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Um homem ficou nu diante do imperador do Japão e sua família, que saudavam o público por ocasião do Ano Novo, nesta sexta-feira. O homem, que tem cerca de 20 anos, estava na primeira fila durante o discurso anual que o imperador Naruhito proferiu de uma varanda do Palácio Imperial.
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Segundo a emissora privada TBS, o jovem se despiu enquanto gritava. Em seguida, pulou por cima de uma barreira e foi contido por agentes da guarda imperial e da polícia de Tóquio, que o envolveram em um cobertor.
O jovem, ainda de acordo com a TBS, teria anunciado nas redes sociais que apareceria nu durante a saudação de Ano Novo.
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Naruhito costuma fazer um discurso todo início de ano diante de milhares de pessoas que agitam bandeiras japonesas.
A família imperial, cujas raízes remontam a 2.600 anos segundo a lenda, renunciou formalmente ao seu direito divino após a rendição do Japão ao final da Segunda Guerra Mundial. Portanto, não detém qualquer poder político.
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No entanto, a instituição continua sendo um símbolo importante no arquipélago, e seus membros costumam ser respeitados pelo público, embora alguns tenham aparecido nas capas da imprensa sensacionalista por supostas disputas familiares.
O jovem italiano Emanuele Galeppini, de 16 anos, foi a primeira vítima identificada no incêndio que atingiu um bar da estação de esqui de Crans-Montana, na Suíça, durante uma festa de réveillon. A morte do adolescente, que era golfista, foi confirmada pela Federação Italiana de Golfe, nesta quinta-feira. Segundo autoridades europeias, o número de mortos na tragédia subiu para 47.
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“Neste momento de grande consternação, os nossos pensamentos estão com a sua família e todos os que gostavam dele [Galeppini]”, escreveu a federação italiana, lamentando a perda do jovem e manifestando solidariedade à família e aos amigos do jovem, descrito como um “atleta apaixonado e com valores autênticos”.
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Natural de Gênova, na Itália, Emanuele vivia na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e integrava seleções juvenis de golfe do país. De acordo com o Ranking Mundial de Golfe Amador, o atleta havia competido em 50 torneios internacionais de golfe, incluindo o Campeonato Italiano de Equipes Sub-18.
Discreto nas redes sociais, Emanuele compartilhava com seguidores alguns registros dos seus treinos de golfe, além do placar das competições de que participava, e comemorava os resultados obtidos.
O incêndio começou por volta de 1h30 desta quinta-feira, pelo horário local (noite de quarta-feira no Brasil), e inicialmente foi reportado como uma explosão. Contudo, Stephane Ganze, chefe de segurança do cantão (região) de Valais, onde fica o resort de Crans-Montana, descartou essa hipótese. Beatrice Pilloud, procuradora-geral da região, disse que o foco da investigação é descobrir as causas do desastre, e não achar culpados, ao menos por agora. O uso de fogos de artifício é tratado como causa possível da tragédia.
Nesta sexta-feira, a agência de notícias francesa AFP noticiou que os corpos das vítimas do incêndio começaram a ser transportados para um centro funerário na cidade de Sion, por volta das 11h (7h em Brasília). Mais cedo, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, Antonio Tajani, afirmou que um novo balanço indicou que há 47 mortos — valor que ainda pode aumentar, considerando que há relatos de feridos com gravidade, entre os cerca de 115 socorridos.
Em declarações citadas pela agência ANSA, Tajani indicou que o governo italiano acompanha de perto as operações no local, já que muitas das pessoas que estavam no bar La Constellation, atingido pelo incêndio, eram de nacionalidade italiana. Até o momento, não há previsão para o término do reconhecimento das vítimas.
Quatro homens foram resgatados em segurança depois que a lancha em que estavam sofreu uma falha mecânica e ficou presa na borda de uma queda de água com cerca de 40 metros de altura — o equivalente a um prédio de 12 a 14 andares — na barragem de Grootdraai, em Standerton, na África do Sul. O incidente ocorreu nesta segunda-feira (29).
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram os tripulantes agarrados à embarcação para evitar serem arrastados pela correnteza. O caso foi registrado por volta das 19h05 (horário local), segundo informações divulgadas posteriormente pelas autoridades de resgate.
Confira o momento:
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Operação de resgate e alerta à população
As equipes do Instituto Nacional de Resgate Marítimo da África do Sul (NSRI) chegaram ao local às 20h30. Em comunicado, o NSRI informou que um funcionário do Departamento de Água e Saneamento abriu três comportas da barragem para reduzir o nível da água na área onde a lancha estava encalhada, medida que facilitou o acesso dos socorristas.
A abertura das comportas, no entanto, elevou o nível do rio abaixo da barragem, o que levou as autoridades a emitirem um alerta preventivo para que moradores da região deixassem suas casas e buscassem abrigo em locais seguros, de acordo com o NSRI.
Após a estabilização da situação, os quatro homens foram retirados com o auxílio de uma corda de salvamento. Eles foram encaminhados a um hospital da região para observação médica, sem registro de ferimentos graves, conforme informou o instituto de resgate.
O número de pessoas que sofreram queimaduras graves no incêndio em um bar na estação de esqui de Crans-Montana, na Suíça, excede em muito a capacidade dos centros de tratamento de queimaduras de Zurique e Lausanne, bem como do centro nacional de desastres na capital, disse nesta quinta-feira um funcionário do serviço de emergência em Genebra.
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De acordo com o Dr. Robert Larribau, chefe do serviço de emergência do Hospital Universitário de Genebra, que foi informado pelas autoridades nacionais, acredita-se que cerca de 50 pessoas sofreram queimaduras graves.
Interior de um bar após incêndio em Crans-Montana, uma estação de esqui no cantão de Valais, na Suíça
POLICE CANTONALE VALAISANNE / AFP
Autoridades da capital, Berna, estavam coordenando com a União Europeia para encontrar hospitais em países vizinhos que pudessem receber algumas das vítimas, disse Larribau. A transferência de pacientes para hospitais na Alemanha, Itália e França deveria começar na quinta ou sexta-feira, afirmou ele.
O hospital mais próximo do incêndio, em Sion, na Suíça, ficou inicialmente sobrecarregado com a grande quantidade de vítimas, disse Larribau. Segundo relatos, cerca de 60 pessoas foram atendidas no local.
Outros 22 pacientes foram enviados para Lausanne, mais que o dobro da capacidade do centro de queimados da cidade, disse Larribau. Mais 16 pacientes foram transferidos para o Hospital Universitário de Zurique e oito foram enviados para um hospital em Berna.
Quatro pessoas, com idades entre 15 e aproximadamente 25 anos, foram levadas para o Hospital Universitário de Genebra. Duas delas estavam em terapia intensiva e precisavam ser transferidas o mais rápido possível para tratamento especializado, disse Larribau.
Três pessoas que sofreram fraturas e outros ferimentos não relacionados a queimaduras devido a uma explosão ocorrida no bar enquanto o incêndio ainda estava em curso, dirigiram-se por conta própria a outro hospital de Genebra, disse ele.
O que se sabe
A primeira vítima da tragédia provocada por um incêndio na estância de esqui de Crans-Montana, foi identificada nesta sexta-feira. Trata-se de Emanuele Galeppini, um jovem italiano de 17 anos, cuja morte foi confirmada nesta quinta-feira pela Federação Italiana de Golfe, entidade à qual o atleta era filiado.
Segundo as autoridades locais, o número de mortos no incêndio foi revisto para 47, mas pode aumentar nas próximas horas ou dias. Há ainda vários feridos em estado grave, o que mantém as equipes de resgate e de saúde em alerta máximo.
O fogo começou por volta de 1h30 desta quinta-feira, pelo horário local (noite de quarta-feira no Brasil), e inicialmente foi reportado como uma explosão. Contudo, Stephane Ganze, chefe de segurança do cantão (região) de Valais, onde fica o resort de Crans-Montana, descartou essa hipótese. Beatrice Pilloud, procuradora-geral da região, disse que o foco da investigação é descobrir as causas do desastre, e não achar culpados, ao menos por agora. O uso de fogos de artifício é tratado como causa possível da tragédia.
O governador do Mississippi, Tate Reeves, anunciou nesta quarta-feira (31) a concessão de clemência a Maurice Taylor, que cumpria uma pena de prisão considerada ilegal por exceder o limite máximo previsto para o crime. A decisão ocorreu semanas depois de Reeves ter determinado a libertação do irmão de Maurice, Marcus Taylor, condenado em circunstâncias semelhantes.
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Em fevereiro de 2015, os dois irmãos aceitaram acordos judiciais e se declararam culpados de conspiração para vender hidrocodona associada ao paracetamol, substância classificada como da Lista III. Segundo a Clínica Mayo, essa combinação é indicada para o tratamento de dores intensas quando outros analgésicos não surtem efeito ou não podem ser utilizados.
À época das sentenças, a legislação do Mississippi estabelecia pena máxima de cinco anos de prisão para esse tipo de crime. Ainda assim, Maurice Taylor foi condenado a 20 anos, com cinco anos suspensos, enquanto Marcus recebeu uma pena de 15 anos, ambas muito acima do limite legal.
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“Assim como seu irmão, Maurice Taylor recebeu uma sentença mais de três vezes maior do que a permitida pela lei do Mississippi”, escreveu Reeves ao anunciar o indulto. “Quando a justiça é negada a um único cidadão do Mississippi, ela é negada a todos nós.” De acordo com a decisão, Maurice deve ser libertado em até cinco dias.
O caso ganhou destaque após o Tribunal de Apelações do Mississippi reconhecer, em maio, que a sentença de Marcus Taylor era ilegal, embora inicialmente não tivesse sido revista por perda de prazo processual. Em novembro, após reanálise, o tribunal reverteu a decisão e determinou sua libertação, abrindo caminho para a revisão do caso do irmão.
Em nota publicada nas redes sociais, a Mississippi Impact Coalition afirmou que a correção “deveria ter acontecido décadas atrás” e criticou a necessidade de pressão pública para reparar a injustiça. A Associated Press informou não ter conseguido contato imediato com o advogado de defesa de Maurice Taylor após a condenação. Até o momento, os irmãos Taylor são as únicas pessoas a receberem clemência do governador Reeves.
O Papa Leão XIV ofereceu orações nesta sexta-feira às vítimas do incêndio que atingiu o bar de uma estação de esqui na Suíça, na noite de ano novo. O Pontífice expressou “compaixão e solidariedade” às famílias dos mortos no incidente — que, de acordo com as autoridades do país europeu, já são 47.
“Ele deseja expressar sua compaixão e solidariedade aos entes queridos das vítimas. Ele reza ao Senhor para que acolha os falecidos em sua morada de paz e luz”, dizia uma nota enviada pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, ao bispo de Sion, Jean-Marie Lovey.
*Matéria em atualização
A descoberta dos corpos de dois suspeitos de roubo de gado, mortos com disparos de espingarda, ao lado de uma vaca pronta para o abate, em uma canoa à deriva nas proximidades de ilhas, deu um desfecho trágico ao fim de ano na região metropolitana de Santa Fé. O achado ocorreu quando um morador que navegava pelo rio Coronda, nas imediações de Sauce Viejo, a 17 quilômetros ao sul da capital provincial, avistou a embarcação à deriva com a carga macabra.
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Segundo os investigadores, por volta do meio-dia de quarta-feira (31) a polícia foi acionada por meio do centro de emergências 911, alertada sobre a presença de um pequeno barco sem controle no rio.
Quando agentes da 19ª Delegacia de Polícia do distrito se aproximaram da embarcação, constataram que havia pessoas em seu interior. Elas não apresentavam sinais de movimento. Diante da situação, foi solicitada imediatamente a atuação da Prefeitura Naval Argentina (PNA).
A embarcação foi localizada nas proximidades do bairro La Arenera, em Sauce Viejo. No local, as autoridades rebocaram o barco até a margem e deram início aos procedimentos investigativos.
Peritos da Polícia de Investigação (PDI), juntamente com o médico legista, confirmaram que as vítimas apresentavam múltiplos ferimentos compatíveis com disparos de espingarda. Cartuchos de chumbo recolhidos no local indicam um ataque à queima-roupa, com elevada potência de fogo, o que reforça a possibilidade de participação de mais de uma pessoa.
Embora as identidades dos mortos ainda não tenham sido oficialmente confirmadas, o jornal LA NACION apurou que os investigadores trabalham com a hipótese central de roubo de gado. As vítimas seriam supostos “ladrões de gado” que teriam sido alvo de um ato de vingança.
A presença do bovino morto dentro da canoa fortalece a teoria de que os homens foram surpreendidos pelo proprietário do animal ou por um produtor rural da região insular, que teria efetuado os disparos para impedir o roubo.
De acordo com relatos, na área insular em frente a Sauce Viejo e até a foz do rio Coronda, no curso médio do rio Paraná, na altura de Puerto Gaboto — onde também deságua o rio Carcarañá, a cerca de 120 quilômetros ao sul de Santa Fé — há criação de gado bovino e equino. A região registra inúmeros episódios de roubo de animais, além do uso de redes sociais para a comercialização da carne obtida ilegalmente.
A autópsia está prevista para esta quinta-feira, 1º de janeiro, e deverá esclarecer a causa exata das mortes e a dinâmica do crime.
Também foram determinadas a busca por informações sobre a embarcação e a checagem de seu registro para identificar o proprietário, além da perícia no bovino, com análise de marcas e sinais, para localizar o dono do animal e o ponto exato do suposto roubo.
Especialistas tentam ainda estabelecer com precisão o horário do ataque e o local exato do rio onde os disparos tiveram início, antes de a correnteza arrastar a canoa até a margem.
Fim de ano violento
A descoberta das duas vítimas encerrou um dia marcado por episódios de violência na região metropolitana de Santa Fé, onde foram registrados cinco homicídios — um número considerado incomum ao longo do último ano.
Conforme informou o jornal LA NACION, o dia 31 de dezembro tornou-se progressivamente mais violento desde as primeiras horas da manhã, quando a morte de um jovem desencadeou uma série de atos de vingança por parte de familiares. Eles invadiram a casa onde o suposto autor do crime morava com os irmãos e, durante um tiroteio, executaram uma adolescente grávida de 17 anos e um homem da mesma família.
A República Islâmica do Irã classificou como “linha vermelha” uma possível intervenção americana no país nesta sexta-feira, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que sairia “em resgate” aos manifestantes que participam de protestos hostis ao governo. Ao menos seis pessoas morreram na quinta-feira, quando dezenas também ficaram feridos. Há relato de prisões em várias cidades do país.
“Qualquer mão intervencionista que ataque a segurança do Irã sob qualquer pretexto será alvo de uma resposta”, escreveu Ali Shamkhani, conselheiro do aiatolá Ali Khamenei, em uma publicação no X. “A segurança do Irã é uma linha vermelha”.
O comentário da autoridade iraniana aconteceu um dia depois de Trump sugerir que estaria disposto a agir na nação persa, caso a repressão do governo a manifestações que tomaram o país desde a semana passada se tornasse letal. A manifestação do presidente americano aconteceu no mesmo dia em que as primeiras mortes foram confirmadas.
“Se o Irã atirar e matar violentamente manifestantes pacíficos, como é seu costume, os EUA virão em seu resgate”, escreveu Trump na Truth Social na quinta-feira.
*matéria em atualização
A tragédia provocada por um incêndio na estância de esqui de Crans-Montana, nos Alpes suíços, teve a primeira vítima oficialmente identificada. Trata-se de Emanuele Galeppini, um jovem italiano de 17 anos, cuja morte foi confirmada nesta quinta-feira pela Federação Italiana de Golfe, entidade à qual o atleta era filiado.
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Em comunicado, a federação lamentou a perda e manifestou solidariedade à família e aos amigos do jovem. “Neste momento de grande consternação, os nossos pensamentos estão com a sua família e todos os que gostavam dele”, afirmou a organização, que descreveu Galeppini como um “atleta apaixonado e com valores autênticos”.
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Segundo as autoridades locais, o número de mortos no incêndio foi revisto para 47, mas pode aumentar nas próximas horas ou dias. Há ainda vários feridos em estado grave, o que mantém as equipes de resgate e de saúde em alerta máximo.
Autoridades italianas acompanham o caso
O novo balanço foi divulgado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, Antonio Tajani, em declarações citadas pela agência ANSA. De acordo com o ministro, o governo italiano acompanha de perto as operações no local, já que muitas das pessoas que estavam no bar La Constellation, atingido pelo incêndio, eram de nacionalidade italiana.
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As autoridades suíças informaram que o processo de identificação das vítimas seguirá ao longo dos próximos dias. O trabalho, segundo os investigadores, tende a ser demorado, uma vez que parte dos corpos ficou em condições que dificultam o reconhecimento imediato.
Enquanto isso, equipes de emergência seguem atuando na área da estação de esqui, e governos de diferentes países mantêm cooperação direta para prestar apoio às famílias e esclarecer as circunstâncias da tragédia, considerada uma das mais graves já registradas na região nos últimos anos.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos realiza buscas por uma mulher de 77 anos que caiu ao mar a partir de um navio de cruzeiro da companhia Holland America, a quilômetros da costa de Cuba. O incidente ocorreu na quinta-feira (25), quando o navio Nieuw Statendam navegava a aproximadamente 64 quilômetros a nordeste de Sabana, segundo autoridades americanas.
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De acordo com comunicado da Guarda Costeira, equipes de um helicóptero MH-60 da Estação Aérea de Clearwater e do navio patrulha William Trump atuam de forma conjunta na operação de busca. A passageira, cuja identidade não foi divulgada, caiu do cruzeiro enquanto a embarcação seguia seu roteiro pelo Caribe.
Em nota enviada ao Daily Mail, a Holland America confirmou o incidente e informou que o capitão e a tripulação iniciaram imediatamente os procedimentos de busca e salvamento, em cooperação direta com a Guarda Costeira dos EUA. A empresa afirmou ainda que sua equipe de assistência familiar está prestando apoio aos parentes da passageira.
O Nieuw Statendam havia partido de Fort Lauderdale, na Flórida, para uma viagem de sete dias pelo Caribe, com retorno previsto para este sábado (3). Em razão do ocorrido, a companhia anunciou o cancelamento da parada programada em Key West, marcada para esta quinta-feira.
Com cerca de 297 metros de comprimento e capacidade para quase 2.700 hóspedes, o Nieuw Statendam é um dos principais navios da frota da Holland America, empresa com mais de 150 anos de atuação e presença em mais de 300 portos ao redor do mundo. Segundo a companhia, o navio integra a classe Pinnacle e foi projetado para oferecer ampla estrutura de lazer, gastronomia e entretenimento.
Casos semelhantes já foram registrados envolvendo a empresa. Em novembro de 2019, uma passageira de 70 anos caiu ao mar durante uma viagem da Holland America no Pacífico Sul. Apesar de ter sido resgatada rapidamente, ela perdeu a consciência e morreu a bordo, conforme informou o USA Today.

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