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Israel afirmou que o Exército do país matou o ministrode Inteligência iraniano, Esmail Khatib, em um ataque na capital, Teerã, um dia depois da morte do chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do país, Ali Larijani. O irã, até o momento, não confirmou oficialmente a morte.
Na terça-feira, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que seu país continuará a alvejar e matar membros da liderança do Irã. “O primeiro-ministro (Benjamin Netanyahu) e eu instruímos as Forças de Defesa de Israel a continuarem a caçar a liderança do regime de terror e repressão no Irã”, disse Katz em um comunicado.
Em atualização
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um homem sem camisa dançando sobre um carro em movimento segundos antes de o veículo se envolver em um acidente na rodovia estadual 361, na cidade de Port Aransas, no Texas, nos Estados Unidos. O caso ocorreu no sábado (14) e é investigado pelas autoridades locais.
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De acordo com o Departamento de Segurança Pública do Texas, o acidente envolveu um Jeep. Um passageiro de 22 anos foi arremessado para a pista com o impacto. Imagens feitas após a colisão mostram o veículo destruído e jovens em trajes de banho próximos ao local, enquanto equipes de resgate prestavam socorro.
Assista:
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Segundo documentos judiciais obtidos pela emissora KIII 3 News, o motorista, identificado como Riley Rhoades, de 24 anos, apresentava níveis de álcool no sangue de 0,14 e 0,12 no teste do bafômetro, acima do limite legal de 0,08 no Texas. Ele foi preso e responde por agressão por embriaguez, permanecendo detido sob fiança de US$ 10 mil.
Outra pessoa envolvida no acidente foi hospitalizada com traumatismo craniano grave. O estado de saúde atualizado não foi divulgado pelas autoridades.
Fiscalização reforçada no “spring break”
A prefeita de Port Aransas, Wendy Moore, afirmou à imprensa local que o período de férias de primavera é um dos principais motores econômicos da cidade, mas também exige atenção redobrada das autoridades. Segundo ela, equipes de emergência são reforçadas e recebem apoio de profissionais de todo o estado para lidar com o aumento do fluxo de visitantes.
Imagens circulam nas redes sociais
Reprodução/X
O tenente Mike Hannon, da polícia local, disse que operações de fiscalização foram intensificadas com apoio do Departamento de Parques e Vida Selvagem do Texas e de policiais rodoviários. Até o momento, ao menos 15 prisões por embriaguez ao volante foram registradas durante a temporada.
Ainda no sábado, outro episódio violento foi registrado na cidade: cinco pessoas foram baleadas após uma briga entre dois grupos em uma praia local. Um adolescente de 17 anos, identificado como Ernesto Castillo, foi apreendido sob suspeita de efetuar os disparos. As vítimas estão em condição estável, segundo a polícia.
Uma adolescente de 17 anos foi presa após um acidente de trânsito que resultou na morte do próprio filho, de seis meses, em Fort Worth. O caso ocorreu na manhã de 7 de março, quando o bebê foi arremessado para fora do veículo durante a colisão, segundo a polícia local.
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De acordo com as autoridades, o acidente aconteceu no cruzamento das ruas Rock Island e Azle Avenue, pouco depois das 7h. Investigadores apontam que a motorista, identificada como Karla Lopez, teria desrespeitado um sinal de parada antes de atingir outro carro.
Bebê não estava preso à cadeirinha
O menino, Sebastian Reyes, não utilizava cinto de segurança no momento do impacto e sofreu ferimentos graves. Ele foi socorrido e levado ao Cook Children’s Medical Center, onde permaneceu internado na unidade de terapia intensiva pediátrica, mas não resistiu e morreu dois dias depois, conforme registros do Gabinete do Médico Legista do Condado de Tarrant.
Familiares relataram, em publicação nas redes sociais, que a criança sofreu lesões cerebrais, inchaço e hemorragia. Uma autópsia deve determinar a causa exata da morte.
Lopez foi atendida com ferimentos leves e, posteriormente, detida. Ela responde por lesão corporal culposa contra uma criança com resultado grave e foi liberada após pagamento de fiança de US$ 30 mil, segundo registros judiciais.
A promotoria ainda avalia se irá agravar as acusações, podendo enquadrar o caso como homicídio culposo ou homicídio por negligência criminosa. Se condenada, a adolescente pode enfrentar pena de até 20 anos de prisão, além de multa.
Não há informações sobre feridos no outro veículo envolvido. O acidente segue sob investigação.
Uma campanha de arrecadação foi criada para ajudar a família com os custos do funeral. Até a manhã desta terça-feira, mais de US$ 2,1 mil haviam sido doados, segundo os organizadores.
O americano Martin Zak, de 36 anos, teve a prisão preventiva mantida sem direito a fiança nesta segunda-feira (16), após ser formalmente acusado de homicídio em primeiro grau pela morte do pai, John Zak. A decisão foi tomada durante audiência no Tribunal do Condado de Douglas, no estado de Nebrasca, onde vieram à tona novos detalhes do caso. Se condenado, ele pode cumprir prisão perpétua.
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Além da acusação principal, Zak também responde por uso de arma de fogo na prática de outro crime, fuga para evitar prisão e furto de veículo. As penas adicionais podem somar décadas de reclusão. A audiência preliminar está marcada para 17 de abril.
Cena do crime e investigação
Segundo a promotoria, o crime ocorreu na noite de 11 de março, quando John Zak não compareceu ao trabalho nem a um encontro de um grupo de jovens, o que levou ao registro de seu desaparecimento. Policiais foram até a residência da família e encontraram sinais de arrombamento na porta dos fundos.
Em depoimento, a mãe do suspeito afirmou que havia deixado o filho em um programa de saúde mental naquele dia e que ele não tinha autorização para permanecer sozinho na casa. Ao retornar, tentou ligar para o marido, mas o telefone tocou no bolso de Martin, que o silenciou rapidamente, de acordo com os promotores.
Durante a vistoria, agentes localizaram sangue na entrada dos fundos e em uma área que levava ao quarto do suspeito, no porão. Em seguida, encontraram restos mortais de John Zak dentro da residência. De acordo com a acusação, partes do corpo também estavam armazenadas em uma sacola sob a varanda e espalhadas dentro e fora da casa.
A investigação aponta ainda que a vítima foi esfaqueada no peito, nas costas e na cabeça. Facas foram recolhidas na máquina de lavar louça.
Martin Zak foi preso na manhã seguinte após uma perseguição policial. Ele dirigia um veículo pertencente ao pai, e a carteira da vítima foi encontrada com ele. As autoridades informaram que o celular do suspeito foi descartado em uma rodovia e que roupas de John Zak com manchas de sangue também foram localizadas.
Registros judiciais indicam que Zak possui antecedentes criminais, incluindo casos de invasão de propriedade, direção imprudente e agressões registradas em diferentes condados do estado.
Uma bomba de grande porte não detonada encontrada em uma fazenda no sul da Colômbia desencadeou uma crise diplomática com o Equador, após suspeitas de que o artefato teria sido lançado durante operações militares na região de fronteira.
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O explosivo foi localizado por agricultores na região de Putumayo, a menos de dois quilômetros da linha divisória entre os dois países. Jornalistas do The New York Times estiveram no local e registraram a presença de um cilindro metálico de quase dois metros, identificado por especialistas como uma bomba do tipo Mark-82, de fabricação americana e amplamente utilizada em operações aéreas.
A bomba foi encontrada entre plantações de coca e bananeiras, próxima à casa de uma família. Moradores relataram que o artefato estava no local desde o início de março, período em que autoridades equatorianas anunciaram ataques aéreos contra grupos ligados ao narcotráfico na região.
— Eu vi dois aviões passando e objetos sendo lançados. Eu só corri — disse Daisy Toro, de 13 anos, que vive na propriedade.
Apesar do impacto, a bomba não explodiu. Parte do detonador foi encontrada nas proximidades, mas a carga principal permanece ativa, segundo especialistas.
De acordo com análises técnicas, o artefato possui potencial destrutivo equivalente a cerca de 192 quilos de TNT. A explosão poderia gerar fragmentos letais em um raio de até 230 metros e uma onda de choque capaz de causar ferimentos a mais de 600 metros de distância.
— É extremamente perigoso que essa munição esteja ali — afirmou o analista militar equatoriano César Gabriel Cedeño, destacando a necessidade de uma operação especializada para remoção.
Troca de acusações
O presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou que há indícios de que a bomba tenha sido lançada por forças equatorianas. Ele ordenou a desativação imediata do explosivo e classificou a situação como grave.
— Precisamos investigar isso a fundo. A bomba está ativa e é perigosa — disse.
O governo do Equador, por sua vez, negou qualquer ação fora de seu território. O presidente Daniel Noboa afirmou que as operações militares do país respeitam seus limites territoriais.
— Estamos agindo em nosso território, não no seu — declarou.
A área onde a bomba foi encontrada é conhecida pela presença de grupos ligados ao tráfico de drogas, como os Comandos de la Frontera, que atuam no cultivo e escoamento de cocaína na região. Moradores relatam viver sob tensão constante, agravada agora pela presença do explosivo.
O petroleiro russo Arctic Metagaz, alvo de sanções, está à deriva no Mar Mediterrâneo, sem tripulação e com um grande rombo no casco, levantando alertas de risco iminente de desastre ambiental. A embarcação transporta gás natural liquefeito (GNL) e permanece fora de controle, segundo autoridades europeias.
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Uma autoridade italiana ligada a um grupo de nove países da União Europeia classificou o navio como uma “bomba ambiental”. O grupo enviou uma carta conjunta à Comissão Europeia pedindo medidas diante da situação.
O Arctic Metagaz foi gravemente danificado no início do mês em um suposto ataque com drone naval próximo às águas de Malta. A Ucrânia não comentou as informações sobre possível envolvimento.
Após o incidente, o navio passou a se deslocar em direção ao sul, afastando-se das águas italianas e da ilha de Lampedusa, com rumo à Líbia. Autoridades da Itália e de Malta monitoram o trajeto.
Risco de explosão e poluição
O secretário do Conselho de Ministros da Itália, Alfredo Mantovano, afirmou que os riscos são “enormes” e que a embarcação pode “explodir a qualquer momento”.
Além do GNL, o navio transporta cerca de 450 toneladas de óleo combustível e 250 toneladas de diesel, ampliando o potencial de incêndio e poluição. Na tarde de terça-feira, estava a 83 quilômetros das águas territoriais italianas e a 40 quilômetros da zona de busca e resgate atribuída à Líbia.
A embarcação havia partido do porto russo de Murmansk em fevereiro. No início de março, foi atingida por explosões e pegou fogo. O presidente russo, Vladimir Putin, classificou o episódio como um “ataque terrorista” e atribuiu a responsabilidade à Ucrânia.
‘Frota fantasma’ e ataques recentes
Segundo a Ucrânia, embarcações desse tipo integram uma “frota fantasma” que transporta petróleo e gás russos sob sanções, muitas vezes com transponders desligados para driblar restrições. O país considera esses navios alvos legítimos, alegando que a receita obtida financia a guerra.
O texto também menciona ataques russos contra infraestrutura energética civil ucraniana, que deixaram parte da população sem água quente e aquecimento durante o inverno.
Nos últimos meses, houve aumento de ataques com drones contra petroleiros russos. Em dezembro, o serviço de inteligência ucraniano afirmou ter inutilizado três embarcações em duas semanas, incluindo o Dashan, que sofreu “danos críticos”. Outro caso citado envolve o petroleiro Quendil, atingido no Mediterrâneo.
Alerta ambiental máximo
A tripulação do Arctic Metagaz foi resgatada pela guarda costeira da Líbia após o ataque, deixando o navio sem operadores. Autoridades portuárias líbias chegaram a informar que a embarcação havia afundado, o que não se confirmou.
O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) declarou estar em “alerta máximo” diante do risco de vazamento. A área onde o navio se encontra é considerada de “valor ecológico excepcional” e abriga diversas espécies protegidas.
Um incêndio de grandes proporções no topo de um arranha-céu em Midtown Manhattan, em Nova York, mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros (FDNY) na manhã desta terça-feira (17), a poucas horas do St. Patrick’s Day. A ocorrência gerou uma densa coluna de fumaça preta nas proximidades do trajeto do tradicional desfile, sem impactar o evento.
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O fogo começou por volta das 9h45 (horário local) no telhado do edifício localizado no número 6 da Rua 43 Leste, entre a Quinta Avenida e a Avenida Madison, a cerca de um quarteirão do ponto inicial do desfile. Segundo o vice-chefe do FDNY, Brian Whiston, as chamas atingiram uma torre de resfriamento, parte do sistema de climatização (HVAC), exigindo uma operação ampla das equipes.
Confira:
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Fogo controlado e evacuação
De acordo com Whiston, o incêndio foi controlado em menos de 90 minutos. O prédio, que passa por obras de reforma, foi evacuado, e havia preocupação inicial de que operários pudessem estar presos. Posteriormente, o vice-chefe confirmou que todos os trabalhadores foram localizados em segurança.
“O retorno às atividades será acompanhado por bombeiros e inspetores para garantir o cumprimento das normas”, afirmou Whiston em coletiva.
Três pessoas — entre elas um tenente do serviço de emergência médica e um policial — sofreram ferimentos leves por inalação de fumaça.
O incêndio no prédio alto está a um quarteirão do ponto de partida do Desfile do Dia de São Patrício.
Captura de tela/Redes sociais/CBS News Nova York
Desfile mantido
Apesar da proximidade do incidente, o desfile de St. Patrick’s Day começou no horário previsto, às 11h, saindo da Rua 44 em direção à Rua 79, reunindo cerca de 2 milhões de pessoas ao longo da Quinta Avenida.
“O incêndio não afetou o desfile, mas não estava em um local conveniente”, disse Whiston.
Um alerta emitido pelo sistema Notify NYC orientou a população a esperar congestionamentos, interdições de ruas e impactos no transporte público devido à presença das equipes de emergência na região. A causa do incêndio ainda é investigada.
Um relatório das Nações Unidas aponta que a maioria das 4,9 milhões de mortes de crianças registradas em 2024 poderia ter sido evitada. O documento alerta que os cortes recentes na ajuda internacional colocam em risco a meta global de acabar com mortes infantis evitáveis até 2030.
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Segundo a análise, o ritmo de avanço na redução da mortalidade de crianças menores de cinco anos desacelerou cerca de 60% desde 2015. Para especialistas, a tendência compromete o cumprimento dos objetivos globais e exige reforço imediato nos investimentos em saúde básica.
— Nenhuma criança deveria morrer de doenças que sabemos como prevenir — afirmou Catherine Russell, citando “sinais preocupantes” de estagnação no progresso, de acordo com o jornal inglês The Guardian.
Os dados mostram que a África Subsaariana e o Sul da Ásia concentram as piores taxas de mortalidade infantil. Nessas regiões, as mortes de recém-nascidos representam quase metade dos óbitos entre crianças menores de cinco anos.
Entre as principais causas estão parto prematuro, pneumonia e complicações durante o nascimento. Doenças infecciosas também seguem relevantes — a malária responde por cerca de 17% das mortes após o primeiro mês de vida.
A desnutrição aparece como fator crítico: cerca de 100 mil crianças morreram diretamente por desnutrição aguda grave em 2024, com maior incidência em países como Paquistão, Somália e Sudão. Além disso, a condição está associada a uma parcela significativa das mortes por outras doenças.
Cortes agravam cenário
O relatório destaca que todas essas causas são evitáveis com vacinação, acesso a cuidados básicos e fortalecimento dos sistemas de saúde. No entanto, a redução do financiamento internacional tem levado ao fechamento de unidades médicas.
Dados do Global Health Cluster indicam que 6.600 instalações de saúde foram impactadas por cortes em 2024, sendo que um terço teve de encerrar atividades.
— Os cortes na ajuda humanitária estão levando ao aumento de mortes evitáveis e ameaçando serviços essenciais — afirmou Abdurahman Sharif.
Especialistas alertam que o cenário atual pode reverter avanços conquistados nas últimas décadas. Além da falta de financiamento, conflitos armados e a crise climática ampliam a pressão sobre sistemas de saúde já fragilizados.
Para Danzhen You, a combinação desses fatores compromete programas de vacinação, combate à malária, nutrição e cuidados no período neonatal.
— Quando o financiamento é reduzido, os serviços são interrompidos e a vida das crianças fica mais vulnerável — disse.
A avaliação da ONU é de que, sem investimento contínuo, o mundo não apenas deixará de atingir a meta de 2030, como poderá assistir a um retrocesso nos indicadores de sobrevivência infantil.
As Forças Armadas da Coreia do Sul suspenderam todos os exercícios de tiro com armas de pequeno porte, incluindo rifles e pistolas, após uma criança ser atingida por um objeto suspeito de ser uma bala perdida.
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O caso ocorreu em um parquinho na cidade de Daegu, onde uma estudante do ensino fundamental foi ferida próximo ao pescoço. Ela foi levada ao hospital e recebeu alta posteriormente, segundo a mídia local.
O local do incidente fica a cerca de 1,5 km de um campo de tiro militar, onde, no momento, era realizado um exercício com munição real. As autoridades investigam se há relação entre a atividade militar e o ferimento da criança.
Histórico de incidentes com civis
O campo de tiro foi construído em 1995 e possui barreiras de proteção projetadas para conter projéteis. Exercícios com munição real no país costumam ocorrer sem incidentes, embora casos envolvendo civis sejam registrados ocasionalmente.
Em 2020, uma assistente de campo de golfe foi atingida na cabeça por uma bala na província de Jeolla do Sul, em um caso ligado a um campo de tiro militar próximo. Ela precisou passar por cirurgia de emergência.
No ano passado, as Forças Armadas também suspenderam atividades após caças lançarem bombas acidentalmente sobre um vilarejo na cidade de Pocheon, deixando quase 30 civis feridos. Na ocasião, foram interrompidos exercícios com munição real e voos de treinamento.
A investigação sobre o caso em Daegu está em andamento.
Um navio-tanque russo danificado após um suposto ataque com drones está à deriva no Mediterrâneo central e passou a ser tratado como uma potencial “bomba-relógio” ambiental por autoridades europeias. A embarcação, carregada com grandes quantidades de gás natural liquefeito (GNL) e combustível, preocupa Itália e Malta pelo risco de vazamento e desastre ecológico.
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De acordo com a CNN Portugal, o navio, identificado como Arctic Metagaz, transporta cerca de 900 toneladas de diesel e mais de 60 mil toneladas de GNL. Sem tripulação e sem controle de navegação, ele permanece à deriva entre Malta e a ilha italiana de Lampedusa há vários dias.
Imagens aéreas mostram a embarcação com danos significativos, inclinada e com um rasgo na lateral, além de sinais de material vazando para o mar. O incidente teria ocorrido no início de março, quando o navio foi alvo de um ataque com drones em águas internacionais, segundo o governo russo. Moscou classificou o episódio como um “ato de terrorismo” e atribuiu a ação à Ucrânia, que não comentou o caso.
A tripulação, formada por cerca de 30 pessoas, abandonou o navio após um incêndio a bordo. Alguns sofreram queimaduras e foram resgatados pela Guarda Costeira da Líbia.
Desde então, a embarcação se transformou em uma preocupação crescente para autoridades italianas. O governo da primeira-ministra Giorgia Meloni realizou reuniões de emergência e decidiu que o navio não deve ser levado a portos italianos, devido ao alto risco.
— Trata-se de uma bomba-relógio cheia de gás — disse um representante do governo italiano envolvido nas discussões.
Equipes de emergência e rebocadores foram posicionados na região, prontos para atuar em caso de agravamento da situação. No domingo, o navio estava a cerca de 32 quilômetros da ilha de Linosa, no sul da Itália.
Especialistas ambientais alertam que um eventual vazamento pode ter consequências graves e duradouras. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), a carga do navio é “extremamente perigosa” e pode gerar incêndios, contaminação da água e danos irreversíveis à vida marinha.
A área onde o navio se encontra é considerada uma das mais ricas em biodiversidade do Mediterrâneo, rota de espécies como atum-rabilho e espadarte, além de abrigar ecossistemas sensíveis. Além do risco ambiental, o caso também expõe a chamada “frota fantasma” da Rússia — navios antigos utilizados para driblar sanções internacionais impostas após a invasão da Ucrânia em 2022.

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