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O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta sexta-feira que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está “ferido e provavelmente desfigurado”, em uma afirmação que reacende as suspeitas de que o filho do aiatolá Ali Khamenei sofreu danos sérios no ataque que matou o pai, ainda no primeiro dia de conflito. O líder supremo iraniano fez seu primeiro pronunciamento público em tom desafiador aos EUA na quinta-feira — mas por meio de um comunicado, sem aparecer diante das câmeras.
— A liderança do Irã não está em melhor situação. Desesperada e escondida, refugiou-se embaixo da terra, acovardada. É o que ratos fazem — disse Hegseth em uma entrevista coletiva em Washington, em que discutiu uma série de temas relacionadas ao esforço de guerra. — Nós sabemos que o novo chamado, [mas] nem tanto assim, líder supremo, está ferido e provavelmente desfigurado.
Horas antes, na noite de quinta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em entrevista à TV Fox News que acreditava que Mojtaba estava “vivo de alguma forma”, mas “danificado”. Autoridades iranianas admitiram que o aiatolá ficou ferido, mas nos últimos dias tentaram transmitir uma imagem de que ele estaria “são e salvo” — como disse o filho do presidente Masoud Pezeshkian, Yousef Pezeshkian, em declaração recente.
A única visão mais clara oferecida a meios de comunicação ocidentais partiu do embaixador iraniano no Chipre, Alireza Salarian, que em entrevista ao The Guardian, na quarta-feira, afirmou que Mojtaba foi ferido e que “acreditava que ele foi hospitalizado”. O diplomata sugeriu que ele teria sofrifo ferimentos nas pernas, na mão e no braço. Não houve comentários detalhados por parte de Teerã.
*Matéria em atualização
Um menino de sete anos chamou a atenção de colegas e professores ao levar um envelope com 5 mil euros (cerca de R$ 30 mil, na cotação atual) em dinheiro para a escola primária em um distrito de Osnabrück, na Alemanha.
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A quantia estava dentro da mochila do aluno, junto com seus materiais escolares. O episódio gerou surpresa entre as crianças, já que não é comum que alunos dessa idade tenham acesso a valores elevados de dinheiro — muito menos que os levem para a escola.
Ao mostrar o envelope, o garoto rapidamente se tornou o centro das atenções entre os colegas, que se aproximaram para observar as cédulas. Segundo a polícia, as crianças puderam admirar o dinheiro, tocá-lo e até cheirá-lo. Em tom bem-humorado, os agentes disseram que o menino acabou se tornando “o aluno mais popular da manhã”.
De acordo com o relato, o menino encontrou as notas em casa e decidiu levá-las para a escola apenas por curiosidade. Sem pensar muito, colocou o envelope na mochila junto com livros escolares e o lanche e seguiu para as aulas. A intenção era apenas mostrar o dinheiro aos colegas.
Entre os alunos, as cédulas despertaram curiosidade e fascínio. Eles observaram o dinheiro de perto, como se experimentassem a sensação de “se sentir ricos por um momento”. Comentando o episódio, a polícia afirmou: “Afinal, quando se vê tanto dinheiro junto?”
Professora acionou a polícia
A movimentação incomum na sala de aula chamou a atenção de uma professora, que percebeu que os alunos estavam reunidos em torno de um envelope com uma grande quantia em dinheiro. Diante da situação, ela decidiu informar a polícia para esclarecer a origem do valor.
Após investigar o caso, os policiais descobriram que o dinheiro pertencia aos pais do menino. A quantia havia sido retirada de um banco e seria usada para comprar um carro. Assim, ficou claro que não havia crime ou irregularidade envolvida. Depois de confirmar a origem do dinheiro, os agentes devolveram os 5 mil euros à família.
A polícia destacou que ninguém saiu prejudicado com a situação. “Pais felizes, filhinho feliz, colegas encantados”, resumiram os agentes ao comentar o episódio ocorrido na escola.
As Forças Armadas de Israel voltaram a bombardear alvos no Irã nesta sexta-feira, incluindo locais em Teerã próximos a uma grande reunião de pessoas que participaram de uma marcha em apoio ao povo palestino que ganhou contornos de ato pró-governo nas ruas da capital, no 14º dia de guerra. Enquanto os militares israelenses miram alvos ligados à infraestrutura do regime iraniano, autoridades da nação persa retrataram o ataque perto do ato civil como uma demonstração de “desespero” por parte dos adversários, em um momento em que o conflito se alonga e os efeitos tomam proporção global.
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A marcha frequentada por ativistas pró-governo faz parte do Dia de al-Quds, manifestação anual que é realizada internacionalmente em apoio ao povo palestino, que ocorre na última sexta-feira do mês do Ramadã. Em meio à guerra, centenas de apoiadores do regime participaram carregando imagens de Ali Khamenei e de seu filho e sucessor, Mojtaba Khamenei. Imagens do presidente dos EUA, Donald Trump, e do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foram pisoteadas.
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Autoridades da cúpula do governo iraniano apareceram em público pela primeira vez durante a marcha e conversaram com a imprensa estatal. O chefe do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, minimizou os recentes ataques israelenses e americanos à capital, e disse que as operações àquela altura eram um sinal de desespero.
— Esses ataques são motivados pelo medo, pelo desespero. Uma pessoa forte não bombardearia manifestações. É evidente que isso [a ofensiva militar] falhou — declarou Larijani, que ainda adotou um tom desafiador para se referir a Trump. — [Ele] não entende que o povo iraniano é uma nação corajosa, uma nação forte, uma nação determinada. Quanto mais ele pressionar, mais forte se tornará a determinação da nação.
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Analistas apontaram nos últimos dias que os ataques contra o território iraniano reacenderam um forte teor anti-imperialista em manifestações públicas — em um momento em que a oposição se recolheu diante de ameaças de uma repressão ainda mais forte e do bloqueio de internet no país. Também apontam indicativos de que o cálculo americano-israelense era de que o ataque fulminante inicial levaria a uma campanha curta. Trump afirmou há alguns dias que ainda espera quatro a cinco semanas de ações, enquanto autoridades israelenses sinalizam que podem continuar com o avanço militar por tempo indeterminado.
Pelo lado iraniano, a presença de Larijani no ato desta sexta-feira foi uma das primeiras aparições ao ar livre de uma figura da cúpula do regime desde o ataque de 28 de fevereiro. Além do chefe do Conselho de Segurança, estiveram nas ruas de Teerã o chefe do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejei, e o chefe da polícia nacional, Ahmad-Reza Radan.
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AFP
— Nosso povo não tem medo dos bombardeios, continuaremos por esta rota — disse Ejei à TV estatal, enquanto eram ouvidas explosões ao fundo.
O Exército de Israel emitiu um alerta, antes dos novos ataques a Teerã, indicando que a população civil do país evitasse áreas da capital que seriam alvo de bombardeios. A publicação, via o perfil em língua farsi na rede social X, pouco provavelmente chegou aos iranianos, que lidam com um bloqueio de internet estabelecido pelo governo.
Os militares israelenses afirmam ter atingidos alvos nas últimas 24 horas em Teerã, Shiraz (sul) e Ahvaz (oeste), incluindo quartéis do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica e locais usados para fabricação de diversas armas, sistemas de defesa aérea e produção de componentes para mísseis balísticos. (Com AFP)
Kazane Kajiya, que precisou viajar para o exterior para se submeter a uma cirurgia de esterilização, levou à Justiça a lei que limita esse direito no Japão, um país envelhecido e obcecado com a queda da taxa de natalidade.
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A mulher, que tem 29 anos, nunca quis ter filhos e descreve sua decisão como um “gesto de desafio” à sociedade japonesa, onde as mulheres que optam pela esterilização “nem sequer se supõe que existam”, explicou à AFP.
Junto com outras quatro mulheres, ela levou aos tribunais a constitucionalidade de uma lei de 1940 de “proteção da maternidade”, uma das mais restritivas do mundo em relação à esterilização.
O veredito desse julgamento histórico é esperado para a próxima semana.
Lei exige filhos já nascidos ou risco à saúde
Para poder acessar a esterilização, a lei exige que a mulher já tenha tido vários filhos ou que sua saúde esteja ameaçada. Mesmo nesses casos, o consentimento do cônjuge é obrigatório.
O texto também proíbe que médicos esterilizem mulheres jovens e saudáveis como Kazane, que viajou aos Estados Unidos aos 27 anos para retirar as trompas de Falópio, um “não definitivo”, segundo ela, a ser tratada como uma “incubadora em potencial”.
Quando criança, diz que lhe explicavam que a mucosa de seu útero era a “cama de um bebê” e que a dor da menstruação servia para preparar para o parto.
— Eu tinha a impressão de ter sido empurrada para um trem com destino à maternidade — conta.
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AFP
A operação lhe deu a sensação de “ter saltado do trem”.
— Não somos úteros, somos seres humanos — afirma.
Debate sobre autodeterminação
A lei foi aprovada em 1940, em plena guerra, quando as mulheres eram consideradas recursos demográficos e “administra todas as mulheres férteis como corpos potencialmente maternais”, explica a advogada Michiko Kameishi.
A exigência de consentimento do cônjuge demonstra, segundo ela, que “não são percebidas como seres independentes capazes de autodeterminação”.
A ação judicial busca o reconhecimento do direito constitucional à liberdade corporal, colocando a esterilização no mesmo nível que cirurgias estéticas ou tatuagens.
Segundo um estudo da EngenderHealth citado na ação, mais de 70 países autorizam explicitamente a esterilização como método contraceptivo. O Japão está entre os oito Estados que a proíbem com essa finalidade.
Contracepção limitada no país
No Japão, o preservativo continua sendo a forma mais comum de contracepção. Apenas 0,5% das mulheres escolhem a esterilização e 2,7% utilizam a pílula, considerada cara.
Injeções e implantes contraceptivos não estão disponíveis.
As vasectomias masculinas também exigem consentimento do cônjuge, mas essa regra é pouco aplicada e clínicas oferecem o procedimento abertamente, segundo ativistas.
De acordo com o governo, o sistema atual protege as mulheres de um “arrependimento futuro”.
Devido ao caráter “irreversível” da esterilização, as restrições “garantem às pessoas que consideram a operação o direito de se autodeterminar para ter ou não ter filhos”, afirmou o governo em um documento apresentado ao tribunal de Tóquio.
— O mito persiste de que as mulheres são incompletas sem a maternidade — afirma Kameishi.
Mulheres contestam pressão social
Outra autora da ação, Rena Sato — um pseudônimo —, de 26 anos, descarta totalmente o casamento e a maternidade.
— Para mim, dar à luz está associado ao romance heterossexual, portanto essa função não tem lugar na minha sexualidade — afirma: — Obrigar-me a continuar fértil seria dizer que devo aceitar o risco de violência sexual.
Kazane, casada com um americano que respeita sua escolha, não se arrepende da operação, que lhe deixou muito poucas sequelas. Mas às vezes se pergunta se o Japão não a empurrou ao extremo.
— Se eu tivesse nascido em um país onde as mulheres têm os mesmos direitos que os homens, talvez não tivesse permitido que fizessem essas incisões — afirma.
Uma raposa-vermelha surpreendeu autoridades portuárias dos Estados Unidos ao ser encontrada escondida em um navio de transporte de carros que cruzou o Atlântico entre o Reino Unido e os Estados Unidos. O animal percorreu cerca de 4.800 quilômetros ao embarcar clandestinamente em um cargueiro que partiu do porto de Southampton, na Inglaterra, em 4 de fevereiro, e chegou ao porto de Nova York e Nova Jersey duas semanas depois.
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Funcionários da alfândega descobriram o animal em 18 de fevereiro, em meio à carga da embarcação. Estima-se que a raposa, um macho de aproximadamente dois anos, tenha sobrevivido à viagem de 14 dias sem acesso adequado a alimento e água. Apesar da travessia, o animal aparenta estar em boas condições de saúde.
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Após o resgate, a raposa foi levada para o Zoológico do Bronx, onde permanece sob cuidados da equipe veterinária e do centro de saúde animal da instituição.
Sob cuidados veterinários
De acordo com comunicado divulgado pelo zoológico, os exames iniciais indicam que o animal pesa cerca de 5 quilos e apresenta bom estado geral. Veterinários aguardam os resultados de exames adicionais de rotina antes de definir os próximos passos.
“O Zoológico do Bronx trabalha regularmente com autoridades para ajudar no resgate de animais selvagens que são traficados ilegalmente por meio de portos e aeroportos próximos”, informou a instituição. “Neste caso, foi possível prestar assistência à raposa-vermelha clandestina descoberta a bordo de uma embarcação que chegava a um porto local.”
Segundo Keith Lovett, diretor do programa de animais do zoológico, após a avaliação veterinária será buscado um lar permanente adequado para o animal, em colaboração com especialistas em vida selvagem.
A presença inesperada do animal também chamou a atenção no Reino Unido. Um porta-voz do porto de Southampton afirmou que a instalação está acostumada a lidar com diferentes tipos de carga, de automóveis a cruzeiros, mas que a descoberta da raposa foi incomum.
“É evidente que ela preferiu trocar o Solent pela balsa de Staten Island”, disse o representante em tom de brincadeira. “Da próxima vez, talvez considere o Queen Mary 2, que faz a rota entre Southampton e Nova York com mais conforto.”
As raposas-vermelhas, conhecidas cientificamente como Vulpes vulpes, estão entre os mamíferos carnívoros mais disseminados do mundo. A espécie habita regiões da Europa, Ásia, América do Norte e partes da África e é conhecida pela grande capacidade de adaptação, conseguindo sobreviver tanto em ambientes naturais quanto em áreas urbanas, onde se alimenta de frutas, pequenos animais e roedores.
Um casal de pais adotivos foi condenado nesta segunda-feira por submeter crianças sob seus cuidados a anos de abusos físicos e psicológicos na Escócia. Barbara e Douglas Daniel, de 76 e 80 anos, foram considerados culpados após julgamento no Tribunal do Xerife de Glasgow e sentenciados a 30 meses de prisão.
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De acordo com a acusação, os crimes ocorreram entre 1986 e 1988, período em que o casal acolheu sete crianças com idades entre cinco e dez anos. As vítimas relataram à Justiça uma série de episódios de crueldade praticados na casa da família, localizada em Parkhead, na cidade de Glasgow.
Relatos de crueldade
Durante o julgamento, testemunhos descreveram práticas humilhantes e violentas. Algumas crianças teriam sido obrigadas a entrar em recintos de animais, enquanto uma delas foi colocada no meio de gansos que a bicavam. Outra vítima foi empurrada para dentro de um bebedouro de pássaros sujo no quintal da residência.
Segundo os relatos apresentados no tribunal, os menores também eram submetidos à fome. Em um dos episódios citados, uma criança recebeu língua de vaca — alimento destinado aos furões da família. Pelo menos uma das vítimas foi obrigada a se sentar no chão ao lado dos cães da casa durante as refeições.
Além dessas situações, as crianças teriam sido alvo de agressões físicas e de um ambiente marcado por controle e intimidação.
Após a condenação, o inspetor-chefe de polícia Neil Guy criticou duramente o comportamento do casal. Em declaração divulgada após o veredito, ele afirmou que os dois “cometeram uma série de abusos contra jovens que deveriam estar sob seus cuidados”.
Guy também agradeceu às vítimas por colaborarem com a investigação. “Espero que o resultado de hoje lhes traga algum alívio”, disse, acrescentando que a condenação demonstra o compromisso das autoridades em investigar denúncias de abuso, “independentemente de quando tenham ocorrido”.
O inspetor-chefe ainda incentivou outras possíveis vítimas de crimes semelhantes a procurar a polícia, garantindo que as denúncias serão tratadas “com sensibilidade, profissionalismo e investigação rigorosa”.
Uma mãe e filha no Condado de Mason, no estado americano de Kentucky, afirmam que não pretendem vender suas terras apesar de ofertas milionárias feitas por desenvolvedores interessados em construir um centro de dados na região. As duas proprietárias dizem que continuarão resistindo ao avanço do projeto.
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Ida Huddleston recebeu uma proposta de cerca de US$ 148 mil por hectare por sua propriedade de aproximadamente 29 hectares, mas afirma ter recusado a oferta diversas vezes. Para ela, a forma como o projeto vem sendo conduzido ultrapassa uma negociação comum. Em entrevista à emissora local LEX 18, Huddleston classificou a situação como “assédio psicológico” e reiterou que não pretende aceitar o dinheiro.
A filha dela, Delsia Bare, também rejeitou vender sua área, que tem cerca de 187 hectares. Segundo Bare, a proposta recebida chegou a aproximadamente US$ 119 mil por hectare. Ela afirma que a falta de transparência sobre a empresa responsável pelo empreendimento — descrita apenas como uma companhia da lista Fortune 100 — aumenta a preocupação entre moradores da região.
Resistência de moradores
Bare afirmou à LEX 18 que o anonimato da empresa interfere nas decisões dos proprietários sobre o futuro das terras. Para ela, sem saber quem está por trás do projeto, fica mais difícil avaliar os impactos que a iniciativa poderá trazer para a comunidade.
A emissora acompanha o caso desde a primavera do ano passado. Em dezembro, a LEX 18 noticiou que Andy Grosser e seu pai, Timothy, também recusaram vender sua fazenda, rejeitando uma proposta de quase US$ 8 milhões por uma área localizada no mesmo local previsto para o centro de dados.
O empreendimento seria instalado na região de Big Pond Pike, no Condado de Mason. De acordo com Tyler McHugh, diretor de desenvolvimento econômico da Autoridade de Desenvolvimento Industrial de Maysville-Mason County, o projeto poderia gerar cerca de 400 empregos permanentes e mais de 1.500 vagas temporárias durante a fase de construção.
Bare, no entanto, demonstra ceticismo em relação às estimativas e acredita que o número de empregos efetivos será bem menor. Apesar da pressão para vender as propriedades, Huddleston mantém a decisão de permanecer na área.
O projeto ainda está em análise pelo Tribunal Fiscal do Condado de Mason. Uma legislação recente que regulamenta centros de dados na região ampliou a distância mínima entre as instalações e residências de cerca de 150 para 228 metros, mudança que pode influenciar o desenvolvimento do empreendimento.
A morte de quatro tripulantes após a queda de um avião de reabastecimento da Força Aérea dos Estados Unidos no oeste do Iraque elevou para 11 o número de militares americanos mortos desde o início da guerra contra o Irã. O acidente ocorreu na quinta-feira e foi confirmado pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM).
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Segundo o comando militar, seis pessoas estavam a bordo da aeronave quando ela caiu. Quatro morreram e dois militares continuam desaparecidos. As operações de busca e resgate seguem em andamento na região.
Antes do acidente, outros sete militares americanos já haviam morrido no conflito. Seis deles morreram em 1º de março, durante um ataque ao porto de Shuaiba, no Kuwait. O sétimo faleceu no sábado após sofrer ferimentos em um ataque ocorrido no início do mês na Arábia Saudita.
Confira:
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Circunstâncias do acidente
O avião envolvido no incidente era um KC-135, modelo utilizado para reabastecimento aéreo de outras aeronaves militares. De acordo com o CENTCOM, o acidente ocorreu em espaço aéreo aliado durante uma operação militar em andamento no Oriente Médio.
As autoridades americanas investigam as causas da queda, mas afirmaram preliminarmente que não há indícios de que o avião tenha sido atingido por fogo inimigo ou por disparos de forças aliadas.
Esta é a quarta aeronave militar dos Estados Unidos perdida desde o início da escalada militar na região, iniciada após ataques contra o Irã no fim de fevereiro. No início do mês, três caças F-15 foram abatidos por engano pelas defesas aéreas do Kuwait em um episódio de fogo amigo, mas os pilotos conseguiram se ejetar em segurança.
Um pároco da Igreja Episcopal foi preso na Pensilvânia, nos Estados Unidos, suspeito de furtar mais de mil dólares em figurinhas de beisebol de uma loja da rede Walmart ao longo de vários dias. O caso veio à tona após a detenção do reverendo Aidan Smith, de 42 anos, em 27 de fevereiro, na região de Economy, nos arredores de Pittsburgh.
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De acordo com as autoridades e registros judiciais citados pelo jornal New York Post, o religioso, que atua como sacerdote principal e decano da Catedral Episcopal da Trindade, foi abordado após deixar a loja com 27 pacotes de figurinhas de beisebol escondidos sob as roupas dentro de uma caixa de papelão. A rede varejista estimou que o valor total da mercadoria era de US$ 1.099,99, cerca de R$ 5,6 mil. Smith foi acusado de receptação e furto em estabelecimento comercial.
Funcionários da loja acionaram a polícia depois de notar que o padre havia sido visto no local pelo quinto dia consecutivo retirando pacotes de cards e saindo sem efetuar o pagamento. Entre os produtos vendidos pela rede estão coleções populares entre fãs e colecionadores, como as marcas Topps, Pulse e Panini.
Diocese abre investigação
Após a prisão, a Diocese Episcopal de Pittsburgh informou que irá apurar o caso internamente. Em mensagem enviada aos membros da catedral, o bispo Ketlen Solak afirmou que os procedimentos seguirão os cânones da Igreja para lidar com possíveis casos de má conduta.
“Conversei com Aidan e o assegurei de nossas orações neste momento difícil. Por favor, orem por ele, por sua família e por toda a congregação da catedral enquanto lidamos com esta notícia”, escreveu Solak na comunicação à comunidade religiosa.
Segundo a mensagem, Smith já estava em licença administrativa desde o fim de janeiro, embora a ausência não tivesse sido explicada publicamente. Procurado pelo jornal, o advogado de defesa do sacerdote se recusou a comentar o caso.
Outro caso recente envolvendo líder religioso
A detenção ocorre em meio a outro episódio envolvendo um membro do clero nos Estados Unidos. No início de março, o bispo Emanuel Shaleta, de 69 anos, foi preso no Aeroporto Internacional de San Diego após ser acusado de desviar até US$ 1 milhão da Eparquia Católica Caldeia de São Pedro Apóstolo.
De acordo com o Gabinete do Xerife do Condado de San Diego, Shaleta responde a oito acusações de peculato, oito de lavagem de dinheiro e a um agravante de crime de colarinho branco. Investigadores também afirmam que ele teria sido visto frequentando uma casa noturna em Tijuana descrita como um bordel onde mulheres e meninas seriam exploradas.
O bispo apresentou sua renúncia ao Vaticano em janeiro, mas negou as acusações. Em um culto realizado em fevereiro, declarou que nunca se apropriou de recursos da Igreja e afirmou ter administrado as doações de forma responsável, segundo o jornal San Diego Union-Tribune.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um alpinista sofre uma queda na montanha Rysy, considerada a mais alta da Polônia. As imagens foram compartilhadas pelo perfil @thisisslovakia e chamaram a atenção pela forma como o homem consegue escapar praticamente ileso após despencar por uma encosta coberta de neve.
Veja vídeo: Influenciadora grava própria queda enquanto andava de bicicleta à beira de um penhasco
Câmeras flagram momento raro em que raposa invade toca e leva filhote de lobo na Itália
O incidente ocorreu no sábado (7), em uma trilha que liga a região de Rysov à área conhecida como Califórnia, no maciço dos Montes Tatra, cadeia montanhosa situada na fronteira entre a Polônia e a Eslováquia. O registro foi feito pela câmera presa ao capacete de um companheiro de escalada.
Assista:
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Passo em falso e queda na encosta
De acordo com a imprensa local, as condições climáticas eram consideradas favoráveis no momento da subida, com boa visibilidade e ventos fracos. Ainda assim, o alpinista teria dado um passo em falso durante a travessia, perdendo o equilíbrio.
Ao escorregar, ele soltou a picareta cravada na neve e começou a deslizar rapidamente pela encosta íngreme da montanha, que alcança cerca de 2.500 metros de altitude. O vídeo mostra o momento em que o homem dá cambalhotas antes de conseguir parar alguns metros abaixo.
Pessoas que estavam próximas correram em direção ao alpinista, temendo o pior. No entanto, apesar do susto, ele se queixava apenas de dor em um dedo mindinho. Um dos companheiros, que por coincidência é médico, fez uma avaliação rápida e concluiu que não havia ferimentos graves. O grupo conseguiu completar a descida da montanha por conta própria.
Região turística, mas com histórico de acidentes
O episódio terminou sem consequências graves, mas especialistas lembram que a região pode ser perigosa. Os Montes Tatra são um destino popular para esqui e montanhismo, atraindo turistas interessados em paisagens alpinas por preços mais acessíveis do que em destinos tradicionais como Suíça ou Itália.
Apesar da popularidade, trilhas da região, especialmente áreas próximas ao cume de Rysy e o percurso conhecido como Orla Perć, já registraram acidentes fatais, muitas vezes associados às condições climáticas instáveis e ao terreno técnico.
Em abril do ano passado, por exemplo, dois turistas ucranianos morreram em incidentes separados após sofrerem quedas enquanto escalavam os Tatra. O vídeo recente, embora assustador, acabou tendo um desfecho considerado quase milagroso.

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