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Uma menina de 10 anos está sendo apontada como heroína após ajudar a salvar seis familiares de um incêndio que destruiu a casa onde morava com a família em Oakley, na Califórnia, nos Estados Unidos. O caso ocorreu na madrugada desta terça-feira (9), quando Elizabeth “Lizzy” Morgan percebeu que algo estava errado ao notar uma queda repentina de energia enquanto jogava videogame, por volta das 3h.
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Segundo a mãe da criança, Nena Morgan, Lizzy olhou pela janela e viu fumaça e chamas se espalhando pelo imóvel. Com a ajuda do irmão, Lucas, ela correu pela residência acordando os parentes e alertando que precisavam sair imediatamente. Ao todo, quatro adultos e três crianças estavam na casa.
— Ela é a nossa heroína — afirmou Nena à CBS.
Confira:
Fuga em meio às chamas
De acordo com a família, o incêndio avançou rapidamente. Quando os adultos despertaram, o fogo já havia alcançado parte dos cômodos.
— Meu marido se levantou para verificar o que estava acontecendo. As chamas já estavam saindo do quarto da nossa filha mais velha. A situação piorou rapidamente — relatou a mãe. Os moradores conseguiram escapar apenas com as roupas que vestiam.
O Corpo de Bombeiros do Condado de Contra Costa informou que foi acionado às 3h29 e encontrou a residência tomada pelas chamas. O combate ao fogo foi dificultado pela presença de cabos de energia caídos e ainda energizados próximos ao imóvel.
— Chegamos ao local e encontramos a frente da casa em chamas, com fios elétricos produzindo arcos ativos, o que dificultou nosso ataque inicial ao fogo — disse o chefe dos bombeiros, Jeff Burris.
As causas do incêndio ainda são investigadas. Embora todos os moradores tenham sobrevivido, dois cães e um gato da família morreram. Outro cachorro continua desaparecido. A casa, onde os Morgan viviam havia 14 anos, ficou destruída. Enquanto aguardam respostas sobre a origem do incêndio, os familiares afirmam ser gratos por terem escapado com vida.
— Nem sei se teríamos conseguido se estivéssemos todos dormindo — disse Nena.
Após o episódio, moradores da região iniciaram uma campanha de apoio e arrecadação para ajudar a família a se reerguer.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um pescador fisga um grande tubarão-branco na costa sul de Nantucket, ilha localizada no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. A cena ocorreu neste domingo (7) e atraiu dezenas de pessoas para a praia, onde banhistas acompanharam e registraram a captura do animal.
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O responsável pela pescaria foi Elliot Sudal, que há mais de uma década pesca tubarões-galha-preta e outras espécies durante o verão na região. Segundo ele, o tubarão-branco foi capturado de forma inesperada enquanto estava na praia acompanhado do aprendiz Stone Fornes e do pescador Nathan Skerritt. Em entrevista ao jornal local The Current, Sudal afirmou que o grupo apenas testava as condições do mar quando percebeu que havia um grande animal preso à linha.
Confira:
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Captura rara e soltura imediata
Sudal relatou que aquele foi o primeiro tubarão-branco que fisgou em 13 anos pescando em Nantucket. Ele destacou que não pretendia capturar a espécie e explicou que, nesse tipo de atividade, não é possível controlar qual animal morderá a isca.
— De forma alguma eu estava mirando naquele tubarão-branco. Você não controla o que morde a isca. O tubarão estava na arrebentação, tirei o anzol e o devolvi ao mar em cerca de 15 segundos — afirmou.
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Redes Sociais
O pescador disse ainda que percebeu a dimensão da situação ao avistar uma das nadadeiras do animal emergindo entre as ondas. Segundo ele, a prioridade naquele momento era garantir uma soltura rápida e segura.
— Compreendi a gravidade da situação e precisava soltá-lo com segurança e rapidez. É uma criatura incrível. Me sinto honrado por ter tido a oportunidade de interagir com uma. Ela nadou para longe com força, algo que jamais esqueceremos — declarou.
Na entrevista, Sudal também defendeu práticas responsáveis na pesca de tubarões, recomendando o uso de equipamentos adequados, anzóis sem farpa e a soltura imediata dos animais, além da participação em programas de monitoramento e marcação de espécies.
A morte da princesa Bajrakitiyabha Mahidol, anunciada nesta sexta-feira pelo Palácio Real da Tailândia, encerra um longo período de aflição iniciado em dezembro de 2022, quando a filha mais velha do rei Vajiralongkorn sofreu um grave problema cardíaco e entrou em coma. Conhecida como princesa Bha, ela tinha 47 anos e era vista como uma das integrantes mais atuantes e respeitadas da monarquia do país asiático.
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Única filha do primeiro casamento do rei Vajiralongkorn com a princesa Soamsawali, Bajrakitiyabha combinou a vida na realeza com uma sólida trajetória profissional no Direito e na diplomacia. Procuradora de formação, estudou no Reino Unido, na Tailândia e nos Estados Unidos, onde se graduou em Direito pela Universidade Cornell.
Ao longo da carreira, ocupou o cargo de embaixadora da Tailândia na Áustria e exerceu diferentes funções ligadas às Nações Unidas. Tornou-se especialmente conhecida pela defesa dos direitos das mulheres, incluindo iniciativas voltadas à melhoria das condições de mulheres privadas de liberdade.
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AFP
Durante uma visita à Universidade Cornell, em 2012, ela refletiu sobre as múltiplas funções que desempenhava.
“Hoje me pergunto: o que sou exatamente? Uma procuradora? Uma advogada criminalista? Uma diplomata? A resposta é tudo isso ao mesmo tempo. Eu diria que sou um híbrido”, afirmou, segundo o jornal universitário Cornell Chronicle.
Figura próxima do rei
Além da atuação profissional, Bajrakitiyabha exercia importantes funções cerimoniais em uma sociedade na qual a família real ocupa posição central na vida institucional e simbólica do país.
A princesa era considerada próxima do pai e, um ano antes de sua hospitalização, foi nomeada para um cargo de alto escalão no comando da guarda pessoal do monarca.
Quando adoeceu, livros foram disponibilizados em diferentes regiões da Tailândia para que a população pudesse deixar mensagens de apoio e votos de recuperação.
O rei Vajiralongkorn, de 73 anos, tem sete filhos de quatro casamentos e nunca anunciou formalmente quem será seu sucessor, embora as regras de sucessão do país favoreçam os homens.
Mais de três anos de internação
Bajrakitiyabha permaneceu hospitalizada desde dezembro de 2022, após sofrer um grave problema cardíaco durante uma sessão de treinamento com cães do Exército.
Em agosto de 2025, o Palácio Real informou que ela enfrentava uma grave infecção sanguínea e dependia de aparelhos para manter as funções pulmonares e renais, além do uso contínuo de medicamentos.
Já em maio deste ano, a Casa Real comunicou que o quadro havia se agravado e que a infecção se tornara “incontrolável”.
Segundo o comunicado divulgado nesta sexta-feira, a princesa sofria de uma infecção abdominal e “seu estado continuou a piorar” até que ela “faleceu em paz” na noite de quinta-feira.
Seu corpo será velado no Grande Palácio de Bangcoc, e o funeral ocorrerá “com as mais altas honras segundo a tradição real”.
A morte de Bajrakitiyabha ocorre em um contexto de forte proteção institucional à monarquia tailandesa. O país possui rígidas leis de lesa-majestade, que preveem penas de até 15 anos de prisão para cada acusação relacionada a ofensas contra a família real.
Espiões estrangeiros estariam equipando tartarugas e peixes com sensores para coletar informações estratégicas sobre o litoral chinês, alertou o Ministério da Segurança do Estado da China nesta sexta-feira, em uma aparente referência a seus rivais ocidentais.
Em uma publicação nas redes sociais, a pasta afirmou que agências internacionais de inteligência estão utilizando “novos tipos de dispositivos de espionagem” para obter dados marítimos sensíveis do país.
“Foram descobertos animais marinhos relativamente grandes com sensores acoplados em determinadas águas da China”, declarou o ministério, em uma seção intitulada “tartarugas espiãs, peixes espiões”.
De acordo com o órgão, os animais foram encontrados “nadando em uma área específica, coletando dados sensíveis sobre o ambiente marinho, como temperatura da água, salinidade e correntes oceânicas, e transmitindo essas informações ao exterior via satélite”.
Pequim vê ameaça à segurança nacional
Além do uso de animais, o ministério afirmou que grupos estrangeiros recorrem a planadores movidos a energia solar, boias equipadas com sensores de alta precisão e dispositivos instalados em navios cargueiros capazes de monitorar, em tempo real, a “dinâmica portuária”.
A publicação não menciona quais países ou agências estariam envolvidos nas supostas operações.
Segundo o governo chinês, as informações coletadas poderiam ser utilizadas para elaborar “mapas submarinos” capazes de “identificar pontos vulneráveis nas defesas costeiras da China, representando uma grave ameaça à segurança nacional do país”.
O ministério pediu ainda que pescadores comuniquem às autoridades qualquer descoberta de boias ou equipamentos considerados suspeitos em áreas marítimas sob jurisdição chinesa.
Acusações de espionagem se intensificam
Pequim e governos ocidentais vêm trocando acusações de espionagem há anos, em meio ao agravamento das disputas geopolíticas e tecnológicas.
No ano passado, as autoridades chinesas já haviam alertado funcionários públicos sobre o risco das chamadas “armadilhas amorosas”, após relatarem o caso de um servidor que teria sido seduzido pela “beleza” de uma agente estrangeira.
A princesa Bajrakitiyabha Mahidol, filha mais velha do rei da Tailândia, morreu aos 47 anos, anunciou nesta sexta-feira o Palácio Real, mais de três anos depois de ter sido hospitalizada após sofrer uma doença repentina.
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A princesa Bha, como era conhecida em seu país, sofria de uma infecção abdominal e “seu estado continuou a piorar” até que “faleceu em paz” na noite de quinta-feira, informou a Casa Real em comunicado.
Seu corpo será velado no Grande Palácio de Bangcoc e seu funeral será realizado “com as mais altas honras segundo a tradição real”, acrescentou.
Bajrakitiyabha, única filha do primeiro casamento do rei Vajiralongkorn com a princesa Soamsawali, permanecia em coma no hospital desde que sofreu um grave problema cardíaco durante uma sessão de treinamento com cães do Exército, em dezembro de 2022.
O Palácio Real informou, em agosto de 2025, que ela sofria de uma grave infecção sanguínea e dependia de aparelhos médicos para manter as funções pulmonares e renais, além de medicamentos.
Em maio, a Casa Real indicou que seu estado de saúde havia se deteriorado gravemente e que a infecção havia se tornado “incontrolável”.
Procuradora, diplomata e defensora dos direitos das mulheres
Procuradora e diplomata de formação, Bajrakitiyabha estudou no Reino Unido, na Tailândia e nos Estados Unidos, obteve graduação em Direito pela Universidade Cornell e ocupou o cargo de embaixadora da Tailândia na Áustria.
Durante uma visita, em 2012, à instituição de ensino americana, a princesa falou sobre sua trajetória profissional aos estudantes.
— Hoje me pergunto: o que sou exatamente? Uma procuradora? Uma advogada criminalista? Uma diplomata? A resposta é tudo isso ao mesmo tempo. Eu diria que sou um híbrido — afirmou, segundo o jornal universitário Cornell Chronicle.
Ela também ocupou vários cargos nas Nações Unidas e tornou-se defensora dos direitos das mulheres, incluindo a melhoria das condições das mulheres privadas de liberdade.
Como princesa, Bajrakitiyabha desempenhava um importante papel cerimonial na sociedade tailandesa, onde a família real ocupa uma posição central na hierarquia institucional e simbólica do país asiático.
Ela era considerada próxima do pai e foi nomeada para um cargo de alto escalão no comando da guarda pessoal do monarca um ano antes de sua hospitalização.
Quando adoeceu, livros foram disponibilizados em todo o país para que os tailandeses pudessem escrever mensagens de apoio à princesa.
O rei, de 73 anos, que tem sete filhos de quatro casamentos, não anunciou seu herdeiro designado, embora as regras de sucessão favoreçam os homens.
Existem regras rigorosas sobre o que pode ou não ser dito a respeito da família real tailandesa, que é protegida pelas leis de lesa-majestade, prevendo penas de prisão de até 15 anos para cada acusação.
Uma série de perguntas feitas por Renzo, um menino de 6 anos, levou o Papa Leão XIV a refletir sobre sofrimento humano, pobreza, perdão e a importância da vida em comunidade durante uma visita a Barcelona, na Espanha. O encontro ocorreu na quarta-feira, na igreja de Santo Agostinho, conhecida como a “catedral dos pobres”, e reuniu representantes de entidades assistenciais da Arquidiocese de Barcelona.
O menino chamou a atenção do pontífice após aparecer em um vídeo ao lado da família relatando as dificuldades enfrentadas pela mãe para sustentá-lo em um bairro humilde da cidade. Diante do papa, Renzo apresentou uma sequência de questionamentos sobre diferentes aspectos da vida e da fé cristã.
“Você gosta de futebol?”, “Quando era pequeno já queria ser Papa?”, “Por que algumas pessoas passam por coisas boas e outras por coisas ruins?”, “De quem é a culpa?”, “Por que há tantas pessoas vivendo nas ruas?”, “Deus quer que existam pobres e ricos?”, “Por que há tantos avós sozinhos?”, “Devemos perdoar sempre?”, perguntou o menino.
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Leão XIV ouviu atentamente cada uma das perguntas e sorriu diversas vezes ao longo da conversa. Ao final do encontro, levantou-se e abraçou Renzo.
Papa usa futebol para falar sobre solidariedade
Questionado sobre futebol, Leão XIV revelou que o tênis é seu esporte favorito, mas aproveitou a pergunta para fazer uma reflexão sobre convivência e cooperação.
— O futebol nos lembra algo que não devemos esquecer: a vida não é uma corrida para brilhar sozinho, mas um caminho que aprendemos a percorrer juntos. Quem não sabe passar a bola, mesmo tendo talento, ainda não entendeu o jogo. E quem não sabe viver com os outros e para os outros, ainda não entendeu a vida — disse.
O Pontífice associou o esporte a valores como solidariedade, vida em comunidade e capacidade de trabalhar em conjunto.
Leão XIV contou ainda que praticou futebol americano na juventude e que, durante o período em que viveu em Trujillo, no Peru, costumava jogar futebol com seminaristas.
— Eu não tinha faro de gol, por isso sempre jogava na defesa.
‘Nunca quis ser Papa’
Ao responder se sonhava em ocupar o cargo máximo da Igreja Católica quando era criança, Leão XIV foi direto.
— Nunca quis ser Papa.
Em seguida, acrescentou:
— Nem quando era jovem, nem agora que sou mais velho.
Apesar disso, afirmou que desde cedo sentia o desejo de dedicar a vida à fé.
— Mas posso afirmar que, desde pequeno, senti o desejo de dedicar minha vida a Deus.
O Papa ressaltou que cada pessoa possui uma vocação própria e destacou a importância da amizade com Jesus.
Sofrimento e esperança
As perguntas de Renzo também levaram o Pontífice a abordar o tema do sofrimento humano.
Ao ser questionado sobre por que algumas pessoas passam por situações mais difíceis do que outras, Leão XIV respondeu:
— Através da vida de Jesus Cristo, Deus nos mostra que, embora exista sofrimento, Ele nunca abandona nenhum de seus filhos, porque nos preparou uma alegria eterna, onde não haverá mais tristeza nem dor.
Em seguida, acrescentou:
— Tenhamos confiança: Jesus está conosco, nos ajuda, nos acompanha e nos dá força para atravessar os momentos difíceis que possamos encontrar na vida.
O Papa enfatizou que a existência da dor não significa abandono divino e reafirmou a esperança cristã na vida eterna.
Perdão não é esquecimento
Ao responder à última pergunta do menino, sobre a necessidade de perdoar sempre, Leão XIV diferenciou perdão de esquecimento.
— Perdoar não significa esquecer à força, como se nada tivesse acontecido. Perdoar significa não permitir que o ódio se torne dono do nosso coração.
O Pontífice concluiu relacionando o perdão humano ao ensinamento cristão.
— Nossa disposição para perdoar é condição para recebermos o perdão de Deus.
Além do encontro na igreja de Santo Agostinho, Leão XIV visitou o bairro do Raval, região historicamente marcada pela pobreza, imigração e exclusão social. O local abriga importantes comunidades migrantes, entre elas latino-americanos, filipinos e paquistaneses.
Durante a visita, o papa agradeceu à comunidade pelo acolhimento recebido.
— Aqui, de verdade, sinto-me em casa. Obrigado por tudo o que vocês representam — afirmou.
Leão XIV recordou ainda que já havia tentado conhecer a igreja em uma viagem anterior entre Roma e León, mas encontrou o templo fechado.
— Hoje ela está aberta, e é bonito encontrar uma igreja com uma comunidade de agostinianos e tantas pessoas que vivem a fé, louvam a Deus e encontram aqui acolhimento e integração.
O foguete H3, carro-chefe do programa espacial japonês, decolou com sucesso nesta sexta-feira com seis pequenos satélites a bordo, mostrou uma transmissão ao vivo. O lançamento ocorre depois de o H3 não ter conseguido colocar em órbita, em dezembro, outro satélite de geolocalização devido a uma falha no motor.
Yoon Suk-yeol: ex-presidente sul-coreano é condenado a 30 anos de prisão por enviar drones à Coreia do Norte
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“A combustão do segundo estágio, o controle da ação e a trajetória estão normais”, afirmou a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (Jaxa) em sua transmissão pelo YouTube, cerca de seis minutos após a decolagem.
Entre os satélites transportados pelo foguete está o “Umitsubame”, da Universidade de Ciências de Tóquio, que observa a Terra e outros alvos com uma câmera de alto desempenho.
Além disso, está a bordo o “Shiraito”, da Universidade de Shizuoka, que está testando tecnologia de captura de detritos espaciais, segundo a Jaxa.
O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol foi condenado na sexta-feira a mais 30 anos de prisão por enviar drones para a Coreia do Norte, uma ação que, segundo a promotoria, tinha como objetivo criar um pretexto para sua tentativa fracassada de declarar lei marcial em 2024. Promotores especiais afirmaram em abril que o esforço do ex-presidente para “fabricar condições de guerra” com esses veículos aéreos não tripulados prejudicou a segurança nacional.
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Esta nova sentença ocorre depois que Yoon foi condenado à prisão perpétua em fevereiro por liderar uma insurreição para “paralisar” a Assembleia Nacional da Coreia do Sul com sua declaração de lei marcial.
O ex-presidente recorreu dessa sentença, insistindo que sua decisão foi tomada “exclusivamente para o bem da nação”. Na sexta-feira, Yoon teve sua pena aumentada em 30 anos de prisão por acusações relacionadas aos drones, informou um porta-voz do Tribunal Distrital Central de Seul à AFP, sem fornecer mais detalhes.
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Os promotores também argumentaram que a operação aumentou as tensões com a Coreia do Norte e levou ao vazamento de informações confidenciais após vários drones caírem em território norte-coreano, informou a agência de notícias Yonhap. A equipe jurídica de Yoon nega sua responsabilidade pelos incidentes com drones. Eles sustentam que o então presidente não deu “nenhuma ordem prévia ou aprovação posterior” para a operação citada pela acusação.
Seus advogados afirmaram que a operação foi uma resposta ao envio de balões carregados de lixo por Pyongyang através da fronteira naquele ano e que foi “um ato de autodefesa” sem relação com a declaração da lei marcial. A defesa rejeitou as alegações da acusação como “ficção especulativa e falsa”.
Os voos de drones continuam sendo um ponto de discórdia nas tensões entre as duas Coreias, que tecnicamente ainda estão em guerra. O atual presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, expressou arrependimento no início deste ano após uma investigação revelar que funcionários do governo enviaram drones em janeiro para o país vizinho, isolado e com armas nucleares.
O ciclo de violência e agitação da extrema direita no Reino Unido tornou-se assustador e frequente demais. Tudo pode começar com um esfaqueamento, de natureza horrível, que causa medo e raiva. A condenação por parte de líderes políticos e autoridades policiais surge rapidamente. Mas quando o agressor é um imigrante ou uma pessoa negra, uma narrativa maligna e distorcida explode na internet. Políticos e comentaristas de direita aproveitam-se disso para fomentar a indignação em apoio à sua agenda anti-imigração, auxiliados por algoritmos de redes sociais que se alimentam de conflitos e divisões. Em poucas horas, a raiva que fomentam online salta para o mundo real, desencadeando protestos que se transformam em tumultos violentos. Há apelos à calma e promessas de ação por parte do governo e das autoridades policiais. Mas, pouco depois, o ciclo recomeça. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Ameaçada diversas vezes pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a iraniana Ilha de Kharg, é um alvo atrativo para as tropas americanas, mas que também oferece grandes riscos operacionais e de alto custo político para o líder republicano. No local, estão localizadas instalações que até antes da guerra eram responsáveis por aproximadamente 90% das exportações de petróleo bruto do país persa. Aumentando o escopo de pontos negativos que uma tomada deste território tem a oferecer há também neste cálculo a preparação iraniana, já em curso há meses, para caso o Pentágono autorize uma operação do tipo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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