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Um memorial erguido em homenagem a Renee Good foi incendiado na noite desta terça-feira (17) em Minneapolis, nos Estados Unidos. Segundo o jornal The Minnesota Star Tribune, o fogo começou em uma exposição com flores, cartazes e uma pilha de madeira dedicada à memória da mulher, morta no mês passado por um agente do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). As autoridades classificaram o episódio como “suspeito” e afirmaram que a estrutura foi deliberadamente encharcada com gasolina.
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O Departamento de Polícia de Minneapolis abriu investigação. Até esta quarta-feira (18), nenhum suspeito havia sido preso. Apesar dos danos a parte da cerca e de materiais expostos desde 7 de janeiro, não houve feridos. O memorial havia sido coberto com uma lona na noite anterior, o que ajudou a conter prejuízos maiores.
De acordo com o Star Tribune, por volta das 21h o fotojornalista Ryan Vizzions, de 43 anos, sentiu cheiro de gasolina dentro de sua van, estacionada nas proximidades. “Olhei pelo para-brisa e vi laranja”, relatou ao jornal. Moradores, alertados pelas chamas, correram com extintores e conseguiram controlar o fogo antes que se espalhasse. Um vídeo publicado por Vizzions nas redes sociais mostra a área isolada por fita policial e um caminhão do corpo de bombeiros no local. Em determinado momento, aparece uma garrafa aberta de gasolina caída na calçada.
O vereador Jason Chavez, que representa o distrito onde Good foi baleada, classificou o ato como “desprezível” em publicação na plataforma Bluesky e informou ter contatado o Corpo de Bombeiros. Ele afirmou que equipes municipais trabalharão com a comunidade para reforçar a segurança na região e reiterou pedidos de justiça para Good e Alex Pretti.
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Caso sob investigação federal
Renee Good, de 37 anos e mãe de três filhos, foi baleada pelo agente do ICE Johnathan Ross após, segundo as autoridades, ignorar ordens para sair do carro, dar marcha à ré e tentar deixar o local durante um protesto. Socorristas relataram quatro ferimentos por arma de fogo: dois no peito, um no antebraço esquerdo e um no lado esquerdo da cabeça.
A morte desencadeou protestos em Minneapolis e repercussão nacional. Há uma investigação criminal federal em andamento sobre o caso, e o Departamento de Investigação Criminal de Minnesota informou que teve acesso às provas negado.
No início do mês, Becca Good, esposa de Renee, participou de uma vigília no Powderhorn Park. Segundo o The New York Times, ela optou por não discursar diretamente e entregou uma declaração para ser lida pela rabina Arielle Lekach-Rosenberg. A revista People relatou que, no texto, Becca agradeceu o apoio da comunidade e destacou a solidariedade recebida nas semanas seguintes à morte da companheira. Também afirmou que outras famílias da cidade enfrentam perdas semelhantes, mesmo sem a mesma visibilidade pública.
Moradores dizem permanecer atentos após o incêndio. “Estamos em estado de alerta máximo”, afirmou a vizinha Wren Clinefelter ao Star Tribune, descrevendo o sentimento de frustração diante da tentativa de destruir um espaço de homenagem.
Os Estados Unidos ampliaram nas últimas semanas sua presença militar no entorno do Irã, em um movimento descrito pelo presidente Donald Trump como uma “armada”. Embora Trump ainda não tenha autorizado ação militar, autoridades afirmam que o governo avalia diferentes cenários, inclusive a possibilidade de ataques nos próximos dias.
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O reforço inclui o porta-aviões USS Abraham Lincoln, acompanhado por três destróieres equipados com mísseis Tomahawk — embarcações semelhantes às usadas em ataques contra instalações nucleares iranianas em junho passado. As aeronaves embarcadas, como caças F-35 e F/A-18, estão dentro do raio de alcance de dezenas de alvos em território iraniano.
Segundo grupo de ataque
Em uma escalada adicional, o Pentágono ordenou o envio de um segundo grupo de ataque liderado pelo porta-aviões USS Gerald R. Ford, considerado o mais avançado da Marinha americana. A embarcação e três destróieres de escolta estavam a caminho do Estreito de Gibraltar, segundo dados de rastreamento analisados pela imprensa americana.
Com o deslocamento de novos navios para o Mar Arábico, o número de destróieres dos EUA na região ampliada chega a 13.
Jordânia vira eixo aéreo
A Base Aérea de Muwaffaq Salti Air Base, no leste da Jordânia, tornou-se um dos principais centros operacionais da mobilização. Desde meados de janeiro, ao menos duas ondas de aeronaves de ataque chegaram ao local, elevando o total para cerca de 30.
Além dos caças, foram identificados quatro aviões de guerra eletrônica — usados para interferir em radares e comunicações — e ao menos cinco drones MQ-9 Reaper. Imagens de satélite também indicam a presença de aeronaves de reabastecimento e reconhecimento.
O Pentágono enviou sistemas adicionais de defesa aérea Patriot missile system e THAAD para proteger tropas americanas de eventuais ataques com mísseis iranianos de curto e médio alcance.
Atualmente, estima-se que entre 30 mil e 40 mil militares dos EUA estejam distribuídos no Oriente Médio. Bombardeiros de longo alcance baseados nos Estados Unidos também operam em nível de alerta acima do normal. Parte das aeronaves de apoio foi deslocada para a base de Diego Garcia, no Oceano Índico, ponto
Um casal britânico detido no Irã desde janeiro de 2025 foi condenado a 10 anos de prisão por espionagem após um julgamento relâmpago, informou a família nesta quinta-feira, enquanto o governo do Reino Unido classificou a decisão como “injustificável”.
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Lindsay e Craig Foreman, ambos de 52 anos, realizavam uma viagem de volta ao mundo de motocicleta quando foram detidos no centro do país. Eles sempre negaram as acusações apresentadas por Teerã de que atuariam como espiões.
“Meus pais foram condenados a dez anos de prisão após um julgamento que durou apenas três horas e no qual não lhes foi permitido apresentar sua defesa”, afirmou em comunicado o filho do casal, Joe Bennett, acrescentando que os familiares estão “profundamente preocupados”.
A ministra britânica das Relações Exteriores, Yvette Cooper, rejeitou a condenação e a classificou como “absolutamente indignante e totalmente injustificável”.
“Seguiremos este caso incansavelmente junto ao governo iraniano até que Craig e Lindsay Foreman sejam devolvidos sãos e salvos ao Reino Unido e se reúnam com sua família”, assegurou a autoridade, também em comunicado.
Uma série de 12 fotografias até então desconhecidas pode lançar nova luz sobre um dos episódios mais emblemáticos da ocupação nazista na Grécia. As imagens, divulgadas no final de semana, parecem registrar os momentos que antecederam a execução de cerca de 200 gregos, mortos em 1º de maio de 1944, no subúrbio de Kaisariani, em Atenas.
As execuções ocorreram como represália ao assassinato do general alemão Franz Krech por integrantes da resistência contra o nazismo. Embora o massacre seja amplamente documentado por testemunhos históricos, não havia, até agora, registro fotográfico do episódio.
As 12 fotos parecem mostrar os últimos segundos antes da execução de 200 comunistas gregos em 1º de maio de 1944
Reprodução/Facebook/Greece at WWII Archives
Imagens sob investigação
As fotografias, divulgadas no Facebook, mostram grupos de homens sendo conduzidos por soldados nazistas até um campo de tiro, alguns enfileirados diante de uma parede. Em uma das imagens, prisioneiros aparecem retirando os casacos antes de seguir para o local da execução. Segundo o Ministério da Cultura da Grécia, é “altamente provável” que os registros sejam autênticos.
Uma das imagens mostra homens sendo levados à morte. Acredita-se que as fotos tenham sido tiradas por Guenther Heysing, um jornalista ligado à unidade do ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels
Reprodução/Facebook/Greece at WWII Archives
Há indícios de que as fotos tenham sido feitas por Guenther Heysing, jornalista ligado à estrutura de propaganda comandada por Joseph Goebbels. De acordo com relatos da imprensa grega, o material teria pertencido ao álbum pessoal do tenente alemão Hermann Heuer.
As imagens foram colocadas à venda no eBay por um colecionador de objetos do Terceiro Reich. O ministério informou que enviará especialistas a Ghent, na Bélgica, para examinar o acervo e verificar sua procedência legal. Caso a autenticidade seja confirmada, o governo afirmou que adotará medidas imediatas para a aquisição do conjunto.
O massacre de Kaisariani é uma das atrocidades mais conhecidas do período em que a Grécia esteve sob ocupação alemã, entre 1941 e 1944. O país enfrentou repressão sistemática, perseguições políticas e fome generalizada — estima-se que mais de 40 mil pessoas tenham morrido apenas em Atenas por escassez de alimentos.
Grande parte dos executados era formada por prisioneiros políticos, muitos deles detidos anos antes durante as perseguições anticomunistas do regime de Ioannis Metaxas. O Exército Popular de Libertação da Grécia (ELAS), liderado por comunistas, figurava entre os movimentos de resistência mais ativos na Europa ocupada.
Para o historiador Menelaos Haralambidis, as fotografias representam um marco na documentação do episódio. Em entrevista à emissora estatal grega, ele afirmou que se trata da primeira imagem conhecida feita dentro do campo de tiro no momento das execuções, reforçando relatos de que os condenados teriam enfrentado a morte com serenidade.
Até hoje, os únicos registros dos instantes finais eram bilhetes manuscritos lançados das caminhonetes que transportaram as vítimas ao local do fuzilamento. O Partido Comunista da Grécia (KKE) classificou o acervo como “inestimável” e afirmou ter identificado provisoriamente ao menos dois dos homens retratados.
Em carta divulgada à imprensa, Thrasyvoulos Marakis, neto de um dos executados, declarou sentir gratidão por ver a história do avô reconhecida publicamente. Para autoridades gregas, o conjunto de imagens, se confirmado, não é apenas um documento histórico, mas parte da memória coletiva do país.
Um observatório espacial da Nasa identificou sinais de moléculas orgânicas associadas à química pré-biótica sendo liberadas pelo cometa 3I/ATLAS, objeto interestelar que cruzou o Sistema Solar em 2025. As observações foram feitas pelo telescópio SPHEREx, especializado em mapeamento do céu em infravermelho.
Os dados revelaram a presença de compostos como metanol, metano e cianeto de hidrogênio no material expelido pelo cometa à medida que ele se aproximava do Sol e, posteriormente, deixava a região próxima à órbita da Terra. Essas substâncias são consideradas “blocos de construção” químicos capazes de participar de reações que antecedem o surgimento da vida.
O 3I/ATLAS foi descoberto em 1º de julho de 2025 pelo sistema automatizado ATLAS, que monitora objetos próximos à Terra. Pouco depois, foi classificado como um raro visitante interestelar — corpo formado em torno de outra estrela e que atravessa o espaço interestelar antes de passar pelo nosso sistema planetário.
Durante sua trajetória, o aquecimento provocado pela proximidade com o Sol ativou a coma do cometa — nuvem de gás e poeira que envolve o núcleo —, liberando compostos orgânicos complexos. As assinaturas químicas foram registradas entre 8 e 15 de dezembro de 2025, já na fase de saída do Sistema Solar.
Especialistas afirmam que as observações oferecem uma oportunidade incomum de estudar a composição química primordial de um objeto que provavelmente se formou há bilhões de anos em outro sistema estelar.
A detecção dessas moléculas não indica a presença de vida no 3I/ATLAS. No entanto, reforça a hipótese de que os ingredientes químicos fundamentais para processos biológicos podem estar amplamente distribuídos pelo universo — inclusive em ambientes além do Sistema Solar.
Mensagens recém-divulgadas dos chamados Arquivos Epstein indicam que o financista Jeffrey Epstein pode ter mantido exemplares de uma planta altamente tóxica em sua propriedade. Um dos e-mails encontrados no mais recente lote de documentos mostra Epstein perguntando sobre suas “plantas de trombeta no viveiro”.
De acordo com informações publicadas pela TMZ, a referência pode estar relacionada à trombeta-de-anjo, nome popular de espécies do gênero Brugmansia. A planta é conhecida por conter escopolamina, substância com potente efeito no sistema nervoso central. Em casos de intoxicação, a droga pode provocar confusão mental, perda de memória, delírios, paralisia e, em situações graves, levar à morte.
A escopolamina também ganhou notoriedade por relatos de uso criminoso, sob a alegação de que reduziria a capacidade de resistência das vítimas. Outro ponto que desperta atenção é a informação, citada em reportagens internacionais, de que a substância pode ser de difícil detecção em determinados exames toxicológicos.
Outro e-mail revelado nos documentos indica que Epstein recebeu um artigo detalhando os efeitos da escopolamina e da planta da qual é extraída, o que levanta questionamentos sobre seu conhecimento a respeito das propriedades da substância. Não há, porém, nos registros divulgados até o momento, comprovação de uso ou aplicação da droga por parte do financista.
Epstein morreu em 2019, em uma cela de prisão, enquanto aguardava julgamento por acusações federais de tráfico sexual. Desde então, a divulgação de documentos relacionados ao caso tem ocorrido de forma gradual. No ano passado, parlamentares aprovaram medida para obrigar o Departamento de Justiça, durante a gestão do presidente Donald Trump, a tornar públicos os chamados Arquivos Epstein. Os papéis vêm sendo liberados em lotes, o mais recente no mês passado, embora o órgão tenha informado que não estão previstas novas divulgações.
Na semana passada, Ghislaine Maxwell, ex-associada de Epstein, invocou a Quinta Emenda da Constituição dos Estados Unidos durante depoimento ao Comitê de Supervisão da Câmara, recusando-se a responder a perguntas sobre a relação entre Trump e Epstein. O ex-presidente não foi acusado de qualquer crime ligado ao financista. Os documentos já tornados públicos mencionam ainda dezenas de personalidades do entretenimento, dos negócios, da ciência e da academia como integrantes do círculo social de Epstein, sem que isso implique, necessariamente, envolvimento em irregularidades.
Olena Grigorenko mal saiu de seu apartamento em Chernihiv nas últimas semanas. Sempre que há um apagão nesta cidade do norte da Ucrânia, ela corre para a cama do marido para conectar as baterias do ventilador mecânico que o mantém vivo. Completamente paralisado e conectado 24 horas por dia ao ventilador amarelo e azul, seu marido, Anatoli Kuchinski, sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença neurodegenerativa com expectativa de vida máxima de cinco anos.
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Os constantes ataques russos à rede elétrica da Ucrânia nos últimos meses tornaram sua luta contra a doença ainda mais perigosa. Mísseis e drones deixaram milhões de pessoas sem aquecimento e eletricidade, em temperaturas que chegam a -20°C. Olena, de 57 anos, mantém um cronograma diário dos apagões programados em Chernihiv, ao norte de Kiev, devido aos racionamentos da eletricidade, que podem durar até nove horas por dia.
Quando há energia elétrica sem interrupções constantes, “não há tempo suficiente para carregar a bateria”, explica Olena. Kuchinski só consegue mover os olhos. Após uma carreira no serviço de segurança ucraniano, o SBU, o homem de 62 anos não consegue se mexer, engolir ou falar, e precisa de cuidados constantes.
Lições da guerra
Em meio aos apagões, Olena se prepara para o pior.
“Há uma casa vizinha que nunca fica sem energia. Já combinei com eles para que, se Deus me livre, algo aconteça, eu possa correr para lá e carregar a bateria”, relata. Olena programa três alarmes todas as noites, às 1h, 4h e 6h, e acorda sempre que o aparelho indica que precisa ser ligado ou para carregar as baterias. “A guerra ensina tudo”, admite.
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Ela estocou comida, desinfetantes para os tubos que mantêm Kuchinski vivo, remédios e mantém um barril de 100 litros d’água. Seu planejamento meticuloso é uma lição aprendida com a invasão russa de fevereiro de 2022. As tropas russas cercaram Chernihiv e cortaram a eletricidade, deixando Kuchinski com apenas duas horas de bateria para o ventilador. Olena “implorou” a uma ambulância militar que o levasse ao hospital mais próximo.
“Algumas pessoas dizem ‘mande-o para um centro especializado onde profissionais possam cuidar dele’. Mas nenhum profissional vai lhe dar esse tipo de amor, esse tipo de cuidado”, afirma.
Um conhaque
O aconchegante apartamento em um prédio da era soviética está repleto de fotos de um jovem Kuchinski pescando ou agachado em um campo de flores. O diagnóstico de ELA em 2015 o atingiu em cheio.
“Ele não queria viver”, lembra Olena, contando como se desfez de seu fuzil de caça por medo de que ele o usasse contra si mesmo. “Ele adorava pescar, caçar. Nunca passamos um fim de semana sem visitas, não é, Tolya?”, diz ela, olhando para o homem com quem se casou alguns anos antes.
Incapaz até mesmo de inclinar a cabeça, ele se comunica usando um alfabeto em um quadro branco. Olena passa os dedos sobre as letras, na esperança de que a tela pisque na correta. Seu maior desejo agora é passar pelo inverno e que os dois sobrevivam à invasão russa, que está prestes a completar quatro anos.
“Estamos vivos. Não quero dizer que estamos sobrevivendo. Estamos vivos. Quero superar isso. Digo aos amigos dele que viveremos para ver a vitória, o fim da guerra”, diz ela. “Então todos poderão vir nos visitar. Montaremos uma grande mesa. O médico deu o aval; disse que [Kuchinski] pode tomar um pouco de conhaque”, afirma.
Bill Gates cancelou seu discurso agendado para esta quinta-feira em uma importante cúpula global sobre inteligência artificial na Índia, anunciou sua fundação, em meio ao escândalo envolvendo o nome do cofundador da Microsoft nos arquivos do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.
“Após cuidadosa consideração, e para garantir que o foco permaneça nas principais prioridades da Cúpula de IA, o Sr. Gates não fará seu discurso de abertura”, disse a Fundação Gates em um comunicado.
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O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e vários magnatas da tecnologia discutirão oportunidades e ameaças na Cúpula de Impacto da IA, que será realizada nesta quinta em Nova Delhi.
A fundação anunciou que o presidente de seus escritórios na África e na Índia participará no lugar de Bill Gates.
Gates declarou neste mês que se arrepende de “cada minuto” que passou com Epstein, enquanto sua ex-esposa, Melinda, afirmou que ele ainda tem perguntas a responder sobre seu relacionamento com o falecido financista condenado por aliciar uma menor para fins sexuais. Um lote recente de documentos relacionados ao caso, divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA, contém e-mails entre diversas figuras proeminentes e Epstein, revelando amizades próximas, transações financeiras ilícitas e fotos privadas.
Em um rascunho de e-mail entre os documentos, Epstein alegou que Gates teve casos extraconjugais.
Epstein escreveu que seu relacionamento com Gates variava de “ajudar Bill a conseguir drogas, a lidar com as consequências de seu sexo com garotas russas, a facilitar seus encontros ilícitos com mulheres casadas”.
O simples fato de o nome de alguém aparecer nos arquivos de Epstein não implica, por si só, que essa pessoa tenha cometido qualquer crime.
“Lamento cada minuto que passei com ele e peço desculpas”, disse Gates, em entrevista à 9News Austrália.
Os Estados Unidos planejam retirar seus quase mil soldados destacados na Síria nos próximos dois meses, de acordo com relatos da mídia americana.
Washington encerrará sua presença no país depois que o novo governo sírio estendeu seu controle territorial e as Forças Democráticas Sírias, lideradas pelos curdos e anteriormente fundamentais na luta contra o Estado Islâmico (ISIS), prometeram se integrar às forças estatais, segundo reportagem do The Wall Street Journal.
A CBS também noticiou o plano, citando altos funcionários sem identificá-los.
Guga Chacra:
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A decisão ocorre após as forças americanas terem se retirado recentemente de diversas bases na Síria, incluindo Al-Tanf e Al-Shaddadi, que eram utilizadas na luta da coalizão internacional contra o ISIS.
Washington se aproximou do novo governo sírio após a queda de Bashar al-Assad no final de 2024 e transferiu milhares de combatentes do ISIS de prisões para instalações seguras no Iraque.
O governo argentino enfrenta sua quarta greve geral do mandato nesta quinta-feira, dia em que a Câmara dos Deputados debaterá uma controversa reforma trabalhista promovida pelo presidente de extrema direta Javier Milei, já aprovada pelo Senado na semana passada.
A greve, que começou às 12h01 (horário local), e durará 24 horas, foi convocada pela principal central sindical do país, que considera as mudanças propostas pelo governo “regressivas”.
Em meio a intensos protestos, reforma trabalhista de Milei avança no Senado
A greve ocorre em um contexto econômico que apresenta sinais de declínio na atividade industrial, com mais de 21 mil empresas fechando as portas nos últimos dois anos e a perda de cerca de 300 mil empregos, segundo fontes sindicais.
O caso mais recente é o da Fate, principal fabricante de pneus da Argentina, que anunciou na quarta-feira o fechamento de sua fábrica em Buenos Aires e a demissão de mais de 900 trabalhadores, alegando queda na competitividade devido à abertura indiscriminada das importações.
– Queremos dizer ao governo que o povo votou para que seus direitos não fossem retirados – disse Cristian Jerónimo, co-líder da Confederação Geral do Trabalho (CGT), na quarta-feira, prevendo que a greve seria “enérgica”.
A última greve geral da CGT ocorreu em 10 de abril de 2015, embora tenha tido participação desigual, já que alguns trabalhadores do transporte público não aderiram.
Desta vez, a greve visa esvaziar as ruas dos principais centros urbanos. Os principais sindicatos do transporte de passageiros aderiram inicialmente ao protesto.
Além disso, 255 voos foram cancelados, afetando 31 mil passageiros, informou a Aerolíneas Argentinas.
A esses, juntaram-se os trabalhadores portuários, que estão paralisando importantes terminais, como o de Rosário, um dos maiores exportadores agrícolas do mundo.

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