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O ministro das Relações Exteriores paquistanês, Ishaq Dar, afirmou neste domingo (12) que o Paquistão seguirá mediando as negociações entre Irã e Estados Unidos. A afirmação foi feita após longa conversa entre as partes na capital Islamabad para avaliar o fim da guerra. Não houve acordo.
“O Paquistão tem desempenhado e continuará desempenhando seu papel para facilitar o engajamento e o diálogo entre a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América nos próximos dias”, disse Ishaq Dar, segundo um comunicado do ministério.
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Ele também afirmou que ele e o chefe do Exército, Asim Munir, ajudaram a mediar diversas rodadas de “negociações intensas e construtivas entre os dois lados”.
Em meio ao avanço do crime e à instabilidade política, o Peru vai às urnas neste domingo para escolher um novo presidente entre 35 candidatos — um número recorde. Segundo a última pesquisa da Ipsos, divulgada a uma semana da votação, a candidata Keiko Fujimori, que disputa a Presidência pela quarta vez, liderava com 15% das intenções de voto. A disputa pela outra vaga no segundo turno aparece acirrada entre o comediante Carlos Álvarez (8%) e o ex-prefeito de Lima Rafael López Aliaga (7%), todos alinhados à direita. O atual presidente interino, José María Balcázar, não pode concorrer. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Após 16 anos, um ícone da extrema direita global pode ser derrotado hoje, quando os húngaros vão às urnas para decidir o futuro do eurocético e pró-Rússia Viktor Orbán, de 62 anos. Se o resultado colocar um fim à “democracia iliberal” no país, abrirá caminho para uma Europa menos fragmentada por divisões geopolíticas. Mas, se Orbán se mantiver no poder, a vitória confirmará a força da onda favorável à extrema direita no mundo. Líderes europeístas torcem pela mudança. Os confrontos da Hungria de Orbán com a União Europeia (UE) e o alinhamento do conservadorismo húngaro ao projeto americano de desmonte da ordem liberal do pós-Segunda Guerra fazem da eleição parlamentar húngara um dos pleitos mais importantes da Europa neste ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Os astronautas da Missão Artemis II, primeiros que viajaram à órbita da Lua em mais de 50 anos, retornaram com sucesso ao planeta Terra na última sexta-feira à noite. A missão não chegou ao solo lunar, mas marcou um importante passo para retorno humano ao satélite natural e para sua potencial ocupação permanente, que está nos planos da Agência Espacial Americana (Nasa).
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Mas afinal, para quando está prevista a próxima viagem para levar astronautas de fato à superfície da Lua? Entre 1969 e 1972, a Nasa chegou a levar 12 pessoas ao satélite como parte do projeto nomeado como Apollo. Agora, o planejamento da agência é que, na quarta etapa do projeto Artemis, prevista para 2028, astronautas cheguem novamente ao solo da Lua.
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Na Missão Artemis IV, astronautas viajarão até a órbita lunar, e dois membros da tripulação descerão à superfície da Lua e passarão aproximadamente uma semana perto do polo sul do satélite conduzindo pesquisas antes de retornar à órbita lunar para se reunir com o restante da tripulação e iniciar a viagem de retorno à Terra.
De acordo com a Nasa, a previsão para a Artemis IV é início de 2028, data que permanece inalterada desde meados de 2025. Se bem sucedida, o ser humano voltará a pisar na lua quase 60 anos depois que a Missão Apollo 11 conseguiu o primeiro pouso tripulado no satélite da história, em 20 de julho de 1969.
O objetivo do projeto Artemis como um todo é enviar astronautas em missões cada vez mais difíceis para explorar mais a Lua e construir a base para as primeiras missões tripuladas até Marte. A Artemis I foi lançada em 2022, uma viagem não tripulada em que a cápsula percorreu milhares de quilômetros além da Lua ao longo de uma missão de cerca de três semanas.
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Nasa
A Artemis II, recém-concluída, foi o primeiro voo tripulado do projeto. Já a Artemis III, prevista para 2027, pretende lançar uma tripulação na Orion em órbita baixa da Terra, apenas para testar as capacidades de encontro e acoplamento entre a cápsula e as espaçonaves de pouso comerciais necessárias para levar astronautas à superfície da Lua. As espaçonaves são da SpaceX e da Blue Origin, empresas dos milionários Elon Musk e Jeff Bezos.
No ano seguinte, a grande expectativa é que a Artemis IV leve novamente dois astronautas para a superfície lunar, pela primeira vez neste século. Em seguida, como parte da Artemis V, a Nasa pretende realizar missões subsequentes até o solo lunar aproximadamente uma vez ao ano.
A longo prazo, o objetivo da agência é ampliar a exploração da Lua em busca de descobertas científicas e benefícios econômicos, além de estabelecer uma presença humana duradoura na superfície lunar e preparar o caminho para enviar os primeiros astronautas até Marte. Para alcançar isso, a Nasa anunciou uma abordagem em fases para a construção de uma base lunar.
Simulação da Nasa de uma base lunar.
Nasa
Enquanto o planeta acompanhava, embevecido, as imagens da missão americana Artemis II na órbita da Lua, a China, aqui na Terra, avança no desenvolvimento científico. Não é apenas no espaço que EUA e China disputam a liderança. E, a despeito do que as belas fotos americanas do mundo da Lua sugerem, são os chineses que lideram. A China se tornou a maior superpotência do mundo em investimento em ciência, mas não só. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Enquanto delegações diplomáticas de EUA e Irã participavam de uma rodada inicial de negociações no Paquistão no sábado, o Estreito de Ormuz voltou a ser palco das tensões entre militares dos países. O Comando Central dos EUA (Centcom) indicou que dois navios contratorpedeiros teriam atravessado o estreito, dando início a uma operação para retirada de minas explosivas da importante rota para o mercado mundial de petróleo e gás. A alegação sobre a travessia foi rejeitada por Teerã, embora mensagens de rádio indiquem que um confronto real pode ter chegado perto de acontecer.
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Um diálogo por rádio entre militares americanos e iranianos foi gravado por uma embarcação civil que estava próxima ao local. O conteúdo da gravação foi publicado pelo jornal Wall Street Journal, dos EUA, e mostra que a Marinha iraniana chegou a fazer um ultimato aos navios americanos.
— Este é o último aviso. Este é o último aviso — dizem os militares na mensagem por rádio gravada.
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O áudio também registrou a resposta dos militares americanos, que parecem desafiar a ordem de retirada dos iranianos.
— Passagem de acordo com o direito internacional. Não há intenção de confronto, e pretendo cumprir as regras do cessar-fogo do nosso governo — disseram.
Não está claro o quanto as embarcações americanas — segundo o comunicado do Centcom, foram mobilizados para a missão os contratorpedeiros USS Frank E. Peterson e USS Michael Murphy — se aproximaram ou por quanto tempo navegaram na rota naval. Um porta-voz das Forças Armadas do Irã, Ebrahim Zolfaghari, negou veementemente que os navios de guerra tivessem entrado no estreito, e afirmou que as Forças Armadas iranianas ainda controlavam a hidrovia.
A TV estatal iraniana transmitiu uma ameaça da Guarda Revolucionária, que disse que trataria “severamente” os navios militares que transitassem pelo local.
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— Qualquer tentativa de navios militares de passar pelo Estreito de Ormuz será enfrentada severamente. A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica tem plena autoridade para gerir o Estreito de Ormuz de maneira inteligente — declarou o comando naval da Guarda, segundo a emissora IRIB.
Uma autoridade americana negou que qualquer navio dos EUA tenha evitado Ormuz devido à oposição iraniana.
A reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo e do gás mundial, é uma questão central nas negociações entre os dois países. Após o ataque conjunto lançado por Israel e EUA, a República Islâmica bloqueou a passagem, provocando um forte aumento no preço do petróleo, em um desdobramento econômico apontado como crucial para pressionar Trump a buscar uma solução negociada.
Em meio a um cessar-fogo considerado por observadores internacionais como frágil, equipes dos dois países mantiveram negociações ativas por horas — no que, segundo relatos americanos e iranianos, incluíram as primeiras negociações diretas entre representantes dos dois países em décadas. Novas tratativas estão previstas para o domingo. (Com AFP e NYT)
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, anunciou neste domingo (11) (10 no Brasil), que retorna ao seu país sem alcançar um acordo de paz com o Irã, embora tenha assegurado que apresentou a “oferta final e melhor”.
As conversas duraram 21 horas e ocorreram com Vance, o presidente Donald Trump e outros integrantes do governo norte-americano.
– Saímos daqui com uma proposta muito simples, uma abordagem que constitui nossa oferta final e melhor. Veremos se os iranianos a aceitam – afirmou Vance, após lamentar a ausência de um “compromisso firme” por parte do Irã de renunciar às armas nucleares.
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O Irã, por sua vez, afirmou que as “exigências irracionais” dos Estados Unidos fizeram fracassar as negociações.
– Voltamos aos Estados Unidos sem ter conseguido chegar a um acordo – declarou Vance em uma breve coletiva de imprensa em Islamabad, onde foram iniciadas as negociações de paz com o Irã no sábado.
A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, que era casada com Paolo Zampolli, amigo do presidente americano, Donald Trump, fez uma série de publicações no X em que ameaçou expor o mandatário e a primeira-dama, Melania Trump. Nelas, Amanda afirma que esteve “ao redor” do casal por 20 anos e que vai tomar medidas legais contra Melania e “seu marido pedófilo”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, tripulantes da missão Artemis II da Nasa, que completou o voo espacial até o ponto mais distante já alcançado por um ser humano em relação ao planeta Terra, falaram pela primeira vez com ao público neste sábado, horas após o pouso bem-sucedido no Oceano Pacífico na noite de sexta-feira. Em um misto de emoções pelo feito alcançado e pela volta segura para casa, os astronautas relataram suas experiências únicas após quase 10 dias no espaço.
— Não foi fácil estar a mais de 320 mil quilômetros de casa — afirmou Wiseman, comandante da missão, durante a apresentação na base de Ellington Field, em Houston. — Antes do lançamento, parece o maior sonho do mundo, e quando você está lá fora, só quer voltar para sua família e seus amigos. É algo especial ser humano e é algo especial estar no planeta Terra.
Visivelmente emocionado, o comandante da missão foi abraçado pelos demais tripulantes, recebendo os aplausos dos presentes na base americana. Antes, Wiseman havia se dirigido de forma direta aos demais tripulantes, afirmando que “ninguém jamais saberá o que nós quatro passamos”, e que a missão Artemis foi “a coisa mais especial que vai acontecer na minha vida”.
*Matéria em atualização
A República Islâmica do Irã enviou uma delegação com cerca de 70 representantes e negociadores ao Paquistão neste sábado para o início das negociações com os EUA sobre um cessar-fogo amplo para o conflito que paralisou o Oriente Médio. Em uma iniciativa marcada por simbologias — algumas mais explícitas do que outras —, os representantes iranianos viajaram em um avião ornamentado com fotos das crianças mortas em uma escola de ensino primário em Minab, atingida por um ataque americano no primeiro dia de conflito — amplamente denunciado por Teerã como um crime de guerra.
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Imagens divulgadas pelo Ministério das Relações Exteriores do Irã neste sábado mostraram parte dos assentos do voo oficial ocupados por fotos das crianças, posicionadas atrás de mochilas e tênis sujos do que aparenta ser sangue. Flores brancas também foram posicionadas entre os assentos.
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O ataque aéreo contra a escola em Minab, no sul do Irã, no dia 28 de fevereiro, matou pelo menos 170 pessoas, incluindo alunos e professores. Uma investigação preliminar realizada por militares dos EUA reconheceu que o local foi atingido por um míssil Tomahawk, após a análise de dados desatualizados apontar o prédio como alvo militar. Desde então, o caso passou a ser apontado pelas autoridades do Irã como prova de excessos e crimes cometidos pelos adversários na guerra.
Embora a homenagem, tornada pública pelas autoridades iranianas, seja o simbolismo mais explícito da delegação, especialistas apontam que mensagens das principais autoridades iranianas pelo início das negociações e a própria escolha dos representantes — e o número de pessoas enviadas — dão sinais sobre a percepção do processo diplomático por Teerã.
Fotos das crianças mortas em bombardeio a escola atribuído aos EUA foram afixadas em avião oficial
Ministério das Relações Exteriores do Irã/ AFP
— A mensagem mais importante que o Irã está enviando com a composição de sua delegação é que há consenso interno para negociações e um acordo nos níveis mais altos do regime — afirmou Omid Memarian, pesquisador sênior e especialista em Irã no Dawn Institute, organização sem fins lucrativos sediada em Washington.
A equipe iraniana é liderada pelo veterano político e comandante militar general Mohammad Bagher Ghalibaf. Além dele, autoridades de destaque como o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, o membro do Conselho de Segurança Nacional Ali Bagheri Kani e o almirante Ali Akbar Ahmadian, ex-chefe de gabinete da Guarda Revolucionária Islâmica compõem o grupo.
Três altos funcionários iranianos familiarizados com as negociações disseram ao New York Times que a equipe tinha plena autoridade para tomar decisões no Paquistão e não precisava consultar Teerã, dada a natureza crítica das negociações. As autoridades, que pediram para não ser identificadas por estarem discutindo questões sensíveis, disseram que o novo líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei, concedeu a Ghalibaf, um amigo próximo e aliado, o poder de fechar um acordo ou desistir.
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O vice-presidente iraniano, Mohammad Reza Aref, disse em uma publicação nas redes sociais na sexta-feira que Ghalibaf estava agora “representando a nação e o nezam”, usando a palavra persa para o sistema completo da República Islâmica, que inclui não apenas o governo eleito, mas também o líder supremo.
— O que podemos inferir da delegação iraniana é que eles não vieram para protelar — disse Vali Nasr, professor de estudos do Oriente Médio e especialista em Irã na Universidade Johns Hopkins. — Eles vieram com plena autoridade e seriedade para chegar a um acordo com os Estados Unidos.
Nasr, que também atuou no Departamento de Estado como representante especial dos EUA para o Afeganistão durante o governo Barack Obama, afirmou que, normalmente, uma delegação tão grande de especialistas só seria mobilizada se as negociações estivessem nas fases finais de um acordo, e não para um contato inicial exploratório. (Com NYT e AFP)

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