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Em meio à elevada tensão entre Estados Unidos e Irã, em guerra há mais de um mês, uma nova tática vem sendo adotada por embaixadas iranianas. Nas redes sociais, os corpos diplomáticos da República Islâmica intensificaram uma ofensiva midiática contra o presidente americano, Donald Trump, combinando memes, vídeos gerados por inteligência artificial (IA) e outros conteúdos apelativos que frequentemente viralizam, enquanto autoridades iranianas utilizam linguagem provocativa para responder às ameaças.
Contexto: Trump publica imagem de si mesmo que o retrata como uma figura semelhante a Jesus
Vídeos: Governo Trump promove espetacularização da guerra no Irã com posts que associam conflito ao entretenimento
A ofensiva digital ganhou força após Trump publicar, na segunda-feira, uma imagem gerada por IA que o retrata como uma figura semelhante a Jesus Cristo. Publicada na Truth Social, a imagem mostrava o republicano vestido de branco e vermelho, com suas mãos, que emitiam luzes brilhantes, tocando a testa de um homem aparentemente enfermo. A ilustração, que evocava a arte religiosa que retrata Jesus curando os doentes, foi apagada horas depois, e Trump disse acreditar que a imagem o mostrava como um médico da Cruz Vermelha.
Após a má repercussão da imagem — com cristãos de diversas tradições, incluindo muitos do universo MAGA, condenando a representação como “blasfêmia” —, a embaixada do Irã no Tajiquistão compartilhou um vídeo ecoando o caso, também gerado por IA. Nele, uma figura semelhante a Cristo desce do céu, desfere socos contra a figura de Trump representada como Jesus, fazendo o sangue jorrar, enquanto o presidente cai de um penhasco em um poço de lava. Ao fundo, uma voz masculina diz: “Chegou a sua prestação de contas”.
No Zimbábue, a embaixada iraniana publicou uma imagem claramente gerada por IA que lembra o cartaz da popular franquia de filmes Piratas do Caribe. Nela, helicópteros voam sobre navios em chamas no mar, e o rosto de Trump aparece sobreposto ao protagonista. Ao fundo, o título do filme é substituído por “Piratas de Ormuz”.
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Em 5 de abril, Trump fez uma ameaça carregada de insultos ao Irã nas redes sociais: “terça-feira será o Dia das Usinas e o Dia das Pontes, tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual. Abram a p*** do Estreito, seus malucos do c***, ou vocês vão viver no inferno. É só assistir! Louvado seja Alá”, escreveu ele, que, no mesmo dia, havia ameaçado enviar o Irã de volta à “Idade da Pedra” caso o país não aceitasse um acordo para encerrar a guerra. A República Islâmica, por sua vez, evitou responder no mesmo tom.
Em vez disso, classificou as ameaças como “estúpidas”, enquanto missões diplomáticas ao redor do mundo intensificavam as provocações. Embaixadas iranianas de Londres a Pretória, e de Nova Délhi a Moscou, lançaram uma campanha sarcástica nas redes sociais, atacando a lucidez mental de Trump. A ofensiva mais viral ocorreu após a exigência direta do americano para “abrir o Estreito”. A embaixada iraniana no Zimbábue respondeu com ironia no X: “Perdemos as chaves”, escreveu, desencadeando uma série de respostas entre as missões.
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“A chave está embaixo do vaso de flores. Só abra para amigos”, escreveu a embaixada do Irã na África do Sul, enquanto a representação na Bulgária acrescentou: “Portas abertas para amigos. Amigos de Epstein precisam de chaves”, escreveu, citando o pedófilo condenado Jeffrey Epstein, morto na prisão em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Rivais políticos de Trump acusam o presidente de iniciar a guerra contra o Irã para desviar a atenção da divulgação de milhões de documentos relacionados ao magnata condenado.
A primeira veiculação dos arquivos, no fim de 2025, expôs ligações entre bilionários, acadêmicos e políticos com Epstein. Embora Trump também tenha sido mencionado diversas vezes, ele negou irregularidades, afirmando que havia rompido contato com Epstein décadas antes. Ainda assim, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, que lidou com os arquivos, foi removida do cargo em 2 de abril. Segundo analistas, a condução do caso tornou-se um problema político crescente para o governo do presidente americano.
A 25ª Emenda
Uma parte significativa da campanha online focou em retratar Trump, de 79 anos, como mentalmente incapaz e desequilibrado. Também na África do Sul, a embaixada do Irã instou autoridades dos EUA a “pensarem seriamente na 25ª Emenda, Seção 4”, referindo-se ao dispositivo constitucional que prevê a remoção de um presidente considerado inapto. A missão acrescentou: “A Humanidade precisa saber que tipo de criaturas estão liderando o povo americano”, compartilhando uma postagem sugerindo que Trump “perdeu o juízo”.
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Em Londres, a embaixada iraniana adotou uma abordagem literária, publicando um poema persa de Rumi sobre os perigos de colocar uma espada nas mãos de um louco, acompanhando uma citação atribuída ao escritor Mark Twain: “É melhor manter a boca fechada e deixar que as pessoas pensem que você é um tolo do que abri-la e eliminar qualquer dúvida”.
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Ao mesmo tempo, diversas missões diplomáticas criticaram o uso de palavrões por Trump. A embaixada iraniana na Índia escreveu: “Xingar e insultar é comportamento de pirralhos maus perdedores. Controle-se, velho!”, enquanto a representação na Áustria colocou um grande aviso “+18” sobre uma captura da postagem de Trump. “O presidente dos EUA desceu a um nível sem precedentes de súplica, misturada com grosseria amarga e ameaças”, publicou, alertando que atacar a infraestrutura civil é “crime de guerra”.
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As embaixadas iranianas na África se destacaram pela frequência e alcance das publicações. Uma postagem da missão em Pretória afirmou: “Diga olá à nova superpotência mundial”, no dia em que entrou em vigor um cessar-fogo envolvendo EUA, Irã e Israel. Outra publicação contrapôs um desenho de uma pomba à sombra de um caça militar, em referência às falas de Trump de que seria um pacificador. Analistas apontam que o Irã escolhe países onde acredita não enfrentar repercussões negativas e onde pode encontrar simpatia pública.
O tom provocativo, porém, vai além das embaixadas. O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, publicou no X uma mensagem dirigida a Trump sobre os planos americanos de bloquear o Estreito de Ormuz: “Aproveite os atuais preços na bomba. Com o chamado ‘bloqueio’, em breve você sentirá saudades da gasolina a US$ 4–US$ 5”, escreveu, em postagem acompanhada por um mapa com preços de combustível na região de Washington. Em declaração anterior, ele afirmou que o Irã não se renderá “sob ameaças”.
‘Slopaganda’
A estratégia também inclui o uso intensivo de vídeos gerados por inteligência artificial. Em publicação separada, a embaixada na África do Sul compartilhou uma postagem que retratava Trump em um vídeo musical, no qual ele aparece pedindo para que navios possam atravessar o bloqueio. Ele diz em tom lírico: “Se você me bloquear, então eu bloqueio você”. A postagem trazia a legenda: “E a música popular de hoje: ‘blockade’, de Trump”. A tática tornou-se tão frequente que ganhou até nome: “Slopaganda” (termo que combina a expressão “desleixo/porcaria” com propaganda, referindo-se a materiais gerados por IA).
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— [No entanto, o termo] Slopaganda é fraco demais para capturar o quão poderoso é esse conteúdo, que é altamente sofisticado — disse a especialista em propaganda Emma Briant à rede britânica BBC.
Conteúdos produzidos pela conta Explosive Media, inspirados em estética semelhante à de brinquedos Lego, mostram cenas com crianças, aviões militares e líderes políticos, apresentando o Irã como um país que resiste a um opressor global. Estima-se que os vídeos já tenham acumulado centenas de milhões de visualizações desde o início da guerra.
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Em alguns deles, Trump aparece em meio a documentos associados a Epstein, enquanto outros fazem referência a episódios como a morte de George Floyd. O criador dos conteúdos admitiu à BBC que o governo iraniano é um “cliente” da operação, embora tenha afirmado anteriormente que o projeto era independente. Analistas dizem que a produção busca atingir públicos ocidentais com linguagem culturalmente familiar e reforçar a narrativa iraniana.
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Apesar do tom humorístico, parte do conteúdo também aborda temas mais sensíveis. Uma embaixada iraniana usou IA para reanimar crianças que teriam morrido em um bombardeio, mostrando-as falando sobre sonhos para o futuro. Para especialistas, a estratégia visa suavizar a imagem do Irã e influenciar públicos jovens, ao mesmo tempo em que contorna a diplomacia tradicional e se comunica diretamente com usuários nas redes sociais.
Alguns analistas classificam a campanha como uma forma de “guerra memética defensiva”, voltada a responder à retórica americana, ao mesmo tempo em que a maioria dos iranianos não consegue usar a internet devido a um bloqueio nacional. Segundo eles, a produção de conteúdo em tempo quase real, logo após eventos militares ou políticos, amplia o impacto das mensagens e dificulta a verificação imediata das informações, aumentando o risco de interpretações equivocadas e de escalada nas tensões.
— A diplomacia tradicional não existe aqui. E isso embaralha nossa compreensão do que está acontecendo. Mas também aumenta o risco de interpretações equivocadas e de escalada — disse a especialista em guerra cibernética Tine Munk à BBC. — Estamos em uma espécie de limbo. (Com New York Times)
As Forças Armadas iranianas utilizaram um satélite de fabricação chinesa para espionar e planejar ataques contra bases americanas e alvos estratégicos em países do Golfo Pérsico durante a guerra com EUA e Israel em março, apontou uma investigação publicada pelo jornal britânico Financial Times nesta quarta-feira, indicando um papel muito mais decisivo de Pequim enquanto fornecedor de capacidades com potencial uso militar a Teerã. A investigação vem a público em um momento em que fontes de inteligência em Washington citam uma possível disposição chinesa de enviar armas ao Irã durante o cessar-fogo de duas semanas — o que chegou a motivar o presidente americano, Donald Trump, a ameaçar uma sobretaxa de 50% a produtos chineses em caso de fomento bélico ao rival. Pequim rejeitou alegações sobre o envio de armas ao Irã.
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O satélite chinês TEE-01B, fabricado e lançado pela empresa chinesa Earth Eye Co, foi adquirido pelas Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária do Irã — responsável pelos programas de mísseis, de drones e espacial do país — em 2024, pelo valor de 250 milhões de Renminbi (cerca de R$ 182 milhões no câmbio atual), segundo documentos iranianos revisados pelo FT. O acordo incluiria também o acesso por parte de oficiais do Irã a instalações físicas e a softwares de outra empresa chinesa, a Emposat, para operar o equipamento em órbita, capaz de enviar imagens, dados de telemetria e outras informações.
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Com base em dados públicos de rastreamento da Força Espacial dos EUA, documentos vazados aos quais tiveram acesso e imagens de satélites da Agência Espacial Europeia, a investigação britânica concluiu que o satélite chinês monitorou pontos específicos em março que, dias antes ou depois da passagem em órbita, foram bombardeados — indicando possíveis operações de preparação de ataques ou monitoramento de danos causados por bombardeios. Entre a lista de posições que tiveram dados coletados estariam a base Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, onde aviões americanos foram atingidos, a base aérea Muwaffaq Salti, na Jordânia e outras áreas militares, além de infraestrutura civil crucial de países como Bahrein e Emirados Árabes Unidos.
Embora não tome parte no conflito no Oriente Médio, a China passou a ser implicada em uma série de temas envolvendo a escalada de tensões na região, sobretudo nas últimas semanas, após o alerta por parte de fontes da comunidade de inteligência dos EUA sobre um possível envio de carregamento de mísseis portáteis chineses ao Irã — incluindo o modelo usado recentemente para abater um caça F-15 americano.
Embora as informações de inteligência não são conclusivas e ainda estejam sob revisão, o discurso foi incorporado à retórica política. Em um anúncio no fim de semana, Trump prometeu impor tarifas “assombrosas” à China, caso os relatos se provassem verdadeiros. Oficialmente, Pequim rejeitou as informações “categoricamente”.
Videográfico: como minas marítimas do Irã podem bloquear o Estreito de Ormuz
De tanques a tecnologias de uso duplo
Pequim mantém um equilíbrio delicado em sua relação bélica com o Irã. Empresas do complexo industrial-militar chinês foram um importante fornecedor do arsenal iraniano na década de 1980, incluindo mísseis, caças, tanques, blindados e fuzis utilizados na guerra Irã-Iraque — na qual os chineses também forneceram armas a Bagdá. Sob pressão internacional, incluindo dos EUA, o governo chinês prometeu controlar o comércio, mas a tecnologia produzida em Pequim foi fundamental para os avanços dos programas iranianos.
— A China desempenhou um papel importante no apoio à modernização militar do Irã por décadas, especialmente no desenvolvimento de suas capacidades de mísseis — disse Brian Hart, pesquisador do China Power Project no Center for Strategic and International Studies, em entrevista ao New York Times.
Mapa do alcance estimado dos mísseis balísticos do Irã
Arte O Globo
Especialistas creditam grande parte dos avanços da indústria bélica nacional iraniana à colaboração com a China, incluindo participações diretas e outras práticas, como engenharia reversa — o míssil antinavio Noor, marco no desenvolvimento armamentista iraniano, foi produzido a partir da compra de mísseis chineses C-802.
Uma importante mudança de perfil na colaboração acontece a partir de 2006, quando a ONU impõe sanções aos programas nuclear e de mísseis balísticos do Irã. A China votou a favor da resolução e, em grande medida, se afastou de novos contratos formais de armas com Teerã — uma decisão estratégica visando o aprofundamento das relações com países do Golfo rivais do Irã. Contudo, o país continuou a fornecer tecnologias e materiais de uso duplo, incluindo químicos usados para produzir combustível de mísseis balísticos e componentes para drones, como conectores de radiofrequência e pás de turbina.
No caso do satélite adquirido pela Guarda Revolucionária do Irã, a empresa Earth Eye Co aponta em seu website que ele foi projetado para ser usado em “agricultura, monitoramento oceânico, gestão de emergências, supervisão de recursos naturais e transporte municipal”.
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Desafios estratégicos
O governo chinês rejeitou reiteradamente as acusações de fomento militar ao Irã durante a atual guerra no Oriente Médio. Publicamente, Pequim tem se posicionado abertamente pela desescalada entre as partes e o fim definitivo dos confrontos, cujo prolongamento é uma preocupação estratégica para um ator central da política global.
Um vínculo direto com as atividades militares do Irã provavelmente representariam um dano sério aos interesses chineses perante os ricos países do Golfo atacados durante a retaliação de Teerã — com quem Pequim tem se esforçado para estreitar laços políticos e econômicos há mais de uma década. O próprio prolongamento do conflito tem implicações imediatas, principalmente com as instabilidades no Estreito de Ormuz, rota naval por onde passa 20% do petróleo e gás natural produzidos no mundo.
Lancha se aproxima de navio no Estreito de Ormuz
Giuseppe CACACE / AFP
Um terço das importações totais de petróleo bruto da China chega do Golfo Pérsico. Em meio à guerra, o país foi um vocal defensor da preservação da abertura da rota naval e da desescalada entre os lados envolvidos. Por semanas, alguns navios chineses conseguiram escapar do bloqueio imposto pelo Irã — contudo, desde o início do cessar-fogo temporário e do insucesso da primeira negociação mediada pelo Paquistão, Trump anunciou que a Marinha dos EUA bloquearia 100% dos navios em Ormuz, já que o tráfego se vê prejudicado pelas ações iranianas.
Especialistas apontaram que o racional por trás da decisão de Trump observou diretamente Pequim. Com o fechamento de Ormuz elevando o preço do barril de petróleo nos mercados internacionais e a demanda por combustível pressionada pela instabilidade regional, o bloqueio apenas iraniano ainda oferecia tanto a Pequim quanto a Teerã uma forma de diminuir o impacto. A decisão foi fechar para todos e forçar uma asfixia.
Caminho por Moscou
Em meio às disputas no Oriente Médio, outro ator global se apresentou como solução para a crise do petróleo. Se com o início da guerra e as instabilidades em Ormuz fizeram os EUA aliviarem sanções à Rússia, Moscou se colocou como alternativa para “compensar” o déficit energético da China com o início do conflito, durante visita do ministro das Relações Exteriores Serguei Lavrov a Pequim
— A Rússia certamente pode compensar a escassez de recursos que surgiu [na China e em] outros países interessados ​​em trabalhar conosco — afirmou o chanceler em uma coletiva de imprensa, no mesmo dia em que se reuniu com o líder chinês, Xi Jinping, de quem ouviu que as relações China-Rússia são “especialmente preciosas”.
Com uma produção média que gira acima dos 10 milhões de barris por dia, o que a coloca como um dos maiores produtores de petróleo do mundo, a Rússia estreita relações políticas e econômicas com a China desde 2022, quando o líder russo, Vladimir Putin, e Xi celebraram uma “parceria sem limites”. Em meio à guerra com a Ucrânia, Moscou também estreitou laços bélicos com a Coreia do Norte e com o Irã, incluindo compartilhamento de tecnologia. (Com NYT e AFP)
Uma tecnologia desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) foi utilizada pela Nasa para monitorar astronautas da missão Artemis II, marcando a presença da pesquisa brasileira em uma das principais iniciativas atuais de exploração espacial.
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O dispositivo, chamado actígrafo, foi desenvolvido na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e estudos do sono. O equipamento é utilizado no pulso e permite o monitoramento contínuo de variáveis biológicas.
Entre os dados registrados estão padrões de sono, nível de atividade e exposição à luz, além de medições de movimento corporal, intensidade luminosa e composição espectral da luz. Um dos destaques é a capacidade de monitorar a luz azul, diretamente relacionada à regulação do ciclo sono-vigília.
Actígrafo
Universidade de São Paulo (USP)
A tecnologia surgiu a partir de pesquisas acadêmicas financiadas inicialmente pelo programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São (Fapesp), voltado ao incentivo à inovação em pequenas empresas.
Posteriormente, o dispositivo foi aprimorado e passou a ser produzido pela empresa Condor Instruments, se consolidando como uma ferramenta de alta precisão com alcance internacional.
Diferentemente de dispositivos comerciais, o actígrafo tem foco científico e é amplamente utilizado em áreas como cronobiologia, neurociências e saúde pública.
Aplicação no espaço e na Terra
No contexto espacial, o equipamento é fundamental para acompanhar os ritmos circadianos dos astronautas, contribuindo para a saúde, o desempenho e a segurança durante as missões.
A adoção da tecnologia no programa Artemis representa reconhecimento internacional da pesquisa desenvolvida na USP e evidencia o impacto global da produção científica brasileira.
Além do uso em missões espaciais, o actígrafo também é aplicado em estudos sobre distúrbios do sono e pode orientar políticas públicas relacionadas à qualidade de vida.

O governo federal considera que o fim da escala de trabalho 6 por 1 é “para agora” e “com urgência”. Na avaliação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, “empurrar [a votação] com a barriga” é a estratégia dos bolsonaristas. “Eles são contra o fim da escala”, afirmou.

A declaração de Boulos foi feita nessa terça-feira (14) à noite, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter encaminhado a proposta ao Congresso em regime de urgência constitucional. 

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Com isso, fica estabelecido prazo de até 45 dias para que a matéria seja votada na Câmara dos Deputados e mais 45 para o trâmite no Senado.

“Portanto, até 14 de julho [a proposta] tranca a pauta nas duas casas e deve ser votada. Lógico que tem os prazos regimentais. Mas imagino que até agosto a gente tenha o fim da escala 6 por 1 votado e aprovado no país, para dar pelo menos dois dias de descanso para cada trabalhador brasileiro”, disse o ministro.

Pauta do Brasil

“É o básico. Ninguém está pedindo demais. Está pedindo ter tempo para viver. Todo trabalhador brasileiro precisa de tempo para ficar com a sua família, cuidar dos seus filhos; tempo para lazer. Tempo inclusive para fazer um curso e se qualificar mais para o trabalho. É uma pauta do Brasil; do trabalhador, encampada pelo presidente Lula, com esse gesto do regime de urgência”, acrescentou.

Segundo ele, dar celeridade à tramitação é algo necessário porque impede a estratégia adotada por parlamentares bolsonaristas, de adiar o debate para depois do período eleitoral.

Sem transição

Boulos disse ainda que considera inaceitável uma segunda estratégia que vem sendo articulada pela oposição.

“Já está se falando em algumas coisas que não dá para aceitar. Por exemplo, a transição de cinco anos. Gente, demorar cinco anos para reduzir a jornada uma hora por ano não dá. Nós não concordamos com isso. Achamos que o fim da escala 6 por 1 é para agora”, completou.

O ministro citou estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicando que, ao contrário do que alegam grandes empresários, o impacto econômico da redução da escala não seria negativo, e que a economia brasileira tem capacidade de absorver a mudança.

Segundo o ministro, todo trabalhador produz mais quando está descansado. Além disso, ao deixar o trabalhador excessivamente cansado, a atual escala acaba prejudicando desempenhos. “Um trabalhador descansado trabalha melhor, rende mais”, afirmou.

O candidato da esquerda Roberto Sánchez subiu nesta quarta-feira para o segundo lugar na apuração parcial das eleições presidenciais no Peru, o que o coloca como possível adversário da direitista Keiko Fujimori em um segundo turno. Rival é filha do ex-ditador Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos. Com mais de 89% das atas contabilizadas, Sánchez ultrapassou por uma margem muito estreita o ultraconservador Rafael López Aliaga, em uma apuração cujos resultados ainda podem mudar.
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Sánchez, psicólogo de 57 anos e herdeiro político do ex-presidente Pedro Castillo (2021-2022), registrou sua maior ascensão na terça-feira na contagem conduzida pela Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE). Os votos de fora de Lima, a capital, demoraram mais para ser processados. No sul andino e em áreas rurais está o eleitorado mais fiel do candidato.
— Estamos tranquilos, com serenidade, confiantes no apoio do nosso povo (…) porque as atas não mentem — disse Sánchez em entrevista à AFP na terça-feira. — Estas eleições precisam ser respeitadas — acrescentou.
Projeções publicadas na segunda-feira pela consultoria Ipsos já o colocavam com as melhores chances de chegar ao segundo turno.
Eleições conturbadas
As eleições presidenciais foram afetadas no último domingo por problemas na distribuição de cédulas e urnas, o que provocou atrasos na abertura de dezenas de locais de votação em Lima. Cerca de 50 mil pessoas ficaram sem votar, o que obrigou as autoridades a convocá-las novamente na segunda-feira.
Pessoas aguardam em fila a reabertura de uma seção eleitoral em Lima, em 13 de abril de 2026, após falhas logísticas terem impedido dezenas de milhares de pessoas de votar
AFP
Um responsável pela organização das eleições chegou a ser preso pela polícia na última segunda-feira pelas falhas logísticas no processo eleitoral. O Júri Nacional de Eleições (JNE) denunciou criminalmente o chefe da Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), Piero Corvetto, e outros quatro funcionários pelos graves problemas que surgiram durante o processo.
O ultraconservador López Aliaga, ex-prefeito de Lima e admirador de Trump, criticou o pleito e pediu às autoridades a anulação da eleição após denunciar uma suposta fraude.
— Dou 24 horas para que declarem a nulidade absoluta desta fraude eleitoral — disse López Aliaga diante de centenas de apoiadores reunidos em frente à sede do principal tribunal eleitoral.
Uma missão de observadores da União Europeia informou que não encontrou elementos que sustentem uma “narrativa de fraude”.
Um ataque a tiros em uma escola deixou quatro mortos e 20 feridos nesta quarta-feira, na província de Kahramanmaraş, no sudeste da Turquia. O autor dos disparos era um aluno do ensino básico que utilizou armas do próprio pai, levadas em uma mochila, segundo autoridades locais ouvidas pela Reuters.
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Entre as vítimas estão três estudantes e um professor. De acordo com o governador da província, Mükerrem Ünlüer, o atirador também morreu após o ataque.
As circunstâncias do caso ainda são investigadas, incluindo como o estudante teve acesso às armas utilizadas.
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— Três procuradores-gerais adjuntos e quatro procuradores foram designados para a investigação. O procurador-geral e os procuradores continuam os trabalhos no local. Foi decretada a proibição de divulgação de informações para preservar o andamento do caso, e é importante que os veículos de imprensa respeitem a confidencialidade — afirmou o ministro da Justiça, Akın Gürlek.
As autoridades informaram que novos detalhes sobre o ataque devem ser divulgados conforme o avanço das investigações.
Primeiro ataque
Dezesseis pessoas, a maioria estudantes, ficaram feridas em um tiroteio em uma escola de ensino médio na província de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, informou o governador local nesta terça-feira. Pelo menos doze pessoas “recebem atendimento médico no momento”, afirmou o governador Hasan Sildak.
O atirador, um ex-aluno do centro de ensino nascido em 2007, tirou a própria vida, acrescentou o governador.
Segundo a emissora pública TRT, entre os feridos estão 10 estudantes e quatro professores. As autoridades não divulgaram o estado de saúde das vítimas.
Imagens divulgadas pela imprensa local mostram estudantes fugindo da escola.
“Ele abriu fogo de maneira aleatória no pátio e depois dentro da escola”, disse uma testemunha citada pela agência de notícias IHA.
Tiroteios em escolas são relativamente raros na Turquia, onde, segundo estimativas de uma fundação local, circulam dezenas de milhões de armas de fogo, a maioria de forma ilegal.
Uma mutação genética identificada nos hipopótamos ligados ao legado do narcotraficante Pablo Escobar tem dificultado a transferência dos animais para outros países e levado o governo da Colômbia a reforçar, nesta segunda-feira (13), um plano que prevê esterilização e o abate de parte da população para conter o avanço da espécie no rio Magdalena.
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Segundo o Ministério do Meio Ambiente da Colômbia, a mutação está associada à endogamia, resultado do cruzamento entre indivíduos de um grupo pequeno e isolado ao longo de gerações. Esse processo reduz a diversidade genética e aumenta a incidência de anomalias, como malformações físicas já observadas em alguns exemplares no país.
— Há uma mutação genética importante, por isso alguns países se recusam (a aceitá-los) — disse Vélez à BluRadio, após anunciar o início do plano de abate de cerca de 80 hipopótamos. Acreditamos que tem a ver com a pobreza genética (dos animais) — acrescentou a ministra.
Atualmente, o país abriga cerca de 200 hipopótamos. Considerados uma espécie invasora, eles se reproduzem sem controle e provocam impactos nos ecossistemas locais. A projeção oficial é de que a população possa chegar a 500 animais até 2030, caso não haja intervenção.
Descendentes de um pequeno rebanho introduzido por Pablo Escobar, esses hipopótamos vivem na natureza, em um lago próximo ao parque temático Hacienda Nápoles, antigo zoológico particular do narcotraficante, em Doradal, Colômbia
Raul Arboleda / AFP
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Os animais são descendentes de um pequeno grupo introduzido por Pablo Escobar nos anos 1980, em sua fazenda na região de Magdalena Medio. Com poucos indivíduos na origem da população, o acasalamento entre parentes contribuiu para a chamada “pobreza genética”.
O plano do governo inclui o abate de cerca de 80 hipopótamos e a esterilização de outros. As ações são consideradas complexas e caras: cada morte pode custar cerca de US$ 14 mil, enquanto os procedimentos de esterilização chegam a US$ 10 mil e envolvem riscos, como reações adversas à anestesia.
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Uma mulher de 52 anos afirma ter sido obrigada por um ex-companheiro a tatuar o nome dele cerca de 250 vezes pelo rosto e pelo corpo, em um caso que tem gerado repercussão nos últimos dias na Holanda e reacendido discussões sobre violência psicológica e consentimento.
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Identificada como Joke, ela relata que aproximadamente 90% de seu corpo foi coberto por tinta preta durante o relacionamento, entre 2020 e 2021. Segundo a mulher, o então parceiro utilizava uma máquina de tatuagem de baixo custo, adquirida em um site de varejo chinês, e a submetia a sessões prolongadas, que incluíam inscrições com o nome dele, iniciais e frases de teor possessivo, como “propriedade de”.
Acusações e impasse legal
De acordo com relatos da imprensa local, o ex-companheiro nega as acusações e sustenta que todas as tatuagens foram feitas com consentimento. A divergência tem sido central para o desfecho do caso: após procurar a polícia, Joke afirma que não houve avanço nas investigações nem formalização de acusações.
Segundo Andy Han, fundador da organização Stichting Spijt van Tattoo, que presta apoio a pessoas arrependidas de tatuagens, a dificuldade em comprovar juridicamente a ausência de consentimento teria impedido a abertura de um processo. Ele afirma que, quando a mulher buscou ajuda, enfrentava dependência de álcool e drogas, quadro que associa aos supostos abusos.
Han também questiona a versão apresentada pelo ex-companheiro. “Qualquer pessoa sensata sabe que ninguém faria tatuagens voluntariamente perto dos olhos, no nariz ou na orelha”, disse. Ainda assim, ressalta que, do ponto de vista legal, a alegação de consentimento dificultou a responsabilização.
Confira a transformação:
Tranformação de Joke
Reprodução/Redes Sociais
Tratamento e reconstrução
Nos últimos anos, Joke tem passado por um extenso processo de remoção das tatuagens, considerado doloroso e de alto custo. Uma campanha de arrecadação organizada pela fundação ultrapassou a meta inicial e já arrecadou mais de 26 mil libras, valor destinado ao tratamento, estimado em mais de 25 mil libras.
A mulher afirma que já apresenta uma transformação significativa, com o rosto livre das tatuagens, e espera concluir o processo até o fim do ano. Segundo ela, eventuais recursos excedentes serão destinados a ajudar outras mulheres em situação semelhante.
“Alguém que foi profundamente ferido pode se reerguer. Se eu consigo, qualquer outra pessoa também consegue”, afirmou.

Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos. 

Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias cresceu 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ aumentou 74% no período, o que revela expansão de 20,8 milhões em 2010 para 36,2 milhões em março deste ano.

Segundo a Nexus, os números podem aumentar ainda mais até o dia 6 de maio, que é o prazo final para o cadastro de eleitores no TSE. 

Até a data da coleta, 156,2 milhões de pessoas estavam aptas a participar do processo eleitoral no próximo mês de outubro, contra 135,8 milhões, em 2010. O levantamento sugere que em um cenário de polarização aguda, como ocorreu na eleição de 2022, obter o voto da população 60+ é estratégico.

De acordo com o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a Geração Prateada pode definir o resultado das eleições deste ano. 

“É bastante plausível afirmar que a chamada Geração Prateada (60+) pode ser decisiva nas eleições, embora não se possa dizer que ela, sozinha, definirá o resultado”. 

Peso relevante

Tokarski lembrou que na última eleição presidencial, em 2022, a diferença entre candidatos foi pequena, inferior a 2 milhões de votos, o que torna esse contingente altamente estratégico. Numericamente, a geração 60+ passa a ter um peso relevante, constituindo um em cada quatro eleitores do país e, portanto, capaz de influenciar sistemas equilibrados. 

“Assim, embora não determine o resultado de forma isolada, pode atuar como fiel da balança, especialmente em cenários polarizados”, afirmou o CEO da Nexus.

Ele admitiu que a tendência é de que a proporção dos seniores nas eleições acompanhe o aumento da longevidade. “A tendência é claramente de que a proporção de eleitores seniores acompanhe e até reflita diretamente o aumento da longevidade e do envelhecimento populacional”. 

O levantamento mostra que a população com 60 anos ou mais saltou de 7% para 16% em três décadas e, em paralelo, o eleitorado 60+ cresceu rapidamente, já representando 23,2% dos votantes. 

Abstenção

A abstenção dos maiores de 60 anos apresentou queda nas últimas três eleições: somava 37,1% em 2014 e passaram para 36,4% em 2018 e a 34,5% em 2022. Em contrapartida, as abstenções do eleitorado brasileiro em geral aumentaram de 19,4% em 2014 para 20,3% em 2018 e 20,9% no último pleito nacional. 

Os maiores de 70 anos, embora tenham uma taxa de abstenção maior do que a média da Geração 60+, também têm comparecido mais às urnas. Sem obrigatoriedade de voto, esse público registrou 63,6% de abstenção em 2014, 62,7% em 2018 e 58,9% em 2022.

Na avaliação de Marcelo Tokarski, os brasileiros com mais de 70 anos que participam das eleições o fazem por convicção ou identificação política e, ao lado dos eleitores mais jovens, entre 16 e 18 anos, constituem as faixas de brasileiros a serem ‘conquistadas’ pelos candidatos. Ele acredita que, em um cenário político acirrado, essas pessoas têm a possibilidade de mudar os rumos de uma eleição.

Cenário político

Também o número de candidatos maiores de 60 anos tem aumentado anualmente no Brasil, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais. Segundo dados do TSE, nas últimas eleições, em 2024, mais de 70 mil brasileiros com 60+ se candidataram aos cargos em disputa, o que equivale a 15% de todas as candidaturas. 

O montante é o maior desde o início da série histórica, em 1998. O pleito anterior, em 2022, também registrou recorde para eleições gerais. Foram 4.873 candidatos com 60 anos ou mais, o que equivale a 17% das candidaturas.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que uma mulher é atingida por uma cerca enquanto caminhava por uma rua de Nova York. As imagens, classificadas por internautas como “perturbadoras”, foram divulgadas nesta segunda-feira (13) pelo diretor nova-iorquino Kyle Loftus.
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No registro, um homem aparece aparentemente soltando uma estrutura metálica enquanto a mulher passa à sua frente. A cerca cai diretamente sobre ela, atingindo-a, ao que tudo indica, na cabeça. A vítima cai imediatamente no chão, e pessoas que estavam próximas correm para prestar socorro.
Segundo Loftus, o vídeo foi gravado por volta das 20h22 da sexta-feira (10). Em publicação posterior no Instagram, nesta terça-feira (14), ele afirmou que ainda tenta identificar e localizar a mulher atingida.
Confira:
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Kyle Loftus é um cineasta, diretor criativo e fotógrafo em Orlando, conhecido como “KAL VISUALS” ou através da Kyle Loftus Studios. Ele é especializado em produção de vídeo comercial, fotografia e narrativas visuais focadas em resultados para marcas.
Acidente levanta dúvidas e repercute online
As circunstâncias do episódio permanecem incertas. Pelas imagens, é possível observar um operador de câmera no local, o que levanta a hipótese de que o incidente tenha ocorrido em um set de filmagem. Não está claro, porém, se a queda da cerca fazia parte de alguma gravação ou se foi um acidente.
O vídeo já ultrapassou quatro milhões de curtidas no TikTok e soma mais de 762 mil no Instagram, alimentando debates entre usuários. Parte dos comentários questiona a autenticidade das imagens, sugerindo que a cena poderia ter sido encenada. Outros demonstram preocupação com o estado de saúde da mulher.
Imagens circulam nas redes sociais
Instagram/@kyleloftusstudios
Há ainda quem veja possível responsabilidade legal no caso. “Espero que este vídeo a encontre — e ao seu novo advogado”, escreveu um internauta. Outro comentou: “Isso é motivo para processo, sem dúvida”.
O vídeo termina com pessoas saindo de um estabelecimento próximo para verificar o estado da vítima, que, após o impacto, é vista se mexendo no chão. Até o momento, não há informações oficiais sobre sua identidade ou condição de saúde.

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