Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está ‘são e salvo’ após ferimentos; drones deixam quatro feridos perto do aeroporto de Dubai Chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, alertou que qualquer manifestante que se oponha às autoridades será tratado como um ‘inimigo’ Petróleo, mísseis e conversas travadas: Entenda como a Rússia pode ser beneficiada pela guerra no Irã. Turquia, Rússia, China e Índia: onde estão os aliados do Irã em meio à guerra no país?. Chatbots vão à guerra: como IA generativa e drones kamikazes transformaram a guerra no Oriente Médio
Uma mulher que passou mais de duas décadas presa por um crime que não cometeu nos Estados Unidos foi libertada nesta semana. Carmen Mejia, de 54 anos, foi inocentada da morte de um bebê de 10 meses ocorrida em 2003, no estado do Texas, após tribunais reconhecerem que o episódio foi resultado de um acidente doméstico. As informações são do Innocence Project, organização que atuou na revisão do caso.
Incêndio em prédio deixa ao menos três mortos na Espanha; duas crianças estão entre feridos
Turismo sexual: americano é impedido de entrar na Colômbia com brinquedos sexuais para produção de conteúdo adulto
Mejia deixou o Complexo Correcional do Condado de Travis pouco depois da meia-noite de 11 de março de 2026. Embora sua inocência tenha sido reconhecida dois dias antes, ela permaneceu detida temporariamente devido a uma ordem do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), emitida em razão da antiga condenação. Em 10 de março, porém, a agência informou que revogaria a ordem após a decisão judicial, permitindo sua libertação.
“Nunca perdi a fé e a esperança — nunca as perdi em 22 anos”, afirmou Mejia após deixar a prisão à imprensa local.
A exoneração ocorreu depois que o juiz P. David Wahlberg, do Tribunal Distrital do Condado de Travis, rejeitou formalmente a acusação de homicídio apresentada contra ela em 2003. A decisão foi baseada em um parecer do Tribunal de Apelações Criminais do Texas, a instância criminal mais alta do estado, que concluiu que novas evidências demonstravam que Mejia era “de fato inocente”.
Acidente doméstico reinterpretado pela Justiça
O caso teve origem em julho de 2003, quando Mejia cuidava de um bebê de 10 meses em casa, enquanto também estava com seus quatro filhos. Segundo a reconstrução feita anos depois, a filha mais velha tentou dar banho na criança enquanto a mãe amamentava outro filho. O aquecedor da casa, uma residência antiga sem dispositivos modernos de segurança, permitia que a água atingisse temperaturas extremamente altas.
Em poucos segundos, a água chegou a cerca de 64 °C, causando queimaduras graves no bebê, que morreu no hospital no mesmo dia. Na época, investigadores e peritos sustentaram que as lesões só poderiam ter sido provocadas intencionalmente por um adulto, tese que levou à condenação de Mejia por homicídio e lesão corporal contra uma criança. Ela recebeu pena de prisão perpétua.
Décadas depois, especialistas em queimaduras e segurança doméstica apresentaram novos pareceres afirmando que os ferimentos eram compatíveis com um acidente causado por água excessivamente quente. A própria médica legista responsável pela autópsia revisou sua avaliação e alterou a causa da morte para acidental em 2025.
Além disso, depoimentos gravados dos filhos de Mejia — que corroboravam a versão de acidente — haviam desaparecido antes do julgamento original, impedindo que o júri tivesse acesso às imagens.
Com base nas novas evidências, especialistas do próprio Estado retiraram depoimentos que sustentavam a hipótese de crime. O tribunal concluiu então que nenhum delito havia ocorrido.
Vida marcada pela separação da família
A condenação teve impactos profundos na vida de Mejia. Quando foi presa, seus quatro filhos tinham menos de oito anos. Eles foram adotados em um processo fechado e passaram mais de duas décadas sem contato com a mãe.
Apenas durante as audiências de revisão do caso, a partir de 2024, três das filhas voltaram a encontrá-la. Agora em liberdade, Mejia afirma esperar reconstruir o vínculo familiar após anos de separação.
Apesar da libertação, seu futuro ainda depende de decisões das autoridades migratórias. Nascida em Honduras, Mejia chegou aos Estados Unidos em 1995 e possuía Status de Proteção Temporária (TPS), que lhe permitia trabalhar legalmente no país até sua prisão.
O papel do Innocence Project
A revisão do caso foi conduzida com apoio do Innocence Project, organização jurídica sem fins lucrativos dedicada a identificar e corrigir condenações injustas. O grupo trabalha com advogados, especialistas e novos recursos científicos para revisar processos criminais e libertar pessoas inocentes, além de promover reformas no sistema de Justiça para evitar erros judiciais.
Um ex-ginecologista que atuava na cidade de Arnhem, na Holanda, gerou ao menos 16 filhos ao utilizar o próprio sêmen em procedimentos de inseminação artificial realizados em pacientes durante as décadas de 1970 e 1980, sem o conhecimento das mulheres. O caso foi revelado após uma investigação independente conduzida pelo hospital onde o médico trabalhava, hoje chamado Hospital Rijnstate.
Após 160 anos submerso, navio que revolucionou guerra naval ganha novas imagens em 3D; veja fotos
Suspeitos de terrorismo são acusados de tentar ataque com explosivos perto da casa do prefeito de Nova York; veja vídeo
Segundo o jornal português SiC Notícias, o próprio médico admitiu aos investigadores que usou seu material genético em alguns procedimentos quando o doador originalmente previsto não comparecia. A apuração também identificou que o profissional é portador de uma doença hereditária, cuja natureza não foi divulgada publicamente.
Em comunicado, o hospital afirmou que ainda não é possível determinar quantas crianças podem ter sido geradas a partir dessas práticas. A instituição pediu que pessoas que suspeitem ser filhos biológicos do ginecologista forneçam material genético para análise por meio da Fiom, organização holandesa especializada em questões de paternidade.
— Não se sabe por que razão ele fez isso nem quantos filhos podem existir — afirmou o hospital.
O diretor do Hospital Rijnstate, Hans Schoo, classificou a conduta do médico como “inaceitável”, mesmo considerando os padrões da época.
— Toda criança tem o direito de conhecer os seus pais. Além disso, os pacientes devem poder confiar que um médico cumprirá o combinado. Nesse caso, muitas coisas correram mal. Lamentamos profundamente o ocorrido — disse.
Escândalos semelhantes vieram à tona no país
O episódio não é isolado no sistema de saúde dos Países Baixos. Nos últimos anos, diversos casos semelhantes vieram à tona envolvendo ginecologistas e especialistas em fertilidade que utilizaram o próprio sêmen em procedimentos de inseminação sem autorização das pacientes.
Um dos casos mais conhecidos envolve o ginecologista Jan Karbaat, que morreu em 2017 e posteriormente foi identificado como pai biológico de dezenas de crianças concebidas em clínicas de fertilidade nas cidades de Roterdã e Barendrecht.
Investigações sobre práticas em clínicas de reprodução assistida também indicaram falhas no controle sobre o número de filhos gerados por doadores. A Associação de Ginecologistas dos Países Baixos (NVOG) confirmou que ao menos 85 doadores ultrapassaram amplamente os limites recomendados.
Um ataque com drones nas proximidades do aeroporto internacional de Dubai deixou quatro pessoas feridas nesta quarta-feira e levou as autoridades a orientarem passageiros a se manterem longe das janelas do terminal e a procurar abrigo sempre que necessário. O episódio ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã.
Novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei está ‘são e salvo’ após ferimentos na guerra, diz governo
‘Estratégia do Mosaico’: Guerra assimétrica do Irã dá sobrevida a regime, mas com potenciais erros de cálculo
Segundo o gabinete de comunicação do governo de Dubai, dois drones caíram nas proximidades do aeroporto, um dos mais movimentados do mundo. Quatro pessoas ficaram feridas no incidente — dois cidadãos de Gana, um de Bangladesh e um da Índia. O estado de saúde das vítimas não foi detalhado.
Apesar do susto, o tráfego aéreo no aeroporto segue operando normalmente, de acordo com as autoridades locais.
Relatos de passageiros citados pela BBC indicam que folhetos foram distribuídos dentro do aeroporto orientando as pessoas a manter distância das áreas envidraçadas e a buscar abrigo caso necessário. A medida preventiva foi adotada após a queda dos drones nas imediações do terminal.
O episódio amplia a preocupação com a segurança em um dos principais hubs de transporte do planeta, por onde passam dezenas de milhões de passageiros por ano e que funciona como ponto estratégico de conexão entre Europa, Ásia e África.
O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está “são e salvo” apesar de ter sofrido ferimentos durante a guerra, afirmou nesta quarta-feira o filho do presidente da república islâmica.
‘Estratégia do Mosaico’: Guerra assimétrica do Irã dá sobrevida a regime, mas com potenciais erros de cálculo
Discurso oficial: Pentágono diz que Trump ‘controla acelerador’ da guerra e repete índice da semana passada sobre redução de disparos do Irã
“Ouvi a notícia de que Mojtaba Khamenei havia sido ferido. Perguntei a amigos que têm contatos e me disseram que, graças a Deus, ele está são e salvo”, escreveu na rede social Telegram Yusef Pezeshkian, filho do presidente Masoud Pezeshkian e assessor do governo.
Mojtaba Khamenei, de 56 anos, teria sido ferido durante o ataque que matou seu pai e antecessor, o aiatolá Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva israelo-americana que, em 28 de fevereiro, desencadeou o atual conflito.
Ainda não há detalhes sobre a gravidade de seus ferimentos, e ele não apareceu em público desde então.
Segundo o jornal The New York Times, que citou três autoridades iranianas nesta quarta-feira, Khamenei teria sofrido ferimentos principalmente nas pernas, mas está em segurança em um local de alta proteção, embora com possibilidades limitadas de comunicação.
Manifestantes serão tratados como ‘inimigos’
O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, alertou na terça-feira que qualquer manifestante que se oponha às autoridades será tratado como um “inimigo”, enquanto a República Islâmica entra em seu décimo segundo dia de protestos.
“Se alguém agir de acordo com os desejos do inimigo, não o consideraremos mais um mero manifestante, mas um inimigo. E o trataremos como tal”, disse o chefe da polícia nacional, Ahmad Reza Radan, em declarações transmitidas pela emissora estatal IRIB.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conclamou os iranianos a tomarem o poder durante seu pronunciamento no início dos ataques coordenados ao país. Dois meses antes, uma onda de protestos foi brutalmente reprimida e deixado dezenas de milhares mortos nas ruas de Teerã.
Na madrugada desta quarta-feira, o Irã lançou uma nova onda de ataques no Oriente Médio, incluindo bombardeios com drones contra um campo de petróleo saudita, enquanto a Agência Internacional de Energia (AIE) considera a maior liberação de reservas de petróleo bruto de sua história para acalmar os mercados em meio à guerra.
O conflito desencadeado por ataques dos EUA e de Israel contra Teerã se espalhou por toda a região do Golfo, causando aumento nos custos de energia, racionamento de combustível e preços mais altos em todo o mundo.
Três pessoas morreram e quatro ficaram feridas em um incêndio ocorrido durante a noite em um edifício na cidade de Miranda de Ebro, no norte da Espanha, informaram nesta quarta-feira os serviços regionais de emergência.
Vídeo: Cena rara de grupo de golfinhos em rio surpreende moradores de Nova York
‘Descontrolado’? Satélite da Nasa deve cair na atmosfera da Terra quase 14 anos após lançamento
As equipes de socorro atenderam sete pessoas: duas morreram no local e outras cinco foram levadas ao hospital. Uma das vítimas hospitalizadas morreu posteriormente, segundo comunicado do centro de emergências da região de Castela e Leão, onde fica Miranda de Ebro.
Entre os feridos encaminhados a unidades médicas estão duas crianças de 11 e 7 anos, informou a mesma fonte.
Os serviços de emergência receberam as primeiras chamadas por volta das 22h44 de terça-feira, relatando um incêndio em um prédio da cidade, onde pelo menos duas pessoas estavam presas.
Várias ambulâncias e equipes médicas foram enviadas ao local.
“Meu mais sentido pesar e carinho às famílias das pessoas falecidas, e meus melhores desejos de pronta recuperação aos feridos”, escreveu na rede X o presidente da região de Castela e Leão, Alfonso Fernández Mañueco, que afirmou estar “consternado” com o ocorrido.
A prefeitura da cidade decretou três dias de luto oficial pelo incidente, informou em comunicado.
O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, alertou na terça-feira que qualquer manifestante que se oponha às autoridades será tratado como um “inimigo”, enquanto a República Islâmica entra em seu décimo segundo dia de protestos.
“Se alguém agir de acordo com os desejos do inimigo, não o consideraremos mais um mero manifestante, mas um inimigo. E o trataremos como tal”, disse o chefe da polícia nacional, Ahmad Reza Radan, em declarações transmitidas pela emissora estatal IRIB.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conclamou os iranianos a tomarem o poder durante seu pronunciamento no início dos ataques coordenados ao país. Dois meses antes, uma onda de protestos foi brutalmente reprimida e deixado dezenas de milhares mortos nas ruas de Teerã.
Na madrugada desta quarta-feira, o Irã lançou uma nova onda de ataques no Oriente Médio, incluindo bombardeios com drones contra um campo de petróleo saudita, enquanto a Agência Internacional de Energia (AIE) considera a maior liberação de reservas de petróleo bruto de sua história para acalmar os mercados em meio à guerra.
O conflito desencadeado por ataques dos EUA e de Israel contra Teerã se espalhou por toda a região do Golfo, causando aumento nos custos de energia, racionamento de combustível e preços mais altos em todo o mundo.
Depois de 160 anos após afundar no Atlântico, o navio USS Monitor voltou a ganhar destaque com a divulgação nesta segunda-feira de novas imagens tridimensionais de alta resolução que revelam, em detalhes inéditos, o estado atual do naufrágio. A embarcação foi um dos mais importantes da Guerra Civil Americana e revolucionou a engenharia naval no século XIX.
Suspeitos de terrorismo são acusados de tentar ataque com explosivos perto da casa do prefeito de Nova York; veja vídeo
Irmãos corretores de imóveis de luxo são condenados por tráfico sexual em Nova York, nos EUA; relembre o caso
De acordo com o periódico americano CBS News, as imagens foram produzidas com tecnologia de sonar avançado e veículos subaquáticos autônomos durante uma missão coordenada pela NOAA, em parceria com a empresa de defesa Northrop Grumman. O material integra uma linha do tempo digital interativa que mostra a evolução do navio desde sua construção até a situação atual dos destroços no fundo do oceano.
O Monitor repousa a cerca de 73 metros de profundidade, próximo à região de Outer Banks, na costa da Carolina do Norte. Lançado ao mar em janeiro de 1862, em Greenpoint, em Nova York, o Monitor foi o primeiro protótipo de navio de guerra blindado da Marinha dos Estados Unidos.
Seu principal objetivo era enfrentar o CSS Virginia, embarcação da Confederação. O confronto entre os dois navios ocorreu em março de 1862, durante a histórica Batalha de Hampton Roads, considerada a primeira grande batalha entre navios blindados da história.
Novas imagens em 3D revelam estado de naufrágio icônico da Guerra Civil Americana após 160 anos no fundo do mar
Reprodução/Facebook
Esse duelo marcou um ponto de virada na guerra naval e influenciou profundamente o desenvolvimento de embarcações militares nas décadas seguintes.
Hoje, os destroços do Monitor formam um recife artificial repleto de vida marinha, com peixes e outras espécies ocupando a estrutura metálica do antigo navio. Segundo Tane Casserley, arqueólogo marítimo do Monitor National Marine Sanctuary, as novas digitalizações mostram que a embarcação permanece surpreendentemente bem preservada.
Novas imagens em 3D revelam estado de naufrágio icônico da Guerra Civil Americana após 160 anos no fundo do mar
Reprodução/Facebook
— É um local difícil de visitar. É muito profundo e há um limite para o que podemos fazer como mergulhadores. Mas agora temos essas imagens detalhadas — afirmou o especialista à emissora WAVY-TV.
As varreduras revelam detalhes estruturais do casco e da torre do navio, ajudando pesquisadores a entender melhor a engenharia da embarcação. O Monitor afundou na véspera de Ano Novo de 1862, durante uma forte tempestade nas proximidades do Cabo Hatteras. Dos tripulantes a bordo, 47 foram resgatados, mas 16 marinheiros morreram.
O local do naufrágio permaneceu perdido por mais de um século, até ser redescoberto por pesquisadores em 1973.
Posteriormente, a NOAA designou a área como o primeiro santuário marinho nacional dos Estados Unidos, iniciativa que abriu caminho para a proteção de importantes patrimônios marítimos do país.
Nem todo encontro inesperado na praia envolve conchas ou estrelas-do-mar. Em Cabo San Lucas, no México, turistas se depararam com dois raros exemplares do chamado “peixe do juízo final” encalhados na areia no fim de fevereiro, e a cena rapidamente viralizou nas redes sociais.
‘Peixe do fim do mundo’: Turistas devolvem ao mar dois raros peixes-remo encalhados em praia no México; vídeo
Vídeo: Tartaruga com nadadeira amputada é reabilitada por quase um ano na Califórnia e devolvida ao oceano
Os animais pertencem à espécie Regalecus glesne, conhecida popularmente como peixe-remo. O peixe vive normalmente em grandes profundidades do oceano e raramente aparece perto da superfície, o que torna avistamentos como esse incomuns.
Assista:
Initial plugin text
O momento foi registrado em vídeo e publicado pela influenciadora Monica Pittenger, que reúne cerca de 15 mil seguidores. A gravação já ultrapassou 8 milhões de visualizações e também foi republicada por páginas como We Love Animals e AccuWeather.
Nas imagens, um dos peixes aparece na areia, próximo à linha d’água, enquanto pessoas tentam ajudá-lo a voltar ao mar. Segundo Pittenger, sua irmã participou diretamente do resgate.
“POV: Você veio ao Cabo para a praia… e acabou resgatando uma lenda do mar. A minha irmã, Katie, ajudou um remo, um gigante do mar profundo que a maioria das pessoas nunca vê, a voltar para casa”, escreveu ela na publicação.
A influenciadora contou que inicialmente ficou nervosa porque não sabia exatamente que animal era aquele ou se poderia oferecer algum risco. Ainda assim, disse que a irmã não hesitou em ajudar. “Ela ajudou a salvar dois deles”, relatou.
Nos comentários da postagem, o episódio despertou curiosidade e surpresa entre os usuários.
“Que loucura você viu dois ao mesmo tempo!! Pergunto-me o que os trouxe à tona. Seja interessante ver se acontece alguma coisa”, escreveu um internauta.
Outro comentou: “Adoro isto! Também é hora de fatos engraçados: Oarfish é conhecido como o Peixe do Juízo Final porque eles geralmente aparecem encalhados antes e os terremotos atingem. BEM, Cabo fica na linha da Falha de San Andreas e tem uma média de 3-4 menos de 2 terramotos por dia.”
Também houve reações de espanto e curiosidade, como: “Uau! Isso é enorme, nunca vi um antes e tive que pesquisar no Google”, e “Oh meu Deus!!! Isso é incrível”. Alguns usuários levantaram hipóteses sobre a condição dos animais: “Li que eles vêm à tona se estiverem doentes ou feridos. Isso é tão triste que estavam dois encalhados e possíveis doentes”.
De acordo com o relato, dois peixes-remo foram vistos no local, e os turistas tentaram conduzi-los de volta para o oceano.
Montagem com o momento do resgate que circula nas redes sociais
Reprodução/Instagram/@monicaandco_
Por que o peixe-remo ficou conhecido como “peixe do juízo final”
A fama misteriosa do peixe-remo vem de antigas crenças populares. Em diferentes culturas, o animal passou a ser associado a desastres naturais, especialmente terremotos e tsunamis.
No folclore japonês, por exemplo, ele é chamado de “Ryugu no tsukai”, expressão que significa “mensageiro do deus do mar”. Segundo a tradição, quando o peixe aparece perto da superfície ou encalhado, isso poderia indicar atividade sísmica no fundo do oceano.
Essa associação ajudou a popularizar o apelido de “peixe do juízo final” ou “peixe do fim do mundo”. A crença ganhou ainda mais visibilidade após alguns avistamentos próximos a terremotos registrados no Japão nas últimas décadas, embora cientistas ressaltem que não há evidência científica de que o animal consiga prever esses fenômenos.
Especialistas apontam explicações mais simples para o aparecimento da espécie perto da superfície. Mudanças nas correntes oceânicas, variações na temperatura da água ou problemas de saúde — como doença ou ferimentos, podem levar esses peixes a subir de áreas profundas.
O peixe-remo (Regalecus glesne) é um peixe ósseo de águas profundas que pode ultrapassar 8 metros de comprimento. Tem corpo extremamente longo e fino, de coloração prateada, lembrando uma fita, além de uma crista vermelha característica na cabeça. Considerado o peixe ósseo mais longo do mundo, vive geralmente entre 200 e 1.000 metros de profundidade, o que explica por que raramente é visto por humanos — e por que cada aparição acaba cercada de curiosidade e lendas.
Uma empresa ucraniana de defesa desenvolveu um novo míssil balístico que, segundo seus criadores, poderá atingir Moscou ainda este ano. O armamento, chamado FP-9, está em fase de testes e pode tornar-se operacional até o início do verão no hemisfério norte, de acordo com a fabricante Fire Point.
Em meio à guerra, Ucrânia auxilia bases dos EUA no Oriente Médio e afirma que 11 países pediram cooperação de defesa
Vídeo: míssil quase atinge pedestre em rua de Israel
Em entrevista ao canal Army TV, administrado pelo Ministério da Defesa da Ucrânia, o proprietário e engenheiro-chefe da empresa, Denys Shtilierman, afirmou que o novo sistema terá grande capacidade de penetração nas defesas aéreas russas.
Empresa ucraniana desenvolve míssil balístico capaz de atingir Moscou ‘facilmente’
“O FP-9 vai conseguir atingir alvos em Moscou com facilidade porque tem uma velocidade de impacto muito elevada. Por exemplo, o Iskander tem uma velocidade de cerca de 800 metros por segundo. A essa velocidade já consegue atingir o alvo. O nosso vai atingir mais de 1.200 metros por segundo, por isso conseguiremos ultrapassar as defesas antiaéreas com muito mais facilidade. Sim, algo poderá interferir, mas cerca de 25% ou algo assim deverá conseguir passar e atingir o alvo”, disse Shtilierman.
Segundo o engenheiro, o projeto também busca oferecer uma alternativa mais barata aos sistemas ocidentais. “Será semelhante ao ATACMS (míssil fabricado pela americana Lockheed Martin), provavelmente com uma ogiva maior, mas custará pelo menos duas vezes e meia menos”, afirmou.
‘Descontrolado’? Satélite da Nasa deve cair na atmosfera da Terra quase 14 anos após lançamento
Shtilierman acrescentou que a elevada velocidade na fase final do voo dificulta a interceptação do míssil. “Os mísseis de cruzeiro e drones atualmente não conseguem atingir nada significativo em Moscou; há um anel denso de defesas aéreas ali”, disse.
Questionado sobre o estágio atual do programa, o engenheiro afirmou que os testes ocorrerão “em breve” e que a empresa pretende “testá-los nos vizinhos”.
O FP-9 faz parte de uma nova linha de armamentos desenvolvida pela Fire Point, que inclui também o míssil balístico FP-7. A empresa apresentou os projetos durante a feira internacional de defesa MSPO, na Polônia.
O míssil FP-9, da empresa ucraniana Fire Point
Reprodução: militarny.com
De acordo com as especificações divulgadas, o FP-7 terá alcance de até 200 quilômetros, velocidade máxima de 1.500 metros por segundo e ogiva de 150 quilos, com precisão estimada de 14 metros. Já o FP-9 poderá alcançar até 855 quilômetros, atingir velocidade de até 2.200 metros por segundo, carregar uma ogiva de 800 quilos e voar a uma altitude máxima de 70 quilômetros, com precisão de cerca de 20 metros.
Segundo representantes da empresa, o foco atual do desenvolvimento militar ucraniano está em sistemas balísticos e de defesa aérea, considerados essenciais para ampliar a capacidade de atingir alvos em profundidade no território inimigo.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress