Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Um policial iraniano morreu após ser esfaqueado durante protestos perto de Teerã, informou nesta quinta-feira a agência Fars, no 12º dia de um movimento contra o aumento do custo de vida no país.
‘Vozes do Irã’: Especial da GloboNews mostra como está o país após conflito com Israel
Após ação dos EUA: Irã pede libertação de Maduro e diz que relações com a Venezuela estão mantidas
Shahin Dehghan, policial do condado de Malard, a oeste da capital iraniana, morreu “poucas horas depois de ter sido esfaqueado enquanto participava dos esforços para controlar os distúrbios” na região, segundo a agência. As autoridades abriram uma investigação para identificar os responsáveis pelo ataque.
As manifestações no Irã começaram em 28 de dezembro, quando comerciantes de Teerã organizaram um protesto contra a alta dos preços e o colapso do rial, a moeda nacional. O ato inicial desencadeou protestos semelhantes em outras cidades do país.
Segundo um levantamento da AFP com base em declarações oficiais e na imprensa local, os protestos já alcançaram 25 das 31 províncias iranianas e deixaram dezenas de mortos, entre eles integrantes das forças de segurança.
O atual movimento é considerado o mais grave na República Islâmica desde os protestos de 2022–2023, desencadeados pela morte sob custódia de Mahsa Amini, presa por supostamente violar o rígido código de vestimenta imposto às mulheres.
As manifestações, no entanto, não atingiram a dimensão dos protestos de 2022–2023 nem das mobilizações em massa de 2009, realizadas após as eleições presidenciais.
Ainda assim, representam um desafio relevante para o governo iraniano, em meio a uma profunda crise econômica e no contexto posterior à guerra de 12 dias com Israel, ocorrida em junho do ano passado.
O Exército libanês anunciou nesta quinta-feira a conclusão da “a primeira fase” de seu plano para desarmar o movimento pró-Irã Hezbollah na região situada entre a fronteira com Israel e o rio Litani, cerca de 30 quilômetros ao norte.
Trump anuncia que Venezuela comprará somente produtos ‘feitos nos EUA’ com dinheiro do petróleo
Apropriação de barris, controle da venda e mercado para empresas americanas: como Trump quer usar o petróleo da Venezuela
Em comunicado oficial, a instituição militar afirmou ter alcançado “os objetivos da primeira fase” da operação, que deverá ser posteriormente estendida a outras áreas do território libanês.
Segundo o Exército, as forças armadas agora “controlam” a área ao sul do rio Litani, “com exceção dos territórios e posições ainda ocupados por Israel” nas proximidades da fronteira.
A nota informa ainda que as operações militares prosseguirão ao sul do Litani “para concluir o tratamento das munições não detonadas” e para inspecionar os túneis escavados pelo Hezbollah. As autoridades também prometeram adotar medidas para “impedir definitivamente que os grupos armados reconstruam suas capacidades”.
O Hezbollah saiu enfraquecido da guerra com Israel, encerrada por uma trégua em vigor desde novembro de 2024.
Apesar disso, o movimento pró-Irã se recusa a entregar suas armas no restante do país. Israel, por sua vez, mantém a ocupação de cinco posições próximas à fronteira, mesmo após o acordo de cessar-fogo que previa sua retirada do território libanês.
Desde novembro de 2024, o Exército israelense realizou centenas de ataques contra alvos do Hezbollah e acusa o grupo de tentar se rearmar. Autoridades israelenses também têm manifestado dúvidas quanto à eficácia da operação de desarmamento conduzida pelas forças libanesas.
O governo do Líbano enfrenta forte pressão dos Estados Unidos para avançar no desarmamento da organização pró-Irã.
No domingo, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, elogiou, em publicação na rede social X, os “esforços” do governo e do Exército libaneses, mas afirmou que eles “estão longe de ser suficientes”.
O que terremotos escondidos sob quilômetros de água gelada têm a ver com o oxigênio que respiramos? Uma pesquisa publicada em dezembro na revista Nature Geoscience revela que tremores registrados no fundo do Oceano Antártico podem desencadear grandes florações de fitoplâncton na superfície meses depois, conectando movimentos da crosta terrestre à saúde dos oceanos e ao clima do planeta.
Lagos sob gelo fino podem ter mantido água líquida em Marte frio, sugere estudo
O estudo, liderado por pesquisadores da Universidade de Stanford, mostra que a atividade sísmica próxima à Dorsal Meso-Sul da Antártica durante o inverno influencia diretamente a intensidade das florações de fitoplâncton no verão seguinte. Esses organismos microscópicos são a base da cadeia alimentar marinha e desempenham papel central na absorção de dióxido de carbono da atmosfera, além de contribuírem para a produção de oxigênio.
Segundo os cientistas Casey Schine e Kevin Arrigo, da Escola de Sustentabilidade Doerr, o principal fator que determina o tamanho dessas florações é o número de terremotos ocorridos nos meses anteriores ao período de crescimento. A conclusão veio após a análise de imagens de satélite e registros sísmicos entre 1997 e 2024. Em anos com tremores de magnitude cinco ou superior, as florações atingiram proporções excepcionais — em 2014, cobriram cerca de 266 mil quilômetros quadrados, área comparável à da Nova Zelândia.
A explicação está no fundo do mar. Os terremotos abrem fissuras em fontes hidrotermais localizadas a cerca de 1.800 metros de profundidade, permitindo a liberação de fluidos ricos em ferro e outros nutrientes. Como o ferro é escasso no Oceano Antártico e limita o crescimento do fitoplâncton, esse aporte extra funciona como um gatilho para a explosão de vida microscópica.
Até então, acreditava-se que esses nutrientes levariam décadas para alcançar a superfície. O estudo, porém, indica que o transporte pode ocorrer em semanas ou meses, desafiando modelos tradicionais sobre a circulação oceânica. Jens-Erik Lund Snee, sismólogo e coautor da pesquisa, confirmou a correlação entre terremotos e aumento da produtividade biológica, enquanto Joseph Resing, da Universidade de Washington, destacou que os dados reforçam o papel da atividade sísmica na intensificação das fontes hidrotermais.
Os efeitos vão além do microscópico. As florações alimentam o krill e pequenos crustáceos, base da dieta de baleias, focas e pinguins. Schine lembra que já foi documentado que baleias-jubarte se concentram nessas áreas logo após grandes terremotos, evidenciando como um evento geológico pode repercutir por toda a cadeia alimentar.
Ao capturar carbono, o fitoplâncton também ajuda a mitigar as mudanças climáticas. Arrigo afirma que compreender esses mecanismos pode levar a previsões mais precisas sobre quanto carbono os oceanos são capazes de absorver. Se o aporte de ferro for tão rápido quanto o observado, os modelos atuais podem estar subestimando o papel do Oceano Antártico na regulação do clima.
Embora a pesquisa tenha foco em uma região específica, especialistas apontam que processos semelhantes podem ocorrer em outras áreas com intensa atividade sísmica, como o Anel de Fogo do Pacífico. Em artigo na revista Science, a pesquisadora Sophie Bonnet alertou que o impacto global ainda é incerto, dada a dificuldade de estudar essas zonas remotas. Novas expedições científicas, como a realizada em dezembro de 2024, buscam ampliar esse entendimento e mapear como tremores no fundo do mar podem influenciar a vida — e o clima — na superfície do planeta.
Como se organizam o gás e a poeira que dão origem a planetas gigantes? Uma resposta começa a surgir com a observação de um dos maiores discos protoplanetários já registrados, revelado com notável clareza pelo radiotelescópio ALMA, segundo o Observatório Nacional de Radioastronomia. O sistema, conhecido como Hambúrguer de Gómez (GoHam), oferece uma oportunidade rara de estudar a origem dos planetas e a dinâmica desses ambientes em larga escala.
A pesquisa, apresentada em janeiro durante a reunião anual da Sociedade Astronômica Americana e ainda em processo de publicação, mostrou o potencial do ALMA para mapear camadas sobrepostas de gás e poeira que orbitam uma estrela jovem. Por estar quase de perfil em relação à Terra, o disco permitiu aos astrônomos localizar grãos de poeira milimétricos e diferentes moléculas de gás em níveis específicos, algo pouco comum em observações desse tipo.
No interior do GoHam, foram identificadas duas formas de monóxido de carbono e compostos de enxofre, como o monóxido de enxofre. O monóxido de carbono-12, mais leve, ocupa as regiões mais afastadas do plano central, enquanto o carbono-13 aparece em uma camada inferior. Já o monóxido de enxofre está concentrado ainda mais próximo do eixo do disco, onde a poeira forma uma faixa fina, em contraste com o gás, que se estende por centenas de unidades astronômicas acima e abaixo.
O tamanho do sistema impressiona. A emissão de monóxido de carbono-12 alcança quase mil unidades astronômicas de raio, com grande expansão vertical, colocando o GoHam entre as maiores regiões conhecidas onde a formação planetária pode ocorrer. A massa total de poeira, muito acima da média observada em sistemas semelhantes, reforça o potencial para o surgimento de planetas gigantes e até de um futuro sistema multiplanetário, de acordo com o Observatório Nacional de Radioastronomia.
As observações também revelaram assimetrias marcantes. Há um desequilíbrio norte-sul na emissão de poeira milimétrica, com um dos lados do disco mais brilhante e extenso, possivelmente associado a um vórtice que concentra material sólido e favorece a formação de planetas. No hemisfério norte, uma fraca emissão de monóxido de carbono em regiões externas é compatível com um vento gerado pela radiação da estrela, capaz de dispersar gás no espaço.
Outro destaque é a detecção de uma estrutura em arco de monóxido de enxofre em uma das bordas externas do disco, alinhada a um aglomerado denso conhecido como “GoHam b”. Esse objeto pode representar o núcleo de um planeta massivo em formação, oferecendo um raro vislumbre de estágios iniciais do nascimento planetário em regiões distantes da estrela central.
Para Charles Law, investigador principal do projeto e bolsista Sagan do NHFP na Universidade da Virgínia, o sistema se tornou um referencial. “GoHam nos proporciona uma perspectiva excepcional da estrutura vertical e radial de um disco em grande escala”, afirmou, segundo o Observatório Nacional de Radioastronomia, destacando o valor do objeto para testar simulações e teorias sobre a evolução de discos e a formação de planetas.
Instalado no deserto do Atacama, no Chile, o ALMA — uma colaboração internacional — foi essencial para a obtenção de dados de alta resolução. A combinação entre o tamanho do disco, as assimetrias detectadas e os indícios de formação planetária faz do Hambúrguer de Gómez um laboratório natural para compreender como planetas gigantes surgem e remodelam o ambiente ao seu redor nas regiões mais externas de seus sistemas.
O que são, afinal, os enigmáticos pontos vermelhos que surgem nas imagens mais profundas do universo? Uma nova análise baseada em observações do Telescópio Espacial James Webb (JWST) indica que essas fontes compactas e extremamente luminosas podem representar um estágio decisivo na formação dos primeiros buracos negros supermassivos. O estudo foi apresentado por astrônomos do Centro de Astrofísica Harvard & Smithsonian (CfA) durante a 247ª reunião da Sociedade Astronômica Americana, em Phoenix, e publicado no servidor arXiv no fim de dezembro.
Telescópio Hubble detecta ‘galáxia fracassada’ e revela nuvem sem estrelas dominada por matéria escura
Minhocas-zumbi ‘devoradoras de ossos’ somem do fundo do mar e acendem alerta entre cientistas
Conhecidos como Pequenos Pontos Vermelhos, esses objetos estão entre os mais distantes já detectados. Observados inicialmente pelo telescópio Hubble, surgiam apenas como manchas avermelhadas no limite do universo observável, resultado da expansão do cosmos, que estica a luz para comprimentos de onda mais longos. Essa característica dificultava a identificação de sua natureza física.
Da dúvida ao modelo físico
A virada ocorreu com as primeiras “imagens profundas” do Webb, em 2022. Sensível ao infravermelho, o telescópio permitiu observar esses pontos com muito mais nitidez, reacendendo o debate sobre sua origem. Hipóteses iniciais envolviam cenários complexos, como buracos negros cercados por discos de acreção e nuvens densas de poeira.
O novo estudo, liderado por Devesh Nandal, astrônomo do CfA, propõe uma explicação mais direta. Pela primeira vez, os pesquisadores desenvolveram um modelo físico detalhado de uma estrela supermassiva rara, pobre em metais, com crescimento rápido e massa cerca de um milhão de vezes superior à do Sol. As características previstas — luminosidade extrema, espectro em formato de “V” e emissão incomum de hidrogênio — coincidem com as observadas nos Pequenos Pontos Vermelhos pelo Webb.
Segundo Nandal, a identidade desses objetos tem sido motivo de controvérsia desde a descoberta. “Os pequenos pontos vermelhos têm sido fonte de debate intenso”, afirmou. Para ele, os novos modelos indicam que há “uma única estrela gigantesca envolta em uma fina camada”, capaz de explicar de forma consistente os dados obtidos pelo JWST.
A análise espectral sugere que apenas as estrelas mais massivas atingem o brilho necessário para corresponder às observações atuais. O grupo avalia que, caso futuras campanhas identifiquem pontos menos luminosos e menos massivos, será possível compreender melhor como esses objetos se formam e evoluem.
Mais do que resolver um mistério observacional, o estudo abre uma janela inédita para os primórdios do cosmos. “Se nossa interpretação estiver correta, não estamos apenas inferindo a existência das sementes dos buracos negros massivos. Estamos observando o nascimento de algumas delas em tempo real”, disse Nandal. No artigo, os autores destacam que a rápida formação dos primeiros buracos negros supermassivos exige núcleos muito pesados, sendo as estrelas supermassivas seus principais progenitores teóricos.
Os cientistas esperam que os resultados apresentados pela equipe do CfA sirvam de base para novas observações com o Webb e outros instrumentos, permitindo identificar variantes desses objetos e avançar na compreensão dos processos físicos que deram origem aos primeiros buracos negros e às galáxias no início do universo.
Um filhote de labrador retriever resgatado no Reino Unido está a caminho de se tornar um dos poucos cães do mundo capazes de identificar uma infecção pulmonar potencialmente fatal. Chilli, um labrador amarelo nascido no abrigo Battersea Dogs and Cats Home, no sul de Londres, passou a integrar oficialmente a equipe de cães de detecção biológica da organização Medical Detection Dogs (MDD) e iniciou o treinamento especializado para detectar a bactéria Pseudomonas aeruginosa (Pa), associada a infecções pulmonares multirresistentes e a danos nos pulmões de pessoas com fibrose cística.
Vídeo: helicóptero colide com cabos de teleférico na Rússia e deixa duas mortes
Resgate nas falésias: cachorro é salvo após cair de penhasco de 30 metros na Inglaterra; vídeo
Após passar por uma triagem em dezembro de 2025, Chilli foi selecionado entre uma ninhada de filhotes resgatados enviados ao programa da MDD como potenciais cães de detecção. O desempenho chamou a atenção dos treinadores pela confiança e pelo faro apurado. Ao longo do último ano, o filhote passou por treinamento básico de identificação de odores, criou vínculos com os treinadores e viveu em lares voluntários, ganhando segurança em diferentes ambientes. Agora, começa a fase avançada, focada exclusivamente na detecção da bactéria.
O labrador Chilli ainda no início do treinamento
Reprodução: X (@MedDetectDogs)
A Pseudomonas aeruginosa afeta cerca de 60% dos aproximadamente 10 mil pacientes com fibrose cística no Reino Unido. Um estudo científico realizado em 2019, em parceria entre a MDD, o Imperial College London e a Cystic Fibrosis Trust, mostrou que cães treinados conseguem identificar concentrações extremamente baixas da bactéria, com sensibilidade de 94,2% e especificidade de 98,5%, oferecendo um método rápido, preciso e não invasivo de diagnóstico.
“Estamos muito felizes que Chilli agora seja um membro oficial da nossa equipe de Bio Detection”, afirmou Chris Allen, chefe de fornecimento e treinamento de filhotes da MDD, em comunicado. “Ele é cheio de personalidade, confiante e adora usar o faro, características que buscamos em um cão de detecção biológica”.
Compra em grupo: cerca de 50 ovelhas invadem supermercado alemão e viralizam; assista
Veja como é o treinamento de Chilli
Em vídeo divulgado recentemente pela organização, Chilli aparece em treinamento farejando grandes blocos de concreto para localizar o odor-alvo apresentado pelos treinadores, demonstrando atenção intensa e comportamento assertivo ao sinalizar a presença — ou ausência — do cheiro. “Ele precisa ser confiante o suficiente para nos dizer quando encontrou o odor-alvo e quando ele não está presente — e será recompensado por ambas as decisões”, explicou Allen. “Ele adora a vida em nosso centro de treinamento, onde chega pela manhã e é buscado no fim do dia”.
O abrigo Battersea Dogs and Cats Home celebrou o avanço do filhote. Em nota, um porta-voz afirmou: “Todos em Battersea ficaram emocionados ao saber que Chilli passou em sua avaliação final e agora ajudará a fazer uma diferença real na vida das pessoas como um cão de detecção biológica. Embora acreditemos que cada cão e gato sob nossos cuidados seja especial, mesmo quando filhote sabíamos que Chilli tinha algo a mais. Somos muito gratos à Medical Detection Dogs e às outras instituições parceiras por reconhecerem o potencial de nossos animais e oferecerem a eles vidas extraordinárias”.
Quando concluir o treinamento, Chilli deverá atuar ao lado de outros cães no apoio a diagnósticos mais rápidos e precisos, ampliando o uso do faro canino como ferramenta inovadora na área da saúde.
Uma mulher havia parado para comprar leite quando viu uma cena que partiu seu coração. Sozinho e triste, um cachorro parecia esperar por alguém no estacionamento de uma conhecida rede de lojas dos Estados Unidos. Entrou imediatamente no estabelecimento para perguntar aos funcionários sobre o cachorro em questão, e foi informada de sua triste história.
Erro médico: Família é indenizada em R$ 17,5 milhões após jovem ser declarada morta ainda viva nos EUA
Desfecho aguardado: Polícia dos EUA soluciona caso de desaparecimento aberto desde 1973; ‘Esperei 52 anos por esta ligação’
Naquela mesma manhã, a pessoa responsável pelo animal, de pelagem dourada e olhar abatido, o havia tirado do carro e simplesmente ido embora. O cão, que depois seria chamado de Samson, estava esperando ali desde então, na esperança de que alguém voltasse por ele. Esperou por horas, procurando um rosto familiar em cada carro que parava, com a ilusão de que sua família retornaria.
Preocupada, a mulher fez de tudo para convencer Samson a ir com ela. Mas, naquele momento, ele estava nervoso demais para aceitar ajuda.
— Era evidente que ele estava assustado, confuso e ainda esperava que a pessoa em quem confiava voltasse por ele —, disse a um veículo local Summer, a jovem que decidiu mudar seu destino.
Summer divulgou fotos que mostram cão abandonado esperando por tutores
Reprodução | Facebook Summer Keener
Na manhã seguinte, sem conseguir parar de pensar em Samson, Summer voltou de carro ao estacionamento da loja onde havia visto o animal no dia anterior. Samson já não estava mais lá, mas, depois de dirigir apenas 90 metros, ela o encontrou esperando no único posto de gasolina da cidade. Ali, munida de muitas guloseimas para cães e, claro, um pouco de paciência, conseguiu finalmente convencê-lo a entrar em seu carro.
Após uma avaliação veterinária, foi determinado que Samson estava em muito bom estado de saúde. Seus dentes indicavam que ele tinha entre um e dois anos. Estava um pouco magro e tinha algumas pulgas, mas nada que uma boa alimentação e cuidados constantes não pudessem resolver. Chegaram a pensar que ele poderia ter algum problema no nariz, mas descobriu-se que era uma lesão antiga, que agora lhe dava uma aparência única.
Summer levou Samson para casa como lar temporário e, durante cerca de duas semanas e meia, o cachorro pôde entender que estava seguro e que, finalmente, poderia voltar a confiar nas pessoas.
Cachorro Samson passou por avaliação veterinária e, saudável, ganhou nova família
Reprodução | Facebook Summer Keener
Ele redescobriu sua personalidade alegre e carinhosa e aprendeu que as pessoas podiam voltar a ser gentis. Saía para passear com sua família temporária, dormia na cama, fazia passeios de carro e os acompanhava com entusiasmo em suas aventuras do dia a dia. Ficou claro que Samson era um cachorro que ansiava profundamente por criar vínculos.
Quando o período de lar temporário chegou ao fim, Samson estava pronto para encontrar sua família definitiva, o que levou apenas cinco dias. Hoje, ele vive em Longmeadow, uma cidade no estado de Massachusetts, com sua mãe Michala, seu pai Joe e sua irmãzinha Lucy, que tolera com carinho suas travessuras. Desde então, tudo tem corrido às mil maravilhas — a história do cachorro finalmente teve um final feliz.
O presidente Donald Trump assinou nessa quarta-feira (7) um decreto em que ordena a retirada dos Estados Unidos de 66 organizações internacionais que “já não servem aos interesses” nacionais, anunciou a Casa Branca.
A ordem compreende 31 organizações das Nações Unidas e 35 entidades que não pertencem à ONU, segundo um comunicado publicado no X. Trump já havia retirado Washington de várias entidades globais.
Trump anuncia que Venezuela comprará somente produtos ‘feitos nos EUA’ com dinheiro do petróleo
Apropriação de barris, controle da venda e mercado para empresas americanas: como Trump quer usar o petróleo da Venezuela
Dentro desse esforço, a Casa Branca anunciou que o presidente retiraria os Estados Unidos de um importante tratado climático e do principal órgão de avaliação do aquecimento global, como parte de uma saída ampla do sistema das Nações Unidas. Trata-se da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), tratado que sustenta os principais acordos climáticos internacionais.
Trump, que colocou todo o peso da sua política interna nos combustíveis fósseis, rejeita abertamente o consenso científico de que a atividade humana está aquecendo o planeta.
O memorando também ordena que os Estados Unidos se retirem do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, órgão da ONU responsável por avaliar a ciência do clima juntamente com outras organizações, entre elas a Agência Internacional de Energia Renovável, a UN Oceans e a UN Water.
Após retornar à Casa Branca há quase um ano, o presidente republicano implementa sua visão de “os Estados Unidos em primeiro lugar”. Assim como em seu primeiro mandato, Trump decidiu retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), à qual Washington havia retornado sob a presidência de Joe Biden.
Além disso, fechou as portas à Organização Mundial da Saúde (OMS).
A administração Trump também reduziu amplamente a ajuda americana no exterior, o que afetou os orçamentos de numerosas organizações da ONU que se viram obrigadas a reduzir suas atividades, como o Alto Comissariado para os Refugiados (Acnur) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA).
Na tribuna da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro, Donald Trump lançou um ataque frontal contra a ONU, que, segundo ele, está “muito longe de alcançar seu potencial”.
Um ataque em larga escala com drones russos deixou milhares de pessoas sem energia e aquecimento nas regiões ucranianas de Dnipropetrovsk e Zaporizhzhia, informou na noite desaa quarta-feira (7) a operadora estatal do serviço elétrico, enquanto as temperaturas estão abaixo de zero. Nas redes soiais, internautas compartilham o que seriam imagens dos ataques.
Initial plugin text
A Rússia bombardeia o país vizinho quase todos os dias, com aeronaves não tripuladas e mísseis, desde que lançou a invasão em larga escala, em fevereiro de 2022.
Assim como em invernos anteriores, Moscou intensificou seus ataques contra as instalações energéticas da Ucrânia, o que provocou cortes de calefação e água, em uma estratégia que busca, segundo Kiev e seus aliados, desgastar a população civil.
“O inimigo realizou um ataque maciço com drones contra a infraestrutura energética de várias regiões”, informou a operadora Ukrenergo, pouco antes da meia-noite (19h em Brasília).
Initial plugin text
“Como resultado, a maioria dos consumidores das regiões de Dnipropetrovsk e Zaporizhzhia, incluindo as capitais regionais, ficou sem eletricidade”, acrescentou.
A infraestrutura energética crítica de Dnipropetrovsk foi danificada no ataque, segundo o seu chefe militar, Vladyslav Haivanenko.
“A situação é difícil. No entanto, assim que a segurança permitir, os trabalhadores do setor energético começarão as tarefas de restabelecimento”, publicou Haivanenko no Telegram.
Em Zaporizhzhia, o abastecimento de energia foi restabelecido a “instalações-chave”, mas a maioria dos consumidores continuava sem energia, segundo o governador Ivan Fedorov.
Kiev responde aos contínuos bombardeios contra sua rede elétrica com ataques a depósitos e refinarias de petróleo russas, com o objetivo de interromper as exportações energéticas vitais de Moscou e provocar escassez de combustível.
No dia 19 de junho de 2011, em visita a Brasília, o então presidente Barack Obama ordenou bombardeios à Líbia para derrubar o regime de Muamar Kadafi. A ação ocorreu sem aval do Congresso em Washington e através de uma distorção da Resolução 1973 das Nações Unidas. O ditador líbio acabaria deposto e morto dias depois por milícias armadas pelos EUA. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress