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No dia seguinte ao envio ao Congresso Nacional do projeto de lei de redução de jornada para no máximo 40 horas semanais (e fim da escala 6×1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, no Palácio do Planalto, 68 reivindicações de representantes das centrais sindicais que participaram, nesta quarta (15) em Brasília, da “marcha da classe trabalhadora” na Esplanada dos Ministérios.   

Na ocasião, o presidente, ao se dirigir aos dirigentes sindicais, disse que é necessária mobilização e pressão dos trabalhadores para aprovação da redução de jornada enviada ao Congresso.

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“Vocês não podem abdicar da sagrada responsabilidade de vocês de lutar pelos trabalhadores que vocês representam”, afirmou.  Lula falou que o período é desafiador “Não tem tempo fácil. É sempre muito sacrifício. E cada vez que a gente manda uma coisa para aprovar no Congresso, é preciso saber que vocês têm que ajudar”, justificou. 

Burnout

Lula, no evento, homenageou o ativista e ex-balconista Rick Azevedo, que criou o movimento Vida Além do Trabalho, e que acabou dando origem ao projeto de redução de jornada. O presidente chegou a sugerir que, se a lei for aprovada, tenha o nome do ativista.

Ao presidente, Azevedo recordou que teve burnout e depressão com o excesso de trabalho e pouco descanso. “Em 13 de setembro de 2023, eu falei: ‘chega’… Então eu postei um vídeo no TikTok revoltado e denunciando esse modelo de trabalho de seis dias consecutivos para apenas um dia de folga. E o vídeo viralizou”, recordou.

Críticas a retrocessos

Lula aproveitou o encontro com as centrais para criticar as aprovações das reformas Trabalhista (2017) e da Previdência (2019) e também outras, que ele considera retrocessos para a classe trabalhadora. 

Para o presidente, a luta dos trabalhadores é mais dura para as centrais sindicais neste momento. Ele ainda alertou que há grupos no Brasil de oposição que defendem reforma semelhante à que foi realizada na Argentina (que incluiu a possibilidade de aumento da jornada para 12 horas diárias de trabalho).

Momento de transformação

Os representantes das centrais sindicais celebraram a decisão do governo de enviar o projeto que acabaria com a escala 6×1. Um deles foi o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, que citou a possibilidade de haver mais mercado de trabalho com a redução de jornada. “Essa medida gera 4 milhões de empregos”, disse. 

Para o presidente da CTB, o Brasil tem uma capacidade de se recolocar com uma nova indústria voltada para uma sustentabilidade socioambiental e também pelos processos de desregulamentação. Ele citou o risco altíssimo da pejotização, termo usado para quando um profissional é contratado como pessoa jurídica, mas atuando com funções próprias que deveriam ser regidas pela CLT.

Outro representante que tratou dos temas da necessidade de manutenção dos direitos e da  redução de jornada foi o presidente da Força Sindical, Miguel Torres. Ele celebrou que a marcha mobilizou mais de 20 mil trabalhadores. Torres disse que o projeto já está maduro para entrar em vigor.

“É mais tempo para a família, para a saúde para o lazer, para estudar e para a pessoa”.

Transformações

O coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Clemente Ganz, explicou que a pauta de 68 reivindicações apresentada ao presidente refere-se aos próximos cinco anos. Para Ganz, as categorias devem ter capacidade de olhar o mundo do trabalho em profunda transformação, com mudanças tecnológicas, que impactam o mundo do trabalho como um todo. 

“Mulheres e jovens serão os mais impactados pela inteligência artificial e pela inovação tecnológica, segundo os últimos estudos da OIT. Nós temos a mudança climática e a emergência ambiental com impacto sobre o mundo do trabalho”, afirmou. 

O presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah, citou a necessidade de proteger trabalhadores por aplicativo e entregadores. “É fundamental se preocupar com a vida, com a saúde e com a juventude, que significa o futuro do nosso país”, afirmou. 

Também no evento, a presidenta da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, afirmou que a pauta da classe trabalhadora deve incluir o combate ao feminicídio. “Nós precisamos fazer esse combate conscientizando a população pela educação”.

O Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em reunião realizada nesta quarta-feira (15), decidiu, por maioria, com a participação de todas as representações partidárias, que a eleição para o novo presidente da Casa será realizada na próxima sexta-feira (17), às 11h. A reunião foi liderada pelo presidente em exercício da Alerj, deputado Guilherme Delaroli (PL).

A decisão da Mesa Diretora da Alerj será publicada no Diário Oficial do Legislativo. Na reunião da Mesa Diretora, o deputado Renan Jordy (PL) foi efetivado no cargo na cadeira de suplente.

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A posse ocorre após o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) homologar, por unanimidade, nesta terça-feira (14), o resultado da retotalização dos votos para o cargo de deputado estadual nas eleições de 2022. O procedimento foi feito por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 31 de março.

Relator do processo, o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, disse que não foi apresentada reclamação por partidos e federações contra o procedimento de retotalização, que foi motivado pela decisão do TSE que cassou o diploma do deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj.

Pleito anulado

Em 26 de março último, a Alerj chegou a eleger o deputado Douglas Ruas (PL) à presidência da Casa. O pleito, porém, foi anulado pela Justiça do Rio por não ter seguido trâmites previstos por tribunais superiores. Na decisão, a presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargadora Suely Lopes Magalhães, anulou a votação.

A cassação ocorreu no âmbito do processo que julgou o desvirtuamento da destinação de recursos da Fundação Ceperj [Fundação de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do RJ] usada com finalidade eleitoreira.

O TSE também declarou a inelegibilidade por oito anos do ex-governador Cláudio Castro, e do então presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes, além de Bacellar.

O Departamento de Estado dos EUA acusou o governo cubano de facilitar o recrutamento de cinco mil pessoas para lutar ao lado das tropas da Rússia na Ucrânia. De acordo com um documento obtido pelo portal Axios, os cubanos já são identificados como um dos maiores contingentes estrangeiros nas linhas russas, apesar das autoridades locais não incentivarem oficialmente o recrutamento. A revelação ocorre em meio a uma severa crise entre Havana e Washington, que envolve um bloqueio quase total e pedidos por mudança de regime.
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Pelo relatório de cinco páginas enviado ao Congresso, “os registros públicos não comprovam que Havana tenha enviado oficialmente todos os combatentes cubanos”, mas “existem indícios significativos de que o regime tolerou, permitiu ou facilitou seletivamente esse fluxo de forma consciente”, como demonstração de “apoio diplomático e político a Moscou”.
“Os cidadãos cubanos aparecem como um dos maiores grupos identificáveis ​​de combatentes estrangeiros que apoiam as operações militares russas na Ucrânia”, afirma o relatório, enviado ao Congresso no dia 8 de abril. “As estimativas variam, mas a maioria das informações de fontes abertas sugere que entre 1.000 e 5.000 cidadãos cubanos estão lutando na Ucrânia […] e fontes da inteligência ucraniana estimam que vários milhares estejam destacados diretamente na linha de frente.”
Além dos cubanos, as tropas russas lutam ao lado de combatentes vindos da Coreia do Norte — com aval de Pyongyang —, Índia, Nepal, Sri Lanka e Quênia, muitas vezes atraídos por promessas de dinheiro ou por ofertas falsas de empregos longe das linhas de frente. Segundo levantamentos independentes, cerca de 3,3 mil estrangeiros morreram do lado russo desde 2022. A Ucrânia também mantém sua legião estrangeira, com apoio estatal, que atraiu milhares de recrutas, inclusive do Brasil.
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A presença de recrutas cubanos na Ucrânia foi revelada pela primeira vez em 2023 pelo jornal The Moscow Times. Na época, a publicação revelou que recrutadores atraíam os potenciais combatentes com promessas de dinheiro, realocação e a cidadania russa para eles e seus parentes.
Há um considerável número de cubanos na Rússia, resquício dos tempos da União Soviética, e eles se tornaram os primeiros “alvos”. Publicações em grupos usados pela comunidade no Facebook traziam ofertas de salários de 204 mil rublos (R$ 13 mil), além da cidadania russa. Em outra frente, os representantes do Exército entravam contato com civis em Cuba dispostos a lutar na guerra — cidadãos cubanos não precisam de visto para a Rússia, e há voos regulares entre os dois países.
— Muitos jovens vêm direto de Cuba para ganhar dinheiro aqui. Eles não são cubanos locais. Não ficam em Moscou, assinam contratos imediatamente e vão lutar”, disse um tradutor que trabalha com diáspora cubana, em entrevista ao Moscow Times, em 2023. — E depois desaparecem. Seus parentes tentam encontrá-los através da diáspora cubana ou das redes sociais. Mas não temos nada a ver com isso. Muito provavelmente, foram mortos.
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Na ocasião, o governo cubano anunciou o desmantelamento de uma rede de recrutamento e a abertura de processos contra 40 pessoas. Mas na opinião do Departamento de Estado, “o sistema judicial opaco do regime torna essas afirmações inverificáveis”.
As acusações engrossam a ofensiva contra o governo de Cuba, alvo de um bloqueio econômico e sob ameaça direta de uma intervenção destinada à mudança de regime, propagandeada pelo presidente Donald Trump. Desde o início do ano, petroleiros e navios com outros bens essenciais são proibidos de atracar em portos cubanos, agravando a crise energética e econômica na ilha. Algumas das poucas exceções foram concedidas à Rússia, que obteve permissão para atracar um petroleiro no final de março e que anunciou um novo carregamento de petróleo.
— Enviamos o primeiro navio-tanque com 100 mil toneladas (700 mil barris) de petróleo para Cuba. Claro que isso provavelmente durará alguns meses, não sou especialista — disse o chanceler russo, Sergei Lavrov, em entrevista coletiva na China nesta quarta-feira, acrescentando esperar que os EUA não retornem aos tempos das “guerras coloniais”.
Indultos em xeque
Nesta quarta-feira, a Anistia Internacional exigiu mais transparência no processo de soltura de prisioneiros iniciado no começo do ano e viabilizado após negociações com o Vaticano.
Na última rodada de libertações, durante a Semana Santa, 2.010 pessoas receberam indulto, mas a ONG criticou a ausência de uma lista dos beneficiados, e pediu que Havana “deixe de usar a liberdade como moeda política”, acrescentando que nenhum dos identificados pela Anistia como “presos de consciência” foram soltos. Na terça-feira, a ONG Cubalex relatou que 24 presos políticos, quase todos detidos nos protestos de julho de 2021, ganharam a liberdade recentemente.
“Chegou a hora de substituir os anúncios parciais, obscuros, revogáveis ​​e sem garantias pela libertação imediata e incondicional de todas as pessoas presas unicamente por exercerem seus direitos humanos”, disse Ana Piquer, diretora da Anistia Internacional para as Américas.
Recentemente, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, disse que não há presos políticos no país.
(Com AFP)
Pilotos foram flagrados emitindo sons de animais — como miados e latidos — durante comunicação por rádio com a torre de controle, em um episódio ocorrido nas proximidades do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, no último domingo. O caso viralizou nas redes sociais após a divulgação do áudio, que mostra a repreensão imediata de um controlador de tráfego aéreo.
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A gravação, com cerca de 12 segundos, registra a troca de sons entre os pilotos em uma frequência compartilhada com outros profissionais da aviação. Em determinado momento, um controlador intervém e cobra postura: “vocês precisam ser profissionais”, afirma, segundo o áudio divulgado.
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O aeroporto tem enfrentado maior atenção em relação à segurança nos últimos anos devido à congestão das pistas, a incidentes de quase colisão e às consequências contínuas da colisão aérea fatal ocorrida em 2025 sobre o rio Potomac, envolvendo um jato regional da American Eagle e um helicóptero do Exército dos Estados Unidos.
Frequência exige comunicação objetiva
As comunicações entre pilotos e controladores seguem regras rígidas e devem se limitar a informações operacionais essenciais, justamente para evitar ruídos e garantir a segurança do tráfego aéreo. Interferências desnecessárias podem comprometer instruções críticas e a consciência situacional dos envolvidos.
Ainda não há confirmação oficial sobre a identidade dos pilotos envolvidos, nem se pertencem a companhias aéreas específicas. Empresas como American Airlines e Delta Air Lines informaram que estão cientes do caso e avaliam internamente o ocorrido.
Até o momento, autoridades como a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) não anunciaram a abertura formal de investigação ou punições. No entanto, condutas consideradas inadequadas podem resultar em advertências, treinamentos adicionais ou sanções mais severas, dependendo da avaliação de risco operacional.
Uma associação internacional de meios de comunicação acusou líderes do exército israelense de tentar difamar um jornalista libanês morto no mês passado ao divulgar uma imagem gerada por inteligência artificial na qual o repórter aparece vestido com o uniforme do Hezbollah.
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Três jornalistas libaneses, entre eles Ali Shoeib — destacado correspondente da emissora Al Manar, afiliada ao movimento xiita Hezbollah — morreram em um ataque israelense no Líbano em 28 de março.
O exército israelense afirmou que matou Shoeib e justificou a ação dizendo que o repórter “operava dentro da organização terrorista Hezbollah sob a cobertura de ser jornalista”.
Apesar de não apresentar provas que sustentem essa acusação, a força militar publicou na rede X uma imagem que mostra uma foto editada de Shoeib: em uma metade, ele aparece com um colete de imprensa; na outra, veste o uniforme do Hezbollah.
O exército acrescentou a mensagem: “Resultado que o ‘chale de imprensa’ não foi mais do que uma tapadera para o terrorismo”.
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Fadel Itani/AFP
Um dia depois, o porta-voz militar, o tenente-coronel Nadav Shoshani, publicou no X outra imagem, de baixa qualidade, que supostamente mostra Shoeib com uniforme ao lado de um tanque, com a mensagem: “Publicamos esta manhã esta foto sem retocar o terrorista Ali Shoeib vestido com o uniforme do Hezbollah”. Posteriormente, o próprio exército reconheceu que a primeira imagem havia sido “retocada”.
A Associação de Imprensa Estrangeira (FPA), que representa centenas de repórteres em Israel e nos Territórios Palestinos, afirmou que o exército divulgou uma imagem “falsa” em 28 de março para “desacreditar o jornalista”.
“Durante as guerras recentes desacreditar os jornalistas e lembrar a duda difundindo informações inexatas e lançando acusações sem aportar testes de claras tem sido uma prática habitual do exército israelense”, acrescentou.
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Mais de 200 jornalistas palestinos foram mortos por fogo israelense desde outubro de 2023, segundo a FPA.
“Israel afirma que alguns foram combativos, mas em numerosos casos relatados ocasionalmente ou nenhuma tentativa que respaldou esta afirmação”, sinalizou a associação, criticando o que descreve como o “uso inadequado da IA” no caso de Shoeib.
Em resposta a um pedido de comentários sobre a declaração da FPA, o exército enviou à AFP a publicação de Shoshani no X, datada de 29 de março.
Desde o início de uma rodada anterior de hostilidades entre Israel e Hezbollah em 2023, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) documentou a morte de pelo menos 11 jornalistas e profissionais da imprensa mortos por Israel no Líbano.
A escalada do conflito envolvendo o Irã, após ataques dos Estados Unidos e de Israel, ampliou as tensões na região. Em 2 de março, o Hezbollah, aliado de Teerã, lançou projéteis contra território israelense.
Israel respondeu com bombardeios em larga escala em diferentes regiões do Líbano e iniciou uma incursão terrestre no sul do país.
A mulher mais rica da Austrália, Gina Rinehart, sofreu uma derrota na Justiça de seu país nos últimos dias. Com um patrimônio estimado em 27 bilhões de dólares (mais de R$ 134 bilhões na atual cotação), ela terá que se desfazer de parte desta fortuna. Nesta quarta-feira (13), a Suprema Corte do país decidiu que ela deverá pagar royalties passados ​​e futuros a outros herdeiros, que reivindicavam os valores. No entanto, os direitos de mineração permanecerão com ela, segundo a BBC.
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Ela herdou um império de mineração de ferro de seu pai, ainda em 1992. Ele havia desenvolvido minas de ferro em Pilbara, uma região rica em minerais da Austrália Ocidental. O que estava sendo cobrado na Justiça eram os lucros de Hope Downs, um dos maiores e mais lucrativos projetos de minério de ferro da Oceania. A ação era movida por dois de seus filhos e os herdeiros do sócio de Lang Hancock, pai da magnata.
A corte analisou o acordo feito entre o pai de Rinehart e seu sócio, Peter Wright, pioneiros da mineração de minério de ferro na Austrália Ocidental. A decisão vem depois de 13 anos de disputa judicial. A mina é operada em conjunto com a Rio Tinto, uma gigante global de mineração. No ano passado, o projeto contribuiu com quase US$ 596 milhões (quase R$ 3 bilhões) para a empresa de Rinehart.
A juíza do caso, Jennifer Smith, determinou que metade dos 2,5% dos royalties que a Rio Tinto paga a Hancock Prospecting fossem para os herdeiros que cobram os seus valores.
Já Bianca Rinehart e John Hancock, filhos de Gina Rinehart, afirmaram que o avô pretendia compartilhar a fortuna pelas minas do projeto Hope Downs com os dois. No entanto, a mãe teria feito uma manobra para impedir que o dinheiro chegasse a eles, já que havia transferido direitos lucrativos de mineração de um fundo fiduciário familiar para uma filial da empresa à qual eles não tinham acesso.
Um youtuber americano foi condenado a seis meses de prisão na Coreia do Sul após protagonizar uma série de atos considerados ofensivos e ilegais, incluindo gestos de desrespeito a uma estátua que homenageia vítimas de escravidão sexual durante a Segunda Guerra Mundial.
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Conhecido como Johnny Somali, o influenciador — cujo nome real é Ramsey Khalid Ismael — foi sentenciado por um tribunal de Seul por crimes como perturbação da ordem pública e obstrução de atividades comerciais. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira, e ele foi detido imediatamente após o julgamento por ser considerado risco de fuga.
Segundo as autoridades, o criador de conteúdo ficou conhecido por realizar transmissões ao vivo com comportamentos provocativos em locais públicos, muitas vezes com o objetivo de gerar engajamento e lucro nas redes sociais. Entre os episódios mais criticados está um vídeo em que ele aparece realizando atos considerados desrespeitosos diante de uma estátua que simboliza as mulheres, em sua maioria coreanas, forçadas à escravidão sexual pelo Exército japonês durante a guerra.
O caso provocou forte indignação no país asiático, onde esses monumentos têm grande peso histórico e simbólico. Estima-se que até 200 mil mulheres tenham sido vítimas desse sistema durante o conflito, tema que ainda gera tensões diplomáticas na região.
Além do episódio com a estátua, o influenciador também foi acusado de assediar pessoas em espaços públicos, causar tumultos em estabelecimentos comerciais e divulgar conteúdos ofensivos, incluindo material manipulado digitalmente.
Durante o processo, promotores chegaram a pedir uma pena de até três anos de prisão, mas o tribunal optou por uma condenação mais branda. Ainda assim, a Justiça destacou que os atos foram repetidos e deliberados, com o objetivo de obter ganhos financeiros por meio da exposição online.
Após cumprir a pena, o americano ainda deverá enfrentar restrições adicionais, como impedimento de trabalhar com menores e registro como infrator sexual por um período determinado, conforme a legislação local.
O Papa Leão XIV afirmou nesta quarta-feira que sua visita à África leva uma mensagem de unidade e paz “que o mundo precisa ouvir”, ao mesmo tempo em que pediu às autoridades de Camarões que examinem sua “consciência” e rompam “as correntes da corrupção”. As declarações foram feitas em meio às críticas que o Pontífice vem recebendo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do vice-presidente JD Vance por sua posição sobre a guerra no Irã.
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Depois de ser recebido por multidões nas ruas, o Pontífice nascido nos Estados Unidos adotou um tom incomumente direto em seu primeiro discurso no país africano, diante de autoridades locais, incluindo o presidente Paul Biya, de 93 anos, que governa o país desde 1982. O Papa afirmou que a segurança deve ser exercida com respeito aos direitos humanos e defendeu que o poder público não seja fonte de divisão.
— A segurança é uma prioridade, mas deve ser sempre exercida com respeito aos direitos humanos — disse o Papa, acrescentando que as autoridades devem servir como pontes, “mesmo quando a insegurança parece prevalecer”.
Em resposta, Biya disse às autoridades e diplomatas reunidos na capital, Yaoundé, que “o mundo precisa da mensagem de paz” trazida por Leão. Sob o comando de Biya, Camarões tem sido há muito tempo assolado por desvio generalizado de recursos, ocupando a 142ª posição entre 182 países no Índice de Corrupção de 2025 da Transparency International.
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Nos últimos anos, o líder multiplicou suas viagens ao exterior, seja para tratamento médico ou férias em um luxuoso hotel em Genebra, onde a oposição o acusa de gastar dinheiro dos contribuintes. Um consórcio internacional de jornalistas investigativos, o OCCRP, estimou em 2018 que a duração total de suas estadias privadas no exterior foi de 4,5 anos ao longo de três décadas e meia, com custo de 65 milhões de dólares.
Na véspera da visita do Pontífice, grupos da sociedade civil em Camarões haviam denunciado um “período sem precedentes de repressão” desde as eleições presidenciais de outubro e pediram a libertação de presos políticos, alguns detidos sem base legal. Entre os 2.782 prisioneiros registrados pelas organizações, 2.630 não foram condenados, segundo o ativista Herve Nzouabet Kweto, da ONG Source de vie.
— É hora de examinar nossa consciência e dar um salto ousado para frente. Para que a paz e a justiça prevaleçam, as correntes da corrupção devem ser quebradas — afirmou o Pontífice.
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Mais cedo, durante o voo entre Argélia e Camarões, Leão XIV voltou a defender a convivência entre religiões e destacou sua visita à Grande Mesquita de Argel, a maior da África, além do local de nascimento de Santo Agostinho de Hipona, figura cristã que inspirou sua vocação sacerdotal. Segundo ele, o encontro com a diversidade religiosa reforça a necessidade de coexistência pacífica.
— Temos crenças diferentes, formas diferentes de culto e maneiras distintas de viver, mas podemos viver juntos em paz. Promover esse tipo de imagem é algo que o mundo precisa ouvir hoje — declarou.
Tensões com Trump
A turnê do Papa por quatro países da África começou em meio a declarações de Trump de que ele “não era um grande fã” de Leão, após o Pontífice nascido nos EUA pedir paz no Oriente Médio. O presidente e seu Vance fizeram declarações duras ao longo da semana contra o líder da Igreja Católica, o que fez o Pontífice afirmar que não tem “medo da administração Trump” e que seguirá “firme contra a guerra”.
Poucas horas antes da viagem do Papa, Trump disse ser “inaceitável” que o Irã possua uma bomba nuclear e criticou diretamente o Pontífice. O presidente também divulgou uma imagem em que aparecia como uma figura semelhante a Jesus, posteriormente apagada: “Alguém poderia, por favor, dizer ao Papa Leão que o Irã matou pelo menos 42.000 manifestantes inocentes nos últimos dois meses?”, escreveu.
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Vance, que é católico, também questionou o Pontífice em um evento do Turning Point USA na terça-feira, afirmando que o Papa deveria ser “cuidadoso” ao tratar de teologia e colocando em dúvida sua interpretação da teoria da Guerra Justa, conceito desenvolvido por pensadores católicos ao longo de séculos. Um dos principais formuladores dessa doutrina foi Santo Agostinho, homenageado por Leão XIV durante sua passagem pela Argélia.
O Papa, por sua vez, afirmou que o pensador continua sendo uma referência importante e destacou seu apelo à busca da verdade e à construção de comunidades baseadas na unidade entre os povos.
— Seu convite para buscar Deus e a verdade é algo de que precisamos muito hoje. Ele oferece à Igreja e ao mundo uma visão de construção de comunidade e respeito entre todos os povos, apesar das diferenças.
Em Camarões, o Pontífice também deve abordar o conflito entre o governo francófono e separatistas anglófonos e participar de um encontro pela paz. Segundo a agência AP, grupos separatistas anunciaram uma pausa de três dias nos combates para permitir uma “viagem segura” do Papa e a divulgação de sua mensagem. A viagem do líder católico à África inclui ainda visitas a Angola e à Guiné Equatorial e está prevista para terminar em 23 de abril. (Com AFP)

O governo federal anunciou uma série de medidas para reforçar o papel da construção civil enquanto vetor de crescimento econômico. Uma delas prevê o aporte de mais R$ 20 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Com esse aporte, com origem no fundo social, o Brasil atingirá valor recorde para financiamento do programa, chegando a R$ 200 bilhões. Diante dos resultados que vêm sendo observados, o governo já está trabalhando com metas acima das definidas inicialmente.

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De acordo com o Planalto, o programa habitacional alcançou, com um ano de antecedência, a marca de 2 milhões de moradias contratadas.

“Se Deus quiser, vamos contratar 3 milhões de casas até o final desse ano. Prometemos 2 milhões, mas vamos chegar a 3 milhões de contratos. E vamos melhorar a renda das pessoas para que possam morar melhor”, discursou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (15), no Planalto, ao anunciar as medidas.

Lula lembrou que, conforme está disposto na Constituição, moradia é um direito humano, e que, ao torná-la acessível ao trabalhador brasileiro, por meio do setor de construção civil, ela faz com que a economia gire.

FGTS

Nesse sentido, o presidente disse que o FGTS é benéfico para o país, além de fundamental para a construção civil.

“Por isso, temos que cuidar bem dele. Não quero usar o dinheiro do FGTS para nada além do seu objetivo: garantir o trabalhador e ajudá-lo a conquistar sua casa”.

A fala do presidente veio em meio à preocupação de que o setor da construção civil venha a se prejudicar, caso o governo avance com a ideia de autorizar uso do FGTS pelas famílias para amortizarem suas dívidas.

Durante a cerimônia, o Ministro das Cidades, Vladimir Lima, lembrou que o MCMV conta também com recursos do Orçamento Geral da União, além do FGTS.

Motor propulsor

“O MCMV tem sido um programa impactante e motor propulsor para a gente contribuir na redução do déficit habitacional. Segundo a Fundação João Pinheiro, chegamos no menor patamar do déficit habitacional relativo da história do país: 7,4%. Isso é resultado da retomada deste importante programa”, argumentou o ministro.

Vladimir Lima detalhou as novas faixas de renda e os valores atualizados dos imóveis financiados pelo programa, anunciados pelo Conselho Curador do FGTS em março.

  • Faixa 1: renda familiar de até R$ 3.200;
  • Faixa 2: de R$ 3.201 a R$ 5.000;
  • Faixa 3: de R$ 5.001 a R$ 9.600, com imóveis de até R$ 400 mil;
  • Classe Média: renda de até R$ 13 mil, com imóveis de até R$ 600 mil.

Reforma Casa Brasil

Durante a cerimônia, foram anunciadas também melhorias para o programa Reforma Casa Brasil. O público-alvo foi ampliado para famílias com renda de até R$ 13 mil, igualando-se ao teto do MCMV e garantindo que mais brasileiros possam melhorar suas moradias.

“As condições financeiras para reformas tornaram-se mais atrativas, com a redução da taxa de juros para 0,99% ao ano para todos os beneficiários”, informou o Planalto, que aumentou também o valor do ticket máximo da reforma, de R$ 30 mil para R$ 50 mil.

O prazo de amortização foi estendido de 60 para 72 meses.

O Azerbaijão e a Rússia anunciaram, nesta quarta-feira, que chegaram a um acordo sobre o acidente fatal envolvendo um avião da Azerbaijan Airlines, que prevê o pagamento de indenizações e reconhece o papel das defesas aéreas russas.
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O anúncio representa um passo significativo na redução das tensões entre os dois países, após Baku acusar Moscou de responsabilidade pelo acidente.
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As relações entre Baku e Moscou se deterioraram depois que o presidente Ilham Aliyev exigiu que a Rússia assumisse a responsabilidade por ter disparado acidentalmente contra a aeronave, quando ela tentava pousar no Aeroporto de Grozny, no sul do país.
Nesta quarta-feira, os ministérios das Relações Exteriores dos dois países informaram, em um comunicado conjunto, que o acidente foi causado pela “ação não intencional” de um sistema de defesa aérea no espaço aéreo russo e confirmaram um acordo para o pagamento de indenizações, sem divulgar detalhes.
Segundo o comunicado, o acordo foi alcançado após rodadas anteriores de conversas entre Aliyev e o presidente russo, Vladimir Putin.

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