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O que restou da maior erupção vulcânica já registrada? Até onde seus efeitos alcançaram? E por quanto tempo o planeta carrega essas marcas? Durante milhões de anos, as respostas ficaram soterradas no fundo do Oceano Pacífico. Agora, cientistas mostram que o evento foi capaz de alterar profundamente a placa oceânica sob o Planalto de Ontong Java, revelando impactos em escala global que vão além da superfície.
Formado entre 110 e 120 milhões de anos atrás, o Planalto de Ontong Java surgiu a partir de erupções submarinas tão intensas que liberaram volumes gigantescos de magma, alteraram o equilíbrio ambiental do planeta e estão associados a episódios de extinção em massa. O novo estudo indica que esse vulcanismo extremo não apenas construiu uma das maiores estruturas oceânicas do mundo, como também modificou a estrutura e a composição da placa oceânica subjacente.
Uma placa com cicatrizes profundas
“As placas oceânicas podem sofrer modificações físico-químicas significativas devido à atividade vulcânica em larga escala”, afirma a professora Azusa Shito, da Universidade de Ciências de Okayama, que liderou a pesquisa ao lado de Akira Ishikawa, do Instituto de Ciências de Tóquio, e Masako Yoshikawa, da Universidade de Hiroshima. Os resultados foram publicados na revista Geophysical Research Letters, em setembro de 2025.
A descoberta veio da análise de ondas sísmicas de alta frequência, conhecidas como ondas Po e So, registradas por sismógrafos instalados no fundo do oceano e em ilhas próximas. Enquanto as ondas Po se propagaram normalmente, as ondas So apresentaram uma atenuação incomum sob o planalto, sinalizando alterações estruturais na placa oceânica, segundo a equipe.
Modelos sísmicos revelaram uma arquitetura interna formada por camadas horizontais cortadas por enxames de diques intrusivos. Essas estruturas se originaram quando magma ascendeu a partir de uma pluma termoquímica no manto profundo, forçando sua passagem pela litosfera e alterando suas propriedades físicas e químicas. O processo levou à chamada “refertilização” da placa, com a reintrodução de componentes fundidos em um manto anteriormente empobrecido.
Os cientistas também identificaram velocidades sísmicas significativamente menores sob o planalto em comparação com outras regiões oceânicas, outro indício de modificação profunda. Para os autores, o achado redefine a história do Ontong Java e oferece um novo modelo para entender como grandes eventos vulcânicos podem remodelar a crosta terrestre. “Nossos resultados aprimoram a compreensão da formação e da alteração da litosfera sob o impacto de vulcanismo em grande escala”, conclui Shito.
Quem eram esses homens? Por que foram lançados juntos, sem cuidado, em uma vala estreita? E o que explica a presença de crânios empilhados, pernas soltas e esqueletos amarrados? Descoberta nos arredores de Cambridge, no Reino Unido, uma vala comum da era viking tem desafiado arqueólogos e reacendido o debate sobre a violência que marcou a disputa entre saxões e invasores nórdicos no século IX.
O sepultamento, datado de cerca de 870 d.C., reúne restos mortais de ao menos dez indivíduos, segundo os pesquisadores responsáveis pela escavação. O local apresenta uma combinação considerada “extremamente rara”: corpos inteiros misturados a partes desmembradas, incluindo um aglomerado de crânios sem correspondência anatômica clara e até uma pilha de pernas, de acordo com informações divulgadas pelo jornal britânico The Sun.
Foram identificados quatro esqueletos completos, dispostos em posições que sugerem que as vítimas estavam amarradas no momento da morte. A maioria dos restos pertence a homens jovens, jogados na vala sem sinais de sepultamento ritual, o que reforça a hipótese de execução ou de violência deliberada, segundo os arqueólogos da Universidade de Cambridge.
O gigante da vala
Entre os mortos está um indivíduo que se destaca pela estatura: com cerca de 1,95 metro de altura, ele era considerado excepcionalmente alto para a época, quando a média masculina girava em torno de 1,68 metro. O jovem, que teria entre 17 e 24 anos, apresentava ainda um orifício circular de cerca de três centímetros no crânio.
Segundo o arqueólogo Oscar Aldred, que liderou a escavação, o buraco é compatível com uma trepanação — procedimento cirúrgico antigo usado para aliviar a pressão no crânio. Em entrevista ao The Sun, Aldred explicou que a cicatrização óssea dificulta identificar a ferramenta usada, mas descarta a hipótese de ferimento de batalha. Para a osteóloga Trish Biers, também da Universidade de Cambridge, o homem pode ter sofrido de um tumor na glândula pituitária, condição capaz de provocar crescimento excessivo e fortes dores de cabeça.
A vala também revelou sinais claros de violência: um dos homens foi decapitado, com marcas de golpes no maxilar, enquanto outros apresentam traumas compatíveis com combate. Ainda assim, os especialistas afirmam que não há evidências suficientes para confirmar a ocorrência de uma batalha. A disposição dos corpos e dos membros sugere, segundo Aldred, “violência terrível e talvez uma execução”, com a possibilidade de que partes dos corpos tenham sido exibidas antes do enterro.
A escavação ocorreu no Wandlebury Country Park, área que funcionava como zona de fronteira entre os reinos saxões da Mércia e da Ânglia Oriental. A região foi conquistada pelos vikings no final do século IX, após a passagem do chamado Grande Exército Viking, que saqueou Cambridge e incorporou o território ao domínio nórdico, conforme registros históricos citados pelos pesquisadores.
O achado será apresentado em um episódio do programa Digging for Britain, da BBC Two, com exibição prevista para esta quarta-feira (4). Para os arqueólogos, trata-se de uma descoberta excepcional não apenas pelo número de indivíduos, mas pelo contexto cristão da época, quando sepultamentos coletivos desse tipo eram incomuns. “Esse tipo de fossa não era prática corrente”, afirmou Aldred ao The Sun, lembrando que enterros cristãos costumavam ocorrer em cemitérios formais.
A vala, com cerca de quatro metros de comprimento por um de largura, foi encontrada ao sul de um antigo forte da Idade do Ferro, construído quase mil anos antes da era viking. Um lembrete silencioso de que, muito antes da história escrita, o solo britânico já guardava episódios de violência extrema — agora, lentamente, trazidos de volta à luz.
A famosa apresentadora de TV dos EUA Savannah Guthrie suplicou, entre lágrimas, na noite desta quarta-feira, aos sequestradores de sua mãe para que entreguem provas de que Nancy Guthrie, de 84 anos, continua viva.
“Precisamos saber, sem qualquer dúvida, que ela está viva e que vocês a têm”, disse Guthrie em um vídeo publicado em suas redes sociais, ao afirmar que “vozes e imagens são fáceis de manipular”.
Cercada por familiares, a coapresentadora do programa matinal Today, da NBC News, dirigiu-se diretamente aos sequestradores: “Queremos ouvir vocês e estamos prontos para escutar”.
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Na segunda-feira, a Polícia do Arizona informou acreditar que Nancy Guthrie fora sequestrada de sua casa no condado de Pima, após desaparecer no domingo em circunstâncias estranhas.
– Ela não saiu por conta própria, sabemos disso – disse o xerife local Chris Nanos em uma entrevista coletiva na segunda-feira.
No vídeo, Guthrie descreveu o coração frágil e a saúde delicada de sua mãe. “Ela vive com dor constante. Está sem medicação. Precisa dela para sobreviver e para não sofrer”, afirmou.
Ela também se dirigiu diretamente à mãe: “Mamãe, se você estiver ouvindo isto, você é uma mulher forte. Você é a preciosa filha de Deus, Nancy”.
Em sua plataforma Truth Social, o presidente Donald Trump afirmou na quarta-feira que falou com a filha mais nova de Guthrie “e deixou claro que está ordenando a TODAS as forças federais de segurança que estejam à total disposição da família e das autoridades locais”.
O governo Donald Trump solicitou, nesta quarta-feira, a um tribunal dos EUA, que obrigue a Nike a cumprir uma intimação, em meio a acusações de que as práticas de emprego da empresa discriminam pessoas brancas. O processo cita alegações feitas em 2024 por Andrea Lucas, presidente da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA (EEOC, na sigla em inglês). Nomeada por Trump, ela é crítica ferrenha de programas que promovem diversidade, equidade e inclusão.
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A Nike “não forneceu todas as informações solicitadas”, afirmou a EEOC, em um documento que pede a um tribunal do Missouri que faça cumprir a intimação.
De acordo com essas alegações, a Nike poderia ter violado a lei “ao adotar um padrão ou prática de tratamento discriminatório contra funcionários, candidatos e participantes de programas de treinamento brancos” e ao estabelecer a meta de que 30% da equipe de liderança da Nike seja composta por minorias raciais e étnicas.
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Trump alçou Lucas à presidência da EEOC em novembro, depois de tê-la nomeado comissária durante seu primeiro mandato, em 2020. A Nike classificou a ação da EEOC como uma “escalada surpreendente e incomum” e afirmou ter mantido uma cooperação “ampla e de boa-fé” na investigação.
“Estamos comprometidos com práticas trabalhistas justas e legais e cumprimos todas as leis aplicáveis, incluindo aquelas que proíbem a discriminação”, declarou a Nike em um e-mail à AFP, acrescentando que responderia à solicitação.
A Nike já se posicionou sobre questões sociais e políticas em diversas ocasiões. Lançou grandes campanhas publicitárias com o ex-jogador da NFL Colin Kaepernick, que protestou contra a discriminação racial na conduta policial.
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Uma campanha de 2018 com Kaepernick recebeu elogios entusiasmados de ativistas do movimento Black Lives Matter, mas foi criticada por Trump e outras figuras conservadoras.
Em março de 2023, a liderança militar da China posou perante a nação, numa imagem de unidade sob a liderança de Xi Jinping. Após quase uma década no poder, Xi havia instalado o alto comando que desejava: lealistas escolhidos a dedo para transformar o Exército de Libertação Popular em uma força de classe mundial. Mas nem mesmo os leais a Xi escaparam de sua ampla campanha de limpeza das Forças Armadas — com expurgos ostensivamente focados na corrupção, mas que também visam a lealdade a ele. Um a um, membros da Comissão Militar Central foram demitidos e colocados sob investigação. O mais recente foi o general Zhang Youxia, o general de mais alta patente de Xi. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Em sua mais recente coluna no Financial Times, John Burn-Murdoch, destacado jornalista de dados britânico, apresentou o resultado de seus esforços para mensurar a velocidade do retrocesso democrático nos Estados Unidos pelo Trump 2.0. As medidas implantadas no primeiro ano da segunda temporada do republicano na Casa Branca foram resumidas como “o mais rápido episódio de erosão democrática e de direitos civis na era contemporânea no mundo desenvolvido”. Não é pouca coisa. Mas o ruim fica pior na comparação com os inícios de domínio da Rússia por Vladimir Putin, da Turquia por Recep Tayyip Erdogan, da Hungria por Viktor Orbán, e até à infância do chavismo na Venezuela. A inflexão rumo ao autoritarismo patrocinada por Donald Trump, a partir da cartilha do conservador Projeto 2025, foi, atesta o colunista, a mais veloz. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Neste 5 de fevereiro, o mundo se vê, pela primeira vez desde o final dos anos 1960, sem um tratado de controle dos arsenais estratégicos das duas maiores potências nucleares, Estados Unidos e Rússia. O Novo Start, que estabelecia limites ao número de ogivas e criava mecanismos mútuos de monitoramento e confiança, expirou sem que seus signatários firmassem um texto para suceder-lhe. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A Igreja Católica Peruana espera que o Papa Leão XIV visite o Peru neste ano, país do qual se tornou cidadão em 2015 e onde trabalhou por mais de 20 anos, confirmou a Conferência Episcopal nesta quarta-feira.
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“O Papa expressou o quanto gostaria de estar no Peru, porque ama o país, e nos disse claramente que é muito provável que a visita aconteça em novembro ou, no máximo, na primeira semana de dezembro”, disse Monsenhor Carlos García, presidente da Conferência Episcopal Peruana, em uma coletiva de imprensa na qual relatou o encontro no Vaticano entre os bispos peruanos e o chefe da Igreja Católica.
García indicou que a visita de Leão XIV “é 80% certa” e que restam apenas detalhes logísticos a serem finalizados.
“Os responsáveis ​​ainda precisam processar e organizar tudo, mas ele deseja sinceramente vir ao Peru”, afirmou o bispo.
O convite oficial já foi feito pelas autoridades peruanas. O chefe da Igreja Católica, Robert Francis Prevost, de 70 anos, é originário de Chicago, nos EUA, mas viveu por mais de duas décadas no Peru, onde foi missionário e bispo de Chiclayo, no norte do país. Em 2015, naturalizou-se peruano. Prevost liderou a Diocese de Chiclayo, a 750 km ao norte de Lima, de 2015 a 2023.
Ele chegou ao Peru pela primeira vez em 1985, enquanto preparava sua tese de doutorado. No ano seguinte, partiu e retornou entre 1988 e 1998, período em que ocupou diversos cargos na Ordem de Santo Agostinho, da qual é membro. O pontífice deixou o Peru em janeiro de 2023, quando o Papa Francisco o nomeou Cardeal Prefeito do Dicastério para os Bispos e Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina.
Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Dr. Frederico: denúncias de maus-tratos contra animais têm sensibilizado a sociedade brasileira

A Comissão de Legislação Participativa elegeu o deputado Dr. Frederico (PRD-MG) como presidente e o deputado Fred Costa (PRD-MG) como primeiro vice-presidente.

Dr. Frederico elogiou o trabalho de Fred Costa em defesa dos direitos dos animais durante sua gestão à frente da comissão, em 2025. Ele citou o recente caso de violência, em Santa Catarina, contra o cachorro Orelha e se comprometeu a dar continuidade ao debate sobre o tema. “Esta é a comissão da sociedade e esse é um assunto que tem sensibilizado a sociedade brasileira”.

Perfil
O deputado Dr. Frederico é médico oncologista e está em seu segundo mandato. Sua atuação parlamentar é centralizada no fortalecimento do tratamento oncológico e na defesa do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele também já presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa na Câmara.

A polícia albanesa prendeu 20 pessoas por envolvimento no contrabando de resíduos tóxicos do país balcânico para a Tailândia, informou a corporação nesta quarta-feira. As prisões ocorreram mais de um ano depois de a promotoria da cidade portuária de Durrës ter aberto investigações sobre mais de 100 contêineres de resíduos perigosos, que supostamente vieram de uma siderúrgica de propriedade turca em Elbasan.
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Anteriormente, os promotores disseram à AFP que 33 mandados de prisão haviam sido emitidos em relação a uma suposta rede de tráfico de resíduos tóxicos, incluindo agentes alfandegários e funcionários da Agência Nacional do Meio Ambiente.
“Não se tratou de um crime isolado, mas de uma série de ações ilegais com graves impactos no meio ambiente, na saúde, nas alfândegas […] e nas práticas comerciais justas”, afirmou um comunicado da promotoria divulgado nesta quarta-feira.
Os supostos crimes incluem tráfico de mercadorias proibidas, abuso de poder e lavagem de dinheiro. A polícia informou que ainda está à procura de outros 13 suspeitos, incluindo três cidadãos turcos e um alemão. As autoridades realizaram buscas nesta terça-feira depois que análises laboratoriais confirmaram que os materiais, devolvidos à Albânia em 2024, eram tóxicos, disseram os promotores.
Tailândia rejeitou carga depois que grupo ambientalista alegou que ela continha resíduos tóxicos ilegais, forçando sua devolução à Albânia
Adnan Beci/AFP
Os documentos alfandegários indicavam que a remessa transportava óxido de ferro quando saiu do país balcânico rumo à Tailândia. Mas a remessa foi rejeitada depois que um grupo ambientalista alegou que ela continha resíduos tóxicos ilegais, forçando seu retorno à Albânia.
‘Perigoso e tóxico’
A análise de amostras de resíduos, incluindo material proveniente da siderúrgica Kurum International, de propriedade turca, e de duas empresas albanesas, revelou tratar-se de poeira “perigosa e tóxica” de um “forno elétrico a arco”, afirmou o Ministério Público em comunicado. As amostras também continham material que representa um risco particular para o ambiente marinho. A constatação confirma a alegação do grupo ambientalista Basel Action Network, que motivou a devolução da remessa.
“A Kurum International tinha pleno conhecimento das normas nacionais e internacionais relativas a resíduos”, afirmaram os procuradores.
Entre os suspeitos estão cinco gerentes da Kurum International, um administrador e um contador. Os 102 contêineres, apreendidos em novembro de 2024, estão agora armazenados em segurança em um porto próximo a Durrës, segundo o comunicado. Especialistas na Albânia começaram a coletar amostras da remessa em outubro passado como parte de uma investigação sobre o contrabando de mercadorias proibidas.
Na época, os promotores disseram que haviam aberto uma investigação sobre suspeitas de contrabando e abuso de poder em cooperação com o Gabinete Europeu de Luta Antifraude. O fundador da BAN, Jim Puckett, disse que não estava claro por que a amostra havia demorado tanto para ser analisada e alertou que o material poderia ter vazado ou sido adulterado nesse período.
Os procuradores argumentaram que as autoridades albanesas não possuíam as instalações necessárias para analisar os resíduos, pelo que as amostras foram eventualmente enviadas para um laboratório italiano. Segundo ativistas ambientais, os resíduos industriais são frequentemente enviados por países ocidentais para serem processados ​​na Ásia e na África, um comércio global que, segundo estimativas, pode valer até 82 bilhões de dólares (cerca de R$ 492 bilhões) por ano.

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