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Larry Bonds torce por uma reviravolta de última hora, mas, quanto mais a efeméride se aproxima, aumenta seu temor de que a celebração do centenário de nascimento da rainha Elizabeth II (1926-2022), no próximo dia 21 de abril, não garantirá mais a imaginada multiplicação de libras em sua venda, localizada no Jubilee Market Hall de Covent Garden, no centro de Londres. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Cristina só faz pensar no Brasil. Primeiro vieram as novelas, que ainda dominam suas lembranças da juventude e construíram a imagem de um país violento, mas farto em comida e infraestrutura. Depois foi Júlio, vizinho de prédio, que deixou Havana rumo a Curitiba há cerca de dois anos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Usinas de dessalinização de água foram atacadas no Irã e na ilha do Bahrein, no Golfo Pérsico, durante o fim de semana, ameaçando um recurso vital para a vida nos climas desérticos e rigorosos da região. No sábado, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, acusou os Estados Unidos de atacarem uma usina de dessalinização na ilha de Qeshm, afetando o abastecimento de água de 30 aldeias. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irã, que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, e alastrou o conflito para outros países do Oriente Médio, elevou o peso da crise na relação entre Brasília e Washington em meio às tratativas para um encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A expectativa no governo brasileiro é que Lula reitere diante do presidente americano a posição contrária ao ataque, em mais um ponto de divergência política num momento de intensificação do diálogo bilateral. A reunião, contudo, ainda não tem data definida. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A polícia descobriu um novo “artefato suspeito” enquanto investiga o lançamento de um explosivo improvisado perto de um protesto anti-Islã em Nova York, o que levou à evacuação de edifícios próximos, informaram autoridades da cidade neste domingo.
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— Em relação à investigação em andamento sobre o artefato explosivo improvisado detonado ontem, o Departamento de Polícia de Nova York (NYPD, na sigla em inglês) identificou um dispositivo suspeito em um veículo — disseram as autoridades. — Agentes do Departamento de Polícia de Nova York isolaram a área ao redor do veículo e estão realizando evacuações limitadas dos edifícios nas imediações — acrescentaram.
Neste domingo, a NYPD comunicou que um artefato lançado na véspera perto de manifestantes antimuçulmanos, em frente à residência do prefeito da cidade, era um explosivo improvisado funcional, “que poderia ter causado ferimentos graves ou morte”.
Um homem identificado pela polícia como Emir Balat lançou dois dispositivos suspeitos perto de um protesto liderado por um influenciador de extrema direita contra a oração muçulmana em espaços públicos da cidade.
Suspeito lançou artefatos que soltavam fumaça perto de manifestantes de extrema direita e de policiais durante ato em frente à residência oficial do prefeito de Nova York; ninguém ficou ferido
CHARLY TRIBALLEAU / AFP
“A brigada de explosivos do Departamento de Polícia de Nova York fez uma análise preliminar do artefato usado ontem em um protesto e determinou que (…) era, de fato, um Artefato Explosivo Improvisado (AEI)”, informou a polícia.
Dois homens foram detidos após o incidente, e permanecem sob custódia: Balat e Ibrahim Kayumi, que, supostamente, entregou o artefato ao primeiro.
“Tentar usar um explosivo para ferir não é apenas um crime, é repreensível e a antítese do que somos”, publicou no X o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. O fato ocorreu depois que o influenciador de extrema direita Jake Lang organizou uma manifestação em frente à residência oficial do prefeito de Nova York, o muçulmano Zohran Mamdani. Lang protestava contra “a islamização” da cidade.
O protesto do influenciador reuniu cerca de 20 pessoas, enquanto uma contramanifestação atraiu cerca de 125.
A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou neste domingo Mojtaba Khamenei, filho do falecido aiatolá Ali Khamenei, como o novo líder supremo do país. Na liderança, Khamenei torna-se o chefe de Estado da República Islâmica do Irã, sendo ao mesmo tempo um líder espiritual e a mais alta autoridade do país. De acordo com a Constituição iraniana, isso lhe confere controle absoluto sobre a política e as Forças Armadas do Irã, bem como liderança em assuntos religiosos.
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Segundo filho mais velho de Khamenei, Mojtaba, de 56 anos, nunca ocupou um cargo importante na política iraniana — o que não o torna um completo desconhecido na burocracia estatal. Ele coordenava o Gabinete do pai e tem contatos importantes nos bastidores. Em um artigo publicado em 2023, a The Economist ressaltava suas relações próximas com Hossein Taib, um poderoso chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, que conheceu ainda durante a guerra entre Irã e Iraque.
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Apontado há anos como principal adversário de Ebrahim Raisi, presidente morto em 2024, na sucessão de Khamenei, Mojtaba tem a seu favor credenciais religiosas mais relevantes do que a do falecido. Ele é apresentado pelas mídias iranianas como aiatolá, a mais alta posição clerical dentro do regime teocrático — Raisi era apenas um imã, dentro da esfera religiosa.
— Quando as pessoas começaram a falar de Mojtaba como um potencial sucessor, em 2009, considerei um boato — disse em 2024 Arash Azizi, professor da Universidade Clemson, nos EUA, que estuda o Irã. — Mas não é mais [um boato]. Está muito claro agora que ele é uma figura notável. E ele é notável porque tem sido quase totalmente invisível aos olhos do público.
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O componente religioso é fundamental para o cargo de líder supremo, que no Irã é responsável por tomar todas as decisões que competem a um chefe de estado e comandante-em-chefe das Forças Armadas. Também conhecido como Velayat-e Faqih na teologia islâmica xiita, a função segue e aplica a lei islâmica, só podendo ser ocupada por um teólogo xiita de alto escalão, que deve estar pelo menos no posto de aiatolá – embora seja contestado se o próprio Khamenei alguma vez atingiu esse nível.
A função se sobrepõe em muitos aspectos à de presidente, que chefia o Poder Executivo e lidera o governo. Dependendo da formação política e da força do presidente, ele acaba influenciando sobre a política estatal e a economia.
Sistema político do Irã
Editoria de Arte
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O filho do aiatolá nunca se candidatou a um cargo político no Irã e, apesar das eleições no país não serem consideradas livres, com a repressão sobre a oposição crescendo a cada dia, a falta de algum respaldo de sua popularidade pode pesar contra ele, considerando que o sistema político-religioso do Irã depende do apoio das massas pelo país que o sustentam.
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Outra resistência ao nome de Mojtaba pode surgir das raízes da Revolução Iraniana de 1979. Uma das justificativas para a mobilização que derrubou o governo iraniano do xá Reza Pahlavi era justamente o combate à hereditariedade do antigo regime. Emplacar o filho do atual líder supremo para sucedê-lo pode ser visto como um golpe às bases da revolução.
Incerteza e repressão
Veterano da guerra Irã-Iraque, Mojtaba mantém ligações de alto nível com o aparato de segurança do Irã, segundo Azizi. Ele é acusado por reformistas iranianos de desempenhar um papel significativo na eleição de Mahmoud Ahmadinejad, em 2005, um populista de linha-dura que venceu inesperadamente. Em 2009, após a reeleição de Ahmadinejad contra o líder reformista Mir-Hossein Mousavi, protestos antigovernamentais varreram o país. Respondendo ao suposto papel de Khamenei nas eleições, bem como aos rumores sobre a sua sucessão, alguns ativistas da oposição gritaram: “Mojtaba, que morra e não se torne líder supremo”.
Depois, em 2022, em outra onda de protestos contra o governo, Mousavi, que está em prisão domiciliar desde 2011, apelou ao aiatolá Khamenei para dissipar os rumores sobre o seu filho o suceder. O aiatolá não respondeu então. Em 2024, contudo, ele o fez, à medida que a questão da sucessão se torna muito mais premente.
Na época, o clérigo Mahmoud Mohammadi Araghi, membro da Assembleia de Peritos que seleciona o líder supremo, disse à agência de notícias estatal ILNA que o aiatolá Khamenei se opôs veementemente à consideração do seu filho para o cargo.
Com NYT e Bloomberg.

A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou neste domingo Mojtaba Khamenei, filho do falecido aiatolá Ali Khamenei, como o novo líder supremo do país. Sua ascensão sinaliza o desejo do governo iraniano de manter a continuidade no poder, enquanto o Irã enfrenta ataques crescentes dos Estados Unidos e de Israel, nove dias após o início da guerra. O anúncio ocorre em meio às ameaças das Forças Armadas de Israel sobre matar quem quer que sucedesse o aiatolá morto, e do presidente americano, Donald Trump — que anteriormente disse que o filho de Khamenei era uma escolha “inaceitável” —, que alertou em uma entrevista à ABC News mais cedo neste domingo, antes da nomeação, que o próximo líder supremo não “duraria muito” sem a aprovação dos Estados Unidos.
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Em um longo comunicado, a assembleia afirmou que “após estudos cuidadosos e extensivos… na sessão extraordinária de hoje, o aiatolá Seyyed Mojtaba Hosseini Khamenei (que Allah o proteja) é nomeado e empossado como o terceiro líder do sagrado sistema da República Islâmica do Irã, com base no voto decisivo dos respeitados representantes da Assembleia de Peritos.”
Aos 56 anos, Mojtaba Khamenei foi nomeado após o pai, a maior autoridade do país por mais de três décadas, ter sido morto em um ataque aéreo americano-israelense em 28 de fevereiro. Ele é conhecido por ter laços estreitos com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e assume o comando não apenas como a nova autoridade religiosa e política do país, mas também como comandante-em-chefe das Forças Armadas.
— O candidato mais adequado, aprovado pela maioria da Assembleia de Especialistas, foi determinado — disse mais cedo neste domingo Mohsen Heydari, membro do órgão de seleção, segundo a agência de notícias iraniana Isna, antes do anúncio acontecer.
Mohammad Mehdi Mirbagheri, também integrante, confirmou em um vídeo divulgado pela agência de notícias iraniana Fars mais cedo que “se chegou a uma opinião firme que reflete o ponto de vista da maioria”.
Já o aiatolá Mohsen Heidari Alekasir disse que o “Grande Satã” — termo usado pelo Irã para se referir aos EUA — havia, inadvertidamente, prestado “uma espécie de serviço” à Assembleia ao criticar publicamente certos candidatos. Seus comentários pareciam se referir às declarações de Trump, que afirmou na quinta-feira que seria inaceitável a escolha de Mojtaba, filho de Khamenei, como sucessor.
— Alguém que se opõe ao inimigo tem maior probabilidade de beneficiar o Irã e o Islã — disse Alekasir.
“Israel continuará perseguindo o sucessor e todos que tentarem nomeá-lo”, escreveu nas redes sociais o porta-voz militar israelense Avichay Adraee antes do anúncio de que um nome havia sido escolhido. “Alertamos todos que planejam participar da reunião para nomear um sucessor: não hesitaremos em atacá-los também.”
Na semana passada, as Forças Armadas israelenses bombardearam escritórios ligados à Assembleia de Especialistas, sem registro de vítimas.
Figura misteriosa
Diferentemente de seu pai, o novo líder supremo tem todas as credenciais religiosas de um aiatolá no momento de sua ascensão. Ele era conhecido por ministrar aulas populares em seminários xiitas. Mas sua personalidade e suas posições políticas fora do círculo íntimo de seu pai são desconhecidas. Ele raramente fala ou aparece em público.
O falecido aiatolá Khamenei havia indicado a conselheiros próximos que não desejava que seu filho o sucedesse, pois não queria que o cargo se tornasse hereditário, segundo três altos funcionários iranianos familiarizados com Khamenei e com o processo de seleção. Eles falaram sob condição de anonimato para discutir assuntos internos sensíveis.
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Afinal, a Revolução Islâmica de 1979 derrubou uma monarquia com a promessa de acabar com a transmissão hereditária do poder e devolvê-lo ao povo.
Mas a ascensão de Mojtaba Khamenei sugere que aqueles nos círculos de poder do Irã — os clérigos de alto escalão, a Guarda Revolucionária e políticos influentes, como o chefe do Conselho de Segurança Nacional, Ali Larijani — fecharam fileiras em um momento de grave crise e guerra.
Larijani, um político veterano e pragmático que assumiu um papel central na administração do país, e o Mojtaba Khamenei são antigos aliados e amigos. Ambos também exercem influência dentro das Forças Armadas iranianas.
A Guarda Revolucionária foi fundada como uma força ideológica encarregada de defender a república islâmica e suas fronteiras, além de fornecer uma camada de segurança contra deserções e golpes de Estado no exército. Desde então, a Guarda se transformou em uma potência política, militar e econômica. Ela está coordenando ondas de mísseis balísticos e drones contra Israel, países árabes no Golfo Pérsico e bases e embaixadas americanas na região, enquanto os ataques aéreos massivos dos EUA e de Israel continuam.
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Desde o início da guerra, os ataques aéreos dos EUA e de Israel mataram não apenas o pai de Mojtaba Khamenei, mas também sua esposa, Zahra Adel; sua mãe, Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh; e um filho; disse o governo iraniano.
Outros candidatos considerados finalistas para o cargo de líder supremo foram Alireza Arafi, clérigo e jurista que fazia parte do conselho de transição de liderança composto por três pessoas, nomeado após o assassinato do aiatolá Khamenei, e Seyed Hassan Khomeini, neto do pai fundador da revolução islâmica, o aiatolá Ruhollah Khomeini.
Tanto Arafi quanto Khomeini são vistos como moderados, sendo este último próximo da facção política reformista marginalizada no Irã.
Com New York Times.
As Forças Armadas dos EUA anunciaram neste domingo a morte de um militar após ser ferido em um ataque iraniano na Arábia Saudita, a sétima morte de um americano em combate desde o início da guerra. O Comando Central dos EUA (CENTCOM), que supervisiona as forças militares americanas no Oriente Médio, afirmou em um comunicado que o militar morreu na noite de sábado “em decorrência de ferimentos sofridos durante os ataques iniciais do regime iraniano no Oriente Médio” em 1º de março.
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Não foram fornecidos mais detalhes sobre as circunstâncias do ataque, e a identidade do militar deve ser mantida em sigilo até 24 horas após a notificação da família.
Os outros seis militares americanos mortos até agora estavam todos no Kuwait e também foram atingidos na onda inicial de ataques retaliatórios do Irã.
Desde que os Estados Unidos e Israel lançaram sua campanha aérea em massa contra o Irã em 28 de fevereiro, Teerã respondeu com ondas de ataques de drones e mísseis contra Israel e contra nações do Oriente Médio onde tropas americanas estão localizadas.
No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, e outras autoridades de alto escalão participaram da repatriação dos corpos dos seis soldados mortos em uma base militar americana em Delaware.
Baixas israelenses
O Exército israelense também anunciou neste domingo a morte de dois soldados durante combates no sul do Líbano, as primeiras baixas registradas em suas fileiras desde o início, em 2 de março, da ofensiva contra a milícia pró-iraniana Hezbollah no país vizinho.
O comunicado só menciona que um sargento de 38 anos morreu “no sul do Líbano”, sem dar detalhes, e que também houve a morte de “outro soldado” na mesma operação. Um terceiro oficial ficou levemente ferido no incidente e foi levado para um hospital próximo para receber tratamento.
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Segundo o exército, as tropas tentavam recuperar um veículo blindado de transporte de pessoal atolado em território libanês, quando o veículo foi atingido por um míssil antitanque, aparentemente próximo ao tanque de combustível.
Um professor do ensino médio morreu após ser atropelado durante um “trote” feito por estudantes em frente à sua casa em Gainesville, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos. O caso ocorreu na noite de sexta-feira e terminou com a prisão de cinco jovens, incluindo o motorista do veículo envolvido no acidente.
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Jason Hughes, de 40 anos, professor de matemática e treinador de golfe da North Hall High School, saiu de casa para confrontar um grupo de adolescentes que jogava rolos de papel higiênico nas árvores de sua residência — uma brincadeira conhecida como “TP-ing”, comum entre estudantes durante a temporada de bailes escolares. Ao tentar abordar os jovens, ele tropeçou e caiu na rua no momento em que os suspeitos tentavam fugir em dois carros.
Segundo autoridades locais, Hughes acabou sendo atingido por uma caminhonete dirigida por Jayden Ryan Wallace, de 18 anos. O professor foi socorrido e levado a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.
Wallace foi preso e acusado de homicídio veicular em primeiro grau, direção imprudente, invasão de propriedade e descarte de lixo em área privada. Os outros quatro jovens envolvidos — todos de 18 anos — também foram detidos e respondem por invasão de propriedade e lixo irregular.
De acordo com a polícia, os estudantes chegaram à casa do professor por volta das 23h40 e jogaram papel higiênico nas árvores do jardim antes de tentarem deixar o local. Após o atropelamento, eles pararam para prestar socorro até a chegada das equipes de emergência. Horas antes do incidente, o distrito havia alertado estudantes para interromper brincadeiras relacionadas ao período do baile de formatura, que já haviam causado danos a propriedades em anos anteriores.
A morte provocou comoção na comunidade escolar. Em nota, o distrito escolar descreveu Hughes como um “marido amoroso, pai dedicado e educador apaixonado”, muito respeitado por colegas e alunos.
Casado e pai de dois filhos, Hughes era lembrado por alunos como um professor presente e apoiador. Nos dias seguintes ao acidente, estudantes e moradores organizaram homenagens e montaram um memorial improvisado em frente à escola onde ele trabalhava.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, esteve no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na manhã deste domingo (8), para realizar seu check-up anual.

De acordo com o boletim médico do hospital, divulgado por volta das 13h15, todos os exames realizados pelo presidente “estão dentro da normalidade”.

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O hospital não divulgou até quando Lula deverá permanecer no local, mas informou que o presidente seguirá em acompanhamento médico e que não há, neste momento, previsão de que ele tenha que ser submetido a novos exames.

Em suas redes sociais neste domingo, o presidente destacou a celebração do Dia Internacional das Mulheres. Tal qual fez em seu pronunciamento na noite desse sábado (7), ressaltou que a violência contra a mulher é crime e que é preciso sim “meter a colher” para denunciar casos de agressão e de violência.

“A regra é clara: quem agride mulher não pode andar por aí como se nada tivesse acontecido”, escreveu o presidente.

Também em suas redes sociais, Lula informou ter sancionado hoje o projeto de lei que assegura a presunção absoluta de vulnerabilidade das crianças menores de 14 anos e que são vítimas de estupro.

“Com essa mudança em nosso Código Penal, agora não há mais brechas para relativizações, nem chances para que abusadores tentem se livrar das penas, alegando, por exemplo, que as relações foram consentidas ou que não resultaram em gravidez”, disse o presidente.

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