O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, fará uma visita de Estado ao Brasil na próxima segunda-feira, confirmaram fontes diplomáticas brasileiras e bolivianas à coluna. O governo do presidente Lula continua firme em sua intenção de manter boas relações com governos de direita e, no caso da Bolívia, de centro-direita da região. O objetivo é claro: não deixar o espaço livre para as candidaturas de direita na eleição presidencial brasileira.
No Chile, onde participa nesta quarta-feira da posse do novo presidente do país, José Antonio Kast, o chefe de Estado boliviano afirmou, perguntado por sua relação com o Brasil, que “é lógico que nos demos bem e juntos possamos crescer”. Paz minimizou a ausência de Lula na posse de Kast.
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Essa ausência alimentou rumores sobre a suposta incomodidade do presidente brasileiro com a presença na cerimônia de posse chilena de Flávio Bolsonaro. Fontes do Palácio do Planalto negaram essas versões e afirmaram que “Lula já esteve com Kast no Panamá em janeiro, e há muito a fazer no Brasil”.
A visita de Paz confirma que o governo brasileiro continuará apostando no que assessores de Lula chamam de “regionalismo possível”. Em outras palavras, relações pragmáticas com governos com os quais o Brasil de Lula tem expressivas diferenças políticas e ideológicas.
No caso da Bolívia, há enorme interesse por parte do governo de Paz em que a Petrobras retome investimentos no país. O assunto, disseram fontes diplomáticas, estará na pauta. “Energia, em geral, será um tema central da pauta”.
No Chile, o Brasil foi representando pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que levou ao novo presidente chileno uma carta de Lula convidando Kast para uma visita ao Brasil.
No Chile, onde participa nesta quarta-feira da posse do novo presidente do país, José Antonio Kast, o chefe de Estado boliviano afirmou, perguntado por sua relação com o Brasil, que “é lógico que nos demos bem e juntos possamos crescer”. Paz minimizou a ausência de Lula na posse de Kast.
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