Uma festa realizada em uma casa de eventos no bairro de Pudahuel, em Santiago, terminou em violência na madrugada deste domingo (8), quando homens armados abriram fogo dentro do local e deixaram três pessoas mortas. O ataque ocorreu por volta das 3h no antigo espaço Espacio Broadway.
Segundo autoridades chilenas, os autores seriam dois ou três indivíduos que efetuaram mais de 70 disparos durante o evento, que reunia cerca de duas mil pessoas. As vítimas fatais são dois cidadãos chilenos e um equatoriano em situação migratória irregular, todos com idades entre 20 e 21 anos. Uma quarta pessoa, uma mulher que sofreu ferimentos na cabeça, foi socorrida e está fora de perigo.
De acordo com o procurador da equipe de crimes organizados e homicídios (ECOH), Cristián Soto Rivera, o primeiro alerta foi recebido por volta das 3h30. Ele afirmou que os tiros foram disparados no interior da casa de eventos, provocando pânico entre os frequentadores. O cidadão equatoriano morreu ainda no local, enquanto um dos chilenos também faleceu na casa de festas e o outro morreu após ser levado a um hospital.
Falhas de segurança são investigadas
A investigação também apontou possíveis falhas na segurança do evento. Segundo o prefeito da Unidade de Crimes contra a Pessoa da Polícia de Investigações (PDI), Jorge Abatte, apesar da grande quantidade de evidências balísticas recolhidas, o espaço não possuía câmeras de vigilância. Além disso, não houve uma verificação completa de armas entre os participantes, medida que deveria ter sido adotada pela empresa responsável pela organização da festa.
Testemunhas relataram que os suspeitos fugiram logo após os disparos. Um funcionário do local afirmou à emissora chilena CHV Noticias que duas pessoas deixaram o espaço em uma van branca. Segundo ele, os responsáveis já seriam conhecidos na região por causarem problemas em ocasiões anteriores.
O delegado presidencial da Região Metropolitana, Gonzalo Durán, informou que o funeral de uma das vítimas — o cidadão equatoriano, que teria sido atingido por maior número de disparos — foi classificado como de alto risco pelas autoridades.
O caso está sendo investigado pela Polícia de Investigações do Chile (PDI). O Ministério Público determinou que o Laboratório de Criminalística realize a coleta de provas e a análise balística, além de ouvir testemunhas, na tentativa de identificar e localizar os responsáveis pelo ataque.
Segundo autoridades chilenas, os autores seriam dois ou três indivíduos que efetuaram mais de 70 disparos durante o evento, que reunia cerca de duas mil pessoas. As vítimas fatais são dois cidadãos chilenos e um equatoriano em situação migratória irregular, todos com idades entre 20 e 21 anos. Uma quarta pessoa, uma mulher que sofreu ferimentos na cabeça, foi socorrida e está fora de perigo.
De acordo com o procurador da equipe de crimes organizados e homicídios (ECOH), Cristián Soto Rivera, o primeiro alerta foi recebido por volta das 3h30. Ele afirmou que os tiros foram disparados no interior da casa de eventos, provocando pânico entre os frequentadores. O cidadão equatoriano morreu ainda no local, enquanto um dos chilenos também faleceu na casa de festas e o outro morreu após ser levado a um hospital.
Falhas de segurança são investigadas
A investigação também apontou possíveis falhas na segurança do evento. Segundo o prefeito da Unidade de Crimes contra a Pessoa da Polícia de Investigações (PDI), Jorge Abatte, apesar da grande quantidade de evidências balísticas recolhidas, o espaço não possuía câmeras de vigilância. Além disso, não houve uma verificação completa de armas entre os participantes, medida que deveria ter sido adotada pela empresa responsável pela organização da festa.
Testemunhas relataram que os suspeitos fugiram logo após os disparos. Um funcionário do local afirmou à emissora chilena CHV Noticias que duas pessoas deixaram o espaço em uma van branca. Segundo ele, os responsáveis já seriam conhecidos na região por causarem problemas em ocasiões anteriores.
O delegado presidencial da Região Metropolitana, Gonzalo Durán, informou que o funeral de uma das vítimas — o cidadão equatoriano, que teria sido atingido por maior número de disparos — foi classificado como de alto risco pelas autoridades.
O caso está sendo investigado pela Polícia de Investigações do Chile (PDI). O Ministério Público determinou que o Laboratório de Criminalística realize a coleta de provas e a análise balística, além de ouvir testemunhas, na tentativa de identificar e localizar os responsáveis pelo ataque.










