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O Irã prometeu nesta segunda-feira “responder em breve” à apreensão, pela Marinha dos Estados Unidos, de um cargueiro iraniano que tentava driblar o bloqueio imposto por Washington aos portos do país. Ao mesmo tempo, Teerã afirmou que ainda não decidiu se participará da próxima rodada de negociações com os americanos no Paquistão, aumentando a incerteza sobre os esforços diplomáticos em meio à escalada de tensões, a menos de dois dias do fim do cessar-fogo de duas semanas iniciado em 8 de abril.
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“As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão em breve e tomarão medidas de represália contra este ato de pirataria armada e contra os militares americanos”, escreveu no Telegram o porta-voz do Estado-Maior iraniano, ao acusar os EUA de terem “violado o cessar-fogo”.
Segundo a agência iraniana Tasnim, Teerã chegou a lançar drones na direção de navios militares americanos envolvidos no episódio.
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A apreensão do cargueiro foi anunciada no domingo pelo presidente americano, Donald Trump. Segundo ele, a embarcação, identificada como Touska, tentava escapar do bloqueio naval imposto por Washington a portos iranianos no Estreito de Ormuz.
Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que um contratorpedeiro americano interceptou o navio e assumiu o controle após a tripulação se recusar a obedecer ordens. Segundo o presidente, a embarcação está sob sanções do Departamento do Tesouro dos EUA.
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O Comando Central das Forças Armadas americanas divulgou imagens do momento em que militares dos EUA embarcam no cargueiro iraniano M/V Touska, interceptado no Golfo de Omã.
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Reprodução: Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos
O episódio ocorre em meio ao bloqueio imposto pelos EUA ao tráfego ligado ao Irã no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, aumentando o risco de escalada militar na região.
O cenário se dá em meio à incerteza diplomática. O Ministério das Relações Exteriores iraniano indicou que o país pode não comparecer às novas negociações com Washington. Segundo o porta-voz da chancelaria, Esmaeil Baqaei, ainda não há decisão sobre a participação do Irã no próximo encontro.
“Neste momento, enquanto falo, não temos nenhum plano para a próxima rodada de negociações e nenhuma decisão foi tomada a respeito”, afirmou Baqaei durante entrevista coletiva.
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Ele também criticou a postura americana, dizendo que, apesar do discurso favorável ao diálogo, os EUA não estariam agindo com seriedade.
“Embora se declarem a favor da diplomacia e se mostrem dispostos a negociar, os Estados Unidos estão adotando atitudes que não denotam, em absoluto, seriedade no momento de levar adiante um processo diplomático”, disse.
A imprensa iraniana também aponta que a suspensão do bloqueio naval americano é vista como condição prévia para a retomada das negociações.
Conflito de versões
Declarações divergentes de autoridades americanas e iranianas ampliam a incerteza sobre a realização de uma nova rodada de negociações nos próximos dias.
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No domingo, Trump afirmou que uma delegação americana estava a caminho de Islamabad, com previsão de chegada na noite desta segunda-feira. O grupo é liderado pelo vice-presidente JD Vance e inclui o enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do presidente. O republicano também voltou a ameaçar atacar a infraestrutura civil iraniana caso um acordo não seja alcançado.
Já a mídia estatal do Irã disse que Teerã ainda não concordou com um novo encontro após o fracasso da primeira rodada, em 11 de abril — a reunião presencial de mais alto nível entre os dois países em décadas.
Em artigo, a agência estatal Irna afirmou que as informações divulgadas por Washington fazem parte de uma “estratégia midiática” para pressionar o Irã, citando “exigências excessivas”, “expectativas irreais” e o bloqueio naval como entraves ao diálogo.
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Apesar do discurso público mais duro, há sinais de que as negociações podem avançar. Segundo a CNN, citando fontes em Teerã, uma delegação iraniana deve chegar a Islamabad na terça-feira. A expectativa é que uma declaração simbólica de extensão do cessar-fogo seja feita na quarta-feira, data prevista para o fim da trégua.
Paralelamente, autoridades paquistanesas seguem com os preparativos para o encontro, segundo a BBC. Em Islamabad, o Serena Hotel, que sediou a primeira rodada, foi novamente isolado, enquanto o esquema de segurança foi ampliado, com dezenas de postos de controle e o fechamento de vias com arames farpados na área diplomática. Policiais, militares e forças paramilitares reforçam o patrulhamento, com milhares de agentes mobilizados da província de Punjab, em uma operação que indica foco no “quando”, e não no “se”, das negociações.
Escritórios do governo foram fechados e algumas universidades passaram a operar com aulas online. Apesar da preparação, autoridades paquistanesas têm evitado declarações públicas, e ainda há dúvidas sobre a realização efetiva das negociações.
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No primeiro encontro, há pouco mais de uma semana, a presença da delegação iraniana também só foi confirmada nos momentos finais, o que levanta questionamentos sobre se o cenário atual se repete ou se as conversas podem nem chegar a ocorrer.
Um eventual avanço nas tratativas poderia abrir caminho para um acordo mais amplo, com a possibilidade de um encontro presencial entre os líderes dos dois países — algo inédito desde a Revolução Islâmica de 1979.
Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã
No domingo, o principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que houve progresso nas negociações, mas ressaltou que “ainda estamos longe de um acordo final”. Ele também alertou que Teerã está pronto para retomar os combates caso o cessar-fogo seja rompido.
Entre os principais pontos de impasse estão as exigências americanas sobre o programa nuclear iraniano, incluindo a suspensão ou limitação de longo prazo das atividades de enriquecimento de urânio. Autoridades iranianas rejeitam as condições e negam ter concordado com as demandas mencionadas por Trump.
(Com AFP e New York Times)
Uma imagem que circulou nas redes sociais neste domingo mostrando um soldado israelense vandalizando uma estátua de Jesus Cristo em um vilarejo cristão no sul do Líbano provocou forte reação no país e levou o Exército de Israel a abir uma investigação sobre o caso, tratado como de “grande gravidade”, o que deve culminar na prisão e no julgamento do agente em tribunal militar, segundo informações enviadas para O GLOBO.
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A foto, publicada na rede social X pelo jornalista libanês Younis Tirawi, mostra a imagem de Jesus crucificado invertida — com a cabeça no chão e os braços removidos da cruz — enquanto um soldado a atinge com uma marreta. Embora não tenha data confirmada, o registro teria sido feito na vila cristã de Debel, na região de Nabatiyeh, área que vem sendo alvo de bombardeios e operações terrestres israelenses desde o início da ofensiva recente.
— Nós certamente condenamos esse vergonhoso ato porque ele ofende nossos sentimentos religiosos e é um ataque às nossas crenças sagradas — afirmou Maroun Nassif, vice-administrador da vila, à CNN.
Em comunicado enviado para O GLOBO, o Exército de Israel (IDF, na sigla em inglês) informou que, após uma análise inicial da imagem, foi possível confirmar que ela retrata um soldado atuando no sul do Líbano. A instituição destacou que vê o episódio com “grande severidade”, que a conduta “é totalmente incompatível com os valores esperados de seus soldados” e que esforços estão sendo feitos para restaurar a estátua.
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— Este ato não foi condenado somente pelas autoridades israelenses, como também pela grande maioria da população, que sente vergonha do ocorrido — afirma o comunidado.
Segundo o IDF,, o caso está sendo investigado pelo Comando Norte e está sendo tratado pela cadeia de comando. O Exército afirmou que o militar foi detido e que “medidas apropriadas serão tomadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões”. A corporação acrescentou ainda que trabalha para ajudar a comunidade local a restaurar a estátua.
O país também afirmou que suas operações no sul do Líbano têm como objetivo desmantelar a infraestrutura do Hezbollah e que “não há intenção de prejudicar infraestrutura civil, incluindo edifícios religiosos ou símbolos religiosos”.
A repercussão do caso chegou ao Parlamento israelense. Deputados árabes criticaram o episódio nas redes sociais. Ayman Odeh ironizou, dizendo que “vai esperar para ouvir do porta-voz da polícia a alegação de que ‘o soldado se sentiu ameaçado por Jesus’”. Já Ahmad Tibi questionou se “esses racistas também aprenderam com Donald Trump a insultar Jesus e insultar o Papa Leão [XIV]”, em referência a imagens recentes geradas por inteligência artificial do presidente americano como Cristo e a tensões verbais com o pontífice.
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De acordo com a imprensa libanesa, ataques israelenses no sul do país também atingiram outros locais religiosos. Um mausoléu islâmico na região de Tiro teria sido danificado durante a guerra de 2024, e autoridades locais relatam que ao menos outros nove locais de importância religiosa foram destruídos ou sofreram danos. imagem que circulou nas redes sociais mostrando um soldado israelense vandalizando uma estátua de Jesus Cristo em um vilarejo cristão no sul do Líbano provocou forte reação no país e levou o Exército de Israel a abrir uma investigação sobre o caso, tratado como de “grande gravidade”.
A foto, publicada na rede social X pelo jornalista libanês Younis Tirawi, mostra a imagem de Jesus crucificado invertida — com a cabeça no chão e os braços removidos da cruz — enquanto um militar a atinge com uma marreta. Embora não tenha data confirmada, o registro teria sido feito na vila cristã de Debel, na região de Nabatiyeh, área que vem sendo alvo de bombardeios e operações terrestres israelenses desde o início da ofensiva recente.
— Nós certamente condenamos esse vergonhoso ato porque ele ofende nossos sentimentos religiosos e é um ataque às nossas crenças sagradas — afirmou Maroun Nassif, vice-administrador da vila, à CNN.
Em nota, o Exército de Israel (IDF, na sigla em inglês) informou que, após uma análise inicial da imagem, foi possível confirmar que ela retrata um soldado atuando no sul do Líbano. A instituição destacou que vê o episódio com “grande severidade” e que a conduta “é totalmente incompatível com os valores esperados de seus soldados”.
Segundo o comunicado, o caso está sendo investigado pelo Comando Norte e está sendo tratado pela cadeia de comando. “Medidas apropriadas serão tomadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões”, diz a nota. O Exército acrescentou ainda que trabalha para ajudar a comunidade local a restaurar a estátua.
A IDF também afirmou que suas operações no sul do Líbano têm como objetivo desmantelar a infraestrutura do Hezbollah e que “não há intenção de prejudicar infraestrutura civil, incluindo edifícios religiosos ou símbolos religiosos”.
A repercussão do caso chegou ao Parlamento israelense. Deputados árabes criticaram o episódio nas redes sociais. Ayman Odeh ironizou, dizendo que “vai esperar para ouvir do porta-voz da polícia a alegação de que ‘o soldado se sentiu ameaçado por Jesus’”. Já Ahmad Tibi questionou se “esses racistas também aprenderam com Donald Trump a insultar Jesus e insultar o Papa Leão [XIV]”, em referência a imagens recentes geradas por inteligência artificial do presidente americano como Cristo e a tensões verbais com o pontífice.
De acordo com a imprensa libanesa, ataques israelenses no sul do país também atingiram outros locais religiosos. Um mausoléu islâmico na região de Tiro teria sido danificado durante a guerra de 2024, e autoridades locais relatam que ao menos outros nove locais de importância religiosa foram destruídos ou sofreram danos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (20), durante visita à Alemanha, o que chamou de trajetória pioneira dos biocombustíveis brasileiros e criticou o regulamento ambiental adotado pela União Europeia (UE). As declarações foram dadas durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hanôver.

“Nosso etanol, de cana-de-açúcar, produz mais energia por hectare plantado, tem uma das menores pegadas de carbono do mundo e reduz emissões de até 90% em relação à gasolina”, disse, ao citar que a UE espera chegar a 50% de renováveis em sua matriz até 2050 enquanto o Brasil já cumpriu essa meta em 2025.

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Em sua fala, Lula destacou que o transporte figura atualmente como um dos principais gargalos de descarbonização da Europa. “Apesar disso, a União Europeia está revisando o seu regulamento sobre biocombustíveis. Estão na mesa propostas que ignoram práticas de sustentabilidade no uso do solo brasileiro”.

O presidente lembrou que, em janeiro, entrou em vigor um “mecanismo unilateral” de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis.

“Essas iniciativas podem dificultar a oferta de energia limpa ao consumidor europeu em momento crítico. A elevação de padrões ambientais é necessária, mas não é correta. Adotar critérios que ignorem outras realidades e prejudicam os produtores brasileiros”, completou.

“Estamos dispostos a deixar de ser um país em vias de desenvolvimento e queremos nos tornar um país desenvolvido. E não jogaremos fora as oportunidades da transição energética que estão colocadas para o mundo. Quem quiser produzir com energia mais barata e com energia verdadeiramente limpa, procure o Brasil, que nós temos espaço e oportunidade para quem quiser apostar no futuro”, concluiu.

A polícia de Shreveport identificou como Shamar Elkins o homem que matou a tiros oito crianças em diferentes casas na cidade, neste domingo. O suspeito era pai de sete das vítimas, que tinham entre 1 e 12 anos. Ele morreu após fugir e ser perseguido por agentes.
O ataque também deixou duas mulheres feridas em estado grave. Entre elas está a mãe das crianças, segundo autoridades locais.
De acordo com a polícia, outras pessoas estavam nas residências no momento dos disparos e conseguiram escapar. Um adolescente de 13 anos e uma mulher fugiram pulando do telhado de uma das casas.
— Havia também uma outra mulher e um adolescente de 13 anos que fugiram da casa e pularam do telhado. Ambos sofreram ferimentos ao fugir do incidente, mas espera-se que se recuperem — disse o porta-voz da polícia, Christopher Bordelon.
Ainda não há informações oficiais sobre o que motivou o crime, que é investigado pelas autoridades locais.A polícia identificou como Shamar Elkins o homem que matou a tiros oito crianças em casas em Shreveport, Louisiana, Estados Unidos, no último domingo (19). O suspeito era pai de sete das vítimas, que tinham entre 1 e 12 anos.
Entenda o caso

Um pai de 31 anos matou a tiros sete filhos e uma outra criança e feriu duas mulheres, que são mães dos menores, durante uma chacina em duas casas perto das 5h locais (7h em Brasília) no centro de Shreveport, no estado americano da Louisiana. O homem foi morto durante perseguição policial após roubar um carro ao fugir da cena do crime, o pior cometido com arma de fogo em mais de dois anos nos Estados Unidos.
Segundo o porta-voz da polícia Chris Bordelon, o assassino disparou primeiro em sua atual mulher, que está em estado crítico, antes de matar em uma segunda residência as crianças, que tinham idades entre 1 e 12 anos. Uma delas foi encontrada no teto da após aparentemente tentar fugir.
Bordelon afirmou que o criminoso havia sido preso em 2019 em um caso sobre posse de armas e que não há conhecimento de outros episódios de violência doméstica.
— Eu simplesmente não sei o que dizer, estou em choque. Não consigo imaginar como um evento como esse pôde acontecer — disse o chefe de polícia de Shreveport, Wayne Smith, citado pela Associated Press.
Tom Arceneaux, prefeito de Shreveport, que tem apenas 180 mil habitantes, classificou o crime como “a pior tragédia que já tiveram”.
— É uma manhã terrível, e todos estamos em luto pelas vítimas — disse Arceneaux em uma entrevista coletiva.
Crystal Brown, que é prima de uma das mulheres feridas, disse à Associated Press que o criminoso e sua mulher, mãe de quatro das vítimas, estavam em processo de separação e que discutiram antes do crime. Segundo ela, três das crianças eram filhas do criminoso com uma antiga parceira, que também está em estado crítico.
Brown relata que todas as crianças eram “felizes, amigáveis, muito doces”. Segundo o vereador de Shreveport Grayson Boucher, mais de 30% dos crimes e 30% dos homicídios em Shreveport são de natureza doméstica.
Neste ano, vários crimes com armas de fogo tiveram relação com casos de violência doméstica nos EUA.
Em janeiro, um ataque a tiros no Mississippi deixou seis pessoas mortas, incluindo uma menina de 7 anos. O atirador tinha como alvo principal membros de sua família. Entre as vítimas estavam seu pai, um irmão e uma menina de 7 anos.
Um mês depois, um atirador matou sua ex-esposa e seu filho adulto em um jogo de hóquei do ensino médio em Rhode Island. Outras três pessoas ficaram feridas, incluindo os pais do suspeito e um amigo da família.

Um menino de 12 anos foi arrastado por mais de 350 metros por um ônibus escolar após ter o braço e a mochila presos na porta do veículo, em um caso ocorrido no subúrbio de Wheelers Hill, em Melbourne, na Austrália.
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O incidente aconteceu na manhã de 16 de março, quando Nathaniel descia do ônibus e acabou ficando preso na porta traseira. Segundo relato da mãe, Grace, o motorista fechou a porta antes que o garoto tivesse desembarcado completamente.
“O motorista do ônibus fechou a porta traseira nele, prendendo sua mochila e o braço direito antes que ele tivesse desembarcado completamente”, disse ela em um vídeo publicado no Instagram.
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Ainda de acordo com a mãe, o veículo seguiu viagem antes que o menino conseguisse se soltar ou pedir ajuda, carregando-o pelo lado de fora por cerca de 350 metros.
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“Nathaniel teve que levantar as pernas da estrada e se segurou com a mão direita no corrimão interno da porta enquanto passava por carros estacionados a poucos centímetros de distância”, relatou Grace.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas por ela mostram o menino preso à porta do ônibus, com o braço dentro do veículo e as pernas recolhidas, tentando evitar o contato com a via e outros carros.
O motorista só abriu a porta ao chegar ao ponto seguinte, permitindo que o garoto se soltasse.
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Grace afirmou que o filho, que havia começado a ir sozinho para a escola de ônibus cerca de dois meses antes, agora sofre de ansiedade e não se sente mais seguro para utilizar o transporte desacompanhado. Ele passou a ser acompanhado por um psicólogo.
A mãe também alegou que não recebeu apoio financeiro da Transport Accident Commission nem da empresa responsável pelo ônibus.
Em carta enviada à família, a empresa Ventura pediu desculpas e informou que avaliaria a conduta do motorista. Após investigação interna, o profissional foi demitido.
“Este é um incidente muito angustiante, e continuaremos a apoiar o passageiro e a família neste momento”, afirmou um porta-voz da empresa. “A segurança dos nossos passageiros é nossa prioridade. Reforçamos nossos protocolos de segurança com todos os motoristas e vamos implementar uma revisão para aprimorar os programas de treinamento.”
A polícia de Victoria informou que teve conhecimento das imagens e acredita que o caso ocorreu na Brandon Park Drive, mas destacou que a ocorrência não foi inicialmente registrada. “O caso não foi comunicado à polícia e investigações estão sendo realizadas”, disse um porta-voz.
A primeira-ministra do estado de Victoria, Jacinta Allan, também se manifestou sobre o episódio.
“Todo pai quer garantir que seu filho chegue à escola com segurança, e aquelas imagens foram simplesmente chocantes”, afirmou em comunicado. “Meus pensamentos estão com aquele jovem menino e sua família e cuidadores, que estão claramente angustiados.”
Ela acrescentou que o governo busca formas de apoiar a família. “Pedi ao ministro responsável pela Transport Accident Commission que oriente o órgão a entrar em contato com a família para verificar que apoio adicional pode ser oferecido. É evidente que isso teve um impacto; terá um impacto nele, então queremos oferecer suporte a ele e à sua rede familiar.”
A Transport Accident Commission classificou o episódio como angustiante e informou que entrou em contato com a família para oferecer assistência.
O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos divulgou imagens do momento em que militares americanos embarcam no navio cargueiro iraniano M/V Touska, interceptado no Golfo de Omã no domingo (19), após tentar furar um bloqueio naval imposto por Washington. O episódio ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã, a poucos dias do prazo para o fim do cessar-fogo entre os dois países.
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As imagens mostram fuzileiros navais descendo de rapel, a partir de helicópteros, diretamente sobre os contêineres do cargueiro. Antes da operação aérea, o navio já havia sido interceptado no Mar Arábico pelo destróier americano USS Spruance, que monitorou a embarcação por horas.
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Segundo o Comando Central, forças americanas emitiram múltiplos avisos ao navio, que navegava a cerca de 17 nós em direção ao porto iraniano de Bandar Abbas. Após seis horas sem resposta da tripulação, os militares ordenaram a evacuação da casa de máquinas e dispararam contra a embarcação.
“O Spruance desativou a propulsão do Touska ao disparar vários projéteis de seu canhão de 5 polegadas contra a casa de máquinas”, informou o comando militar. “Fuzileiros navais dos EUA embarcaram posteriormente no navio não cooperativo, que permanece sob custódia americana.”
O navio de guerra americano USS Spruance
Reprodução: surfpac.navy.mil
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o navio foi atingido após desobedecer à ordem de parada. Segundo ele, um “buraco” foi aberto na casa de máquinas.
“Neste momento, fuzileiros navais dos EUA estão com a custódia da embarcação. O TOUSKA está sob sanções do Departamento do Tesouro dos EUA devido a um histórico anterior de atividades ilegais. Temos controle total do navio e estamos verificando o que há a bordo”, disse.
O navio de carga Touska
Reprodução: Hans Rosenkranz / marinetraffic.com
De acordo com dados de rastreamento marítimo, o cargueiro havia partido recentemente da Ásia — com registros de passagem pela China e pela Malásia — e seguia em direção ao Irã. A embarcação pertence a uma empresa com sede em Teerã e está sob sanções americanas há anos.
Espólio de guerra
Especialistas ouvidos pela imprensa internacional afirmam que o destino do navio dependerá do conteúdo transportado. Caso seja comprovado que a embarcação violou o bloqueio, ela poderá ser apreendida definitivamente pelos Estados Unidos.
“De acordo com as leis da guerra naval, é possível apreender uma embarcação nessas circunstâncias, quando ela tenta furar um bloqueio”, disse Jennifer Parker, especialista em segurança marítima, à CNN americana. Segundo ela, o caso pode ser analisado por um tribunal específico.
Outro analista, o ex-capitão da Marinha americana Carl Schuster, afirmou que o navio pode ser tratado como “espólio de guerra”, dependendo da carga e do desdobramento do conflito.
O destino da tripulação também é incerto. Especialistas indicam que marinheiros estrangeiros podem ser repatriados, enquanto cidadãos iranianos — ou eventuais membros da Guarda Revolucionária — podem ser detidos.
Escalada de tensão
O Irã classificou a ação como uma violação do cessar-fogo e prometeu retaliar. Segundo autoridades iranianas, o navio saiu da China com destino a um porto no país.
O incidente ocorre em um momento crítico. O principal ponto de atrito entre Teerã e Washington envolve o controle do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo.
Na sexta-feira (17), o Irã anunciou a reabertura da via, mas voltou atrás no dia seguinte, alegando bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos. No sábado (18), a Guarda Revolucionária iraniana disparou contra dois petroleiros indianos na região, ação criticada por Trump.
“O Irã decidiu disparar tiros ontem no Estreito de Ormuz — uma violação total do nosso acordo de cessar-fogo!”, escreveu Trump em publicação na manhã de domingo. “Isso não foi nada legal, foi?”
O presidente americano também voltou a ameaçar o Irã caso não haja um acordo definitivo envolvendo o programa nuclear iraniano e a navegação na região.
“Estamos oferecendo um ACORDO muito justo e razoável, e espero que eles aceitem porque, se não aceitarem, os Estados Unidos vão destruir todas as usinas de energia e todas as pontes no Irã”, escreveu. “CHEGA DE FAZER O BONZINHO!”
Uma nova rodada de negociações está prevista para esta segunda-feira (20), no Paquistão. Trump afirmou ter enviado uma delegação americana, mas a mídia estatal iraniana nega a participação de Teerã no encontro.
Um terremoto de magnitude 7,4 no Oceano Pacífico provocou a chegada das primeiras ondas de tsunami ao norte do Japão nesta segunda-feira, levou autoridades a emitir alertas de evacuação para mais de 120 mil pessoas em áreas costeiras das regiões de Aomori, Iwate e Hokkaido.
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De acordo com a Agência Meteorológica do Japão, as primeiras ondas atingiram cidades como Kuji, Miyako e Hachinohe, com altura inicial inferior a um metro. O órgão, no entanto, alerta que novas ondas podem chegar com maior intensidade nas próximas horas, com possibilidade de atingir até três metros.
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As autoridades classificaram o aviso de tsunami no segundo nível mais alto e orientaram moradores de áreas litorâneas e próximas a rios a buscarem imediatamente regiões elevadas ou edifícios de evacuação.
— Evacuem imediatamente das zonas costeiras e margens de rios para locais seguros — informou a agência, em comunicado.
O tremor teve epicentro ao largo da costa de Sanriku, a cerca de 10 quilômetros de profundidade, e foi classificado como intensidade “upper 5” na escala sísmica japonesa, nível considerado forte o suficiente para dificultar a locomoção e provocar danos estruturais.
Segundo o governo japonês, há relatos iniciais de danos materiais, e equipes seguem mobilizadas para avaliar possíveis vítimas. O gabinete da primeira-ministra Sanae Takaichi montou uma força-tarefa para gerenciar a crise.
O sistema ferroviário de alta velocidade Shinkansen teve trechos suspensos entre Tóquio e o norte do país, enquanto embarcações deixaram portos para águas mais profundas, onde o impacto das ondas tende a ser menor.
Usinas nucleares nas áreas afetadas, incluindo instalações em Fukushima e Onagawa, passam por inspeções. Até o momento, não há registro de anormalidades.
O Japão está situado no chamado “Anel de Fogo do Pacífico”, região com intensa atividade sísmica. O país registra cerca de 1.500 tremores por ano e concentra uma parcela significativa dos terremotos mais fortes do planeta.
O massacre de oito crianças — sete delas filhas do próprio autor — neste domingo, (19), em Shreveport, no estado de Louisiana, passou a dominar a cobertura internacional e vem sendo descrito por veículos estrangeiros como um dos episódios mais brutais recentes nos Estados Unidos. O caso, tratado como violência doméstica extrema, deixou ainda adultos feridos e terminou com o suspeito morto após perseguição policial.
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Segundo autoridades, o ataque ocorreu em sequência e atingiu diferentes casas em um mesmo bairro. As vítimas tinham entre 1 e 14 anos. Parte delas foi morta enquanto dormia, e ao menos uma criança morreu ao tentar fugir pelo telhado, de acordo com relatos reunidos pela imprensa americana. O autor também baleou duas mulheres antes de fugir e ser morto em confronto com policiais.
Sequência de ataques expande dimensão do crime
As investigações apontam que o crime não ocorreu em um único ponto, mas em diferentes residências da mesma região, o que ampliou a dimensão da ocorrência e mobilizou diversas equipes de emergência. A existência de múltiplas cenas de crime é um dos elementos mais destacados na cobertura internacional, por indicar a progressão do ataque ao longo de um intervalo de tempo.
Relatos reunidos por veículos americanos indicam que parte das vítimas foi surpreendida dentro de casa, sem possibilidade de reação. A tentativa de fuga de uma das crianças, que acabou morrendo, passou a ser citada de forma recorrente como símbolo do desespero provocado pelo ataque.
Cobertura internacional descreve brutalidade e caráter incomum
A dimensão do crime fez com que a cobertura internacional adotasse um tom acima do usual até mesmo para padrões de violência armada nos Estados Unidos. A Reuters destacou a “brutalidade extrema” e o fato de as vítimas serem majoritariamente crianças pequenas, além da multiplicidade de locais atingidos.
O The Guardian classificou o episódio como um caso de “family annihilation” e apontou que a combinação entre ambiente doméstico e número de mortos amplia o impacto do caso, tornando-o particularmente chocante mesmo em um país acostumado a episódios de violência armada.
Nos Estados Unidos, a repercussão seguiu a mesma linha. O The Washington Post tratou o ataque como o mais letal do tipo em anos e destacou o contexto familiar envolvendo o autor. A revista People enfatizou que parte das vítimas foi atingida enquanto dormia, elemento que aparece de forma recorrente na cobertura por intensificar a gravidade do episódio.
Emissoras locais e portais americanos passaram a descrever o que foi encontrado pelas equipes de resgate como uma “cena de guerra” — expressão que rapidamente se espalhou e passou a ser reproduzida por veículos internacionais ao longo do dia. Outros relatos citam o nível de destruição e o impacto visual encontrado nos locais atingidos.
Autoridades falam em tragédia histórica
A repercussão política acompanhou o tom da cobertura. O prefeito de Shreveport afirmou que o episódio pode ser “a pior tragédia da história da cidade”, enquanto o governador da Louisiana, Jeff Landry, disse estar “de coração partido” com o ocorrido.
No cenário nacional, o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, classificou o caso como “devastador” e afirmou que acompanha a situação junto às autoridades locais. Outras lideranças estaduais também manifestaram pesar e destacaram o impacto do crime na comunidade.
Caso é inserido em cenário mais amplo de violência nos EUA
Veículos internacionais também situaram o massacre dentro de um cenário mais amplo de violência nos Estados Unidos. Levantamentos citados por Reuters e The Guardian indicam que o país já registrou mais de uma centena de ataques a tiros em 2026, o que levou parte da imprensa a tratar o episódio não como um caso isolado.
A recorrência de crimes dentro do ambiente familiar, especialmente envolvendo crianças, aparece como um dos pontos mais destacados na cobertura. O caso de Louisiana é descrito como um exemplo extremo dessa dinâmica, combinando violência doméstica e uso de arma de fogo
A combinação entre número de vítimas, idade das crianças, vínculo familiar e múltiplas cenas de crime fez com que o ataque fosse descrito de forma recorrente como um dos mais chocantes dos últimos anos no país. A investigação segue em andamento, e as autoridades ainda buscam esclarecer a motivação do crime.
Pesquisadores deram um passo importante para entender como os buracos negros influenciam o universo ao medir diretamente, pela primeira vez, a potência de seus jatos. Utilizando uma rede global de radiotelescópios, a equipe liderada pela Universidade de Curtin obteve imagens detalhadas que mostram o quão energéticas essas estruturas podem ser — resultados que reforçam teorias antigas sobre o papel dos buracos negros na formação das galáxias.
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O estudo, publicado na revista Nature Astronomy, concentrou-se em Cygnus X-1, um sistema conhecido por abrigar o primeiro buraco negro confirmado, além de uma estrela supergigante. Os cientistas determinaram que os jatos emitidos por esse buraco negro carregam uma energia equivalente à de cerca de 10 mil sóis.
Para realizar a medição, os pesquisadores utilizaram um conjunto de telescópios distribuídos pelo planeta que operam de forma integrada. Isso permitiu observar como os jatos eram empurrados e deformados pelos ventos intensos da estrela próxima enquanto o buraco negro se deslocava em sua órbita — um efeito comparável ao desvio de um jato de água por rajadas de vento.
Ventos estelares
Ao calcular a intensidade dos ventos da estrela e acompanhar o grau de desvio dos jatos, a equipe conseguiu determinar sua potência em um momento específico. É a primeira vez que cientistas medem diretamente a energia instantânea desses jatos, em vez de depender de médias ao longo de longos períodos.
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Os pesquisadores também conseguiram medir a velocidade dessas estruturas, estimada em cerca de metade da velocidade da luz — aproximadamente 150 mil quilômetros por segundo, um desafio que vinha intrigando a ciência há anos.
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O projeto foi liderado pelo Curtin Institute of Radio Astronomy (CIRA) e pelo braço da Curtin no International Centre for Radio Astronomy Research (ICRAR), com participação da University of Oxford.
Jatos dançantes
Autor principal do estudo, o Dr. Steve Prabu, que trabalhou no CIRA durante a pesquisa e hoje está na Universidade de Oxford, explicou que a equipe utilizou uma sequência de imagens para acompanhar o que chamou de “jatos dançantes”.
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Segundo ele, o termo descreve o movimento constante dessas estruturas, que mudam de direção repetidamente sob a influência dos ventos da estrela supergigante enquanto ambos os corpos orbitam entre si.
Dr. Prabu destacou que as observações ajudam a entender quanto da energia gerada nas proximidades do buraco negro é transferida para o ambiente ao redor:
“Uma descoberta-chave desta pesquisa é que cerca de 10% da energia liberada à medida que a matéria cai em direção ao buraco negro é transportada pelos jatos”, afirmou.
“Isso é o que os cientistas geralmente assumem em modelos simulados do Universo em grande escala, mas tem sido difícil confirmar por observação até agora.”
Avanço ajuda a confirmar teorias
Coautor do estudo, o professor James Miller-Jones, do CIRA e do ICRAR, ressaltou que técnicas anteriores só permitiam estimar a potência dos jatos ao longo de períodos extremamente longos, às vezes de milhares ou milhões de anos.
Isso dificultava a comparação direta entre a energia dos jatos e as emissões de raios X produzidas quando a matéria é absorvida por um buraco negro.
“E como nossas teorias sugerem que a física ao redor dos buracos negros é muito semelhante, agora podemos usar essa medição para fundamentar nosso entendimento dos jatos, sejam eles provenientes de buracos negros com 10 ou 10 milhões de vezes a massa do Sol”, disse o professor.
Ele acrescentou que projetos como o Square Kilometre Array Observatory, em construção na Austrália Ocidental e na África do Sul, devem permitir a detecção de jatos de buracos negros em milhões de galáxias distantes.
“Os jatos de buracos negros fornecem uma importante forma de retroalimentação para o ambiente ao redor e são fundamentais para entender a evolução das galáxias”, concluiu.
Além das instituições citadas, o estudo contou com a colaboração da Universidade de Barcelona, da Universidade de Wisconsin-Madison, da Universidade de Lethbridge e do Institute of Space Science.
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