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Nem todo encontro inesperado na praia envolve conchas ou estrelas-do-mar. Em Cabo San Lucas, no México, turistas se depararam com dois raros exemplares do chamado “peixe do fim do mundo” encalhados na areia no fim de fevereiro, e a cena rapidamente virou assunto nas redes sociais.
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Os animais pertencem à espécie Regalecus glesne, conhecida popularmente como peixe-remo. O peixe vive normalmente em grandes profundidades do oceano e raramente aparece próximo à superfície, o que torna avistamentos como esse incomuns.
O momento foi registrado em vídeo e publicado pela influenciadora Monica Pittenger, que reúne cerca de 15 mil seguidores. A gravação já ultrapassou 8 milhões de visualizações e também foi republicada por páginas como We Love Animals e AccuWeather.
Veja:
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Nas imagens, um dos peixes aparece na areia, próximo à linha d’água, enquanto pessoas tentam ajudá-lo a voltar para o mar. Segundo Pittenger, sua irmã participou diretamente do resgate.
“POV: Você veio ao Cabo para a praia… e acabou resgatando uma lenda do mar. A minha irmã, Katie, ajudou um remo, um gigante do mar profundo que a maioria das pessoas nunca vê, a voltar para casa”, escreveu ela na publicação.
A influenciadora contou que, no início, ficou nervosa porque não sabia exatamente que animal era aquele ou se ele poderia oferecer algum risco. Ainda assim, segundo ela, sua irmã não hesitou em ajudar. “Ela ajudou a salvar dois deles”, relatou.
Nos comentários da postagem, o episódio despertou curiosidade e surpresa entre os usuários.
“Que loucura você viu dois ao mesmo tempo!! Pergunto-me o que os trouxe à tona. É interessante ver se acontece alguma coisa”, escreveu um internauta.
Outro comentou: “Adoro isto! Também é hora de fatos engraçados: Oarfish é conhecido como o Peixe do Juízo Final porque eles geralmente aparecem encalhados antes e os terremotos atingem. Bem, Cabo fica na linha da Falha de San Andreas e tem uma média de 3-4 menos de 2 terramotos por dia.”
Também houve reações de espanto e curiosidade, como: “Uau! Isso é enorme, nunca vi um antes e tive que pesquisar no Google”, e “Oh meu Deus!!! Isso é incrível”. Alguns usuários levantaram hipóteses sobre a condição dos animais: “Li que eles vêm à tona se estiverem doentes ou feridos. Isso é tão triste que estavam dois encalhados e possíveis doentes”.
De acordo com o relato, dois peixes-remo foram vistos no local, e os turistas tentaram conduzi-los de volta para o oceano.
Montagem com o momento do resgate que circula nas redes sociais
Reprodução/Instagram/@monicaandco_
Aparição rara e cercada de lendas
O peixe-remo pode atingir vários metros de comprimento e vive em águas profundas, geralmente entre 200 e 1.000 metros. Por causa desse habitat, encontros com a espécie perto da costa são raros.
Em diferentes culturas, o animal ganhou o apelido de “peixe do fim do mundo” ou “peixe do juízo final”. O nome está ligado a antigas lendas que associam seu aparecimento na superfície a grandes eventos naturais.
Conhecido no folclore japonês como “Ryugu no tsukai”, ou “mensageiro do deus do mar”, o peixe teria a capacidade de prever terremotos e tsunamis — uma crença popular que não possui comprovação científica.
Especialistas explicam que a presença desses animais perto da superfície costuma ocorrer por fatores mais comuns, como mudanças nas correntes oceânicas, alterações na temperatura da água ou problemas de saúde do próprio peixe, que podem levá-lo a nadar fora de seu habitat natural.
O peixe-remo (Regalecus glesne) é um peixe ósseo de águas profundas que pode ultrapassar 8 metros de comprimento. Tem corpo extremamente longo e fino, de coloração prateada, semelhante a uma fita, e uma crista vermelha característica na cabeça. Considerado o peixe ósseo mais longo do mundo, ele vive no oceano profundo e raramente é visto por humanos, o que ajuda a alimentar o mistério em torno de suas aparições.
A família de uma menina gravemente ferida em um tiroteio em massa no Canadá entrou com uma ação judicial contra a OpenAI, criadora do ChatGPT, alegando que a empresa tinha conhecimento de que o suspeito planejava um ataque, mas não avisou as autoridades.
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A vítima, Maya Gebala, de 12 anos, foi atingida na cabeça e no pescoço durante o ataque ocorrido em Tumbler Ridge, no oeste do Canadá, em 10 de fevereiro. Ela permanece hospitalizada. Segundo o processo, o autor do ataque, Jesse Van Rootselaar, de 18 anos, utilizava o ChatGPT como um “confidente de confiança” para discutir cenários de violência armada meses antes do atentado.
De acordo com a ação judicial movida pela mãe da menina, Cia Edmonds, a primeira conta do suspeito no ChatGPT foi banida pela OpenAI em junho de 2025 após conversas consideradas preocupantes.
De acordo com a rede britânica BBC, o processo afirma que funcionários da empresa identificaram mensagens que indicariam “risco iminente de danos graves a terceiros” e teriam recomendado notificar as autoridades canadenses.
No entanto, segundo os autores da ação, a empresa decidiu apenas suspender a conta do usuário e não alertou a polícia. Posteriormente, o suspeito teria conseguido criar uma segunda conta na plataforma e continuado a discutir planos envolvendo ataques armados.
O ataque em Tumbler Ridge deixou oito mortos, incluindo cinco crianças pequenas e a mãe do suspeito, tornando-se um dos tiroteios mais mortais da história recente do Canadá.
Durante o ataque, Maya Gebala foi baleada três vezes após tentar trancar a porta de uma biblioteca escolar para impedir a entrada do atirador. Segundo o processo, ela sofreu lesões cerebrais graves.
Os advogados da família afirmam que a OpenAI tinha “conhecimento específico do planejamento de longo prazo para um ataque com múltiplas vítimas”, mas não tomou medidas adicionais para impedir a tragédia.
Em nota à imprensa, a OpenAI classificou o episódio como uma “tragédia indescritível” e afirmou que continua trabalhando com autoridades para evitar casos semelhantes no futuro.
O CEO da empresa, Sam Altman, reuniu-se virtualmente com autoridades canadenses, incluindo o ministro de inteligência artificial Evan Solomon e o primeiro-ministro da província da Colúmbia Britânica, David Eby.
Imagens de câmeras de segurança mostram o momento de um ataque que deixou uma pessoa gravemente ferida em Israel. Um míssil caiu ao lado de um homem que caminhava por uma rua da cidade de Or Yehuda, no centro do país.
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Israel tem sido alvo de drones e mísseis iranianos desde os ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, que desencadearam a escalada da guerra no Oriente Médio.
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Fim do conflito ‘em breve’?
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou na terça-feira, 10, que seu país continuará lutando enquanto for necessário, lançando dúvidas sobre a insistência do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o conflito terminaria “em breve”.
As declarações de um dos principais líderes iranianos, que também descartou negociações com Washington, ocorreram enquanto Teerã lançava uma nova onda de ataques contra nações do Golfo aliadas dos EUA, horas depois das garantias de Trump sobre um fim rápido para o conflito que se intensifica rapidamente.
Os comentários de Trump ajudaram a reverter as quedas do mercado de ações e os aumentos nos preços do petróleo do dia anterior, com os mercados de Tóquio e Seul abrindo em alta e os preços do petróleo caindo até 5%, um dia depois de o preço do petróleo bruto ter ultrapassado os US$ 100 por barril.
“Isso vai acabar em breve, e se recomeçar, eles serão atingidos ainda mais duramente”, disse Trump em uma coletiva de imprensa na Flórida na segunda-feira, depois de dizer a parlamentares que a campanha seria uma “excursão de curto prazo”.
“Já vencemos de muitas maneiras, mas não o suficiente”, disse Trump.
Ele ameaçou um ataque de proporções “incalculáveis” caso Teerã bloqueie o fornecimento de petróleo. “Vamos atacá-los com tanta força que será impossível para eles, ou para qualquer outro país que os ajude, recuperar aquela região do mundo, caso façam alguma coisa.”
No entanto, em entrevista à PBS News, Araghchi afirmou: “Os disparos continuam e estamos preparados. Estamos bem preparados para continuar atacando-os com nossos mísseis pelo tempo que for necessário
A Guarda Revolucionária do Irã também respondeu a Trump que seria ela quem “determinaria o fim da guerra”. Ao mesmo tempo, Araghchi descartou qualquer negociação com Washington, dizendo que Teerã teve “uma experiência muito amarga conversando com os americanos”.
Relembrando outros ataques dos EUA durante negociações anteriores, ele disse: “Não acho que conversar com os americanos esteja mais em nossa agenda.”
A sonda Van Allen A, da Nasa, deve reentrar na atmosfera terrestre nesta terça-feira (10), quase 14 anos após seu lançamento. A previsão foi divulgada pela própria agência espacial americana e pela Força Espacial dos Estados Unidos, que estimam que a reentrada ocorra por volta das 19h45 (horário da costa leste dos EUA) do dia 10 de março de 2026, com margem de erro de até 24 horas.
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Com cerca de 600 quilos, a espaçonave deve se desintegrar em grande parte ao atravessar as camadas atmosféricas. Ainda assim, a Nasa afirma que alguns componentes podem sobreviver ao processo. O risco de que destroços atinjam alguém na Terra é considerado baixo, estimado em aproximadamente 1 em 4.200. A agência informou que continuará monitorando a trajetória junto à Força Espacial americana e atualizando as previsões.
Missão científica nos cinturões de radiação
A Van Allen A foi lançada em 30 de agosto de 2012 ao lado de sua sonda gêmea, a Van Allen B, como parte da missão Van Allen Probes, dedicada ao estudo dos cinturões de radiação que cercam a Terra. Esses anéis de partículas carregadas, aprisionadas pelo campo magnético do planeta, ajudam a proteger a superfície terrestre da radiação cósmica, das tempestades solares e do vento solar.
Projetadas inicialmente para operar por dois anos, as duas sondas permaneceram em atividade por quase sete, coletando dados inéditos sobre a dinâmica dessas regiões espaciais. A missão foi encerrada em 2019, após as espaçonaves ficarem sem combustível suficiente para manter a orientação em direção ao Sol.
De acordo com a Nasa, os dados obtidos continuam sendo fundamentais para a compreensão do chamado clima espacial — fenômenos relacionados à atividade do Sol que podem afetar satélites, missões tripuladas e até infraestruturas na Terra, como sistemas de comunicação, navegação e redes elétricas.
Reentrada antecipada
Quando a missão terminou, análises indicavam que a Van Allen A só retornaria à atmosfera por volta de 2034. No entanto, segundo a NASA, o atual ciclo solar se mostrou mais intenso do que o previsto.
Em 2024, cientistas confirmaram que o Sol havia atingido o chamado máximo solar, período de maior atividade da estrela. Esses eventos ampliaram o arrasto atmosférico sobre a órbita da espaçonave, acelerando sua queda e antecipando a reentrada.
Durante sua operação, a missão — gerenciada pelo Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins — realizou descobertas importantes, incluindo os primeiros registros de um terceiro cinturão de radiação temporário, que pode surgir em períodos de forte atividade solar.
A sonda gêmea, Van Allen B, permanece em órbita e, segundo estimativas da NASA, não deve reentrar na atmosfera antes de 2030.
Uma idosa precisou ser hospitalizada após se assustar com um robô humanoide nas ruas de Macau, informou nesta terça-feira o Corpo da Polícia de Segurança Pública de Macau (PSP). O incidente ocorreu no bairro de Patane e acabou ganhando repercussão nas redes sociais após um vídeo da discussão circular online.
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Segundo a SiC Notícias, o robô pertencia a um centro de explicações e estava sendo operado por um funcionário como parte de um teste para futuras ações promocionais.
De acordo com as autoridades, o episódio aconteceu na noite de 5 de março, por volta das 21h locais, na Rua do Campo Sul. A polícia foi acionada após receber uma denúncia de que uma mulher precisava de ajuda em frente a um prédio da região.
Veja o momento:
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Quando chegaram ao local, os agentes constataram que a septuagenária estava utilizando o celular quando percebeu a presença do robô atrás dela e se assustou.
— A mulher não teve contato físico com o robô e não sofreu ferimentos, mas afirmou sentir-se mal e precisou ser hospitalizada — informou a polícia.
A idosa recebeu alta posteriormente e nenhuma outra medida foi tomada em relação ao caso. Segundo o relato do operador, o humanoide estava sendo testado para ser utilizado em atividades promocionais do centro educacional.
A polícia pediu que o responsável esteja mais atento ao operar robôs em espaços públicos para evitar sustos ou possíveis riscos à população.
Uma investigação das Organizações das Nações Unidas (ONU) acusa Moscou de cometer crimes contra a humanidade com a deportação e transferência forçada de crianças da Ucrânia para a Rússia. “As evidências reunidas levam a comissão a concluir que as autoridades russas cometeram crimes contra a humanidade por deportação e transferência forçada, assim como pelo desaparecimento forçado de crianças”, afirma um relatório da Comissão Internacional Independente de Investigação sobre a Ucrânia, criada por mandato da ONU.
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A deportação de crianças ucranianas é precisamente o motivo invocado em 2023 pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) para emitir uma ordem de prisão contra o presidente russo, Vladimir Putin.
A comissão da ONU foi criada em 2022 pelo Conselho de Direitos Humanos do órgão multilateral para investigar acusações de violações dos direitos humanos, do direito internacional humanitário e crimes conexos no contexto da guerra entre Rússia e Ucrânia.
No seu relatório, os investigadores concluíram que autoridades russas haviam “deportado e transferido ilegalmente crianças” e “adiado indevidamente a sua repatriação”. Além disso, as medidas adotadas em relação às crianças deportadas ou transferidas “violaram o direito internacional humanitário” e não foram orientadas pelo melhor interesse da criança, destacam.
Até agora, a comissão confirmou a expulsão ou transferência de 1.205 crianças, mas indica que autoridades russas “deportaram ou transferiram milhares de crianças das zonas que ocupavam na Ucrânia”.
A questão é extremamente sensível na Ucrânia e continua no centro das negociações de um possível acordo de paz entre Kiev e Moscou. Segundo Kiev, cerca de 20.000 crianças ucranianas foram transferidas à força para a Rússia ou territórios ocupados por Moscou desde o início da invasão, em 2022.
A Rússia afirma que transferiu algumas crianças ucranianas das suas casas ou orfanatos para as proteger das hostilidades.
No entanto, a comissão destaca que o direito internacional humanitário exige que as retoradas sejam “temporárias e motivadas por razões imperiosas de saúde, cuidados médicos ou segurança”.
Segundo os investigadores, 80% das crianças expulsas ou transferidas nos casos analisados pela comissão não retornaram às suas casas, uma vez que as autoridades russas não estabeleceram um sistema que facilite o regresso.
Em 17 de março de 2023, o Tribunal Penal Internacional, com sede em Haia, já havia anunciado uma ordem de prisão do presidente russo pelo crime de guerra de “deportação ilegal” de crianças ucranianas.
“Os crimes supostamente foram cometidos em território ucraniano ocupado, pelo menos desde 24 de fevereiro de 2022. Existem motivos razoáveis para crer que Putin tem responsabilidade penal individual”, argumentou o TPI.
O céu de Teerã, capital do Irã, escureceu em pleno dia após explosões em depósitos de petróleo registradas neste domingo (8). Imagens que circulam nas redes sociais mostram a cidade mergulhada em uma espécie de penumbra enquanto uma nuvem espessa de fumaça se espalha sobre áreas urbanas.
Nos vídeos, gravados por moradores, o horizonte aparece tomado por uma camada escura que reduz drasticamente a luminosidade. A cena chamou atenção online e foi comparada por usuários ao momento em que o dia “vira noite”. O fenômeno ocorreu após incêndios de grandes proporções em instalações de armazenamento de combustível.
Confira:
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Mistura de fumaça e nuvens
Segundo a Organização Meteorológica do Irã, a escuridão observada na capital foi provocada pela combinação entre a densa fumaça dos incêndios e a cobertura de nuvens sobre a cidade. Nas áreas mais próximas aos focos de fogo, a concentração de partículas no ar foi suficiente para bloquear grande parte da luz solar.
A Sociedade do Crescente Vermelho do Irã informou que as explosões e a queima de petróleo liberaram grandes quantidades de substâncias tóxicas na atmosfera, incluindo hidrocarbonetos e óxidos de enxofre e nitrogênio. Esses compostos são comuns na combustão de derivados de petróleo e estão associados à formação de poluentes atmosféricos perigosos.
De acordo com especialistas, quando esses gases reagem com o vapor d’água presente na atmosfera, podem gerar ácidos que retornam ao solo na forma de chuva ácida. O Crescente Vermelho alertou para esse risco diante do volume de poluentes liberados e da extensa nuvem de fumaça que cobriu a região metropolitana.
A Organização Mundial da Saúde afirma que episódios envolvendo liberação acidental ou deliberada de substâncias químicas podem espalhar partículas perigosas por grandes áreas urbanas, provocando irritação respiratória, contaminação ambiental e efeitos duradouros na saúde pública.
Diante da situação, autoridades iranianas recomendaram que moradores permanecessem em ambientes fechados e evitassem atividades ao ar livre para reduzir a exposição ao ar contaminado.
A vice-presidente do Irã e chefe da Organização de Proteção Ambiental do país, Shina Ansari, afirmou que as explosões provocaram a liberação de “grandes volumes de poluição do ar”. Em comunicado, ela declarou que a capital ficou “cercada por uma camada de fumaça” e classificou o episódio como um caso de “ecocídio”, termo usado para descrever danos ambientais graves em contextos de conflito.
Uma mulher de 46 anos morreu após ser pisoteada por um elefante ferido no norte da Namíbia, em um episódio que ganhou repercussão depois que um vídeo da situação passou a circular nas redes sociais, nesta semana. As imagens mostram um grupo de moradores se aproximando do animal, que havia sido baleado na noite anterior após invadir plantações de uma aldeia.
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Klaudia Mwaala estava entre oito pessoas que seguiram o rastro do elefante macho até encontrá-lo deitado próximo à vila de Omugulugombashe, na região de Omusati. No vídeo gravado por um dos presentes, o grupo aparece rindo e sugerindo um desafio: puxar o rabo do animal, acreditando que ele estivesse indefeso.
As gravações mostram Mwaala se aproximando por trás do elefante, que pesa cerca de seis toneladas, e posando para a câmera. Em seguida, ela dá tapas na parte traseira do animal e puxa seu rabo antes de correr, enquanto outras pessoas também se aproximam para repetir a provocação.
Ataque após tentativa de selfie
Klaudia Mwaala, de 46 anos, foi desafiada a puxar o rabo do elefante ferido
Reprodução
Mais tarde, segundo o portal online Namibia Daily News, o grupo acreditou que o elefante estivesse morto após um segundo disparo feito por outro morador. Mwaala então teria voltado ao local para tirar uma selfie perto da cabeça e das presas do animal.
Nesse momento, o elefante abriu os olhos e se levantou. Nas imagens e nos relatos de testemunhas, é possível ouvir gritos enquanto os moradores tentam fugir. Mwaala foi alcançada pelo animal e pisoteada.
Após o elefante deixar a área, moradores encontraram o corpo da mulher no chão. “Ela soltou um grito alto quando a criatura começou a pisoteá-la. Depois houve silêncio absoluto. Ninguém podia fazer nada. Foi terrível”, escreveu o morador Delwin Buchane em relato publicado no Facebook.
A testemunha Johannes Paulus afirmou que Mwaala tentou escapar, mas caiu ao correr. “O elefante se levantou e fez um barulho. Ela tentou fugir, mas caiu de costas, e foi quando ele a atacou”, disse à imprensa local. Segundo ele, a morte foi imediata.
Mwaala era mãe de quatro filhos. O marido, Festus Lipinge, disse que a família enfrenta dificuldade para compreender o ocorrido. “Ela era uma boa mulher e uma boa mãe”, afirmou.
Segundo o Namibia Daily News, o Departamento do Meio Ambiente da Namíbia abriu investigação sobre o caso e decidiu sacrificar o elefante devido aos ferimentos e ao estado de estresse do animal. O porta-voz Vilho Hangula informou que, em geral, famílias de vítimas de ataques de animais selvagens recebem compensação financeira, mas indicou que, devido às evidências registradas em vídeo, os parentes de Mwaala provavelmente não terão direito à indenização.
Conflitos entre pessoas e elefantes são relativamente comuns em partes da África, sobretudo em regiões onde a expansão agrícola reduz áreas naturais. Estimativas apontam que cerca de 500 pessoas morrem por ano no continente em ataques envolvendo esses animais. Atualmente, cerca de 415 mil elefantes vivem na natureza — número muito inferior aos cerca de 10 milhões estimados há um século.
Um corpo foi encontrado em um rio no leste da Inglaterra durante as buscas por uma mulher que está desaparecida há mais de três semanas. A informação foi confirmada pela polícia de Cambridgeshire neste domingo (8).
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Carol Hillier, de 64 anos, moradora de Sandy, em Bedfordshire, não é vista desde a manhã de 15 de fevereiro. Segundo as autoridades, ela foi vista pela última vez por volta das 11h nas proximidades do pub The Old Anchor, na Bury Lane, em Sutton, perto de Ely.
O corpo foi recuperado no rio em Sutton Gault, área localizada a poucos quilômetros do ponto onde a mulher teria sido vista pela última vez. De acordo com a polícia, familiares já foram informados sobre a descoberta, mas a identificação formal ainda não foi realizada.
Buscas na região
Desde o desaparecimento, equipes policiais realizavam buscas intensivas na região, incluindo áreas alagadas e zonas verdes próximas ao local onde o carro da mulher — um Mercedes Classe E prateado — foi encontrado estacionado.
Em comunicado, um porta-voz da polícia de Cambridgeshire afirmou que o corpo foi localizado durante as operações de busca. “A polícia que procurava por Carol Hillier, uma mulher desaparecida de Sandy, em Bedfordshire, recuperou um corpo do rio em Sutton Gault ontem (domingo)”, disse.
As autoridades acrescentaram que os procedimentos de identificação seguem em andamento e que novas informações deverão ser divulgadas após a conclusão das análises oficiais.
Uma australiana de 28 anos luta pela vida após sofrer um grave acidente de scooter em Bali, na Indonésia. Alivia Jane Campbell foi atropelada por um caminhão na sexta-feira (6) enquanto circulava pelas ruas da ilha e permanece internada em estado crítico em um hospital local.
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Segundo familiares, a jovem, mãe de duas meninas, sofreu traumatismo craniano grave e fratura na pélvis. A família iniciou uma campanha de arrecadação de fundos na plataforma GoFundMe para ajudar a pagar os custos médicos e viabilizar um eventual transporte aéreo de emergência para levá-la de volta à Costa Central de Nova Gales do Sul, na Austrália, onde poderia continuar o tratamento.
Em mensagem publicada na página da campanha, a amiga Reese Campbell afirmou que Alivia “está lutando bravamente, mas ainda tem um longo caminho pela frente”. Ela destacou que a jovem é uma mãe dedicada e que familiares e amigos buscam reunir recursos para garantir assistência médica e o retorno seguro ao país de origem. “Os cuidados médicos e as contas hospitalares são extremamente caros e os custos estão aumentando rapidamente. Cada doação pode fazer diferença neste momento difícil”, escreveu.
Além disso, a família também destacou a relação da jovem com as filhas: “Alivia não é apenas uma amiga para muitos de nós — ela também é uma mãe dedicada a duas filhas pequenas que precisam da mãe em casa. Neste momento, sua família e amigos estão fazendo tudo o que podem para apoiar sua recuperação e trazê-la de volta à Austrália em segurança assim que ela estiver estável o suficiente para viajar.”
Outro acidente grave na ilha
O caso ocorre meses após outro acidente fatal envolvendo turistas australianos em Bali. No início do ano, Bryce Alexander Black, de 33 anos, morreu após a scooter que pilotava colidir frontalmente com um carro na região de Kuta Norte.
O homem foi declarado morto no local. A namorada dele, Samantha Baillie, também de 33 anos, que estava na garupa, foi levada em estado crítico para um hospital. O acidente ocorreu por volta das 4h30 da manhã na rua Petitenget.
Uma campanha de arrecadação online também foi criada por amigos para ajudar nos custos médicos de Samantha. De acordo com Savannah-Leigh Homer, responsável pela iniciativa, a australiana sofreu múltiplos ferimentos graves, incluindo fratura no crânio com hemorragia cerebral, lesões na pélvis e fraturas nas mãos e nos pés.
Savannah-Leigh relatou que a viagem à Indonésia era a primeira experiência internacional de Samantha, que havia iniciado recentemente “um novo capítulo em sua vida”. “Era para ser um momento feliz”, escreveu. “Agora estamos enfrentando o momento mais devastador de nossas vidas.”

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