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Uma nadadora nas Filipinas viveu um encontro inesperado durante um ensaio fotográfico subaquático ao ser surpreendida pela aproximação silenciosa de um tubarão-baleia. A protagonista do episódio, Maurene Calago, posava para fotos quando o animal surgiu por trás e tocou levemente seu braço.
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O incidente aconteceu sem que a nadadora percebesse a presença do animal até o contato. O tubarão-baleia, conhecido por seu tamanho impressionante, mas comportamento geralmente inofensivo, aproximou-se de forma discreta, pegando Calago de surpresa. Ao perceber o que havia ocorrido, ela nadou rapidamente de volta à superfície para evitar qualquer novo contato.
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Apesar do susto, a reação da mulher chamou atenção pela calma. Em vez de entrar em pânico, Calago manteve o controle da situação, o que lhe rendeu elogios nas redes sociais. O vídeo do momento, compartilhado pela Fox News, viralizou e evidencia como até os maiores animais marinhos podem passar despercebidos em seu habitat até estarem muito próximos.
Os tubarões-baleia são os maiores peixes do oceano e se alimentam por filtração, não sendo considerados agressivos para os humanos. Ainda assim, devido ao porte, mesmo um leve toque pode causar impacto, especialmente quando ocorre de forma inesperada.
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Na internet, o episódio também gerou reações bem-humoradas. Usuários na plataforma X publicaram memes e comentários sobre o momento. Muitos brincaram sobre o que o animal poderia estar “pensando”, sugerindo que ele estaria apenas “dando um oi” ou confundindo a nadadora com outra criatura marinha. Outros compararam a cena a um “tapinha no ombro” versão oceânica.
Embora tenha provocado risadas, o episódio também reforça a imprevisibilidade de encontros com a vida selvagem, mesmo em situações aparentemente controladas.

Ao comentar a possibilidade de retomada de hostilidades no Oriente Médio, em meio à demora de uma segunda rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se referiu ao conflito na região como “guerra da insensatez”.

“É uma guerra que não precisaria ter acontecido. Acho que os americanos são reconhecidamente um país muito forte. Não precisam ficar demonstrando força todo dia. Muitas coisas poderiam ser resolvidas sem nenhuma morte, sem nenhuma bomba, sentados à mesa de negociação.”

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Em conversa com jornalistas durante viagem à Alemanha, Lula voltou a afirmar que “aquilo que os americanos querem que o Irã faça com o urânio” já foi alvo de acordo firmado entre Brasil, Turquia e Irã em 2010. “Mas os Estados Unidos não aceitaram. E nem a União Europeia”.

“Na verdade, eles estão pagando o preço da insensatez com um acordo que resolvia o problema”, disse.

“Não quiseram aceitar o acordo e, agora, estão, outra vez, discutindo a mesma coisa que teria sido resolvida em 2010. Por isso acho que é a guerra da insensatez. E quem vai pagar o preço disso é a pessoa que vai comprar carne, feijão, arroz. É o caminhoneiro que trabalha que vai pagar mais caro pelo combustível”, completou o presidente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou em reciprocidade depois que o governo de Donald Trump pediu a saída de um delegado da Polícia Federal, envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem, do território estadunidense. A declaração foi dada nesta terça-feira (21) a jornalistas durante viagem à Alemanha.

“Não sei o que aconteceu. Fui informado hoje de manhã. Acho que, se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o deles no Brasil. Não tem conversa”, disse Lula.

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“Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas não podemos aceitar essa ingerência, esse abuso de autoridade que alguns personagens americanos querem ter com relação ao Brasil.

Entenda

O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos (EUA) informou, nesta segunda-feira (20), que pediu a saída de um “funcionário brasileiro” do país. Embora a postagem não cite nomes, o texto indica que se trata de um delegado da Polícia Federal envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem.

A manifestação foi publicada na rede social X. Na mensagem, o órgão estadunidense informou que o servidor teria tentado contornar mecanismos formais de cooperação jurídica.

“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso.”

Ramagem foi solto na última quarta-feira (15) após ficar dois dias preso na Flórida.

O ex-deputado foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Ramagem a 16 anos de prisão na ação penal relacionada à trama golpista.

Após a condenação, ele perdeu o mandato, fugiu do Brasil para evitar o cumprimento da pena e passou a residir nos Estados Unidos.

Em dezembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes determinou o envio de pedido formal de extradição de Ramagem aos Estados Unidos, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Este mês, a Polícia Federal informou que a prisão de Ramagem pelo serviço de imigração estadunidense ocorreu como resultado de cooperação policial internacional entre o Brasil e os Estados Unidos.

Segundo a corporação, o ex-deputado foi detido na cidade de Orlando e é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação por crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Dezenas de milhões de britânicos sentiram-se órfãos quando a rainha Elizabeth II morreu, aos 96 anos, e marcou o fim de uma era. Monarca britânica com o reinado mais longo e a mais longeva, Elizabeth nasceu em 21 de abril de 1926 e passou 70 anos no trono antes de morrer, em setembro de 2022. Hoje ela completaria 100 anos.
Nesta segunda-feira, O rei Charles foi conferir uma exposição dedicada à moda de sua falecida mãe. Este será um dos muitos eventos da realeza britânica para marcar o que teria sido o 100º aniversário da falecida rainha.
Lilibeth, como era chamada pelo pai, o rei George VI, de quem herdou a Coroa em 1952, quando tinha apenas 25 anos, se tornou para os súditos símbolo de força e estabilidade em um mundo onde tudo parece tão efêmero. Era respeitada e aprovada por 75% dos britânicos, segundo números de uma pesquisa feita no segundo trimestre deste ano pelo instituto YouGov.
Foi após a morte do consorte, o príncipe Philip, em 9 abril de 2021, que o Reino Unido finalmente se deu conta da fragilidade da soberana. Vestida de preto, apareceu sentada sozinha em um dos bancos de madeira da capela do Castelo de Windsor. Estava isolada do resto da família durante as exéquias por conta do coronavírus. A imagem estampou as primeiras páginas dos jornais do mundo inteiro. Solitária e triste, era apenas uma nonagenária de carne e osso que enfrentava o luto após um casamento de 74 anos.
Veja trajetória de Elizabeth II
Quando ficou viúva, foi buscar refúgio em Windsor, sua residência favorita, o mais antigo castelo ocupado do mundo, onde viveu seus últimos dias de casada. Dali passou a tremular o pavilhão da Casa Real. A monarca resolveu não voltar mais para o Palácio de Buckingham, apenas para compromissos inadiáveis. Ela chegou a retomar as atividades oficiais, mas aparições públicas foram se tornando cada vez mais raras. Nos últimos dias, se refugiou no Castelo de Balmoral, na Escócia, onde na terça-feira empossou a nova primeira-ministra, Liz Truss.
Durante todos esses anos, Elizabeth II parecia inabalável. Por dever de ofício, guardou para si opiniões políticas e posições sobre a maioria dos temas considerados sensíveis. Talvez por isso tenha cometido poucos erros. Nem mesmo os escândalos da família real — e não foram poucos — mudavam a atitude da monarca. Em 1992, depois da separação do príncipe Charles e do príncipe Andrew e de um incêndio em Windsor, admitiu em público que vivia um “annus horribilis”. Mal sabia ela que depois viriam a morte da princesa Diana, e uma imensa comoção nacional e internacional, em 1997; acusações de pedofilia contra Andrew, em 2020; e o afastamento do neto, o príncipe Harry, das funções oficiais do palácio e da família real após seu casamento com a atriz americana divorciada Meghan Markle.Philip sempre foi a face mais humana do casal. Eram dele as gafes, as manifestações de emoções ou vontades que ela não se permitiu. Elizabeth II dançou conforme a música, como se esperava dela. Encontrou 12 dos últimos 13 presidentes dos Estados Unidos. Viajou o mundo. Foi até o Brasil em 1968, na única visita de uma soberana britânica à América Latina.
O mistério sobre o que terá se passado na cabeça dessa rainha durante tantos anos ocupou o imaginário coletivo britânico e mundo afora. Foi a deixa para tantas interpretações no cinema, no teatro e na televisão. O mundo dos Windsor fascina.
Elizabeth II viveu presa a um conto de fadas, o que pode ser bom ou ruim. O mais perto que o cidadão comum terá chegado da rainha foi a realização do documentário “Royal Family”, de 1968, que garantiu acesso sem precedentes às rotinas de trabalho e lazer da soberana. Ela e Philip tiveram quatro filhos (Charles, Anne, Andrew e Edward
Rainha pop
A rainha foi pop. As cores dos vestidos e chapéus estavam sempre nas páginas. A escolha das joias da rainha também tinha sempre mensagens a serem lidas pelos jornalistas especializados na cobertura da Casa Real. Quem nunca quis saber o que carregava nas bolsas de mão que usava para se comunicar com os auxiliares próximos em meio a agendas oficiais. Um gesto indicava a hora de encerrar uma audiência. Estava em Ascot, não muito longe de Windsor, todos os anos acompanhando de perto o desempenho de seus cavalos, uma das suas paixões da vida inteira, nas badaladas corridas de verão que reúnem a aristocracia britânica e ricaços do mundo inteiro.
Tornou-se tradução do soft power britânico. Está na bonequinha da loja de lembranças que dá adeus com a ajuda da luz solar, ou canecas de louça que marcam suas datas comemorativas. Afagou chefes de Estado ou de governo importantes para o reino. Como todo britânico, também tinha suas doses de senso de humor. Elizabeth II participou da inusitada cena de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres em que recebe ninguém menos do que 007, na pele de Daniel Craig. James Bond foi buscar a monarca no Palácio de Buckingham, de onde simulam sair de helicóptero para pousar no estádio olímpico.
A rainha está ainda em uma galeria de arte em Windsor. No holograma do quadro “Aprovação real”, de Nusia Mullingan, com a bandeira Union Jack de pano de fundo, usando uma tiara de diamantes e tradicional colar de pérolas de três voltas, ela pisca para o espectador. A obra sai pela bagatela de 1,295 libras (quase R$ 10 mil). O pagamento por ser parcelado em até 12 vezes. É a monarca acessível para os súditos.
Veja imagens da visita da Rainha Elizabeth II ao Brasil
Na escrivaninha de Winston Churchill, em Chartwell, a residência do primeiro primeiro-ministro de Elizabeth II (1940-1945 e 1951-1955) — foram 15, incluindo a recém-empossada Liz Truss — ainda está em lugar de destaque a foto da monarca no dia de seu casamento com Philip, dois anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Por sinal, o que se especula é que a soberana não tenha conseguido disfarçar o xodó por Churchill e Harold Wilson (1964-1970 e 1974-1976).
Sentada no landau de capota aberta com seu príncipe, a noiva sorria radiante enquanto acenava à multidão. A alegria não se justificava apenas pela ocasião em si. Mas pelo fato de ter descoberto contrabandeado debaixo do tapete do veículo sua corgi preferida, Susan, que acompanharia o casal real na lua de mel. A irreverência destes companheiros de quatro patas de uma vida inteira — outra marca registrada desta rainha — talvez seja a pequena manifestação pública de irreverência a que se permitiu a soberana sempre tão contida, que pôs nas últimas décadas o dever de servir o país acima de tudo.
Fim do Império
“Sua Majestade Elizabeth II, pela graça de Deus, Rainha deste Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte e de Seus Demais Reinos e Territórios, Chefe da Comunidade das Nações, Defensora da Fé” era formalmente chefe de Estado de 14 países da chamada Comunidade das Nações, do Canadá à Austrália e à Nova Zelândia, além de ilhas do pacifico e do Caribe. Ela testemunhou o fim do império onde o Sol nunca se punha e o aparecimento do Reino Unido como o que é hoje, uma potência europeia dentre outras. Nesta transição, dedicou-se a preservar os vínculos com as antigas colônias por meio da Comunidade Britânica das Nações.
A morte da monarca é um evento de importância inequívoca para o Reino Unido, pois, além do luto, desencadeou grandes questões constitucionais, sobre a sucessão.
— Há uma sensação de terremoto — afirma Steven Barnett, professor da Escola de Comunicação e Mídia da Universidade de Westminster.
Para o historiador Robert Lancey, consultor de “The Crown”, e autor do livro “The Crown: The Inside History”, “em tempos de desacordo político e crise, o papel da monarquia é de lembrar às pessoas os valores mais elevados que todos compartilhamos, a despeito das diferentes visões políticas”. Para ele, o fascínio com a família real permanecerá. Mas acha difícil que Charles III, o novo soberano, em um reinado relativamente curto que terá pela frente (em comparação com o da mãe), seja capaz de conquistar o amor e respeito que Elizabeth II construiu ao longo destas sete décadas.
Por outro lado, as ideias progressistas de Charles sobre conservação e mudança do clima, que já foram motivo de risos, agora representem um veredicto popular e de consenso para o futuro. Por isso, embora seja mais velho, suas ideias estão mais em consonância com as gerações mais jovens — disse Lancey.
Após o sucesso do voo de teste da missão Artemis II, a Nasa deu um passo crucial para o retorno de astronautas à superfície lunar. Nesta segunda-feira, a agência realizou o “rollout” (saída da fábrica) do estágio central do foguete SLS (Space Launch System), que será o responsável por lançar a missão tripulada Artemis III, prevista para 2027.
O componente, que representa a maior seção do foguete, deixou as instalações da Unidade de Montagem de Michoud, em Nova Orleans, com destino ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O transporte marca um progresso significativo no cronograma da agência, que planeja realizar o primeiro pouso lunar tripulado em mais de 50 anos.
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A operação envolveu o deslocamento dos quatro quintos superiores do estágio central — seção que abriga os tanques de hidrogênio e oxigênio líquidos — por meio de transportadores especializados até a balsa Pegasus. Ao chegar à Flórida, as equipes do Programa de Sistemas Terrestres de Exploração realizarão a integração vertical e o empilhamento dos componentes para o lançamento.
– Ver este hardware do foguete SLS ser deslocado é um lembrete poderoso do nosso progresso – afirma Lori Glaze, administradora associada da Nasa.
— Esta é a espinha dorsal da Artemis III. Estamos um passo mais perto de testar as capacidades críticas necessárias para levar americanos de volta à Lua e, eventualmente, pavimentar o caminho para Marte — conta ao site da Nasa.
Poder de propulsão
Com 64,6 metros de altura (212 pés), o estágio central completo operará por mais de oito minutos durante o voo, gerando cerca de 900 mil kgf (quilograma-força) de empuxo. Os tanques de propelente comportam mais de 2,7 milhões de litros de combustível criogênico para alimentar os quatro motores RS-25, impulsionando os astronautas a bordo da cápsula Orion rumo à órbita.
A construção do SLS é fruto de uma colaboração entre gigantes da indústria aeroespacial como a Boeing (responsável pelo design e montagem estrutural) e a L3Harris Technologies (fabricante dos motores RS-25)
Recentemente, diretrizes do administrador da Nasa, Jared Isaacman, permitiram a padronização da configuração do SLS, visando otimizar a produção e acelerar o programa Artemis.
O Futuro da exploração
A missão Artemis III testará capacidades fundamentais de acoplamento entre a Orion e naves comerciais, servindo de base para a missão Artemis IV em 2028. Atualmente, o SLS é o único foguete no mundo capaz de enviar a Orion, tripulação e suprimentos para a Lua em um único lançamento.
O objetivo da Nasa nesta nova “Era de Ouro” da exploração vai além da visita: a agência busca estabelecer uma presença humana duradoura na superfície lunar, colhendo benefícios econômicos e científicos que servirão de fundação para as futuras missões tripuladas ao Planeta Vermelho.
No último dia 10 de abril, a Artemis II conclui a mais importante viagem espacial tripulada em 5 décadas, em passo crucial para a exploração do cosmos.
Após dez dias de uma jornada acompanhada por bilhões de pessoas na Terra, a Missão Artemis II, a primeira viagem tripulada em direção à Lua em mais de 50 anos, terminou com uma reentrada e um pouso perfeitos da cápsula Orion no Oceano Pacífico. Embora não tenha chegado ao solo lunar, a missão era considerada uma das mais importantes das últimas décadas para o retorno humano a nosso satélite natural, e para sua potencial ocupação permanente.
— Que jornada. Estamos estáveis. Quatro tripulantes “verdes” (nomenclatura que indica que todos estão bem) — disse o comandante da Missão Artemis II, Reid Wiseman, logo depois da espaçonave tocar o oceano.
Cerca de 7.900 pessoas morreram em rotas migratórias ao redor do mundo em 2025, enquanto outras 1.500 permanecem desaparecidas, informou nesta terça-feira a agência de migração das Nações Unidas.
De acordo com o Projeto Migrantes Desaparecidos, da Organização Internacional para as Migrações (OIM), “foram documentadas mais de 80.000 mortes e desaparecimentos durante processos migratórios desde 2014”, destacou a entidade.
“Embora esses números representem apenas o limite mínimo do verdadeiro número de pessoas afetadas, eles ainda assim ressaltam a necessidade de uma ação urgente para pôr fim às mortes de migrantes”, afirmou a agência.
*Matéria em atualização
Ex-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, o parlamentar iraniano Ebrahim Azizi afirmou que o Irã nunca abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz. A declaração foi dada em entrevista à BBC News em Teerã.
Azizi, que preside a Comissão de Segurança Nacional e Política Externa no parlamento, classificou o controle da via marítima como um “direito inalienável” do país e disse que caberá ao Irã decidir sobre o direito de passagem de embarcações, incluindo a concessão de permissões para travessia.
O parlamentar informou que um projeto de lei está sendo apresentado no parlamento para formalizar esse controle, com base no artigo 110 da Constituição. A proposta abrange temas como meio ambiente, segurança marítima e segurança nacional, e deverá ser implementada pelas forças armadas.
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A declaração de Azizi ocorre em meio ao aumento das tensões na região e à crescente preocupação internacional com a possibilidade de restrições na passagem pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo e gás.
Azizi afirmou que, durante o conflito recente, o estreito passou a ser tratado por Teerã como um trunfo estratégico diante de adversários. O cenário político iraniano também tem sido marcado pelo fortalecimento de setores de linha-dura, especialmente ligados à Guarda Revolucionária.
Analistas avaliam que o controle do estreito é central para a estratégia iraniana no pós-conflito. Segundo o pesquisador Mohammad Eslami, da Universidade de Teerã, a medida é vista como essencial para restaurar a capacidade de dissuasão do país e ampliar sua influência em negociações futuras.
Enquanto aposta em seu estilo impulsivo para vencer a guerra contra o Irã, que já ultrapassou o prazo previsto por ele de seis semanas, o presidente do Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta seus próprios medos e inseguranças ao liderar as forças americanas num conflito de alto risco político. A poucos meses das eleições de meio de mandato, o líder americano enfrenta grandes desafios — alguns criados por ele mesmo — que ameaçam o desempenho de seus aliados republicanos no pleito de novembro e, consequentemente, sua governabilidade em parceria com o Legislativo americano e seu poder de influência política. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A Ucrânia tem ampliado o uso de robôs terrestres armados para atacar posições russas e reduzir a exposição de seus soldados na guerra. Equipados com explosivos, metralhadoras e foguetes, esses veículos já foram empregados em milhares de missões recentes na linha de frente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participará de uma leitura pública da Bíblia esta semana no Salão Oval. O episódio marca mais um capítulo da integração religiosa, particularmente do cristianismo, que o governo do republicano tem feito com a agenda da política americana. Nas últimas semanas, autoridades do governo já relacionaram a guerra contra o Irã a uma missão religiosa, o presidente trocou farpas publicamente com o Papa Leão XIV e publicou uma imagem feita por inteligência artificial de si mesmo retratado na figura de Jesus Cristo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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