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Mais dois ministros do governo federal deixaram formalmente seus cargos nesta quarta-feira (1º). Edição extra do Diário Oficial da União (DOU) trouxe as exonerações de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e de Renan Filho do Ministério dos Transportes.

Ambos concorrerão a cargos eletivos em outubro. Marina pode sair candidata ao Senado pelo estado de São Paulo, enquanto Renan deve concorrer ao governo de Alagoas, estado que ela já governou.

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No Ministério do Meio Ambiente, o comando passa a ser de João Paulo Capobianco, então secretário-executivo da pasta e braço-direito de Marina Silva.

Na pasta dos Transportes, quem assume é George Palermo Santoro, que também ocupava o cargo de secretário-executivo, que é justamente o segundo na hierarquia do ministério.

Ao todo, cerca de 18 dos 37 ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva terão saído dos cargos para disputar as eleições.

Trata-se de uma exigência da legislação eleitoral, segundo a qual ocupantes de cargos como ministros de Estado, governadores e prefeitos, que pretendem se eleger para outros cargos, têm que se afastar da função no prazo máximo de até seis meses antes da data das eleições. Este prazo, portanto, vence no próximo dia 4 de abril, já que o 1º turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro.

A exigência da chamada desincompatibilização de cargos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serve para impedir que haja abuso de poder econômico ou político nas eleições por meio do uso de recursos da administração pública, assegurando a paridade entre os candidatos em disputa.

A regra também vale para magistrados, secretários estaduais, membros do Tribunal de Contas da União (TCU), dos Estados (TCEs) e do Distrito Federal (TCDF). A norma também se aplica a dirigentes de empresas, entidades e fundações públicas em geral.

Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira a retirada de sanções contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu o comando do país após a destituição de Nicolás Maduro em uma operação militar conduzida por Washington. A decisão marca um novo capítulo na relação entre os dois países, em meio a mudanças políticas e econômicas implementadas pelo novo governo venezuelano.
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O nome de Rodríguez foi retirado da “Lista de Nacionais Especialmente Designados”, conforme publicação no site da Oficina de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão ligado ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.
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Essa lista reúne indivíduos e entidades considerados hostis pelos EUA e impede que mantenham relações econômicas ou financeiras com empresas norte-americanas.
Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (C), e o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino (D), cumprimentando membros de autoridades cubanas durante uma cerimônia em homenagem aos soldados mortos na captura do presidente deposto Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, pelas forças americanas em Caracas
Divulgação / Assessoria de Imprensa de Miraflores / AFP
Rodríguez, de 56 anos, era uma das principais aliadas de Maduro desde 2018 e havia sido incluída na lista de sanções em setembro daquele ano. Em janeiro de 2026, assumiu interinamente a presidência após a captura de Maduro por forças norte-americanas.
Desde que assumiu o cargo, sob pressão de Washington, a presidente interina adotou uma série de medidas, incluindo a abertura do setor de hidrocarbonetos ao investimento estrangeiro, com o objetivo de reativar a economia do país .
Além disso, promoveu uma anistia política voltada a presos por motivos políticos, iniciativa que resultou na libertação de centenas de detidos e foi apresentada como parte de um processo de reconciliação nacional .
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Rodríguez também realizou mudanças na estrutura do governo e no aparato de segurança do Estado, com substituições em ministérios e reorganização administrativa após a crise institucional desencadeada pela operação militar dos EUA .
A retirada das sanções ocorre em um contexto de reaproximação entre Caracas e Washington, após anos de isolamento e tensões diplomáticas.
A presença inédita de uma mulher, de um astronauta negro e de um não americano marca a tripulação da Artemis II, missão da NASA que levou quatro pessoas a um sobrevoo da Lua mais de meio século após o programa Apollo. A decolagem ocorreu nesta quarta-feira, na Flórida, com duração aproximada de dez dias.
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A missão não prevê pouso no satélite, mas repetirá um feito semelhante ao da Apollo 8, em 1968, ao contornar a Lua e retornar à Terra. Além do comandante, o americano Reid Wiseman, a tripulação será formada por Victor Glover, um homem negro; Christina Koch, uma mulher; e o canadense Jeremy Hansen, primeiro não-americano em uma missão da agência.
Victor Glover
Victor J. Glover
Divulgação/Administração Nacional da Aeronáutica no Espaço (Nasa)
Designado como piloto, Victor Glover foi selecionado pela Nasa em 2013 e já esteve na Estação Espacial Internacional na missão SpaceX Crew-1, integrando a Expedição 64. Aviador naval e piloto de testes, acumulou 3.500 horas de voo, experiência em mais de 40 aeronaves e mais de 400 pousos em porta-aviões, além de 24 missões de combate.
Com formação em Engenharia Geral e mestrados em áreas como Engenharia de Testes de Voo, Engenharia de Sistemas e Ciências Operacionais Militares, Glover será, na Artemis II, o primeiro negro a viajar tão longe no espaço.
Christina Koch
Christina Hammock Koch, especialista de missão da Ártemis II
Nasa
Única mulher da tripulação, Christina Koch também foi selecionada em 2013 e atuará como especialista de missão. Engenheira de voo nas Expedições 59, 60 e 61 da Estação Espacial Internacional, ela detém o recorde de permanência contínua mais longa no espaço por uma mulher, com 328 dias.
Formada em Engenharia Elétrica e Física, participou das primeiras caminhadas espaciais exclusivamente femininas e ganhou projeção ao registrar uma “selfie espacial” com a Terra ao fundo, em 2019. Em missões futuras, pode se tornar a primeira mulher a pisar na Lua.
Jeremy Hansen
Canadense Jeremy Hansen, especialista de missão da Ártemis II
Nasa
Representante da Agência Espacial Canadense, Jeremy Hansen será o primeiro canadense a viajar até a região lunar. Ex-piloto de caça e instrutor, ele integra a equipe que realizará o sobrevoo, incluindo a passagem pelo lado oculto da Lua.
Além de Victor, Christina e Jeremy, que inauguram um novo perfil nas missões da agência, no comando da tripulação está o americano Reid Wiseman. Selecionado como astronauta da Nasa em 2009, Gregory Reid Wiseman foi convidado para a missão Artemis II há três anos.
Natural de Baltimore, no estado de Maryland, ele é formado em Engenharia de Computação e tem mestrado em Engenharia de Sistemas. Wiseman serviu como engenheiro de voo a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) para a Expedição 41, de maio a novembro de 2014. Ele também atuou como chefe do Escritório de Astronautas da Nasa entre 2020 e 2022.
Missão marca estreia do foguete SLS e mira base lunar
O voo também marcará a estreia tripulada do foguete SLS (Space Launch System), peça central da estratégia americana para futuras explorações lunares. O objetivo de longo prazo é estabelecer uma base permanente na Lua, que serviria como ponto de partida para missões mais distantes, incluindo Marte.
— Estamos voltando à Lua porque é o próximo passo em nossa jornada rumo a Marte — afirmou o comandante da missão, Reid Wiseman.
Batizado em referência à deusa Artemis, irmã gêmea de Apolo na mitologia grega, o programa busca testar tecnologias necessárias para viagens humanas mais longas e complexas. A Lua é tratada como etapa intermediária antes de uma eventual missão ao planeta vermelho.
A iniciativa ocorre em meio a novos movimentos internacionais. A China pretende enviar humanos à Lua até 2030, com foco no polo sul lunar, região considerada promissora em recursos naturais. Ainda assim, especialistas relativizam a comparação com a corrida espacial da Guerra Fria.
Para Matthew Hersch, da Universidade de Harvard, aquela rivalidade foi “única” e “não se repetirá por muito tempo”. Segundo ele, os chineses não estão “de fato competindo com ninguém, mas consigo mesmos”.
Apesar dos avanços tecnológicos, os riscos permanecem elevados. A nave ainda não foi testada com humanos, e a distância até a Lua — mais de 384 mil quilômetros — é cerca de mil vezes maior do que a da Estação Espacial Internacional. A própria Nasa reconhece os desafios da operação.
Ex-chefe de astronautas da agência, Peggy Whitson diz que “nada que não seja perfeito” é aceito.
— Caso contrário, estamos aceitando um risco maior — afirmou: — Esse é um processo importante que todos devem adotar para que possamos realmente ter sucesso, porque precisamos conviver com a consciência, por nossa história em voos espaciais, de que, quando ocorrem acidentes, pessoas morrerão.
Cronograma prevê sobrevoo lunar e futuras missões com pouso
Antes de seguir rumo à Lua, a missão realizará verificações e manobras próximas à Terra para reduzir riscos. Em seguida, a nave seguirá até o satélite, incluindo um sobrevoo do lado oculto, quando haverá interrupção das comunicações com a Terra.
A expectativa é que a tripulação ultrapasse a marca da Apollo 13 e se torne a que mais se afastou do planeta. O principal objetivo técnico é validar o desempenho do foguete e da nave para permitir, no futuro, uma missão com pouso lunar — prevista para 2028.
O cronograma, no entanto, depende de avanços ainda em desenvolvimento, como o módulo de pouso que será fornecido por empresas privadas ligadas a Elon Musk e Jeff Bezos. O programa Artemis já enfrenta atrasos e aumento de custos.
A nova missão também carrega peso simbólico. Em 1968, a Apollo 8 levou três astronautas à órbita lunar na véspera de Natal, em uma transmissão assistida por cerca de um bilhão de pessoas. A tripulação ficou associada à imagem “Earthrise” e recebeu crédito por ter “salvado 1968”.
Em um cenário atual descrito como de divisão e incerteza, a Artemis II surge com a ambição de repetir, ao menos em parte, esse impacto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira (1º) a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, classificando o conflito como “desnecessário”. Lula disse ainda que é “mentirosa” a justificativa usada pelos dois países sobre o desenvolvimento de armas nucleares por parte da nação persa.

“Os Estados Unidos da América do Norte se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã, alegando que, no Irã, tinha arma nuclear ou que estavam tentando fazer arma nuclear. É mentira”.

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“Eu digo que é mentira porque eu fui, em 2010, ao Irã, fazer um acordo. E fizemos um acordo que, depois, os EUA não aceitaram nem a União Europeia. Fizemos um acordo para que o Irã pudesse enriquecer o urânio com os mesmo métodos que o Brasil, porque, aqui, nossa Constituição diz que a gente só pode utilizar para fins pacíficos”, afirmou o presidente em Fortaleza, durante entrevista ao vivo à TV Cidade.

Lula fez menção ao último ano de seu segundo mandato, quando, durante uma visita oficial ao Irã, costurou um acordo sobre enriquecimento de urânio para fins energéticos e não militares. O acordo acabou fracassando pela falta de apoio do governo dos EUA, comandado na época por Barack Obama.

“Não tem arma nuclear lá. Ou seja, se tem uma divergência política entre Israel, Estados Unidos e Irã, não precisava terminar em guerra. Eles achavam que tinham acabado a guerra porque mataram o Khamenei. Não acabaram a guerra. O Irã é um país com quase 100 milhões de habitantes e uma cultura milenar”, acrescentou o presidente.

Preço do diesel

Lula voltou a manifestar preocupação com a escalada no preço do óleo diesel no Brasil, que depende da importação de 30% do que consome.

Impactado pela volatilidade do preço do petróleo no mercado internacional, o combustível é a base do transporte rodoviário de cargas, o que atinge cadeias produtivas de alimentos e produtos.

O presidente reforçou que está em curso um monitoramento para identificar aumentos abusivos e que o governo tomou todas as medidas possíveis para conter o encarecimento.

“Nós estamos, com a Polícia Federal, com todos os Procons dos estados, fiscalizando, e vamos ter que colocar alguém na cadeia. [A fiscalização] está ativa, minha ordem é para estrada, posto de gasolina”.

“A Petrobras baixa o preço, mas não chega na bomba. Quando a gente tinha a BR Distribuidora, podia chegar na bomba, porque o posto era nosso”, observou Lula, comparando a situação atual com a que existia antes da privatização da BR Distribuidora, no governo Bolsonaro.  

A expectativa do governo federal é publicar, ainda nesta semana, uma medida provisória (MP) que cria um subsídio ao diesel importado, com desconto de R$ 1,20 por litro.

A informação foi confirmada nesta terça-feira (31) pelo ministro Dario Durigan, que afirmou que o governo tenta garantir a adesão de todos os estados antes da publicação.

A proposta prevê que o custo total de R$ 3 bilhões, ao longo de dois meses, seja dividido igualmente entre a União e os estados.

A iniciativa tem como objetivo conter a alta dos combustíveis e evitar riscos de desabastecimento, diante da defasagem entre os preços internos e o mercado internacional. Cerca de 80% dos estados brasileiros já indicaram adesão à proposta de subsídio ao diesel importado, segundo o Ministério da Fazenda.

Um mês de guerra

Os ataques combinados de Estados Unidos e Israel contra o território iraniano completaram um mês nesta semana, ainda sem perspectiva concreta de um acordo que ponha fim ao conflito.

Autoridades importantes do país persa estão entre os mortos, incluindo o líder supremo, Ali Khamenei.

O conflito levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, rota controlada pelo Irã por onde circulam cerca de 20% dos carregamentos de petróleo no mercado internacional. Como consequência, o preço no barril já aumentou cerca de 50%. Pesquisadores já apontam riscos ambientais e climáticos associados ao conflito.

Uma delegação do FBI está em Cuba para participar das investigações sobre o confronto entre uma lancha armada procedente da Flórida e forças de guarda-costeira cubanas, ocorrido em 25 de fevereiro de 2026. O incidente deixou cinco mortos e seis feridos, segundo informou uma fonte da embaixada dos Estados Unidos em Havana.
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“Uma equipe técnica do Bureau Federal de Investigações (FBI) viajou a Cuba como parte de sua investigação exaustiva e independente sobre o incidente marítimo de 25 de fevereiro de 2026”, confirmou nesta quarta-feira à AFP, sob condição de anonimato, uma funcionária da embaixada norte-americana.
A fonte detalhou que a delegação do FBI chegou a Cuba na terça-feira.
Havana afirmou, em março, que Washington estava disposto a colaborar nas investigações do caso, ocorrido em um contexto de tensões crescentes entre os dois países.
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“Há uma cooperação com as contrapartes norte-americanas e estamos à espera de um grupo de especialistas do FBI para seguir avançando nesta investigação”, declarou em 13 de março o presidente Miguel Díaz-Canel, em entrevista à televisão estatal.
Díaz-Canel também confirmou, na mesma ocasião, que Cuba mantém conversas com os Estados Unidos para buscar “soluções por meio do diálogo para as diferenças bilaterais”.
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De acordo com a versão oficial cubana, o incidente ocorreu quando uma embarcação da guarda-costeira se aproximou da lancha, que tinha matrícula norte-americana, para solicitar identificação. Os ocupantes teriam reagido abrindo fogo.
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Governo de Cuba
O Ministério do Interior de Cuba informou que, no confronto, quatro passageiros da lancha morreram no local e outros seis ficaram feridos. Um dos feridos morreu posteriormente em um hospital cubano.
Durante o tiroteio, um agente das forças de guarda-fronteira de Cuba também ficou ferido.
Entre os dez ocupantes da lancha interceptada, dois tinham cidadania norte-americana.
Citando o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a fonte da embaixada afirmou que “a maioria dos fatos que estão sendo relatados publicamente provém das informações fornecidas pelos cubanos”.
“Nós verificaremos isso de forma independente” e “vamos apurar exatamente o que aconteceu aqui e, posteriormente, responderemos em conformidade”, acrescentou.
Segundo o Ministério do Interior, foram encontradas a bordo da lancha armas de diferentes calibres, incluindo 14 fuzis, 11 pistolas e quase 13 mil munições.
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Os sobreviventes da embarcação foram formalmente acusados de “terrorismo”, de acordo com o Ministério Público cubano.
Infiltrações de comandos armados vindos do sul da Flórida para realizar atentados em Cuba foram frequentes após o triunfo da Revolução Cubana.
A administração de Donald Trump não esconde o interesse em promover uma mudança de regime em Cuba, país que considera uma “ameaça excepcional” à segurança nacional dos Estados Unidos devido às suas relações com Rússia, China e Irã.
Quando chegarem ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, os quatro astronautas que estarão na missão espacial Artemis II, que parte possivelmente nesta quarta-feira (1) em direção à Lua, vestirão um traje laranja. Diferentemente das roupas brancas que o grande público habituou-se a ver nos agentes, o chamado laranja internacional foi adotado pela Nasa somente em 1986, quando a agência passou a adotar uma série de medidas de segurança. Segundo informações do jornal The New York Times, ele foi desenhado especificamente para se destacar sobre as tonalidades de azul do céu e do oceano.
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A cor oficialmente chama-se AMS Standard 595 n.° FS 12197, segundo a norma do governo federal americano para tintas, mais denso que o laranja fluorescente, por exemplo. Além da cor chamativa, o uniforme também conta com listras azul-celeste que são refletoras. Elas formam um V no tronco e circundam as coxas e a parte superior dos braços. Além de contrastar com o laranja, o V indica as alças externas para fixação do equipamento de resgate.
O laranja internacional já é usado na indústria marítima há mais de um século, mas foi em 1947 que a Marinha dos Estados Unidos o adotou para a pintura da fuselagem de aeronaves. Foi um avião-foguete Bell X-1 de Chuck Yeager pintado de laranja internacional que quebrou a barreira do som aquele mesmo ano. No entanto, a Força Aérea americana só passou a usá-lo na década de 1970.
Foguete da missão Artemis II tem lançamento previsto para 1º de abril
Joe Raedle / Getty Images North America / Getty Images via AFP
Os trajes também possuem tecnologia avançada para dar suporte aos astronautas em condições inóspitas. Os astronautas podem viver com eles por até 144 horas.
A missão Artemis II marcará o retorno de uma expedição tripulada à Lua pouco mais de 53 anos da Apollo 17. Ela levará a espaçonave Orion para a primeira viagem tripulada ao redor do satélite natural da Terra desde então. A decolagem, no entanto, depende de condições meteorológicas favoráveis no dia do lançamento, que pode ocorrer nesta quarta. Caso algo aconteça e a missão não seja lançada, as próximas janelas de oportunidade ficarão abertas até a próxima segunda-feira, 6 de abril.
Os astronautas serão os americanos Reid Wiseman (comandante), Victor Glover (piloto), Christina Koch (especialista de missão) e o canadense Jeremy Hansen (especialista de missão).
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Camilo Santana, inauguraram na manhã desta quarta-feira (1º), em Fortaleza, o alojamento estudantil do novo campus do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o ITA Ceará, localizado na Base Aérea da capital estadual.

Anunciado em 2023, o campus avançado do ITA será a segunda unidade do instituto e a primeira fora de São José dos Campos (SP).

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O projeto é resultado da cooperação entre os ministérios da Educação e da Defesa, em parceria com o governo do Ceará, e visa descentralizar a formação de engenheiros e pesquisadores de alto nível.

Em discurso, o presidente Lula destacou desigualdades socioeducacionais em séculos de história e apontou a ampliação do acesso ao ensino superior de qualidade.

“O filho de um trabalhador de fábrica terá a mesma oportunidade de disputar uma vaga com o filho de seu patrão. Não queremos tirar os filhos do patrão, mas apenas que os outros [estudantes] tenham a mesma chance de disputar a mesma vaga, com o mesmo professor, na mesma escola de qualidade”.

Para o presidente Lula, o prédio do ITA Ceará representará oportunidade de desenvolvimento. “Nós tentamos garantir, no presente, que não parem de estudar para fazer um bico ajudando o pai ou a mãe; estamos dando a oportunidade para que se sentem junto a qualquer pessoa desse país, de qualquer origem social, para disputar a mesma vaga e tenham um diploma de doutor.”

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A estudante de engenharia mecânica do ITA e presidente do centro acadêmico Santos Dumont, Yasmin Batista Estevão, contou a própria trajetória educacional. Natural de Fortaleza, a jovem destacou que o fundador do ITA de São José dos Campos, há 76 anos, foi um conterrâneo dela [Marechal Casimiro Montenegro Filho] e que o novo campus é um marco na educação brasileira.

“Este sonho começou de um cearense e, agora, volta às suas terras, para mais perto de milhares de famílias nordestinas e de jovens que por muito tempo acreditaram que esse sonho não lhes pertencia.”

Cursos do ITA Ceará

A nova unidade oferecerá engenharia de energia e engenharia de sistemas, dois cursos de graduação que não são lecionados na cidade do interior paulista.

O MEC justifica a escolha das duas graduações no estado nordestino pelo potencial local de produção de energias renováveis e de desenvolvimento de novas tecnologias, como o hidrogênio verde.

A previsão é que as atividades acadêmicas em Fortaleza tenham início em 2027.

Aos presentes, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou a escolha do Ceará como um polo de excelência para receber a maior escola de engenharia do Brasil e uma das melhores do mundo.

“Já há o primeiro bloco inaugurado, no modelo do ITA de São Paulo, o de engenharias, com laboratórios e salas de aula. Toda a área da base aérea está passando por reforma. E teremos a terceira etapa do ITA, como novos blocos.”

O empreendimento de educação superior e de inovação tecnológica conta com  investimentos federais de R$ 445,4 milhões, destinados à construção, reforma e aquisição de equipamentos e mobiliário para a unidade cearense.

Obras do campus cearense

As autoridades também vistoriaram as obras do bloco das engenharias do instituto.

O novo campus do ITA no Ceará ocupa uma área total construída de 600 mil metros quadrados (m²). O edifício de três andares abrigará 14 laboratórios, oito salas de aula, biblioteca, sala de pesquisa e espaço para professores.

Alojamento estudantil

A estrutura de moradia é projetada para oferecer suporte integral aos estudantes. O prédio de três andares conta com 40 quartos, garantindo uma capacidade total para 80 estudantes. O projeto destina, ainda, dois apartamentos especificamente para acessibilidade.

Além das áreas privativas, o bloco de alojamento dispõe de uma “Sala de Iniciativas” para fomentar a integração e o desenvolvimento de projetos acadêmicos entre os residentes.

Contratação de profissionais

Para atender à implantação do novo campus, foi realizado concurso público com 110 vagas para diferentes carreiras. Parte dessas vagas será destinada diretamente à unidade de Fortaleza. 

Um homem de 36 anos foi preso e acusado de agressão sexual após apalpar uma mulher que trabalhava fantasiada de coelho da Páscoa em um shopping na Pensilvânia, nos Estados Unidos. O caso ocorreu durante uma sessão de fotos com crianças e famílias e gerou indignação pela violência em um ambiente voltado ao público infantil.
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Segundo a polícia, o suspeito, identificado como Bera Shivakrishna, aproximou-se da funcionária no South Hills Village Mall, em Pittsburgh, e iniciou uma conversa com perguntas incomuns, como se o personagem era “menino ou menina”. Ao ser orientado a falar com um assistente, ele se recusou e passou a tocar a vítima. Em seguida, ele apalpou braços e seios da mulher por cima da fantasia e chegou a inserir os dedos nas aberturas do traje, como nariz e boca do personagem.
Após o ocorrido, a vítima e uma testemunha acionaram a segurança do shopping. Imagens de câmeras ajudaram a identificar o suspeito, que foi encontrado pouco depois dormindo em uma sala de cinema próxima e acabou detido.
Durante a abordagem, o homem teria questionado os policiais sobre o caso e afirmou que acreditava se tratar de “uma boneca”.
— É uma boneca, certo? — teria dito, segundo o boletim. Ao ser informado de que havia uma pessoa dentro da fantasia, alegou que o contato foi acidental.
Ele foi formalmente acusado de agressão e assédio. O caso não teria sido presenciado por crianças, apesar de ter ocorrido em uma área pública do shopping destinada a fotos de Páscoa.
Moradores da região classificaram o episódio como “repugnante” e inadequado para um ambiente familiar, destacando o choque causado pela situação em um espaço frequentado por crianças.

A Presidência da República informou ter feito a entrega, na tarde desta quarta-feira (1º), da documentação do advogado-geral da União, Jorge Messias, formalizando sua indicação à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). 

A documentação era aguardada para dar sequência ao processo de análise do nome do advogado, que será agora apreciado pelo Senado Federal. 

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O envio foi confirmado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.

A indicação oficial ocorre há pouco mais de quatro meses do anúncio do nome pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 20 de novembro do ano passado. 

A escolha do indicado é uma prerrogativa constitucional exclusiva do presidente da República. 

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Para tomar posse, no entanto, Messias precisará passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) e ter o nome aprovado em votação tanto no colegiado quanto no plenário da Casa.

A escolha da relatoria e a definição das datas da sabatina e da votação em plenário caberá agora ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Messias foi indicado para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal em outubro de 2025. 

Nesta terça-feira (31), um dia antes de ter a documentação enviada, o chefe da AGU enviou uma declaração sobre o diálogo com os senadores para ter seu nome aprovado.

“Continuarei meu empenho pela pacificação e estabilidade. Como profissional do Direito, sempre valorizei o diálogo e a conciliação como as melhores maneiras de resolver conflitos. Reafirmarei meu compromisso com essas credenciais”, afirmou.

Messias tem 45 anos de idade e poderá ficar no Supremo pelos próximos 30 anos, quando completará 75 anos, idade para aposentadoria compulsória. 

Jorge Messias está no comando da AGU desde 1° de janeiro de 2023, início do terceiro mandato de Lula.

Nascido no Recife, o futuro ministro é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. É formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e tem os títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB).

Durante o governo da presidente Dilma Rousseff, Messias foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República. O setor é responsável pelo assessoramento direto do presidente da República.

Uma mulher que abandonou um cachorro dentro do Aeroporto Internacional Harry Reid, em Las Vegas, pode enfrentar pena de prisão após um juiz emitir um mandado de detenção. O caso, ocorrido no dia 2 de fevereiro, ganhou repercussão internacional e voltou ao noticiário após novos desdobramentos judiciais.
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Segundo a polícia, a passageira — identificada como Germiran Bryson, de 26 anos — deixou o cão, um goldendoodle de dois anos, amarrado a uma estrutura metálica no balcão de check-in após ser impedida de embarcar com o animal por falta de documentação exigida para transporte como cão de serviço. Mesmo após ser abordada por agentes, a mulher insistiu em seguir para o portão de embarque.
De acordo com autoridades, ela alegou que não perderia o voo e chegou a afirmar que seria aceitável deixar o animal no local. A polícia informou ainda que a suspeita apresentou comportamento hostil durante a abordagem e acabou autuada por abandono de animal e resistência à prisão. Um vídeo do momento foi divulgado no perfil do Facebook do Departamento de Polícia de Las Vegas, com um apelo do órgão para que passageiros não abandonem seus animais de estimação.
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O cachorro foi resgatado por agentes e encaminhado a serviços de proteção animal, permanecendo sob custódia por 10 dias sem que a dona tentasse recuperá-lo. Em seguida, foi acolhido por uma organização de resgate, onde recebeu o nome de “Jet Blue” e passou a aguardar adoção.
O caso gerou ampla mobilização nas redes sociais e milhares de pessoas demonstraram interesse em adotar o animal. Posteriormente, ele foi adotado por um policial que participou do resgate, encerrando a história com um desfecho positivo.
Cão ‘Jetblue’ ganhou novo lar após ser abandonado em aeroporto
Divulgação | Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas
Agora, com a emissão do mandado judicial, a mulher pode ser presa a qualquer momento caso seja localizada, segundo informações divulgadas pela imprensa americana.

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