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Elvis Presley embalou corações enamorados com ela em “Feitiço havaiano” em 1961. Deborah Kerr se despediu das ilhas e de seu amor impossível por Burt Lancaster no clássico “A um passo da eternidade” com uma versão triste dela tocando ao fundo em 1953. Pernalonga, Patolino e Tom e Jerry a tiveram como trilha sonora nos anos 1940 e 1950. Mais recentemente, nos anos 2000, Lilo e Stitch a apresentaram às gerações mais novas numa animada parceria da Disney. Há quase cem anos, a canção “Aloha Oe” é praticamente a representação musical do Havaí, exportada para o mundo através dos estúdios de Hollywood com seus acordes melódicos invocando o paraíso tropical polinésio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A captura de Nicolás Maduro, o agora deposto presidente da Venezuela, em uma operação militar dos Estados Unidos em Caracas no último dia 3, marcou uma inflexão na atual política americana para a América Latina, com efeitos imediatos para além das fronteiras venezuelanas. Um deles foi tornar explícita a enorme dependência de Cuba em relação ao país sul-americano, diante de uma estratégia por parte do governo de Donald Trump de, ao menos por ora, buscar “asfixiar” a ilha caribenha por meio do estrangulamento de seu principal elo econômico externo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A presença de cubanos na Venezuela é um dos temas que, durante anos, teve espaço na vida política venezuelana, sobretudo após a chegada de Hugo Chávez Frías ao poder. Mas existem antecedentes distantes não apenas da presença de cidadãos da ilha caribenha em nossa terra, como também há laços históricos que destacam o apoio venezuelano à luta pela independência de Cuba. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Semanas de ataques aéreos da Rússia vêm danificando ainda mais a infraestrutura já comprometida da Ucrânia, deixando milhões de pessoas em todo o país sem energia, água e calefação durante a pior onda de frio enfrentada pelo país em quase quatro anos de guerra, com a sensação térmica podendo chegar a -20ºC. Dentro das casas e apartamentos da capital e de outras cidades, moradores resistem ao uso do inverno como arma, montando barracas dentro dos apartamentos, ligando o forno para aquecer os cômodos, coletando neve para obter água e dormindo com várias camadas de roupas, casacos, luvas e gorros. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma pistola Sig Sauer, modelo popular e utilizado por forças de segurança nos EUA, está no centro de uma disputa narrativa entre republicanos e democratas após a morte de um cidadão americano de 37 anos neste sábado, atingido por ao menos 10 tiros disparados por agentes federais. O presidente dos EUA, Donald Trump, e aliados conservadores afirmaram que a arma conduzida por Alex Jeffrey Pretti, um enfermeiro de UTI sem passagens pela polícia, era um claro sinal da intenção do homem em agir contra as agentes da lei que atuam no Estado, enquanto autoridades democratas afirmam que ele tinha autorização para portar uma arma de fogo, e exigem uma investigação sem participação de órgãos federais — em um momento em que gravações do momento dos disparos mostram que, ao menos inicialmente, a vítima não apontou nenhuma arma para os oficiais.
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Pretti morava em um apartamento em Minneapolis, a uma curta distância de carro de onde foi morto. Ele trabalhava como enfermeiro na Unidade de Tratamento Intensivo do hospital do Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA. Colegas, familiares e conhecidos ficaram chocados com sua morte, e o descreveram como uma pessoa amigável, profissional dedicado e sem qualquer sinal de violência.
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Ruth Anway, que trabalhou com o enfermeiro, descreveu-o como um colega apaixonado e um amigo de bom coração com um senso de humor apurado. Anway, que também é enfermeira, o conheceu por volta de 2014, quando ele era assistente de pesquisa no hospital, e o incentivou a seguir a carreira.
— Ele realmente floresceu naquele ambiente — disse ela em entrevista por telefone ao New York Times. — Ele queria ser útil, ajudar a humanidade e ter uma carreira que fosse uma força para o bem no mundo.
A imagem formada pelas pessoas próximas à vítima não foi em nenhum aspecto considerada pelas autoridades do governo federal americano ao comentar o caso. Em uma entrevista coletiva na noite deste sábado, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que Petti tinha como objetivo matar policiais, repetindo alegações feitas por outros membros do governo.
Manifestantes protestam contra agentes federais nas proximidades do local onde homem foi morto a tiros em Minneapolis
Roberto Schmidt/AFP
— Parece que este é um caso em que um indivíduo chegou ao local com a intenção de causar o máximo de danos possível a pessoas e matar policiais — disse Noem, culpando autoridades públicas de Minnesota pela violência. — Esse indivíduo, que veio armado e com munição para impedir uma operação policial de agentes federais, cometeu um ato de terrorismo doméstico. Esses são os fatos.
O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) publicou horas antes uma foto da arma que teria sido apreendida com Pretti. O relato oficial do órgão federal foi de que o homem teria confrontado agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA — deslocados para o estado a mando de Trump — armado com a pistola durante uma operação que tinha por alvo um imigrante acusado de violência. O agente, segundo o DHS, efetuou disparos contra Pretti “ao temer pela própria vida”.
Em uma coletiva de imprensa durante a tarde, o chefe do Departamento de Polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, afirmou que Pretti não tinha ficha criminal e possuía uma licença de uso de armas — Minnesota permite o porte em locais públicos, o que as autoridades apontaram como um indício de que ele não estaria infringindo a lei apenas por portá-la.
Agente federal aponta arma para manifestante em Minneapolis neste sábado
Brandon Bell/Getty Images/AFP
As autoridades democratas reagiram com fúria à morte. O governador Tim Waltz se referiu ao caso como um “ataque atroz”, enquanto o deputado Hakeem Jeffries, líder da minoria na Câmara, avançou contra as autoridades federais.
“Agentes mascarados e sem lei do Departamento de Segurança Interna (DHS) assassinaram brutalmente mais um cidadão americano em Minneapolis”, disse em um comunicado. “Os extremistas de Donald Trump desencadearam essa carnificina nas ruas da América. Todos eles devem ser responsabilizados criminalmente em toda a extensão da lei”.
O senador Chuck Schumer, líder democrata de Nova York, afirmou em comunicado que os senadores do partido votariam para bloquear um pacote bipartidário de gastos que financiaria o Departamento de Segurança Interna e outras partes do governo. O Senado deve analisar a medida, que inclui US$ 10 bilhões para o ICE, antes do prazo final para a paralisação do governo no final de janeiro.
“Os senadores democratas não fornecerão os votos necessários para a aprovação do projeto de lei de dotações orçamentárias se o projeto de financiamento do Departamento de Segurança Interna for incluído”, disse ele.
Vídeos analisados pelo jornal americano The New York Times contradizem os relatos. As gravações mostram o homem segurando um celular, e não uma arma, quando os agentes o forçam ao chão antes de dispararem ao menos dez vezes em cinco segundos. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, disse que os investigadores acreditam que ao menos dois agentes dispararam.
Em meio à disputa de versões, corre em paralelo uma disputa por quem ficará a frente da investigação sobre o caso. Quando uma outra cidadã americana, Renee Good, foi morta por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês), agências federais impediram que técnicos e peritos estaduais coletassem provas e evidências. O agente que disparou contra Good terminou não sendo denunciado por nenhum crime.
Na ocasião, a Casa Branca e autoridades ligadas ao governo federal argumentaram que a mulher teria tentado atropelar um agente, enquanto críticos disseram que os disparos foram feitos sem qualquer prerrogativa de legítima defesa. Filmagens a partir de ângulos diferentes não foram suficientes para uma solução conclusiva. (Com NYT)
Vídeos compartilhados nas redes sociais que mostram o momento que um homem foi baleado por agentes federais em Minneapolis, verificados pelo The New York Times, contradizem a versão do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês) sobre o caso na manhã deste sábado — que inflamou ainda mais as tensões entre as forças federais que executam a agenda anti-imigração do presidente Donald Trump e a resistência civil.
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O DHS afirmou que o episódio começou depois que um homem abordou agentes da Patrulha da Fronteira com uma arma de fogo, e que eles tentaram desarmá-lo. No entanto, imagens do local mostram que o homem segurava um telefone na mão enquanto se aproximava dos agentes. Ele também não parece ter tentado sacar a arma enquanto era imobilizado, embora não esteja claro de onde partiram o primeiro disparo. Algumas das gravações circulam nas redes. As imagens são fortes.
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Uma análise feita quadro a quadro de uma das gravações analisadas pelo jornal americano mostram que vários agentes lutando com o homem antes de o derrubarem. O homem parece resistir enquanto os agentes agarram suas pernas, pressionam suas costas e o golpeiam repetidamente. Este vídeo em particular não mostra o que levou ao episódio.
As imagens mostram um agente se aproximando e agarrando o homem enquanto os outros o imobilizam. O agente parece retirar uma arma do meio do grupo. Simultaneamente, outro agente desembainha sua arma. O agente mira nas costas do homem e parece disparar um tiro à queima-roupa. Em seguida, parece continuar atirando no homem, que cai.
Um terceiro agente desembainha sua arma. Ambos os agentes parecem disparar tiros adicionais contra o homem enquanto ele permanece imóvel no chão. No total, pelo menos 10 tiros parecem ter sido disparados em cinco segundos.
O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado que “não se pode confiar” em uma investigação conduzida por autoridades federais sobre o tiroteio fatal que resultou na morte de um cidadão americano no estado, atingido por agentes de imigração (ICE).
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Walz diz que viu o vídeo relacionado ao incidente e o chama de “repugnante”. Ele afirma que as autoridades estaduais devem liderar a investigação sobre o tiroteio e que o sistema de justiça de Minnesota deve ser autorizado a atuar no caso.
— Não se pode confiar no governo federal para liderar esta investigação. O estado vai cuidar disso, ponto — disse, ao acusar a operação em curso contra a imigração ilegal de “semear o caos e a violência”.
Bob Jacobson, comissário do Departamento de Segurança Pública de Minnesota, informou que a Guarda Nacional está atuando no estado há uma semana e está pronta para reagir e prestar apoio a xerifes. O governador acrescentou que o estado vai cobrar do governo federal os custos da mobilização da Guarda Nacional, “porque eles estão arcando com despesas que recaem sobre nós em razão de suas ações irresponsáveis”.
O novo incidente aconteceu às 09h (12h em Brasília), segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) e autoridades policiais estaduais. A vítima seria um cidadão americano de 37 anos, residente em Minneapolis. O relato oficial da agência federal afirma que ele estaria armado com uma pistola semiautomática 9mm, e que teria resistido violentamente a uma abordagem. Trump fez menção às informações divulgadas pelo DHS na publicação.
O presidente dos EUA, Donald Trump, avançou contra autoridades locais de Minnesota e afirmou que deveriam deixar os agentes federais de imigração “fazerem seu trabalho”, após mais um incidente de disparo de arma de fogo por um funcionário federal acabar com a morte de um civil neste sábado. O caso inflamou ainda mais os protestos nas ruas de Minneapolis, onde milhares de manifestantes têm saído às ruas contra a agenda anti-imigração do republicano.
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“O prefeito e o governador estão incitando a insurreição com sua retórica pomposa, perigosa e arrogante!”, afirmou Trump em uma publicação nas redes sociais, horas após o incidente na cidade de Minneapolis. “DEIXEM NOSSOS AGENTES DA IMIGRAÇÃO FAZEREM SEU TRABALHO! Doze mil imigrantes ilegais criminosos, muitos deles violentos, foram presos e expulsos de Minnesota. Se ainda estivessem lá, vocês veriam algo muito pior do que estão presenciando hoje!”.
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O novo incidente aconteceu às 09h (12h em Brasília), segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) e autoridades policiais estaduais. A vítima seria um cidadão americano de 37 anos, residente em Minneapolis. O relato oficial da agência federal afirma que ele estaria armado com uma pistola semiautomática 9mm, e que teria resistido violentamente a uma abordagem. Trump fez menção às informações divulgadas pelo DHS na publicação.
“Esta é a arma do atirador, carregada (com dois carregadores extras cheios!), e pronta para uso – O que significa isso? Onde está a polícia local? Por que não permitiram que protegessem os agentes do ICE? O prefeito e o governador os dispensaram?”, disse Trump, reforçando as críticas às autoridades estaduais. “Afirma-se que muitos desses policiais foram impedidos de fazer seu trabalho, que o ICE teve que se proteger – uma tarefa nada fácil!”.
A lei de Minnesota permite que cidadãos portem armas de fogo após obter uma licença, o que lhes dá direito a portá-las abertamente em público, e não exige que o porte seja velado. Segundo chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, acredita-se que o homem possuía porte de arma.
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Autoridades democratas de Minnesota, incluindo o governador Tim Waltz, criticaram amplamente a ação que resultou na morte. Waltz disse que manteve contato com a Casa Branca e chamou o caso de “ataque atroz” e “repugnante”, exigindo o fim da operação. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, disse ter visto um vídeo do momento do disparo e voltou a criticar a operação.
— Quantos mais moradores, quantos mais americanos, precisam morrer ou ficar gravemente feridos para que esta operação termine? — questionou o prefeito durante uma coletiva de imprensa neste sábado, acrescentando que “uma grande cidade americana está sendo invadida pelo próprio governo federal”.
(Com AFP e NYT)
*Matéria em atualização
Uma enorme tempestade de inverno despejou neve e granizo no Novo México e no Texas neste sábado (24), enquanto se deslocava para o nordeste dos Estados Unidos, ameaçando dezenas de milhões de pessoas com cortes de energia, caos nos transportes e temperaturas abaixo de zero.
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Os consumidores esvaziaram as prateleiras dos supermercados, já que o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS, na sigla em inglês) previu fortes nevascas em algumas áreas e acúmulo de gelo potencialmente “catastrófico” devido à queda de granizo.
O secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, alertou que até 240 milhões de americanos poderiam ser afetados pela tempestade. Pelo menos 16 estados e a capital, Washington, declararam estado de emergência.
— Levem esta tempestade a sério, amigos — disse o NWS no X, prevendo uma faixa de neve “incrivelmente extensa” desde o Novo México, no sudoeste, até Maine, no extremo nordeste.
Mais de 3.400 voos de e para os Estados Unidos foram cancelados neste sábado. E mais de 1.100 voos sofreram atrasos, de acordo com o rastreador de voos FlightAware.
No Texas, a queda de granizo atingiu Dallas e as temperaturas despencaram para -6°C.
Em Houston, o prefeito John Whitmire pediu aos moradores da quarta cidade mais populosa do país que permanecessem em casa na noite de sábado pelas próximas 72 horas.
Abrigos, especialmente para pessoas em situação de rua, serão abertos na tarde deste sábado nesta metrópole de quase 2,4 milhões de habitantes.
As autoridades estaduais também buscaram tranquilizar os moradores sobre a resiliência da rede elétrica, que sofreu um apagão generalizado durante a última grande tempestade de inverno em 2021.
A neve também atingiu Oklahoma e Arkansas, com acúmulo de até 15 centímetros em algumas áreas, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia.
Espera-se que a tempestade atravesse os estados populosos do médio Atlântico e do nordeste antes que uma massa de ar gélido se instale.
— Os efeitos da neve e do granizo persistirão até a próxima semana, com episódios de congelamento que manterão as superfícies congeladas e perigosas para dirigir e caminhar por um futuro próximo — informou o serviço meteorológico.
O governo federal anunciou que seus escritórios estarão fechados na segunda-feira como medida de precaução.
— Continuaremos monitorando e mantendo contato com todos os estados na trajetória desta tempestade. Mantenham-se seguros e aquecidos! — disse o presidente americano, Donald Trump, em sua plataforma Truth Social.
O NWS alertou que o gelo espesso pode causar “quedas de energia prolongadas, danos extensos a árvores e condições de viagem extremamente perigosas ou intransitáveis”, mesmo em muitos estados que normalmente não enfrentam invernos rigorosos.
Um alarme de monóxido de carbono provocou pânico e uma grande mobilização de emergência em uma escola pública da Flórida, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira. Ao menos 22 estudantes da Cypress Junction Montessori, em Winter Haven, foram levados a hospitais por precaução após os detectores dispararem, levando à evacuação total da unidade.
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Caminhões de bombeiros, viaturas policiais e ambulâncias foram acionados após o alerta nos sensores de monóxido de carbono da escola de ensino fundamental, segundo o Departamento de Segurança Pública de Winter Haven. Quando as equipes chegaram ao local, todos os alunos e funcionários já estavam do lado de fora do prédio.
Os bombeiros desligaram imediatamente o fornecimento de gás e realizaram uma vistoria no imóvel. Após a avaliação, as autoridades concluíram que não havia vazamento de gás dentro da escola. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os alarmes foram acionados por algo detectado fora do prédio, a uma distância considerável da ala onde funciona o ensino fundamental II.
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Segundo os bombeiros, 11 alunos foram levados de ambulância para hospitais da região e outros 11 foram transportados em ônibus escolar, como medida preventiva, enquanto pais acompanhavam apreensivos a movimentação no local. Todos os estudantes passaram por avaliação médica ainda na escola. Aqueles encaminhados para atendimento adicional tinham condições de saúde prévias ou apresentavam sintomas considerados preocupantes.
Autoridades de saúde alertam que a exposição a baixos níveis de monóxido de carbono pode causar dor de cabeça, fadiga e dificuldade de concentração. Em concentrações elevadas, o gás pode provocar confusão mental, respiração acelerada, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, tontura e até morte.
Como medida adicional de segurança, ventiladores foram instalados no interior da escola, e a qualidade do ar foi considerada satisfatória pelas equipes de emergência. Apesar do susto, as autoridades reforçaram que não houve confirmação de contaminação por monóxido de carbono dentro do prédio escolar e que o episódio está sendo tratado como um alerta preventivo.

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