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A alfândega francesa apreendeu 13 toneladas de cocaína em fevereiro no porto de Dunkerque (norte do país), um recorde em território nacional, afirmou nesta terça-feira (17) à AFP o ministro da Ação e das Contas Públicas, David Amiel.
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Trata-se de três apreensões realizadas em dez dias: 1,9 tonelada (7 de fevereiro), 8,4 toneladas (12 de fevereiro) e 2,8 toneladas (18 de fevereiro), cujo valor de revenda a varejo é estimado em quase 992,3 milhões de dólares (5,22 bilhões de reais).
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A quantidade interceptada em fevereiro representa quase um terço da cocaína apreendida em todo o ano anterior (31 toneladas).
“Após um ano de 2025 marcado pela apreensão histórica de mais de 31 toneladas de cocaína pela alfândega francesa, estas três apreensões de grande magnitude – realizadas em Dunkerque no mês de fevereiro – demonstram que os serviços e agentes aduaneiros continuam mobilizados, sem falhas, na sua luta contra o tráfico de entorpecentes”, celebrou Amiel.
Estas 13 toneladas estabelecem um recorde, depois das 10 toneladas apreendidas em março de 2025, também pela alfândega, neste mesmo porto do Mar do Norte.
A droga estava escondida em contêineres de mercadorias legais.
“Uma parte das 13 toneladas destinava-se ao território francês e outra parte a outros territórios fora da União Europeia”, detalhou a diretora regional da alfândega em Dunkerque, Frédérique Durand.
O pedido público de demissão, nesta terça-feira (17), em protesto contra a guerra no Irã, do diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo (NCTC, na sigla em inglês), Joe Kent, escolhido a dedo pelo presidente Donald Trump, pegou o primeiro escalão do governo de surpresa. Ao sair atirando contra o governo, o oficial mais graduado na missão de desbaratar ações terroristas contra os americanos ilustrou como a decisão da Casa Branca de atacar Teerã fraturou a base de modo inédito e ainda deu fôlego para a crítica da oposição de que as agressões no Oriente Médio, em sua terceira semana, teriam sido teleguiadas por Israel. Os americanos irão às urnas em novembro para decidir quem comandará o Congresso a partir de 2027. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A ONU fez um apelo nesta terça-feira a Israel para que interrompa imediatamente a expansão dos assentamentos na Cisjordânia, que provocou o deslocamento forçado de mais de 36 mil palestinos em um ano, gerando temores de uma “limpeza étnica”.
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Segundo um relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), que engloba o período de novembro de 2024 até outubro de 2025, “o deslocamento de mais de 36 mil palestinos na Cisjordânia ocupada constitui uma expulsão em massa de palestinos de uma magnitude sem precedentes”.
O ACNUDH destaca que “os deslocamentos na Cisjordânia ocupada, que coincidem com o deslocamento em massa de palestinos em Gaza (…) parecem indicar uma política israelense concertada de transferência forçada em massa” nos territórios ocupados, o que gera “preocupações sobre uma limpeza étnica”.
Em 19 de fevereiro, o Alto Comissariado expressou o temor de uma “limpeza étnica” nos territórios palestinos ocupados, apontando uma série de ações israelenses com “a intensificação dos ataques, a destruição metódica de bairros inteiros, a recusa em fornecer ajuda humanitária e as transferências forçadas”.
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O relatório registra, no período analisado, o “avanço ou aprovação, por parte das autoridades israelenses, de 36.973 unidades habitacionais nos assentamentos em Jerusalém Oriental ocupada, e de 27.200 no restante da Cisjordânia”.
Mais de 500.000 israelenses vivem na Cisjordânia, sem contar Jerusalém Oriental, entre quase três milhões de palestinos, em assentamentos que a ONU considera ilegais com base no direito internacional.
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A violência no território palestino ocupado por Israel desde 1967 disparou desde o ataque do movimento islamista Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra na Faixa de Gaza, e prosseguiu apesar do cessar-fogo em vigor em Gaza desde 10 de outubro.
Em seu relatório, o ACNUDH registra 1.732 incidentes de violência cometidos por colonos que causaram vítimas ou danos materiais, contra 1.400 no período anterior, de novembro de 2023 até outubro de 2024.
“A violência dos colonos continuou de maneira coordenada, estratégica e em grande medida impune, com um papel central das autoridades israelenses”, afirma o relatório.
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A “transferência ilegal” de palestinos “constitui um crime de guerra”, afirma o ACNUDH, e “em determinadas circunstâncias” tais atos podem “assemelhar-se a um crime contra a humanidade”.
O chefe do ACNUDH, o austríaco Volker Türk, fez um apelo a Israel para “cessar imediata e completamente a criação e expansão de assentamentos, retirar todos os colonos e acabar com a ocupação” dos territórios palestinos.
Também exigiu que Israel “permita o retorno dos palestinos deslocados e acabe com todas as práticas de confisco de terras, expulsões forçadas e demolição de casas”.
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O relatório destaca ainda o risco maior de deslocamento a que estão expostos milhares de palestinos pertencentes a comunidades beduínas situadas ao nordeste de Jerusalém Oriental devido ao avanço dos projetos de colonização na região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou insatisfação com países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) após ter o pedido de apoio na guerra contra o Irã rejeitado pelos membros do acordo militar. O posicionamento, que ocorre dias após o republicano ter convocado o envio de navios militares por aliados ao Estreito de Ormuz, foi publicado nesta terça-feira na rede social Truth Social.
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Post de Donald Trump no Truth Social
Reprodução: Truth Social
“Os Estados Unidos foram informados pela maioria de nossos ‘aliados’ da OTAN de que não querem se envolver com nossa operação militar contra o regime terrorista do Irã, no Oriente Médio”, diz Trump no início do texto. “Não estou surpreso com esta ação porque sempre considerei a OTAN, onde gastamos centenas de bilhões de dólares por ano protegendo esses mesmos países, como uma via de mão única — Nós os protegeremos, mas eles não farão nada por nós, em particular, em um momento de necessidade”, concluiu.
Em outro momento da nota, o mandatário afirma, ainda, não “necessitar” ou “desejar” mais a assistência dos países da Otan devido ao fato dos EUA terem “tido tanto sucesso militar” nas ofensivas contra o Irã. “Não precisamos da ajuda de ninguém”, concluiu o repúblicano.
Entenda o caso
A guerra de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã “não tem nada a ver com a Otan”, afirmou nesta segunda o porta-voz do governo alemão, depois que Donald Trump pressionou seus aliados a ajudar a desbloquear o Estreito de Ormuz, uma rota marítima fundamental para o mercado mundial de petróleo.
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— A Otan é uma aliança para a defesa do território [de seus membros e, na situação atual], não existe mandato para mobilizar a Otan — declarou o porta-voz alemão, Stefan Kornelius, em entrevista coletiva. — Esta guerra não tem nada a ver com a Otan. Não é a guerra da Otan.
Kornelius respondia, assim, a comentários feitos por Trump horas antes. O presidente republicano disse ao jornal Financial Times que a Aliança Atlântica — cujos membros ele já pressionou anteriormente a aumentar os gastos militares — enfrenta um futuro “muito ruim” se não ajudar a abrir o Estreito de Ormuz, cujo fechamento de fato pelo Irã fez o preço do petróleo ultrapassar os 100 dólares por barril.
Um meteoro que atravessou a atmosfera terrestre na manhã desta terça-feira provocou um forte estrondo ouvido em diferentes estados do nordeste dos Estados Unidos, como Ohio e Pensilvânia. O fenômeno surpreendeu moradores e chegou a causar tremores em residências, segundo relatos locais.
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De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia, o barulho foi resultado da entrada do meteoro na atmosfera em alta velocidade, o que gerou um “boom sônico”. Dados de satélite e sensores sísmicos indicaram que o evento ocorreu pouco antes das 9h (horário local) e foi consistente com a passagem de um objeto espacial.
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Testemunhas relataram nas redes sociais que o impacto sonoro foi forte o suficiente para sacudir casas, derrubar objetos e ser sentido a dezenas de quilômetros de distância. Em alguns casos, o estrondo foi ouvido até em regiões mais afastadas, incluindo áreas do estado de Nova York.
Imagens captadas por câmeras e compartilhadas nas redes sociais mostram uma “bola de fogo” — como é chamado o meteoro visível — cruzando o céu em plena luz do dia, fenômeno considerado raro devido à luminosidade solar.
Registros do Serviço de Meteorologia mostram queda de meteoro
Reprodução | X @NWSPittsburgh
Especialistas explicam que eventos desse tipo são relativamente comuns, mas nem sempre perceptíveis. A maioria dos meteoros se desintegra antes de atingir o solo, liberando energia suficiente para produzir ondas de choque audíveis.
Até o momento, não há registro de feridos ou danos estruturais graves relacionados ao episódio. Autoridades seguem monitorando a região para identificar possíveis fragmentos que possam ter alcançado o solo.
Um navio de guerra da Marinha dos Estados Unidos, que transporta milhares de fuzileiros navais e tripulantes, está a caminho do Oriente Médio e se aproximava do Estreito de Malaca, próximo a Singapura, nesta terça-feira, de acordo com dados de rastreamento marítimo.
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O navio de assalto anfíbio USS Tripoli foi identificado nas proximidades de Singapura, na extremidade sudoeste do Mar do Sul da China, conforme informações do sistema AIS analisadas pela rede americana de notícias CNN. Embora embarcações militares dos EUA frequentemente naveguem com os transponders desligados, a ativação do sistema em áreas de tráfego intenso, como as águas ao redor de Singapura, contribui para maior segurança na navegação.
O navio de assalto anfíbio USS Tripoli, da Marinha dos EUA, em San Diego, na Califórnia
Divulgação: Marinha dos Estados Unidos da América
Segundo três autoridades familiarizadas com o planejamento, o USS Tripoli transporta tropas da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros (MEU), baseada em Okinawa, no Japão. A unidade, composta por cerca de 2.200 militares, foi mobilizada pelo Pentágono como força de resposta rápida, embora não tenham sido divulgados detalhes sobre o destino exato ou a missão.
Questionada, a Marinha dos EUA ainda não prestou esclarecimentos até o momento.
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Uma MEU é formada por quatro componentes: comando, combate terrestre, combate aéreo e logística. Essas unidades são frequentemente empregadas em missões como evacuações e operações anfíbias, incluindo incursões e assaltos a partir do mar, além de contarem com elementos treinados para operações especiais.
Dados do site Marinetraffic.com indicaram a rota de um “navio de guerra americano não especificado” desde Okinawa, em 11 de março, atravessando o Mar do Sul da China e aproximando-se de Singapura a uma velocidade de cerca de 35 km/h.
Com quase 260 metros de comprimento e deslocamento de aproximadamente 45 mil toneladas, o USS Tripoli funciona como um porta-aviões de pequeno porte, equipado com caças furtivos F-35, aeronaves de transporte MV-22 Osprey e embarcações de desembarque capazes de levar tropas diretamente à costa.
O navio é o principal de um grupo anfíbio de prontidão, que normalmente inclui os navios de transporte USS New Orleans e USS San Diego. No entanto, não foi possível confirmar, por meio de dados públicos de rastreamento, se essas embarcações acompanham o Tripoli na missão.
Um tribunal de apelação do Vaticano determinou nesta terça-feira que seja realizado um novo julgamento contra o cardeal Angelo Becciu, ex-assessor do papa Francisco, que foi condenado por desvio de recursos, alegando “erros de procedimento” no primeiro processo.
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Quem é Angelo Becciu, cardeal condenado que tentou desafiar ordem de Francisco para votar no conclave?
A corte afirmou que a sentença, proferida em 2023, continuará válida até a realização do novo julgamento, segundo uma cópia da decisão obtida pela AFP.
Becciu foi, em determinado momento, uma das figuras mais poderosas do Vaticano, assessor de Francisco e até considerado um possível papa, até que uma controversa operação imobiliária em Londres o levou à Justiça e ao ostracismo clerical.
O cardeal italiano foi condenado em 2023 a cinco anos e meio de prisão por fraude em operações financeiras da Santa Sé, além de multa de 8 mil euros (pouco mais de 9 mil dólares). No entanto, ele não está preso e não se espera que cumpra pena até que todos os recursos judiciais sejam esgotados.
A queda de Becciu ocorreu em meio a uma série de reformas promovidas por Francisco para limpar as finanças do Vaticano, historicamente marcadas por irregularidades. Ele é o mais alto integrante da Igreja Católica a comparecer perante o Tribunal Penal do Vaticano, a instância civil do Estado.
O caso teve como foco a compra de um edifício de luxo em Londres, que prejudicou a imagem da Igreja e evidenciou o uso imprudente do Óbolo de São Pedro, a tradicional coleta anual destinada às obras de caridade do papa. A operação também gerou perdas significativas para as finanças do Vaticano.
Na época, Becciu era prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Em 2020, o papa Francisco o forçou a renunciar e retirou seus privilégios de cardeal. Antes disso, ele foi o número dois da Secretaria de Estado entre 2011 e 2018.
Celebrado em 17 de março, o St. Patrick’s Day tem origem na Irlanda como uma data religiosa em homenagem a São Patrício, considerado o responsável por difundir o cristianismo no país. Com o passar do tempo, no entanto, a celebração ultrapassou fronteiras e se transformou em um evento cultural de alcance global, marcado por festas, símbolos típicos e forte apelo popular.
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Segundo relatos históricos, São Patrício não nasceu na Irlanda, mas foi levado ao país ainda jovem como escravo. Após escapar, retornou anos depois como missionário e passou a evangelizar a população local. Uma das tradições mais conhecidas associadas a ele é o uso do trevo de três folhas para explicar a Santíssima Trindade, símbolo que se tornou um dos principais ícones da data.
Festival de Cheltenham, no Hipódromo de Cheltenham, em Cheltenham, no oeste da Inglaterra
Adrian Dennis / AFP
Embora tenha raízes religiosas, o St. Patrick’s Day ganhou características festivas ao longo dos séculos, especialmente fora da Irlanda. A expansão da comemoração está diretamente ligada à imigração irlandesa, que levou costumes e tradições para outros países, onde a data passou a ser celebrada com desfiles, música e encontros em bares.
A cor verde, hoje predominante, nem sempre foi associada à data, mas acabou se consolidando como referência à identidade irlandesa. Outro elemento popular são os leprechauns, ou duendes, figuras do folclore celta frequentemente ligadas à festa, além do uso de roupas e acessórios temáticos.
Pessoas comemoram o dia de São Patrício vestidas de duendes
Divulgação
Atualmente, as celebrações variam de acordo com o local. Em cidades como Dublin há grandes festivais e desfiles. Já em outros países, a data é adaptada a diferentes contextos, com eventos em bares, decoração temática e até comemorações domésticas, que buscam recriar o clima irlandês sem sair de casa.
No Brasil, o St. Patrick’s Day não é feriado, mas vem ganhando espaço nos últimos anos, principalmente em grandes centros urbanos. A celebração costuma reunir música, gastronomia e elementos simbólicos da cultura irlandesa, mostrando como a tradição se reinventou ao redor do mundo.
O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos, Joe Kent, pediu demissão nesta terça-feira e criticou a guerra conduzida pelo governo de Donald Trump contra o Irã. Segundo ele, não é possível “em sã consciência” apoiar a ofensiva.
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Em publicação nas redes sociais, Kent afirmou que o Irã “não representava uma ameaça iminente ao nosso país, e está claro que iniciamos esta guerra devido à pressão de Israel e de seu poderoso lobby nos Estados Unidos”.
A postagem incluía uma carta de renúncia endereçada a Trump, na qual o agora ex-diretor argumenta que autoridades israelenses teriam levado os EUA a se envolver no conflito.
No documento, Kent afirma que houve uma “campanha de desinformação” conduzida por altos funcionários de Israel e pela imprensa, que, segundo ele, teria enfraquecido a plataforma “America First” de Trump e alimentado um sentimento pró-guerra para incentivar o conflito com Teerã.
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Veterano da guerra do Iraque, Kent disse que os argumentos a favor de um ataque ao Irã, e as promessas de uma vitória rápida, lembram o debate que antecedeu a invasão do país em 2003.
Kent também mencionou sua esposa, Shannon, criptógrafa militar morta na Síria.
“Como veterano que foi enviado ao combate 11 vezes e como viúvo de uma ‘Gold Star’, que perdeu sua amada esposa Shannon em uma guerra fabricada por Israel, não posso apoiar o envio da próxima geração para lutar e morrer em um conflito que não traz benefícios ao povo americano nem justifica o custo de vidas americanas”, escreveu.
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Kent havia sido confirmado no cargo em julho do ano passado, por 52 votos a 44 no Senado. Ex-candidato político com ligações a grupos de extrema direita, ele comandava o órgão responsável por analisar e detectar ameaças terroristas.
Antes de integrar a administração Trump, disputou sem sucesso duas eleições para o Congresso pelo estado de Washington. Ele também serviu nas Forças Especiais do Exército americano, com 11 missões como integrante dos “boinas verdes”, e trabalhou posteriormente na CIA.
(Com New York Times)
Dois turistas britânicos ficaram feridos após um balão de ar quente colidir com fios de alta tensão e cair em um campo de futebol no Vale de Teotihuacan, próximo à Cidade do México, na manhã desta segunda-feira (16). Clare Wolstenholme, de 43 anos, está em estado crítico, enquanto seu parceiro, Nicholas Wright, de 49, sofreu ferimentos menos graves.
Segundo informações da Agência Federal de Aviação Civil do México (AFAC), o incidente ocorreu por volta das 8h40, quando a aeronave, registrada como XA-OZY e operada pela empresa Happy Puerto, entrou em contato com cabos de energia. O choque elétrico provocou queimaduras nos ocupantes e teria levado o piloto a perder o controle do balão.
Clare e Nicholas, ambos de Londres, receberam os primeiros atendimentos no local e, em seguida, foram transferidos para um hospital particular na capital mexicana. Imagens que circularam mostram o balão caído e a mobilização de moradores e equipes de emergência na área.
Investigação em andamento
A polícia local abriu investigação para apurar as circunstâncias do acidente. O piloto, identificado como Santiago Torres, foi detido e interrogado. Em nota, a AFAC informou que também iniciou um procedimento administrativo para esclarecer as causas da ocorrência.
O caso reacende preocupações sobre a segurança em passeios de balão. Em 2024, um acidente semelhante no Brasil deixou oito mortos em Praia Grande, no sul de Santa Catarina, destino conhecido pela prática. Na ocasião, o balão pegou fogo antes de cair, com 21 pessoas a bordo. Treze sobreviveram, enquanto vítimas como a médica Leise Herrmann Parizotto e o oftalmologista Andrei Gabriel de Melo estavam entre os mortos, segundo autoridades locais.

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