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Um avião de transporte militar russo caiu na Crimeia, matando todas as 29 pessoas a bordo, disseram investigadores russos nesta quarta-feira. A causa mais provável foi uma falha técnica, afirmaram.
Avião militar russo cai na Crimeia e deixa 29 mortos
Tem banana para todo mundo (e sobra): ilha escocesa de 7,5 mil habitantes recebe 38 mil frutas por engano; caso viralizou
O Antonov An-26, aeronave de projeto soviético usada pelo Exército Russo para transportar carga e pessoal, caiu na terça-feira perto de uma vila no sul da Crimeia, a cerca de 24 quilômetros da costa do Mar Negro, disseram investigadores russos em um comunicado. Vinte e dois passageiros e sete tripulantes estavam a bordo, informaram.
A Rússia anexou a Crimeia, uma península estrategicamente localizada e objeto de disputas geopolíticas há séculos, da Ucrânia em 2014, após realizar um referendo de secessão que foi declarado ilegal e inválido pelos principais órgãos internacionais.
O avião que caiu na terça-feira estava realizando uma missão não especificada quando a comunicação com ele foi perdida, informou a agência de notícias estatal Tass, citando o Ministério da Defesa russo. A Tass afirmou que o avião caiu em um penhasco e que não havia sinais de danos externos à aeronave, o que implica que ela não foi atingida por drones ou mísseis.
Os investigadores disseram que abriram um processo criminal por “violação das regras de voo ou da preparação pré-voo”.
As forças ucranianas atacam regularmente instalações militares russas na Crimeia. As autoridades ucranianas não se pronunciaram sobre a queda do avião.
O Ministério da Saúde do Líbano informou nesta quarta-feira que ataques israelenses contra os subúrbios do sul de Beirute e uma localidade próxima deixaram ao menos sete mortos, enquanto o exército de Israel afirmou ter atingido altos comandantes do Hezbollah.
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O Líbano foi arrastado para a guerra do Oriente Médio em 2 de março, quando o Hezbollah, apoiado por Teerã, lançou ataques contra Israel para vingar o assassinato do líder iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
Israel respondeu com bombardeios em larga escala em diversas regiões do país e com uma ofensiva terrestre no sul.
Segundo o Ministério da Saúde libanês, “o ataque do inimigo israelense na área de Jnah, em Beirute, resultou em cinco mártires e 21 feridos, segundo um balanço inicial”.
Uma fonte de segurança libanesa afirmou que quatro veículos estacionados em uma rua foram atingidos.
Um correspondente da AFP que esteve no local pouco depois do ataque relatou ter visto destroços de um veículo e bombeiros combatendo um incêndio ainda antes do amanhecer.
“Há pouco, em dois ataques separados na área de Beirute, as FDI (Forças de Defesa de Israel, ndlr) atacaram um comandante de alto escalão do Hezbollah e outro terrorista”, informou o exército israelense.
De acordo com os militares, o segundo alvo também integrava o Hezbollah.
Outro ataque, que atingiu um veículo em Jaldeh, ao sul de Beirute, matou duas pessoas e feriu três, segundo novo comunicado do Ministério da Saúde.
Hezbollah reage com foguetes
Nas primeiras horas desta quarta-feira, o Hezbollah reivindicou ataques transfronteiriços contra Israel e afirmou que seus combatentes estavam envolvidos em “duros confrontos” com soldados na localidade libanesa de Shamaa, a cerca de cinco quilômetros da fronteira.
O grupo também declarou ter lançado foguetes contra militares israelenses em outra área.
Por volta da meia-noite (21h GMT de terça-feira), sirenes antiaéreas foram acionadas em toda a região da Galileia, no norte de Israel, segundo o exército.
Veículos de imprensa israelenses noticiaram uma saraivada de mais de 40 foguetes lançados pelo Hezbollah, que também reivindicou múltiplos ataques no norte do país no fim da terça-feira.
Uma falha aparentemente simples acabou provocando uma cena inusitada no arquipélago das Ilhas Orkney. Um erro de encomenda em uma unidade da rede Tesco resultou na entrega de cerca de 38 mil bananas, número que supera com folga a população local.
A remessa foi direcionada à loja da rede em Kirkwall, principal cidade das ilhas, que tem aproximadamente 7.500 habitantes. O equívoco ocorreu quando um funcionário solicitou 380 caixas grandes da fruta, em vez de 380 quilos. Cada caixa contém cerca de 100 unidades, o que gerou um excedente difícil de armazenar e distribuir.
Comunidade se mobiliza para evitar desperdício
A situação se agravou com as condições climáticas. Ventos fortes levaram ao cancelamento de balsas entre as ilhas e o continente, impedindo a devolução da carga. Diante do impasse, a loja passou a distribuir gratuitamente as bananas à população.
A iniciativa ganhou impulso após um apelo publicado no Facebook por Paula Clarke, representante comunitária da rede, que descreveu o cenário como “montanhas de bananas”. No comunicado, ela convidou escolas e grupos locais a retirarem caixas gratuitamente no estabelecimento.
A resposta foi imediata. Moradores passaram a compartilhar nas redes sociais formas criativas de aproveitar a fruta, incluindo receitas como muffins, panquecas, torta banoffee e até chips desidratados. Houve também sugestões mais inusitadas, como a produção caseira de licor de banana.
Parte do estoque ainda foi encaminhada para ilhas mais afastadas do arquipélago, numa tentativa de ampliar o alcance da distribuição.
O episódio remete a um caso semelhante ocorrido em 2024, também em Orkney. Na ilha de Sanday, um erro de pedido resultou na entrega de 720 ovos de Páscoa. Na ocasião, o comerciante local decidiu rifar parte dos produtos para arrecadar fundos para a Royal National Lifeboat Institution, transformando o equívoco em ação beneficente.
Um planeta com dimensões próximas às da Terra foi identificado por astrônomos a cerca de 92 anos-luz de distância, em um sistema dominado por uma estrela anã vermelha. A descoberta foi feita a partir de dados do Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), missão da NASA dedicada à busca por mundos fora do Sistema Solar.
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O novo objeto, batizado de TOI-4616 b, tem raio cerca de 22% maior que o da Terra e massa estimada entre uma vez e meia e três vezes a do planeta, o que indica uma composição predominantemente rochosa. Apesar da semelhança em tamanho, as condições ali são bem diferentes: o planeta orbita sua estrela em apenas 37 horas, um período extremamente curto que sugere temperaturas elevadas.
A estrela hospedeira, classificada como anã vermelha de classe M intermediária, possui cerca de um quinto do tamanho e da massa do Sol. Mais fria e jovem — com idade estimada entre 300 milhões e 800 milhões de anos —, ela integra um tipo de astro comum na galáxia, frequentemente associado à presença de exoplanetas de pequeno porte.
A detecção foi feita pelo método de trânsito, que identifica quedas periódicas no brilho da estrela quando um planeta passa à sua frente. A partir desses sinais, os pesquisadores conseguiram estimar o tamanho, a massa e a órbita do corpo.
— Confirmamos a natureza planetária do sinal ao combinar dados do TESS com observações feitas a partir da Terra, incluindo diferentes comprimentos de onda e imagens de alta resolução — informaram os autores do estudo.
Lançado em 2018, o TESS já monitorou centenas de milhares de estrelas e acumula milhares de candidatos a exoplanetas. Parte deles já foi confirmada, ampliando o catálogo de mundos conhecidos fora do Sistema Solar.
Segundo os pesquisadores, o sistema de TOI-4616 b pode servir como referência para investigações sobre a formação e a evolução de planetas rochosos ao redor de anãs vermelhas — um cenário considerado comum no Universo.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, provocou repercussão ao afirmar que óvnis podem ser “demônios”, e não extraterrestres. A declaração, feita em entrevista recente a um podcast conservador, reflete uma visão baseada em crenças religiosas e ajuda a explicar por que o tema voltou ao centro do debate político no país.
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A fala ocorreu durante participação no “The Benny Show”, quando Vance disse acreditar que fenômenos aéreos não identificados — também chamados de UAPs — podem ter origem espiritual.
— Eu não acho que sejam alienígenas. Acho que são demônios — afirmou.
“Não consegui dedicar tempo suficiente para realmente entender isso, mas vou fazer, confiem em mim. Estou obcecado com isso”, disse Vance, entre risos. Ele acrescentou que ainda tem três anos no cargo e que “vai chegar ao fundo dos arquivos sobre Óvnis”.
Segundo o vice-presidente, sua interpretação parte do cristianismo, religião à qual se converteu na vida adulta. Ele argumenta que diferentes tradições religiosas já descrevem a existência de entidades invisíveis, capazes de influenciar o mundo físico, tanto para o bem quanto para o mal.
Origem da crença
A associação entre óvnis e demônios não é inédita e tem raízes em correntes religiosas e culturais nos Estados Unidos. Essa visão compartilhada por Vance se apoia na ideia de que fenômenos inexplicáveis não seriam tecnológicos ou extraterrestres, mas manifestações sobrenaturais reinterpretadas ao longo do tempo.
O vice-presidente reforçou esse argumento ao afirmar que, diante de eventos “extra-naturais”, sua tendência é recorrer à explicação religiosa.
— Há muito bem no mundo, mas também há o mal — disse, ao citar a crença de que o “maior truque do diabo” seria convencer as pessoas de que ele não existe.
Essa leitura dialoga com uma tradição antiga, em que fenômenos celestes eram associados a anjos, demônios ou sinais divinos — interpretação que, para alguns grupos, foi apenas atualizada com a popularização da ideia de alienígenas no século XX.
Tema ganha força na política
As declarações de Vance surgem em um momento de renovado interesse político sobre óvnis nos Estados Unidos. O presidente Donald Trump prometeu liberar arquivos governamentais sobre o tema, enquanto o ex-presidente Barack Obama voltou a comentar publicamente a possibilidade de vida extraterrestre, embora sem confirmar evidências.
Além disso, o próprio Vance afirmou estar “obcecado” pelo assunto e disse que pretende investigar documentos sigilosos durante seu mandato.
O debate ganhou tração também após ações do governo americano relacionadas ao tema, como iniciativas envolvendo domínios oficiais ligados a “alienígenas”, o que alimentou especulações sobre o nível de conhecimento das autoridades sobre fenômenos aéreos não identificados.
Entre fé e ciência
Apesar da repercussão, não há evidência científica que sustente a origem demoníaca — ou extraterrestre — dos óvnis. A comunidade científica trata os UAPs como fenômenos ainda não explicados, que podem envolver desde tecnologia desconhecida até erros de interpretação.
Ainda assim, a declaração de Vance evidencia como crenças pessoais podem influenciar o discurso político em torno de temas de segurança nacional e ciência — e ajuda a explicar por que, nos Estados Unidos, o debate sobre óvnis transita cada vez mais entre religião, cultura e poder.
O governo da China pretende proibir o armazenamento de cinzas cremadas em imóveis residenciais, prática conhecida como “apartamentos de ossos”. A medida busca encerrar o uso de apartamentos vazios como espaços de homenagem a mortos.
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Esses imóveis são transformados em altares ancestrais dentro de residências e podem ser identificados por características como cortinas fechadas e janelas vedadas.
A prática se disseminou em meio ao alto custo e à limitação de espaço nos cemitérios. As concessões costumam ser temporárias, com renovação a cada 20 anos, e os preços são considerados elevados. No cemitério Changping Tianshou, em Pequim, os lotes variam de cerca de 10 mil a 200 mil yuans (de R$ 7,5 mil a R$ 150 mil, na cotação atual), enquanto áreas com lápide começam em cerca de 150 mil yuans (R$ 113 mil) e podem chegar a 300 mil yuans (R$ 226 mil).
Dados de 2020 da seguradora SunLife indicam que um funeral podia representar quase metade do salário médio anual, segundo reportagem da rede BBC.
Queda no preço de imóveis impulsionou prática
Ao mesmo tempo, a queda no preço dos imóveis ampliou o uso alternativo dessas unidades. Em 2025, os valores estavam cerca de 40% mais baixos em comparação com 2021, o que tornou mais acessível adquirir ou utilizar apartamentos para armazenar cinzas.
A nova regra proíbe o uso de propriedades residenciais “especificamente para a colocação de cinzas”. Também veta sepultamentos fora de cemitérios e de áreas autorizadas para práticas ecológicas.
A medida foi anunciada às vésperas do Festival Qingming, conhecido como Dia de Limpeza dos Túmulos, quando famílias visitam sepulturas e realizam oferendas.
A proposta gerou questionamentos nas redes sociais. Um usuário escreveu: “Quem recorreria a isso se os lotes fossem acessíveis?” Outro comentou: “Como os responsáveis por aplicar essas regras vão saber se os apartamentos estão sendo usados apenas para guardar cinzas? E como lidarão com esses casos?”
Governo promete mais transparência no setor funerário
Além da proibição, a Administração Estatal de Regulação de Mercado e o Ministério dos Assuntos Civis anunciaram novas exigências para o setor funerário, em resposta a preocupações com altos custos e falta de transparência.
Segundo o governo, as medidas buscam combater fraudes, ampliar a transparência nos preços e “reduzir o peso dos funerais para a população”.
O chefe da agência de inteligência da Colômbia anunciou sua renúncia nesta terça-feira, após se envolver em um escândalo sobre o suposto vazamento de informações para um grupo guerrilheiro que negocia a paz com o governo do presidente Gustavo Petro. Willar Mejía, um alto funcionário da Direção Nacional de Inteligência (DNI), foi implicado em uma investigação jornalística que o ligava a um suposto vazamento de dados que beneficiaria uma facção dissidente das extintas Farc.
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Em novembro, a Caracol TV revelou conversas e documentos apreendidos do grupo armado que supostamente comprovam os vazamentos feitos por Mejía, a quem Petro defendeu em meio à polêmica da investigação, que também envolve um general do exército.
O grupo que supostamente recebeu as informações está sob o comando de Calarcá, um poderoso líder rebelde que participa de negociações de paz com o governo. Mejía, que passou de um diploma em Educação Física à chefia da inteligência colombiana, nega as acusações e afirma não conhecer Calarcá. Nesta terça-feira, ele declarou ao Canal 1 que apresentou sua renúncia em 3 de março.
O caso ganhou novo fôlego esta semana depois que a Procuradora-Geral Luz Adriana Camargo afirmou que o órgão de investigação verificou “fatos muito sérios” relacionados à reportagem da Caracol Television.
“Confirmamos informações sérias obtidas em computadores e celulares a respeito das ligações do grupo [armado] com um general e um membro da Diretoria Nacional de Inteligência (DNI)”, disse ela ao jornal El Espectador, sem mencionar Mejía nominalmente.
A cinco meses de deixar o cargo, o presidente Petro fracassou na maioria de suas tentativas de assinar um acordo de paz, e especialistas indicam que os grupos armados se fortaleceram durante sua presidência.
Tudo começou com uma dor aguda de dente. Durante cerca de uma semana, Emmanuel Damas buscou atendimento enquanto estava detido em um centro de imigração no Arizona, segundo relatos de outros detentos feitos posteriormente à família. O haitiano, que havia entrado legalmente nos Estados Unidos em 2024 por meio de um programa então vigente, recebeu apenas ibuprofeno, de acordo com esses testemunhos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Após cerca de um mês de conflito, sistemas de radar, aeronaves e drones dos Estados Unidos foram danificados ou destruídos em uma série de ataques iranianos, incidentes de fogo amigo e acidentes operacionais no Oriente Médio. A estimativa mais recente aponta que os custos iniciais das perdas e reposições variam entre US$ 1,4 bilhão (R$ 7,32 bilhões) e US$ 2,9 bilhões (R$ 15,17 bilhões), segundo Elaine McCusker, que foi responsável pelo orçamento do Pentágono e atualmente acompanha os custos do conflito para o American Enterprise Institute. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Ao fim da missão Apollo 17, em dezembro de 1972, o astronauta americano Eugene Cernan deixou no ar uma promessa: “se Deus quiser, retornaremos, com paz e esperança para toda a Humanidade”. Nesta quarta-feira, pouco mais de 53 anos depois, o aguardado reencontro do homem com a Lua começará a se concretizar com o aguardado lançamento da missão Artemis II, da Nasa, que levará quatro astronautas a bordo da espaçonave Orion para a primeira viagem tripulada ao redor do satélite natural da Terra desde então. Mais do que um marco histórico, a missão também servirá como um teste decisivo para o futuro da presença humana no espaço, com vistas para construções de bases lunares e ambiciosas missões a Marte no horizonte. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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