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A Nasa apresentou seu novo telescópio espacial Roman, projetado para explorar grandes áreas do universo em busca de exoplanetas e de respostas para mistérios ligados à matéria e à energia escuras.
O anúncio foi feito no centro Goddard, em Maryland, onde a montagem do equipamento foi concluída.
Segundo o diretor da agência, Jared Isaacman, o telescópio “oferecerá à Terra um novo atlas do universo”. O equipamento, com mais de 12 metros de altura, será transportado para a Flórida e lançado ao espaço no início de setembro a bordo de um foguete da SpaceX.
Desenvolvido ao longo de mais de uma década, com custo superior a 4 bilhões de dólares, o telescópio leva o nome da astrônoma Nancy Grace Roman, conhecida como a “mãe do Hubble”.
Capacidade ampliada e grande volume de dados
Mais de 35 anos após o Hubble entrar em operação, o Roman terá um campo de visão mais de 100 vezes maior, permitindo mapear grandes regiões do céu a partir de um ponto a 1,5 milhão de quilômetros da Terra.
— Ele nos enviará 11 terabytes de dados por dia, o que significa que apenas durante o primeiro ano já terá fornecido mais dados do que o telescópio Hubble reuniu ao longo de toda a sua vida — afirmou o engenheiro Mark Melton.
A expectativa da Nasa é que o telescópio permita a descoberta de dezenas de milhares de novos planetas e milhares de supernovas.
Foco em mistérios do universo
Além da busca por exoplanetas, o Roman terá como missão estudar a matéria e a energia escuras, que, embora invisíveis, são consideradas responsáveis por cerca de 95% do universo.
— Se o Roman ganhar um dia o Prêmio Nobel, provavelmente será por algo em que ainda nem pensamos — afirmou Melton.
Uma enfermeira do Texas luta pela vida após desenvolver uma doença considerada “potencialmente fatal” apenas dois dias depois de iniciar sua lua de mel no Japão. Sarah Danh, de 27 anos, foi transportada de volta aos Estados Unidos em um voo médico e chegou a San Antonio na noite de terça-feira, após uma exaustiva viagem de cerca de 20 horas.
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Segundo informações divulgadas pela revista People, Sarah estava internada em um hospital japonês com falência hepática aguda. Ela e o marido, Luke Gradl, de 28 anos, estavam juntos havia sete anos e se casaram em 21 de março, no bairro de Spring Branch, em Houston, em uma cerimônia que ele descreveu como seu “casamento dos sonhos”. O casal embarcou para Tóquio em 8 de abril.
A enfermeira Sarah Danh e seu marido, Luke Gradl
Reprodução: Facebook
“Ao chegarmos ao hotel na tarde de 8 de abril, ela não estava se sentindo bem. Então decidimos descansar naquele dia, porque teríamos 16 dias no Japão, então poderíamos nos dar ao luxo de descansar meio dia”, relatou Gradl.
“Em 9 de abril as coisas começaram a piorar muito rapidamente, então eu a levei imediatamente ao hospital pouco antes da meia-noite, onde fomos atendidos no pronto-socorro, e no dia seguinte ela foi transferida para a UTI por causa de uma deterioração de saúde com risco de vida.
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”Entre os sintomas apresentados por Sarah estavam icterícia, dores no corpo e vômitos. Segundo o marido, ela não apresentava qualquer sinal de doença antes da viagem.
Médicos no Japão diagnosticaram falência hepática aguda. No entanto, Gradl afirmou que a esposa também sofreu falência renal e pressão intracraniana, descrevendo a situação como “um teste como nenhum outro”.
Funcionária do Methodist Stone Oak Hospital, Sarah precisa de um transplante de fígado. Uma amiga da família, Danniella Ongmanchi, criou uma campanha no GoFundMe que já arrecadou mais de US$ 175 mil para ajudar a cobrir as despesas médicas.
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“Estar longe de casa durante um momento tão vulnerável tem sido incrivelmente difícil para Sarah e seu marido, Luke, enquanto tentam lidar juntos com a incerteza e a preocupação”, disse Ongmanchi.
Durante a internação no Japão, o genro dos pais de Gradl participou de ligações com os médicos que acompanhavam o caso. “Não sei como teríamos conseguido sem ele”, afirmou Sally, mãe de Luke, à emissora Fox San Antonio.
Imagens obtidas pela WOAI mostram Sarah sendo transportada em uma maca e embarcando em uma aeronave médica no Japão, antes do longo voo que incluiu três paradas para reabastecimento.

Em uma publicação no Facebook, o tio da jovem, Khang Le, afirmou que a viagem de retorno foi um risco que valeu a pena. Uma equipe de transplante nos Estados Unidos já está de prontidão aguardando a paciente.

Um vídeo compartilhado nas redes sociais nesta segunda-feira (21) mostra um golfinho nadando ao lado de banhistas na baía de Saint-Jean-de-Luz, no sudoeste da França. As imagens, registradas por usuários no Instagram, rapidamente viralizaram e transformaram o animal em uma espécie de atração local.
Segundo o site de notícias francês, focado em ecologia e questões ambientais, Reporterre, trata-se de uma fêmea jovem de golfinho-nariz-de-garrafa, com cerca de 5 anos, que há aproximadamente seis meses passou a habitar a área próxima aos quebra-mares da cidade basca. Com cerca de dois metros de comprimento e peso estimado em 200 quilos, o animal tem sido visto frequentemente interagindo com turistas, que chegam a nadar ao seu lado.
Especialistas alertam para riscos da interação
Apesar do encantamento gerado pelas imagens, especialistas em comportamento animal e autoridades locais alertam para os riscos dessa proximidade. A etóloga e cetóloga Fabienne Delfour explicou ao Reporterre que o contato frequente com humanos pode alterar o comportamento do golfinho, além de representar perigos tanto para o animal quanto para as pessoas.
Entre as preocupações estão a possibilidade de transmissão de doenças entre espécies e o risco de acidentes, já que o golfinho é um animal forte e pode reagir de forma imprevisível. A especialista também aponta que o isolamento do animal, possivelmente afastado de seu grupo, pode explicar a busca por interação com humanos.
Segundo o Reporterre, a prefeitura de Saint-Jean-de-Luz lançou uma campanha de conscientização para evitar o contato direto. Placas foram instaladas nas praias e reforçam que é proibido se aproximar a menos de 100 metros do animal em áreas protegidas. A orientação é observar à distância, sem tentar interagir ou seguir o golfinho.
Durante o verão europeu, quando a cidade pode receber até um milhão de visitantes por mês, autoridades temem que o aumento do fluxo de turistas intensifique o problema. Para especialistas, o cenário ideal seria que o animal retornasse ao mar aberto e voltasse a conviver com outros golfinhos, reduzindo a dependência de contato humano.
Um homem acusado de roubo de túmulos nos Estados Unidos compareceu ao tribunal do Condado de Delaware na sexta-feira (17) e passou a responder a quase 500 novas acusações no caso. Segundo a emissora WTXF, afiliada da Fox na Filadélfia, Jonathan Gerlach abriu mão do direito a uma audiência preliminar, enquanto promotores incluíram novas denúncias por furtos em cemitérios de condados vizinhos.
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Preso em janeiro, Gerlach já era investigado após a polícia encontrar centenas de crânios e outros restos mortais humanos em sua residência. Duas acusações iniciais foram retiradas, mas o número total de crimes atribuídos ao suspeito aumentou significativamente, incluindo vilipêndio de cadáver, profanação de monumentos e roubo.
Investigação revelou coleção de restos humanos
O caso começou quando policiais avistaram Gerlach no cemitério Mount Moriah, na Filadélfia, com ossos e crânios visíveis no banco traseiro do carro. Após ser detido, ele confessou ter retirado cerca de 30 conjuntos de restos mortais do local. Investigações posteriores levaram à descoberta de mais de 100 conjuntos completos ou parciais em sua casa.
De acordo com as autoridades, parte dos restos tinha mais de 200 anos. Em um dos casos, foi encontrado um corpo ainda com um marcapasso implantado. O promotor do Condado de Delaware, Tanner Rouse, classificou o episódio como “um filme de terror que se tornou realidade” e afirmou que a situação é “verdadeiramente horrível”.
Gerlach também é acusado de invadir o mausoléu da família Prichard, construído no início do século XX. Integrantes da família acompanharam a audiência e relataram indignação com o caso. “Só de pensar que alguém pudesse fazer isso me causa repulsa”, afirmou Judy Prichard McCleary, em entrevista à WTXF.
Familiares disseram que pretendem continuar comparecendo às próximas audiências. Segundo a emissora, o cemitério Mount Moriah planeja realizar uma limpeza e revisão de suas estruturas após a repercussão do caso. O gabinete do promotor não comentou além das informações já divulgadas.
Um episódio semelhante foi registrado em 2024, quando uma mulher no Novo México foi encontrada com crânios humanos em um prédio abandonado, reacendendo discussões sobre a fiscalização e o comércio ilegal de restos mortais.
A Justiça italiana marcou para 26 de junho a audiência preliminar que vai decidir se os pais do adolescente acusado de matar a turista Chiara Jaconis irão a julgamento por homicídio culposo. O caso segue sob investigação, com promotores, advogados e autoridades analisando a responsabilidade dos responsáveis legais do jovem, enquanto a defesa tenta afastar qualquer culpa.
O episódio ocorreu em setembro de 2024, no bairro espanhol de Nápoles, e ganhou ampla repercussão após imagens do momento circularem nas redes sociais. As gravações mostram a vítima sendo atingida na cabeça por uma estatueta arremessada de uma sacada, desmaiando imediatamente enquanto o namorado pedia ajuda.
Assista:
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Tragédia durante viagem
Chiara, de 30 anos, passava férias com o companheiro após um fim de semana em uma ilha italiana. Funcionária da Prada em Paris, ela caminhava à frente do namorado, com malas, quando foi atingida pelo objeto de cerca de 2 kg lançado do terceiro andar de um prédio.
Socorrida e levada ao hospital, a turista foi submetida a uma cirurgia de emergência, mas morreu dois dias depois em decorrência de traumatismo cranioencefálico.
A polícia identificou como autor do lançamento um adolescente de 13 anos. Por ter menos de 14 anos, ele foi absolvido por um tribunal de menores, já que a legislação italiana não permite responsabilização criminal nessa faixa etária.
Disputa judicial
Apesar da absolvição do jovem, promotores sustentam que a morte poderia ter sido evitada caso os pais tivessem supervisionado adequadamente o filho, que, segundo a acusação, já teria se envolvido em comportamentos perigosos anteriormente.
A defesa nega as acusações e afirma que os responsáveis não tiveram qualquer envolvimento direto no episódio, além de alegar que a estatueta não lhes pertencia. Em um movimento incomum, os próprios pais recorreram da decisão que absolveu o filho, defendendo que a inocência dele seja reconhecida pelos fatos do caso, e não apenas pela idade.
O caso reacendeu, na Itália, o debate sobre responsabilidade parental e segurança em áreas urbanas densamente povoadas. A decisão da audiência de junho deve definir os próximos passos do processo.
Um ônibus que transportava mais de 60 pessoas caiu de uma altura de cerca de 30 metros em uma rodovia montanhosa na Caxemira controlada pela Índia, deixando ao menos 21 mortos e dezenas de feridos. O acidente ocorreu nesta segunda-feira (20), quando o veículo, que fazia o trajeto entre as cidades de Ramnagar e Udhampur, colidiu com um tuk-tuk ao contornar uma curva acentuada.
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Após o impacto, o ônibus saiu da pista e despencou por uma encosta íngreme e rochosa até a estrada abaixo. Equipes de resgate foram acionadas e iniciaram rapidamente a retirada das vítimas. Segundo o administrador civil Prem Singh, 19 passageiros morreram no local e outros dois não resistiram após serem levados ao hospital.
Resgate e investigação
Autoridades locais estimam que até 45 pessoas ficaram feridas, incluindo ocupantes do triciclo envolvido na colisão. Parte dos sobreviventes apresenta quadro grave e foi encaminhada a diferentes unidades de saúde da região. Uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias do acidente.
Em nota publicada nas redes sociais, o primeiro-ministro Narendra Modi afirmou estar “profundamente consternado” com a tragédia. Ele anunciou a concessão de 200 mil rúpias às famílias das vítimas e desejou pronta recuperação aos feridos.
A Índia registra uma das maiores taxas de mortalidade no trânsito do mundo, com centenas de milhares de vítimas todos os anos. Episódios recentes reforçam esse cenário. Em março, sete pessoas morreram após um ônibus cair de um penhasco durante retorno de um santuário religioso, segundo o chefe de polícia Suraj Aryal ao Hindustan Times. Já em outubro, ao menos 25 passageiros morreram quando um ônibus pegou fogo após colidir com uma motocicleta, em um acidente descrito por autoridades como de rápida propagação das chamas.
A China afirmou que o Oriente Médio atravessa uma “encruzilhada crítica, em uma transição da guerra para a paz”, em meio às tensões envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, mesmo após a prorrogação de um cessar-fogo anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Rota estratégica: Trump diz que Irã está ‘colapsando financeiramente’ por bloqueio no Estreito de Ormuz
Enforcamento: Irã executa homem acusado de ligação com agência de espionagem israelense
O cenário atual reúne ações militares, declarações políticas e impactos econômicos, e indica que a trégua ainda não se traduz em estabilidade duradoura na região.
Nesta quarta-feira, Trump afirmou que o país “está colapsando financeiramente” devido ao bloqueio do estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.
“O Irã está colapsando financeiramente! Eles querem abrir imediatamente o estreito de Ormuz”, escreveu Trump na rede Truth Social, acrescentando que a república islâmica tem “fome de dinheiro”.
Tensão persiste apesar de trégua
Apesar do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, episódios de violência continuam sendo registrados. Um ataque israelense no Vale do Bekaa, no leste do Líbano, deixou um morto e dois feridos, segundo meios estatais libaneses.
No mar, a tensão também se reflete em incidentes envolvendo a navegação. Uma lancha patrulha iraniana disparou contra um navio porta-contêineres ao largo de Omã, de acordo com a agência britânica UKMTO.
A empresa Vanguard Tech informou que o navio, de bandeira liberiana, havia sido autorizado a atravessar o estreito de Ormuz, enquanto a agência iraniana Tasnim afirmou que a embarcação “ignorou os avisos das forças armadas iranianas”.
Impactos no petróleo e articulação internacional
O Estreito de Ormuz segue como ponto central da crise. Trump defendeu o bloqueio da rota e afirmou que o Irã tenta reabrir a passagem. “Eles só dizem que querem fechá-lo porque eu o bloqueei (fechado!) completamente, então só querem ‘salvar a face’”, publicou. Segundo ele, a suspensão do bloqueio inviabilizaria qualquer acordo com Teerã.
A instabilidade já afeta o mercado. Por volta das 7h15 GMT (4h15 em Brasília), o barril de petróleo Brent recuava 0,8%, para 97,71 dólares, enquanto o West Texas Intermediate caía 1,1%, para 88,73 dólares.
Diante dos riscos à navegação, o Reino Unido anunciou que sediará reuniões com militares de cerca de 30 países para discutir a criação de uma missão conjunta com a França para proteger o tráfego no estreito, por onde passa cerca de 20% da produção mundial de petróleo.
No campo diplomático, o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, elogiou a decisão de Trump de estender o cessar-fogo e afirmou esperar avanços nas negociações.
“Espero que ambas as partes continuem respeitando o cessar-fogo e possam concluir um ‘Acordo de Paz’ abrangente em uma segunda rodada de diálogo”, disse.
Ainda assim, há sinais de dificuldade. O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, não viajará ao Paquistão para conversas previstas com o Irã, e Teerã já indicou que não enviará uma delegação.
Trump afirmou que a trégua será mantida até que o Irã apresente uma proposta concreta e ordenou a continuidade do bloqueio naval aos portos iranianos.
A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou atingir a produção de petróleo de países do Golfo caso suas estruturas sejam usadas contra o país, reforçando o clima de instabilidade mesmo com iniciativas diplomáticas em andamento.
O Irã executou por enforcamento, na quarta-feira, um homem condenado por vínculos com a agência de espionagem israelense Mossad, informou o Judiciário, em meio à guerra contra Israel e os Estados Unidos.
“Mehdi Farid (…) foi enforcado esta manhã por sua ampla cooperação com o serviço terrorista de espionagem Mossad, após o caso ser examinado e a sentença final aprovada”, informou o site Mizan, ligado ao Judiciário iraniano.
Não ficou claro quando Farid foi preso nem quando ocorreu o julgamento, mas o tribunal o considerou culpado de “cooperação de inteligência e espionagem para o regime sionista”.
Execuções e contexto político
Nas últimas semanas, o Irã realizou diversas execuções de pessoas que participaram dos grandes protestos de janeiro, que, segundo as autoridades, foram instigados por Israel, Estados Unidos e grupos de oposição.
O país está em guerra com os Estados Unidos e Israel desde 28 de fevereiro, embora uma trégua esteja em vigor desde 8 de abril.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quarta-feira que o Irã está “colapsando financeiramente” por causa do bloqueio do estreito de Ormuz, uma rota crucial para o trânsito de petróleo.
“O Irã está colapsando financeiramente! Eles querem abrir imediatamente o estreito de Ormuz”, publicou Trump em sua rede Truth Social. Ele acrescentou que a república islâmica tem “fome de dinheiro”.
Trump havia afirmado anteriormente que Teerã declarou apoio ao fechamento da passagem para “salvar a face” diante do bloqueio americano aos portos iranianos.
Um navio porta-contêineres foi atacado por uma lancha patrulha iraniana na quarta-feira, ao largo da costa de Omã, informou a agência britânica de segurança marítima UKMTO. O incidente causou danos à embarcação, mas não deixou vítimas.
Segundo a UKMTO, o cargueiro “foi abordado por uma lancha do Corpo de Guardiões da Revolução, sem aviso prévio por rádio, que posteriormente abriu fogo contra o navio, causando danos significativos na ponte de comando”.
A agência acrescentou que “não foram registrados incêndios nem impactos ambientais” e que a tripulação está “sã e salva”.

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