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Um dos endereços mais emblemáticos do Upper East Side de Manhattan, em Nova York, entrou no mercado imobiliário pela primeira vez há cerca de 60 anos. A cobertura está sendo oferecida por US$ 30 milhões (cerca de R$ 158 milhões, na cotação atual).
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O imóvel ocupa o andar inteiro de um prédio cooperativo de 12 andares e 17 unidades, com aproximadamente 697 m² de área interna. Construído em 1920 e voltado diretamente para o Central Park, o apartamento combina o tamanho grandioso, detalhes arquitetônicos originais e espaços voltados à convivência social com arquitetura preservada em condição descrita no anúncio como “em estado impecável, como um museu”.
Projetado pelo arquiteto J.E.R. Carpenter, o imóvel dispõe de cinco quartos e oito banheiros, incluindo uma suíte principal ampla com dois closets e banheiros em mármore, além de duas salas de estar distintas com lareiras e vista para o parque. Os ambientes sociais incluem uma sala de jantar monumental, biblioteca oval e cozinha gourmet com eletrodomésticos de alto padrão.
Entre os diferenciais está um apartamento de hóspedes totalmente renovado no andar térreo — com cozinha e área de serviço — raridade em residências desse porte na área. A unidade também possui entrada por elevador privativo e área de serviço completa com quartos para funcionários.
A residência conta com duas salas de estar distintas voltadas para o Central Park. A principal, denominada sala “Dela”, é um espaço de esquina com exposições norte e oeste, vista panorâmica para o parque e lareira a lenha com moldura em mármore.
A segunda, chamada sala de estar “Dele”, é configurada como um salão de bilhar e bar, também voltada para o oeste com vista para o parque. Possui lareira a lenha com acabamento em mármore, oferecendo uma atmosfera mais íntima.
A propriedade fica em um prédio com serviço completo “white-glove” (atendimento de luxo personalizado), recepção 24 h e permissão para animais de estimação. O vendedor não teve sua identidade divulgada publicamente, padrão em transações desse nível no mercado cooperativo de Manhattan, e a propriedade possui um imposto de transferência (“flip tax”) de 2% pago pelo comprador.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou, em um comunicado nesta quarta-feira, que tem o “controle total” do Estreito de Ormuz, uma via navegável fundamental para o comércio global de petróleo, na entrada do Golfo Pérsico.
Onde fica o Estreito de Ormuz e por que ele é tão importante para o consumo global de petróleo?
– Atualmente, o Estreito de Ormuz está sob o controle total da Marinha da República Islâmica – disse Mohammad Akbarzadeh, um oficial naval sênior da Guarda, citado pela agência de notícias Fars.
O presidente dos EUA, Donald Trump, havia dito na terça-feira que a Marinha dos EUA poderia escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz “se necessário”, em resposta às ameaças de bloqueio de Teerã.
Ataque israelense
A agência de notícias oficial libanesa ANI informou que quatro pessoas foram mortas nesta quarta-feira em um ataque israelense em Baalbek, uma cidade predominantemente xiita no leste do Líbano.
“O balanço inicial é de quatro mortos e seis feridos, e operações estão em andamento para resgatar famílias presas sob os escombros” de um prédio de quatro andares, disse a Agência Nacional de Notícias.
Os Estados Unidos e o Equador lançaram operações militares conjuntas contra “organizações terroristas designadas” no país sul-americano, informou o Pentágono na noite de terça-feira, em uma aparente expansão significativa dos ataques unilaterais das Forças Armadas dos EUA contra barcos no Mar do Caribe e no Pacífico Oriental, que a administração Trump acusou de transportar drogas.
Soldados das Forças Especiais dos EUA estão aconselhando e apoiando comandos equatorianos em operações por todo o país contra instalações suspeitas de transporte de drogas e outros locais relacionados, segundo um funcionário americano que falou sob condição de anonimato.
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Equador mobiliza 10 mil soldados para reforçar guerra contra o narcotráfico
Petro oferece diálogo a Noboa sobre crise entre Colômbia e Equador
Acredita-se que os americanos não estejam participando das operações propriamente ditas, mas estão ajudando as tropas equatorianas a planejar suas operações e fornecendo inteligência e apoio logístico, disse o oficial.
Em um vídeo de 30 segundos divulgado pelo Comando Sul militar, um helicóptero é visto decolando no início da manhã ou ao anoitecer, sobrevoando uma área e depois resgatando soldados. O funcionário dos EUA disse que o vídeo mostrava a primeira de uma série de operações pelo país, algumas com assessores americanos auxiliando nas proximidades, outras apenas com forças equatorianas.
“As operações são um exemplo poderoso do compromisso dos parceiros na América Latina e no Caribe para combater a praga do narcoterrorismo”, disse o Comando Sul dos Estados Unidos em comunicado, que não forneceu outros detalhes sobre as operações.
A Casa Branca não comentou imediatamente sobre a atividade militar. Em uma visita ao Equador, em setembro passado, o secretário de Estado, Marco Rubio, deu a entender que os Estados Unidos e o Equador poderiam realizar ataques conjuntos.
Por toda a América Latina, cartéis têm guerreado entre si e com as autoridades locais para produzir cocaína e contrabandeá-la para os Estados Unidos. O Equador, maior exportador mundial da droga, não a produz, mas serve como rota de tráfico para grupos criminosos que atuam na Colômbia e no Peru.
Na segunda-feira, o Comando Sul publicou imagens de uma visita do general Francis L. Donovan, chefe do comando, com o presidente Daniel Noboa e altos funcionários equatorianos em Quito, a capital, “para discutir cooperação em segurança e reafirmar o forte compromisso dos Estados Unidos em apoiar os esforços do país para enfrentar o narcoterrorismo e fortalecer a segurança regional”.
O general Donovan disse em um comunicado, na terça-feira, que “elogiamos os homens e mulheres das Forças Armadas equatorianas por seu compromisso inabalável com esta luta, demonstrando coragem e determinação por meio de ações contínuas contra narcoterroristas em seu país”.
O Equador se tornou um aliado-chave sul-americano dos Estados Unidos desde que Trump retornou ao poder em 2025 e iniciou uma campanha contenciosa contra supostos barcos traficantes de drogas na América Latina.
Desde o início de setembro, os Estados Unidos mataram pelo menos 150 pessoas em 44 ataques conhecidos contra barcos no Caribe e no Pacífico Oriental que, sem apresentar provas, a administração Trump afirmou estarem transportando drogas.
Especialistas jurídicos no uso da força letal afirmaram que os ataques causam mortes ilegais e extrajudiciais, porque os militares não podem atacar deliberadamente civis que não representam uma ameaça iminente de violência, mesmo que sejam suspeitos de atos criminosos.
Noboa, que centrou sua presidência no uso da força militar para combater a violência dos cartéis, que levou a um número recorde de homicídios no país, buscou construir uma aliança próxima com Trump.
No ano passado, Noboa tentou permitir que os Estados Unidos estabelecessem bases militares no Equador, medida que foi amplamente derrotada pelos equatorianos em um referendo, em novembro.
Na segunda-feira, após se reunir com o general Donovan, Noboa publicou em uma postagem no X que o Equador estava “iniciando uma nova fase contra o narcoterrorismo e a mineração ilegal”.
“No mês de março, conduziremos operações conjuntas com nossos aliados regionais, incluindo os Estados Unidos”, escreveu ele. “A segurança dos equatorianos é nossa prioridade, e lutaremos para alcançar a paz em todos os cantos do país”.
Também participou da reunião o contra-almirante Mark A. Schafer, principal comandante das Forças Especiais dos EUA na América Latina.
As operações ocorrem pouco mais de três semanas depois que o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, convocou líderes militares de todo o Hemisfério Ocidental, em Washington, para pressionar por maior coordenação no combate ao tráfico de drogas e a grupos criminosos transnacionais na região. Desde que assumiu o cargo, a administração Trump fez da segurança de fronteiras e da interdição de drogas uma prioridade máxima de sua política de segurança nacional.
Os americanos deram início, nessa terça-feira, à temporada de eleições de meio de mandato, que podem redesenhar o mapa político em Washington e determinar o rumo da presidência de Donald Trump.
Sob pressão, governo Trump intercala justificativas contraditórias para defender esforço de guerra contra o Irã
No Congresso dos EUA, ‘tropa de choque’ de Trump defende legalidade de guerra contra o Irã, mas objetivos seguem incertos
O Texas, segundo estado mais populoso do país, abriu suas urnas para escolher seus candidatos nas primárias para o Senado, que oferecem um teste inicial de como republicanos e democratas estão se posicionando para os dois últimos anos de Trump.
As primeiras seções eleitorais fecharam às 19h (horário local), mas os resultados finais podem levar várias horas até serem conhecidos. Se nenhum candidato obtiver mais de 50% dos votos, um segundo turno será realizado no fim de maio.
Entre os republicanos, o senador John Cornyn, de 74 anos, uma figura conservadora de destaque, enfrenta o procurador-geral do Texas, Ken Paxton, de 63 anos, um ferrenho apoiador de Trump com posições radicais, particularmente contra o direito ao aborto.
Ambos se vangloriam de sua lealdade ao presidente, que não declarou apoio a nenhum candidato específico.
Do lado democrata, Jasmine Crockett, uma congressista afro-americana de 44 anos conhecida por sua franqueza, afirma que uma personalidade combativa como a dela é necessária para se opor a Trump.
Trump usa Venezuela pós-Maduro como referência ao comentar futuro do Irã, mas reconhece cenários diferentes
Ela enfrenta James Talarico, um pastor branco de 36 anos e membro da legislatura do Texas, que ganhou notoriedade por meio de entrevistas amplamente divulgadas em círculos conservadores, nas quais declarou que não queria ceder a mensagem da Bíblia à direita.
A Carolina do Norte e o Arkansas também escolherão seus candidatos, e os vencedores das primárias nos Estados Unidos se enfrentarão em novembro, quando os eleitores elegerão todos os membros da Câmara dos Representantes, 35 das 100 cadeiras do Senado e diversos governadores.
O resultado determinará se Trump continuará a desfrutar de um Congresso favorável ou se enfrentará uma maioria democrata com o poder de bloquear leis e submeter seu governo a um escrutínio maior.
– Donald Trump está no centro das atenções em todas essas primárias, quer os candidatos gostem ou não – disse Peter Loge, professor de comunicação política da Universidade George Washington.
As primárias de terça-feira são as primeiras desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, no sábado, mas, como o conflito ainda está em seus estágios iniciais, não se sabe ao certo se influenciará a participação eleitoral ou o sentimento dos eleitores.
Os republicanos entram na temporada eleitoral defendendo uma maioria de 53 a 47 no Senado e uma pequena maioria na Câmara dos Representantes.
Os americanos deram início, nessa terça-feira, à temporada de eleições de meio de mandato, que podem redesenhar o mapa político em Washington e determinar o rumo da presidência de Donald Trump.
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O Texas, segundo estado mais populoso do país, abriu suas urnas para escolher seus candidatos nas primárias para o Senado, que oferecem um teste inicial de como republicanos e democratas estão se posicionando para os dois últimos anos de Trump.
As primeiras seções eleitorais fecharam às 19h (horário local), mas os resultados finais podem levar várias horas até serem conhecidos. Se nenhum candidato obtiver mais de 50% dos votos, um segundo turno será realizado no fim de maio.
Entre os republicanos, o senador John Cornyn, de 74 anos, uma figura conservadora de destaque, enfrenta o procurador-geral do Texas, Ken Paxton, de 63 anos, um ferrenho apoiador de Trump com posições radicais, particularmente contra o direito ao aborto.
Ambos se vangloriam de sua lealdade ao presidente, que não declarou apoio a nenhum candidato específico.
Do lado democrata, Jasmine Crockett, uma congressista afro-americana de 44 anos conhecida por sua franqueza, afirma que uma personalidade combativa como a dela é necessária para se opor a Trump.
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Ela enfrenta James Talarico, um pastor branco de 36 anos e membro da legislatura do Texas, que ganhou notoriedade por meio de entrevistas amplamente divulgadas em círculos conservadores, nas quais declarou que não queria ceder a mensagem da Bíblia à direita.
A Carolina do Norte e o Arkansas também escolherão seus candidatos, e os vencedores das primárias nos Estados Unidos se enfrentarão em novembro, quando os eleitores elegerão todos os membros da Câmara dos Representantes, 35 das 100 cadeiras do Senado e diversos governadores.
O resultado determinará se Trump continuará a desfrutar de um Congresso favorável ou se enfrentará uma maioria democrata com o poder de bloquear leis e submeter seu governo a um escrutínio maior.
– Donald Trump está no centro das atenções em todas essas primárias, quer os candidatos gostem ou não – disse Peter Loge, professor de comunicação política da Universidade George Washington.
As primárias de terça-feira são as primeiras desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, no sábado, mas, como o conflito ainda está em seus estágios iniciais, não se sabe ao certo se influenciará a participação eleitoral ou o sentimento dos eleitores.
Os republicanos entram na temporada eleitoral defendendo uma maioria de 53 a 47 no Senado e uma pequena maioria na Câmara dos Representantes.
Ataques israelenses contra duas localidades ao sul de Beirute deixaram seis mortos e oito feridos nesta quarta-feira (4, data local), informou o Ministério de Saúde libanês, enquanto Israel continua seus ataques contra o país.
Trump afirma que os EUA vão escoltar e oferecer seguro a petroleiros para garantir passagem pelo Estreito de Ormuz
Aiatolás não estavam em prédio atingido por ataques de Israel e EUA; reunião que elegerá sucessor de Khamenei passa a ser virtual
Em comunicado, o ministério afirmou que “os ataques do inimigo israelense contra as áreas de Aramoun e Saadiyat” causaram a morte de seis pessoas e deixaram oito feridas, “segundo um balanço preliminar”.
Aramoun, no distrito de Aley; e Saadiyat, no distrito de Chouf, são duas localidades situadas fora dos redutos tradicionais do movimento pró-iraniano Hezbollah, que arrastou o Líbano para a guerra depois de atacar Israel em apoio a Teerã.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, entrou no Salão Oval na manhã de 11 de fevereiro, determinado a manter o presidente americano, Donald Trump, no caminho da guerra. Durante semanas, os Estados Unidos e Israel discutiram secretamente uma ofensiva militar contra o Irã. Mas autoridades do governo Trump haviam começado recentemente a negociar com os iranianos sobre o futuro de seu programa nuclear, e o líder israelense queria garantir que o novo esforço diplomático não prejudicasse os planos. Duas semanas depois, o presidente levou o país à guerra. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Apenas quatro dias após o início do conflito, a guerra com o Irã tornou-se desgastante. Ondas de ataques com drones lançados pela República Islâmica vêm pressionando as defesas dos Estados Unidos e de seus parceiros, do Bahrein aos Emirados Árabes Unidos, esgotando estoques de armamentos. O desfecho do confronto pode depender de qual lado ficará sem munição primeiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Com problemas de sobra no Brasil, Lula adotou uma cautela incomum diante da nova guerra no Oriente Médio. Até aqui, o presidente evitou falar diretamente sobre o conflito. Terceirizou a tarefa para o Ministério das Relações Exteriores.
Na manhã de sábado, o Itamaraty divulgou uma nota de dez linhas sobre os ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã. “O governo brasileiro condena e expressa grave preocupação”, afirmou, antes de repetir os apelos protocolares pelo multilateralismo e pela paz.
Horas depois, um segundo texto expressou “profunda preocupação com a escalada de hostilidades”. Desta vez, o Brasil manifestou “solidariedade” com a Arábia Saudita e outros seis países atingidos por bombas de Teerã.
As notas não citaram o assassinato do aiatolá Ali Khamenei. Nem mencionaram a dobradinha entre Donald Trump e Benjamin Netanyahu, protagonistas de embates recentes com o Planalto.
Ontem o presidente fez uma breve referência ao conflito. Ao visitar uma fábrica de medicamentos, reclamou do noticiário que fala “de morte, de drone, de mísseis, de invasão”. “Isso aqui é nosso míssil. Não míssil pra matar, mas míssil pra salvar”, disse, com duas caixinhas de remédio na mão.
Aliados dizem que Lula tem motivos para manter distância da guerra. O presidente investiu muito tempo na normalização das relações com os EUA. Preparava-se para visitar Trump neste mês, coroando uma aproximação que já pareceu impossível.
Segundo essa leitura, um atrito agora poderia melar o esforço. E ressuscitaria o temor de uma interferência americana na eleição brasileira — risco que o Planalto julgava ter conseguido neutralizar.
Nas palavras de um embaixador que acompanha a crise de perto, o Brasil não precisa ser “comentarista” de um conflito cujas dimensões ainda são incertas. Pode ser, mas o silêncio atual contrasta com o histórico da diplomacia lulista.
Em 2010, o presidente chegou a mediar, junto com a Turquia, um acordo nuclear com o Irã. A iniciativa foi desautorizada pela Casa Branca, mas ainda é celebrada como um momento de afirmação do Itamaraty.
Naquele tempo, Lula batia recordes de popularidade e buscava protagonismo no palco internacional. Hoje as palavras de ordem são mais modestas: pragmatismo e redução de danos.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve a votação da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e conhecido como Lulinha.

Parlamentares governistas haviam apresentado um recurso para que a votação fosse desconsiderada. No documento, 14 senadores e deputados sustentaram que a maioria da comissão teria rejeitado os requerimentos incluídos na pauta, mas que o resultado foi proclamado como aprovado pelo presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG). Conforme a votação, os favoráveis deveriam permanecer sentados, enquanto os contrários se levantariam.

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A base governista afirma que Viana proclamou a aprovação no momento em que apenas sete parlamentares estavam de pé. Segundo o recurso, 14 parlamentares teriam se manifestado contra os requerimentos. 

Davi Alcolumbre solicitou parecer da Advocacia do Senado e da Secretaria-Geral da Mesa sobre a votação. De acordo com Advocacia e a Secretaria, havia 31 parlamentares com presença registrada no momento da deliberação. Desta forma, seriam necessários 16 votos contrários.

Ao rejeitar o recurso, Acolumbre afirmou que as decisões nas comissões parlamentares devem ser tomadas por maioria dos votos, com a presença da maioria absoluta dos membros. No caso da votação da CPMI do INSS, mesmo que o presidente Carlos Viana tenha cometido algum erro na contagem dos parlamentares contrários, o número apresentado pelo base governista no recurso não é suficiente para a rejeição, segundo o presidente do Senado.

 

“No caso concreto, sustenta-se que 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos submetidos à apreciação. Ainda assim, esse número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria. Esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI não se mostra evidente e inequívoca. Não se faz necessária a intervenção do presidente da Mesa do Congresso Nacional”, disse Alcolumbre.

Votação

Os integrantes da CPMI do INSS aprovaram no dia 26 de fevereiro as quebras de sigilos bancários e fiscais de Fábio Luís Lula da Silva. O pedido de elaboração de relatórios de inteligência financeira e de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi solicitado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL)

Silva é citado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) a realizarem, em 18 de dezembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema nacional de descontos associativos não autorizados que lesou milhões de aposentados e pensionistas de todo o Brasil.

Mensagens que a PF extraiu do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal operador do esquema criminoso, citam o repasse de ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz” – que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.

Em nota, a defesa de Lulinha afirmou que o cliente não tem nenhuma relação com as fraudes contra os beneficiários do INSS, não tendo participado de desvios nem recebido quaisquer valores de fontes criminosas.

* Com informações da Agência Senado

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