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O bombardeio de uma escola iraniana no primeiro dia da guerra no Oriente Médio matou 155 pessoas, incluindo 120 crianças, segundo um balanço revisado para baixo divulgado nesta terça-feira pela televisão estatal IRIB. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou no final de março perante a ONU que “mais de 175 estudantes e professores” tinham sido “massacrados a sangue frio” no ataque de 28 de fevereiro.
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Mas, segundo o novo balanço divulgado pela IRIB e outras mídias, citando um alto cargo do Judiciário iraniano, no bombardeio morreram 155 pessoas, incluindo “73 meninos, 47 meninas, 26 professores, sete pais”. Também faleceram o motorista de um veículo escolar e um farmacêutico da clínica próxima à escola de Minab.
O ataque ocorreu no primeiro dia da ofensiva conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã, que respondeu com bombardeios contra o território israelense e outros países da região. O governo iraniano acusou o Exército dos Estados Unidos pelo ataque, embora, inicialmente, o presidente Donald Trump tenha negado qualquer responsabilidade de seu país.
Posteriormente, Trump disse que “acataria” o resultado da investigação iniciada pelo Pentágono. Segundo o jornal The New York Times, que cita autoridades americanas e fontes próximas à investigação, o projétil foi lançado pelo Exército dos Estados Unidos e atingiu a escola por erro.
A AFP determinou que o edifício ficava próximo de dois locais controlados pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), o poderoso exército ideológico do Irã.
As plantações de coca na Colômbia aumentaram 18% durante o governo de Gustavo Petro, segundo dados da polícia divulgados nesta segunda-feira, em meio a uma onda de violência de grupos de narcotraficantes às vésperas das eleições presidenciais de 31 de maio. O último dado das Nações Unidas sobre a área plantada data de 2023, quando registrou um recorde de 253 mil hectares de folhas de coca, matéria-prima para a produção de cocaína. A Colômbia é o maior fornecedor mundial dessa droga.
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Petro questionou a metodologia do relatório da ONU e afirma que ele inclui milhares de hectares que não entraram na cadeia do narcotráfico. Durante um discurso nesta segunda-feira, Petro apresentou dados da polícia mostrando que, em meados de 2022, quando assumiu a presidência, estavam registrados 218.246 hectares de plantações de coca, em comparação com 258.144 hectares no final de 2025.
Em setembro do ano passado, os Estados Unidos decidiram retirar a certificação da Colômbia como aliada no combate ao narcotráfico, considerando que o país não estava fazendo o suficiente para combater o tráfico de drogas. Essa medida exacerbou uma crise diplomática entre os aliados de longa data, que já havia sido resolvida.
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Os grupos armados ilegais na Colômbia são financiados principalmente pelo narcotráfico e pela mineração ilegal. Isso também constitui o principal combustível da violência. Uma série de ataques contra civis e forças de segurança, atribuídos a guerrilheiros que não aceitaram o acordo de paz de 2016, deixou 21 mortos e dezenas de feridos no fim de semana no sudoeste da Colômbia.
“Não há caos na segurança como está sendo noticiado”, disse o presidente colombiano, que por lei não poderá concorrer à reeleição nas próximas eleições.
O curioso caso de autores “malditos” que viram moda na China mostra que a censura, mesmo implacável, também pode surpreender. Nem Franz Kafka poderia imaginar tal metamorfose. O escritor tcheco, que foi banido em seu país no período comunista, é artigo pop na China. No bairro universitário de Kunming, no sul, ele é celebrado com uma série de badulaques numa livraria moderninha. Um ímã de geladeira estampa o rosto e uma frase do autor em mandarim: “Enquanto você não parar de subir, os degraus seguirão crescendo sob seus pés”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
No obscuro mercado global de ouro, onde terroristas, traficantes de drogas e ditadores lavam ouro extraído ilegalmente e o injetam no mercado convencional, um dos principais fornecedores afirma que os compradores podem confiar na pureza e na origem ética de seu produto. A Casa da Moeda Real Canadense afirma ser capaz de rastrear todo o seu ouro até sua origem, utilizando tecnologias de ponta, incluindo um software semelhante ao Bitcoin chamado Bullion Genesis. A Casa da Moeda, que conta com o apoio do governo canadense, garante aos compradores que não refina ouro ligado a “grupos armados não estatais ilegítimos”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A candidata presidencial de direita Paloma Valencia afirmou nesta segunda-feira que o governo da Colômbia a informou sobre um plano para assassiná-la, supostamente orquestrado por guerrilheiros dissidentes das Farc, responsáveis pelos ataques mortais contra civis no fim de semana. A quase um mês das eleições de 31 de maio, a violência se intensificou no país após a pior ofensiva rebelde nas últimas três décadas. Uma bomba e outros ataques no sudoeste da Colômbia deixaram 21 mortos entre sexta-feira e domingo.
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“Fui informada pelo ministro da Defesa, pelo ministro do Interior e pelo diretor da polícia nacional de que um grupo narcoterrorista colocou novamente preço pela minha cabeça”, declarou Paloma, terceira colocada nas pesquisas.
A herdeira política do popular ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010) afirmou que um integrante dissidente do Estado-Maior Central (EMC) das Farc recebeu o equivalente a cerca de R$ 561 mil (R$ 2,8 milhões) para assassiná-la.
A denúncia de Valencia se soma às dos outros dois favoritos nas pesquisas, que também tornaram públicas ameaças de morte. A candidata é uma crítica ferrenha do primeiro governo de esquerda no poder na Colômbia, liderado pelo presidente Gustavo Petro, por considerá-lo negligente em relação aos grupos armados.
A oposição afirma que as negociações de paz fracassadas do governo com a maioria das organizações acabaram dando espaço para que esses grupos se fortalecessem.
“A Colômbia não pode continuar com um governo que se tornou cúmplice do narcoterrorismo e que implementou essa ‘paz total’ que tem sido excelente para os criminosos e muito custosa para os colombianos”, afirmou Valencia.
Equipes de resgate foram mobilizadas nesta terça-feira (28, data local) para buscar sobreviventes da colisão entre dois trens nas imediações de Jacarta, a capital da Indonésia, que deixou ao menos sete mortos e dezenas de feridos. O acidente ocorreu próximo à estação de Bekasi Timur, a 25 km da capital da Indonésia.
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Anne Purba, porta-voz da operadora ferroviária estatal KAI, disse à televisão local na manhã desta terça (noite de segunda em Brasília) que o choque entre as composições deixou sete mortos e 81 feridos. A funcionária acrescentou que os socorristas enfrentavam dificuldades para alcançar dois sobreviventes que continuam presos entre os destroços.
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Uma sobrevivente relatou à AFP os momentos de terror que vivenciou depois que um trem de longa distância se chocou contra a composição de proximidade em que estava, que havia parado sobre os trilhos.
“Pensei que ia morrer”, contou Sausan Sarifah, de 29 anos, de sua cama no hospital RSUD Bekasi, onde foi internada com um braço quebrado e um corte profundo em uma coxa. “Não tivemos tempo de nos levantarmos para sair e todo o mundo ficou amontoado dentro do trem, esmagados uns contra os outros. Não sei como está a pessoa que estava embaixo de mim”, acrescentou.
Seu temor era morrer asfixiada na aglomeração de pessoas, e que alguns dos que ficaram presos na parte de baixo não sobreviveriam. Segundo Franoto Wibowo, outro porta-voz da KAI, um táxi aparentemente esbarrou no trem de proximidade em uma passagem de nível, o que fez com que parasse nos trilhos, onde foi atingido.
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Segundo o chefe de polícia de Jacarta, Asep Edi Suheri, um trem de longa distância colidiu com o último vagão do outro comboio, reservado para mulheres. O vice-presidente da Câmara dos Deputados da Indonésia, Sufmi Dasco Ahmad, advertiu que o balanço de vítimas pode aumentar.
No meio da noite, as equipes de resgate pediam cilindros de oxigênio, enquanto as ambulâncias aguardavam em uma fila sinuosa, com as luzes de emergência acesas. O acidente causou “danos importantes em vários vagões”, ressaltou a agência de busca e resgate de Jacarta em um comunicado.
As 240 pessoas a bordo do trem de longa distância foram removidas sãs e salvas, assegurou Anne Purba. Os acidentes de transporte são frequentes nesse país do Sudeste Asiático, um vasto arquipélago onde os ônibus, trens e aviões carecem da manutenção necessária.
As autoridades mexicanas anunciaram nesta segunda-feira a captura de dois criminosos de alto escalão, um deles um aliado próximo do falecido fundador do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG) e seu potencial sucessor. Nemesio “El Mencho” Oseguera morreu em fevereiro após ser ferido em uma troca de tiros com soldados mexicanos no estado de Jalisco, no oeste do país, o que desencadeou uma onda de bloqueios de rodovias e confrontos com as forças de segurança, deixando mais de 70 mortos. Audias Flores Silva era o “braço direito” de El Mencho até a morte deste, disse o analista de segurança David Saucedo à AFP.
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Ele havia sido acusado de forjar uma aliança entre o CJNG e os “Chapitos”, a facção do cartel de Sinaloa liderada pela família de Joaquín “El Chapo” Guzmán, acrescentou Saucedo, citando fontes da inteligência americana e mexicana.
O think tank Insight Crime descreveu Flores Silva, apelidado de “O Jardineiro” (El Jardinero), como um dos possíveis sucessores de El Mencho.
As forças especiais da Marinha mexicana capturaram Flores Silva no estado de Nayarit, no oeste do país, disse o secretário de Segurança, Omar Garcia Harfuch, no X. O homem detido é “procurado pelas autoridades americanas com o objetivo de extraditá-lo”, acrescentou Harfuch.
Anteriormente, o governo do estado de Tamaulipas, no nordeste do país, informou a prisão de Alexander “N”, membro de uma quadrilha criminosa que atua perto da fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua captura provocou pelo menos oito bloqueios de rodovias por grupos criminosos nas estradas que circundam a cidade fronteiriça de Reynosa.
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O porta-voz das forças de segurança de Tamaulipas afirmou que as autoridades restabeleceram o controle e que ninguém ficou ferido durante os ataques.
Veículos de imprensa mexicanos identificaram o criminoso como Alexander Benavides Flores, ou “R9”, chefe do grupo Los Metros. Os Metros são uma das facções do Cartel do Golfo, enfraquecidas ao longo da última década após a captura de seus líderes.
A cidade de Reynosa tem 690 mil habitantes e fica do outro lado do rio, em frente a McAllen, no Texas.
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, pressionou sua homóloga mexicana, Claudia Sheinbaum, para que intensifique o combate às gangues do crime organizado. Sheinbaum rejeitou repetidamente as ofertas dos EUA de ataques com drones ou tropas terrestres para combater os cartéis mexicanos.
Um dinossauro animatrônico de aproximadamente 60 toneladas pegou fogo após ser atingido por um raio em um parque temático na cidade de Derby, no estado do Kansas, nos Estados Unidos. O incidente, no último sábado (25), ocorreu durante condições climáticas severas. As labaredas podiam ser vista à distância, como mostra um vídeo conseguido pela emissora de televisão KSNW, que opera na região.
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A atração fazia parte do parque “Field Station: Dinosaurs” e representava um Sauroposeidon com cerca de 30 metros de comprimento, sendo uma das maiores estruturas do local. Esse exemplar é uma rélica de um dos maiores dinossauros dos quais se tem registro, com destaque para o pescoço comprido. O animal tinha um tamanho que podia variar de 28 a 34 metros.
Após a descarga elétrica, o modelo foi rapidamente tomado pelas chamas. Equipes do Corpo de Bombeiros de Derby foram acionadas e conseguiram conter o incêndio, evitando que o fogo se espalhasse para outras áreas do parque ou atingisse outras atrações. O Corpo de Bombeiros de Mulvane e o Distrito de Bombeiros nº 1 do Condado de Sedgwick também prestaram auxílio. Apesar da destruição significativa do dinossauro, não houve relatos de feridos.
Dinossauro de parque temático ficou destruído ao pegar fogo após ser atingido por um raio
Reprodução / Facebook
Mesmo com o ocorrido, o parque reabriu no dia seguinte, permitindo que visitantes vissem o que restou da estrutura. A administração estuda agora se irá restaurar completamente o dinossauro, o que pode custar centenas de milhares de dólares, ou manter parte dele danificada como forma educativa, segundo o site People.
O parque ocupa uma área de cerca de 10 acres e conta com mais de 40 dinossauros animatrônicos em tamanho real, além de apresentações ao vivo, jogos e atividades como escavação de fósseis, sendo uma atração voltada ao entretenimento e educação sobre a era pré-histórica.
O Ministério das Relações Exteriores confirmou nesta segunda-feira a morte de brasileiros decorrente de um ataque de Israel ao Líbano. As vítimas são uma criança de 11 anos e sua mãe. O conflito no território libanês é parte de uma expansão da guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã. Apesar de o Estado libanês não participar do conflito, o Hezbollah, grupo armado aliado à República Islâmica, atua no Líbano e conduz a ofensiva contra as forças israelenses. No domingo, apesar do cessar-fogo acordado entre Israel e o grupo xiita, uma nova ofensiva militar ocorreu em território libanês, onde mais de 2.500 pessoas já morreram em decorrência do conflito, que também provocou o deslocamento de mais de um milhão de pessoas.
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“O governo brasileiro tomou conhecimento, com consternação e pesar, das mortes, em 26/4, de criança brasileira, de 11 anos, de sua mãe, também brasileira, e de seu pai libanês, vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel”, diz o comunicado do Itamaraty, que criticou ainda o uso da força e os ataques de Israel contra o território libanês:
“Esse ataque constitui mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, assim como de uma jornalista e de dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil)”.
O Líbano abriga a maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, cerca de 22 mil cidadãos do Brasil viviam no país em 2023.
Em meio ao frágil cessar-fogo no Líbano, o presidente Joseph Aoun criticou o Hezbollah nesta segunda-feira, afirmando que “a traição é cometida por aqueles que levam seu país à guerra para alcançar interesses estrangeiros”. Em comunicado divulgado por seu gabinete, Aoun também recusou todo acordo “humilhante” com Israel no termo das negociações, cuja última rodada foi mediada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou a extensão da trégua no território libanês por três semanas, na última quinta-feira — apesar de os confrontos entre as partes seguirem desde então.
“Informamos ao lado americano, que conduz os esforços – o que foi apreciado – desde o primeiro momento, que um cessar-fogo é um primeiro passo necessário para quaisquer negociações subsequentes” com Israel, disse o presidente libanês.
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Na última quinta-feira, quando Trump anunciou a extensão do cessar-fogo, o Departamento de Estado americano afirmou, em comunicado, que “Israel não realizará nenhuma operação militar ofensiva contra alvos libaneses, incluindo alvos civis e militares, bem como outros alvos estatais em território libanês, por terra, mar e ar”. Mas, desde então, a realidade é outra.
O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Oriente Médio no início de março, quando lançou foguetes contra Israel em vingança pela morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Israel, então, respondeu com bombardeios e uma invasão terrestre.
Apesar dos recorrentes ataques e de dizer que o grupo continuará a lutar contra a “agressão” israelense no sul do Líbano, o líder do Hezbollah pediu, também nesta segunda-feira, o retorno das negociações indiretas com Israel.
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Em paralelo ao apelo e às críticas de Aoun, as Forças Armadas israelenses (IDF, na sigla em inglês) afirmaram que mataram três membros do Hezbollah em um ataque aéreo próximo à linha de defesa no sul do Líbano, no domingo. As IDF também informaram que várias estruturas militares do grupo foram atingidas na mesma área, incluindo o que descreveu como o quartel-general do setor de Bint Jbeil.
Leia a íntegra da nota do governo brasileiro
“O governo brasileiro tomou conhecimento, com consternação e pesar, das mortes, em 26/4, de criança brasileira, de 11 anos, de sua mãe, também brasileira, e de seu pai libanês, vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel. Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado. A família encontrava-se em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no Sul do Líbano, no momento do bombardeio.
Esse ataque constitui mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, assim como de uma jornalista e de dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).
Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah. Condena, ainda, as demolições sistemáticas de residências e de outras estruturas civis no sul do Líbano, levadas a efeito, ao longo das últimas semanas, pelas forças israelenses, e a persistência do deslocamento forçado de mais de um milhão de libaneses.
Nesse contexto, o Brasil exorta as partes ao cumprimento integral dos termos da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que estabeleceu os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra de 2006, e à imediata cessação das hostilidades, com a retirada completa das forças israelenses do território libanês.
A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência consular, incluindo para o filho hospitalizado”.
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão sendo “humilhados” pelo Irã e criticou a condução americana da guerra, apontando falta de estratégia e dificuldades nas negociações diplomáticas, segundo a rede CNN.
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De acordo com Merz, Washington entrou no conflito sem definir objetivos claros e agora enfrenta obstáculos para encerrar os combates. Durante visita a uma escola em Marsberg, no centro da Alemanha, ele disse que o Irã tem se mostrado mais eficiente no campo diplomático.
— Os iranianos são claramente muito habilidosos em negociar, ou melhor, em não negociar — afirmou. — Eles permitem que os americanos se desloquem para reuniões e retornem sem qualquer resultado.
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O chanceler comparou a situação atual às guerras no Iraque e no Afeganistão, citando os riscos de intervenções militares sem planejamento de longo prazo.
— Toda essa situação é, no mínimo, mal planejada. No momento, não consigo ver qual estratégia de saída os americanos estão adotando — disse.
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Merz reiterou que a Alemanha defende o fim rápido do conflito, diante dos impactos crescentes sobre a economia global.
Berlim integra uma coalizão liderada por Reino Unido e França para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz após a tentativa de estabelecimento de um cessar-fogo permanente. Segundo o chanceler, o governo alemão se ofereceu para enviar navios caça-minas para ajudar a desobstruir a rota.
— Podemos ajudar nisso, mas primeiro os combates precisam acabar. No momento, não vejo como isso pode acontecer no curto prazo — destacou.
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Ele também avaliou que o Irã demonstrou força maior do que o esperado, enquanto os EUA não apresentaram uma estratégia de negociação consistente.
As perspectivas de avanço diplomático diminuíram após o presidente americano, Donald Trump, cancelar, no sábado, a viagem de seus enviados, Steve Witkoff e Jared Kushner, a Islamabad, no Paquistão.
Em paralelo, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, viajou nesta segunda-feira para a Rússia, após o fracasso de negociações realizadas no Paquistão e em Omã.

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