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A polícia da Suíça identificou parte das vítimas do incêndio que destruiu um ônibus na noite desta terça-feira (10) em Kerzers, no cantão de Friburgo. Entre os seis mortos está a apresentadora de rádio e DJ Lara Baumgartner, de 26 anos, cuja morte gerou comoção no país.
Entenda: Incêndio em ônibus deixa ao menos seis mortos na Suíça
Segundo os investigadores, o fogo começou após um homem de 65 anos, cidadão suíço residente em Berna, supostamente se banhar em gasolina e atear fogo ao próprio corpo dentro do veículo. A polícia acredita que ele também morreu no incêndio. A família havia comunicado o desaparecimento do suspeito poucas horas antes do episódio.
Incêndio em ônibus deixa ao menos seis mortos na Suíça
Vítimas identificadas
Além de Lara Baumgartner, morreram um adolescente de 16 anos, o motorista do ônibus, um cidadão português de 63 anos, um homem de 29 anos e duas mulheres de 25 e 29 anos. Todos viviam na região, segundo as autoridades.
A emissora Radio Energy, onde Baumgartner trabalhava, divulgou uma nota lamentando a perda. “Estamos chocados e profundamente tristes”, afirmou a rádio. Colegas da apresentadora também prestaram homenagens nas redes sociais, destacando sua personalidade “carinhosa, inteligente e bem-humorada”.
Cinco pessoas ficaram feridas no incêndio. Entre elas estão dois homens suíços de 34 e 61 anos, duas mulheres suíças de 27 e 56 anos e um homem de 32 anos natural de Kosovo. A maioria já recebeu alta hospitalar, mas dois permanecem sob observação.
Relatos e investigação
O ônibus havia partido de Düdingen quando o incêndio começou, por volta das 18h25. Equipes de bombeiros, polícia e ambulâncias foram enviadas ao local, mas o veículo já estava tomado pelas chamas quando o socorro chegou.
De acordo com o portal suíço Blick, um sobrevivente relatou que o suspeito estava sentado à sua frente e ateou fogo ao próprio corpo dentro do ônibus. O passageiro disse ter tentado sair pela porta principal, que estava fechada, conseguindo escapar apenas pela parte traseira do veículo.
As autoridades agora analisam imagens das câmeras internas do ônibus para esclarecer as circunstâncias do incêndio e entender por que tantos passageiros não conseguiram escapar. Um serviço de apoio psicológico e um memorial também foram criados para atender familiares e moradores afetados pela tragédia.
Um piloto da British Airways foi preso no Reino Unido sob suspeita de gravar secretamente encontros sexuais com diversas mulheres e compartilhar os vídeos na internet sem o consentimento delas. O caso veio à tona após algumas das supostas vítimas descobrirem as gravações em sites online.
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Segundo relatos divulgados pela imprensa britânica, o piloto, de 31 anos, teria filmado relações com 16 mulheres entre 2023 e 2025. De acordo com as denúncias, ele iniciava relacionamentos durante viagens internacionais, muitas vezes com funcionárias de outras companhias aéreas, aproveitando estadias em hotéis entre voos.
Uma das mulheres que afirma ter sido vítima disse ter percebido o esquema apenas depois de conversar com outra pessoa que também teria sido gravada sem autorização. Segundo o relato, o piloto costumava posicionar um laptop com música ligada durante os encontros, aparentemente com a tela desligada, enquanto a câmera registrava tudo.
Posteriormente, vídeos teriam sido encontrados no computador do suspeito e publicados online. De acordo com as denúncias, ele também teria coberto com fita adesiva a luz indicadora da câmera do laptop para evitar que as vítimas percebessem que estavam sendo filmadas.
A Polícia Metropolitana de Londres informou que o homem foi preso em 5 de março sob suspeita de voyeurismo após uma denúncia formal feita dois dias antes. O piloto foi liberado sob fiança enquanto as investigações continuam.
Fontes da British Airways disseram à imprensa local que o funcionário foi afastado das funções até a conclusão do inquérito policial. Há ainda alegações de que ele teria sido denunciado à companhia por suposto envolvimento com uso de cocaína.
A Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido afirmou que não comenta casos individuais, mas disse que denúncias envolvendo abuso de substâncias por profissionais da aviação são analisadas e podem levar a medidas disciplinares.
Um “incidente com drones” foi registrado em um prédio de Dubai nesta quarta-feira, segundo autoridades dos Emirados Árabes. Os aparelhos foram “interceptados com sucesso”, comunicou o escritório de imprensa do governo na rede social X. Registros atualizados mostram que o edifício ficou com um buraco após a ocorrência.
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Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que parte da construção fica em chamas após ser atingida.
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Veja antes e depois do edifício:
Veja antes e depois de edifício de luxo atingido por drone em Dubai
Reprodução/X
Anteriormente, o órgão havia informado sobre outro “incidente menor com um drone” na região de Al Bada’a, no centro da cidade, onde um correspondente da AFP ouviu explosões e viu nuvens de fumaça que se dissiparam pouco depois.
Além disso, vários drones iranianos atingiram o aeroporto internacional do Kuwait, causando “danos materiais”, segundo informaram as autoridades.
Drones em aeroporto
Nesta quarta-feira, Um ataque com drones nas proximidades do aeroporto internacional de Dubai também deixou quatro pessoas feridas e levou as autoridades a orientarem passageiros a se manterem longe das janelas do terminal e a procurar abrigo sempre que necessário.
Segundo o gabinete de comunicação do governo de Dubai, dois drones caíram nas proximidades do aeroporto, um dos mais movimentados do mundo. Quatro pessoas ficaram feridas no incidente — dois cidadãos de Gana, um de Bangladesh e um da Índia. O estado de saúde das vítimas não foi detalhado.
Apesar do susto, o tráfego aéreo no aeroporto segue operando normalmente, de acordo com as autoridades locais.
Relatos de passageiros citados pela BBC indicam que folhetos foram distribuídos dentro do aeroporto orientando as pessoas a manter distância das áreas envidraçadas e a buscar abrigo caso necessário. A medida preventiva foi adotada após a queda dos drones nas imediações do terminal.
O episódio amplia a preocupação com a segurança em um dos principais hubs de transporte do planeta, por onde passam dezenas de milhões de passageiros por ano e que funciona como ponto estratégico de conexão entre Europa, Ásia e África.
Um influenciador gastronômico morreu ao tentar resgatar uma mulher arrastada pela correnteza durante um passeio no litoral do Chile. O norte-americano Benjamin Wood, conhecido nas redes sociais como Ben Wood, de 43 anos, morreu junto com a esposa, Maria Jose, e o pai, Norman Wood, após entrar no mar para socorrer um casal em dificuldade.
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O caso ocorreu nesta segunda-feira (9) na cidade costeira de Algarrobo, na região de Valparaíso. Segundo informações divulgadas por autoridades locais e pela imprensa chilena, a família caminhava pela orla quando uma onda forte arrastou Patricia del Pilar Bello Labe, de 26 anos, para o mar. O companheiro dela, Felipe Hernández Bustos, saltou na água para tentar resgatá-la, mas ambos passaram a ser levados pela correnteza.
Ao perceber a situação, Ben Wood, a esposa e o pai entraram no mar para tentar ajudar o casal. No entanto, as fortes ondas também os arrastaram. Felipe foi o único sobrevivente e acabou resgatado por militares da Marinha chilena, que o retiraram da água com o auxílio de um helicóptero naval.
De acordo com o Serviço Médico Legal do Chile, as quatro vítimas morreram por afogamento. Ben Wood e o pai teriam morrido quase imediatamente. A esposa dele chegou a ser retirada da água com vida, mas não resistiu e morreu horas depois no hospital.
Homenagens nas redes sociais
A morte do influenciador gerou comoção entre seguidores e familiares. Em um comunicado publicado nas redes sociais, a filha de Ben Wood agradeceu as mensagens de apoio e relembrou o pai.
“Meu pai foi um dos melhores homens que já conheci e meu exemplo a seguir. Ele amava muito a família, especialmente a mim, minha irmã e sua esposa. Todos sentiremos muita falta deles”, escreveu. Ela também pediu que amigos e seguidores compartilhassem fotos e lembranças do pai na página do influenciador.
Nascido em Connecticut, nos Estados Unidos, Ben Wood vivia no Chile havia mais de uma década. Ele se tornou conhecido nas redes sociais por conteúdos relacionados à gastronomia e à cultura da cerveja artesanal, reunindo quase 40 mil seguidores no Instagram.
O sucesso online impulsionou sua atuação como empreendedor no setor gastronômico. Em 2013, ele fundou a Beervana, loja especializada em cervejas artesanais que ajudou a popularizar rótulos internacionais entre consumidores chilenos. Wood também participou de projetos como Alameda Beer Co e Craftwork Chile e foi um dos fundadores do restaurante El Honesto Mike, em Santiago, conhecido por combinar hambúrgueres gourmet com cervejas artesanais.
Um tribunal russo condenou 15 homens à prisão perpétua pelo atentado de 2024 contra uma sala de concertos em Moscou, que deixou 150 mortos.
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No dia 22 de março de 2024, um grupo invadiu o Crocus City Hall, abriu fogo contra a multidão e incendiou o local. O ataque, o mais letal na Rússia em duas décadas, foi reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI).
Quatro réus, todos cidadãos do Tadjiquistão, uma ex-república soviética da Ásia Central de maioria muçulmana, foram condenados por participação direta e 11 por cumplicidade.
O ataque, que também deixou 600 feridos, incluindo crianças, teve um grande impacto no país.
Acusações e repercussões
O Kremlin afirmou que a Ucrânia estava envolvida no atentado, mas nunca apresentou evidências para apoiar a acusação. As autoridades ucranianas negaram a acusação.
No momento do ataque, a Rússia já estava em guerra com o país vizinho há dois anos.
Após o atentado, Moscou reforçou as leis e endureceu o discurso anti-imigração. Muitas pessoas da Ásia Central vivem e trabalham na Rússia.
Um ex-policial do estado do Missouri, nos Estados Unidos, foi condenado a dois anos de prisão por copiar imagens íntimas encontradas nos celulares de mulheres durante abordagens de trânsito. O caso envolve abuso de autoridade policial, já que ele utilizava o cargo para acessar os aparelhos das vítimas.
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Julian Alcala, de 31 anos, trabalhava no Departamento de Polícia de Florissant, cidade localizada cerca de 21 quilômetros a noroeste de St. Louis.
Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Alcala utilizava abordagens de trânsito como oportunidade para pegar os celulares das motoristas sob o pretexto de verificar o seguro ou o registro do veículo.
Depois de acessar os aparelhos, ele procurava imagens explícitas ou íntimas armazenadas no telefone. Quando encontrava esse tipo de conteúdo, usava seu próprio celular para fotografar a tela do dispositivo da vítima e copiar as imagens.
As fotos podiam mostrar as próprias motoristas, seus parceiros ou ambos.
Os episódios ocorreram entre fevereiro e maio de 2024. Alcala se declarou culpado em dezembro do mesmo ano.
Esquema revelado após denúncia
Um dos casos citados nos documentos judiciais descreve um único dia de fevereiro de 2024 em que o policial conseguiu retirar imagens nuas dos celulares de cinco mulheres diferentes durante abordagens de trânsito.
Em outro episódio, ele utilizou o próprio telefone da vítima para enviar um vídeo íntimo dela para si mesmo e depois tentou apagar os vestígios da mensagem.
A mulher percebeu algo estranho ao encontrar sinais de uma mensagem apagada que havia enviado o vídeo para um número desconhecido. Ela então decidiu entrar em contato com o FBI.
A partir da denúncia, uma investigação forense digital revelou que Alcala havia retirado imagens íntimas de outras 19 vítimas, segundo promotores.
O ex-policial se declarou culpado em 2 de dezembro a 20 acusações de contravenção relacionadas à privação de direitos sob abuso de autoridade.
Consequências legais
O advogado de defesa, Scott Rosenblum, afirmou que Alcala está em tratamento por dependência sexual e passou a frequentar uma igreja.
— Ele mudou completamente de vida e está disposto a continuar esse processo — disse.
Além da condenação criminal, Alcala entregou permanentemente sua licença de policial, segundo confirmou Mike O’Connell, porta-voz do Departamento de Segurança Pública do Missouri. Isso significa que ele não poderá voltar a exercer a função.
Após o caso se tornar público em novembro de 2024, o Departamento de Polícia de Florissant informou que havia sido alertado pelo FBI sobre a investigação em junho daquele ano. Na ocasião, Alcala pediu demissão do cargo.
Em comunicado, a corporação afirmou:
“Estamos indignados com esse comportamento, que é uma completa traição aos valores que defendemos e de forma alguma reflete o profissionalismo e a integridade de nossos policiais dedicados”.
Ações civis
Alcala trabalhou como policial em Florissant por cerca de 11 meses. A cidade tem aproximadamente 50 mil habitantes.
Além do processo criminal, ele enfrenta cinco ações civis federais movidas em nome de 11 pessoas que o acusam de má conduta. Em alguns desses processos, a cidade de Florissant também aparece como ré.
As ações foram suspensas temporariamente enquanto o caso criminal era julgado.
Em alguns processos, Alcala também é acusado de ter enviado fotos íntimas das vítimas para outras pessoas. Uma das autoras das ações tinha 17 anos quando foi abordada por ele e, segundo a denúncia, também teve fotos nuas retiradas de seu celular.
O advogado Justin Summary, que representa uma das vítimas, comentou a sentença.
— Embora nenhuma sentença possa desfazer completamente o dano causado, a decisão do tribunal reafirma que ninguém está acima da lei e que abusos de autoridade têm consequências reais — disse.
Ele acrescentou que sua cliente espera que o resultado ajude a encerrar o caso.
— Minha cliente espera que esse resultado traga algum tipo de encerramento para ela e para as muitas outras vítimas afetadas pela conduta do acusado.
Além da pena de prisão, Alcala foi obrigado a pagar US$ 2.681 em indenizações às vítimas, segundo informou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Uma menina de 11 anos que estava desaparecida desde 2020 foi encontrada, na sexta-feira (6), em segurança na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, após quase seis anos sem ser localizada. Segundo autoridades, a criança vivia sob um nome falso e estava matriculada em uma escola local.
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De acordo com o Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles, o desaparecimento foi registrado em 1º de julho de 2020, quando o Departamento de Serviços para Crianças e Famílias do condado (DCFS) comunicou às autoridades que a menina havia sumido na cidade de Duarte, na Califórnia. À época, o órgão conduzia uma investigação envolvendo a família.
Segundo o comunicado, a mãe da criança, que tinha a guarda, deixou de se comunicar com funcionários do DCFS durante a apuração do caso. As autoridades passaram então a suspeitar que ela teria levado a filha.
Investigação levou à Carolina do Norte
O caso avançou apenas no início de março deste ano. No dia 6, detetives da Delegacia de Temple, ligada ao gabinete do xerife de Los Angeles, receberam informações indicando que a criança poderia estar vivendo no Condado de Washington, na Carolina do Norte.
Após contato entre as autoridades, o Gabinete do Xerife do Condado de Washington iniciou uma investigação local e identificou que a menina estava matriculada em uma escola da região usando uma identidade falsa.
Em 10 de março, policiais escolares e agentes do xerife localizaram a criança. Ela foi colocada sob custódia protetiva e está em segurança, segundo as autoridades.
Comunicado publicado no Facebook
Captura de tela/Facebook/Washington County NC Sheriffs Office
“É muito raro um caso tão antigo como este ter um desfecho tão positivo, mas isso nos lembra que, com trabalho árduo, dedicação e cooperação, histórias com finais felizes como esta podem acontecer”, afirmou o Gabinete do Xerife do Condado de Washington em comunicado.
A polícia também divulgou o caso em sua página no Facebook, onde publicou imagens da menina para ajudar na identificação, incluindo uma foto registrada em 2020, quando ela desapareceu, e outra atual.
Por causa da idade da criança e da investigação em andamento, as autoridades informaram que o nome da menina não será divulgado. O Departamento do Xerife de Los Angeles afirmou que segue trabalhando com o DCFS e com as autoridades da Carolina do Norte para esclarecer as circunstâncias do caso.
Uma mulher de 46 anos foi resgatada após, segundo autoridades, passar um período mantida em cárcere privado pelo próprio marido em uma mansão no estado do Texas, nos Estados Unidos. O caso veio à tona depois que a vítima encontrou um celular esquecido e conseguiu ligar para o número de emergência 911. O suspeito, identificado como James Earl Johnson, foi preso na sexta-feira (6).
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De acordo com registros policiais citados pelo jornal The Independent, a mulher teria sido mantida trancada em um quarto da residência localizada no número 3906 da Crown Ridge Court, em Clear Lake, área residencial de Houston. Durante o período de isolamento, ela teria recebido apenas “um ovo por dia como alimento”, além de ter sua comunicação com o exterior severamente restringida.
Autoridades afirmam que a vítima também não recebeu cuidados médicos adequados, o que, somado ao confinamento e à escassez de alimentação, colocou sua saúde em risco. A identidade da mulher foi mantida sob sigilo. Em entrevista à emissora KTRK ABC Houston, o filho adulto do casal confirmou que a mãe está hospitalizada, mas não deu detalhes sobre seu estado de saúde ou sobre a deficiência mencionada pelas autoridades.
Segundo a polícia, a ligação de emergência foi interrompida quando Johnson supostamente agrediu a mulher e desligou o telefone. Mesmo assim, a denúncia levou os agentes até a residência, onde o homem foi detido. Ele foi acusado de abandono e lesão corporal contra pessoa com deficiência, por expor a vítima a riscos físicos e mentais contínuos.
Johnson foi liberado após pagar fiança de US$ 100 mil, mas enfrenta uma possível pena de até 20 anos de prisão e multa de até US$ 10 mil. A promotoria pediu que ele permaneça sob rígida supervisão judicial. O acusado, que trabalha como eletricista mestre, está proibido de manter contato com a vítima ou retornar à casa. Uma nova audiência está marcada para 18 de março.
Histórico e investigação
Registros judiciais mostram que o casal já havia passado por processos no tribunal de família em 2001 e 2002, relacionados a pensão alimentícia. Os documentos fazem parte de arquivos do Condado de Harris, embora as decisões estejam sob sigilo.
A investigação também aponta que houve uma tentativa anterior de contato com a polícia. Em 16 de novembro de 2025, agentes atenderam a uma ocorrência na residência, mas nenhuma denúncia formal foi registrada. Segundo documentos judiciais, na ocasião a mulher afirmou que estava bem — o que, de acordo com a promotoria, pode ter ocorrido porque Johnson teria instruído ela e os filhos a não falarem com os policiais.
A casa onde o caso ocorreu está localizada em um bairro nobre de Clear Lake. Avaliada em cerca de US$ 1 milhão e com aproximadamente 2 mil metros quadrados, a mansão de cinco quartos foi comprada por Johnson em 2015. Ele morava ali com a esposa e os filhos havia pelo menos seis anos.
Moradores da região afirmaram à imprensa que desconheciam qualquer indício de violência na residência. Segundo reportagens dos jornais The Independent e Daily Mail, vizinhos disseram não ter percebido sinais evidentes de abuso ou suspeitado que a mulher estivesse sendo mantida contra a própria vontade. As autoridades ainda investigam se outras pessoas que viviam na casa tinham conhecimento da situação.
O Comando Central dos Estados Unidos divulgou nesta quarta-feira novas imagens de ataques contra aeronaves militares iranianas, em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Os vídeos, publicados na rede social X, mostram aviões de vigilância e transporte sendo atingidos enquanto estavam estacionados em pistas de decolagem.
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Entre as aeronaves destruídas estão um Lockheed C-130 Hercules e um Lockheed P-3 Orion, ambos de fabricação americana e utilizados pela força aérea iraniana há décadas. Nas imagens, o C-130 é atingido por um ataque aéreo e sua estrutura parece colapsar, com a fuselagem se separando das asas em meio a uma grande bola de fogo.
Veja:
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As autoridades americanas não informaram quando nem em que local os ataques ocorreram. Os bombardeios fazem parte de uma ofensiva mais ampla conduzida por forças dos Estados Unidos e de Israel contra alvos militares iranianos. Segundo o Pentágono, mais de 5.500 posições e instalações militares já teriam sido atingidas desde 28 de fevereiro.
Nas últimas semanas, ao menos uma dúzia de ataques e incidentes foram relatados na região do estreito, o que levou a uma queda brusca no tráfego de navios. A tensão também repercutiu no mercado internacional de energia: o preço do petróleo chegou a superar temporariamente US$ 100 por barril, refletindo o temor de interrupções no fornecimento global.
Um homem disparou à queima-roupa contra o político indiano Farooq Abdullah durante um casamento na cidade de Jammu, na região da Caxemira administrada pela Índia. Apesar da proximidade do disparo, Abdullah não foi ferido.
O ataque ocorreu na noite de quarta-feira e foi registrado por câmeras de segurança instaladas no local. As imagens mostram o momento em que o agressor se aproxima do político e dispara uma arma de fogo a curta distância.
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Segundo a polícia, o suspeito foi identificado como Kamal Singh Jamwal e já foi detido. As autoridades abriram uma investigação para esclarecer o motivo do ataque, como o homem conseguiu se aproximar da vítima e se houve participação de outras pessoas.
Farooq Abdullah é uma figura influente na política da região. Ele foi ministro-chefe da Caxemira administrada pela Índia em cinco ocasiões e atualmente preside o partido regional Jammu & Kashmir National Conference.
Após o episódio, seu filho, Omar Abdullah — atual ministro-chefe da região — comentou o caso em uma publicação nas redes sociais.
“Alá é bondoso. Meu pai escapou por muito pouco. Os detalhes ainda são escassos no momento, mas o que sabemos é que um homem com uma pistola carregada conseguiu chegar a uma distância muito curta e disparar.”
Omar também questionou como o agressor conseguiu se aproximar tanto de seu pai, que conta um dos mais altos níveis de segurança no país.

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