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A notícia de que Israel matou Ali Larijani, o principal oficial de segurança nacional do Irã e seu governante de fato durante a guerra, imediatamente alimentou a ansiedade entre os iranianos sobre os rumos da guerra e do país. Autoridades iranianas estão sob protocolos de segurança reforçados desde o início dos ataques israelenses e americanos, há mais de duas semanas, que resultaram na morte do ex-líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Mesmo assim, uma onda de assassinatos seletivos de altos funcionários por parte de Israel se seguiu, bem como o cerco iraniano a qualquer possível dissidência interna. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A Rússia intensificou sua cooperação militar com o Irã ao passar a fornecer imagens de satélite e aprimoramentos tecnológicos para drones usados em operações no Oriente Médio, segundo informações divulgadas pelo Wall Street Journal. O apoio inclui também compartilhamento de inteligência e orientação tática para ataques contra alvos ligados aos Estados Unidos e a seus aliados na região. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Quando criança, Carolyn Chester ouvia histórias sobre os 32 hectares de terra e as joias ornamentadas que seus pais perderam durante a revolução de Fidel Castro, em 1959. Agora com 67 anos, seus pais faleceram e Chester tornou-se uma das quase 6.000 pessoas e empresas dos Estados Unidos que tentam reaver estimados US$ 9 bilhões (R$ 47 bilhões) em propriedades expropriadas décadas atrás em um país que ela mal conhece. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Um ataque de drone ucraniano em Sebastopol, na península da Crimeia, anexada pela Rússia, matou um homem e feriu outros dois, informou o governador da região portuária nesta quinta-feira.
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“As forças de defesa aérea e nossa Frota do Mar Negro repeliram o ataque das forças armadas ucranianas. Um total de 27 drones foram abatidos”, publicou o governador Mikhail Razvozhayev no Telegram.
“Um homem que estava em uma casa em uma área residencial […] morreu em decorrência do ataque das forças armadas ucranianas em Sebastopol”, afirmou o governador.
Ele acrescentou que outras duas pessoas sofreram ferimentos leves. Enquanto isso, o governador da região de Stavropol, no sul da Rússia, Vladimir Vladimirov, publicou no Telegram que as defesas aéreas locais estavam repelindo um ataque de drone a uma área industrial.
Paralelamente, as autoridades ucranianas relataram um ataque russo à cidade portuária de Odessa, onde três pessoas ficaram feridas.
Os Estados Unidos têm pressionado a Rússia e a Ucrânia para que cheguem a um acordo de paz, mas as negociações foram interrompidas pela guerra no Oriente Médio.

A deputada estadual de São Paulo Fabiana Bolsonaro (PL) fez blackface nesta quarta-feira (18) em um discurso na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para criticar a eleição da deputada federal Erika Hilton (PSOL- SP) como presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.

Blackface é uma prática racista em que pessoas brancas utilizam artifícios, como pintar a pele de preto, usar perucas ou outros acessórios, para simularem de forma caricata características físicas de pessoas negras. O termo foi criado nos Estados Unidos, onde atores brancos usavam graxa, carvão e outras ferramentas para representarem pessoas negras no palco, de forma estereotipada e degradante.

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“Eu estou pintada de negra por fora. Eu me reconheço como negra. Por que então eu não posso presidir a Comissão sobre racismo, antirracista? Por que eu não posso cuidar dessa pauta? Porque eu não sou negra”, disse. 

“Eu sou uma mulher. Não adianta se travestir de mulher. Eu não estou aqui ofendendo transexual, muito pelo contrário, eu estou dizendo, eu sou mulher, quero ser vista como mulher. A mulher do ano não pode ser trave (sic) transsexual”, acrescentou.

O presidente da Alesp, André do Prado (PL), e a deputada Erika Hilton foram procurados, mas ainda não responderam.

A deputada estadual paulista Mônica Seixas (PSOL) e a vereadora de São Paulo Luana Alves (PSOL) foram à Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância registrar boletim de ocorrência.

“Crime de racismo é inafiançável, aconteceu de forma televisionada sem nenhuma reação da presidência da Assembleia Legislativa ao fato da deputada Fabiana Bolsonaro ter feito blackface enquanto dizia impropérios transfóbicos na tribuna da Assembleia Legislativa”, disse Mônica Seixas pelas redes sociais.

“Eu tive muita dificuldade de registrar o flagrante, sendo que a Assembleia Legislativa no seu regimento interno Artigo 282 prevê que a autoridade policial tem que agir quando há crime flagrante no plenário da Assembleia Legislativa”, acrescentou. 

A deputada disse ainda que irá tomar medidas de ordem criminal contra a deputada do PL.

“Nós vamos representar no Conselho de Ética. Estou exigindo da presidência da Assembleia Legislativa uma resposta e uma atuação agora, porque a população do estado, a população negra do estado de São Paulo merece respeito que não teve nessa Casa”.

Um influente grupo armado pró-Irã no Iraque anunciou, na madrugada desta quinta-feira (horário local), a suspensão dos ataques à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá por um período de cinco dias. A medida foi condicionada à interrupção de bombardeios na região.
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O Kata’ib Hezbollah informou que seu secretário-geral “emitiu ordens para suspender as operações que tinham como alvo a embaixada dos EUA em Bagdá”, mas estabeleceu exigências para manter a trégua. Entre elas, está a interrupção de ataques israelenses em um bairro do sul de Beirute.
O grupo também cobrou “o compromisso de não bombardear áreas residenciais em Bagdá e em outras províncias” do Iraque.
Até o momento, não houve registro de ataques com drones ou foguetes contra a embaixada americana na capital iraquiana entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira, segundo a AFP.
(Matéria em atualização)
A Costa Rica fechou nesta quarta-feira sua embaixada em Havana e expulsou os diplomatas cubanos do país, ao afirmar que é preciso “limpar o hemisfério de comunistas”. O país é um aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que mantém um cerco energético sobre a ilha e tem intensificado suas ameaças de assumir o controle do país.
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O presidente Rodrigo Chaves declarou à imprensa que, a partir de agora, a Costa Rica “não reconhece a legitimidade do regime comunista de Cuba, diante dos maus-tratos, da repressão e das condições indignas em que mantêm os habitantes dessa ilha bonita”.
— É preciso limpar o hemisfério de comunistas (…), não vamos dar legitimidade ao regime que oprime e tortura quase dez milhões de cubanos hoje — afirmou o mandatário de direita, que será sucedido por sua correligionária Laura Fernández em 8 de maio.
Ao ser questionado se a decisão significa uma ruptura de relações, o presidente respondeu que “neste momento, Costa Rica e o regime comunista cubano não têm relações diplomáticas”.
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Chaves indicou que, se desejar, Havana poderá manter seu pessoal consular no país para atender cerca de 10 mil residentes cubanos, enquanto a Costa Rica prestará assistência a seus cidadãos a partir do Panamá. A embaixada costarriquenha já estava sem pessoal diplomático desde 5 de fevereiro.
— Tomamos a decisão de proceder (…) com o fechamento da embaixada da Costa Rica na República de Cuba. Da mesma forma, solicitamos à chancelaria de Cuba a retirada de seu pessoal diplomático da embaixada em San José, exceto os funcionários consulares — disse anteriormente o chanceler costarriquenho, Arnoldo André Tinoco.
Sob pressão de Trump
A Costa Rica segue assim os passos de outro aliado de Trump, o Equador, que em 4 de março expulsou o embaixador de Cuba em Quito, acusando-o de ingerência em assuntos internos e em “atividades violentas”.
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O chanceler costarriquenho citou uma “profunda preocupação” com o “deterioro contínuo da situação dos direitos humanos na ilha, bem como o aumento de atos de repressão contra cidadãos, ativistas e opositores”.
Costa Rica e Equador fazem parte de um grupo de países latino-americanos que recentemente formaram uma aliança com Trump para combater o narcotráfico com uso de força militar.
Cuba enfrenta uma forte crise econômica, agravada pela suspensão, em janeiro, do fornecimento de petróleo pela Venezuela após a queda de Nicolás Maduro em uma intervenção militar dos Estados Unidos, além do bloqueio petrolífero de fato imposto por Washington.
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Nas últimas semanas, Trump intensificou as ameaças contra Havana e seus dirigentes, ao mesmo tempo em que afirma que a ilha, que está em negociações com Washington, deseja “concluir um acordo” com os Estados Unidos.
Na segunda-feira, o magnata republicano declarou que espera ter “a honra de tomar Cuba, de alguma maneira”.
Cuba, sob embargo dos Estados Unidos desde 1962, confirmou recentemente que está em negociações com seu poderoso vizinho e libertou presos políticos no âmbito de um acordo com o Vaticano, mediador histórico entre os dois países.
A cúpula do Irã sofreu um novo golpe nesta quarta-feira (18), com a morte do ministro da Inteligência em um bombardeio de Israel. O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, alertou que os responsáveis vão pagar pelo sangue derramado, após uma série de assassinatos de autoridades.
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Israel matou hoje o ministro da Inteligência Esmail Khatib, um dia após anunciar a morte do chefe do Conselho Superior de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani. Segundo o ministro israelense da Defesa, Israel Katz, Khatib foi “eliminado” em um bombardeio noturno.
O ministro iraniano da inteligência, Esmail Khatib, ao centro
ATTA KENARE / AFP
Katz anunciou que seu governo deu carta branca ao Exército para abater qualquer líder da república islâmica que esteja na mira. Já o regime iraniano advertiu que ninguém escapará das consequências da guerra, que tem forte impacto no setor energético do Irã e dos países do Golfo e que fez os preços do petróleo dispararem novamente.
O presidente americano, Donald Trump, está em uma queda-de-braço com aliados para que o ajudem em uma missão militar para reabrir o Estreito de Ormuz.
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Mojtaba Khamenei, que não apareceu em público desde que assumiu o cargo, ressaltou que “cada gota de sangue derramada tem seu preço e os assassinos criminosos desses mártires terão que pagá-lo em breve”.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, alertou hoje que os ataques à infraestrutura energética poderiam ter “consequências incontroláveis”, após o campo de gás South Pars-North Dome ser alvo de um ataque.
Repercussão mundial
Uma multidão se reuniu hoje no centro de Teerã para o funeral de Larijani e de Gholamerza Soleimani, líder de uma força paramilitar, no qual também foram homenageados os mais de 80 marinheiros da fragata afundada há duas semanas por um submarino dos Estados Unidos na costa do Sri Lanka.
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Os caixões foram cobertos com bandeiras iranianas em uma procissão, enquanto pessoas enlutadas caminhavam ao lado, exibindo fotos do falecido Khamenei e batendo no próprio peito, um gesto tradicional de luto na cultura xiita.
Funeral de Ali Larijani e de Gholamerza Soleimani em Teerã
ATTA KENARE / AFP
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou no X que “a onda de repercussões está apenas começando e atingirá todo o mundo, sem distinção de riqueza, crenças ou raça”.
A Guarda Revolucionária reivindicou bombardeios que deixaram pelo menos dois mortos na região de Tel Aviv, nesta quarta-feira, e prometeu “vingar o sangue” dos dirigentes iranianos assassinados.
Tulsi Gabbard, diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, disse que o governo iraniano sofreu duros golpes e ficou fragilizado, embora siga “intacto”.
Nova escalada do petróleo
O Irã bombardeia diariamente instalações de petróleo e gás no Golfo, o que fez os preços do petróleo superarem os US$ 100. Um ataque israelense-americano à jazida de South Pars-North Dome, maior reserva de gás do mundo, reforçou essa tendência, que causa preocupação devido às possíveis repercussões na economia mundial.
O presidente do Parlamento, Mohammad-Bagher Ghalibaf, declarou que, diante dos bombardeios contra instalações de energia, “um novo nível de confronto se inicia”.
Sobre o Estreito de Ormuz, o presidente americano afirmou hoje que seu país não precisa dele e disse que poderia “deixar que os países que o usam” encontrem uma solução para o bloqueio dessa via.
Para conter o aumento do preço da gasolina provocado pela guerra, Washington anunciou uma suspensão por 60 dias da Lei Jones, com o objetivo de permitir que navios com bandeira estrangeira possam transportar carga entre portos americanos. Também emitiu uma licença para autorizar algumas transações entre entidades americanas e a empresa de petróleo estatal da Venezuela.
‘De partir o coração’
Em outra frente da guerra, Israel voltou a bombardear Beirute, um ataque que deixou uma dúzia de mortos. Desde que o movimento libanês pró-iraniano Hezbollah atacou Israel para vingar a morte de Khamenei, o Líbano registrou 968 mortos.
No centro de Beirute, o barulho dos bombardeios “foi assustador”, disse Saleh, uma mulher de 29 anos, deslocada da periferia sul para a capital. As crianças “começaram a chorar e a entrar em pânico, é de partir o coração”, lamentou. No sul, um congestionamento se estendeu pela costa das áreas bombardeadas.
Nidal Ahmad Chokr, 55 anos, fugiu ontem de sua casa em Jibchit, quando os bombardeios se intensificaram. “Padeiros morreram enquanto trabalhavam” na praça da cidade, e funcionários municipais “foram martirizados” enquanto operavam escavadeiras.
A inteligência dos Estados Unidos concluiu nesta quarta-feira que o Irã não estava reconstruindo suas capacidades de enriquecimento nuclear destruídas em um ataque conjunto dos EUA e Israel em junho de 2025, contradizendo as justificativas do presidente Donald Trump para a guerra. Tulsi Gabbard, uma aliada de Trump e diretora de Inteligência Nacional, compartilhou esta conclusão por escrito em uma análise anual de ameaças, mas não a repetiu ao se dirigir a senadores americanos.
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— Como resultado da Operação Martelo da Meia-Noite (“Midnight Hammer”, em inglês), o programa nuclear do Irã foi aniquilado. Desde então, não houve esforços para tentar reconstruir sua capacidade de enriquecimento — afirmou Gabbard à Comissão de Inteligência do Senado dos EUA.
Ao ser questionada por um senador democrata sobre por que não repetiu esta conclusão diante das câmeras, Gabbard respondeu que não teve tempo suficiente para ler o relatório completo durante a audiência, embora não tenha negado a validade da análise.
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Trump afirmou reiteradamente que ordenou o ataque contra o Irã — em colaboração com Israel — em 28 de fevereiro devido a uma “ameaça iminente”. Após o bombardeio de junho de 2025, o presidente americano declarou que os Estados Unidos haviam destruído completamente as instalações nucleares do Irã.
No entanto, desde o início do seu conflito bélico mais recente, sustenta que Teerã estava a poucas semanas de obter uma bomba atômica, uma ideia não compartilhada pela maioria dos observadores e alegada apesar das conversas em andamento sobre um acordo nuclear.
Um assessor de alto escalão de Gabbard — que, em sua época como deputada, liderou a oposição a uma guerra com o Irã — renunciou ao cargo na terça-feira, argumentando que não havia “ameaça iminente” e que Trump foi induzido ao erro por Israel e pela imprensa.
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Gabbard destacou aos senadores que o Irã havia sofrido duros golpes durante os ataques dos últimos dias — incluindo o assassinato do líder supremo Ali Khamenei —, mas que a República Islâmica continuava em operação.
A comunidade de inteligência americana “avalia que o regime do Irã permanece intacto, embora consideravelmente enfraquecido devido aos ataques contra sua liderança e suas capacidades militares”, declarou.
— Se um regime hostil conseguir sobreviver, é provável que empreenda um esforço de vários anos para reconstruir suas forças militares, seus arsenais de mísseis e suas unidades de veículos aéreos não tripulados — acrescentou.
O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy declarou nesta quarta-feira (18) que não cometeu “nenhum dos atos” pelos quais foi condenado, durante o julgamento de seu recurso sobre o suposto pedido de financiamento líbio para sua campanha eleitoral de 2007.
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Sarkozy tornou-se no ano passado o primeiro presidente francês a ser preso desde o fim da Segunda Guerra Mundial e o primeiro de um país da União Europeia. Ele saiu da prisão 20 dias depois, em liberdade condicional.
— Recorri porque não cometi nenhum dos atos pelos quais fui condenado. Reunirei todas as minhas forças para defender esta verdade, que está profundamente enraizada em mim —disse Sarkozy no terceiro dia de seu julgamento de apelação.
O político conservador de 71 anos, que governou a França de 2007 a 2012, sempre negou qualquer irregularidade e reiterou sua inocência ao tribunal na terça-feira.
Em setembro, um tribunal de primeira instância o condenou a cinco anos de prisão por permitir que pessoas de seu entorno viajassem à Líbia de Muammar Kadhafi, falecido em 2011, para obter fundos para financiar ilegalmente sua vitoriosa campanha presidencial de 2007.
No sistema jurídico francês, o recurso de apelação equivale a um novo julgamento, no qual o tribunal reexamina todas as provas e depoimentos, e, portanto, Sarkozy é novamente considerado inocente.
Espera-se que siga até 3 de junho, com o veredicto previsto para o outono (do hemisfério norte).
Se considerado culpado, Sarkozy pode pegar até 10 anos de prisão. Sarkozy tem enfrentado uma série de problemas legais desde que deixou o cargo e já foi condenado duas vezes em outros casos.

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