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O representante dos EUA na Otan afirmou, nessa sexta-feira, que a Rússia pode nunca estar pronta para chegar a um acordo para pôr fim à guerra na Ucrânia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está pressionando para que o conflito, que eclodiu quando a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2012, seja encerrado, mas as negociações mediadas por Washington não mostraram sinais de progresso até o momento.
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– Acho que os ucranianos, agora, estão dispostos a chegar a um acordo razoável, que, dadas as circunstâncias, seria justo – disse o embaixador dos EUA, Matthew Whitaker, em um painel durante o primeiro dia da Conferência de Segurança de Munique.
– Mas não estou convencido de que, em última análise, os russos estejam prontos para chegar a um acordo, ou que algum dia serão capazes disso – acrescentou Whitaker.
A mensagem contrastou fortemente com a transmitida horas antes por Trump, que disse que o líder ucraniano Volodymyr Zelensky “terá que ceder” porque “a Rússia quer fazer um acordo”.
Moscou tem se mantido firme em suas exigências por amplas concessões territoriais e políticas da Ucrânia, que Kiev rejeita como equivalentes à capitulação.
A Rússia também pressiona para que as forças ucranianas se retirem da região de Donetsk, no leste da Ucrânia.
Kiev, por sua vez, rejeitou uma retirada unilateral e exige sólidas garantias de segurança ocidentais para dissuadir Moscou de relançar sua ofensiva após qualquer cessar-fogo.
Durante o primeiro dia da Conferência de Segurança de Munique, líderes europeus, incluindo o chanceler alemão Friedrich Merz e o presidente francês Emmanuel Macron, reuniram-se com Zelensky.
Ambos os líderes declararam sua disposição em retomar o diálogo com o presidente russo Vladimir Putin, mas Merz acrescentou que Moscou “ainda não tem a vontade de manter uma discussão séria”.
A próxima rodada de negociações entre Moscou, Kiev e Washington para tentar encontrar uma solução diplomática para a guerra na Ucrânia ocorrerá na terça e quarta-feira em Genebra, anunciou o Kremlin.
O sistema elétrico de Cuba, de fato, é obsoleto. Em dezembro do ano passado, uma falha crítica na linha de transmissão interrompeu temporariamente a ligação entre Havana e as principais usinas termelétricas do país caribenho, em Matanzas. O problema dos apagões, porém, piorou agora em fevereiro, um mês depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — encorajado por sua campanha de pressão econômica e militar na Venezuela, que resultou na deposição do então presidente do país — impôs um bloqueio nos carregamentos de combustível que fornecem 60% dos cerca de 100 mil barris de petróleo bruto por dia necessários para alimentar seu sistema de energia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo do Irã anunciou nesta sexta-feira a criação de uma comissão de investigação para apurar os recentes protestos contra o custo de vida no país, que escalaram para manifestações contra o governo e deixaram milhares de mortos. O anúncio ocorre em meio ao aumento da repressão na República Islâmica, que passou a atingir políticos reformistas e a recorrer a redes de vigilância digital para rastrear iranianos que participaram dos atos nas ruas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou, no mês passado, atacar o Irã caso o governo iraniano não concordasse com um acordo para limitar seu programa nuclear, o Pentágono estava em uma posição desfavorável para apoiá-lo. Os 30 mil a 40 mil soldados americanos espalhados pelo Oriente Médio, incluindo oito bases permanentes, contavam com defesas aéreas insuficientes para protegê-los de possíveis represálias. Os caças adicionais necessários para realizar o tipo de operação abrangente mencionada por Trump estavam ociosos em bases americanas na Europa e até mesmo nos Estados Unidos. Grande parte do equipamento militar no Oriente Médio foi acumulado ao longo de 20 anos de guerra e, mesmo durante a campanha americana contra os houthis iemenitas no ano passado, já havia deixado a região. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Dois oficiais americanos revelaram à agência Reuters que as Forças Armadas dos Estados Unidos estão se preparando para a possibilidade de terem que realizar operações prolongadas contra o Irã, que podem durar semanas, caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o país persa. Segundo a informação publicada nesta sexta-feira, essa possibilidade poderia resultar num conflito muito mais grave do que os anteriores entre os dois países. A revelação feita pelos oficiais, que falaram sob condição de anonimato, aumenta a tensão nas negociações diplomáticas em curso entre Washington e Teerã.
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Nesta sexta-feira, o presidente americano confirmou que o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o mais poderoso navio do tipo na Marinha americana, já está a caminho do Oriente Médio. A tripulação recebeu ordens de deslocamento saídas do Pentágono na quinta-feira, segundo fontes ouvidas em anonimato pelo jornal New York Times. A estimativa é de que o meio militar chegue à região entre o final de abril e o começo de maio. A chegada do porta-aviões ao Golfo Pérsico é uma adição de peso ao arsenal dos EUA posicionado na região.
*Em atualização
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou Harvard nesta sexta-feira, exigindo os dados de admissão de seus estudantes, no capítulo mais recente da longa batalha do governo Trump contra a universidade de elite.
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— Harvard não revelou as informações de que precisamos para garantir que suas admissões estejam livres de discriminação — disse a secretária de Justiça, Pam Bondi.
Em uma decisão de 2023, a Suprema Corte proibiu a consideração da raça nos processos de admissão universitária, motivo pelo qual o Departamento de Justiça investiga se a universidade discrimina candidatos brancos.
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O Departamento assegurou que a ação judicial “apenas busca obrigar Harvard a produzir documentos relacionados a qualquer consideração da raça nas admissões e não acusa Harvard de discriminação racial”.
— Se Harvard deixou de discriminar, deveria compartilhar de bom grado as informações necessárias para demonstrá-lo — disse a vice-procuradora-geral, Harmeet Dhillon.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu recentemente que Harvard pague 1 bilhão de dólares (R$ 5,23 bilhões) em indenização por supostamente não proteger de forma suficiente estudantes judeus durante os protestos pró-palestinos.
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Dias depois, o Pentágono rompeu todos os vínculos acadêmicos com a universidade da Ivy League.
Trump já havia tentado cortar mais de 2,6 bilhões de dólares (R$ 13,61 bilhões) em financiamento federal para Harvard e tomou medidas para bloquear a entrada de estudantes internacionais, que representam um quarto de seu corpo discente.
Em grande parte, essas medidas foram bloqueadas temporariamente pelos tribunais.
Os Estados Unidos enviaram nesta sexta-feira mais de 6 toneladas de suprimentos médicos prioritários para a Venezuela, como parte do “plano de estabilização, recuperação e transição” naquele país, informou o Departamento de Estado.
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“Esse é o primeiro envio de um esforço significativo para aumentar o abastecimento de suprimentos médicos críticos para a Venezuela”, destaca o comunicado, que não informa se o material foi doado ou se foi pago com a receita da venda de petróleo, que os Estados Unidos depositam em uma conta bancária no Catar.
Após derrubar o presidente Nicolás Maduro, Washington anunciou que iria controlar as exportações de petróleo da Venezuela. A receita arrecadada serviria para comprar material americano, declarou naquele momento o presidente Donald Trump.
“Isso é assistência externa dos ‘Estados Unidos Primeiro’ em ação: continuamos oferecendo apoio rápido e estabilizador em nosso hemisfério, com resultados claros e total prestação de contas”, afirma o comunicado.
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Uma das primeiras medidas de política externa do segundo mandato de Trump foi anunciar o desmantelamento da USAID, principal agência de ajuda humanitária, a qual o governo americano informou que seria substituída por outro tipo de mecanismo.
Os suprimentos médicos enviados para a Venezuela serão distribuídos pelo Ministério da Saúde “provisório”, segundo o comunicado. “Esses medicamentos essenciais vão ajudar a estabilizar o sistema de saúde venezuelano.”
A estratégia “atrairá investimento responsável do setor privado e ajudará a Venezuela a avançar para uma maior autossuficiência, em consonância com nossa abordagem de promover o comércio, e não a ajuda”, ressaltou o departamento.
Um incêndio atingiu, na tarde desta sexta-feira, a refinaria de petróleo Ñico López, localizada na Baía de Havana. Uma densa coluna de fumaça preta pôde ser vista do outro lado do canal que corta a baía, segundo jornalistas da AFP que estavam no local.
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Ainda não era possível confirmar se as chamas chegaram a atingir os tanques de armazenamento de combustível da unidade. O fogo perdeu intensidade pouco tempo depois de começar, mas ocorreu muito perto de dois navios petroleiros que estavam ancorados na região.
Até o momento, a imprensa estatal cubana não havia divulgado informações sobre as causas do incêndio nem sobre eventuais danos à estrutura da refinaria.
Na mesma baía, atracaram na quinta-feira dois navios da Marinha do México que transportaram mais de 800 toneladas de ajuda humanitária para a ilha, que enfrenta uma profunda crise econômica, agravada por pressões dos Estados Unidos.
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Cuba vive uma das mais graves crises energéticas de sua história recente, após a interrupção do fornecimento de petróleo pela Venezuela, na esteira da queda de Nicolás Maduro, e sob a ameaça de Washington de impor tarifas a países que comercializem combustível com a ilha.
Diante da escassez, o governo comunista colocou em vigor nesta semana um plano emergencial para reduzir o consumo de energia. Entre as medidas adotadas estão restrições à venda de combustíveis e a implementação de uma jornada de trabalho de quatro dias, de segunda a quinta-feira.
Com uma nova rodada de negociações de paz marcada para a próxima semana, autoridades ucranianas afirmam que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a pressão para que Kiev faça concessões à Rússia, numa tentativa de encerrar a guerra até o início do verão no Hemisfério Norte. Nesta sexta-feira, Trump reforçou publicamente a cobrança ao declarar que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, precisa “se mexer” para alcançar um acordo com Moscou.
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— A Rússia quer fazer um acordo, e Zelensky vai ter que se mexer, caso contrário, vai perder uma grande oportunidade — disse o republicano a jornalistas na Casa Branca. — Ele tem que se mexer — reforçou.
A Ucrânia tenta equilibrar as expectativas americanas com a necessidade de evitar o que considera compromissos inaceitáveis em relação a território e outras questões sensíveis. Zelensky já manifestou frustração pelo fato de Washington, segundo ele, pressionar mais Kiev do que Moscou a ceder. Ao mesmo tempo, deixou claro que o país precisa fazer o possível para manter os Estados Unidos engajados no processo diplomático.
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Na semana passada, o líder ucraniano afirmou que o desejo americano de interromper a guerra até junho está ligado ao calendário político dos EUA. À medida que se aproximam as eleições legislativas de meio de mandato, disse, o foco do governo Trump pode se afastar da Ucrânia.
— É claro que para nós é desejável que os americanos não saiam — declarou Zelensky, ao comentar as negociações. Referindo-se ao prazo de junho defendido por Washington, acrescentou que o governo americano “pressionará provavelmente as partes de acordo com esse cronograma”.
Autoridades e analistas ucranianos avaliam que a Rússia não deu sinais claros de disposição para encerrar o conflito enquanto ainda dispõe de recursos financeiros e contingente militar para sustentar a ofensiva. Além disso, eles ressaltam que as forças russas continuam avançando no campo de batalha, ainda que de forma lenta e com alto custo humano.
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Ucrânia e Rússia anunciaram que a próxima rodada de negociações ocorrerá na terça e quarta-feira, em Genebra. As duas delegações já haviam se reunido neste mês nos Emirados Árabes Unidos, ao lado de representantes americanos, mas houve pouco progresso visível em direção a um acordo.
Nos bastidores, não está claro o que os Estados Unidos estão dispostos a fazer caso não obtenham de Kiev concessões em temas como território e a realização de eleições.
Trump deixou evidente que deseja reivindicar o crédito pelo fim da guerra, mas prazos anteriores estabelecidos por seu governo expiraram sem consequências aparentes. Ainda assim, autoridades americanas continuam participando das negociações, mesmo após a Ucrânia rejeitar propostas vistas como favoráveis à Rússia apresentadas inicialmente por Washington.
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Zelensky afirmou não ter recebido qualquer sinal formal de que os Estados Unidos pretendam abandonar o processo. Já Yaroslav Yurchyshyn, deputado do Parlamento ucraniano, declarou que representantes do governo Trump ameaçaram se retirar das negociações caso Kiev não demonstre disposição para compromissos, incluindo a realização de eleições.
Segundo Yurchyshyn, durante as conversas nos Emirados Árabes Unidos, os americanos defenderam que a Ucrânia promova eleições até 15 de maio. Com a guerra em andamento e sob lei marcial, autoridades em Kiev consideram altamente improvável organizar um pleito nesse prazo.
A pressão por eleições também coincide com as exigências de Moscou. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou recentemente que Zelensky perdeu legitimidade por estar “com medo de disputar uma eleição presidencial” e declarou que assinar qualquer acordo com ele seria “inútil”.
(Com AFP e The New York Times)
Uma ex-integrante da seleção dos Estados Unidos de patinação artística foi morta a tiros na manhã de terça-feira em um drive-thru de uma unidade da Starbucks, em St. Louis, no estado do Missouri. A polícia afirma que o crime ocorreu durante um assalto à mão armada cometido por um homem com extensa ficha criminal, que já era procurado por outros dois roubos semelhantes dias antes.
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Gabrielle “Sam” Linehan, de 28 anos, estava dentro de seu carro em um bairro na parte leste da cidade por volta das 10h, quando Keith Lamon Brown, de 58 anos, teria se aproximado armado e anunciado o assalto, segundo declaração de causa provável obtida pela imprensa local. Imagens de câmeras de segurança mostram o suspeito usando um colete de alta visibilidade e capacete ao abordar o veículo. De acordo com a polícia, ele ordenou que a vítima levantasse as mãos antes de atirar.
Imagens de Keith Lamon Brown, de 58 anos
Reprodução: Departamento de Polícia de Saint Louis
Linehan, que atuava como treinadora de patinação em Webster Groves, na mesma região, foi socorrida e levada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A equipe de patinação artística sincronizada St. Louis Synergy, pela qual Sam havia competido, prestou homenagem à treinadora nas redes sociais.
“Sam Linehan era uma patinadora, treinadora, mentora e amiga querida, cujo impacto foi muito além do gelo. Uma líder dedicada, a técnica Sam dedicou tempo e coração a apoiar e desenvolver patinadores, ao mesmo tempo em que incutia os valores de disciplina, trabalho em equipe, integridade e resiliência”, escreveu o time no Instagram.
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“Essa perda é ao mesmo tempo repentina e profundamente devastadora para atletas, funcionários e toda a comunidade da patinação. O foco permanece em apoiar a família de Sam e garantir que os patinadores tenham o cuidado e os recursos necessários durante este momento incrivelmente difícil”, acrescentou a nota.
Linehan representou o St. Louis Synergy e a seleção americana da modalidade, conquistando a medalha de prata no Campeonato Americano de Patinação Artística de 2014, segundo a emissora KSDK. “Ela foi, de longe, uma das jovens mais naturalmente talentosas que já treinei”, afirmou a treinadora de longa data Ramona Peterson ao veículo. “Mas, além disso, era incrivelmente dedicada.”
Segundo as autoridades, Brown teria roubado diversos cartões bancários e a carteira de motorista de Linehan antes de fugir a pé. Ele foi preso na madrugada de quarta-feira e acusado de homicídio em primeiro grau, três acusações de roubo em primeiro grau, quatro de ação criminosa armada e uma de porte ilegal de arma de fogo.
De acordo com a emissora Fox 2 Now, o suspeito já era procurado por dois roubos à mão armada ocorridos dias antes do assassinato e possui antecedentes criminais que remontam à década de 1980.
Em 6 de fevereiro, usando o mesmo colete de alta visibilidade e capacete, Brown teria abordado um veículo no drive-thru de uma unidade de um restaurante fast food, onde apontou uma arma para o motorista antes de roubar sua bolsa, uma pistola 9 mm e o celular da filha do condutor, segundo registros judiciais. Dois dias depois, ele teria atacado novamente em uma loja das proximidades, exigindo dinheiro de uma caixa.
A polícia informou que o atirador disparou ao menos três tiros em cada um dos três assaltos. No momento da prisão, os agentes apreenderam itens roubados no primeiro e no terceiro crimes, além do colete fluorescente, do capacete e de substâncias suspeitas de serem entorpecentes. Brown está detido sem direito a fiança no Centro de Justiça da cidade de St. Louis.

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