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O Irã fez um ataque a civis israelenses neste domingo (5). Um míssil atingiu um prédio residencial de sete andares na cidade de Haifa, a terceira maior de Israel. Pelo menos nove pessoas ficaram feridas e foram levadas aos hospitais Rambam e Bnei Zion, no norte do país, segundo o portal de notícias israelense Mossad Commentary. Entre eles, está um idoso de 82 anos que ficou em estado grave, atingido pela explosão, além de três pessoas com ferimentos leves. No entanto, as equipes de bombeiros ainda buscam outros moradores do prédio debaixo dos escombros.
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O Magen David Adom, serviço de emergência de Israel publicou fotos dos escombros e do trabalho da defesa civil local, confirmando que uma pessoa ficou em estado grave.
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O domingo foi marcado por uma escalada na guerra no Oriente Médio, com Donald Trump fazendo um discurso forte contra o Irã, que ordenou aos palavrões para que o país reabrisse o Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo comercializado no mundo. Apesar do tom do presidente americano, o Irã mantém ataques retaliatórios contra alvos energéticos no Golfo. Trump também anunciou o resgate de tripulantes de caça americano abatido em território iraniano.
Os escombros do prédio que foi atingido neste domingo em Haifa
Reprodução/X/@Mdais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou neste domingo (5) uma mensagem de Páscoa aos brasileiros.

Em uma publicação nas redes sociais, Lula disse que a Páscoa é um momento de renovação e de união. O presidente postou foto ao lado de crianças e da primeira-dama, Janja Lula da Silva.

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“A Páscoa é um momento de renovação e de união com a família. Que este domingo seja de muita alegria e paz nos lares brasileiros. Feliz Páscoa a todos”, declarou.

Alckmin

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou que a Páscoa representa a celebração de Deus à humanidade. Alckmin também disse que a data é um momento de fortalecimento de laços.

“A Páscoa é, essencialmente, a celebração do amor de Deus à humanidade. É um momento especial para estarmos ao lado de quem amamos e fortalecendo nossos laços. Que a ressurreição de Jesus renove as esperanças das famílias brasileiras. Uma Páscoa abençoada e cheia de amor infinito”, completou. 

 

Um caminhão carregado com azeite de oliva, que seguia do Chile para o Brasil, tombou na rodovia 40, na região de Luján de Cuyo, na província de Mendoza, na Argentina, durante o fim de semana. Após o acidente, a carga foi saqueada por pessoas que estavam no local, e parte da ação foi registrada e divulgada nas redes sociais.
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Segundo a imprensa local, o tombamento ocorreu após uma manobra de outro veículo. O motorista de uma Toyota Hilux tentou desviar de um carro mais lento, fechou o caminhão, que saiu para o acostamento ao tentar evitar a colisão. Na sequência, o veículo bateu no semirreboque de um caminhão Volvo estacionado e acabou tombando.
Com o impacto, caixas e garrafas de azeite ficaram espalhadas pela pista. Em poucos minutos, motoristas e outras pessoas começaram a recolher os produtos.
A influenciadora Jula Greco, que tem mais de 340 mil seguidores no Instagram, gravou vídeos no local e participou da retirada da carga. “Um caminhão tombou, temos que ir ver o que tem. Vamos lá, ‘Moco’, pega tudo”, disse. Em seguida, afirmou: “Ainda não entendo o que é, mas vamos pegar”.
Nas imagens, ela aparece incentivando a ação e exibindo os produtos. “Bom, pessoal, vamos embora com azeite de oliva. Mostra aí o produto” e “Estamos muito felizes. Obrigada, Mendoza, pelo azeite de oliva…”, disse. Em outro momento, comenta: “Olha tudo o que ele está levando, muito bem… coitado do caminhão também”.
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Durante a gravação, um homem que a acompanhava pediu produtos a outro motorista: “Escuta, não conseguimos pegar nada… você não me dá uma caixinha?”. Segundo o relato, o condutor respondeu: “Não, irmão, você não sabe como estamos passando fome aqui em Mendoza”.
Caminhão com azeite rumo ao Brasil tomba na Argentina, e carga é saqueada; influenciadora grava e participa da ação
Reprodução/X
As imagens mostram o caminhão Scania tombado, pessoas retirando caixas e veículos sendo carregados com a mercadoria.
Policiais chegaram minutos depois para liberar a via e permitir a remoção do caminhão. Houve momentos de tensão, com pessoas reagindo e atirando pedras contra os agentes, mas a situação terminou sem feridos e sem maiores distúrbios.
Horas após o acidente, começaram a aparecer anúncios nas redes sociais, principalmente no Marketplace do Facebook, com garrafas de azeite da mesma marca sendo vendidas em regiões próximas ao local. Os produtos eram oferecidos por preços superiores aos praticados normalmente.
Encorajado pelo resgate bem-sucedido do oficial da Força Aérea americana em território iraniano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou neste domingo sua ameaça de bombardear usinas de energia da República Islâmica até a próxima terça-feira, a menos que o regime reabra o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo mundial. Em tom desafiador, o Irã, que ainda não deu sinais de recuar, segue atacando alvos estratégicos ligados à Washington no Golfo, como duas usinas de energia e dessalinização de água no Kuwait, que foram alvos de drones nesse domingo.
“Terça-feira será o Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte, tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. “Abram essa porra de estreito, seus malucos, ou viverão no inferno”, acrescentou. O presidente já havia adiado duas vezes o prazo para o ataque. O último, feito no sábado, quando afirmou que Teerã poderia enfrentar o “inferno”, terminaria na segunda-feira.
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Ecoando suas contraditórias declarações sobre guerra, Trump, em entrevista à Fox News neste domingo, afirmou que poderia chegar a um acordo com o Irã até segunda-feira. Na entrevista, o presidente disse que, se o Irã não fechasse um acordo, ele estaria “considerando explodir tudo” e assumir o controle do petróleo iraniano. O republicano acrescentou que os iranianos que negociavam com Washington receberam anistia para continuar as conversas.
Em resposta às novas ameaças de Trump, Mohammad-Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento do Irã, afirmou que as “ações imprudentes” do presidente americano “estão arrastando os EUA para o inferno na Terra” por seguirem “as ordens do [primeiro-ministro de Israel, Benjamin] Netanyahu”. “Não se enganem: vocês não ganharão nada com crimes de guerra. A única solução real é respeitar os direitos do povo iraniano e pôr fim a este jogo perigoso”, escreveu Ghalibaf no X.
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Nos últimos dias, Trump já se vangloriou de progressos diplomáticos com Teerã, embora o regime tenha negado que qualquer negociação direta tenha ocorrido, alegando apenas esforços de mediação realizados por intermediários. O governo iraniano reafirma que só aceitará um cessar-fogo sob “condições claras” para uma paz definitiva.
Ataques iranianos
Enquanto isso, o Irã — que, segundo a Inteligência americana, mantém metade de sua capacidade de lançamento de mísseis, contrariando a retórica de vitória do governo Trump — segue com sua retaliação contra alvos estratégicos no Golfo. A empresa Gulf Petrochemical Industries Company, do Bahrein, informou que um ataque de drone iraniano provocou incêndios em várias de suas unidades operacionais neste domingo. Além disso, a Bapco Energies, também do Bahrein, informou que um tanque de petróleo em uma de suas instalações de armazenamento pegou fogo após um ataque iraniano.
No Kuwait, autoridades afirmaram que ataques com drones iranianos causaram danos significativos a duas usinas de energia e dessalinização de água, forçando a paralisação das unidades de geração elétrica. A Kuwait Petroleum Corporation também informou que seu complexo petrolífero no distrito de Shuwaikh, na Cidade do Kuwait, foi alvo de drones iranianos, que provocaram um incêndio. Não houve vítimas em nenhum dos ataques, segundo a empresa e o Ministério da Eletricidade, Água e Energias Renováveis do Kuwait.
Em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, a fábrica petroquímica Borouge foi atingida por destroços resultantes de interceptações da defesa aérea, que causaram incêndios nas instalações. Também nos Emirados, as autoridades, que não especificaram a origem dos ataques, tiveram que lidar com um “incidente” no porto emiradense de Khor Fakkan, envolvendo projéteis desconhecidos.
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“O comandante relatou ter presenciado múltiplos respingos de projéteis desconhecidos, nas proximidades de seu navio porta-contêineres”, informou o centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido.
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) reivindicou a autoria dos ataques contra instalações de gás e petroquímicas ligadas aos Estados Unidos nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Kuwait, e alertou que intensificaria os ataques contra interesses americanos caso os ataques à infraestrutura civil se repetissem. A IRGC também afirmou que uma refinaria de petróleo em Haifa, no norte de Israel, foi alvo dos ataques.
O exército ideológico iraniano justificou sua ação militar como uma resposta a uma ofensiva israelense contra um complexo petroquímico em Mahshahr, no sudoeste do Irã, e a um ataque a uma importante ponte nos arredores de Teerã.
Os ‘ultimatos’ de Trump
Em 21 de março, Trump disse que “atacaria e destruiria” usinas de energia, “começando pelas maiores”, se o Irã não reabrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas. Dois dias depois, ele afirmou que houve “conversas muito boas e produtivas” entre os países e adiou a ofensiva contra a infraestrutura energética por cinco dias.
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Em 27 de março, Trump disse que adiaria o ataque às usinas de energia por 10 dias, “conforme solicitação do governo iraniano”, estendendo o prazo para 6 de abril. Com o prazo se aproximando, o republicano, no sábado, alertou que Teerã tinha “48 horas” antes que ele desencadeasse “o inferno”.
No dia 1º de abril , o presidente afirmou que Teerã havia solicitado um cessar-fogo aos Estados Unidos , acrescentando que só consideraria a proposta após o Irã reabrir o Estreito de Ormuz. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã negou essa alegação. Dois dias depois, Trump sugeriu que os EUA poderiam reabrir o Estreito “facilmente” se tivessem “um pouco mais de tempo”.
Neste domingo, em uma postagem repleta de palavrões, Trump reiterou a ameaça.
Na entrevista à Fox News, Trump ainda afirmou que os EUA enviaram armas às forças curdas com a intenção de armar manifestantes iranianos. A rede americana CNN noticiou, no mês passado, que os EUA estavam armando grupos curdos com o objetivo de fomentar um levante popular no Irã. Na ocasião, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, disse que “nenhum de nossos objetivos se baseia no apoio ao armamento de qualquer força específica”.
(Com AFP e New York Times)
Um barco de madeira com 105 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, naufragou neste domingo (5) no Mar Mediterrâneo. Ele havia partido da Líbia no sábado e trazia imigrantes do país africano. 70 pessoas estão desparecidas até o fim desta manhã, segundo as ongs Mediterranea Saving Humans e Sea-Watch. Outras duas morreram e mais 32 foram resgatas por dois navios mercantes que desembarcaram na ilha italiana de Lampedusa.
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A embarcação de madeira virou durante a viagem. Um vídeo com imagens aéreas publicado pela Sea-Watch International nas redes sociais mostra o desespero dos tripulantes, agarrados ao casco, antes de serem resgatados.
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“Há apenas 4 dias, 19 corpos de mortos congelados foram trazidos para Lampedusa. Estas não são tragédias isoladas, mas sim um padrão de violência na fronteira com o objetivo de matar. Não esqueceremos os falecidos e não perdoaremos os políticos responsáveis”, publicou a Sea-Watch International, no X.
“Compartilhamos a dor dos sobreviventes, de suas famílias e entes queridos. Este último naufrágio não é um acidente trágico, mas sim a consequência de políticas governamentais europeias que se recusam a abrir rotas de acesso seguras e legais”, escreveu a Mediterranea Saving Humans, na mesma plataforma.
De acordo com a Organização Internacional para Migrações, desde o início de 2026, 683 migrantes morreram ou ainda estão desaparecidos em travessias pelo Mar Mediterrâneo.
Uma celebração de Páscoa terminou em tragédia na manhã deste domingo (5) na região de Schleswig-Flensburg, no norte da Alemanha. Três pessoas morreram após serem atingidas por uma árvore que caiu durante uma atividade de caça aos ovos em uma área de mata próxima a Satrup, no município de Mittelangeln, segundo informações da emissora NDR.
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Entre as vítimas estão uma mulher de 21 anos, sua filha de dez meses e uma adolescente de 16 anos. Uma jovem de 18 anos foi socorrida em estado grave. Crianças e adolescentes participavam da atividade no momento do acidente.
O caso ocorreu pouco depois das 11h (horário local), quando cerca de 50 moradores e funcionários de uma residência para idosos da região participavam da ação comunitária em uma área florestal próxima a Satrupholm. De acordo com a polícia, uma árvore de aproximadamente 30 metros caiu repentinamente, possivelmente devido a fortes rajadas de vento.
Vítimas foram atingidas durante atividade comunitária
Quatro pessoas ficaram presas sob a árvore. A adolescente de 16 anos e a mulher morreram ainda no local. O bebê chegou a ser levado de helicóptero a um hospital em Kiel, mas não resistiu aos ferimentos. A jovem de 18 anos também foi transportada de helicóptero para atendimento hospitalar, enquanto outras pessoas tiveram ferimentos leves.
Equipes de emergência e capelães prestaram apoio psicológico a participantes do evento, incluindo moradores da instituição de longa permanência envolvida na atividade.
O governo estadual de Schleswig-Holstein manifestou pesar pelo ocorrido. Em nota conjunta, o ministro-presidente Daniel Günther, a ministra do Interior Magdalena Finke e a ministra da Juventude e Família Aminata Touré afirmaram estar “profundamente abalados” com o acidente. Segundo eles, uma celebração marcada por convivência e alegria foi interrompida de forma abrupta por uma tragédia.
As autoridades também agradeceram a atuação dos serviços de resgate e desejaram força às famílias das vítimas e aos feridos.
A polícia segue investigando as circunstâncias da queda da árvore. Ainda não está claro se havia comprometimento estrutural no tronco ou qualquer tipo de sinalização de risco no local. Na ocasião, o Serviço Meteorológico Alemão havia emitido alerta para ventos fortes na região, com velocidades entre 55 km/h e 75 km/h, além de rajadas que poderiam chegar a 90 km/h em áreas mais expostas.

O prazo para agentes públicos que vão participar das eleições deixarem seus cargos terminou neste sábado (4). A regra é chamada de desincompatibilização e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar no pleito de outubro.
Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos.

Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.

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Nove governadores saíram o cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles: Gladson Cameli (PP-AC); Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES); Mauro Mendes (União-MT); Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR). O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.

Reeleição

Nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos: Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Raquel Lyra (PSD-PE); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE).

De acordo com a legislação eleitoral, políticos não precisam deixar os cargos no Poder Executivo se pretendem disputar o segundo mandato.

Ficam no governo

Sete govenadores decidiram completar o mandato e não renunciaram para disputar algum cargo nas eleições. Eles já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL); Carlos Brandão (Sem partido-MA); Ratinho Junior (PSD-PR); Fátima Bezerra (PT-RN); Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).

Eleições

O primeiro turno das eleições será em 4 de outubro, quando 155 milhões de eleitores estarão aptos a elegerem o presidente da República, o vice-presidente, governadores e deputados estaduais, federais e distritais.

O segundo turno poderá realizado, no dia 25 de outubro, para os cargos de presidente e govenador se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, no primeiro turno.

Um oficial da Força Aérea americana, cujo caça foi abatido no Irã na última sexta-feira, foi resgatado pelas forças de Operações Especiais dos Estados Unidos em uma missão arriscada, segundo anunciou o presidente Donald Trump em sua plataforma Truth Social neste domingo. O resgate ocorreu após uma dramática corrida contra o tempo entre as forças americanas e iranianas para alcançar o militar, um oficial de sistemas de armas, que se estendeu por quase 40 horas. Segundo Trump, não houve baixas americanas e o oficial foi resgato com “ferimentos, mas ficará bem”.
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O Irã atingiu o jato na última sexta-feira, no sudoeste do país, tornando-se o primeiro caso conhecido de uma aeronave de combate americana abatida em território hostil desde o início da guerra, há mais de um mês. Foi um revés de grande repercussão para o governo Trump, que repetidamente buscou demonstrar a supremacia aérea americana no conflito.
Os dois tripulantes do avião, um F-15E Strike Eagle, conseguiram ejetar-se, segundo as autoridades militares americanas. O piloto foi resgatado horas depois, e as autoridades iniciaram uma busca urgente pelo outro tripulante.
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As autoridades iranianas chegaram a prometer uma recompensa pela captura do oficial americano. A televisão estatal iraniana, por exemplo, convocou moradores a capturar o “piloto inimigo” vivo e entregá-lo ao Exército ou à polícia local, oferecendo uma recompensa de US$ 60 mil (cerca de R$ 310 mil).
Como se desenrolaram os esforços de resgate?
No final de sábado, comandos da Equipe 6 dos SEALs, a unidade de elite da Marinha americana, resgataram o oficial de sistemas de armas em uma operação que envolveu centenas de soldados de operações especiais e outros militares atuando em território inimigo, de acordo com autoridades dos EUA.
Após ejetar-se do F-15E, o oficial escondeu-se numa fenda nas montanhas iranianas. Ele conseguiu escapar das forças iranianas por mais de 24 horas, chegando a escalar uma crista de 2.100 metros, segundo uma autoridade militar dos EUA. Inicialmente, ainda de acordo com a fonte, os EUA desconheciam sua localização, mas a CIA encontrou seu esconderijo.
Aeronaves americanas lançaram bombas e abriram fogo contra comboios iranianos para mantê-los afastados do local onde o aviador estava escondido. Comandos americanos também dispararam suas armas para manter as forças iranianas longe do local do resgate enquanto estas convergiam para o aviador, mas não entraram em confronto armado com os iranianos.
“Este bravo guerreiro estava atrás das linhas inimigas nas traiçoeiras montanhas do Irã, sendo caçado por nossos inimigos, que se aproximavam cada vez mais a cada hora”, disse Trump no Truth Social.
Auxílio de Israel
Uma autoridade da Segurança israelense disse à agência Reuters que Israel forneceu apoio de inteligência a Washington para a operação, interrompendo seus próprios ataques na área para facilitar a missão.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, elogiou Trump pela operação, afirmando que ela “reforça o princípio sagrado: ninguém é deixado para trás”.
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— Este é um valor compartilhado, demonstrado repetidas vezes na História de nossos dois países — disse o premier. — Todos os israelenses se alegram com o incrível resgate de um bravo piloto americano pelos destemidos guerreiros da América. Isso prova que, quando as sociedades livres reúnem sua coragem e sua determinação, elas podem enfrentar obstáculos aparentemente insuperáveis ​​e vencer as forças das trevas e do terror.
Mortos na operação
Trump saudou o resgate como prova de que as defesas iranianas haviam sido gravemente danificadas, senão destruídas. “O fato de termos conseguido realizar ambas as operações sem que um único americano fosse morto ou sequer ferido prova, mais uma vez, que alcançamos domínio e superioridade aérea esmagadores sobre o espaço aéreo iraniano”, escreveu ele.
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Segundo fontes iranianas, três membros da Guarda Revolucionária Iraniana foram mortos durante a operação de resgate.
Além disso, a agência Tasnim informou que os ataques durante a operação de resgate deixaram cinco mortos, sem especificar se eram civis ou militares. “Cinco pessoas foram martirizadas durante o ataque na região de Kuh-e Siah”, na província de Kohgiluyeh e Boyer Ahmad, escreveu a agência, citando uma autoridade provincial.
Três aeronaves americanas abatidas
O comando central do Exército iraniano, Jatam al Anbiya, afirmou que, durante a operação de resgate das Forças Armadas dos EUA neste domingo, três aeronaves americanas “foram atingidas” e ficaram “em chamas”, acrescentando que a missão de Washington “fracassou”.
Destroços e restos de aeronaves alvejadas no centro do Irã
AFP/Guarda Revolucionária do Irã via Sepah News
— Os esforços desesperados do inimigo para resgatar seu piloto de caça abatido fracassaram graças às bênçãos e à assistência divina de Deus Todo-Poderoso, bem como às ações oportunas e às operações conjuntas das forças iranianas — disse Khatam al-Anbiya, porta-voz do Jatam al Anbiya.
A mídia estatal exibiu imagens de destroços carbonizados espalhados em uma área desértica, ainda com fumaça.
(Com New York Times)
O astronauta Victor Glover, de 49 anos, tornou-se assunto nas redes sociais após um momento inesperado durante a transmissão ao vivo da missão Artemis II. Imagens exibidas pela NASA mostraram o piloto usando apenas shorts enquanto realizava sua higiene pessoal dentro da espaçonave Orion, a caminho da Lua.
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O episódio ocorreu após uma sessão de exercícios, rotina comum em voos espaciais. Na gravação, Glover aparece utilizando uma “toalha higiênica”, semelhante a lenços umedecidos, quando o Centro de Controle da Missão, em Houston, interrompeu a transmissão ao perceber que o enquadramento exibia mais do que o previsto.
Veja:
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Reação imediata nas redes
Apesar do corte, o trecho rapidamente se espalhou online e ultrapassou meio milhão de visualizações. A repercussão foi marcada por comentários bem-humorados e elogios à forma física do astronauta, que acabou apelidado por internautas de “Buff Lightyear”, em referência ao personagem Buzz Lightyear de Toy Story.
Usuários destacaram o preparo físico de Glover e reagiram com ironia ao flagra. Em uma das publicações, uma espectadora comentou que o astronauta estava “em ótima forma” e sugeriu que ele continuasse se exercitando. Outro internauta brincou com a famosa frase sobre conquistas espaciais, adaptando-a para o contexto físico. Houve ainda quem fizesse piadas sobre o fato de ele ser casado, misturando humor e admiração.
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Nasa
Durante a transmissão, a operadora do controle da missão, Christina Birch, comunicou à tripulação que as imagens haviam sido retiradas do ar. O comandante Reid Wiseman respondeu de forma cordial, afirmando compreender a decisão e destacando que não havia problema com a exposição.
Victor J. Glover
Divulgação/Administração Nacional da Aeronáutica no Espaço (Nasa)
Glover, capitão da Marinha dos Estados Unidos e astronauta desde 2013, também faz história na missão ao se tornar o primeiro homem negro a integrar uma viagem tripulada rumo à Lua. Ele é casado com Dionna Glover e pai de quatro filhas.
A missão Artemis II é acompanhada com entusiasmo por veteranos da exploração espacial, como Buzz Aldrin, hoje com 96 anos. Segundo o cineasta Steven Barber, Aldrin demonstrou emoção ao ver o retorno de missões tripuladas ao entorno lunar, classificando o momento como um avanço esperado há décadas.
Os astronautas da missão Artemis II contemplaram partes da Lua nunca antes vistas por nenhum ser humano, informaram neste domingo membros da tripulação, à medida que a nave Orion ultrapassou dois terços do trajeto rumo ao aguardado sobrevoo lunar.
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Quando foram dormir nas primeiras horas do dia, ao fim do quarto dia da missão de dez dias, eles estavam a quase 200.000 milhas (321.869 quilômetros) da Terra e a cerca de 82.000 milhas da Lua, segundo dados da Nasa.
A agência espacial divulgou uma imagem capturada pela tripulação que mostra a Lua à distância, com destaque para a bacia Oriental.
“Esta missão marca a primeira vez que toda a bacia foi vista por olhos humanos”, afirmou a Nasa.
Cratera inédita e lado oculto impressionam tripulação
Em conversa ao vivo com crianças canadenses, a astronauta Christina Koch afirmou que um dos momentos mais marcantes foi observar essa formação, às vezes chamada de “Grand Canyon” da Lua.
“É muito característica e nenhum olho humano havia visto esse cratera até hoje, realmente, quando tivemos o privilégio de vê-lo”, disse.
A tripulação também teve a primeira visão do lado oculto da Lua.
“Ontem à noite tivemos nossa primeira visão do lado oculto da Lua, e foi absolutamente espetacular”, afirmou Koch.
Segundo John Honeycutt, diretor do programa do Sistema de Lançamento Espacial da Nasa, partes observadas agora só haviam sido registradas por sondas.
“No extremo esquerdo é possível ver características da Lua que não haviam sido vistas por olhos humanos até ontem”, explicou.
Missão entra em fase decisiva com aproximação da Lua
O próximo marco está previsto entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, quando a Orion entrará na chamada esfera de influência lunar, ponto em que a gravidade da Lua passa a predominar sobre a da Terra.
Se tudo ocorrer como planejado, os astronautas poderão se tornar os humanos que viajaram mais longe da Terra na história.
A tripulação — formada pelos americanos Christina Koch, Reid Wiseman e Victor Glover, além do canadense Jeremy Hansen — também realizou testes de pilotagem manual e revisou o plano de sobrevoo, incluindo os pontos geológicos que serão estudados e fotografados.
Rotina inclui testes, fotos e contato com a família
Antes das atividades, os astronautas começaram o dia com ovos mexidos e café e acordaram ao som de “Pink Pony Club”, sucesso de Chappell Roan.
“A moral a bordo é alta”, disse o comandante Reid Wiseman ao controle da missão em Houston.
Wiseman destacou ainda o momento em que conseguiu falar com suas filhas do espaço.
“Estamos aqui em cima, tão longe, e por um momento voltei a me reunir com minha pequena família”, afirmou. “Foi simplesmente o maior momento de toda a minha vida”.
Os astronautas receberam treinamento em geologia para identificar formações como fluxos de lava e crateras de impacto. A missão oferece uma perspectiva diferente das viagens Apollo, que voavam a cerca de 70 milhas da superfície lunar.
A Artemis II, por sua vez, passará a pouco mais de 4.000 milhas, permitindo observar a Lua como um todo, incluindo regiões próximas aos polos.
Missão abre caminho para presença permanente na Lua
A tripulação tem registrado imagens com câmeras e até smartphones, recentemente autorizados pela Nasa. Entre os registros já divulgados está uma imagem completa da Terra vista do espaço.
A missão integra um plano de longo prazo para estabelecer uma presença humana contínua na Lua e preparar futuras viagens a Marte.
Mesmo diante da complexidade técnica, a experiência mantém um componente emocional para os astronautas.
“Isso simplesmente me faz sentir como uma criança pequena”, disse Hansen ao descrever a sensação de flutuar no espaço.

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