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Um vídeo que mostra um robô bípede com luzes azuis perseguindo javalis em uma área urbana da Polônia viralizou nas redes sociais nos últimos dias. As imagens, gravadas à noite, mostram o equipamento circulando por ruas pavimentadas, atravessando gramados e se aproximando de prédios residenciais enquanto direciona um grupo de animais para fora da região.
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Ao longo da gravação, o robô mantém deslocamento contínuo e controlado, avançando sempre na direção dos javalis. Em alguns momentos, os animais se espalham pelas calçadas e áreas verdes, mas voltam a se reagrupar e seguem em retirada conforme o equipamento se aproxima. A iluminação azul na “cabeça” do robô se destaca na escuridão e parece funcionar como elemento de intimidação, fazendo com que os javalis evitem o confronto direto e recuem gradualmente.
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O caso foi registrado em Varsóvia, onde a presença frequente desses animais em bairros residenciais tem se tornado um problema recorrente. A expansão urbana e a oferta de alimento em áreas habitadas têm levado javalis a circular por ruas e condomínios, causando danos a jardins, revirando lixo e gerando preocupação entre moradores.
A iniciativa de usar o robô surge como uma alternativa para afastar os animais sem recorrer a métodos agressivos.
Uma britânica de 26 anos foi impedida de embarcar de Amsterdã para Luton no dia 6 de abril, na Holanda, após mudanças nas regras de entrada do Reino Unido, que passaram a exigir passaporte britânico ou certificado de residência para cidadãos com dupla nacionalidade. Natasha Cochrane De La Rosa, nascida em Londres, acabou retida na Espanha depois de ser barrada no portão de embarque, mesmo após apresentar documentos pessoais.
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A jovem, que vive no norte de Londres, havia saído do Reino Unido sem enfrentar problemas, mas foi impedida de embarcar no voo de volta mesmo após passar por check-in, segurança e controle de passaporte. Segundo relatos, funcionários da companhia aérea entraram em contato com autoridades de imigração antes de negar o embarque.
A situação está ligada a uma mudança nas regras britânicas em vigor desde o fim de fevereiro, que determina que cidadãos com dupla nacionalidade não podem mais entrar no país utilizando apenas passaporte estrangeiro. Agora, é obrigatório apresentar um passaporte britânico ou irlandês, ou um certificado de direito de residência.
Natasha tem cidadania britânica e espanhola, mas afirma que enfrenta um “vácuo legal” por causa das circunstâncias de seu nascimento. Filha de pai britânico e mãe espanhola, ela não teve a cidadania automaticamente reconhecida pelo lado paterno porque seus pais não eram casados quando ela nasceu, em 1999.
— Eu fui criada em Londres, estudei, trabalhei, paguei impostos e votei. Tenho nacionalidade britânica, mas agora estão dizendo que isso não é suficiente — afirmou.
Mesmo apresentando documentos como certidão de nascimento, registros fiscais e documentos de trabalho, ela foi impedida de embarcar por não possuir o passaporte britânico ou o certificado exigido pelas novas regras.
Após ser barrada em Amsterdã, Natasha passou uma noite na cidade antes de seguir para Sevilha, na Espanha, onde permanece hospedada com conhecidos enquanto tenta resolver sua situação.
— Meu mundo inteiro está no Reino Unido. Tenho carreira, família e amigos lá — disse.
Para retornar ao país, ela terá que solicitar um passaporte britânico — processo que pode levar semanas e ainda ser negado — ou pagar cerca de 589 libras por um certificado digital de direito de residência.
— Eu estava mostrando minha certidão de nascimento, meu número de seguro nacional, meu P45, a certidão do meu pai, e ainda assim fui impedida de embarcar — disse ao portal Manchester Evening News.
O caso gerou debate no Reino Unido sobre os impactos das novas regras para cidadãos com dupla nacionalidade, especialmente entre aqueles que, por anos, viajaram utilizando passaportes estrangeiros sem restrições.
— Se eu soubesse, teria resolvido isso antes de viajar. Ninguém foi avisado de forma clara — declarou.
Segundo ela, a situação pode afetar outros cidadãos que desconhecem as novas exigências e dependem apenas de documentos estrangeiros para viajar ao Reino Unido.
França e Reino Unido organizarão, “nos próximos dias”, uma conferência sobre uma “missão internacional pacífica destinada a restaurar a liberdade de navegação” no estreito de Ormuz, anunciou nesta segunda-feira o presidente francês, Emmanuel Macron.
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— Esta missão, estritamente defensiva e alheia às partes beligerantes, terá a vocação de ser implantada assim que a situação permitir e estará aberta aos países dispostos a contribuir — afirmou Macron na rede social X.
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A iniciativa ocorre após os Estados Unidos anunciarem a imposição de um bloqueio naval ao Irã a partir desta segunda-feira, depois do fracasso das negociações realizadas no Paquistão entre representantes americanos e iranianos para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Macron, que conversou no domingo com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, não comentou diretamente a decisão americana sobre o bloqueio naval no estratégico ponto do Golfo. Starmer, por sua vez, já declarou que não apoia a medida.
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Em sua mensagem, o presidente francês defendeu que não se poupem esforços para alcançar rapidamente uma solução “sólida e duradoura” para o conflito na região por meio da diplomacia.
Segundo Macron, as negociações devem oferecer uma resposta duradoura às atividades nucleares e balísticas do Irã e às suas ações desestabilizadoras, além de permitir que o Líbano “retome o caminho da paz”, com respeito à sua soberania.
O líder francês também destacou a necessidade de garantir, “o mais rapidamente possível”, uma navegação livre e sem obstáculos no estreito de Ormuz — rota estratégica por onde costumava passar cerca de um quinto do petróleo mundial.
Durante o voo de Roma para a África na segunda-feira, o Papa Leão XIV respondeu a um ataque feito durante a madrugada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas redes sociais, afirmando que não teme o governo americano e que busca promover o valor evangélico da paz.
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— Não tenho medo do governo Trump nem de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho, que acredito ser o que estou aqui para fazer, o que a Igreja está aqui para fazer — disse o Papa a jornalistas durante o breve voo para a Argélia nesta segunda-feira.
— Não somos políticos, não lidamos com assuntos externos sob a mesma perspectiva que ele pode compreender, mas acredito na mensagem do Evangelho como promotor da paz — afirmou.
À Reuters, o Pontífice declarou que pretende continuar se posicionando contra a guerra, e afirmou que a mensagem cristã vem sendo “deturpada”.
— Não quero entrar em um debate com ele — disse Leão à Reuters ao cumprimentar jornalistas no avião. — Não acredito que a mensagem do Evangelho deva ser usada de forma indevida como algumas pessoas estão fazendo.
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— Vou continuar me posicionando de forma firme contra a guerra, buscando promover a paz, incentivando o diálogo e relações multilaterais entre os Estados para encontrar soluções justas para os problemas — afirmou, em inglês.
— Muitas pessoas estão sofrendo no mundo hoje. Muitas pessoas inocentes estão sendo mortas. E acredito que alguém precisa se levantar e dizer que há um caminho melhor — acrescentou.
— A mensagem da Igreja, a minha mensagem, a mensagem do Evangelho: bem-aventurados os pacificadores. Não vejo meu papel como político, como um homem político — disse.
Declarações de Trump
Na madrugada desta segunda-feira, o presidente americano teceu críticas ao Pontífice em longa publicação na sua rede social, Truth.
— Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante — escreveu Trump em uma longa publicação na noite de domingo. — Ele não estava em nenhuma lista para ser Papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano, e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano.
Horas antes, no domingo, Trump disse a repórteres que não é um “grande fã” do Papa Leão XIV.
— Não sou um grande fã do Papa Leão. Ele é uma pessoa muito liberal e não acredita em acabar com o crime — disse Trump na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland. Trump acusou o pontífice de “brincar com um país que quer uma arma nuclear”.
O Exército dos Estados Unidos afirmou que imporá um bloqueio a todos os portos iranianos a partir desta segunda-feira, após o fracasso das negociações no Paquistão devido à recusa do Irã em abandonar seu programa nuclear, segundo o presidente americano Donald Trump.
— Os Estados Unidos imporão um bloqueio aos navios que entrem e saiam dos portos iranianos no dia 13 de abril às 10h (11h, no horário de Brasília) — escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
A circulação de embarcações que não partam do Irã nem tenham o país como destino será autorizada, informou o Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio.
Trump afirmou à Fox News que o Reino Unido “e alguns outros países” enviarão navios de desminagem.
A resposta do Irã foi imediata. Para o Exército iraniano, o bloqueio seria “ilegal” e um ato de “pirataria”, e advertiu que, caso seja implementado, nenhum porto do Golfo estará “a salvo” de represálias. Alguns países, como Espanha e China, também demonstraram oposição.
— É algo sem sentido, sem razão (…) mais um episódio de toda essa deriva em que fomos colocados — afirmou a ministra da Defesa espanhola, Margarita Robles, referindo-se a Trump.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, pediu a restauração de uma navegação “sem obstáculos” no estreito de Ormuz e a continuidade da resolução de disputas por meios políticos e diplomáticos, evitando “reativar a guerra”.
O anúncio do bloqueio e o fracasso do diálogo em Islamabad durante o fim de semana para encerrar o conflito no Oriente Médio geram preocupação.
O preço do barril de petróleo começou a semana acima do patamar simbólico de US$ 100, com alta de mais de 7% para o Brent do Mar do Norte e superior a 8% para o West Texas Intermediate (WTI).
A incapacidade das partes de chegar a um acordo aumenta o temor de retomada dos ataques na guerra iniciada em 28 de fevereiro por uma ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, e que se expandiu por toda a região devido às represálias da república islâmica contra países vizinhos. Desde então, mais de 6 mil pessoas morreram no conflito, principalmente no Irã e no Líbano.
O cumprimento do cessar-fogo de duas semanas, que expira em 22 de abril, permanece incerto. O Paquistão, mediador das negociações, pediu que a trégua seja respeitada, mas Estados Unidos e Irã ainda não se pronunciaram.
O papa Leão XIV é um dos mais influentes críticos globais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. Nos últimos dias, ele condenou a idolatria de pessoas e do dinheiro, os perigos da arrogância e a “violência absurda e desumana” desencadeada pelo conflito, que aprofundou a instabilidade no Oriente Médio.
Suas repetidas advertências ao longo da última semana parecem ter chegado ao presidente Donald Trump, que respondeu aos apelos por paz com críticas duras ao primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos em uma postagem nas redes sociais, além de reivindicar para si o mérito pela ascensão de Leão ao papado.
— Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante — escreveu Trump em uma longa publicação na noite de domingo. — Ele não estava em nenhuma lista para ser papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano, e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano.
Ao fazer a publicação, o presidente vinha de um fim de semana em que assistiu a uma luta de MMA em Miami e passou tempo com apoiadores em seu clube de golfe, após o fracasso das negociações com o Irã. Ele criticou Leão como “fraco contra o crime” — insulto que costuma direcionar a prefeitos democratas — e “péssimo para a política externa”. Disse ainda preferir o irmão do papa, Louis, por seu apoio ao movimento MAGA — “Ele entende!”, escreveu Trump. O presidente também acusou o pontífice de “agradar a esquerda radical” e aconselhou que ele se concentrasse em “ser um grande papa, não um político”.
A postagem hostil indicou que praticamente não há limites para os alvos de Trump — nem mesmo o líder dos 1,4 bilhão de católicos no mundo. Pouco depois de publicar a mensagem, ao desembarcar do Air Force One, Trump afirmou a jornalistas que não considera que o papa esteja fazendo um bom trabalho e sugeriu que Leão “gosta de crime, eu acho”. Também o acusou de apoiar armas nucleares e o classificou como “uma pessoa muito liberal”.
A reação enfurecida de Trump ao tom moderado de Leão, nascido Robert Francis Prevost, em Chicago, evidenciou estilos opostos de lidar com conflitos. Enquanto um pede resolução, o outro eleva imediatamente a tensão.
Em seu primeiro ano como pontífice, Leão evitou críticas diretas ao presidente e recusou discretamente um convite inicial para visitar Washington. Em janeiro, porém, manifestou preocupação com a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelo governo Trump.
As críticas do papa à guerra com o Irã tornaram-se mais incisivas à medida que o conflito avançou e autoridades americanas passaram a invocar argumentos teológicos para justificar a ofensiva ordenada por Trump sem autorização do Congresso, apoio popular ou adesão de aliados.
Em março, o secretário de Defesa Pete Hegseth convocou os americanos a rezarem pela vitória na guerra e pela segurança das tropas “em nome de Jesus Cristo”. Pouco depois, o papa advertiu contra o uso do nome de Jesus para justificar batalhas, afirmando que Ele “não escuta as orações de quem faz guerra, mas as rejeita”.
Durante uma homilia antes da Páscoa, na semana passada, Leão afirmou que a missão cristã havia sido “distorcida por um desejo de dominação, totalmente estranho ao caminho de Jesus Cristo”.
No domingo de Páscoa, renovou o apelo pela paz:
— Neste dia de celebração, abandonemos todo desejo de conflito, dominação e poder, e peçamos ao Senhor que conceda sua paz a um mundo devastado por guerras — disse, diante de dezenas de milhares de fiéis na Praça de São Pedro.
Na semana passada, também circularam relatos de que um integrante do governo Trump teria se reunido com o cardeal Christophe Pierre, ex-embaixador do Vaticano nos EUA, para reclamar das críticas do papa. Tanto o governo quanto o Vaticano negaram o encontro.
Na terça-feira, a ameaça de Trump de destruir a civilização iraniana caso Teerã não aceitasse abrir o Estreito de Ormuz levou a uma rara resposta direta do papa, que classificou a declaração como “verdadeiramente inaceitável” e contrária ao direito internacional.
— É um sinal do ódio, da divisão e da destruição de que os seres humanos são capazes — afirmou. — Todos queremos trabalhar pela paz.
No domingo à noite, Trump voltou a atacar o pontífice após cardeais americanos participarem do programa “60 Minutes” para explicar por que apoiavam as críticas do papa aos conflitos internos e externos associados ao governo.
— É um regime abominável e deve ser removido — disse o cardeal Robert McElroy, referindo-se ao governo iraniano. — Mas esta é uma guerra de escolha, e estamos diante da possibilidade de guerra após guerra.
Líderes saem em defesa
Após os ataques, líderes católicos saíram em defesa do pontífice. O arcebispo Paul S. Coakley afirmou em nota:
“Lamento que o presidente tenha escolhido escrever palavras tão depreciativas sobre o Santo Padre. O papa Leão não é seu rival, nem um político. Ele é o Vigário de Cristo.”
O padre jesuíta James Martin também criticou Trump nas redes sociais:
“Duvido que o papa perca o sono com isso. Mas nós deveríamos. Isso é descontrolado, sem caridade e não cristão.”
Em maio passado, após a eleição de Leão, seu irmão John Prevost afirmou que o pontífice não permaneceria em silêncio diante de discordâncias com Trump:
— Sei que ele não está satisfeito com o que acontece na imigração. Até onde vai levar isso é incerto, mas ele não ficará calado.
A China afirmou nesta segunda-feira que espera que Estados Unidos e Irã não reavivem a guerra no Oriente Médio, após o fracasso das negociações entre Teerã e Washington no Paquistão.
— A China espera que as partes envolvidas cumpram o acordo de cessar-fogo temporário, continuem a resolver as disputas por meios políticos e diplomáticos, evitem reacender a guerra e criem condições para um rápido retorno à paz e à tranquilidade na região do Golfo — declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma coletiva de imprensa.
O principal diplomata da Turquia afirmou nesta segunda-feira acreditar que tanto o Irã quanto os Estados Unidos permanecem “sinceros” quanto à busca por um cessar-fogo, apesar do fracasso das negociações mediadas pelo Paquistão no fim de semana.
— Ambos os lados são sinceros em relação ao cessar-fogo — disse o ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan, em entrevista à agência oficial Anadolu. Fidan afirmou que tem mantido contato com as partes envolvidas nas negociações.
A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, que era casada com Paolo Zampolli, amigo do presidente americano, Donald Trump, fez uma série de publicações no X, nas quais ameaçou “derrubar todo o sistema” e expor “tudo o que sabe” sobre o republicano, a quem chamou de “pedófilo”, e a primeira-dama, Melania Trump — “mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida”, prometeu Amanda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma rede de lojas na China viralizou ao vender biscoitos e salgadinhos em versões “gigas”. As unidades da Lingshi Henmang na cidade de Changsha se tornaram parada obrigatória para os turistas e cenário de diversas publicações nas redes sociais.
Segundo o jornal China Daily, as embalagens podem chegar a 1,5 metro de altura, difíceis até mesmo para uma pessoa carregar sozinha. Cada uma contém o equivalente a 12 pacotes em tamanho normal do produto.
A rede Lingshi Henmang abriu a primeira loja do tipo em janeiro de 2024 e, após perceber uma alta demanda dos clientes, inaugurou a segunda no município chinês apenas dois meses depois. Desde então, os estabelecimentos atraem cada vez mais turistas.
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No feriado do Dia do Trabalho, houve uma fila de espera de mais de duas horas para entrar na loja, contou Chen Zhiyang, responsável pela loja Super Lingshi Henmang:
— Muitas pessoas vieram de todo o país para tirar fotos. Também havia entregadores esperando do lado de fora para ajudar clientes de outras cidades a levar os salgadinhos para casa.
He Zeyang, estudante de 17 anos, faltou à escola para visitar a loja com seu primo. Depois de tirar fotos, compraram vários tipos de biscoitos gigantes.
— Os snacks são muito diferentes e fora do comum, me dão uma sensação de satisfação. Nenhuma criança consegue sair da loja sem comprar nada — disse ao China Daily.
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Jiang Jianxin, de 40 anos, compra os lanches gigantes para clientes de outras regiões que acham difícil viajar até Changsha. Ele revende os produtos por preços mais altos e os envia aos clientes por serviços de entrega.
— Percebemos a oportunidade de negócio, já que não existem lojas oficiais online, e começamos a trabalhar em tempo integral como ‘compradores de snacks’ desde março. Os jovens gostam de coisas novas e em tamanho grande, e esses produtos chamativos são perfeitos para postar nas redes sociais — contou.
A rede Lingshi Henmang foi fundada em 2017 na província de Hunan e opera mais de 5 mil lojas em todo o país, que recebem mais de 340 milhões de visitantes no ano, segundo o departamento de relações públicas da empresa.
A rede, que atua apenas com lojas físicas, vende produtos a preços mais baixos e tenta incentivar compras em grande quantidade com valores competitivos. Todas as unidades são decoradas em tons vibrantes de amarelo, com fachadas amplas para chamar a atenção dos clientes.
— Quando elas entram e veem os produtos bem organizados em grande quantidade, muitos despertando memórias doces da infância, não conseguem resistir, e a compra se torna uma experiência prazerosa — disse Xie Hai, que trabalha na empresa, ao China Daily.
Uma mulher liderará o exército australiano pela primeira vez desde sua fundação, há 125 anos, anunciou o Ministro da Defesa, Richard Marles, nesta segunda-feira, classificando a nomeação como “profundamente histórica”. A tenente-general Susan Coyle foi nomeada Chefe do Exército Australiano após uma carreira de três décadas, que incluiu serviço nas Ilhas Salomão, no Afeganistão e no Oriente Médio.
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“Sua conquista significa que ela será a primeira mulher a comandar um ramo das forças armadas na história australiana”, disse Marles a repórteres. “E é um momento profundamente histórico.”
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As forças armadas australianas estão passando por uma grande transformação, equipando-se com armas de longo alcance, drones e outras ferramentas de combate modernas. Coyle destacou sua experiência em áreas como guerra cibernética.
“Essa vasta experiência fornece uma base sólida para as responsabilidades do comando e a confiança depositada em mim”, disse ela.

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