e escuridão que regulam o sono e o comportamento de seres vivos.
Segundo Martha Hotz Vitaterna, pesquisadora de neurobiologia da Northwestern University, a iluminação artificial extra poderia confundir animais.
Insetos em hibernação e aves migratórias poderiam se desorientar. Plantas também poderiam florescer em momentos inadequados, quando polinizadores não estão ativos.
“As implicações para a vida selvagem — para toda a vida — são enormes”, disse a cientista.
Apesar dessas preocupações, a FCC normalmente não analisa impactos ambientais de atividades no espaço. O foco da agência é verificar se as comunicações por rádio não causarão interferências e se os satélites serão descartados com segurança ao fim de sua vida útil.
Como funcionaria o sistema?
O primeiro protótipo da Reflect Orbital, aproximadamente do tamanho de uma pequena geladeira, está quase pronto.
Em órbita a cerca de 640 quilômetros de altitude, o satélite abriria um espelho quadrado de quase 18 metros de largura, refletindo luz solar para uma área circular de aproximadamente 5 quilômetros de diâmetro na superfície terrestre.
Para quem observasse do chão, o satélite apareceria como um ponto no céu com brilho semelhante ao da Lua cheia.
A empresa planeja lançar mais protótipos em seguida. Até o fim de 2028, pretende ter 1.000 satélites em órbita e, até 2030, cerca de 5.000. Os maiores espelhos poderiam chegar a 55 metros de largura, refletindo luz equivalente a 100 luas cheias.
O objetivo final é implantar uma constelação completa de 50 mil satélites até 2035.
Quanto custaria ‘comprar’ luz solar à noite?
Segundo Nowack, a empresa cobraria cerca de US$ 5 mil por hora pelo uso da luz refletida de um único espelho, para clientes com contratos anuais de pelo menos mil horas.
Eventos pontuais ou emergências — que exigiriam vários satélites — seriam mais caros. Para fazendas solares, a empresa planeja dividir a receita da eletricidade gerada com as horas extras de iluminação.
Astrônomos também questionam se a ideia funcionaria na prática.
A crescente quantidade de satélites já prejudica observações do céu. A constelação de quase 10 mil satélites SpaceX Starlink, por exemplo, frequentemente aparece como rastros brilhantes em imagens de telescópios.
O astrônomo Michael Brown, da Monash University, calculou que a luz refletida por um único satélite seria distribuída por cerca de 46 km², o que significa que a quantidade de luz recebida por um painel solar seria 140 mil vezes menor que a do sol ao meio-dia.
Mesmo com os maiores espelhos, seriam necessários mais de 3.000 satélites para produzir apenas 20% da luminosidade do sol do meio-dia em um único local, afirmou.
Segundo ele, mesmo com 87 mil satélites, seria possível fornecer no máximo 20% da luz solar do meio-dia para apenas 27 locais ao mesmo tempo.
“Quando você começa a fazer as contas, percebe que existem muitos problemas sérios”, disse Brown.
Outro astrônomo, Gaspar Bakos, da Princeton University, também questiona a afirmação da empresa de que a luz refletida seria visível apenas na área alvo. Partículas na atmosfera espalham a luz, o que poderia iluminar o céu noturno a quilômetros de distância.
Nowack afirma que simulações feitas pela empresa indicam que o efeito seria menor do que os críticos sugerem.
“O satélite de teste vai mostrar exatamente o que acontece com medições reais”, disse. “Isso vai ajudar muito. Não dá para falsificar esse tipo de resultado.”
Uma menina de 12 anos morreu após se envolver em uma briga com outra estudante momentos depois de descer de um ônibus escolar em Villa Rica, nos arredores de Atlanta, no estado da Geórgia (EUA), na quinta-feira (5). A jovem, identificada como Jada West, sofreu uma lesão cerebral e morreu horas após o confronto, segundo informações divulgadas pela emissora Fox 5.
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Imagens que circulam nas redes sociais mostram as duas adolescentes discutindo de forma acalorada após deixarem o ônibus escolar por volta das 17h. No vídeo, testemunhas comentam a situação enquanto as estudantes trocam provocações. Em determinado momento, a discussão evolui para agressões físicas.
De acordo com a polícia local, ambas eram alunas da Mason Creek Middle School. Durante a briga, as duas trocaram socos até caírem no chão. West teria caído de costas, e um forte impacto é ouvido nas imagens. Mesmo após a queda, ela conseguiu se levantar e deixar o local andando.
Investigação em andamento
Horas depois, enquanto voltava para casa, a menina sofreu uma parada cardíaca e foi levada às pressas ao hospital. Autoridades informaram que o Departamento de Polícia de Villa Rica abriu investigação e trabalha em conjunto com o Ministério Público do Condado de Douglas.
Segundo familiares, as duas adolescentes não se conheciam anteriormente. A tia da vítima, De’Quala McClendon, afirmou em uma publicação nas redes sociais que a discussão teria começado ainda na escola e continuado dentro do ônibus escolar antes de culminar na briga na rua. Ela também disse que um adulto presenciou o confronto.
O Sistema Escolar do Condado de Douglas lamentou a morte da estudante em comunicado. A instituição destacou que o incidente não ocorreu dentro das instalações escolares nem durante o horário de aula, e que o caso está sob responsabilidade das autoridades policiais.
O distrito informou ainda que uma equipe de psicólogos e conselheiros estará disponível na Mason Creek Middle School para prestar apoio a alunos e funcionários diante do impacto da perda. Nas redes sociais, amigos e familiares de Jada West publicaram mensagens de despedida e pedidos por justiça.
Mais de 160 anos após afundar no Atlântico, o lendário USS Monitor voltou a ganhar destaque com a divulgação nesta segunda-feira de novas imagens tridimensionais de alta resolução que revelam, em detalhes inéditos, o estado atual do naufrágio. O navio foi um dos mais importantes da Guerra Civil Americana e revolucionou a engenharia naval no século XIX.
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De acordo com o periódico americano CBS News, as imagens foram produzidas com tecnologia de sonar avançado e veículos subaquáticos autônomos durante uma missão coordenada pela NOAA, em parceria com a empresa de defesa Northrop Grumman. O material integra uma linha do tempo digital interativa que mostra a evolução do navio desde sua construção até a situação atual dos destroços no fundo do oceano.
O Monitor repousa a cerca de 73 metros de profundidade, próximo à região de Outer Banks, na costa da Carolina do Norte. Lançado ao mar em janeiro de 1862, em Greenpoint, em Nova York, o Monitor foi o primeiro protótipo de navio de guerra blindado da Marinha dos Estados Unidos.
Seu principal objetivo era enfrentar o CSS Virginia, embarcação da Confederação. O confronto entre os dois navios ocorreu em março de 1862, durante a histórica Batalha de Hampton Roads, considerada a primeira grande batalha entre navios blindados da história.
Novas imagens em 3D revelam estado de naufrágio icônico da Guerra Civil Americana após 160 anos no fundo do mar
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Esse duelo marcou um ponto de virada na guerra naval e influenciou profundamente o desenvolvimento de embarcações militares nas décadas seguintes.
Hoje, os destroços do Monitor formam um recife artificial repleto de vida marinha, com peixes e outras espécies ocupando a estrutura metálica do antigo navio. Segundo Tane Casserley, arqueólogo marítimo do Monitor National Marine Sanctuary, as novas digitalizações mostram que a embarcação permanece surpreendentemente bem preservada.
Novas imagens em 3D revelam estado de naufrágio icônico da Guerra Civil Americana após 160 anos no fundo do mar
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— É um local difícil de visitar. É muito profundo e há um limite para o que podemos fazer como mergulhadores. Mas agora temos essas imagens detalhadas — afirmou o especialista à emissora WAVY-TV.
As varreduras revelam detalhes estruturais do casco e da torre do navio, ajudando pesquisadores a entender melhor a engenharia da embarcação. O Monitor afundou na véspera de Ano Novo de 1862, durante uma forte tempestade nas proximidades do Cabo Hatteras. Dos tripulantes a bordo, 47 foram resgatados, mas 16 marinheiros morreram.
O local do naufrágio permaneceu perdido por mais de um século, até ser redescoberto por pesquisadores em 1973.
Posteriormente, a NOAA designou a área como o primeiro santuário marinho nacional dos Estados Unidos, iniciativa que abriu caminho para a proteção de importantes patrimônios marítimos do país.
Uma festa realizada em uma casa de eventos no bairro de Pudahuel, em Santiago, terminou em violência na madrugada deste domingo (8), quando homens armados abriram fogo dentro do local e deixaram três pessoas mortas. O ataque ocorreu por volta das 3h no antigo espaço Espacio Broadway.
Segundo autoridades chilenas, os autores seriam dois ou três indivíduos que efetuaram mais de 70 disparos durante o evento, que reunia cerca de duas mil pessoas. As vítimas fatais são dois cidadãos chilenos e um equatoriano em situação migratória irregular, todos com idades entre 20 e 21 anos. Uma quarta pessoa, uma mulher que sofreu ferimentos na cabeça, foi socorrida e está fora de perigo.
De acordo com o procurador da equipe de crimes organizados e homicídios (ECOH), Cristián Soto Rivera, o primeiro alerta foi recebido por volta das 3h30. Ele afirmou que os tiros foram disparados no interior da casa de eventos, provocando pânico entre os frequentadores. O cidadão equatoriano morreu ainda no local, enquanto um dos chilenos também faleceu na casa de festas e o outro morreu após ser levado a um hospital.
Falhas de segurança são investigadas
A investigação também apontou possíveis falhas na segurança do evento. Segundo o prefeito da Unidade de Crimes contra a Pessoa da Polícia de Investigações (PDI), Jorge Abatte, apesar da grande quantidade de evidências balísticas recolhidas, o espaço não possuía câmeras de vigilância. Além disso, não houve uma verificação completa de armas entre os participantes, medida que deveria ter sido adotada pela empresa responsável pela organização da festa.
Testemunhas relataram que os suspeitos fugiram logo após os disparos. Um funcionário do local afirmou à emissora chilena CHV Noticias que duas pessoas deixaram o espaço em uma van branca. Segundo ele, os responsáveis já seriam conhecidos na região por causarem problemas em ocasiões anteriores.
O delegado presidencial da Região Metropolitana, Gonzalo Durán, informou que o funeral de uma das vítimas — o cidadão equatoriano, que teria sido atingido por maior número de disparos — foi classificado como de alto risco pelas autoridades.
O caso está sendo investigado pela Polícia de Investigações do Chile (PDI). O Ministério Público determinou que o Laboratório de Criminalística realize a coleta de provas e a análise balística, além de ouvir testemunhas, na tentativa de identificar e localizar os responsáveis pelo ataque.

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