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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos reteve alguns arquivos relacionados ao caso Epstein relacionados ao presidente Donald Trump. O departamento ainda removeu do banco de dados público alguns documentos em que o presidente dos EUA é mencionado. O material está relacionado às acusações contra Jeffrey Epstein, financista americano que morreu na prisão em 2019 antes de responder às acusações de crimes sexuais contra menores de idade. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (24), pela NPR (National Public Radio), uma organização norte-americana de radiodifusão pública com sede em Washington.
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Segundo o levantamento da NPR, dezenas de páginas parecem ter sido catalogadas pelo Departamento de Justiça, mas não compartilhadas publicamente. No fim de janeiro, novos arquivos relacionados ao caso foram liberados. Segundo a organização, alguns, no entanto, não estão disponíveis ao público, como um com mais de 50 páginas contendo entrevistas do FBI e anotações de conversas com uma mulher que acusou Trump de abuso sexual décadas atrás, quando ela era menor de idade.
Nas análises, a organização encontrou dezenas de páginas que teriam sido catalogadas pelo Departamento de Justiça, mas não compartilhadas publicamente. O órgão se recusos a responder sobre o conteúdo dos arquivos e o motivo de não terem sido divulgados, afirmou a NPR na reportagem sobre o caso Epstein desta terça.
Entre o conjunto de documentos que teria sido alterado, com retirada de parte do conteúdo para consulta pública, está os relacionados a a uma mulher que foi testemunha-chave da acusação no julgamento criminal de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein. Atualmente, ela cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores. No último dia 9, Ghislaine participou de conferência para comissão que investiga conexões de Jeffrey Epstein com figuras poderosas. A presa permaneceu em silência na videoconferência; e seus advogados disseram que ela estava preparada para contar detalhes da relação do magnata americano com autoridades políticas e empresariais do país, caso recebesse um indulto do presidente Donald Trump.
Um acidente de trânsito registrado na noite deste sábado na via entre Circasia e Armenia, no departamento de Quindío, no Oeste da Colômbia, gerou comoção com a morte de um homem de 40 anos e de uma jovem de 19 anos, conhecida no país por participações em programas de calouros, que perderam a vida após serem atropelados por um veículo enquanto tentavam atravessar a pista.
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As vítimas, identificadas como William Andrés Paipa e Nicole Valeria Vargas Gómez, estavam trabalhando e haviam descido de um caminhão. Eles tentavam atravessar a via para transportar alguns itens para a faixa oposta da rodovia quando foram atingidos por um automóvel.
Segundo o relatório da Polícia Rodoviária de Quindío, o acidente ocorreu às 20h30 do dia 21 de fevereiro, no quilômetro 01+650 da via que segue em direção a Armenia.
— Ocorreu um acidente viário do tipo atropelamento de pedestres por um veículo não identificado, atingindo dois transeuntes que atravessavam a via no setor de restaurantes, na altura de El Solar. No momento, foi possível identificar as pessoas como William Andrés Paipa e Nicole Valeria Vargas Gómez.
O caso gerou indignação porque as vítimas não foram socorridas pelo motorista que provocou o acidente, que fugiu do local. Segundo vídeos de câmeras de segurança da região, as duas pessoas atropeladas quase foram atingidas novamente por outros veículos, já que caíram sobre a faixa contrária da pista.
A jovem Nicole Vargas havia participado de concursos de canto como “La Voz Kids”, versão colombiana do “The Voice Kids”, entre outros, e atualmente conciliava apresentações artísticas com um emprego como promotora de uma marca de bebidas. Ambos eram conhecidos no meio do entretenimento da cidade pelo trabalho em estabelecimentos comerciais, como restaurantes e bares.
Vargas também era estudante do quinto semestre do curso de Administração de Negócios da Universidade de Quindío. A instituição divulgou uma mensagem lamentando a morte da jovem.
— A jovem e talentosa aluna da Universidade de Quindío deu brilho ao nosso grupo vocal representativo Coranto e ao departamento de Quindío graças à voz magistral que a fez se destacar em diferentes eventos. Nicole foi uma jovem comprometida com sua formação acadêmica e com a vida cultural da nossa alma mater. Das salas de aula e também dos palcos, deixou sua marca por meio da disciplina, da sensibilidade e do profundo amor pela arte. Como integrante do Coranto, levou sempre com honra o nome da Universidade de Quindío a cada encontro e apresentação.
As autoridades informaram que seguem com as investigações para identificar o veículo e o motorista que atropelaram as duas pessoas, além de esclarecer as responsabilidades no caso.
A guerra na Ucrânia, desencadeada pela invasão russa de 24 de fevereiro de 2022, entra nesta terça-feira em seu quinto ano. Abaixo, um panorama atualizado do conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial após quatro anos de combates.
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Mortos
Após anos de combates e bombardeios, o número de mortos ainda é desconhecido. Segundo o último balanço da ONU em 2025, cerca de 15 mil civis morreram e 40.600 ficaram feridos em território ucraniano, embora o número real seja “provavelmente consideravelmente mais alto”, sobretudo pela dificuldade de acesso às áreas ocupadas.
Os ataques ucranianos contra regiões fronteiriças russas deixaram centenas de mortos, segundo estimativas. Do lado militar, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reconheceu no início de fevereiro a morte de 55 mil militares desde 2022, um número considerado muito subestimado devido às dezenas de milhares de desaparecidos.
A Rússia mantém silêncio sobre suas baixas, mas elas são estimadas em mais de 117 mil, segundo o serviço russo da BBC e o veículo russo Mediazona, com base em dados de acesso público. O americano Center for Strategic and International Studies (CSIS) citou até 325 mil soldados russos e entre 100 mil e 140 mil militares ucranianos mortos desde 2022. Cerca de 6 milhões de ucranianos estão refugiados no exterior, segundo a ONU.
Destruição
A guerra devastou extensos territórios, sobretudo no leste da Ucrânia, onde cidades inteiras como Bakhmut e Toretsk estão em ruínas. Os ataques russos contra infraestruturas energéticas devastaram a rede ucraniana, privando milhões de pessoas de aquecimento e eletricidade. Cerca de 20% do território ucraniano está contaminado por minas, segundo a ONU.
O custo total da reconstrução da Ucrânia é estimado em mais de 558 bilhões de dólares (R$ 2,9 trilhões) na próxima década, segundo uma avaliação conjunta do governo ucraniano, da União Europeia (UE), do Banco Mundial e da ONU.
A situação no front
Após importantes movimentos de tropas de cada lado em 2022 e 2023, o conflito se transformou em uma guerra de desgaste, com avanços lentos e custosos sob a ameaça onipresente dos drones. A Rússia ocupa cerca de 20% do território ucraniano, do qual cerca de um terço já estava sob controle das forças russas ou pró-russas antes de 2022.
corre no Donbass, grande bacia industrial do leste da Ucrânia, onde o Exército russo tomou quase toda a região de Luhansk e cerca de 83% da de Donetsk, segundo uma análise da AFP baseada em dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), um centro de estudos nos Estados Unidos.
As forças russas também ocupam grandes extensões nas regiões meridionais de Kherson e Zaporíj ia, e pequenas partes das de Sumy (norte), Kharkiv (nordeste) e Dnipropetrovsk (centro).
Uma diplomacia lenta
Russos e ucranianos negociam desde 2025 um cessar das hostilidades, sob o impulso do presidente americano, Donald Trump. Foram realizadas várias rodadas de negociações em Istambul, Abu Dhabi e Genebra, sem alcançar avanços tangíveis. Um dos principais problemas é a questão dos territórios. A Rússia quer que as forças ucranianas se retirem das áreas sob seu controle na região de Donetsk, o que Kiev rejeita.
A Ucrânia também insiste na necessidade de um cessar-fogo o quanto antes, enquanto Moscou se opõe a qualquer pausa nas hostilidades até que sejam estabelecidas as bases de um acordo de paz “duradouro”.
Economia e sanções
A economia russa resistiu às sanções ocidentais ao encontrar canais paralelos de importação e redirecionar suas vendas de hidrocarbonetos para outros mercados. A indústria se beneficiou dos pedidos militares massivos.
No entanto, começa a mostrar sinais de esgotamento devido à persistente escassez de mão de obra e a uma forte inflação. O Estado russo enfrenta um crescente déficit orçamentário e uma diminuição das receitas do petróleo.
A Ucrânia perdeu quase um terço de seu PIB em 2022. Além disso, a guerra destruiu sua infraestrutura, afetou as exportações e forçou a saída de muitos trabalhadores para o exterior. Outros tiveram de se alistar no Exército. A economia ucraniana se recuperou um pouco, mas depende em grande medida do apoio ocidental para financiar sua defesa e os gastos correntes.
Aliados e apoios
Desde 2022, o esforço de guerra de Kiev é em grande parte assegurado pelo fornecimento de armas e munições e pelo compartilhamento de inteligência com países ocidentais. A Europa é agora o principal fornecedor de ajuda à Ucrânia, com 234 bilhões de dólares (R$ 1,216 trilhão) entregues e outros 210 bilhões de dólares (R$ 1,092 trilhão) prometidos, segundo um balanço do Instituto Kiel, da Alemanha.
Desde o retorno de Trump ao poder, os Estados Unidos praticamente cortaram sua ajuda sem contrapartida a Kiev, após terem destinado 115 bilhões de dólares (R$ 598 bilhões) desde 2022. Segundo o Instituto Kiel, a Ucrânia recebeu de seus aliados cerca de 900 tanques, 1.200 veículos blindados, 850 peças de artilharia, 85 sistemas antiaéreos, além de aviões de combate e munições.
A Coreia do Norte forneceu munições à Rússia e enviou milhares de soldados para combater contra os ucranianos. Moscou também recebeu drones e mísseis do Irã e se baseou nessa tecnologia para produzir seus próprios modelos de drones, segundo países ocidentais, que acusam a China de ajudar a Rússia a driblar as sanções.
A apresentadora de televisão dos Estados Unidos Savannah Guthrie anunciou nesta terça-feira (24) que sua família está oferecendo até US$ 1 milhão por informações que levem ao resgate de sua mãe, desaparecida há 24 dias. Acredita-se que Nancy Guthrie tenha sido sequestrada de sua casa.
Guthrie reconheceu que sua mãe pode já estar morta, um desfecho trágico para um caso que comoveu os EUA e intrigou as autoridades.
Nancy Guthrie, de 84 anos, desapareceu de sua casa em Tucson, Arizona, em 1º de fevereiro. Apesar de buscas intensivas, a polícia ainda não identificou nenhum suspeito no caso.
Com a voz embargada, Guthrie disse em uma publicação no Instagram que ela e seus irmãos aceitam a possibilidade de sua mãe estar morta.
— Sabemos que ela pode estar perdida — disse Guthrie. — Ela pode já ter ido embora.
Mas a família precisa de respostas, acrescentou.
— Precisamos que ela volte para casa. É por isso que estamos oferecendo uma recompensa de até um milhão de dólares para qualquer informação que leve ao seu paradeiro — disse a apresentadora. — Alguém por aí sabe algo que pode trazê-la de volta para casa — acrescentou ela.
Investigadores federais estão oferecendo US$ 100 mil por informações que levem ao paradeiro da mulher ou à prisão de seus sequestradores.
O FBI divulgou fotos e um vídeo de uma pessoa mascarada se aproximando da casa de Guthrie na noite do sequestro, mas não identificou nenhum suspeito.
O xerife do Condado de Pima, Chris Nanos, disse na semana passada que os investigadores descartaram qualquer envolvimento de familiares de Nancy Guthrie em seu desaparecimento.
Bilhete de resgate
No início deste mês, o FBI indicou que a família de Nancy Guthrie recebeu um bilhete de resgate exigindo pagamento. As imagens divulgadas no último dia 10 pela corporação mostram um indivíduo usando uma máscara de esqui, uma jaqueta com zíper, luvas e uma mochila, aproximando-se da porta da frente da casa da idosa.
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Ele parece manipular a câmera por alguns segundos antes de se afastar para arrancar plantas, que ele então usa para cobrir a câmera. As autoridades locais relataram, dias após o desaparecimento, que câmera da campainha da casa de Nancy foi desconectada à 1h47 da manhã de domingo, 1º de fevereiro.
Imagens divulgadas pelo FBI, da câmera de segurança da casa da mãe de Savannah Guthrie, mostram suspeito mascarado
Reprodução / Redes Sociais
O software detectou a presença de uma pessoa menos de 30 minutos depois, às 2h12 da manhã, mas nenhum vídeo estava disponível, especificaram.
No início das investigações, a família já tinha divulgado que temia pela vida da idosa caso ela não seguisse o tratamento prescrito para seu problema cardíaco.
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A Comissão do Banco Master do Senado cobrou, nessa terça-feira (24), o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Carlos Accioly, por suposta omissão da instituição na fiscalização do Banco Master, acusado de fraude bilionária no mercado de capitais.

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), afirmou que não é a primeira vez que a CVM teria se mostrado omissa, lembrando escândalos de fraudes anteriores, e que “nada foi feito”.

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“A CVM não é réu primário no caso da transparência. É só lembrar o que aconteceu no caso das Lojas Americanas”, disse.

“Estamos falando de milhares, eu diria, de milhões de brasileiros que estão sendo prejudicados porque o dinheiro do seu fundo de previdência evaporou-se de forma criminosa. E não dá pra dizer que a CVM não foi omissa.“

A CVM é a autarquia federal responsável por, entre outras funções, regular e fiscalizar os mercados da bolsa e de capitais, além de proteger os investidores de atos ilegais ou fraudes no mercado financeiro.

Ligada ao Ministério da Fazenda, a instituição tem independência administrativa e orçamentária e mandato fixo dos dirigentes.

O senador Eduardo Braga sugeriu ainda que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) poderia estar envolvida em casos que vão além da omissão, destacando que o Banco Master teria usado o dinheiro dos clientes para “tapar os buracos” no orçamento da instituição.

“Eu estou dizendo a palavra e o adjetivo omissão porque eu quero ser politicamente correto. O nome disso, lamentavelmente, não é omissão”, completou Eduardo Braga no contexto de uma fala sobre possível conflito de interesses.

Transparência

Na CVM desde maio de 2022, o presidente interino João Accioly destacou que, se houve omissão foi na divulgação do que foi feito para inibir as fraudes no mercado financeiro.

“Houve uma omissão em divulgar o que foi feito. A Compliance Zero [operação da Política Federal (PF) que investigou o Banco Master] é feita depois que a CVM comunica ao MPF [Ministério Público Federal], em junho de 2025, os indícios de aporte de quase R$ 500 milhões [do Banco Master] em clínicas de laranjas. A CVM detectou em sua supervisão”, afirmou Accioly.

Ainda segundo o presidente interino, foi da CVM que partiram as informações para a operação da PF. Accioly citou ainda que foram abertos 200 processos, sendo 24 deles envolvendo a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB).

“Tem vários exemplos de atuações que a CVM fez”, destacou o presidente, ao citar ainda que a responsabilidade do crime é dos criminosos, não das instituições de fiscalização, apesar de reconhecer que há o que melhorar.

“Sempre que você tem um determinado desenho institucional, os fraudadores identificam como aquele sistema evoluiu e as brechas que, eventualmente, ainda remanesçam. Então, quando tem uma grande fraude, a resposta institucional é voltada a aprimorar os instrumentos que, se houvesse antes, teriam talvez coibido”, disse.

Qual foi a falha? 

A senadora do Distrito Federal (DF), Leila Barros (PDT), questionou o presidente do CVM sobre onde estaria a falha no sistema de proteção do mercado financeiro já que ele alega que a instituição fez seu trabalho.

“Estavam ocorrendo os processos, aconteceu a investigação, mas aconteceu a situação, a fraude, os rombos. Onde que houve o erro? Se a CVM identificou, está ali, comunicou ao Ministério Público e a fraude aconteceu, aonde que está o erro?”, questionou Leila.

Accioly disse que é cedo para identificar as falhas, e informou que CVM criou um grupo de trabalho (GT) para identificar os principais erros da Comissão.

“No relatório [do GT], vai ter uma visão introspectiva para aprender o que funcionou bem e o que não funcionou bem para aprimorar. Pode ter havido erro. Certamente, não é impossível. O que aparece primeiro são os vários acertos, mas os erros vão aparecer também”, respondeu João Accioly.

A CVM tem um presidente e quatro diretores, nomeados pelo Presidente da República e aprovados pelo Senado Federal. O mandato dos dirigentes é de cinco anos, e  recondução ao cargo é proibida. Atualmente, o colegiado está com três cadeiras de diretor vagas, duas delas com indicados e aguardando sabatina pelos senadores.

 

Um homem detonou um explosivo ao lado de uma viatura policial na região central de Moscou, na Rússia, durante a madrugada desta terça-feira. A explosão culminou na morte de um agente e em dois feridos. O caso ocorreu na praça da estação ferroviária Savyolovsky, uma das mais importantes da capital russa. O suspeito também morreu no local.
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De acordo com comunicado do Ministério do Interior da Rússia, o agressor se aproximou de agentes policiais que estavam em uma viatura na praça. Ao chegar perto, ele detonou o explosivo, que causou danos consideráveis no veículo. A área foi isolada após o ocorrido e ambulâncias foram enviadas para socorrer os agentes feridos.
Em primeiro momento, o ministério afirmou que o agressor havia fugido do local. Após alguns minutos, o órgão emitiu novo informe que informava que o autor da explosão havia morrido. Não há mais detalhes sobre o suspeito, sua origem e motivações. O comitê de investigações russo afirmou ter aberto um processo por tentativa de homicídio e por porte ilegal de artefatos explosivos.
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No final do ano passado, em dezembro, dois policiais foram mortos em outra explosão na cidade de Moscou, esta na região sul da capital. O crime aconteceu em meio a uma tentativa de abordagem a uma pessoa suspeita perto de seu veículo. A área do ocorrido havia sido palco de outra execução dias antes, contra um general russo.
Há semanas, o presidente dos EUA, Donald Trump, tem reiterado que o prazo para o Irã fechar um novo acordo nuclear está perto de se esgotar, ameaçando inicialmente que “coisas ruins” ocorreriam com a nação persa em caso de fracasso das tratativas diplomáticas. O termo vago evoluiu, na última sexta-feira, quando o republicano admitiu que estava avaliando “ataques limitados” contra o território iraniano — um plano que, segundo fontes ligadas ao governo americano, foi visto com ressalvas pelo chefe do Estado-maior do Pentágono, general Daniel Caine, mas cujo destino destino deve ser definido pela avaliação final da dupla de confiança de Trump: Jared Kushner, seu genro, e Steve Witkoff, seu principal negociador.
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O papel central da dupla nomeada para chefiar as negociações indiretas com o Irã na confirmação ou não do ataque foi apontado por fontes americanas ouvidas pelo jornal britânico The Guardian. Os dois deverão avaliar, após uma nova rodada de negociações mediadas por Omã nesta quinta-feira, se Teerã está de fato engajado em abrir mão de suas capacidades de enriquecer urânio para fechar um possível acordo ou se as tratativas são apenas uma forma de protelar. A opinião da dupla deve ser decisiva na tomada de decisão final por Trump.
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Kushner e Witkoff ocupam um lugar elevado na atual administração republicana, tendo atuado como representantes de Washington em uma série de negociações internacionais de alto-perfil, da América Latina à Rússia. Trump privilegiou a confiança nos aliados próximos em detrimento de profissionais de carreira, como diplomatas e funcionários públicos, em uma estratégia que expõe o valor dado pelo presidente às relações pessoais, flexibilidade política e lógica empresarial. Por outro lado, nunca uma participação dos escolhidos parece ter sido tão decisiva em tema de segurança e defesa — podendo entrar em conflito com a opinião técnica do comando militar.
Embora Trump tenha afirmado na segunda-feira que o chefe do Estado-maior conjunto das Forças Armadas americanas acredita que qualquer eventual ação ordenada contra o Irã seria “algo vencido com facilidade”, fontes ouvidas por jornais americanos como o New York Times e o Wall Street Journal afirmaram que o prenúncio de vitória fácil atribuído pelo republicano ao general Caine não corresponde ao exposto pelo militar em reuniões recentes a portas-fechadas.
Os interlocutores, que tiveram acesso às reuniões realizadas sobre o Irã, afirmaram que o general tem sido cuidadoso ao não expor suas opiniões pessoais ou a respeito da decisão política sobre a ação, limitando-se a apresentar os prós e contras de cada tomada de decisão, com base na configuração estratégica. Caine teria afirmado em um dos encontros recentes que a força concentrada pelos EUA ao redor do Irã seria suficiente para um ataque “pequeno ou médio porte”, mas que isso também abriria as portas para uma represália iraniana com possíveis impactos negativos.
Gen. Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, no Capitólio, em Washington, em 3 de setembro de 2025
Eric Lee/The New York Times
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As ressalvas apresentadas por Caine incluiriam o risco dos EUA ficarem presos a um conflito de longo prazo após a primeira agressão militar; a possível perda de vidas americanas, sobretudo diante de um cenário de falta de apoio firme entre os aliados para a ação; e na escassez de munição, sobretudo de artilharia antiaérea. Apesar do reforço reportado nos últimos dias, a reação contida do Irã após os bombardeios americanos em junho do ano passado forçaram o disparo de 30 mísseis Patriot para interceptar o contra-ataque — o maior uso individual desses mísseis na história dos EUA. As forças iranianas prometeram uma “resposta feroz” em caso de um novo ataque neste momento.
Em uma publicação nas redes sociais ainda na segunda-feira, Trump reputou como mentiras os relatos da imprensa americana sobre as advertências de Caine contra a intervenção militar no Irã. O presidente disse que o general “preferiria não ver uma guerra”, mas reafirmou que a avaliação do militar é de que seria “fácil vencer”.
“Ele não falou em não atacar o Irã, nem sequer sobre os falsos ataques limitados sobre os quais tenho lido; ele sabe apenas uma coisa, como VENCER e, se lhe disserem para fazê-lo, liderará a ofensiva”, escreveu o republicano.
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Arte/ O GLOBO
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O presidente americano tem dado sinais de incômodo com a resistência iraniana em ceder às suas exigências, mesmo após o envio de uma “Armada” para a região próxima ao Oriente Médio que já superou em poder bélico a mobilização no Caribe, ordenada no ano passado. Tanto fontes ouvidas em anonimato quanto integrantes do governo em declarações públicas demonstraram o que parecem ser receios do republicano.
Fontes ouvidas pela CBS News nesta terça-feira afirmaram que Trump teria demonstrado frustração com a influência limitada exercida pela escalada militar que ele mesmo liderou. No fim de semana, o enviado especial Witkoff afirmou em entrevista à rede americana Fox News que o presidente estaria “curioso” sobre as razões do Irã não ter cedido à pressão.
Analistas apontam que o momento atual é visto como de ameaça existencial pelo regime teocrático do Irã. Os clérigos autoritários veriam possíveis concessões aos EUA como um fator a comprometer sua ideologia central e soberania — uma ameaça maior à sua sobrevivência do que o risco de guerra.
Teerã afirmou repetidamente que não tem interesse em desenvolver armas nucleares — embora tenha aumentado, antes dos ataques americanos no ano passado, o enriquecimento de urânio a níveis muito acima do necessário para programas nucleares de uso civil — e que a via diplomática é desejável. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, prometeu apresentar uma primeira versão de um acordo com os EUA. Espera-se que o texto seja discutido na quinta-feira. (Com AFP e NYT)
As autoridades belgas iniciaram uma investigação após encontrarem imagens de pornografia infantil na cela do conhecido pedófilo Marc Dutroux, condenado por sequestro, estupro e assassinato de meninas e adolescentes. Dutroux, considerado um dos piores criminosos da Bélgica, foi condenado em 2004 à prisão perpétua por sequestrar e estuprar seis meninas e adolescentes, e matar quatro delas. Ele deixou duas delas, Julie e Mélissa, morrerem de fome.
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Ele foi preso em 1996 e permanece em regime de isolamento desde então. O promotor de Brabante Valão, província belga onde fica a penitenciária de Nivelles, confirmou à agência de notícias Belga na noite desta segunda-feira a informação revelada pela revista Humo.
Durante uma inspeção na prisão em 2024, autoridades encontraram aproximadamente 200 fotos pornográficas na cela de Dutroux, apesar do regime de isolamento, segundo a Humo. De acordo com a revista, metade dessas fotos mostrava crianças nuas.
O criminoso se defendeu por meio de seu advogado. Ele alega ser vítima de “assédio” por outros detentos que teriam colocado as fotos em sua cela sem seu conhecimento, acrescenta a Humo. Seu advogado, Bruno Dayez, não comentou a notícia. Dayez tentou sua libertação em 2021, após 25 anos atrás das grades.
Um documento pericial extremamente negativo de 2020, porém, o impediu. Este laudo psiquiátrico alerta que Marc Dutroux deve sempre ser considerado um psicopata e que o risco de reincidência é muito alto.
A Guarda Revolucionária do Irã, o Exército ideológico da República Islâmica, iniciou exercícios militares no Golfo Pérsico, informou a televisão estatal nesta terça-feira, em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos, que mobilizaram recentemente uma força naval e aérea significativa na região e estão ameaçando atacar o país. Os exercícios “estão concentrados no litoral sul e nas ilhas” e incluem mísseis, artilharia, drones, forças especiais e veículos blindados, especificou a emissora.
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As manobras estão sendo realizadas “com base em ameaças existentes”, disse à televisão o comandante das forças terrestres da Guarda Revolucionária, Mohammad Karami.
Após ordenar ataques direcionados contra instalações nucleares no Irã em junho de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, não descarta o uso da opção militar novamente contra a República Islâmica caso as negociações em curso sobre o programa nuclear iraniano fracassem. Para exercer pressão, Washington mobilizou uma força naval e aérea significativa na região.
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Em uma mensagem publicada na segunda-feira em sua rede social Truth Social, o presidente dos EUA escreveu que preferia um acordo, mas que, caso contrário, “a situação ficaria muito ruim” para o Irã. Na quinta-feira, Trump disse que havia se dado “de dez a quinze dias” para decidir sobre um possível uso da força contra Teerã.
O Irã alertou na segunda-feira que qualquer ataque dos EUA, mesmo que limitado, provocaria uma resposta “feroz”.
— Não existe ataque limitado. Um ato de agressão será considerado um ato de agressão. Ponto final — declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, em uma entrevista coletiva em Teerã. — Qualquer Estado reagiria fortemente a um ato de agressão em virtude de seu direito inerente à autodefesa, e é precisamente isso que faríamos.
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Em Genebra, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Qaribabadi, alertou também na segunda-feira para o risco de uma “escalada” regional e pediu que “todos os países comprometidos com a paz e a justiça tomem medidas significativas” para evitá-la.
“Por excesso de cautela”, os Estados Unidos ordenaram a retirada de pessoal não essencial de sua embaixada em Beirute, enquanto o movimento libanês pró-Irã Hezbollah já havia anunciado que não permaneceria neutro caso Washington atacasse.
Nesse clima de tensão, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou na segunda-feira que Israel permanece “vigilante e preparado para qualquer cenário”.
Terceira rodada na quinta-feira
Os Estados Unidos e o Irã realizarão novas negociações indiretas em Genebra na quinta-feira, sob a mediação de Omã, após duas sessões desde o início de fevereiro, confirmaram os três países na segunda-feira.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, chefe da delegação de negociação, disse no domingo que há “uma boa chance de se chegar a uma solução diplomática vantajosa para ambos os lados”. Araqchi disse que espera entregar em breve “uma primeira versão” do texto à equipe americana, chefiada pelo enviado especial Steve Witkoff e pelo genro de Trump, Jared Kushner.
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As negociações anteriores entre os dois países foram interrompidas em junho de 2025 pela guerra iniciada por Israel contra o Irã, na qual Washington interveio bombardeando instalações nucleares da República Islâmica. Na época, Trump afirmou ter “aniquilado” o programa nuclear iraniano durante esses bombardeios, embora a extensão exata dos danos permaneça desconhecida.
Os países ocidentais temem que Teerã busque adquirir armas nucleares, enquanto o Irã insiste que deseja apenas desenvolver um programa nuclear civil.
Em troca de um acordo sobre seu programa nuclear, o Irã espera que os Estados Unidos suspendam as sanções que estão prejudicando sua economia.
Essas novas tensões entre Washington e Teerã aumentaram após a sangrenta repressão, em janeiro, a um amplo movimento de protesto antigovernamental no Irã, o que levou Trump a prometer “ajudar” o povo iraniano. Nos últimos dias, ocorreram novas manifestações contra o governo em diversas cidades.
O governo Trump deu à professora Nayda Alvarez cinco dias para decidir se permitirá que um muro na fronteira cruze seu quintal. Caso ela se recuse, dizem, sua casa às margens do Rio Grande, no Texas, será expropriada. O presidente republicano fará seu discurso sobre o Estado da União ao Congresso nesta terça-feira, em um primeiro ano marcado por medidas anti-imigração e planos para reforçar a fronteira sul dos Estados Unidos com o México.
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Em Laredo, no Texas, uma cidade com mais de 250 mil habitantes predominantemente hispânicos, a comunidade cresceu às margens do Rio Grande, a fronteira natural entre os dois países. Casas, parques, trilhas para caminhada e ciclismo, áreas de pesca e até um cemitério familiar estão localizados às margens do rio, sem muros.
Mas, em fevereiro, pelo menos 60 proprietários receberam uma carta do governo federal com o seguinte aviso: “Aviso de Interesse: Propriedade próxima a projetos de construção na fronteira.” A casa de madeira do americano Antonio Rosales Jr., de 75 anos, fica nessa área: “Recebemos uma carta do governo dizendo que vão demolir parte da minha casa e que tenho cinco dias para assinar os papéis”, lamenta ele.
Para Édgar Villaseñor, ativista do Centro de Estudos Internacionais do Rio Grande, “o problema em Laredo e em todo o sul do Texas, e em todas as propriedades ribeirinhas, é que estão realizando uma apropriação de terras em larga escala”.
Governo Trump prepara expropriações para construir muro na fronteira com o México
Ronaldo Schemidt/AFP
O governo planeja construir um “muro inteligente” ao longo de seus mais de 3.000 km de fronteira com o México. Um terço dessa extensão já possuía muros antes do segundo mandato de Trump. O plano inclui mais muros físicos ou, dependendo da área, barreiras aquáticas, estradas de patrulha e tecnologia de detecção.
“Para alcançar o controle operacional da fronteira, a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) deve, de acordo com a lei, construir a infraestrutura física necessária”, disse um porta-voz da agência à AFP. Portanto, “eles estão em processo de contato com proprietários de terras como parte do processo de aquisição das terras necessárias para acesso e/ou construção do muro”.
As opções
“No primeiro ano de mandato do presidente Trump, conquistamos a fronteira mais segura da história dos EUA”, disse a Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, no início de fevereiro.
Janeiro marcou o nono mês consecutivo sem a entrada de “imigrantes ilegais” nos Estados Unidos, afirmou Noem, que recentemente publicou uma foto sua assinando um contrato para a compra de aço para o muro.
“Esse muro passaria bem pelo meu quintal”, diz Álvarez, de 54 anos, em La Rosita, uma comunidade de cerca de 300 habitantes, a 140 km a sudeste de Laredo.
Em fevereiro, pelo menos 60 proprietários receberam carta do governo federal com aviso sobre alterações na região
Ronaldo Schemidt/AFP
O documento, datado de 13 de fevereiro, descreve três opções: “Eles te dão mil dólares para permitir o acesso à sua propriedade para que possam fazer o que precisam fazer, permitem que você negocie um acordo de compra ou servidão com o governo ou, se você não aceitar, eles expropriam sua propriedade”, explica ela. Ela ainda está avaliando o que fazer.
Em Laredo, a organização de Villaseñor apoia os afetados, ajudando-os a se informar antes de aceitar ou se preparar para se defender. Ela explica que alguns proprietários, devido à pressão, medo ou falta de informação, assinaram, mas que a maioria se opõe.
Danos ao Rio
O principal parque da cidade de Eagle Pass, a 180 km a noroeste de Laredo, foi militarizado em janeiro de 2024. Boias foram colocadas ao longo da margem do rio, e o acesso a ele foi bloqueado com cercas e arame farpado. Isso dizimou o negócio de Jessie Fuentes, de 65 anos, que oferece passeios de caiaque. A prioridade do governo “é apenas a segurança” e “eles não se importam com o fluxo da água, se permitem que os animais venham ao rio para beber água ou se a flora e a fauna prosperam”. “Tudo está morto atrás de mim”, diz ele por trás de uma cerca que bloqueia o acesso ao rio.
Perto dali, na cidade de Quemado, o governo Trump construiu muros em 2025. Ao pé do muro estão as sepulturas de migrantes cujos corpos foram encontrados na área nos últimos anos, a maioria deles não identificada. Para Villaseñor, a narrativa de que os migrantes vêm para causar danos não é verdadeira.
“A necessidade do muro é completamente falsa. Quem diz isso são pessoas de Washington, D.C. Quem vive às margens do rio não tem medo de nada.” Em Laredo, o que Rosales Jr. teme é perder sua casa. “Vai ser estranho para nós irmos embora depois de tantos anos, mas o governo é o governo e pode fazer o que quiser.”

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