A Marinha da Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta quinta-feira (9) que os navios que atravessarem o Estreito de Ormuz devem seguir duas rotas alternativas, mais próximas da costa, alegando a possibilidade de haver “minas” na via habitual, segundo informação da agência de notícias AFP.
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“Para se proteger de possíveis colisões com minas, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária , até novo aviso, (os navios) deverão adotar rotas alternativas para o tráfego no Estreito de Ormuz”, informou a agência de notícias Mehr, citando um comunicado militar acompanhado de um mapa no qual as rotas são destacadas.
No primeiro dia de cessar-fogo, a navegação ficou incerta na região. Houve fila de navios para atravessar o Estreito de Ormuz e a circulação parecia voltar à normalidade gradualmente. No entanto, com ataques contra o Líbano, incluindo a capital Beirute, o Irã anunciou que fecharia a rota novamente. O país persa denunciou ‘violações do cessar-fogo’ por Israel’, enquanto o presidente americano Donald Trump afirmou que o Líbano não fazia parte do acordo. O anúncio feito agora pelo Irã, indicando as rotas alternativas aos navios sinaliza para uma nova reabertura.
O acordo de trégua foi mediado pelo Paquistão, que tem atuado diplomaticamente para conter os ataques de ambos os lados na região. No entanto, ainda há dúvidas sobre o escopo do acordo, que mostra fragilidade. Com a sinalização para uma negociação pelas próximas duas semanas, o preço do petróleo despencou nesta quarta-feira (8), chegando a cair 16% na madrugada, e as bolsas subiram ao redor do mundo.
Ainda na terça-feira (7), quando Trump ameaçou que “uma civilização inteira iria morrer” naquela noite, o Conselho de Segurança da ONU votou e rejeitou proposta sobre coordenação para reabrir o Estreito de Ormuz, com o veto de Rússia e China, membros permanentes. A proposta falava para países “interessados na utilização do Estreito de Ormuz a coordenarem esforços, de natureza defensiva e compatíveis com as circunstâncias, para contribuir na segurança da navegação” pela rota marítima vital para o escoamento de cerca de 20% do petróleo mundial.
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